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Formosa contrata mais quatro nomes para o Candangão 2021

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João Manoel, reforço do Formosa. Foto Gil Gomes

Por Bruno H. de Moura

O Tsunami do Cerrado começou o ano a todo o vapor. A nova diretoria do clube, empossada no final de 2021, segue atrás de reforços para a montagem do elenco do novo ano. Na temporada passada, o time então presidido por Henrique Botelho fez a melhor campanha de sua história e terminou a competição na 4ª colocação. Agora, Marcelo Ribeiro e cia constroem o time para repetir a boa campanha.

Edu Amparo e João de Deus já haviam sido confirmados na segunda-feira, como informou o Distrito do Esporte. Agora, quatro novos atletas estão no rol do Formosa Esporte. Dois volantes, um meia e um lateral direito somam-se ao elenco.

Atletas experientes no Formosa

Janderson de Almeida tem 32 anos e é natural de Salvador. Segundo volante e lateral direito improvisado, o canhoto começou sua carreira na década passada e já vestiu as cores de Chapecoense, Passo Fundo, Campinense, Caxias, Bahia de Feira, América/RN e estava no futebol catarinense no Camboriú. Nos últimos 3 anos jogou 35 partidas e marcou 1 gol.

Carlos de Moraes Theodoro, ou simplesmente Carlão, é primeiro volante e meia. Paulista de Jundiaí, nasceu em 1986 e estava no Imperatriz do Maranhão. O jogador esteve no Sobradinho na temporada passada e já jogou no Hercílio Luz, Pelotas, Comercial, Grêmio Barueri e Campinense.

João Manoel é conhecido do futebol do DF. Aos 26, o meia esteve em 2018 e 2019 no Sobradinho e soma 6 gols pela equipe candanga. O atleta ainda tem passagens por Goiatuba, Itumbiara, Santa Helena, Uberlândia e nas categorias de base do Atlético Mineiro. Estava no União Rondonópolis e fez 4 gols em 23 jogos.

Léo Rodrigues é lateral direito catarinense. Nascido em Caçador (SC), começou a jogar no Figueirense, passou pelo Boa Vista-RJ, Tombense, pelo Fortaleza, Vila Nova, Sampaio Correia, novamente no Fortaleza, na Tombense, no Macaé, Marcílio Dias e, na temporada passada, jogou no Passo Fundo, Imperatriz e Navegantes.

O Formosa estreia contra o Unaí, no estádio Urbano Adjuto, na cidade mineira em 21/02/2021.

Real Brasília anuncia mais sete reforços para o Candangão 2021

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Lucas Espíndola

On fire no mercado da bola, o Real Brasília segue anunciando os jogadores que disputarão o principal e único campeonato do Leão em 2021, o Candangão. Após anunciar Rafael Toledo como treinador da equipe, no dia 22 de dezembro, a diretoria revelou sete reforços logo na primeira segunda-feira de janeiro. Nesta terça-feira (5), o Leão do Planalto confirmou mais sete atletas que estão no elenco desta temporada. A apresentação de todo plantel aurianil acontecerá na próxima sexta-feira (8).

Leão do Planalto aposta em defensores que já atuaram no DF

O lateral-esquerdo Gleissinho disputará mais uma vez o Candangão na sua carreira. No ano passado, o lateral atuou pelo Brasiliense em quatro partidas. Na segunda divisão, ele disputou o certame pelo Samambaia, conseguindo levar a Cobra Cipó de volta à primeira divisão do Campeonato Candango. Pelo time amarelo da cidade de Samambaia, Gleissinho foi o destaque da equipe e disputou todas as partidas, ao todo foram cinco jogos num intervalo de um mês.

Outro que defendeu as cores do Samambaia na Segunda Divisão do Campeonato Candango e que acertou com o Leão do Planalto, foi o goleiro Henrique Marchesan. O arqueiro é velho conhecido da diretoria realense, já que atuou pelo Real Brasília no Sub-19 em 2018 e pelo time principal em 2019. Dentro do futebol do Distrito Federal, Henrique ainda tem passagens pelo Luziânia e Sobradinho, passando ainda pelo Almirante Barroso-SC e Atlético Rioverdense-GO.

Bem rodado no futebol nacional, Lídio é mais um defensor a assinar com o Leão do Planalto. O jogador tem 32 anos e já atuou no futebol candango. O atleta tem passagens por Brasiliense, Samambaia, Ceilandense, Formosa e Gama. Além dos clubes da capital, Lidio já passou pelo futebol do Norte do país, além do Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.

