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Futuro promissor: jovem atleta de futevôlei fala sobre carreira precoce

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Larissa Oliveira, jogadora de futevôlei
Foto: Thiago Gambôa

O futevôlei ganha cada vez mais adeptos em território nacional. No Distrito Federal, uma atleta chama a atenção pela experiência, apesar da juventude. A jogadora Larissa Oliveira, de apenas 15 anos, é uma das promessas da capital federal. Larissa atua no esporte desde os seis anos e contou à equipe do Distrito do Esporte sobre o seu início e dificuldades encontradas em sua carreira.

Em conversa com o DDE, Larissa contou como é sua rotina de conciliar treino e escola, e falou sobre os desafios que enfrenta sem patrocínio para disputar os campeonatos espalhados pelo país. Mostrou ainda sua recheada prateleira de troféus, conquistados durante esses nove anos de carreira e relatou o seu maior sonho como atleta da modalidade.

Larissa Oliveira, jogadora de futevôlei
Foto: Thiago Gambôa

Interesse precoce pelo futevôlei

Larissa revelou que a sua maior motivação para iniciar no esporte foi seu pai. “Meu pai começou a praticar o futevôlei e eu ficava assistindo ele jogar. Depois eu comecei a jogar, treinar e me dedicar”, contou. A paixão prematura pelo esporte cresceu e rendeu muitos títulos, mas as conquistas não se aliaram aos recursos financeiros. “Eu preciso de patrocínio. São eles que vão me ajudar nas viagens”, declarou.

Com apenas 15 anos, Larissa concilia educação e esporte indo à escola pela manhã e treinando à tarde. E apesar dos vários campeonatos na conta, a menina está sempre à procura de mais. Ainda em 2022, ela garante que estará em outros torneios e busca aumentar seu número de troféus. “Esse ano vou participar de mais campeonatos. Estou me preparando bem para dar o meu melhor”, pontuou.

Títulos da Larissa Oliveira
Foto: Arquivo Pessoal

Ser a melhor do mundo

Talento e títulos Larissa Oliveira possui, agora a atleta aguarda o tempo para se tornar atleta profissional e participar da Super Liga de Futevôlei, realizada pela Confederação Brasileira de Futevôlei (CBFv). Quando questionada sobre seu maior sonho, Larissa não pensou nem duas vezes em responder. “Meu maior sonho é poder jogar profissionalmente e consequentemente, ser a melhor do mundo e ser reconhecida por isso”, finaliza.

Confira a programação dos jogos do ATP Champions Tour Brasília

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ATP Tênis
Foto: Divulgação/Barcelona Open

Os adeptos do tênis da capital federal agora podem se programar para o ATP Champions Tour etapa Brasília. A organização da competição divulgou a grade de programação dos jogos que irão acontecer na arena montada no complexo da Arena BSB. Além disso, foram definidos os dois componentes das duas equipes que vão brigar pelo título. A disputa acontecerá nos dias 8 e 9 de outubro.

Os dois times serão nomeados com os principais palcos esportivos da capital do país: Time Mané Garrincha e Time Nilson Nelson. A equipe do estádio será composta por André Sá, David Nalbandian e Tommy Haas. Já o time do ginásio é constituído por Rogerinho, David Ferrer e Fernando Gonzalez. Os atletas irão se enfrentar em cada um dos dias, com partidas de simples e de duplas.

A primeira partida acontecerá às 12h e os demais se estenderão por toda tarde de sábado (8/10). O confronto será entre Fernando Gonzalez contra Tommy Haas. Outros dois jogos encerram a data inaugural. Em seguida, David Ferrer duela contra David Nalbandian e o encerramento será com um jogo de duplas, David Ferrer/Rogerinho vs. André Sá/David Nalbandian.

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No domingo (9/10), os jogos começam às 10h30. Em partida de duplas, Fernando Gonzalez/Rogerinho duelam com Tommy Haas/André Sá. Em seguida, mas não antes de 12h, novamente o chileno estará em quadra, desta vez em jogo de simples e enfrentando David Nalbandian. A grande partida entre David Ferrer e Tommy Haas o ATP Champions Tour etapa Brasília.

