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Ginásio Nilson Nelson entra no clima de Liga das Nações Feminina

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Foto: Divulgação/CBV

Falta pouco para as principais equipes de vôlei do mundo entrarem em ação no Distrito Federal. Entre 13 e 18 de junho, oito seleções, incluindo a brasileira, vão medir forças no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, pela segunda etapa da Liga das Nações Feminina. O palco dos jogos, inclusive, está entrando de vez no clima da competição internacional com direito a decoração especial.

Os organizadores da Liga das Nações estão trabalhando a todo vapor para deixar o Nilson Nelson com a identidade visual do torneio. As mudanças incluem um envelopamento de áreas como as arquibancadas, a zona mista de entrevista e as áreas ao redor da quadra de jogo. Tudo está recebendo adesivos com as cores vermelha e azul e a sigla VNL (iniciais do nome da competição, em inglês).

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A quadra do Nilson Nelson também recebe uma atenção especial. Utilizado normalmente como sede do Brasília Basquete no Novo Basquete Brasil (NBB), a arena candanga teve o piso trocado por um específico para a Liga das Nações de Vôlei. E o espaço é diferente do tradicional no esporte. O local das partidas tem as cores que estão sendo utilizadas em outras sedes da competição internacional.

As imagens do Nilson Nelson em preparação para a Liga das Nações foram divulgadas pela assessoria de comunicação da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). A equipe do técnico José Roberto Guimarães chegou ao Distrito Federal neste sábado (10/6), com um elenco de 16 jogadoras. Antes do embarque a Brasília, a equipe tupiniquim realizou uma semana de treinamentos em Barueri (SP).

Veja as fotos do Nilson Nelson

Seleção feminina relaciona 16 jogadoras para Liga das Nações em Brasília

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Seleção Feminina
Foto: Divulgação/CBV

Após realizar uma semana de treinamento em Barueri, a Seleção Brasileira Feminina de Vôlei está com tudo pronto para viajar ao Distrito Federal. Com embarque marcado para este sábado (10/6), o time verde e amarelo vai trazer 16 jogadoras para a semana de partidas no Ginásio Nilson Nelson. A lista de relacionadas foi confirmada pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

Em Brasília, o técnico José Roberto Guimarães vai contar com as levantadoras Macris e Roberta, as opostas Lorenne e Kisy, a oposta/ponteira Rosamaria, as ponteiras Gabi, Ana Cristina, Julia Bergmann, Pri Daroit e Maiara Basso, as centrais Thaisa, Carol, Diana e Lorena e as líberos Nyeme e Natinha. Os compromissos são contra Coreia do Sul, Sérvia, Alemanha e Estados Unidos.

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Algumas jogadoras do elenco ficaram de fora da etapa de Brasília da Liga das Nações. Segundo informações da CBV, a levantadora Naiane, a oposta Lorrayna, a oposta/ponteira Tainara e a líbero Laís vão seguir os treinamentos a partir da próxima terça-feira (13/6) no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, localizado Saquarema (RJ). As atletas devem ser aproveitadas nos Jogos Pan-Americanos e no Sul-Americano.

Após a etapa de Nagoya da Liga das Nações, o Brasil está quinto lugar na classificação geral, com 10 pontos – três vitórias em quatro jogos. A semana do torneio internacional em Brasília vai se estender entre 13 e 18 de junho, com os jogos sediados no Ginásio Nilson Nelson. Os ingressos para as partidas estão à venda e restam poucos bilhetes para os compromissos da Seleção feminina.

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Brasília vôlei
Foto: Reprodução da Internet

A próxima semana será de muito vôlei de alto nível em Brasília com a realização da etapa candanga da Liga das Nações. Entre 13 e 18 de junho, o Ginásio Nilson Nelson vai receber oito seleções femininas da modalidade. Com a proximidade da data das partidas, as equipes estão desembarcando aos poucos em solo candango. Tailândia e Coreia do Sul, por exemplo, estão por aqui. O Brasil chega neste sábado (10/6).

Com partidas de estreia na etapa de Brasília da Liga das Nações marcadas para quarta-feira (14/6) diante das seleções de Brasil e Alemanha, as sul-coreanas e as tailandesas desembarcaram na capital federal durante a semana. Logo após a chegada, as equipes asiáticas colocaram a mão na bola azul e amarela com treinos intensos de preparação com intensão de aprimorar a forma física.

Um deles foi, inclusive, um amistoso direto. O enfrentamento de teste entre a Coreia do Sul e a Tailândia ocorreu na sexta-feira (9/6) na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) – que também vai receber uma oficina de voleibol para professores na próxima semana -, localizada no Setor de Clubes Sul. As coreanas levaram a melhores e ganharam a partida por 3 sets a 1.