Mais dois defensores são anunciados nesta terça-feira

Depois de passar por três clubes em 2020, Marcelinho desembarca no Distrito Federal para a disputa do Candangão. O lateral jogou a Série D pelo Globo, além de disputar a Segunda Divisão do Catarinense a favor do Inter de Lages e a Copa Paulista pelo Juventus da Mooca. O jogador tem passagens pelo Flamengo-SP, América-RN, CRB, Treze e Desportivo Brasil. Será a primeira vez que o atleta irá defender uma equipe da capital federal.

Vindo do futebol maranhense, Walace é outro zagueiro que brigará por uma vaga na equipe titular. O atleta veio do Moto Club, time que defendeu por todo ano de 2020. Na base, o jogador chegou a atuar pelo Sub-19 do Santos, de 2011 até 2013, inclusive conquistando uma Copa São Paulo de Futebol Júnior, o maior torneio de base do Brasil. Walace ainda jogou no Guarani, Luverdense, URT, Pelotas, Penapolense, Mixto e Inter de Limeira.

De volta ao lar

Velho conhecido dos torcedores e comunicadores de Brasília, Kabrine está de volta a capital do país. Após breve passagem pelo Ji-Paraná, clube de Rondônia, o lateral acertou o seu retorno ao Real Brasília para a disputa do Candangão deste ano. Dentro do futebol do Distrito Federal, Kabrine têm passagens pelo Ceilândia, Gama, Ceilandense, Brasiliense, Luziânia, Santa Maria e Sobradinho. No Gato Preto foi onde o lateral atuou mais, passando pelo alvinegro em 2012, 2016, 2017, 2018 e 2019.

Outro atleta que está voltando para o Leão do Planalto é o meia Carlos Henrique. No ano passado, ele foi emprestado ao Mamoré, e logo depois foi para o Goianésia, também por empréstimo. No clube goiano, disputou três jogos da Série D. No DF, o meia já atuou pelo Ceilândia e Sobradinho, além de ter passado por Água Santa-SP, Portuguesa Santista-SP, Monte Azul-SP, Tombense-MG, Anapolina-GO, Paracatu-MG e Penapolense-SP.

O primeiro desafio do Real Brasília no Candangão será diante do Ceilândia. O time aurianil recebe o alvinegro ceilandense em casa, no estádio Ciro Machado, o Defelê, no dia 20 de fevereiro. O confronto está marcado para às 15:30. A equipe tenta chegar ao seu primeiro título na competição local, almejando ainda disputar as competições nacionais, como Copa do Brasil e Série D.

Atletas anunciados pelo Real Brasília em 2021

Goleiros: Henrique Marchesan;
Zagueiros: Wallace, Lídio e Walace Novais;
Laterais: Gabriel, Gleissinho, Kabrine e Marcelinho;
Volantes: Gustavo Henrique;
Meias: Moisés, Carlos Henrique e Marquinho;
Atacantes: Gilvan e Rychely.

Brasiliense acerta com mais um jogador para a temporada 2021

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Foto: André Gomes/Brasiliense FC

Por Lucas Espíndola

Com a aproximação do Campeonato Candango, que começa no final de fevereiro, os times do Distrito Federal estão se movimentando para trazer reforços para o elenco. Após acertar com Michel Platini na tarde de ontem, segunda-feira (4), na manhã desta terça-feira (5) o Brasiliense anunciou de forma oficial a contratação de mais um atleta para a temporada. Trata-se do meia Tobinha.

O meia atuou na temporada passada pelo Atlético Alagoinhas, disputando o Campeonato Baiano e a Série D pelo Carcará. Ao todo, o jogador atuou seis vezes pela competição local, enquanto pelo certame nacional jogou quatro partidas. Ainda pelo quarto escalão do futebol nacional, Tobinha marcou um único gol na competição. O tento foi diante da Caldense, em partida válida pela primeira fase. Antes de passar pelo futebol baiano, o meia atuou pelo Altos-PI.

Vale ainda lembrar que, além do Candangão, o atleta defenderá o Brasiliense na Série D do Brasileirão e na Copa Verde. A estreia do time amarelo na última competição citada está marcada para o próxima dia 20, em confronto diante do Vitória-ES. Já no torneio local, o Brasiliense enfrenta na primeira rodada o Luziânia, em confronto que será realizado no domingo, dia 21 de fevereiro, às 15:30 no Serra do Lago, no entorno do DF.

