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Com um a menos, Ceilândia arranca empate contra o Brasiliense

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Ceilândia e Brasiliense pela 10ª rodada da Série D do Brasileirão 2023
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Após três semanas do primeiro confronto, Ceilândia e Brasiliense voltaram a se enfrentar pela Série D do Brasileirão. Na ensolarada tarde deste sábado (24/6), as equipes fizeram uma partida movimentada e com um gol para cada lado. O Jacaré abriu o placar com Tobinha, mas o Gato Preto, com um a menos, deixou tudo igual com Romarinho no estádio Abadião. O empate mantém o time de Adelson de Almeida na liderança, mas com possibilidade de perder o primeiro lugar para o União-MT. Já os comandados de Luis dos Reis desperdiçam chance de entrar no G4.

Bem movimentado, o confronto entre as equipes do Distrito Federal contou com emoção do início ao fim. Melhor nos primeiros minutos, o Brasiliense aproveitou os espaços no meio e comandou a etapa inicial. A equipe foi premiada com seu gol na parte final dos 45 minutos iniciais. A volta do intervalo mostrou uma nova postura alvinegra, mesmo após a expulsão de seu zagueiro João Afonso. Com um a menos, o Ceilândia explorou os contra-ataques e empatou com Romarinho depois de falha do goleiro Ravel.

Brasiliense abre o placar nos minutos finais

Já no primeiro minuto, em boa jogada trabalhada, Brocador ajeitou para Lila e o camisa oito finalizou para fora. Mais organizado, o chegou com perigo dois minutos depois. Luquinhas rolou para Daniel Mendonça, e de primeira, chutou para fora. Dominando o meio de campo, o Jacaré incomodava a defesa ceilandense. No primeiro erro do sistema defensivo brasiliense, o Gato Preto quase abriu o placar com um belíssimo voleio de Romarinho aos seis minutos, mas Ravel realizou um milagre.

Sob gritos de seu treinador, o Brasiliense impôs pressão pós-perda e fez o Ceilândia errar na saída de bola. Tobinha rolou para Lila, que cortou Badhuga, chutou firme e obrigou Matheus Silva a defender em dois tempos. Aos 19 minutos, Luis dos Reis precisou realizar sua primeira substituição: saída de Felipe Alves por contusão e entrada de João Paulo. Do outro lado, Adelson de Almeida organizou seu time, dobrou marcação no camisa dez Zotti e tirou o ímpeto amarelo. Assim, o Brasiliense passou a arriscar mais de longe, mas sem sucesso.

Com a perda da criatividade no meio, o Jacaré passou a investir nos cruzamentos pelo lado esquerdo, mas parava na defesa alvinegra. A pressão da defesa alvinegra ocasionou erros na saída de bola do Brasiliense e o Gato Preto passou a investir em jogadas de velocidade com Romarinho pelo lado esquerdo de ataque. A partir dos 40 minutos, os clubes abusaram dos chutões e o confronto perdeu em qualidade técnica. No último minuto, Lila cruzou, Tobinha subiu, cabeceou firme e anotou o primeiro gol do Jacaré.

Expulsão e empate do Ceilândia

Na volta do intervalo, Adelson de Almeida promoveu três alterações: saíram Danillo, Foguinho e Bahia para as entradas de China, Aleff Lagoa e Clemente. Mesmo com as substituições, o Brasiliense começou melhor e antes do primeiro minuto, Tobinha perdeu grande oportunidade de ampliar o marcador. A situação do Ceilândia ficou ainda pior aos nove minutos com a expulsão de João Afonso após falta em Tobinha, que saiu machucado. Para recompor seu sistema defensivo, Adelson de Almeida colocou Pedro Henrique no lugar de Iago.

Apesar da desvantagem numérica de atletas em campo, o Ceilândia passou a assustar a defesa do Brasiliense. As investidas deram resultado aos 20 minutos após falha do arqueiro do Jacaré. Em bola aérea, o camisa 12 subiu, não conseguiu segurar a bola e soltou nos pés de Romarinho. O atacante alvinegro finalizou firme e deixou tudo igual no Abadião. Após a parada para hidratação, Luis dos Reis fez suas duas últimas alterações: saem Zotti e Luquinhas, e entram Cabralzinho e Romário.