Outras equipes chegam ao Distrito Federal nos próximos dias. A reportagem do Distrito do Esporte apurou que a Sérvia viaja neste sábado (10/6) para Brasília com 15 jogadoras convocadas. As equipes do Japão, Alemanha, Estados Unidos, Croácia também são esperadas em solo candango. Com exceção das alemãs, as outras equipes têm compromissos marcados para terça-feira (13/6).

A Seleção Brasileira também está organizando os últimos detalhes para se deslocar para Brasília. Após jogar a primeira etapa da Liga das Nações em Nigoya, no Japão, a equipe verde e amarela fez uma semana de treinos em Barueri (SP). Com 16 jogadoras relacionadas, o time do técnico José Roberto Guimarães viaja para a capital federal ainda neste sábado (10/6).

As contas do Real Brasília contra a queda no Brasileirão Feminino

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Camilla Orlando
Foto: Julio Cesar Silva/Real Brasília

Chegar na última rodada de uma competição nacional dependendo de resultados sem se livrar de vez do fantasma do rebaixamento não é o desejo de nenhum clube, mas se encaixa na realidade do Real Brasília na Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino. Em 11º lugar, as Leoas do Planalto chegam no jogo diante do Cruzeiro precisando pontuar para não correrem maiores riscos.

O jogo derradeiro da competição nacional está marcado para segunda-feira (12/6), às 15h30, no Estádio Defelê, na Vila Planalto. Os demais compromissos do Brasileirão Feminino serão disputados simultaneamente no mesmo dia e horário. Sem chances de classificação, o Real Brasília tem disputa particular contra o rebaixamento no torneio nacional com Atlético-MG e Bahia.

Dentre os três, o time candango é quem tem situação mais favorável. Mesmo assim, está longe de jogar o último compromisso no Brasileirão Feminino de forma confortável. Com 16 pontos, o Real Brasília tem um de frente para o Atlético-MG e três a mais em relação ao Bahia. Entretanto, o número de vitória e, principalmente, o saldo de gols, deixam as Leoas do Planalto em alerta.

Em tese, um empate em casa basta para findar de vez o risco de um rebaixamento inédito para a Série A2 do Brasileirão Feminino. A vitória diante do Cruzeiro, time que ainda sonha com a classificação ao mata-mata do torneio, é um cenário ainda mais positivo para o clube do Distrito Federal terminar a competição, ao menos, em 11º lugar. O Real Brasília ainda pode ultrapassar Avaí e Grêmio, precisando tirar saldo de três e cinco, respectivamente.

Uma derrota, porém, provoca drama. O Real Brasília tem apenas uma vitória a mais em relação ao Bahia e perde no saldo de gols: -8 a -4. Portanto, se tropeçar, é preciso uma torcida para as tricolores não vencerem o Corinthians. O Atlético-MG tem o mesmo número de triunfos e -6 na soma de bolas na rede a favor e contra, mas pega o lanterna Ceará, único time sem nenhuma vitória no Brasileirão Feminino.

Apesar de depender apenas de si, o Real Brasília precisa de atenção para não ter a temporada mais desastrosa desde a fundação da equipe feminina, em 2019. Permanecer na primeira divisão é um feito a se comemorar frente a um ano complicado e com altos e baixos no gramado. Além disso, sempre é positivo aprender as lições deixadas pelos percalços enfrentados no caminho.

Equipes do DF mostram interesse em participar da Copinha Feminina

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Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

A Prefeitura de São Paulo e a Federação Paulista de Futebol (FPF) anunciaram, na última semana, a criação da Copa São Paulo de Futebol Júnior Feminina,  com início previsto para dezembro deste ano. As organizadoras da Copinha Feminina ainda não definiram como serão as distribuições das vagas, mas o Distrito do Esporte procurou todos os times participantes das últimas edições do Candangão Feminino e consultou o interesse das equipes.

A parceria da Prefeitura de São Paulo com a FPF para a criação da Copinha Feminina foi firmada em 2 de junho. A competição terá 16 clubes divididos em quatro grupos com quatro equipes cada. Segundo o anúncio, após a fase classificatória, quatro times avançam às semifinais e, posteriormente, a grande final do certame. A confirmação dos participantes deve ocorrer nos próximos meses.