Raio X
Nome: Moisés Barros dos Santos
Apelido: Tobinha
Idade: 27 anos
Posição: Meia

Real Brasília anuncia pacotão de reforços para o Candangão

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Foto: Ricardo Botelho/Real Brasília

Por Lucas Espíndola

Com a chegada do Candangão 2021, os clubes do Distrito Federal estão se movimentando em busca de reforços para a disputa do certame. Nesta segunda-feira (4), o Real Brasília anunciou em suas redes sociais a chegada de sete jogadores para compor o elenco. No pacote de reforços estão jogadores de quase todas as posições, entre eles atletas que defenderam clubes do Distrito Federal na última temporada, como o Gama, e a volta do artilheiro da equipe no ano passado, o atacante Gilvan.

Defensores encabeçam lista de reforços

Zagueiro de 28 anos, Wallace tem passagens por alguns times da capital federal. Em 2020, o defensor jogou o Candangão e a Série D pelo Gama. Em 2019, ele defendeu as cores do Brasiliense e Ceilandense, inclusive, já havia jogado pelo Jacaré em 2017 e 2018. Ademais, Wallace ainda jogou no Ceilândia em 2016. O atleta também tem passagem pelo futebol goiano, do norte e nordeste do país, além de ter atuado em Portugal em 2013.

Outro atleta que defendeu o Periquito no ano anterior foi Gabriel, de 27 anos. Com larga experiência no futebol do Distrito Federal, o lateral começou no Cruzeiro-DF, em 2012. Assim como seu companheiro no Gama e agora no Real Brasília, Gabriel tem passagens por Brasiliense, Gama e Ceilândia, além de ter defendido as cores do Clube de Regatas Guará, em 2015. Longe do quadradinho, ele já defendeu as cores do Boa Esporte e XV de Piracicaba.

Além dos ex-jogadores do alviverde, Gustavo Henrique, que estava no Central-PE, também é mais um atleta que atua na parte defensiva a vestir a camisa do Leão do Planalto. O volante surgiu nas categorias de base do Náutico em 2011, e passou por diversos clubes na carreira, como Pesqueira-PE, Mogi Mirim-SP, Campinense-PB e River-PI. A última vez que o jogador entrou em campo foi na vitória por 3 a 0, diante do Jaciobá, em novembro de 2020.

Além dos defensores, Real Brasília traz dois meias e dois atacantes

Campeão da Copa Verde em 2018, além do título da Série C em 2015, o atleta experiente  Moisés jogará pelo Leão do Planalto em 2021. O meia de 34 anos é bem rodado pelo Brasil, e também jogou no futebol asiático. Moisés foi emprestado ao Jeju United da Coreia do Sul em 2016, quando tinha contrato com o Vila Nova-GO. Em solo brasileiro, atuou por 14 clubes diferentes, inclusive já vestiu a camisa de um time da capital federal, o Brasiliense, em 2013.

Podendo atuar como meia direita e ponta direita, o meia atacante Marquinho é mais um jogador contratado. Atuando por vários clubes do Rio de Janeiro em 2020 (Volta Redonda, Casimiro de Abreu e Serra Macaense), o atleta sairá de sua terra natal e vestirá pela primeira vez a camisa de um clube do DF. Em sua bagagem, Marquinho tem passagem por clubes como Botafogo, Atlético Goianiense, Cuiabá e Macaé, sendo este último o clube da cidade onde nasceu.

Nome conhecido no futebol nacional e até no Japão, Rychely assinou com o Leão do Planalto para a disputa do torneio local. O jogador tem um vasto currículo, sendo campeão da Série B em 2012 pelo Goiás, e campeão da Copa Libertadores da América em 2011, atuando pelo Santos. Atacante experiente, com 33 anos de idade, o atleta já jogou no Japão em 2005, ficando no país até 2008. Nesses quatro anos na Ásia, o jogador defendeu o FC Tokyo e o Montedio Yamagata.

O último clube de Rychely foi o Operário-MS, onde disputou o campeonato sul matogrossense. A última partida que atuou foi no clássico contra o Comercial, terminado em 1 a 1. Em 15 anos de carreira, o atacante já vestiu a camisa de mais de 20 clubes, entre eles times que disputam a Série A do Brasileirão atualmente, como Santos, Bahia e Goiás.

Artilheiro de volta ao Leão

Ele está de volta! O atacante Gilvan está confirmado e irá disputar mais um Candangão em sua carreira como jogador. No ano passado, o centroavante deixou o Real Brasília para disputar a Série C pelo Treze, equipe da Paraíba. No terceiro escalão do futebol nacional, ele marcou três gols em 13 jogos que disputou. Já na competição local de 2019, Gilvan marcou nove vezes em 14 partidas disputadas, tendo uma média de 0.64 tentos por partida.