As mudanças surtiram efeito e o Brasiliense passou a aproveitar sua posse de bola. Aos 36′, Matheus Barboza finalizou de longe e por pouco não deixou o Jacaré à frente mais uma vez. Nos últimos momentos da partida, os comandados de Luis dos Reis pressionaram para garantir a vitória, mas o Ceilândia se defendeu bem e garantiu o empate. Com o resultado, o Gato Preto chega aos 18 pontos na liderança provisória. Na quinta posição, a equipe de Luis dos Reis soma 14 pontos.

O que vem por aí

As equipes do Distrito Federal voltam a campo no domingo (2/7) para a 11ª rodada da Série D do Brasileirão. O Ceilândia viaja até o Tocantins para enfrentar o Interporto no estádio General Sampaio, em Porto Nacional, às 15h30. Meia hora depois, o Brasiliense recebe o Real Ariquemes-RO no estádio Serejão, em Taguatinga. União Rondonópolis-MT e Iporá-GO abrem a rodada no Grupo 5 no sábado (1º/7), às 12h, no estádio Luthero Lopes. Às 17h, o Anápolis-GO enfrenta o Operário VG-MT no estádio Jonas Duarte.

Ceilândia 1
Matheus Silva; Paulinho, João Afonso 🟨🟨🟥, Badhuga e Danillo (China); Foguinho (Aleff Lagoá 🟨), Pedro Bambu 🟨, Nolasco (Werick) e Iago (Pedro Henrique); Romarinho ⚽ e Bahia (Clemente).
Técnico: Adelson de Almeida

Brasiliense 1
Ravel; Daniel Mendonça, Gustavo Henrique, Gabriel e Felipe Alves (João Paulo); Aldo, Lila e Zotti (Cabralzinho); Tobinha ⚽ (Matheus Barboza), Luquinhas 🟨 (Romário 🟨) e Hernane Brocador.
Técnico: Luis dos Reis

Quatro por um: Candangão Feminino terá briga por vaga na Série A3

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Série A3
Foto: Divulgação/CBF

Com início marcado para 5 de agosto, o Campeonato Candango Feminino terá uma disputa alternativa pela vaga destinada ao Distrito Federal na Série A3 do Campeonato Brasileiro da modalidade. Como três clubes locais têm lugares garantidos em divisões nacionais em 2024, o lugar na competição ficará entre quatro times: Ceilândia, Legião, Estrelinha e Sobradinho serão os postulantes.

Os quatro times são os únicos aptos a disputar a Série A3 pelos critérios de classificação ao torneio estabelecidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Como está na Série A1, o Real Brasília não concorre à vaga. O mesmo acontece com o Minas Brasília, representante candango na Série A2. Rebaixado, o Cresspom tem lugar garantido na próxima terceira divisão nacional.

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Candangão Feminino: arbitral da FFDF define times e fórmula de disputa
Confira todos os jogos da primeira fase do Candangão Feminino de 2023

Dos demais postulantes, apenas o Ceilândia tem experiência recente em uma competição organizada pela CBF. A equipe alvinegra foi acionada de última hora pela entidade máxima do futebol nacional para preencher uma vaga deixada em branco na Série A3 e acabou eliminado ainda na primeira fase em confronto local diante do Capital, ausência deste ano no Campeonato Candango Feminino.

Sobradinho, Legião e Estrelinha jogam a competição local com o sonho de chegar pela primeira vez em uma competição de nível nacional no futebol feminino. As Leoas da Serra vêm em um projeto iniciado recentemente. Já as Leoas do Rock participam praticamente todo ano o Candangão Feminino, assim como a equipe estrelada. Na Série A3, serão quatro em busca de um só lugar.

Confira todos os jogos da primeira fase do Candangão Feminino de 2023

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primeira fase
Foto: Divulgação/FFDF

Todos os detalhes para a disputa da 27ª rodada do Campeonato Candango Feminino foram definidos nesta semana pela Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) e os clubes envolvidos na briga pelo título da competição local. Agora, falta a bola rolar. Dividido em três fases, a competição terá uma etapa inicial agrupada com as equipes se enfrentando em turno único pela classificação.

O Distrito do Esporte reuniu todos os jogos agendados na primeira fase do Candangão Feminino. Ao todo, será sete rodadas no torneio local. Nelas, Ceilândia, Cresspom, Estrelinha, Legião, Minas Brasília, Real Brasília e Sobradinho vão lutar pelas quatro vagas reservadas para a etapa de semifinal. O período de disputa dos jogos será entre 5 de agosto e 17 de setembro.