Maioria dos clubes da capital federal sinalizam positivamente para a Copinha Feminina

A equipe de reportagem do Distrito do Esporte procurou os representantes dos clubes que disputaram as últimas edições do Candangão Feminino. Ainda sem resposta da FPF sobre os critérios de participação no campeonato, os mandatários demonstraram interesse no certame. “Estamos avaliando, sim. Na próxima semana, iremos tratar disso”, falou o presidente do Real Brasília, Luis Felipe Belmonte. O dirigente ainda revelou a disposição de jogadoras em serem incluídas no plantel. “Estamos sendo muito procurados por atletas jovens querendo participar conosco”, contou.

Outro nome forte do futebol feminino, a presidente do Minas Brasília, Nayeri Albuquerque, disse que entrou em contato com a Federação Paulista de Futebol. “Temos interesse em participar. Entramos em contato com a FPF. Temos que esperar os critérios”, explicou. A mandatária ainda ressaltou a importância das categorias juvenis no clube. “O interesse é grande, pois trabalhamos muito com a nossa base”, completou.

Cresspom e Ceilândia, dois dos representantes do Distrito Federal nas Séries A2 e A3 do Brasileirão Feminino, foram outras equipes a manifestarem vontade em participar do campeonato, mas alegaram ainda não ter procurado as organizadoras. Clube do DF a ir mais longe na terceira divisão nacional deste ano, o Capital disse não ter interesse na competição momentaneamente.

Sem divisões nacionais em 2023, Legião, Estrelinha e Sobradinho mostraram entusiasmo com a competição. A mandatária das Leoas da Serra, Shara Figueiredo, confirmou a intenção junto à Federação Paulista de Futebol. “Temos interesse e entrei em contato com a FPF. Estamos aguardando a resposta”, contou. O mesmo caminho seguiu Singo Santos, representante do Legião. O Estrelinha ainda não formalizou o interesse.

Organizadores enaltecem competição

O prefeito Ricardo Nunes ressaltou a importância da competição. “Nosso objetivo é continuar dando oportunidades para todos e trazer cada vez mais as mulheres para a prática esportiva. Ações como essa são muito importantes e ainda podem render frutos com a revelação de novos talentos”, falou. Vice-presidente da FPF, Mauro Silva, relembrou o tempo que o futebol feminino foi ceifado. “É uma decisão muito importante pois é uma reparação histórica. As mulheres foram proibidas de jogar futebol durante 40 anos no Brasil”, explanou.

Mauro Silva revelou a intenção em ampliar o campeonato futuramente. “A competição masculina tem 128 clubes e é a maior competição de base do mundo. A gente começa [a feminina] com 16, mas a nossa expectativa é que a gente vá ampliando a cada ano o número de clubes participantes e com equipes de todo o Brasil”. O vice-presidente da FPF continuou. “Esse campeonato entra no calendário das competições importantes da federação e da cidade de São Paulo e já com protagonismo. Será um resgate histórico apoiando uma modalidade perseguida durante tantos anos no Brasil”, finalizou.

Apoio amarelo: Brasiliense contará com torcida no próximo jogo pela Série D

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Brasiliense multado - Estádio Serejão
Torcida do Brasiliense no clássico diante do Gama em 2023 - Foto: Luã Tomasson/Brasiliense

A torcida do Brasiliense já tem motivo para comemorar antes do apito inicial da próxima rodada, na partida válida pelo Brasileirão Série D 2023, contra o Iporá. O clube amarelo conseguiu a volta de seus torcedores nas partidas em que jogará como mandante, já a partir da próxima rodada, no Estádio Elmo Serejo Farias.

No ano passado, cenas lamentáveis repercutiram pelo país. A invasão da torcida do Brasiliense no campo do Estádio Abadião, na partida contra o Nova Venécia pela Série D, foi o que causou a punição nas arquibancadas e a multa, ambas aplicadas pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

O julgamento levou em consideração a gravidade dos acontecimentos relatados na súmula do árbitro Antônio Dib de Moraes Sousa para decidir a pena dada ao Brasiliense pela confusão. As imagens da briga também foram utilizadas como prova. O Jacaré perdeu cinco mandos de campo com portões fechados. A multa foi de R$ 40 mil (R$ 20 mil por desordens e invasões, R$ 20 mil pelo arremesso de objetos, mais a multa de R$ 600 por atraso).

Na ocasião, o Brasiliense perdia a partida por 1 a 1, o que levaria o time à eliminação da competição. Pouco antes do fim do jogo, torcedores pularam o alambrado e invadiram o campo de jogo, indo em direção aos atletas do Nova Venécia, que correram e se abrigaram no vestiário. Alguns jogadores do Brasiliense foram agredidos por integrantes da torcida organizada, antes do Batalhão de Polícia de Choque (BPCHOQUE) retirá-los de campo usando bombas de efeito moral e spray de pimenta.

confusão torcida Brasiliense
Confusão da torcida do Brasiliense no Abadião, em julho de 2022. Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Com cinco jogos de punição, o jacaré cumpriu três. O primeiro foi contra o Vila Nova, na Copa Verde, em novembro de 2022. Os outros jogos de portões fechados também foram na disputa da mesma competição, mas na edição 2023, contra o Tocantinópolis e Goiás.