Pacotão de reforços do Real Brasília

Zagueiro: Wallace;
Lateral: Gabriel;
Volante: Gustavo Henrique;
Meia-atacante: Moisés e Marquinho;
Atacantes: Gilvan e Rychely.

Michel Platini é o novo reforço do Brasiliense

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Michel Platini
Michel Platini treinando em sua primeira passagem pelo Brasiliense - Foto: Lucas Bolzan

Por Bruno H. de Moura

Atacante titular do Gama, Michel Platini voltará às cores amarelo e branco. O atleta acertou seu retorno ao Jacaré do papo amarelo e já treina com o elenco do Brasiliense. O time candango se prepara para mais um amistoso pré-Copa Verde, desta vez diante do Crac de Catalão, time que disputa a elite do Goianão.

Platini era jogador do Jacaré até o final da temporada 2019. Em 2018 ele também jogou pela torcida amarelina. Nos seus 16 jogos pelo Brasiliense anotou 2 gols até ser transferido para o arquirrival, a Sociedade Esportiva do Gama.

O desempenho razoável no Brasiliense antecedeu o sucesso no Gama. Mesmo sendo banco em diversos períodos da temporada, Platini jogou 23 vezes pelo periquito e marcou 13 gols. Uma média de mais de um gol a cada duas partidas. Após as várias saídas no ataque do Gama, o atacante ganhou a posição e assumiu a titularidade na parte ofensiva do alviverde.

A expectativa de parte da torcida do Gama era da manutenção de Platini no elenco para 2021, mas o jogador acabou rescindindo seu contrato e acertando seu retorno à Boca do Jacaré. Platini será mais uma opção para o recheado ataque do Brasiliense. Luquinhas, Zé Love, Maicon Assis, Jefferson Maranhão, Peninha, Romarinho, Rodrigo Fumaça, Zotti, são alguns dos vários nomes à disposição de Vilson Tadei para 2021, até o momento.

Fernando Henrique deve ir pro Santo André e Sucuri deve ser titular

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Fernando Henrique no último jogo pelo Brasiliense, contra o Mirassol. Foto: Alan Rones Fotografia

Por Bruno H. de Moura

Titular absoluto do Brasiliense até o último jogo de 2020, o ex-campeão Brasileiro Fernando Henrique não deve continuar no plantel de Vilson Tadei em 2021. O veterano goleiro foi preterido na reta final da Série D e cavou um lugar no Santo André, seu time anterior ao Brasiliense que tinha, ao tempo da passagem do goleiro, a melhor campanha do Paulistão 2020.

A informação do retorno de Fernando Henrique ao futebol paulista foi publicada pelo jornalista Marcos Paulo Lima do blog drible de corpo e confirmada pelo DDE. Em 38 partidas pela camisa do Jacaré Fernando Henrique sofreu 31 gols. O jogador estreou na fase final do Candangão e ficou marcado por falhas na competição.

Mas o que pesou para sua saída foi o desempenho na primeira partida das oitavas-de-final da Série D de 2020. Fernando Henrique sofreu quatro gols, alguns vistos como falhas, o que pesou para a desclassificação do time – que até venceu no jogo de volta por 2-1 o Mirassol. O atleta comeu banco na partida de volta.

Saída de campo contra o Mirassol pegou mal

Substituído por Sucuri na derradeira partida, Fernando Henrique cumprimentou os atletas do Mirassol ao final do derradeiro jogo, enquanto seus companheiros saíam cabisbaixos de campo. Fernando Henrique sequer cumprimentou Edmar Sucuri, mas foi efusivo ao saudar Jeferson, goleiro adversário.

O gesto pegou muito mal dentro do elenco e perante a diretoria. A atitude do atleta antecipava sua saída, agora clarificada. Edmar Sucuri e Fernandes permanecem no Brasiliense para a Copa Verde 2020 e demais competições: Candangão 2021, Copa do Brasil e Copa Verde 2021 e Série D 2021.

Sucuri está no Brasiliense desde 2017. Extremamente identificado com a torcida, o goleiro veste a camisa do Jacaré e defende o clube nas boas e más horas. Quando da perda do título do Candangão 2020 foi Sucuri quem saiu em defesa do time nas redes sociais, mesmo sendo preterido pela direção do clube aquele tempo. Sucuri foi titular na vitória por 2-0 diante do Atlético-GO na último domingo (03/01/2021).

