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Distrito Federal terá delegação com 118 atletas nos Jogos Universitários

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Foto: Saulo Cruz/Light Press/CBDU

A partir da próxima segunda-feira (11/10), Brasília voltará a receber uma edição dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) depois de 15 anos. O principal evento da categoria no país terá competições na capital até 18 de outubro. A delegação que buscará medalhas para o Distrito Federal será composta por 118 esportistas. Ao todo, 4,5 mil pessoas de todo o Brasil devem participar, entre atletas, voluntários e comissão técnica.

Os atletas brasilienses irão competir em nove modalidades nos JUBs: atletismo, basquetebol, futsal, handebol, judô, wrestling (ou luta profissional), natação, tênis de mesa e voleibol. Além do grupo de esportistas, o Distrito Federal terá, ainda, uma equipe de staff composta por 16 técnicos e auxiliares e outros 10 dirigentes. Todos estão em plena preparação para a disputa das competições.

Os elenco de Brasília é formado por estudantes da União Pioneira de Integração Social (UPIS), da Universidade Estácio de Sá e Centro Universitário Iesb. Essas são as três instituições de ensino superior da cidade que irão participar dos Jogos em 2021. Eles se concentrarão em um único hotel no Setor Hoteleiro Sul, onde serão submetidos rotineiramente a testes de covid-19.

“Estamos na reta final dos preparativos na expectativa de entregar o melhor evento possível por determinação do governador Ibaneis Rocha. Brasília é um celeiro de grandes atletas, parte deles advindos dos Jogos Universitários. Além de um torneio organizado e seguro, aguardamos as melhores performances, quebras de recorde, pódios emocionantes e disputas acirradas”, disse a secretária de Esporte e Lazer, Giselle Ferreira.

“Minha expectativa é positiva. Sem dúvida, é um desafio para as federações, para a CBDU (Confederação Brasileira do Desporto Universitário, organizadora do evento) e para os atletas, que superaram dificuldades para voltar a competir em alto nível após esse período sem competição com seletivas rápidas. Vai ser um desafio, mas que será realizado com toda a segurança exigida”, explicou o vice-presidente da FESU-DF, Filipe Guedes.

O Fundo de Apoio ao Esporte (FAE) descentralizou recursos para a Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL/DF), que custeou 200 kits de uniformes compostos por bermuda, calça de agasalho, casaco de agasalho com forro, camisa, mochila, garrafa térmica e máscara personalizada, por meio da Federação do Esporte Universitário do Distrito Federal (FESU).

Abertura

Nesta segunda-feira (11/10), véspera de feriado, acontece a abertura oficial dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) Brasília 2021. Neste ano, quem se apresenta no palco do evento é o grupo Menos é Mais, banda brasiliense que ganhou notoriedade nacional com o álbum ‘Churrasquinho’. A cerimônia terá início às 19h, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB).

Brasília é candidata a ser cidade-sede da Copa América de Basquete em 2022

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Foto: Confederação Brasileira de Basketball

Por João Marcelo Pepi

Faltando pouco menos de um ano para sua realização, a Copa América de basquete teve seu país-sede definido em agosto, quando o Brasil foi selecionado. Agora resta saber quais cidades receberão as partidas do torneio entre seleções do continente americano. Na briga estão 13 cidades oriundas de oito estados e mais o Distrito Federal. A escolha das sedes ocorrerá no próximo fim de semana e apenas quatro serão contempladas com os confrontos.

Após cerca de dois meses visitando as cidades candidatas, a organização do torneio selecionou 13 locais aptos à receber o torneio e Brasília está entre eles. A capital federal terá que desbancar Goiânia-GO, oito representantes do Sudeste (Vitória-ES, Rio de Janeiro-RJ, Ipatinga-MG, São José dos Campos-SP, Franca-SP, São Bernardo do Campo-SP e São José do Rio Preto-SP), duas do nordeste (Recife-PE e Salvador-BA) e Canoas-RS pela região sul.

