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Ismael Marreta embarca para o Rio de Janeiro em mais um desafio no LFA

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Foto: Arquivo Pessoal/Ismael Marreta

Invicto há sete anos nas Artes Marciais Mistas (MMA em inglês), Ismael “Marreta” Bonfim voltará ao cage do Legacy Fighting Alliance (LFA) na próxima sexta-feira (11/03). O lutador brasiliense vai fazer o seu segundo confronto no evento e caso saia vitorioso, a oportunidade de ser “promovido” ao Ultimate Fighting Championship (UFC) aumenta. A LFA tem por histórico ser a vitrine dos grandes eventos de luta como o Bellator, ONE e o próprio UFC.

Marreta é atleta profissional desde 2011 quando fez seu primeiro combate contra Lucas Oyapok no Rockstrike MMA e saiu vitorioso. De lá para cá foram mais 18 lutas e apenas três derrotas no currículo. A última foi em 2014 contra o hoje atleta do UFC Renato Moicano. Na LFA, Ismael pegou um duríssimo adversário em sua estreia em julho do ano passado, mas venceu. O peso leve enfrentou Rangel de Sá, campeão do Shooto e aluno de Pedro Rizzo, um dos pioneiros do MMA no Brasil.

A luta foi duríssima e como de costume do atleta, Marreta partiu para cima, conectando ótimas sequências e mostrando que o seu boxe está afiado. Ismael sabe que para chegar ao topo, o nível é altíssimo, mas o lutador se diz preparado e já prospecta o próximo adversário. “Vou lutar com o número 1 do ranking nacional de MMA”, disse o atleta se referindo a Andrey “Mineiro” Augusto, com quem tem luta marcada para esta sexta-feira (11/03) no LFA 126, no Rio de Janeiro.

Foto: Divulgação/LFA

Ismael viaja na próxima quarta feira (09/03) e contou ao Distrito do Esporte como foi a preparação para o combate. “Foi o meu melhor camp. Treinei duro tanto na Cerrado MMA (academia em Brasília), quanto em São Sebastião com meu irmão Gabriel Bonfim, que também vai lutar no mesmo evento”, falou. Marreta ainda disse como pretende executar suas ações. “Meu plano de luta é manter o combate em pé, embora me sinto bem tanto como striker (lutando em cima) ou no grappling (luta de solo)”, contou.

O corte de peso foi de acordo como planejado. “Meu corte de peso está sendo excelente, sem sofrimento. Estou fazendo a dieta certa, vamos bater o peso bem. Agradeço ao meu nutricionista, Lucas Catta, pelo trabalho impecável. Nunca foi tão fácil meu corte de peso”, frisou Marreta.

Para o peso leve, que está com o cinturão vago após Nick Browne assinar com o Bellator, uma vitória em cima de Andrey Mineiro, o coloca bem próximo do maior evento de MMA do planeta. “A expectativa é essa, vencer e enfim assinar com o UFC. Venho batalhando para isso”, finalizou Ismael marreta.

No NBB, BRB/Brasília Basquete recebe o Corinthians sem presença de público

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Foto: Matheus Maranhão/ BRB/Brasília Basquete

Após 16 dias longe das quadras, o BRB/Brasília Basquete retorna nesta terça-feira (08/03) ao Novo Basquete Brasil, o NBB. A última partida da equipe do Distrito Federal foi antes do carnaval, no dia 16 de fevereiro. Naquela oportunidade, o time perdeu fora de casa para o Mogi. Virando a chave para o atual adversário, o esquadrão extraterrestre enfrenta o Corinthians, em casa, mas sem a presença de público na Arena BRB Nilson Nelson.

Mesmo o decreto do governador Ibaneis Rocha permitindo a presença de torcedores em eventos esportivos, o Brasília optou por não abrir os portões do ginásio para a torcida, fazendo com que o confronto diante do Corinthians não tenha o apoio dos adeptos. Segundo o clube, eles optaram pela não comercialização de ingressos e distribuição de cortesias por conta do curto espaço de tempo, que dificultaria a logística e a execução das demandas.