Edmar Sucuri deve voltar à titularidade – Foto: Reprodução instagram

João de Deus e Edu Amparo são os primeiros reforços do Formosa para 2021

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Bruno H. de Moura e Olavo David Neto

O Formosa Esporte já tem os dois primeiros nomes para o Candangão 2021. João de Deus, atacante destaque da equipe no ano passado, retornará ao Tsunami do Cerrado, enquanto Edu Amparo chega ao futebol do Distrito Federal. A informação foi confirmada em primeira mão ao Distrito do Esporte pelo novo presidente do time, Marcelo Ribeiro, e pelo próprio João de Deus, hoje em Santa Catarina.

João de Deus fez 5 gols nos 13 jogos disputados com a camisa alviverde no ano passado. Em 2020, assumiu a posição de principal atacante após Jessuí, principal contratação do Formosa na temporada passada, decepcionar no ataque. Agora, João de Deus chega como reforço chave do elenco.

“Esse ano, mais ambientado com a cidade e com o clube, com a torcida e com a camisa ele vai render muito mais. Nós conhecemos já a característica desse jogador e vamos trazer jogadores para auxiliar para que ele possa ser cada vez mais efetivo”, disse Marcelo sobre o retorno de João de Deus.

João de Deus conversou, com exclusividade, com a reportagem do Distrito do Esporte. Segundo o atacante, o objetivo do time será a busca pelo título. Atualmente, João joga pelo Navegantes de Santa Catarina. O time disputa a Copa Santa Catarina que começa em 14/01. Na melhor das hipóteses para o Formosa João estaria liberado em 27/01. Marcílio Dias (que ainda disputa a Série D), Juventus, Concórdia, Tubarão e Joinville, ao lado do Navegantes, jogam por uma vaga na Copa do Brasil.

Outro reforço do time vem do Nordeste. Eduardo Amparo, de 34 anos e passagens por Cuiabá, Vila Nova, River-PI, Pelotas, Batatais e outros times do interior, será opção para o novo treinador da equipe – ainda não confirmado. Amparo nunca jogou no DF e estava no Imperatriz do Maranhão. Em 2020 fez 25 jogos, 15 pelo Imperatriz e 10 pelo União Rondonópolis. Marcou 4 gols, todos pelo time de Mato Grosso. O atleta é meia ofensivo, destro, e foi campeão da divisão de acesso do Gauchão em 2018 pelo Pelotas.

Pingue-pongue com João de Deus

João de Deus: Estou feliz por retornar. Pretendo fazer um bom campeonato, chegar em cima na tabela. Ano passado a gente tinha esse pensamento e fez história, há nove anos o Formosa não chegava numa semifinal. A tendência é só melhorar. Quero chegar e dar o meu melhor para levar o título neste ano.

Distrito do Esporte: Você comentou no final do ano que tinha quatro propostas. Quais eram e por que escolheu o Formosa?

JD: Recebi proposta do Ceilândia, do Taguatinga, Capital e o Victor Santana me contatou para me levar para o Gama. No meio disso, o Formosa apareceu também. Eu já conhecia o pessoal que assumiu lá, eles fizeram uma proposta, e eu vi que tem até um bom time, forte, montando time para chegar.

DDE: Qual jogador contratado te motivou a vir?

JD: Eu ainda não posso te falar. É segredo. É um time que está ficando forte e vocês vão ver na apresentação do elenco. Ainda não tem data.

DDE: Quando você se apresenta?

JD: Estou em Santa Catarina, vou jogar a Copa Santa Catarina – campeão na CdB. Acaba no final de janeiro. 

DDE: Algum recado para a torcida?

JD: Eu tenho que falar que estou feliz por voltar. Eles me conhecem, podem confiar no meu trabalho.

Brasiliense vence Atlético-GO em primeiro amistoso do ano

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Foto: Reprodução/Twitter Atlético-GO

Por João Marcelo

Primeira equipe do Distrito Federal a entrar em campo na temporada, o Brasiliense viajou até Goiás para enfrentar o Atlético-GO, no CT do Dragão. A partida amistosa deste domingo (03/01) serviu como preparação para a Copa Verde, com jogo marcado para 20 de janeiro. Com uma equipe mesclada, o treinador do time, Vilson Tadei, usou diversos jogadores no confronto, que acabou terminando com a vitória do Jacaré pelo placar de 1 a 0.

Muito acirrado durante os 45 minutos iniciais, mas sem chances claras para os dois lados, o Brasiliense foi o que chegou mais perto do gol rubro-negro. O lateral Peu teve a chance de abrir o placar, em cobrança de pênalti, aos 38 minutos, mas o arqueiro Léo fez boa defesa, evitando o primeiro gol da partida. Sem criatividade dentro de campo, o técnico Vilson Tadei mexeu em algumas posições para tentar furar a defesa do Atlético-GO. E as mexidas surtiram efeito.

