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Rogerinho e André Sá discorrem sobre ATP Champions Tour Brasília

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ATP Champions Tour
Foto: Marcelo Zambrana

Com a aproximação do ATP Champions Tour etapa Brasília, os tenistas envolvidos no evento já desembarcaram na capital federal. Na manhã desta sexta-feira (7/10), aconteceu um evento nas quadras auxiliares do complexo de tênis localizado ao lado do Ginásio Nilson Nelson, reunindo todos os jogadores do evento. Ainda nesta sexta, os atletas irão fazer um treinamento para o ATP.

Primeiramente, os tenistas participantes atenderam a imprensa. Depois, David Ferrer, André Sá, Fernando Gonzalez e Rogerinho ficaram batendo bola em uma das quadras. Enquanto isso, Tommy Haas brincou e ficou na cadeira principal do juiz. Logo em seguida, os jogadores atenderam os fãs que estavam presentes no complexo e algumas crianças que estavam jogando em outras quadras.

A reportagem do Distrito do Esporte conversou com os brasileiros Rogerinho e André Sá. Aposentado desde fevereiro deste ano (2022), Rogério Dutra Silva falou sobre o evento no DF. “É muito bacana rever os amigos do circuito, nível muito alto, além do povo brasileiro, é muito legal. Quando rolou a primeira conversa, fiquei muito entusiasmado de participar de um evento como esse, ainda mais uma cidade como essa que sempre teve grandes eventos durante vários anos. Então acho importante ter um evento desta magnitude em Brasília”.

Rogerinho também falou sobre a preparação para o ATP Champions Tour, além do clima de Brasília nesta época do ano. “Eu me aposentei, mas continuo jogando, né?! Jogo desde os meus cinco anos de idade, sinto prazer, fiz isso durante a vida inteira, então pra mim é fácil. Já joguei muitas vezes em Brasília, tem vez que quando o sol vem é pra rachar (risos). O clima fechado assim é bom para nós e para o público”, concluiu.

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ATP Champions Tour
Foto: Marcelo Zambrana

André Sá, de 45 anos, falou sobre a expectativa em cima do evento. “Expectativa enorme. Poder estar competindo novamente é sempre legal, ainda mais com esses jogadores que trouxeram para Brasília. O público tem tudo pra ter um show de tênis e profissionalismo. Esses atletas que vieram para cá ainda estão inteiros fisicamente, estão jogando bem”, iniciou o tenista.

“Estou há quatro anos sem competir de forma profissional, mas a gente nunca deixou de jogar. Eu sempre falo: ‘parei de jogar profissionalmente, mas ténis jamais’. A gente sempre tenta manter o corpo em dia, mas quando pintou essa oportunidade, pintou o convite (para o ATP Champions Tour), intensifiquei mais o trabalho dentro de quadra para pegar o ritmo e fazer bonito”, concluiu o atleta.

Ingressos

O torcedor que deseja acompanhar a competição, deverá adquirir o ingresso pelo site da Bilheteria Digital. Serão quatro áreas de acomodação para os adeptos do tênis. Os valores variam de R$ 90,00 (noventa reais) à R$ 1.110,00 (um mil, cento e dez reais), referentes à meia-entrada. Vale ressaltar que será válida a meia solidária, que permite que o torcedor pague meia-entrada doando 1kg de alimento não-perecível.

Grade de jogos ATP Champions Tour Brasília

Sábado (8/10) – 12h

Fernando Gonzalez vs. Tommy Haas
Em seguida
David Ferrer vs. David Nalbandian
Em seguida
David Ferrer/Rogerinho vs. André Sá/David Nalbandian

Domingo (9/10) – 10h30

Fernando Gonzalez/Rogerinho vs. André Sá/Tommy Haas
Não antes de 12h
Fernando Gonzalez vs. David Nalbandian
Em seguida
David Ferrer vs. Tommy Haas

Áreas e valores dos ingressos

R$ 90,00 (meia-entrada) – Arquibancada Descoberta
R$ 265,00 (meia-entrada) – Espaço Champions Open Bar (área coberta)
R$ 395,00 (meia-entrada) – Tribuna Open Bar (área coberta)
R$ 1.110,00 (meia-entrada) – Box descoberto 6 lugares