O torcedor que deseja acompanhar a competição, deverá adquirir o ingresso pelo site da Bilheteria Digital. Serão quatro áreas de acomodação para os adeptos do tênis. Os valores variam de R$ 90,00 (noventa reais) à R$ 1.110,00 (um mil, cento e dez reais), referentes à meia-entrada. Vale ressaltar que será válida a meia solidária, que permite que o torcedor pague meia-entrada doando 1kg de alimento não-perecível.

ATP Champions Tour
Mapa do evento – Foto: Divulgação/ATP Champions Tour

Times

Mané Garrincha: André Sá-BRA, David Nalbandian-ARG e Tommy Haas-ALE.
Nilson Nelson: Rogerinho-BRA, David Ferrer-ESP e Fernando Gonzalez-ARG

Grade de jogos ATP Champions Tour Brasília

Sábado (8/10) – 12h

Fernando Gonzalez vs. Tommy Haas
Em seguida
David Ferrer vs. David Nalbandian
Em seguida
David Ferrer/Rogerinho vs. André Sá/David Nalbandian

Domingo (9/10) – 10h30

Fernando Gonzalez/Rogerinho vs. André Sá/Tommy Haas
Não antes de 12h
Fernando Gonzalez vs. David Nalbandian
Em seguida
David Ferrer vs. Tommy Haas

Áreas e valores dos ingressos

– Arquibancada Descoberta
R$ 90,00 (meia-entrada)

– Espaço Champions Open Bar (área coberta)
R$ 265,00 (meia-entrada)

– Tribuna Open Bar (área coberta)
R$ 395,00 (meia-entrada)

– Box descoberto 6 lugares
R$ 1.110,00 (meia-entrada)

Clique aqui para comprar ingressos para sábado (8/10)
Clique aqui para comprar ingressos para domingo (9/10)

Paranoá inicia preparativos para Candangão 2023 com dois reforços

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Editoria de Arte/Distrito do Esporte

Após terminar o Candangão 2022 na 6ª posição, o Paranoá já se prepara para uma melhor sorte no próximo ano. No Candangão 2023 o clube pretende alçar voos maiores e chegar à final. Para isso, já iniciou os reforços para a próxima temporada.

Os três primeiros nomes confirmados e divulgados em primeira mão pelo Distrito do Esporte são do atacante Daniel Guerreiro, do centroavante Gabriel Pedra e de Pedro Medeiros.

Daniel foi campeão pelo Paranoá na segunda divisão de 2021 anotando 08 gols. No Candangão 2022 esteve no próprio Paranoá e fez 04 gols. Já na segundinha de 2022 vestiu as cores do vice-campeão Real Brasília.

Daniel Guerreiro volta a vestir a camisa do Paranoá
Gabriel Pedra é outro velho conhecido do nosso futebol. Ele esteve nas últimas duas temporadas no Ceilândia. “É um novo desafio na minha carreira, o projeto do clube me atraiu e estou muito feliz em vestir a camisa do Paranoá, espero que tudo corra bem durante a temporada”, disse o atleta.
Gabriel Pedra novo reforço do Paranoá
Já Pedro Medeiros, ou simplesmente Medeiros, é um zagueiro com passagens por Sobradinho, Ceilândia, Samambaia, Capital, Anapolina, dentre outros times.
Medeiros já vestindo a camisa do Paranoá

Brasiliense acerta com lateral esquerdo; Bernardo se despede do clube

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Brasiliense contratação
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Com a aproximação da Copa Verde e também de olho no Campeonato Candango da temporada que vem, o Brasiliense está no mercado da bola atrás de reforços. Ainda este ano, o Jacaré irá em busca do bicampeonato da copa regional. A competição também serve para avaliar os atletas do elenco e montar uma base para 2023. Após divulgar os nomes de alguns atletas do Samambaia, campeão da Segundinha, o time amarelo anunciou a contratação de Romarinho. Atacante Bernardo deixou o clube.