Já nos primeiros minutos da etapa final, o Brasiliense abriu o placar com o meia Peninha, aos sete minutos. Com resultado favorável, o Jacaré começou a ter domínio da partida e o segundo gol era questão de tempo. Novamente com mexidas pontuais do comando técnico de Vilson Tadei, a equipe foi premiada aos 41 minutos. Com gol olímpico, novamente do meio-campo Peninha, o clube da capital federal saiu vitorioso no primeiro compromisso da temporada.  

Foto: André Gomes/Brasiliense FC

A partida amistosa contra o Atlético-GO foi a primeira das duas programadas pela direção do Jacaré para o início deste ano. No próximo sábado, 6 de janeiro, às 16h (horário de Brasília), o Brasiliense enfrentará o Clube Recreativo e Atlético Catalano, o CRAC, também de Goiás. O clube candango fará o amistoso no estádio de seu adversário, o Genervino da Fonseca, em Catalão (GO).

Atlético-GO 0
Léo; Arnaldo, Oliveira, Gilvan, Natanael; Pereira, Rithely, Matheus Vargas; Janderson, Danilo Gomes e Zé Roberto.
Técnico: Marcelo Cabo

Brasiliense 2
Edmar Sucuri; Diogo, Badhuga, Keynan, Peu (Balotelli); Aldo, Bruno Lima (Radamés), Zotti; Maicon Assis (Bruno Nunes), Jefferson Maranhão (Peninha) e Luquinhas (Romário).
Técnico: Vilson Tadei

Balanço de 2020: como foram os números das equipes da capital federal

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Arte: João Marcelo/Distrito do Esporte

Por João Marcelo

O ano de 2020 chegou ao fim na última quinta-feira (31/12) e a temporada para o futebol candango reservou números interessantes. Enquanto algumas equipes por pouco não chegaram aos 100 gols, outras fizeram apenas um durante todo o ano. Clube com média de apenas 0,09 gol feito por jogo e 15 gols sofridos por jogo também fizeram parte da lista. Apresentaremos o levantamento com base nos números dos times da capital federal nos campeonatos estaduais e nacionais.

O futebol feminino conta com seis equipes: Gama, Paranoá, Ceilândia, Cresspom, Minas Brasília e Real Brasília. As duas últimas disputaram as Séries A1 e A2, respectivamente, além do Candangão Feminino. Já no masculino são 20 equipes, sendo 12 na primeira divisão e oito na segunda. Os times da divisão de acesso fizeram entre três jogos, para quem não passou de fase, até seis jogos, para os finalistas. Na elite, 11 jogos no mínimo e 17 no máximo. Gama (masculino) e Brasiliense, representantes da capital federal nos campeonatos nacionais, fizeram 34 e 38 partidas, respectivamente.

Obs.: Todos os dados coletados são exclusivamente da categoria profissional. Com isso, categorias de base ficaram de fora da contagem.

Piores médias

Da modalidade masculina vem a pior média de gols feitos, Ceilandense com 0,09 por jogo. O Paranoá, pelo feminino, ostenta a maior média de gols sofridos, 15 por jogo. O clube também tem a média mais baixa de gols feitos entre as mulheres, 0,2 por jogo. Dentre os homens, a média mais alta de gols sofridos, 4 por jogo, é dividida entre Bolamense e Cruzeiro, ambos da divisão de acesso. Na elite do Candangão, o Paranoá (masculino) tem a média mais alta dos gols sofridos, 3,36 por jogo.

Seguindo a média alta de gols sofridos, o Ceilândia (feminino) aparece com 4,13 gols por jogo. Após, o Ceilandense, rebaixado no Candangão ao lado do Paranoá, com 2,45, o Gama (feminino), eliminado na primeira fase do Candangão Feminino, com 2,4 de média e Sobradinho, que caiu na fase mata-mata, com 2,38. Ainda compõem a lista, o Ceilândia (masculino) com 2,36, o Planaltina com 2,33 e o Unaí com 2, todos eliminados na fase classificatória de suas competições.

Enquanto algumas equipes sofrem bastante gols, outras fazem poucos. Componentes da lista, o Cruzeiro, eliminado na primeira fase da Segundinha, ficou com média de 0,33 gol por jogo. Seguindo a mesma linha do Carcará, o Bolamense finalizou a competição com 0,67 de média. Fechando a relação com menos de um gol de média, o Ceilândia, masculino, marcou apenas oito gols em 11 jogos, totalizando 0,73 de média na temporada.