Clique aqui para comprar ingressos para sábado (8/10)
Clique aqui para comprar ingressos para domingo (9/10)

Mané Garrincha recebe programação especial no Dia das Crianças

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Estádio Nacional Mané Garrincha
Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

O Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, terá uma programação especial para comemorar o Dia das Crianças na próxima quarta-feira (12/10). Para celebrar o momento, o principal palco do futebol candango antecipou o Tour Nosso Mané, com a promoção do Tour Bastidores. Normalmente, o passeio acontece nas quintas-feiras, sextas-feiras e sábado. A exceção foi feita para atender a demanda oriunda do feriado.

O evento acontece em três horários diferentes: 10h, 13h55 e 15h30. Os interessados vão ter que desembolsar entre R$ 40 (meia-entrada) e R$ 80. Estudantes, idosos acima de 60 anos, e crianças de 4 a 12 anos pagam meia-entrada. Crianças de 0 a 3 anos não pagam. Além disso, não é obrigatório apresentar carteirinha de vacinação nem utilizar máscara durante o evento. Os ingressos já estão sendo comercializados pelo Sympla, clicando aqui.

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Dia de craque

O Estádio Nacional Mané Garrincha também vai receber a segunda edição do “Dia de Craque- Tour com pênaltis”, no dia 21 de outubro. Essa programação tem o objetivo de proporcionar uma experiência de jogador profissional aos visitantes com acesso aos vestiários, sala de coletiva e campo. A visita termina com a disputa de pênaltis.

Na primeira edição, 241 visitantes foram ao Mané Garrincha. O Nosso Mané é um conjunto de experiências na Arena BRB Mané Garrincha. Desde o tour guiado pelos bastidores, passando pela experiência de bater um pênalti em campo, até a aventura da tirolesa, o interessado vai conhecer a Arena de uma forma diferente do torcedor.

Os ingressos para esse evento também estão disponíveis pelo link https://site.bileto.sympla.com.br/nossomane/.

Organizadora da Stock Car joga DF para escanteio e troca por Interlagos

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Stock Car
Foto: Duda Bairros/Stock Car

A Vicar, principal promotora de motorsport do Brasil, anunciou na última quarta-feira (5/10) algumas mudanças no calendário da Stock Car, principal competição automobilística brasileira. Juntamente com ela, também houveram alterações na Fórmula 4, competição que o brasiliense Pedro Clerot lidera. As movimentações nas modalidades se devem ao Autódromo Internacional Nelson Piquet, situado na capital federal.

Por conta das reformas que acontecem na principal pista de Brasília, as provas que estavam marcadas para o quadradinho foram transferidas para Interlagos, em São Paulo. A Super Final da Stock Car estava confirmada para a capital federal, com a promessa que o autódromo estivesse pronto. As finais da Fórmula 4 e a Stock Car Pro Series também seriam em território candango.

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Foto: Duda Bairros/F4 Brasil

As últimas provas da Stock serão entre outubro e novembro. As etapas 10 e 11 serão em Goiânia, nos dias 22 e 23 de outubro. No dia 11 de novembro irá ocorrer a Super Final BRB, em Interlagos. A Fórmula 4 também adiou a penúltima etapa e remanejou as corridas na capital de Goiás para 6 de novembro. Cinco dias depois, a temporada será encerrada na capital paulista.

Fernando Julianelle, CEO da Vicar, falou sobre as alterações. “Algumas datas e locais do último trimestre de nossas categorias foram alterados, mas o importante é que realizaremos todas as etapas previstas, o que é importante para todos, incluindo fãs, patrocinadores e equipes”. Durante todo ano, houveram outras mudanças em datas e locais das corridas da Stock Car, Pro Series e Fórmula 4.

Superliga 2022/23: Brasília Vôlei estreia em casa nas duas categorias

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Brasília Vôlei
Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Quem acompanha o voleibol na capital federal vai poder se esbaldar na primeira rodada da Superliga 2022/2023, nas duas categorias, masculina e feminina. Nesta quarta-feira (6/10), a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) divulgou a tabela de jogos da maior competição nacional do desporto. O Brasília Vôlei irá estrear em casa tanto na competição dos homens quanto das mulheres.