Cada time vai entrar em campo em seis oportunidades. Como o número de participantes deles é impar, as equipes vão ter uma rodada de folga na primeira fase. A definição foi feita de forma aleatória, em sorteio. O Real Brasília, por exemplo, será o primeiro clube a usufruir do benefício de descanso. Ceilândia, Minas Brasília, Sobradinho, Legião, Estrelinha e Cresspom vêm logo na sequência da fila.

Tabela da primeira fase – Candangão Feminino

1ª rodada
5 ou 6 de agosto
Cresspom x Estrelinha
Legião x Sobradinho
Minas Brasília x Ceilândia
Folga: Real Brasília

2ª rodada
12 ou 13 de agosto
Real Brasília x Cresspom
Sobradinho x Minas Brasília
Estrelinha x Legião
Folga: Ceilândia

3ª rodada
19 ou 20 de agosto
Ceilândia x Real Brasília
Estrelinha x Sobradinho
Cresspom x Legião
Folga: Minas Brasília

4ª rodada
26 ou 27 de agosto
Minas Brasília x Cresspom
Real Brasília x Estrelinha
Legião x Ceilândia
Folga: Sobradinho

5ª rodada
2 ou 3 de setembro
Sobradinho x Cresspom
Ceilândia x Estrelinha
Minas Brasília x Real Brasília
Folga: Legião

6ª rodada
9 ou 10 de setembro
Cresspom x Ceilândia
Sobradinho x Real Brasília
Legião x Minas Brasília
Folga: Estrelinha

7ª rodada
16 ou 17 de setembro
Estrelinha x Minas Brasília
Ceilândia x Sobradinho
Real Brasília x Legião
Folga: Cresspom

Semifinais em ida e volta
Final em jogo único

Mais Vôlei Brasília disputará Liga Goiana neste fim de semana

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Mais Brasília Vôlei
Foto: Divulgação/MVB

Aos poucos, os clubes de voleibol do Distrito Federal vão entrando em ação em torneios da modalidade da temporada 2023/2024. Neste fim de semana, será a vez do Mais Vôlei Brasília (MVB) representar o esporte da capital na Liga Goiana (LGV). A competição de clubes é realizada com uma espécie de maratona de jogos e terá as partidas disputadas no sábado (24/6) e no domingo (25/6).

Ao todo, a LGV conta com 68 clubes femininos. Os times foram divididos pela organização em seis divisões distintas. O MVB aparece na elite, ao lado de outros sete clubes: Apcef/GO, Ace Prime e Academia de Voleibol/Queens acompanham a equipe candanga na chave A, enquanto a B é composta por AERV Prefeitura de Rio Verde, Cap Voleibol, Lona/Unifan e Força/ACE.

Na segunda etapa da competição interestadual, todos os times se enfrentam em turno único. O Mais Vôlei Brasília começa a trajetória no sábado (24/6), às 15h, contra o Apcef/GO. No domingo (25/6), serão outras duas partidas. Às 9h, o time candango entra em quadra contra o Ace Prime. Às 13h30, encerra a etapa inaugural da LGV contra a Academia de Voleibol/Queens.

Todas as partidas do MVB serão realizadas no Ginásio Salesiano Ateneu Dom Bosco, em Goiânia. O clube candango ainda anuncia a transmissão ao vivo dos compromissos na Liga Goiana através das redes sociais (clique aqui para acessar o perfil oficial do time no Instagram). As finais da competição serão disputadas no fim de semana seguinte, entre 1º e 2 de julho.

Em março, o MVB disputou a primeira etapa da LGV. Na ocasião, o Mais Brasília Vôlei ficou na terceira posição da chave A, com duas vitórias e uma derrota, atrás somente de Lona/Unifan e Apcef-GO. O time candango ganhou, ainda, a disputa de quinto lugar geral contra o Elite Voleibol, por 2 sets a 0 (parciais de 25/14 e 25/16) e confirmou uma vaga na elite da atual etapa.

Veja os jogos do Mais Vôlei Brasília

Sábado (24/6)
15h Apcef/GO x Mais Vôlei Brasília

Domingo (25/6)
9h Ace Prime x Mais Vôlei Brasília
13h Academia de Voleibol/Queens x Mais Vôlei Brasília

Candangão Feminino: arbitral da FFDF define times e fórmula de disputa

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Candangão Feminino
Foto: Julio Cesar Silva/Real Brasília

Os detalhes do Campeonato Candango Feminino de 2023 estão oficialmente definidos. Na tarde desta quinta-feira (22/6), a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) e os clubes participantes do torneio se reuniram na sede da entidade, no Lago Sul, para definir os detalhes da competição local, como a confirmação das inscrições das equipes, do regulamento de disputa e da tabela de partidas a serem jogadas.