O duelo diante do Corinthians está marcado para às 20h, na Arena BRB Nilson Nelson. O confronto é válido pelo segundo turno do NBB. Atualmente, o BRB/Brasília Basquete está na última colocação, com apenas 17,4% de aproveitamento. A equipe venceu apenas quatro jogos em 243 partidas, com 19 derrotas. Já o alvinegro paulista está na 13ª posição, com 34,8%. O clube conta com oito vitórias e 15 derrotas.

Confira a nota completa

Prezados torcedores do nosso BRB/Brasília Basquete,

Apesar da liberação, por parte do Governo do Distrito Federal, para a presença de público em eventos esportivos (a partir de 7/3), a equipe da capital federal optou pela não comercialização de ingressos e distribuição de cortesias para a partida desta terça-feira (8/3), diante do Corinthians/SP, às 20h, na Arena BRB Nilson Nelson.

O curto espaço de tempo dificultaria a logística e a execução de todas as demandas necessárias para a realização de um evento perfeito, podendo causar algum desconforto para o público que estivesse presente na Arena. Por isso, a equipe decidiu por contar com o público apenas no próximo duelo em casa, diante do Rio Claro (26/03).

Vamos em frente.

Real Brasília vence bem o Santos na estreia do Brasileirão Feminino

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Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

O Distrito Federal já tem a primeira vitória na Série A-1 do Campeonato Brasileiro Feminino e ela veio trajada com as cores do Real Brasília. Na tarde deste domingo (6/3), as Leoas do Planalto estrearam na temporada 2022 com triunfo sobre o Santos, no Estádio Defelê, na Vila Planalto. O resultado de 3 a 1 das candangas sobre as adversárias paulistas foi construído com base no bom futebol do time aurianil e um golaço marcado por Sassá.

Durante a partida, o time candango mostrou que dará trabalho na briga por vaga nas quartas de final do Brasileirão Feminino. A consistência na defesa e a letalidade no ataque foram as armas do Real Brasília para confirmar a vitória na estreia e garantir um lugar no grupo das oito classificadas. Com dois jogos em aberto na primeira rodada, as Leoas do Planalto aparecem na primeira colocação.

Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Real Brasília abre dois de frente

Consistente no gramado, o Real Brasília não demorou para conseguir abrir o marcador e construir uma boa vantagem contra as santistas no Defelê. Aos 12 minutos de partida, Gaby Soares apareceu bem posicionada na grande área, subiu de cabeça e marcou o primeiro gol candango no Brasileirão Feminino. Cinco minutos depois, um golaço deixou as Leoas do Planalto ainda mais confortáveis.

Sassá recebeu na entrada da área, limpou a marcação das defensoras santistas e deu um belo chute no ângulo esquerdo da goleira Vivi. Em desvantagem, o Santos tentou ir ao ataque. Aos 25, Jane chutou cruzado, mas errou o alvo. Com 33, Cristiano passou a bola para Ketlen. A atacante clareou a jogada, mas a finalização desequilibrada parou nas mãos da goleira Dida.

Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Candangas mantém vantagem

O Santos voltou modificado para o segundo tempo e, com cinco minutos, Thaisinha cruzou para Ketlen parar outra vez em Dida. Em nova boa chegada ofensiva, o Real Brasília fez o terceiro e encaminhou a vitória. Após bola levantada na grande área, a zagueira Rafa Soares aproveitou desatenção da marcação santista e marcou o terceiro das Leoas do Planalto na partida no Defelê.

Com 23 minutos, o Santos conseguiu diminuir a desvantagem. Após bom cruzamento de Fernanda, Ketlen mostrou oportunismo e desviou de barriga para o gol candango. O lance chegou a dar certo ânimo para as paulistas, mas, seguras, as candangas impediram maiores problemas. Com 33, Dida fez nova defesa segura em chute de Brena e garantiu o bom resultado para o Real Brasília na estreia.

Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Real Brasília 3
Dida; Roberta (Natasha Rosas), Rafa Soares ⚽, Isabela Melo e Bruna Natieli; Sassá ⚽, Gaby Soares ⚽ (Vivian) e Petra (Thais Lemos); Maria Dias (Carol Gomes), Nenê e Dany Helena. Técnico: Adílson Galdino

Santos 1
Vivi Holzel; Bruninha, Tayla, Sassá, e Stabile; Brena (Ana Carla), Julia (Thaisinha) e Erikinha (Fernanda); Ketlen ⚽, Jane e Cristiane (Gadu). Técnica: Tatiele Silveira

Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Em jogo faltoso, Brasiliense e Ceilândia empatam sem gols no Abadião

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Lucas Bolzan/Distrito do Esporte

Nesta tarde deste sábado (5/3), Brasiliense e Ceilândia deixaram de lado a empolgação pelas respectivas classificações na Copa do Brasil e mediram forças pelo Campeonato Candango BRB, no Estádio Abadião. O primeiro jogo das duas equipes no quadrangular semifinal estava cercado de expectativa, não só pela qualidade dos elencos, mas principalmente, por conta do último embate entre os dois, uma sonora goleada do Jacaré por 5 a 1. Porém, em jogo lento, o Gato Preto e o Jacaré empataram por 0 a 0.

As fortes chuvas no Distrito Federal deram espaço para um belo sol no Abadião. No primeiro tempo, o mais animado em campo foi o Lobo Guará, novo mascote do Candangão. A partida foi marcada por faltas duras e a invasão do dirigente Ari de Almeida. Exaltado e reclamando bastante, ele foi retirado de campo por colegas da delegação alvinegra. No mais, os dois times conseguiram finalizar apenas uma vez ao alvo.

A etapa complementar manteve a tônica de faltas duras, cartões amarelos e pouco futebol. O árbitro Marcos Antônio dos Santos foi pressionado durante todo o segundo tempo e teve dificuldades em manter a ordem durante a partida. Com pouquíssimas chances, a partida não teve outro caminho a não ser o empate sem gols.

Lucas Bolzan/Distrito do Esporte

Equilíbrio, calor e faltas

Nos primeiros minutos de jogo, o Brasiliense manteve a posse de bola, trocando passes no campo de defesa do Ceilândia buscando, principalmente, o jogo aéreo. Porém, quem chegou primeiro foi o Gato Preto. Badhuga bobeou e Gabriel Pedra invadiu a área. Entretanto, o atacante chutou na rede, mas pelo lado de fora. Além do sol, o clima dentro de campo também esquentou.

Primeiro, Andrezinho cometeu uma entrada temerária em cima de Cabralzinho, lance em que o amarelo saiu barato para o lateral do Jacaré. Posteriormente, em um choque entre dois jogadores do Ceilândia, uma falta contra o Brasiliense foi marcada e a arbitragem passou a ser pressionada, inclusive pelo dirigente ceilandense, que basicamente invadiu o campo.

O forte calor forçou uma parada técnica para a hidratação dos jogadores. Os goleiros, antes meros espectadores, apareceram após a pausa no jogo. Aos 34 minutos, Gabriel Pedra finalizou fraco para defesa de Edmar Sucuri. Cinco minutos depois, Zotti cobrou falta de longe, assustando a meta do Gato Preto. Na melhor chance do Jacaré na primeira etapa, Luquinhas chutou forte de dentro da área e Matheus Kaiser fez boa defesa, evitando o primeiro gol da partida.

Etapa final lenta

O segundo tempo começou equilibrado e faltoso. Andrezinho, lateral direito do Jacaré,  se tornou um forte candidado à expulsão, cometendo seguidas faltas. Logo, o treinador Celso Teixera, optou por sacar o lateral e improvisar o volante Aldo na posição.

As defesas seguiram levando a melhor sobre os ataques. Aos 20 minutos, Tobinha avançou pela esquerda. Contudo, finalizou por cima do gol. O Ceilândia respondeu com Romarinho, em mais um chute por cima da meta. Com as muitas pausas para conversas entre árbitro e jogadores, a bola pouco rolou no gramado. Aos 41, aconteceu a melhor chance do segundo tempo. Romarinho invadiu a área e chutou cruzado e rasteiro, à esquerda do gol de Sucuri.

Com poucos acréscimos, o Jacaré até marcou um gol, porém, o lance foi anulado pela arbitragem. No fim, 0 a 0 e um ponto para cada time na largada da briga por um lugar na decisão do Campeonato Candango.