O primeiro time a entrar em quadra será o masculino. Com o jogo marcado para o Ginásio Sesi de Taguatinga, casa do clube, os meninos entrarão em ação às 19h do dia 24 de outubro, diante do Minas. No dia 31 do mesmo mês, será a vez do time feminino. O duelo será duríssimo, diante do Praia Clube. A equipe mineira chegou até a final da Superliga na temporada passada, sendo derrotada pelo Minas.

Na temporada anterior, os times masculino e feminino fizeram uma campanha parecida. Na Superliga dos barbados, o Brasília Vôlei terminou na 10ª colocação. Foram seis vitórias em 22 partidas disputadas. Já as mulheres terminaram na 9ª posição, somando cinco triunfos em 22 confrontos. A expectativa é que os números melhorem na temporada atual e, quem sabe, beliscar uma vaga nos playoffs.

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Brasília Vôlei
Foto: Jéssica Telles/Sesi-SP

Confira a tabela de jogos do Brasília Vôlei na Superliga

Equipe Masculina

24/10, 19h – Brasília Vôlei X Minas, no Ginásio SESI Taguatinga
28/10, 20h – Vôlei São José X Brasília Vôlei, na Farma Conde Arena
02/ 11, 17h – Brasília Vôlei X Campinas, no SESI Taguatinga
08/11, 19h – Brasília Vôlei X Rede Cuca Vôlei, no Ginásio SESI Taguatinga
14/11, 19h – Vôlei Guarulhos X Brasília Vôlei, no Ginásio Arnaldo José Celeste
21/11, 21h30 – Brasília Vôlei x SESI – SP, no Ginásio SESI Taguatinga
27/11, 19h – Brasília Vôlei X Montes Claros Vôlei, no SESI Taguatinga
30/11, 21h30 – Cruzeiro Vôlei X Brasília Vôlei, no Ginásio Poliesportivo do Riacho
08/12, 19h30 – Uberlândia X Brasília Vôlei, no Ginásio General Mario Brum Negueiros
15/12, 21h – Brasília Vôlei x Suzano Vôlei, no Ginásio SESI Taguatinga
22/12, 19h – Blumenau x Brasília Vôlei, no Ginásio Sebastião Cruz

Returno

05/01, 21h30 – Minas x Brasília Vôlei, na Arena Unibh
15/01, 21h30 – Brasília Vôlei x São José, no Ginásio SESI Taguatinga
22/01, 19h – Campinas x Brasília Vôlei, no Ginásio Taquaral
26/01, 19h – Rede Cuca Vôlei x Brasília Vôlei, no Ginásio Paulo Sarasate
30/01, 21h30 – Brasília Vôlei X Guarulhos, no Ginásio SESI Taguatinga
05/02, 19h – SESI-SP x Brasília Vôlei, no SESI Vila Leopoldina
13/02, 21h30 – Montes Claros x Brasília Vôlei, no Ginásio Tancredo Neves
16/02, 21h30 – SESI Taguatinga. Brasília Vôlei x Cruzeiro , no Ginásio SESI Taguatinga

Equipe Feminina

31/10, 21h30 – Brasília Vôlei x Praia Clube, no Ginásio SESI Taguatinga
03/11, 19h- Barueri x Brasília Vôlei, no Ginásio José Correa
10/11, 19h- Brasília Vôlei X Fluminense, no Ginásio SESI Taguatinga
16/11, 19h – Brasília Vôlei x Brusque Vôlei, no Ginásio SESI Taguatinga
18/11, 18h30 – Flamengo x Brasília Vôlei, Ginásio Hélio Maurício
25/11, 18h30 – Brasília Vôlei x Bauru, no Ginásio SESI Taguatinga
29/11, 20h – Pinheiros x Brasília Vôlei, no Ginásio Henrique Villaboim
03/12, 17h – Brasília Vôlei x Minas, no Ginásio SESI Taguatinga
09/12, 19h – São Caetano x Brasília Vôlei, no Ginásio Milton Feijão
20/12, 21h30 – Brasília Vôlei x Maringá, no Ginásio SESI Taguatinga
10/01, 21h30 – Osasco x Brasília Vôlei, no Ginásio Municipal José Liberatti