Romário Carvalho de Almeida, mais conhecido como Romarinho, é lateral-esquerdo e tem 28 anos. Porém, o jogador não atua somente na defesa. Quando passou pelo Capital, o jogador chegou a atuar como ponta esquerda e mostrou ser também um bom atacante. O atleta começou a carreira no Rio de Janeiro, atuando pelo Villa Rio, Tigres do Brasil e Duque de Caxias. Como profissional, o primeiro time do lateral foi o Alecrim, do Rio Grande do Norte. Em seguida, jogou por Audax Rio e Arraial do Cabo.

Em 2019 teve sua primeira experiência no futebol do Distrito Federal, quando foi contratado pelo Capital. Como se destacou na equipe logo no primeiro ano, o Coruja manteve o contrato com Romarinho. Como não tinha mais calendário em 2019, foi emprestado ao Anapolina. O atleta permaneceu no time azul e branco do DF até 2022, atuando por empréstimo no Brasília, Anápolis e Gama. Depois que saiu do Capital, o jogador defendeu novamente o clube vizinho de Goiânia e Real Brasília.

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No Real Brasília, Romarinho disputou a Segunda Divisão do Campeonato Candango, sendo vice-campeão do certame local. Pelo Leão do Planalto, o lateral atuou por oito vezes e marcou dois gols, diante do Planaltina e Botafogo/Cristalina. Após a disputa do segundo escalão do futebol local, Romarinho foi para o Centro Oeste, clube da terceira divisão goiana. No time, marcou um gol no único jogo que disputou, diante do União Inhumas. Agora, terá um novo desafio no Brasiliense.

Atacante se despede do Brasiliense

Bernardo, dianteiro de 32 anos, não faz mais parte do elenco do Jacaré. A rescisão do clube com o atleta já está disponível no Boletim Informativo Diário da CBF (BID). Pelas redes sociais, o atacante se despediu do time, mostrando gratidão. Em meio à imagens vestindo a camisa amarela, o jogador postou um texto de despedida. Confira na íntegra a postagem do atleta.

“É galera. Hoje encerro minha passagem pelo Brasiliense F.C. Agradeço a todos que fizeram parte dessa jornada, diretoria, funcionários e atletas. Dei o melhor de mim em todos momentos e agradeço muito a oportunidade. Desejo boa sorte ao clube nas próximas competições e contem comigo na torcida. Fica aqui meu carinho, um beijo no coração de todos”.

Bernardo comemorando o gol olímpico / foto: Gustavo Moreno/Metrópoles

Tribunal absolve Luziânia e Guaraense está fora das quartas do Sub-17

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Foto: Lucas Bolzan/Distrito do Esporte

Durou pouco a felicidade do Guaraense de estar nas quartas de final do Campeonato Candango Sub-17. Assim que a primeira fase terminou, o time com sede no Guará, foi beneficiado por uma decisão da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) em tirar pontos do Luziânia. Com isto, o clube preto e amarelo avançou para as quartas de final e enfrentaria o Gama. Porém, o caso foi parar no Tribunal de Justiça Desportiva do Distrito Federal (TJD-DF).

A corte do esporte local ficou responsável pelo caso envolvendo o Luziânia. O julgamento ocorreu nesta segunda-feira (3/10) de forma virtual. O Dr. Jadir Santos Ferreira, Vice-Presidente em exercício, julgou como improcedente. Assim, a Igrejinha foi absolvida por quatro votos a zero e avançou para as quartas de final do Campeonato Candango Sub-17. Além do Dr. Jadir, participaram da sessão o 1º Relator, Dr. Tiago Lucena; 2º Relator, Dr. Wilck Batista; e o 3º Relator, Dr. Thiago Portes Mol.

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Com a decisão do Tribunal de Justiça Desportiva do Distrito Federal, o Luziânia enfrenta o Gama nas quartas de final. A partida será disputada nesta quarta-feira (5/10), sem horário e local definidos. Vale ressaltar que este foi o único confronto que não foi realizado anteriormente, já que havia esse caso com o tribunal, fazendo com que o jogo só fosse marcado após decisão do TJD.