Dentre as 13 cidades candidatas, quatro serão escolhidas e o anúncio ocorrerá pela organização do torneio no próximo fim de semana. Os locais contemplados receberão 12 seleções, a saber: Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Estados Unidos, Ilhas Virgens, México, Panamá, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. O torneio voltará a ser disputado em solo brasileiro após 37 anos de ausência, quando São Paulo sediou a segunda edição terminando com o Brasil campeão.

O presidente da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), Guy Peixoto Jr., salientou que a Copa América no Brasil será benéfica para o continente americano. “A AmeriCup de 2022 será um sucesso, não tenho a menor dúvida. E a grande procura por parte das cidades brasileiras para receber o evento, de Norte a Sul do país, mostra a força do basquete. Tenho certeza que as quatro que forem escolhidas, ajudarão nós, brasileiros, a entregar um grande evento para as Américas”, disse.

Já  Maurício Santos, diretor executivo da AmeriCup no Brasil, fez questão de ressaltar a organização do torneio. “Fizemos as visitas técnicas em todas as cidades que se interessaram em receber a AmeriCup e até o fim da próxima semana teremos tudo fechado para anunciar as quatro sedes do torneio. A partir daí, daremos um passo importante para, com praticamente um ano de antecedência, nos organizarmos para entregar um evento de excelência”, falou.

A competição

Programada para ter seu início em 3 de setembro de 2022, a Copa América terá duração de nove dias, portanto, a final é esperada para 11 de setembro de 2022. Será a primeira competição oficial do ciclo olímpico visando Paris-2024.  A última edição, realizada em conjunto por Argentina, Colômbia e Uruguai, aconteceu em 2017 e contou com 12 seleções, separadas por três grupos com quatro equipes, terminando com o Estados Unidos com o ouro e a Argentina com a prata.

A seleção brasileira terá a chance de ganhar o seu quinto título no campeonato. O primeiro veio em 1984, na segunda edição do torneio. O segundo troféu veio em 1988 na terceira vez que a Copa América era disputada. Após, uma seca de 21 anos até conquistar a terceira taça e mais quatro anos para o quarto ouro.

O Brasil é o segundo maior vencedor do certame, atrás somente do Estados Unidos que ostentam sete títulos (1992, 1993, 1997, 1999, 2003, 2007 e 2017). Completando os países vencedores, Porto Rico tem três ouros (1980, 1989 e 1995), a Argentina dois (2001 e 2011), e México (2013) e Venezuela (2015) com um troféu cada.

Após acertar rescisão com Brasiliense, Sandy diz: “clube que tenho carinho”

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Foto: Arquivo Pessoal/Julen Sandy

Por João Marcelo Pepi

Na última quarta-feira (6/10), o contrato do meia Julen Sandy foi rescindido com o Brasiliense e publicado no Boletim Diário Informativo (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Após três anos e dois títulos conquistados com a camisa do Jacaré, o atleta conversou com a equipe do Distrito do Esporte e falou sobre o carinho que adquiriu pelo clube, o crescimento profissional que conquistou na carreira e que a saída foi de comum acordo.

Contratado em 2019, após boa passagem pelo Capital, Sandy atuou por 56 vezes com a camisa do Brasiliense, marcando seis gols nas três temporadas. Em 2021 conquistou seus dois títulos com a camisa do Jacaré. O primeiro foi a inédita Copa Verde, campeonato válido pela temporada 2020, sobre o Remo nos pênaltis. Cerca de três meses depois foi a vez da taça do Candangão ser erguida pelo volante após derrotar o Ceilândia por 1 a 0.

Foto: Arquivo Pessoal/Sandy

Quanto à saída do Brasiliense, Sandy disse ter outras oportunidades e que tudo foi resolvido de forma bem pacífica. “Foi bem tranquila (saída do clube), meu contrato iria acabar agora em novembro. Acabou aparecendo uma situação melhor pra mim e eu optei em não renovar. Entramos em comum acordo. Tive a oportunidade em sair pela porta da frente”, disse.