Próximos compromissos

O Jacaré terá uma semana para treinar e descansar, pensando no jogo de sábado (12/3), contra o Capital, no estádio JK, às 15h30. O Ceilândia jogará pela segunda fase da Copa do Brasil, na próxima quinta-feira, (10/3), às 21h30, em Santa Catarina. O adversário será o Avaí, no estádio da Ressacada. Quatro dias depois (14/3), às 15h30, em uma segunda-feira, o Ceilândia receberá o Gama, no estádio Abadião, em partida válida pelo Candangão.

Brasiliense 0
Edmar Sucuri; Andrezinho🟨(Lúcio🟨), Badhuga, Preto Costa🟨(Keynan) e Goduxo; Railon, Aldo e Zotti (Peninha); Daniel Alagoano (Tobinha), Luquinhas (Matheus Barbosa) e Marcão. Técnico: Celso Teixeira

Ceilândia 0
Matheus Kaiser; Fernando Gomes🟨, Vidal, Igor e Gleissinho🟨(China); Gabriel Henrique, Tarta, Mirandinha (Crystian) e Cabralzinho🟨(Geovane); Romarinho e Gabriel Pedra (Romário). Técnico: Adelson de Almeida

Capital aproveita chances e vence na abertura do quadrangular semifinal

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Foto: Gustavo Roquete/Capital C.F.

Colaborou João Gomes, repórter do portal Esportes Brasília

Quarto colocado na primeira fase, o Gama iniciou o quadrangular semifinal recebendo o Capital no estádio Serra do Lago, em Luziânia (GO). Diferentemente do primeiro confronto entre as equipes na atual temporada, o embate deste sábado (05/03) foi bem movimentado, com gols e um grande jogo entre os clubes. Porém, o Capital saiu mais feliz ao conquistar três pontos. Os gols da Coruja foram marcados por Roberto Pítio e Julen Sandy, e Caio descontou para o Gama.

Após falha do sistema defensivo alviverde, o Capital abriu o placar com Roberto Pítio aos 11 minutos. A insegurança gamense tomou conta do jogo e somente depois da parada técnica a equipe voltou a assustar. O goleiro Léo Rodrigues fez duas ótimas defesas na primeira etapa. O segundo tempo teve mais gols, um para cada lado. O Gama empatou com Caio após cobrança de escanteio, mas viu o Capital liquidar o confronto com Sandy nos minutos finais do confronto.

Insegurança da defesa gamense define placar do primeiro tempo

Muito estudado, os primeiro dez minutos foram de muitas trocas de passes, mas sem efetividade para os dois lados. Quando o cronômetro chegava aos 11′, o volante Borges rolou mal a bola para a zaga, Roberto Pítio antecipou a defesa gamense, dominou, avançou e bateu no canto esquerdo de Pallagi, abrindo o placar para o Capital. No minuto seguinte, Romarinho rolou para Wallace, o volante deixou a bola para Charles e o meia chutou forte para o gol, Pallagi não segurou e Pítio empurrou para o fundo do gol, mas o tento foi anulado por impedimento pela arbitragem.

Com 13′, Milla cruzou na área e Robert cabeceou, mas Léo Rodrigues defendeu com segurança. Nove minutos depois, em mais uma bola alçada na área, o Gama chegou ao ataque, mas desta vez Hícaro que cabeceou e o arqueiro da Coruja segurou com tranquilidade. Aos 29′, Espeto deu bom passe para Carlos Magno, que chutou cruzado e viu a bola passar perto da trave esquerda de Léo Rodrigues.

Três minutos depois, bela jogada gamense. Robert recebeu ótimo lançamento, encobriu dois defensores, rolou para Carlos Magno, o meia passou para Mesquita e devolveu na entrada da área para Robert, o centroavante chutou firme e Léo Rodrigues fez ótima intervenção. Aos 42′, Milla cruzou rasteiro na área, Mesquita não alcançou e a bola sobrou livre para Robert, mas o centroavante chutou de bate-pronto fraco e o arqueiro da Coruja não teve trabalho.