Returno

13/01, 18h30. Praia Clube x Brasília Clube, na Arena Dentil
19/01, 19h. Brasília x Barueri, no Ginásio SESI Taguatinga
28/01, 18h. Fluminense x Brasília Vôlei, no Ginásio Hebraica Rio
04/02, 16h. Brusque Vôlei x Brasília Vôlei, na Arena Brusque
08/02, 19h. Brasília x Flamengo, no Ginásio SESI Taguatinga
14/02, 19h. Bauru x Brasília Vôlei, no Ginásio Paulo Skaf
24/02, 19h. . Brasília x Pinheiros, no Ginásio SESI Taguatinga
01/03, 21h30. Minas x Brasília, na Arena UniBH

Futuro promissor: jovem atleta de futevôlei fala sobre carreira precoce

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Larissa Oliveira, jogadora de futevôlei
Foto: Thiago Gambôa

O futevôlei ganha cada vez mais adeptos em território nacional. No Distrito Federal, uma atleta chama a atenção pela experiência, apesar da juventude. A jogadora Larissa Oliveira, de apenas 15 anos, é uma das promessas da capital federal. Larissa atua no esporte desde os seis anos e contou à equipe do Distrito do Esporte sobre o seu início e dificuldades encontradas em sua carreira.

Em conversa com o DDE, Larissa contou como é sua rotina de conciliar treino e escola, e falou sobre os desafios que enfrenta sem patrocínio para disputar os campeonatos espalhados pelo país. Mostrou ainda sua recheada prateleira de troféus, conquistados durante esses nove anos de carreira e relatou o seu maior sonho como atleta da modalidade.

Larissa Oliveira, jogadora de futevôlei
Foto: Thiago Gambôa

Interesse precoce pelo futevôlei

Larissa revelou que a sua maior motivação para iniciar no esporte foi seu pai. “Meu pai começou a praticar o futevôlei e eu ficava assistindo ele jogar. Depois eu comecei a jogar, treinar e me dedicar”, contou. A paixão prematura pelo esporte cresceu e rendeu muitos títulos, mas as conquistas não se aliaram aos recursos financeiros. “Eu preciso de patrocínio. São eles que vão me ajudar nas viagens”, declarou.

Com apenas 15 anos, Larissa concilia educação e esporte indo à escola pela manhã e treinando à tarde. E apesar dos vários campeonatos na conta, a menina está sempre à procura de mais. Ainda em 2022, ela garante que estará em outros torneios e busca aumentar seu número de troféus. “Esse ano vou participar de mais campeonatos. Estou me preparando bem para dar o meu melhor”, pontuou.

Títulos da Larissa Oliveira
Foto: Arquivo Pessoal

Ser a melhor do mundo

Talento e títulos Larissa Oliveira possui, agora a atleta aguarda o tempo para se tornar atleta profissional e participar da Super Liga de Futevôlei, realizada pela Confederação Brasileira de Futevôlei (CBFv). Quando questionada sobre seu maior sonho, Larissa não pensou nem duas vezes em responder. “Meu maior sonho é poder jogar profissionalmente e consequentemente, ser a melhor do mundo e ser reconhecida por isso”, finaliza.

Confira a programação dos jogos do ATP Champions Tour Brasília

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ATP Tênis
Foto: Divulgação/Barcelona Open

Os adeptos do tênis da capital federal agora podem se programar para o ATP Champions Tour etapa Brasília. A organização da competição divulgou a grade de programação dos jogos que irão acontecer na arena montada no complexo da Arena BSB. Além disso, foram definidos os dois componentes das duas equipes que vão brigar pelo título. A disputa acontecerá nos dias 8 e 9 de outubro.

Os dois times serão nomeados com os principais palcos esportivos da capital do país: Time Mané Garrincha e Time Nilson Nelson. A equipe do estádio será composta por André Sá, David Nalbandian e Tommy Haas. Já o time do ginásio é constituído por Rogerinho, David Ferrer e Fernando Gonzalez. Os atletas irão se enfrentar em cada um dos dias, com partidas de simples e de duplas.