Os outros três duelos do Sub-17 foram disputados no último sábado (1/10). No Defelê, o Real Brasília goleou o Legião, por 5 a 1. Já no Caeso, o Maringá recebeu o único invicto na competição, o Brasília. O Colorado mostrou o motivo de não ter perdido ainda no certame local e venceu os mandantes por 2 a 0. No Estádio JK, no Paranoá, o Capital enfrentou o Santa Maria. Jogando em casa, o Coruja triunfou por 2 a 1, levando vantagem para o jogo de volta.

Coluna Visão de Jogo #2: Me deram o direito de sonhar

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Coluna Visão de Jogo

Por Luiz Henrique Borges

Apesar das inúmeras mazelas, escândalos dos mais diversificados, banimentos de dirigentes, sendo alguns deles inclusive presos, a CBF acertou ao manter o Tite no comando da Seleção Brasileira. O treinador gaúcho assumiu a difícil missão de liderar a seleção pentacampeã do mundo em junho de 2016, substituindo o Dunga que, para mim, jamais demonstrou as qualidades táticas, técnicas e até emocionais necessárias para uma atividade exigente e desgastante.

Tite logrou grande experiência e conquistas ao longo da sua trajetória nos clubes. No entanto, por maior que tenham sido as equipes que ele comandou, como Grêmio, Internacional, Palmeiras, Atlético Mineiro e Corinthians, conduzir a Seleção Brasileira é uma realidade completamente distinta.

Nos clubes, os treinadores estão em contato cotidiano com os atletas. Eles podem, com muito maior frequência, elaborar as jogadas e treiná-las exaustivamente, característica dos trabalhos de Pep Guardiola. O rol de jogadores observados também é bem mais limitado, os treinadores podem contribuir mais intensamente para a formação dos atletas e, finalmente, eles gerenciam um número muito mais limitado de estrelas.

Quando Tite foi chamado para a Seleção, o Brasil de Dunga estava não só jogando muito mal, como corria o risco, infame e indecoroso, de ficar de fora da Copa de 2018, ocupando a sofrível sexta colocação nas Eliminatórias. Sob o comando do novo treinador, a Seleção logo encontrou um padrão de jogo, superou as turbulências do período anterior e, em águas calmas, classificou-se com antecedência e até facilidade para o Mundial da Rússia.

Talvez empolgado com a rápida e até surpreendente recuperação da equipe durante as Eliminatórias, o grupo para a Copa foi fechado muito cedo. Eu acredito, sinceramente, que isto ocorreu também como fruto dos anos de vacas magras que passamos em relação à qualidade dos nossos jogadores. As gerações após o pentacampeonato não foram as mais qualificadas que o nosso futebol já gerou. Isto não significa dizer que ela deixou de ser protagonista e séria candidata aos títulos, mas ficamos extremamente dependentes de um ou outro talento, o que também acarretou poucas variações táticas. Um jogo mais previsível é sempre mais fácil de ser anulado.

Além de fechar o grupo muito cedo, Tite levou alguns jogadores com problemas físicos, como foi o caso de Fred. O calendário do futebol mundial, cada vez mais apertado e exigente, impede que as seleções possam se reunir com maior antecedência para se preparar para a competição como ocorria no passado e, em torneios de tiro curto, com aproximadamente um mês de duração, é fundamental contar com jogadores que estejam na sua melhor forma física possível.

Tendo um ciclo e meio completo na Seleção, ou seja, 6 anos de trabalho, Tite adquiriu a experiência necessária para saber que precisa contar com atletas que estejam na “ponta dos cascos” física e tecnicamente, que ele também não deve fechar o grupo que irá à Copa com muita antecedência, afinal somos um celeiro de bons jogadores e que é preciso contar com variações táticas treinadas para, se necessário, aplicá-las ao longo das partidas.