No minuto seguinte, Léo Rodrigues salvou o Capital. Mesquita avançou pela esquerda e rolou para Milla, o atacante dominou, cortou Felipe Assis e soltou uma bomba, e Léo Rodrigues fez um milagre. Na continuidade do lance, bola lançada na área e Robert cabeceia para o gol, que ainda contou com desvio de Milla, e Emerson tira em cima da linha. Aos 46′, Ferrugem perdeu a bola na entrada da área para Romarinho, o atacante rolou para Wallace, que achou Felipe Clemente livre, o camisa 11 chutou e Pallagi defendeu.

Um gol para cada lado

Seguindo o início da primeira etapa, as equipes não conseguiam levar perigo ao gol adversário. Atrás do placar, o Gama fez três substituições com intuito de dar mais movimentação ao ataque. Porém, o empate veio de um jogador defensivo. Aos 20′, Carlos Magno cobrou escanteio e Caio subiu mais que a defesa do Capital para cabecear firme para o fundo do gol, deixando tudo igual no Serra do Lago.

Próximo dos 40 minutos, o Capital voltou a ficar à frente do placar em Luziânia. Em um contra-ataque rápido pela direita de ataque, Judson passou Léozinho e achou Sandy dentro da área. O meia dominou no peito e chutou forte, sem chances para o goleiro Pallagi. Com o resultado positivo, a Coruja controlou os minutos finais e venceu o confronto por 2 a 1, assumindo a liderança provisória do quadrangular semifinal.

Próximos jogos

A segunda rodada do quadrangular semifinal terá continuidade no sábado (12/03) às 15:30 com o confronto entre Capital e Brasiliense no estádio Juscelino Kubitschek, no Paranoá. O Gama enfrenta o Ceilândia na segunda-feira (14/03) às 15:30 no estádio Abadião, em Ceilândia. Porém, o Gato Preto jogará durante a semana. Os comandados de Adelson de Almeida enfrentarão o Avaí pela segunda fase da Copa do Brasil na próxima quinta-feira (10/03) às 21:30 no estádio Ressacada, em Florianópolis (SC).

Gama 1
Pallagi; Alex, Ferrugem, Hicaro (Caio ⚽), Espeto 🟨; Vítor, (Iago) Borges, Carlos Magno; Mesquita (Abu), Milla e Robert (Júnior Batata).
Técnico: Jonilson Veloso

Capital 2
Léo Rodrigues; Gabriel, Juan Pablo 🟨, Emerson 🟨, Felipe Assis; Wallace, Geovane, Charles, Romarinho; Felipe Clemente e Roberto Pítio ⚽.
Técnico: Édson Porto

Cresspom sofre na bola aérea e perde para o Internacional no Brasileirão

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Foto: Divulgação/Cresspom

A estreia do Cresspom na Série A-1 do Campeonato Brasileiro Feminino teve um algoz: a bola alçada na grande área. Na tarde deste sábado (5/3), as Tigresas do Cerrado debutaram na competição nacional diante do Internacional, no Sesc Campestre, em Porto Alegre. Porém, com dois gols sofridos a partir de cruzamentos das Coloradas, o time candango acabou derrotado, por 2 a 1.

“O time está de parabéns. Foi a nossa estreia no Campeonato Brasileiro e fizemos um bom jogo. O Inter é muito qualificado. Agora, é trabalhar para melhorar os erros e partir para a próxima. Não temos muito tempo para lamentar”, avaliou a atacante Isa. No próximo domingo (13/3), o Cresspom estreia em casa contra o Flamengo, às 15h, no Abadião, com possível presença de público nas arquibancadas.

Pressão colorada

Na etapa inicial, a primeira chance foi do Inter. A Belinha avançou pela intermediária e chutou mal para fora. Aos 11 minutos, Milene perdeu uma chance inacreditável. Lelê fez cruzamento rasteiro na medida, mas Milena pegou mal na bola e mandou por cima do gol do Cresspom. Com 16, Lelê criou nova chance. Aos 18, as Coloradas quase marcaram, mas o chute de fora da área carimbou o travessão da goleira Letícia.