A primeira partida acontecerá às 12h e os demais se estenderão por toda tarde de sábado (8/10). O confronto será entre Fernando Gonzalez contra Tommy Haas. Outros dois jogos encerram a data inaugural. Em seguida, David Ferrer duela contra David Nalbandian e o encerramento será com um jogo de duplas, David Ferrer/Rogerinho vs. André Sá/David Nalbandian.

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No domingo (9/10), os jogos começam às 10h30. Em partida de duplas, Fernando Gonzalez/Rogerinho duelam com Tommy Haas/André Sá. Em seguida, mas não antes de 12h, novamente o chileno estará em quadra, desta vez em jogo de simples e enfrentando David Nalbandian. A grande partida entre David Ferrer e Tommy Haas o ATP Champions Tour etapa Brasília.

O torcedor que deseja acompanhar a competição, deverá adquirir o ingresso pelo site da Bilheteria Digital. Serão quatro áreas de acomodação para os adeptos do tênis. Os valores variam de R$ 90,00 (noventa reais) à R$ 1.110,00 (um mil, cento e dez reais), referentes à meia-entrada. Vale ressaltar que será válida a meia solidária, que permite que o torcedor pague meia-entrada doando 1kg de alimento não-perecível.

ATP Champions Tour
Mapa do evento – Foto: Divulgação/ATP Champions Tour

Times

Mané Garrincha: André Sá-BRA, David Nalbandian-ARG e Tommy Haas-ALE.
Nilson Nelson: Rogerinho-BRA, David Ferrer-ESP e Fernando Gonzalez-ARG

Grade de jogos ATP Champions Tour Brasília

Sábado (8/10) – 12h

Fernando Gonzalez vs. Tommy Haas
Em seguida
David Ferrer vs. David Nalbandian
Em seguida
David Ferrer/Rogerinho vs. André Sá/David Nalbandian

Domingo (9/10) – 10h30

Fernando Gonzalez/Rogerinho vs. André Sá/Tommy Haas
Não antes de 12h
Fernando Gonzalez vs. David Nalbandian
Em seguida
David Ferrer vs. Tommy Haas

Áreas e valores dos ingressos

– Arquibancada Descoberta
R$ 90,00 (meia-entrada)

– Espaço Champions Open Bar (área coberta)
R$ 265,00 (meia-entrada)

– Tribuna Open Bar (área coberta)
R$ 395,00 (meia-entrada)

– Box descoberto 6 lugares
R$ 1.110,00 (meia-entrada)

Clique aqui para comprar ingressos para sábado (8/10)
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Paranoá inicia preparativos para Candangão 2023 com dois reforços

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Editoria de Arte/Distrito do Esporte

Após terminar o Candangão 2022 na 6ª posição, o Paranoá já se prepara para uma melhor sorte no próximo ano. No Candangão 2023 o clube pretende alçar voos maiores e chegar à final. Para isso, já iniciou os reforços para a próxima temporada.

Os três primeiros nomes confirmados e divulgados em primeira mão pelo Distrito do Esporte são do atacante Daniel Guerreiro, do centroavante Gabriel Pedra e de Pedro Medeiros.

Daniel foi campeão pelo Paranoá na segunda divisão de 2021 anotando 08 gols. No Candangão 2022 esteve no próprio Paranoá e fez 04 gols. Já na segundinha de 2022 vestiu as cores do vice-campeão Real Brasília.