Arte: João Marcelo/Distrito do Esporte

Melhores médias

Com ataque goleador, o Cresspom fechou o ano com a maior média de gols feitos, 3,75 por jogo. Seguindo o tradicional clube feminino, o Real Brasília (feminino) também fechou acima de três de média, 3,29. Já no sistema defensivo, as Leoas do Planalto mostraram sua força finalizando o ano com média de 0,47 gol sofrido por jogo. Da Segundinha vem duas fortes defesas, ambas com 0,5 de média, Samambaia e Santa Maria. As duas equipes chegaram à final da divisão de acesso e conquistaram as vagas para a elite do Candangão.

Completando a lista das maiores médias de gols feitos, o Gama (masculino) fechou a temporada com 2,71 de média. O Planaltina, eliminado na primeira fase da Segundinha, vem logo após com média de 2,67. Continuando as melhores médias de gols feitos, o Minas Brasília, representante da capital federal na Série A1 do Brasileirão Feminino, finalizou com o número 2,57, o Samambaia com 2,33, o Brasiliense com 2,32 e Ceilândia (feminino) fecha a relação com média igual ou acima de dois gols de média.

Se o melhor ataque é a defesa, muitos times tem o que comemorar. Depois das Leoas do Planalto, Samambaia e Santa Maria, o Real Brasília (masculino) e Samambaense com 0,8 de média de gols sofridos por jogo. O Brasiliense com 0,82 de média, o Gama, pela modalidade masculina, com 0,91, e o Cresspom com 1,00 fecham a relação dos que sofreram menos de um gol por partida.

Arte: João Marcelo/Distrito do Esporte

Números absolutos

Arte: João Marcelo/Distrito do Esporte

Sem levar em conta as médias, algumas coisas mudam nos números das equipes. O Gama, masculino, tem o melhor ataque do ano com impressionantes 92 gols feitos. Seguido do alviverde candango, o Brasiliense marcou 88 vezes. As Minas são as primeiras do futebol feminino com 59 gols marcados e logo após, o Real Brasília, também pelas mulheres, com 56 tentos. Fechando a relação dos cinco melhores ataques, o Cresspom aparece com 30 gols pró.

Contrapondo a relação positiva, alguns ataques não surtiram efeito. Três equipes marcaram apenas uma vez durante o ano, são eles: Ceilandense, Cruzeiro e Paranoá (feminino). Com dois gols marcados, aparece o Bolamense. Após, quatro times da Segundinha compõem a relação: Brasília com quatro gols pró, Samambaense e Legião com sete, e por fim, Planaltina com oito.

Arte: João Marcelo/Distrito do Esporte

As defesas da Segundinha aparecem como as que menos sofreram gols, também por conta do baixo número de jogos. Dividindo o primeiro lugar, Samambaia e Santa Maria sofreram apenas três gols durante o ano. O Brasília e o Samambaense vem logo após com quatro gols contra cada. O Planaltina aparece com sete gols sofridos e com oito gols cada, Cresspom e Real Brasília (feminino). Completando a lista dos que levaram menos de dez gols, o Legião aparece com nove.

Já entre as mais vazadas, o Paranoá é o líder e vice-líder da relação. A equipe feminina sofreu 75 gols, enquanto a masculina, 37. Em terceiro lugar, o Minas Brasília com 34 gols sofridos. O Ceilândia, pela modalidade feminina, buscou 33 vezes a bola em suas redes. Com 31 gols sofridos cada, três equipes dividem a colocação na lista: Gama (masculino), Brasiliense e Sobradinho.

Arte: João Marcelo/Distrito do Esporte

Sala de Imprensa #11 – Distrito Federal e o futebol de primeira divisão

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Foto: Gustavo Pontes/Real Brasília

O texto se trata de um artigo de opinião e, portanto, é de inteira responsabilidade de seu autor. As opiniões nele emitidas não estão relacionadas, necessariamente, ao ponto de vista do Distrito do Esporte.

Por João Marcelo*

Logo em seu início, o ano de 2020 mostrou que seria bem diferente dos últimos. A pandemia do coronavírus nos atacou, fez o mundo parar, os abraços e beijos cessaram, tudo mudou. Ficamos atônitos com o número de mortos, a quantidade de pessoas infectadas e como, por alguns, foi tratado com desdém. Mas o que poderia nos fazer distrair e quem sabe trazer um sorriso no rosto? Eu, particularmente, cito o futebol. E o da capital federal nos deu muito orgulho.