Assim como publicado no início da semana pela reportagem do Distrito do Esporte, sete clubes fizeram todos os trâmites da inscrição no Candangão Feminino. Assim. Ceilândia, Cresspom, Estrelinha, Legião, Minas Brasília, Real Brasília e Sobradinho vão lutar pelo título da 27ª edição do torneio local destinado às mulheres. A grande ausência será o Capital, representante do futebol do Distrito Federal na última Série A3 do Campeonato Brasileiro.

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Com sete clubes, a FFDF e os participantes definiram a disputa em turno único, com todas as equipes se enfrentando entre si. O número ímpar de times, inclusive, vai obrigar uma equipe a folgar em cada rodada. Os quatro mais bem colocados avançam às semifinais, marcadas em partidas de ida e volta e mando de campo para quem tiver melhor campanha geral. Não haverá vantagem e, em caso de empate, a vaga será definida nos pênaltis.

Seguindo o padrão de outros torneios recentes organizados pela federação de futebol, a final será em jogo único e, novamente, sem vantagem para nenhum dos lados envolvidos na disputa pelo título. A primeira rodada (veja os jogos no fim da matéria) ficou marcada para 5 de agosto. A grande decisão terá bola rolando em 7 de outubro. A FFDF vai bancar gastos como o pagamento das taxas de arbitragem do torneio

Candangão Feminino

1ª rodada
Cresspom x Estrelinha
Legião x Sobradinho
Minas Brasília x Ceilândia
Folga: Real Brasília

Detentor do cinturão, capoeirista Erick Maia projeta duelo no VMB 50K

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Erick Maia recebendo o cinturão do VMB
Divulgação/VMB

O Rio de Janeiro será palco de um megaevento de capoeira: o Volta do Mundo – Bambas (VMB). A maior competição mundial da modalidade contará com uma premiação inédita em dinheiro e terá um brasiliense como main event no próximo mês. O capoeirista Erick Maia defenderá seu cinturão contra o desafiante Arthur Fiu. Em uma conversa com a equipe do Distrito do Esporte, Erick compartilhou os detalhes de sua preparação, suas expectativas para o VMB e a importância da capoeira em sua vida.

Programado para o dia 22 de julho, às 17h, o VMB acontecerá no Parque Bondinho – Pão de Açúcar, um ponto turístico tradicional do Rio de Janeiro. O evento contará com disputas de cinturão masculino e feminino, jogos casados, desafio internacional e jogos entre atletas PCD (Pessoas com Deficiência). Além disso, o VMB oferecerá uma premiação de 50 mil reais, sendo assim chamado de VMB 50K. Essa premiação financeira é inédita na categoria.

O evento terá duas disputas de cinturões. No feminino, Kitana e Bailarina competirão pelo cinturão interino, já que a atual detentora, Navalha, teve que ser retirada do card devido a uma lesão no joelho. Na categoria masculina, Erick Maia, atual detentor do cinturão e nascido em Brasília, enfrentará Arthur Fiu. Os combates serão compostos por cinco rounds e serão divididos entre uma apresentação solo e quatro estilos de jogo tradicionais: Iúna, São Bento Grande de Angola, Angola e São Bento Grande da Regional.

cinturão do VMB
Divulgação/VMB

Pelo jogo ranqueado, Miller x Bentivi serão os representantes. Na categoria PCD, ocorrerão mais três confrontos: Cacique x Ivan, Neko x Patoca e Topeira x Calango. Magrela x Moica participarão do jogo internacional. Todas as categorias mencionadas terão três performances: solo, Angola e São Bento Grande da Regional. Todos os duelos terão um intervalo de um minuto entre cada apresentação.

Erick Maia detalha preparação, expectativa e oponente

Ao DDE, o brasiliense descreveu sua preparação. “Tem sido muito boa. Parte física está em dia, sem nenhum desgaste, está tudo bem estruturado. Fiz minha preparação em meu box de crossfit e com exercícios específicos para capoeira”, afirmou. O capoeirista mencionou seu pai como seu treinador, mas preferiu não divulgar os treinos específicos realizados para enfrentar seu oponente. “Me preparei para o meu oponente com meu pai, que é meu coach e mestre. Os treinos específicos para ele não posso divulgar”, falou aos risos.