O volante comentou sobre os sentimentos que nortearam seu tempo de clube e declarou manter sua torcida pelo sucesso do Jacaré. “Sou grato ao Brasiliense. Me deu a oportunidade de retornar ao futebol. É um clube que tenho carinho e respeito. Torço para que os objetivos do clube sejam alcançados. E foram anos de aprendizado, tanto como ser humano e como profissional”, falou.

Sandy ainda destacou sua evolução profissional. “Experiências boas e outras não tão boas assim. Mas foi bom pro meu crescimento”, expressou. O atleta finalizou dizendo estar satisfeito com tudo o que fez. “Arrependimento eu não tive, sempre procurei chamar a responsabilidade. Tudo que eu gostaria de fazer, eu tive a personalidade de ir lá e fazer”, destacou.

Números de Sandy no Brasiliense

2021
– Série D: 12 jogos e um gol;
– Copa do Brasil: dois jogos;
– Candangão: oito jogos e dois gols. (Campeão)

2020
– Série D: cinco jogos;
– Candangão: sete jogos e um gol;
– Copa Verde: seis jogos e dois gols. (Campeão)

2019
– Série D: três jogos;
– Candangão: dez jogos;
– Copa Verde: três jogos.

Total nas três temporadas:
– Série D: 20 jogos e um gol;
– Candangão: 25 jogos e três gols;
– Copa Verde: nove jogos e dois gols;
– Copa do Brasil: dois jogos.

De passagem por Brasília, Charles do Bronx fala sobre defesa de cinturão

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Foto: Divulgação/UFC

Por Michael Nunes

Nem só de luvas e treinos vive um lutador de artes marciais. Curtindo a onda de ser o atual dono do cinturão dos leves do Ultimate Fight Championship (UFC), Charles do Bronx Oliveira, desembarcou em Brasília para fazer trabalhos à parte. O campeão do UFC veio gravar um clipe com o cantor de rap Tcheller, além de fazer outros trabalhos pessoais, como para uma casa de apostas.

Em entrevista ao Distrito do Esporte, Charles do Bronx falou sobre os trabalhos dentro e fora do octógono. O lutador paulista de 31 anos comentou sobre a preparação para a primeira defesa de cinturão, marcada para dezembro contra o americano Dustin Porrier. “Eu sempre sou muito bem recebido aqui em Brasília. Um dos meus patrocinadores mora nessa cidade, gosto muito da cidade”, disse Charles.

Em março de 2020, Charles venceu o Kevin Lee no UFC Brasília. Um fato curioso desse evento foi a primeira proibição de público do UFC por conta da pandemia de covid-19. Paulista do Guarujá, Do Bronx já tinha feito algumas participações no funk. “Eu já tinha participado de alguns funks, mas não nessa proporção. A música conta um pouco sobre a minha trajetória, eu me identifiquei bastante”, contou o campeão dos leves.

Em 11 de dezembro, Do Bronx entrará mais uma vez no octógono para fazer a sua primeira defesa do cinturão. Charles tem pela frente o duríssimo Dustin Porrier, ex-campeão interino dos leves. Ele contou como vem sendo o camp para a importante luta. “Muitos treinos, como sempre foi a minha carreira. Não cheguei no topo atoa, treinando bastante sempre”, explicou o paulista.

Foto: Divulgação

Na visão de Charles, o combate até demorou para sair do papel. “A luta já era para ter acontecido. Acho que a luta para o cinturão deveria ter sido essa, mas o Dustin escolheu outro caminho e lutou com o Conor McGregor, e agora chegou a hora. Estou feliz, ele é um cara duro, merece todo o respeito, mas eu tenho muito mais alma para vencer a luta que ele”, frisou Do Bronx.

O atleta da Chute Boxe tem mais de 10 anos de UFC. Recordista com o maior número de finalizações dentro da franquia, Do Bronx está confiante para a defesa de cinturão. O lutador disse o que espera da luta. “Eu não sei lutar, eu só sei dar show. Sempre andando para frente. Quero fazer história, quebrar recordes, fazer bônus de lutas, irmão”, prospectou Charles.