Foto: Divulgação/Cresspom

O Cresspom levou perigo somente aos 20. Buga cruzou na área e Dani Batista finalizou para fora. Dois minutos depois, o Inter colocou outra bola na trave, desta vez com Milene Fernandes. De falta, Jenny também errou o alvo. Aos 29, Letícia fez grande defesa em cabeceio gaúcho. Aos 35, as jogadas aéreas começaram a dar dor de cabeça. Fabi Simões cruzou na medida e Lelê apenas escorou para abrir o placar para o Internacional. De longe, Isa assustou as gaúchas aos 47.

Gols no início

Novamente pelo alto, o Cresspom levou o segundo logo no primeiro minuto da etapa final. Duda cobrou falta na medida para Sorriso cabecear alto, sem chances para Letícia. Aos cinco, o Cresspom diminuiu. Isa recebeu passe na entrada da área e chutou com estilo para diminuir a diferença no placar. Com seis, Lelê recebeu novo cruzamento e mandou para fora. O time candango chutou novamente aos 25 minutos com Kekê, mas fora do alvo gaúcho. Com 29, Mileninha tentou chute por cima, mas errou a finalização.

Na pressão, o Inter quase chegou ao terceiro. Tamara cabeceou, Letícia desviou parcialmente e a zaga tirou em cima da linha. Milene teve outra chance na sequência, mas ninguém desviou o chute cruzado. Aos 40, Duda mandou bom lance para fora. Depois, Mileninha perdeu duas chances seguidas. Primeiro, livre na área, mandou bom passe por cima. Logo depois, perdeu a última chance das gaúchas ao dominar e ver Letícia antecipar o lance. No fim, o Cresspom tentou uma blitz, mas o empate não veio.

Internacional 2
Mayara; Capelinha, Bruna Benites, Sorriso ⚽ e Belinha 🟨 (Isadora Haas); Djeni, Mai Mai (Zóio 🟨) e Duda; Fabi Simões (Tamara Bolt), Millene Fernandes e Lelê ⚽ (Mileninha). Técnico: Maurício Salgado

Cresspom 1
Letícia Rodrigues; Buga, Camila (Silvana Baiana), Bruna Amarante e Di Menor; Thaynara, Nath Pitbull, Patrícia Derrico (Eliane) e Isabela ⚽ (Silvania); Moara (Kethlen) e Dani Batista 🟨 (Michelle). Técnico: Robson Marinho

Gerente de futebol se despede do Brasília: “muita gratidão”

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Foto: Bruno Batista/Brasília F.C.

Por Rayssa Loreen e Lucas Espíndola

Sem compromissos por enquanto, o Brasília começa a passar por mudanças. O gerente de futebol, Marcelo Silveira, se despediu do clube em fevereiro, logo após o término da primeira fase do Campeonato Candango BRB 2022. Em entrevista ao Distrito do Esporte, ele expressou carinho e gratidão aos jogadores do time, além de elogiar e demonstrar surpresa em relação ao futebol candango.

Na gerência por dois anos, Marcelo esteve com a equipe na volta à elite e na preparação para a temporada de 2022. O planejamento dele, a princípio, era continuar com o elenco que disputou a Segundinha, mas o plano foi impedido por questões financeiras. O problema foi o mesmo na hora de escolher o time para a disputa do Candangão.

“Eu tinha uma visão de trazer jogadores com nível mais alto para chegarmos com força, mas novamente recebi contato do presidente dizendo que a situação financeira estava complicada”, disse. O plantel montado pelo Marcelo contava com poucos remanescentes do vice-campeonato conquistado pelo Colorado em 2021, quando perdeu a final nos pênaltis para o Paranoá, no Mané Garrincha.

De volta à elite e gratidão

O Candangão começou com vitória para o Colorado. O time entrou em campo contra o Luziânia, no estádio Serra do Lago, e venceu por 2 a 0. Porém, o gosto de vitória não durou muito e na segunda rodada já apareceu o primeiro empate, dessa vez no confronto contra o Unaí. No duelo seguinte, a primeira derrota: no estádio Abadião, o Brasília foi derrotado pelo Ceilândia. Para Marcelo, o time continuou oscilando ao longo da temporada, mas conseguiu deixar boas impressões em algumas partidas.

“Quando tivemos dificuldade, foi pela falta de trabalho e acredito que com mais tempo teríamos um êxito maior”, concluiu. O agora ex-gerente do time se despede com gratidão e cita diretamente os jogadores do elenco. Marcelo ressalta que todos eles foram corajosos e focados no trabalho para conseguir a permanência na primeira divisão.