Daniel Guerreiro volta a vestir a camisa do Paranoá
Gabriel Pedra é outro velho conhecido do nosso futebol. Ele esteve nas últimas duas temporadas no Ceilândia. “É um novo desafio na minha carreira, o projeto do clube me atraiu e estou muito feliz em vestir a camisa do Paranoá, espero que tudo corra bem durante a temporada”, disse o atleta.
Gabriel Pedra novo reforço do Paranoá
Já Pedro Medeiros, ou simplesmente Medeiros, é um zagueiro com passagens por Sobradinho, Ceilândia, Samambaia, Capital, Anapolina, dentre outros times.
Medeiros já vestindo a camisa do Paranoá

Brasiliense acerta com lateral esquerdo; Bernardo se despede do clube

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Brasiliense contratação
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Com a aproximação da Copa Verde e também de olho no Campeonato Candango da temporada que vem, o Brasiliense está no mercado da bola atrás de reforços. Ainda este ano, o Jacaré irá em busca do bicampeonato da copa regional. A competição também serve para avaliar os atletas do elenco e montar uma base para 2023. Após divulgar os nomes de alguns atletas do Samambaia, campeão da Segundinha, o time amarelo anunciou a contratação de Romarinho. Atacante Bernardo deixou o clube.

Romário Carvalho de Almeida, mais conhecido como Romarinho, é lateral-esquerdo e tem 28 anos. Porém, o jogador não atua somente na defesa. Quando passou pelo Capital, o jogador chegou a atuar como ponta esquerda e mostrou ser também um bom atacante. O atleta começou a carreira no Rio de Janeiro, atuando pelo Villa Rio, Tigres do Brasil e Duque de Caxias. Como profissional, o primeiro time do lateral foi o Alecrim, do Rio Grande do Norte. Em seguida, jogou por Audax Rio e Arraial do Cabo.

Em 2019 teve sua primeira experiência no futebol do Distrito Federal, quando foi contratado pelo Capital. Como se destacou na equipe logo no primeiro ano, o Coruja manteve o contrato com Romarinho. Como não tinha mais calendário em 2019, foi emprestado ao Anapolina. O atleta permaneceu no time azul e branco do DF até 2022, atuando por empréstimo no Brasília, Anápolis e Gama. Depois que saiu do Capital, o jogador defendeu novamente o clube vizinho de Goiânia e Real Brasília.

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No Real Brasília, Romarinho disputou a Segunda Divisão do Campeonato Candango, sendo vice-campeão do certame local. Pelo Leão do Planalto, o lateral atuou por oito vezes e marcou dois gols, diante do Planaltina e Botafogo/Cristalina. Após a disputa do segundo escalão do futebol local, Romarinho foi para o Centro Oeste, clube da terceira divisão goiana. No time, marcou um gol no único jogo que disputou, diante do União Inhumas. Agora, terá um novo desafio no Brasiliense.

Atacante se despede do Brasiliense

Bernardo, dianteiro de 32 anos, não faz mais parte do elenco do Jacaré. A rescisão do clube com o atleta já está disponível no Boletim Informativo Diário da CBF (BID). Pelas redes sociais, o atacante se despediu do time, mostrando gratidão. Em meio à imagens vestindo a camisa amarela, o jogador postou um texto de despedida. Confira na íntegra a postagem do atleta.

“É galera. Hoje encerro minha passagem pelo Brasiliense F.C. Agradeço a todos que fizeram parte dessa jornada, diretoria, funcionários e atletas. Dei o melhor de mim em todos momentos e agradeço muito a oportunidade. Desejo boa sorte ao clube nas próximas competições e contem comigo na torcida. Fica aqui meu carinho, um beijo no coração de todos”.

Bernardo comemorando o gol olímpico / foto: Gustavo Moreno/Metrópoles

Tribunal absolve Luziânia e Guaraense está fora das quartas do Sub-17

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Foto: Lucas Bolzan/Distrito do Esporte

Durou pouco a felicidade do Guaraense de estar nas quartas de final do Campeonato Candango Sub-17. Assim que a primeira fase terminou, o time com sede no Guará, foi beneficiado por uma decisão da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) em tirar pontos do Luziânia. Com isto, o clube preto e amarelo avançou para as quartas de final e enfrentaria o Gama. Porém, o caso foi parar no Tribunal de Justiça Desportiva do Distrito Federal (TJD-DF).