Faltando duas partidas para o cumprimento da pena, o clube amarelo entrou com recurso e conseguiu converter a pena para o pagamento de cestas básicas. No clássico contra o Ceilândia, no último fim-de-semana, a torcida amarela já estava liberada para apoiar o time direto da arquibancada. Mas como o recurso foi aceito próximo ao dia do jogo e por uma questão de logística, o clube optou por liberar os portões na próxima partida em casa, contra o Iporá-GO.

Ainda não há informações sobre valores do ingresso, mas o Estádio Elmo Serejo poderá receber até 500 pessoas e será partida de torcida única. O jogo acontece no domingo (11/6) à partir das 16h.

Inspirada pela Liga das Nações Feminina, CBV traz oficina de vôlei ao DF

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oficina de vôlei
Foto: Wander Roberto/Inovafoto/CBV

O torcedor brasiliense, por natureza, carrega um carinho e uma paixão especial pelo vôlei e junho será o mês oficial do esporte da bola azul e amarela no Distrito Federal. Entre 13 e 18 de junho, o Ginásio Nilson Nelson vai receber a Seleção Brasileira e outros países na etapa de Brasília da Liga das Nações. Aproveitando o embalo da competição, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) vai realizar uma oficina Fundamentos do Voleibol de Quadra.

Apoiado pela Secretaria de Esporte do Distrito Federal (SEL/DF), o evento vai ser realizado entre 14 e 17 de junho. As atividades terão como palco o clube da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), no Lago Sul. O local ocupa um espaço de 100 mil metros quadrados e conta com 23 campos e quadras indoor e outdoor para a prática de mais de 18 modalidades, incluindo voleibol de quadra e de praia.

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A oficina é voltada aos graduados em Educação Física atuantes como docentes nas escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal e aos graduandos do curso que estejam estagiando com voleibol de quadra a partir do sétimo período. As aulas serão ministradas pelos professores da Comissão de Treinadores da CBV e especialistas em preparação e treinamento do voleibol, Leandro Dutra e Ralciney Carvalho Barbosa.

As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser realizadas com a Federação de Voleibol do Distrito Federal (FVDF), através do telefone (61) 99844-5055. O material utilizado nas aulas também será disponibilizado aos participantes. “É uma grande oportunidade para que os profissionais da cidade tenham a chance de se capacitarem e, posteriormente, possam transmitir seus conhecimentos aos alunos da rede pública de ensino”, avalia o secretário de esporte Julio Cesar Ribeiro.

Em má fase na Série D, Brasiliense desliga técnico e gerente de futebol

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Brasiliense técnico
Foto: Luã Tomasson/Brasiliense FC

O início ruim do Brasiliense na Série D do Campeonato Brasileiro causou impactos no departamento de futebol do clube amarelo. Na tarde desta sexta-feira (9/6), o Jacaré soltou um comunicado oficial informando o desligamento de três membros do departamento: o técnico Roberto Cavalo, o gerente Paulo Henrique Lorenzo e o preparador físico Arthur Maykon.

Roberto Cavalo estava no comando do Jacaré desde a reta final do Campeonato Candango. O treinador levou o Brasiliense até a decisão, mas acabou perdendo o título para o Real Brasília. Na Série D do Brasileirão, a equipe não deu liga e não acumulou bons resultados em sequência. O cenário deixou o clube fora da zona de classificação ao mata-mata do torneio nacional após seis rodadas.

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A segunda passagem de Cavalo pelo time amarelo durou apenas 14 partidas. Nelas, o Brasiliense venceu em sete ocasiões, além de cinco derrotas e dois empates. O clube amarelo não divulgou quem irá assumir o elenco profissional até a contratação de um substituto. No domingo (11/6), o Jacaré mede forças com o Iporá, às 16h, no Estádio Serejão, em Taguatinga.

Os níveis de gerência do clube amarelo também tiveram modificações importantes. Figura marcante do departamento de futebol do Jacaré nos últimos anos, Paulo Henrique Lorenzo não terá mais sequência. Nas funções diretamente relacionadas ao campo, saiu Arthur Maykon. O preparador físico era membro fixo da comissão técnica do Brasiliense desde a temporada de 2013.