Segundo o campeão, a estratégia de combate é sempre ir para frente dos adversários. “É isso que eu sei fazer de melhor, andar para frente, dominar e dar show”, garantiu. Charles aproveitou a passagem em Brasília e foi no CT da Cerrado MMA. Ele falou sobre e equipe brasiliense e a estrutura do local. “A Cerrado é um time forte. Tem dois lutadores do UFC. Na minha opinião, o Vicente Luque é próximo campeão se continuar nessa mesma vibe. É uma equipe que só tem casca-grossa, gostei muito do espaço, bem legal e gigante”, detalhou.

Estreia do Brasiliense na Copa Verde não terá presença do público

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Estreia do Brasiliense na Copa Verde será com portões fechados - Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

O reencontro entre Brasiliense e sua torcida foi adiado. O Jacaré informou nesta quinta-feira (7/10), que a partida contra o Rio Branco-ES, marcada para a próxima quarta-feira (13/10), pela primeira fase da Copa Verde, terá portões fechados no Estádio Serejão, em Taguatinga.

O atual campeão candango e da Copa Verde foi punido por três jogos sem público, devido a confusão causada pela torcida no jogo contra o Vitória-ES, pela Série D do Brasileiro, em 23 de junho de 2019. A condenação havia saído ainda em 2020, mas, em decorrência da pandemia de covid-19, seguida da proibição de espectadores nos estádios, o Jacaré não pôde cumprir a medida.

Brasiliense promove mudanças no elenco

Eliminado na quarta divisão nacional e sem compromissos oficiais na semana, o Jacaré segue se preparando para a estreia na Copa Verde. Nos últimos dias, a diretoria vem informando idas e vindas de jogadores. Recentemente, algumas peças importantes rescindiram o contrato junto ao clube, caso do meia-atacante Maicon Assis e do volante Sandy. Algumas caras novas também aparecem no elenco amarelo, como o zagueiro Railon, o lateral-direito Andrezinho e os jovens Dudu e Joelisson.

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Segundinha: confira os detalhes da quarta rodada da competição local

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futebol
Foto: Livia Villas Boas/Staff Images Woman/CBF

Por Lucas Espíndola

Nesta quarta-feira (06/10), a Federação de Futebol do Distrito Federal divulgou os detalhes da próxima rodada do Campeonato Candango da Segunda Divisão. Três partidas serão realizadas no sábado (09/10), enquanto um confronto isolado encerrará a ronda no domingo. Dependendo de determinados resultados conquistados neste final de semana, poderemos conhecer as primeiras equipes classificadas para a semifinal da competição local.

Brasília e Ceilandense podem se classificar nesta rodada

Abrindo a chave A da Segundinha, Legião e Brasília duelam no sábado. O confronto será no estádio Abadião, em Ceilândia, às 15h30. O Leão amarga a lanterna do grupo com apenas um ponto, conquistado na terceira rodada diante do Ceilandense. Por outro lado, o Colorado é líder e pode garantir vaga na semifinal já neste final de semana. Para isso, basta o time vermelho vencer o seu duelo, que assim passará de fase no certame.

Em jogo isolado no domingo (10/10), Cruzeiro e Ceilandense fecham a quarta rodada da Segundinha. O duelo acontece no estádio Serra do Lago, no entorno sul do Distrito Federal, às 10h30. Na terceira colocação, o Carcará ainda pode se classificar, mas não nesta rodada. O seu adversário, o rubro-negro de Ceilândia, poderá alcançar tal feito juntamente com o Brasília. Basta o Ceilandense vencer o time azul, para garantir a vaga na semifinal.

No grupo B, um time pode garantir vaga na semi

Na manhã de sábado, o Paranoá irá até Luziânia enfrentar o Bolamense, que está mandando seus jogos no estádio Serra do Lago. O confronto será às 10h30. Os donos da casa vem de um massacre sofrido diante da Aruc, uma goleada por 10 a 0. A Cobra Sucuri folgou na rodada anterior e está na quarta posição. Vencendo o confronto diante do Bolamense, o Paranoá voltará a sonhar com uma vaga na semifinal do certame.