A corte do esporte local ficou responsável pelo caso envolvendo o Luziânia. O julgamento ocorreu nesta segunda-feira (3/10) de forma virtual. O Dr. Jadir Santos Ferreira, Vice-Presidente em exercício, julgou como improcedente. Assim, a Igrejinha foi absolvida por quatro votos a zero e avançou para as quartas de final do Campeonato Candango Sub-17. Além do Dr. Jadir, participaram da sessão o 1º Relator, Dr. Tiago Lucena; 2º Relator, Dr. Wilck Batista; e o 3º Relator, Dr. Thiago Portes Mol.

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Com a decisão do Tribunal de Justiça Desportiva do Distrito Federal, o Luziânia enfrenta o Gama nas quartas de final. A partida será disputada nesta quarta-feira (5/10), sem horário e local definidos. Vale ressaltar que este foi o único confronto que não foi realizado anteriormente, já que havia esse caso com o tribunal, fazendo com que o jogo só fosse marcado após decisão do TJD.

Os outros três duelos do Sub-17 foram disputados no último sábado (1/10). No Defelê, o Real Brasília goleou o Legião, por 5 a 1. Já no Caeso, o Maringá recebeu o único invicto na competição, o Brasília. O Colorado mostrou o motivo de não ter perdido ainda no certame local e venceu os mandantes por 2 a 0. No Estádio JK, no Paranoá, o Capital enfrentou o Santa Maria. Jogando em casa, o Coruja triunfou por 2 a 1, levando vantagem para o jogo de volta.

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Coluna Visão de Jogo

Por Luiz Henrique Borges

Apesar das inúmeras mazelas, escândalos dos mais diversificados, banimentos de dirigentes, sendo alguns deles inclusive presos, a CBF acertou ao manter o Tite no comando da Seleção Brasileira. O treinador gaúcho assumiu a difícil missão de liderar a seleção pentacampeã do mundo em junho de 2016, substituindo o Dunga que, para mim, jamais demonstrou as qualidades táticas, técnicas e até emocionais necessárias para uma atividade exigente e desgastante.

Tite logrou grande experiência e conquistas ao longo da sua trajetória nos clubes. No entanto, por maior que tenham sido as equipes que ele comandou, como Grêmio, Internacional, Palmeiras, Atlético Mineiro e Corinthians, conduzir a Seleção Brasileira é uma realidade completamente distinta.

Nos clubes, os treinadores estão em contato cotidiano com os atletas. Eles podem, com muito maior frequência, elaborar as jogadas e treiná-las exaustivamente, característica dos trabalhos de Pep Guardiola. O rol de jogadores observados também é bem mais limitado, os treinadores podem contribuir mais intensamente para a formação dos atletas e, finalmente, eles gerenciam um número muito mais limitado de estrelas.

Quando Tite foi chamado para a Seleção, o Brasil de Dunga estava não só jogando muito mal, como corria o risco, infame e indecoroso, de ficar de fora da Copa de 2018, ocupando a sofrível sexta colocação nas Eliminatórias. Sob o comando do novo treinador, a Seleção logo encontrou um padrão de jogo, superou as turbulências do período anterior e, em águas calmas, classificou-se com antecedência e até facilidade para o Mundial da Rússia.

Talvez empolgado com a rápida e até surpreendente recuperação da equipe durante as Eliminatórias, o grupo para a Copa foi fechado muito cedo. Eu acredito, sinceramente, que isto ocorreu também como fruto dos anos de vacas magras que passamos em relação à qualidade dos nossos jogadores. As gerações após o pentacampeonato não foram as mais qualificadas que o nosso futebol já gerou. Isto não significa dizer que ela deixou de ser protagonista e séria candidata aos títulos, mas ficamos extremamente dependentes de um ou outro talento, o que também acarretou poucas variações táticas. Um jogo mais previsível é sempre mais fácil de ser anulado.

Além de fechar o grupo muito cedo, Tite levou alguns jogadores com problemas físicos, como foi o caso de Fred. O calendário do futebol mundial, cada vez mais apertado e exigente, impede que as seleções possam se reunir com maior antecedência para se preparar para a competição como ocorria no passado e, em torneios de tiro curto, com aproximadamente um mês de duração, é fundamental contar com jogadores que estejam na sua melhor forma física possível.