Na nota, o Brasiliense justificou as mudanças. “O clube agradece os profissionais por todos os serviços prestados durante o tempo à frente de suas funções, e deseja sucesso na carreira de todos. A diretoria entende o momento delicado para as mudanças e está trabalhando com cautela para a melhorar o cenário atual do clube”, explicou o clube de Taguatinga.

Liga das Nações: lesionada, central Lara é cortada da etapa de Brasília

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Lara
Foto: Maílson Santana/Fluminense

A Seleção Brasileira Feminina de vôlei sofreu um baque no elenco antes de vir ao Distrito Federal para disputar a etapa de Brasília da Liga das Nações. Após se machucar durante jogo-treino do time verde e amarelo em Nigoya, no Japão, a central Lara passou por exames de imagens e a bateria comprovou o pior: com lesão no ligamento, a jogadora foi cortada do elenco.

De acordo com a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Lara teve uma ruptura completa do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. Com isso, a central vai precisar passar por uma cirurgia, perdendo a sequência da temporada da Seleção Brasileira, incluindo as demais etapas da Liga das Nações de Vôlei, e do Fluminense, clube por onde joga.

“Difícil de entender agora. Mil perguntas vêm neste momento. Por que agora? Também não sei, e vai ser difícil achar uma resposta que acalme meu coração. Estava no meu melhor momento. Mas Deus sabe o que faz e tenho fé que tudo vai se ajeita. Vida de atleta é isso. A gente cai, levanta e dá a volta por cima muitas vezes”, desabafou Lara em publicação nas redes sociais.

Como se machucou em jogo-treino em 26 de maio, Lara não foi opção para o técnico José Roberto Guimarães nas primeiras partidas da Liga das Nações, em Nigoya, no Japão. Na primeira etapa, a Seleção Brasileira conquistou três vitórias contra Holanda (3 sets a 0), República Dominicana (3 sets a 1) e Croácia (3 sets a 0) perdeu apenas para a China na estreia (3 sets a 2).

Entre 13 e 18 de junho, os compromissos da Seleção Brasileira serão no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília. Ao todo, serão quatro partidas diante dos torcedores brasilienses. A primeira rival será a Coreia do Sul, na quarta-feira. Um dia depois, o time verde e amarelo mede forças contra a Sérvia. No sábado, a rival será a Alemanha. A sequência acaba no domingo, contra os Estados Unidos.

Sem engrenar, Brasiliense fica fora do G-4 do grupo A5 da Série D

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Brasiliense Série D - Próximo adversário: Anápolis
Foto: Luã Tomasson/Brasiliense

Engatar uma série de bons resultados no grupo A5 da Série D do Campeonato Brasileiro está sendo uma missão bastante complexa para o Brasiliense. Na quarta-feira (8/6), o Jacaré visitou o União Rondonópolis, perdeu por 2 a 0 e saiu, pela primeira vez, do G-4 de classificação ao mata-mata do torneio nacional. Mas o sexto lugar é uma marca ainda mais negativa para o time amarelo.

Desde a adoção do atual formato de disputa na Série D do Brasileirão, com oito grupos de oito clubes cada, o Brasiliense nunca havia ficado em uma posição tão abaixo na classificação. O pior posicionamento foi um quinto lugar na rodada cinco de 2020, na primeira e na sexta rodada de 2021. Nas duas temporadas, entretanto, o Jacaré não teve maiores dificuldades de avançar.

Na quarta-feira (7/6), fora de casa, o Brasiliense voltou a ter uma apresentação ruim contra o União Rondonópolis, adversário direto na briga por classificação ao mata-mata da Série D do Campeonato Brasileiro. No primeiro tempo, o Jacaré até segurou o placar zerado. Porém, tudo foi por água abaixo na etapa final, quando Jackson e Dagson marcam os gols do triunfo dos mandantes.

A necessidade de recuperação é imediada. Faltando apenas uma rodada para o fim do primeiro turno do grupo A5, o Brasiliense tem apenas oito pontos somados, a mesma quantidade de 2021, quando o Jacaré teve a mesma largada cambaleante. A marca é pior quando comparada aos dois anos de melhor desempenho: os 17 conquistados em 2022 e os 11 de 2020.

Para crescer na classificação, o Brasiliense tem o Estádio Serejão, em Taguatinga, como triunfo. Dos próximos oito jogos até o fim da primeira fase, cinco serão jogados na Boca do Jacaré. Um deles ainda será no Distrito Federal, diante do Ceilândia. Receita ideal para o time amarelo, enfim, embalar e voltar a figurar na zona de classificação ao mata-mata da quarta divisão nacional.