Antes de ter desembarcado na capital federal, o agora ex-gerente de futebol do Brasília atuou no futebol do Rio Grande do Sul. De lá, Marcelo trouxe alguns atletas do Bagé para a disputa do Campeonato Candango. O profissional possui passagens no departamento de futebol do Duque de Caxias, Boavista e Rio São Paulo.

Confira na íntegra a fala do ex-gerente do Brasília

“Também gostaria de reiterar na minha entrevista à qualidade do campeonato brasiliense, onde fui surpreso com atletas de nível muito elevado e tenho a certeza de que logo logo o o Brasília terá um time no cenário principal do futebol brasileiro.Foi muito bom pra mim como gerente de futebol passar num campeonato com tanta qualidade. Estou me desligando e desejo sucesso ao clube. Vida que segue e obrigado”.

Metade das equipes do Campeonato Candango demitiram seus treinadores

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Editora de arte/DDE

Em meio as expectativas da torcida e os prognósticos da imprensa, a primeira fase do Campeonato Candango BRB 2022 chegou ao fim, dando início ao quadrangular semifinal, que começa neste sábado (5/3). Favoritos foram apontados, postulantes ao rebaixamento também, entretanto algo rotineiro chamou atenção: a substituição dos comandantes nos bancos de reservas dos times do quadradinho no decorrer da competição.

Em 2021, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), até tentou dar um fim à triste política de demissão precoce dos treinadores no futebol nacional, contudo, no regulamento havia brechas. Clubes das séries A e B do Campeonato Brasileiro só poderiam obter dois treinadores durante as 38 rodadas, após isso deveriam recorrer a um profissional de sua comissão técnica, porém demissões deram lugar a acordos e o fracasso da intervenção foi iminente e mais tarde, ratificado nesta temporada, pois a medida foi recusada pelos clubes, de maneira unânime.

Em 2022, pelo nosso torneio local, foram seis trocas de treinadores (duas de um único clube) em menos de um mês de competição. Ao término de cinco das nove rodadas do Candangão, cinco times efetuaram a troca de sua comissão técnica, conforme o quadro abaixo:

Editora de arte/DDE

Algumas trocas surgiram efeito

Edson Porto, certamente é o maior exemplo de sucesso. O Capital veio com um investimento financeiro considerável e o treinador Vilson Tadei, atual tricampeão do Candango, formando a receita do sucesso. Entretanto, após dois jogos a diretoria mudou de ideia, veio Edson Porto e com ele a maior série invicta do campeonato até aqui (dois empates e cinco vitórias). Assim como a Coruja, o Brasiliense também estará no quadrangular semifinal. Em apenas três jogos, Celso Teixeira mudou o ímpeto do grupo e dos 23 gols do Jacaré no torneio, 10 aconteceram sob o comando do novo treinador.

Outras nem tanto

Dois rebaixados para a Segundinha substituíram seus técnicos com a disputa em andamento. O Luziânia trouxe Ricardo Antônio a três rodadas do fim, na esperança de um milagre (que não aconteceu). Um empate e duas derrotas culminaram na campanha pífia da Igrejinha, que conquistou apenas dois pontos em 27 possíveis.

O Unaí evoluiu nas mãos de Emerson Matheus, mas ainda sim, pouco para a situação que o próprio verdão havia se colocado. É bom lembrar que o Unaí havia trocado de treinador às vésperas do início da competição. Por fim o Taguatinga, em meio às polêmicas de seu presidente (que comandou inclusive a Águia à beira do campo na última rodada) apostou no revezamento de seus comandantes e escapou do descenso somente na última rodada.

Ramon Villar, experiente cronista do futebol da capital, acredita em falta de planejamento por parte dos dirigentes.