Tendo um ciclo e meio completo na Seleção, ou seja, 6 anos de trabalho, Tite adquiriu a experiência necessária para saber que precisa contar com atletas que estejam na “ponta dos cascos” física e tecnicamente, que ele também não deve fechar o grupo que irá à Copa com muita antecedência, afinal somos um celeiro de bons jogadores e que é preciso contar com variações táticas treinadas para, se necessário, aplicá-las ao longo das partidas.

Na questão física, a mudança da Copa do Mundo para novembro, em virtude do inóspito clima do Catar, favoreceu os atletas “europeus” e eles compõem a quase totalidade dos nossos jogadores. Eles estarão no meio da temporada e, consequentemente, se encontrarão muito mais bem preparados do que nos mundiais disputados em junho ou julho quando as fatigantes temporadas europeias finalizam.

Tite também soube aproveitar e valorizar uma nova geração que surgiu há muito pouco tempo. Ao contrário de Dunga, que em 2010 não levou os jovens e recém-descobertos Paulo Henrique Ganso e Neymar para o Mundial e, quando tomou a virada da Holanda, ficou com a cara apatetada, tão comum nos anões da Branca de Neve, olhando para o banco e sabendo que não havia ali ninguém que poderia alterar o rumo do jogo. Tite não se privou de convocar jovens talentos como o Vini Jr., Rodrygo, Raphinha, Anthony e Pedro.

Ao ouvir os nomes da última convocação, contra Gana e Tunísia, além dos derradeiros testes, fiquei com a sensação de que o treinador brasileiro, mesmo antecipando que não continuará comandando o Brasil após o Mundial, já começou a ambientar alguns nomes para a Copa de 2026.

Nos dois amistosos disputados na França, contra as seleções africanas já citadas acima, o Brasil apresentou um futebol envolvente e venceu os seus adversários com autoridade. Logo os pessimistas irão brandir, são seleções fracas, assim como os sul-americanos. Ora, quando enfrentamos adversários considerados inferiores é fundamental vencer e convencer. Isto foi feito. Durante o ano, o Brasil realizou sete jogos, venceu seis e empatou apenas um, o primeiro, atuando em Quito contra o Equador. Goleou 5 adversários e venceu o Japão por 1X0. Em casa venceu o Chile e o Equador por 4X0. Ganhou da Bolívia, na altitude, o que costuma ser difícil, também por 4X0. Derrotou a Coreia do Sul e a Tunísia por 5X1 e venceu Gana por 3X0. Ou seja, o Brasil marcou 27 gols e sofreu três. Concordo se o cético afirmar que não enfrentamos e vencemos as seleções da primeira prateleira do futebol mundial, mas dentro do que foi possível, a partir de um calendário maluco e das negativas europeias de nos enfrentarem, fizemos o nosso papel com muita qualidade.

O Brasil chegará ao Catar como uma das seleções favoritas e me atrevo a afirmar, sem medo, de que ao lado da França, se não estiver tão desfalcada como nos jogos da Liga das Nações, somos o grupo que conta com os jogadores tecnicamente mais qualificados. Além disso, a Seleção possui variações táticas que estão treinadas e podem ser um diferencial ao longo da competição.

Sem exagerado otimismo, a Seleção Brasileira me deu novamente o direito e o desejo de sonhar. Se vamos vencer a Copa do Mundo é outra história. Já vi seleções consideradas imbatíveis, como a Holanda de 74 e o Brasil de 82 ficarem pelo caminho. Ao contrário do que ocorre nos clubes, que o processo de globalização favoreceu os mais ricos, para as seleções o caminho é exatamente o inverso. A globalização intensificou o contato e o intercâmbio entre os atletas dos mais diversos países, elevando o nível do futebol de suas seleções. Nunca tivemos tantas equipes com reais condições de levantar a taça.

Temos um escrete que conta com ótimos jogadores, com variações táticas e que apresentou ao longo do ciclo um bom futebol. Mas, na Copa do Mundo são apenas 7 jogos, sendo 4 deles eliminatórios. Para vencer, não basta o trabalho muito bem-feito, como ocorreu, é preciso ter sorte, pois sem ela, como diria Nelson Rodrigues, não é possível sequer chupar um Chicabom.