O Planaltina é o único clube do grupo B que poderá se classificar nesta rodada. Para avançar, o clube precisa vencer a Aruc e torcer para uma derrota ou empate do Paranoá. Já o time azul está na terceira colocação e ainda briga pela semifinal, mas, mesmo vencendo, não conseguirá garantir a classificação nesta rodada. O confronto entre as duas equipes será no estádio Diogão, em Formosa, às 15h30 de sábado.

4ª RODADA

Sábado – 09/10

Bolamense x Paranoá
Serra do Lago – 10h30

Legião x Brasília
Abadião – 15h30

Planaltina x Aruc
Diogão – 15h30

Domingo – 10/10

Cruzeiro x Ceilandense
Serra do Lago – 10h30

Jogos Universitários desembarcam em Brasília de 10 a 18 de outubro

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Foto: Washington Alves/Light Press/CBDU

Os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) estão de volta ao Distrito Federal. Brasília se prepara para sediar, entre 10 e 18 de outubro, o maior evento esportivo envolvendo a participação de atletas universitária. Está será a segunda vez que a capital recebe as competições organizadas pela Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU). Na passagem pelo DF, a Secretaria de Esporte e Lazer (SEL) dará apoio às disputas.

A previsão é de que os esportistas atuem em Brasília em modalidades convencionais (atletismo, badminton, basquetebol, futsal, handebol, judô, karatê, wrestling, natação, taekwondo, tênis de quadra, tênis de mesa, voleibol e xadrez), paradesportivas, (atletismo, badminton, natação e tênis de mesa) e eletrônicas (League of Legends, FIFA, Clash Royale, Free Fire, Poker e Counter-Strike: Global Offensive).

A expectativa da CBDU é entregar 2107 medalhas e 189 troféus. “Estamos na contagem regressiva para o início do JUBs e na expectativa de entregar o melhor evento possível para nossos universitários. Dentre muitos desafios, sem dúvida o maior deles é o de receber, na nossa cidade, os 4,5 mil participantes, entre atletas, árbitros, voluntários e oficiais de forma segura. Para isso, cumpriremos todos os protocolos de segurança”, explicou Giselle Ferreira, secretária de esporte do DF.

As atividades dos Jogos terão como base o Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), que também receberá a abertura do evento, na segunda-feira (11/10), às 19h. Outros locais da capital também irão abrigar a competição, como o Instituto de Ensino Superior Planalto (Iesplan), a Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal (APCEF) e outras praças esportivas da capital federal.

“Outro grande desafio é a infraestrutura, adequar as 16 modalidades esportivas e paradesportivas em nove dias de competição. Além de várias outras metas a serem vencidas, mas, com o nosso time da SEL trabalhando diariamente e cuidando de cada detalhe, tenho certeza que iremos realizar os Jogos Universitários Brasileiros com muito sucesso”, prosseguiu a titular da pasta.

Além dos movimentação esportiva proporcionada pela competição, Brasília também espera um upgrade na economia durante os dias de disputa do JUBs. Giselle considera que o evento tem capacidade para aquecer o segmento de eventos e várias outras atividades econômicas e várias outras atividades econômicas da cidade, impactadas recentemente pela pandemia do novo coronavírus.

“Os ganhos com o JUBs irão além do esporte porque, durante 10 dias de realização, serão cerca de R$ 11 milhões injetados na economia local por meio de hotelaria, transporte, alimentação e outros itens. A volta das competições esportivas, com toda a segurança exigida, o retorno da prática esportiva tão importante para população, a melhora da qualidade de vida, da saúde física e mental, afinal esporte é saúde”, ressaltou.