Começamos com Minas Brasília na elite do futebol brasileiro e o Real Brasília na divisão de acesso. Ainda tinha o Campeonato Candango por vir e poderíamos ver as duas equipes se enfrentando. Ainda o Cresspom, tão tradicional, buscando o seu oitavo título e o Ceilândia como quarta força das equipes. E como Gama e Paranoá se sairiam no certame? Enfim, um prato cheio para saciarmos nossa fome e por alguns momentos, esquecermos o assunto mais comentado do ano.

Equipe mais bem classificada, o Minas Brasília foi o único representante do Distrito Federal na Série A1 do Brasileirão Feminino. A 12º colocação na elite do futebol brasileiro mostra muito mais que um lugar na tabela. A permanência na primeira divisão é um grande passo para a jovem equipe da capital. Com times tão tradicionais e com forte poderio financeiro, o campeonato – que vem ganhando espaço merecidamente – é uma missão complicada, manter-se nele é quase título.

Para se ter uma ideia do quão forte e disputado é o torneio, o Flamengo-RJ, campeão em 2016, não conseguiu classificação para o mata-mata. O São José-SP, que ostenta dois vices em 2013 e 2015, foi outra equipe que não avançou à fase classificatória. Ainda cito o Iranduba-AM, que ao lado do próprio São José-SP é o único que participou de todas as oito edições, e que não participará pela nona vez da elite por ter sido rebaixado nesta temporada.

Se em 2021 o Minas Brasília poderá ir mais adiante, quem sabe até se classificar para o mata-mata da competição, não sabemos, mas que fará frente aos adversários é certo. O bom trabalho de sua diretoria e comissão técnica, torna “As Minas” uma equipe qualificada, com responsabilidade e grande dentre os clubes do Distrito Federal. Que venha a nova temporada e seja de sucesso!

A força do Real Brasília ganha destaque

Em 2019, primeiro ano em que disputou uma competição, o Real Brasília surpreendeu. Como um trator, passou por cima dos adversários com goleadas impiedosas e um excelente futebol apresentado. O título, contra o Minas Brasília, coroou a belíssima campanha, que terminara invicta. A taça rendeu uma vaga para a Série A2 do Brasileirão Feminino 2020 e o início de um clube vitorioso.

A temporada atual precisaria mostrar uma maturidade, prematura, eu sei, das Leoas do Planalto. A Série A2 é difícil e as mulheres sentiram na pele no início. Uma classificação no último jogo contra o Vasco-RJ fez o time mostrar a garra aliada à técnica e ter acesso ao mata-mata como prêmio. Logo no primeiro confronto, o 3B Sports-AM. Mas um clube bem estruturado merece recompensas e veio para o Real Brasília. Eliminado adversários, o tão sonhado acesso veio. Oi, Série A1!

A competição ainda não terminou. O Real Brasília ainda terá dois jogos na semifinal e caso avance, mais dois jogos para o título. Junto do clube, Napoli-SC, Bahia-BA e Botafogo-RJ, que estava no mesmo grupo das Leoas do Planalto, vão jogar a elite ano que vem. Mas independente de quantos jogos o clube ainda fará, o Brasil já conhece sua força. E sim, quanta alegria o futebol candango trouxe para nós. E vou cravar, ano que vem será ainda melhor!

Candangão disputado e a capital federal dando alegrias pelo futebol

Ainda aconteceu o Campeonato Candango. Os quatro semifinalistas eram o esperado: Ceilândia, Cresspom, Minas Brasília e Real Brasília. Gama e Paranoá cumpririam tabela e assim aconteceu. Duas goleadas do Minas sobre o Ceilândia determinou o primeiro finalista. A outra partida foi o confronto entre os dois últimos representantes da Série A2 – Cresspom em 2019 e Real Brasília em 2020 – foi disputado. Com o placar somado de 5 a 4, Real Brasília novamente faria a final contra o Minas Brasília.

E com isso, a rivalidade entre as equipes ganhou um novo capítulo. O Real Brasília venceu novamente e conquistou o bicampeonato. São cinco jogos entre as equipes – duas vitórias do Real Brasília, dois empates e uma vitória do Minas Brasília – com dois títulos disputados, ambos para as Leoas do Planalto. E já estou ansioso para ver o encontro elas na primeira divisão. E aproveito para reformular a frase “Brasil é o único país que não tem um time da capital na primeira divisão”. Agora nós temos duas equipes, amigos!

Que 2021 nos traga coisas boas!

*João Marcelo atua como repórter e sócio-proprietário do Distrito do Esporte desde maio de 2018. Está concluindo sua formação em jornalismo e profissionalmente comandou as equipes de comunicação do Samambaia-DF e do Botafogo-DF. Já escreveu no Rio de Janeiro sobre culinária, música, cultura e esporte.