“Acho que falta sim por parte dos clubes, não sei se é o melhor planejamento ou se é especificamente no caso aqui do nosso futebol candango, os dirigentes das equipes buscarem treinadores mais alinhados com aquele tipo de jogo que eles querem fazer no campeonato. Campeonato Candango é um campeonato curto, né? Muita gente sabe que só vai jogar ali o candango e não vai ter depois calendário pra frente, mas quer pelo menos se manter na primeira divisão do Candangão. Então talvez lhes falte uma visão um pouco melhor de que tipo de treinador trazer; vou trazer um treinador que gosta de atuar mais ofensivamente. Vou trazer um que gosta de montar as equipes pensando prioritariamente na defesa, no sistema defensivo e aí ele parte pro ataque. Então, acho que falta talvez um pouquinho mais de análise para boa parte dos clubes, na hora de definir o seu treinador” pontuou Ramon.

Em relação às trocas, a mudança tem acontecido para melhor, segundo o ponto de vista de Ramon.

“Em relação às trocas, às vezes é preciso você fazer a troca e o momento da troca sempre é aquele momento em que você tenta dar uma injeção de ânimo diferente no seu grupo de jogadores. Então vem o treinador outra cabeça, com uma outra forma de jogo, né? Dá aquela injeção realmente de ânimo no grupo e muitas vezes isso dá certo. Pode até não dar, como aconteceu, por exemplo, com Luziânia, mas penso que o Luziânia já trouxe o Ricardo Antônio tardiamente, não sei até se tivesse vindo mais cedo se não conseguiria fazer algo melhor. E outros deram certo, né? O capital, o próprio brasiliense, mudando a forma de jogar, então eu tenho impressão que vale a pena fazer essa mudança, porque há sempre uma chance para poder funcionar bem, possa dar certo. Eu, na posição de um dirigente de clube, olho para o time e ele está mal, mas com tempo de recuperar, procuro outro treinador, pois é mais fácil trocar o treinador do que o elenco inteiro.” Concluiu o Cronista.

Brasília Vôlei perde para o Osasco e vê playoff distante na Superliga

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Foto: Divulgação/Osasco

Na reta final da Superliga Feminina, o Brasília Vôlei está encarando cada partida como uma final na tentativa de emplacar uma vaga nos playoffs da competição nacional. Porém, na noite desta sexta-feira (4/3), o time candango sofreu um revés e viu a classificação ficar mais complicada. O time candango visitou o Osasco, no Ginásio Professor José Liberatti, na cidade paulista, e acabou derrotado por 3 sets a 0, parciais de 25/22, 25/21 e 25/19.

Mesmo diante de um dos líderes da Superliga (o time paulista ocupa a terceira colocação geral), o Brasília Vôlei tentou impôr seu ritmo e, apesar de não ter levado nenhum set, vendeu caro a derrota para o Osasco. O time brasiliense liderou em diversos momentos das parciais, mas caiu de ritmo no final de cada uma delas e não conseguiu vencer. A equipe verde volta à quadra na próxima terça-feira (8/3), às 16h30, contra o Valinhos, fora de casa, com transmissão do SporTV 2.

O jogo

Empurrado pelo bom desempenho de Ana Cristina nos saques, o Brasília Vôlei começou a partida com uma largada excelente e chegou a abrir quatro pontos de frente com um 6 a 2. Porém, na sequência do confronto, o Osasco recuperou o ritmo e tirou toda a vantagem de uma só vez. As candangas mostraram poder de reação e chegaram a retomar a frente e manteve o bom ímpeto até a reta final. Porém, com muitos erros das visitantes, as paulistas fecharam o set em 25 a 22.

A alternância na liderança do marcador do Ginásio Professor José Liberatti seguiu intensa na segunda parcial de Osasco e Brasília. O saque seguiu sendo a principal arma da equipe do Distrito Federal na tentativa de desestabilizar as adversárias. Entretanto, apesar do bom desempenho, o roteiro da queda na reta final se repetiu mais uma vez. Recuperando o volume de jogo, as paulistas tomaram à frente do marcador e ganharam por 25 a 21.

A nova queda de desempenho em um momento importante das parciais parece ter afetado o Brasília Vôlei. No terceiro set, o Osasco fez ótimo uso do fator casa e da empolgação da torcida para ter uma caminhada com menos turbulência. A vantagem criada logo nos primeiros pontos foi importante para o time paulista manter a segurança conforme a partida avançada e encaminhar a vitória. O 25 a 19 no fim foi suficiente para decretar mais um triunfo.