Quanto à defesa do título, o capoeirista expressou entusiasmo pelo VMB 50K: “A expectativa está muito alta para ver o show que será o evento. Será algo inédito na capoeira e me sinto muito honrado em participar disso”. Erick continuou: “Estou sem peso, sem pressão, estou muito tranquilo e feliz com minha preparação e momento que estou vivendo. Quero fazer um grande espetáculo para toda a comunidade da capoeira”.

O desafiante Arthur Fiu, vencedor do GP de novembro de 2022, é um adversário já conhecido por Erick Maia. “Já competi contra esse mesmo oponente na VMB e ganhei dele na semifinal. Sei alguns pontos fracos dele e venho estudando bastante. Sei que ele vai trabalhar em cima disso também”, afirmou Erick. O capoeirista analisou o estilo de jogo de seu adversário e pretende aproveitar isso para manter seu cinturão. “Tenho muita coisa que eu quero explorar e que levo vantagem sobre ele. Óbvio que ele vai mostrar evolução nessa parte também”, admitiu.

Espaço conquistado pela capoeira no Brasil e no coração de Erick

Erick relembrou a tradição da capoeira no Brasil e seu papel fundamental no desenvolvimento dos atletas. “A capoeira é muito tradicional aqui no Brasil, diversos lutadores já praticaram e o quanto ela ajuda a desenvolver suas valências físicas para outras modalidades”. O capoeirista tem ambições de obter ainda mais sucesso. “Acredito que a capoeira ainda tem muito a conquistar e está mostrando o seu tamanho. É uma arte muito diversificada está conquistando seu espaço nos esportes de alto rendimento”, ressaltou.

O brasiliense expressou seu amor pela capoeira e como essa arte marcial contribuiu para o aprimoramento de suas habilidades. “A capoeira é minha vida, me deu base para tudo. Estou na capoeira desde que nasci e me ensinou tudo o que sei sobre a vida, sobre desenvolver em outras modalidades. Hoje sou atleta de crossfit e MMA graças à capoeira”, revelou.

Erick Maia, capoeirista de Brasília
Amanda Morais/VMB

Detentor do cinturão, Erick sonha ainda mais alto. “Além do cinturão, meu objetivo é mostrar o meu valor e meu potencial. Assim, conseguir mais apoio e visibilidade. Aqui no Brasil é difícil conseguir patrocínio”, disse. Maia quer deixar um legado na capoeira. “Como capoeirista, o marco que eu quero atingir é ser um grande representante da capoeira no MMA. Minha base sempre foi a capoeira e quero mostrar a eficiência dela”, finalizou.

Além de buscar a manutenção do cinturão, Erick sonha mais alto. “Além do cinturão, meu objetivo é demonstrar meu valor e meu potencial, a fim de conquistar maior apoio e visibilidade. No Brasil, é difícil conseguir patrocínio”, destacou. Maia deseja deixar um legado na capoeira: “Como capoeirista, o marco que eu quero atingir é ser um grande representante da capoeira no MMA. Minha base sempre foi a capoeira e quero mostrar a eficiência dela”, concluiu.

Por conta das finanças, Capital opta por não jogar Candangão Feminino

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Jogadoras do Capital comemorando a classificação na Série A3 do Campeonato Brasileiro Feminino
Foto: Gustavo Roquete/Capital CF

O Candangão Feminino vem aí! Antecipada para o mês de agosto, a maior competição da categoria dentro do quadradinho já movimenta os clubes que irão disputar o certame local. Os presidentes e/ou representantes dos esquadrões interessados em disputar o Campeonato Candango Feminino tiveram até a última terça-feira (20/6) para sinalizar juntamente à FFDF a vontade de atuar no torneio. Atual representante do DF na Série A3 do Brasileirão, Capital está fora.

Última equipe que representou a capital federal e jogou o terceiro escalão do futebol feminino nacional, o Tricolor não entrará em campo no Candangão Feminino da atual temporada. A competição garante uma vaga na terceira divisão do Brasileirão. Na temporada passada, o Capital alcançou o feito após avançar para as semifinais da competição local, sendo a melhor equipe sem divisão nacional. Na ocasião, o clube foi superado pelo Real Brasília, que foi campeão da competição.