Daniele Silva marca hat-trick e assume a artilharia do Candangão Feminino

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Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

Por João Marcelo Pepi

A segunda rodada do Campeonato Candango Feminino chegou ao fim e mais uma vez foi recheada de gols. O fim de semana de estreia da competição teve 21 gols, uma média de sete gols por partida. Já neste, 2 e 3 de outubro, o número foi um pouco menor: 18 gols em três partidas, média de seis gols por jogo. O que não alterou foi a fome de bola na rede da atacante do Real Brasília, Daniele Silva. A jogadora marcou um novo hat-trick e chegou ao sexto tento no torneio, assumindo a artilharia.

Abrindo a rodada, no sábado (2/10), o líder do Candangão Feminino, Real Brasília, recebeu o Estrelinha, que ocupava a vice-lanterna, e aplicou uma impiedosa goleada de 11 a 0, placar que empurrou a equipe do Estrelinha para a última posição. Com oito gols na primeira etapa e mais três nos 45 minutos finais, as Leoas do Planalto conquistaram mais três pontos e se mantiveram na liderança da competição, agora com seis pontos, 19 gols marcados e nenhum sofrido.

Daniele Silva começou sua artilharia pesada ainda aos 11 minutos de jogo através de um chutaço, abrindo o placar para as Leoas. Aos 32 minutos, mais um de Daniele. A atacante do Real Brasília marcou em chute de muita categoria, anotando seu segundo tento e o quinto de sua equipe até então. Novamente aos 11 minutos, mas dessa vez no segundo tempo, Daniele Silva marcou seu hat-trick em cobrança de pênalti, marcando o nono gol da equipe.

Com mais três gols na conta, Daniele Silva desbancou Katyele, atacante do Cresspom, que tinha cinco gols. Agora ostentando seis tentos, a artilheira do Real Brasília está isolada no topo da competição. A atacante das Leoas do Planalto ainda viu suas companheiras marcarem. Roberta, Sassá, Gaby Soares, Marcela Guedes e Camila Pini com um gol cada, e Geovana Alves anotou três vezes.

Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

Ranking das artilheiras

Daniele Silva lidera a artilharia da competição com seis gols, acompanhada de Geovana Alves (Real Brasília) e Katyele (Cresspom) com cinco gols cada. Depois vem mais uma companheira de equipe, Marcela Guedes, trazendo seus três gols na competição. Com dois gols tem Bárbara e Moara, jogadoras do Cresspom, e Farinon e Luana, do Minas Brasília. Camila (Cresspom), três jogadoras do Minas Brasília (Isa, Nenê e Pelé), duas do Legião (Erika e Milene) e cinco do Real Brasília (Camila Pini, Gaby Soares, Isabela Melo, Roberta e Sassá) tem um gol cada.

Editoria de Arte/Distrito do Esporte

Goleadas e empates marcam a terceira rodada do Campeonato Candango Sub-15

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Foto: Cris Mattos/Staff images Woman/CBF

Por Lucas Espíndola

Assim como o Sub-17, o Campeonato Candango Sub-15 seguiu no último final de semana. Foram realizadas cinco partidas, com Real Brasília e CFZ goleando seus adversários, enquanto os outros duelos ficaram empatados. Legião e Guaraense se enfrentaram na terça-feira (05/10), fechando a terceira rodada do certame. Penharol, na chave A, e Luziânia, no grupo B, folgaram na rodada.

Grupo A

Duas equipes no grupo A seguem com 100%de aproveitamento: Real Brasília e CFZ. Às 9h, no estádio Serra do Lago, o Leão do Planalto visitou o Santa Maria. Os visitantes fizeram o resultado na segunda etapa, com gols de Pedro Ayub (duas vezes), Marcos Vinicius e Claudio. Com a goleada,o time fica na segunda colocação, com nove pontos conquistados.

O CFZ também não teve piedade de seu adversário. Jogando no estádio da Metropolitana, os donos da casa fizeram 7 a 0 nos Galáticos. João Henrique marcou três vezes, enquanto Miguel, Pedro Ryan, Davi e Guilherme marcaram uma vez. No último confronto da rodada, o Guaraense venceu o Legião por 3 a 1. Vitor Gabriel (duas vezes) e Miguel marcaram para o time amarelo, enquanto Arthur fez o gol de honra para o Leão.