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Capital Feminino
Foto: Jessika Lineker/Distrito do Esporte

Em contato com a reportagem do Distrito do Esporte, o presidente do clube, Godofredo Gonçalves, falou sobre a opção de não focar no Candangão Feminino da atual temporada. “Limitações financeiras. Temos uma despesa muito grande com nosso projeto social e não podemos descobrir um santo para cobrir outro. No projeto social são 1.200 crianças e jovens atendidos gratuitamente e vamos focar neles, incluindo 150 do feminino que tem entre 7 e 17 anos”, afirmou o mandatário.

O projeto social a que Godofredo Gonçalves se refere é o Aluno Nota 1000. O programa foi criado no início de 2022 e tem o Estádio JK, atual sede do Capital Clube de Futebol, como núcleo do projeto, onde as crianças se reúnem para os treinamentos de futebol e reforço escolar. Os mini atletas têm acompanhamento psicológico, alimentar, social e educacional. Além disso, os jovens recebem uniforme e chuteira, tudo de forma gratuita.

Sete clubes confirmam participação no Candangão Feminino 2023

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Real Brasília Feminino - Candangão 2020
Elenco do Real Brasília Feminino comemorando o título do Candangão em 2020 - Foto: Divulgação/Real Brasília

Se ano passado 8 equipes colocaram em campo suas jogadoras para o Candangão Feminino, neste ano uma a menos disputará a competição. Mas isso não quer dizer que o campeonato será mais fácil ou menos competitivo. Talvez, o contrário.

Encerrou às 18h desta terça-feira (20/06) o prazo para as equipes interessadas em disputar o torneio informarem, oficialmente à FFDF, a confirmação no torneio. Das 9 agremiações que participaram de uma reunião no último dia 13/06, 7 mandaram o documento solicitado no prazo. São elas: Sobradinho, Cresspom, Real Brasília, Estrelinha, Minas Brasília, Ceilândia e Legião.

O Capital, que usou a base do Minas Brasília no ano passado e disputou a Série A3, decidiu ficar de fora e é a ausência de 2022 para 2023. Já Brazlândia e SESP Samambaense, que haviam demonstrado interesse em disputar a competição em um primeiro momento, não confirmaram presença até o findar do prazo estipulado.

Tradicionalmente o Candangão Feminino encerra o calendário do futebol local. A previsão inicial da FFDF era iniciar o torneio em 09 de setembro. Porém, atendendo a pedido das equipes, a FFDF antecipou o calendário e agora a data de 05 de agosto é a de início do torneio, que costumeiramente tem uma primeira fase de todos contra todos e a final entre os dois melhores times.

O conselho arbitral da competição se dará em 22 de junho, às 15h, de maneira presencial na FFDF. Nele, as equipes vão definir o modelo de competição a ser adotado neste ano, o calendário, indicar os estádios que pretendem utilizar na competição, dentre outras questões atinentes ao torneio.

Com Real Brasília na elite do Brasileirão Feminino, Minas Brasília garantido na Série A2 e o Cresspom na A3, a expectativa é que uma das outras 4 equipes dispute vaga na A3 de 2024, podendo, inclusive, o DF ter 3 representantes ao todo na terceira divisão, a depender da classificação no ranking nacional.

Desde a fundação do Real Brasília Feminino, a equipe é campeã seguida do torneio local, já tendo empunhado 4 troféus.

Após jogos no DF, Brasil vira a chave e mira sequência na Liga das Nações

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Seleção Brasileira Feminina de Vôlei em Brasília pela Liga das Nações de Vôlei
Foto: Wander Roberto/InovaFoto/Confederação Brasileira de Vôlei

A Liga das Nações de Vôlei está deixando saudades nos torcedores da capital federal. Há exatamente uma semana atrás, o primeiro saque na Arena BRB Nilson Nelson era dado em mais uma etapa da competição internacional que movimenta diversas seleções mundo afora. A Seleção Brasileira se despediu das quadras candangas no último domingo (18/6) com derrota por 3 sets a 0 contra os Estados Unidos. Agora, o Brasil mira a sequência do certame, que será realizado na Tailândia.

A amarelinha acabou deixando o Distrito Federal na quinta colocação da Ligas das Nações de Vôlei, atrás de Polônia, Estados Unidos, Turquia e China. Até aqui, foram oito partidas disputadas, com a Seleção Brasileira vencendo em seis oportunidades. O desempenho do Brasil foi boa em território brasileiro, porém, em alguns momentos, as atletas brasileiras viram o adversário crescer bastante na partida e complicar um jogo que, teoricamente, seria mais fácil.