Grupo  B

Os três jogos do grupo B terminaram empatados. Na manhã de sábado, Gama e Brasília fizeram um clássico bem movimentado. O alviverde abriu 2 a 0 nos primeiros 10 minutos da segunda etapa,com Carlos Eduardo e Pedro Vinicius. Luan diminuiu para o Brasília aos 25 minutos. Aos 43′, no último minuto, Marco Tulio empatou para o Colorado, deixando tudo igual, 2 a 2.

No Caeso, Maringá e Brazlândia empataram em 1 a 1. Kauan e Guilherme marcaram na partida entre as duas equipes. Na Celacap, o Ceilandense recebeu o Samambaia. A Cobra Cipó abriu 2 a 0 com cinco minutos de partida, com gols de Kauã e Lucas. Luiz Felipe e Eric empataram para os rubro-negros: 2 a 2. Esse foi o primeiro ponto conquistado das duas equipes.

4ª Rodada

Penharol x CFZ
Guaraense x Santa Maria
Galáticos x Legião
Luziânia x Gama
Samambaia x Maringá
Brasília x Ceilandense

STJD pune Porto Velho por escalação irregular em jogo contra o Gama

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Foto: Gabriel Teles

No próximo fim de semana, a Série D do Campeonato Brasileiro iniciará a definição dos quatro times que irão conquistar o acesso para a terceira divisão nacional. Porém, um caso envolvendo a primeira fase do torneio foi solucionado apenas nesta terça-feira (5/10). Em decisão unânime, o Porto Velho, que jogou a competição no mesmo grupo de Gama e Brasiliense, foi punido com a perda de quatro pontos por escalação irregular.

A denúncia foi apresentada pelo ex-vice-presidente do alviverde, Wendel Lopes, em 6 de agosto, e foi pautada para ser votada no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) apenas na última semana. No empate com o Gama, por 0 x 0, em 31 de julho, o Porto Velho utilizou o atacante Watthimem de forma irregular. Ele foi contratado pelo time rondoniense com uma suspensão a cumprir, mas entrou em campo contra o time candango.

Com os pontos perdidos, o Porto Velho passou a ter nove no geral e foi ultrapassado pelo Gama na tabela. A medida, entretanto, não tem nenhum efeito prático esportivamente, já que os dois times foram eliminados ainda na primeira fase da Série D do Brasileiro. Economicamente, porém, o dano foi maior. O clube de Rondônia terá que arcar com uma multa de R$ 8 mil por infração ao artigo 214 do CBJD.

Na audiência desta terça-feira (5/10), os advogados Wendel Lopes e Leonardo Antunes, que adentraram com a denúncia, participaram como terceiros interessados no processo. O Porto Velho foi defendido por Marcos Veloso. O clube juntou provas documentais e argumentou que o julgamento não iria alterar a classificação dos times na Série D como motivo para um pedido de absolvição, que foi negado.

“O que causa estranheza é que o clube obteve um documento oficial da própria CBF afirmando que não havia pendencia do atleta. O Porto Velho tomou as devidas cautelas. Houve o pedido de conversão que ele tinha cumprido duas ou três partidas, mas diante da resposta da CBF o clube se sentiu apto a escalar o jogador. Se a resposta fosse de pendência o clube jamais iria utilizar o atleta. Esse julgamento não irá alterar em nada na classificação e pontuação. Porto Velho e Gama já foram eliminados”, pediu o clube.

Vice-presidente da Segunda Comissão, o auditor Carlos Eduardo Cardoso explanou o voto pela punição, que ainda cabe recurso, e foi acompanhado auditores Marcelo Vieira, Irui Engel e presidente Felipe Silva. “As duas equipes envolvidas nesse processo não atingiram pontos para avançarem, mas cabe a essa comissão analisar supostas infrações cometidas. Não vi preocupação e zelo não vi por parte do Porto Velho”, explicou.