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Tabela VNL
Antes de vir a Brasília, Seleção Feminina começa ciclo de treinos no Rio
Giro do Candanguinho #6 – dois invictos caem e Grupo A tem novo líder
Derrota para os Estados Unidos faz Brasil deixar Brasília com ensinamentos

Kisy cumprimentando Pri Darot na partida entre Brasil vs. Coreia do Sul pela Liga das Nações de Vôlei
Foto: Volleyball World/Divulgação

A estreia do Brasil em Brasília foi assim. A Coreia do Sul dificultou bastante o primeiro set diante das donas da casa. Com um placar em 31 a 29, as asiáticas tentaram ser uma pedra no sapato do seleção, porém, a equipe se reencontrou e conseguiu fechar a partida em 3 sets a 0. Um jogo dificílimo foi o segundo dia do Brasil no DF. O confronto diante da Sérvia foi de tirar o fôlego, com o vencedor sendo conhecido apenas ao fim dos cinco sets.

Depois de um dia de descanso, o Brasil enfrentou a seleção alemã. Em confronto de certa forma tranquilo, as brasileiras despacharam as adversárias em 3 a 1. A despedida em território nacional foi contra os Estados Unidos. A derrota por 3 a 0 deixou a Arena BRB Nilson Nelson desanimada, porém, com a esperança de que a Seleção Brasileira pode ir muito longe dentro da Liga das Nações de Vôlei.

Agora, o Brasil viaja para Bangkok, Tailândia, para disputar a terceira etapa da competição internacional. As brasileiras entram em quadra no próximo dia 28 de junho, uma quarta-feira. O primeiro adversário será a Itália, às 10h30. Na sequência, a seleção enfrenta Canadá, Turquia e Tailândia. Uma sequência de vitórias pode fazer com que o Brasil salte na tabela e figure nas primeiras colocações.

Antes de vir a Brasília, Seleção Feminina começa ciclo de treinos no Rio

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Seleção Feminina
Foto: Thais Magalhães/CBF

A Copa do Mundo Feminina está cada vez mais próxima. Restando um mês para o início do torneio com sede dupla na Austrália e na Nova Zelândia (a competição está marcada para ser realizada entre 20 de julho e 20 de agosto), a Seleção Brasileira começou um período de preparação na Granja Comary. Antes mesmo da convocação final, prevista para 27 de junho, 12 jogadoras foram chamadas para aprimorarem a forma no Rio de Janeiro.

O período de concentração vai se estender até o próximo domingo (25/6). Nestes dias, a técnica sueca Pia Sundhage contará com os serviços de duas jogadoras da Seleção Brasileira Sub-20 e de outras 10 que atuam no futebol europeu e encerraram a temporada de clubes recentemente. A Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino, por exemplo, vai ser paralisada após a definição dos semifinalistas.

Estão na Granja Comary as goleiras sub-20 Ravena (Corinthians) e Leilane (Ferroviária), além da arqueira Natascha (Basel-SUI), as defensoras Tainara (Bayern de Munique-ALE), Kathellen (Real Madrid-ESPN), Rafaelle, Antonia (Levante UD-ESP), Mônica (Madrid CFF-ESP) e Lauren, as meias Ana Vitória (Benfica-POR), Angelina (OL Reign-EUA) e Andressa Alves, e as atacantes Gabi Nunes, Nycole (Benfica-POR) e Geyse (Barcelona).

Mesmo chamadas por Pia para o período de treinos no Rio de Janeiro, as jogadoras ainda não têm certeza da presença na Copa do Mundo Feminino. A técnica sueca vai revelar a lista oficial das 23 jogadoras escolhidas para o torneio em 27 de junho, no auditório da sede da CBF, no Rio de Janeiro, às 16h. O Brasil está no Grupo F ao lado de Panamá, França e Jamaica.

O chamado da Seleção Feminina será o mesmo para o amistoso contra o Chile, em Brasília, em 2 de julho, às 10h30. O desafio foi marcado para o Estádio Nacional Mané Garrincha e será o último da equipe verde e amarela antes da disputa da Copa do Mundo. Os ingressos para o compromisso em Brasília estão à venda, com valores variando entre R$ 75 (meia-entrada inferior) e R$ 350 (combo hospitality).