Na questão física, a mudança da Copa do Mundo para novembro, em virtude do inóspito clima do Catar, favoreceu os atletas “europeus” e eles compõem a quase totalidade dos nossos jogadores. Eles estarão no meio da temporada e, consequentemente, se encontrarão muito mais bem preparados do que nos mundiais disputados em junho ou julho quando as fatigantes temporadas europeias finalizam.

Tite também soube aproveitar e valorizar uma nova geração que surgiu há muito pouco tempo. Ao contrário de Dunga, que em 2010 não levou os jovens e recém-descobertos Paulo Henrique Ganso e Neymar para o Mundial e, quando tomou a virada da Holanda, ficou com a cara apatetada, tão comum nos anões da Branca de Neve, olhando para o banco e sabendo que não havia ali ninguém que poderia alterar o rumo do jogo. Tite não se privou de convocar jovens talentos como o Vini Jr., Rodrygo, Raphinha, Anthony e Pedro.

Ao ouvir os nomes da última convocação, contra Gana e Tunísia, além dos derradeiros testes, fiquei com a sensação de que o treinador brasileiro, mesmo antecipando que não continuará comandando o Brasil após o Mundial, já começou a ambientar alguns nomes para a Copa de 2026.

Nos dois amistosos disputados na França, contra as seleções africanas já citadas acima, o Brasil apresentou um futebol envolvente e venceu os seus adversários com autoridade. Logo os pessimistas irão brandir, são seleções fracas, assim como os sul-americanos. Ora, quando enfrentamos adversários considerados inferiores é fundamental vencer e convencer. Isto foi feito. Durante o ano, o Brasil realizou sete jogos, venceu seis e empatou apenas um, o primeiro, atuando em Quito contra o Equador. Goleou 5 adversários e venceu o Japão por 1X0. Em casa venceu o Chile e o Equador por 4X0. Ganhou da Bolívia, na altitude, o que costuma ser difícil, também por 4X0. Derrotou a Coreia do Sul e a Tunísia por 5X1 e venceu Gana por 3X0. Ou seja, o Brasil marcou 27 gols e sofreu três. Concordo se o cético afirmar que não enfrentamos e vencemos as seleções da primeira prateleira do futebol mundial, mas dentro do que foi possível, a partir de um calendário maluco e das negativas europeias de nos enfrentarem, fizemos o nosso papel com muita qualidade.

O Brasil chegará ao Catar como uma das seleções favoritas e me atrevo a afirmar, sem medo, de que ao lado da França, se não estiver tão desfalcada como nos jogos da Liga das Nações, somos o grupo que conta com os jogadores tecnicamente mais qualificados. Além disso, a Seleção possui variações táticas que estão treinadas e podem ser um diferencial ao longo da competição.

Sem exagerado otimismo, a Seleção Brasileira me deu novamente o direito e o desejo de sonhar. Se vamos vencer a Copa do Mundo é outra história. Já vi seleções consideradas imbatíveis, como a Holanda de 74 e o Brasil de 82 ficarem pelo caminho. Ao contrário do que ocorre nos clubes, que o processo de globalização favoreceu os mais ricos, para as seleções o caminho é exatamente o inverso. A globalização intensificou o contato e o intercâmbio entre os atletas dos mais diversos países, elevando o nível do futebol de suas seleções. Nunca tivemos tantas equipes com reais condições de levantar a taça.

Temos um escrete que conta com ótimos jogadores, com variações táticas e que apresentou ao longo do ciclo um bom futebol. Mas, na Copa do Mundo são apenas 7 jogos, sendo 4 deles eliminatórios. Para vencer, não basta o trabalho muito bem-feito, como ocorreu, é preciso ter sorte, pois sem ela, como diria Nelson Rodrigues, não é possível sequer chupar um Chicabom.

Ibaneis Rocha reeleito: conheça as propostas do governador para o esporte

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loteria distrital
Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Os eleitores do Distrito Federal escolheram seu governador para os próximos quatro anos neste domingo (2/10). Ibaneis Rocha, atual governador da capital federal pelo MDB, foi reeleito com 50,30% dos votos. Com mais da metade dos votos válidos conquistados, o emedebista garantiu sua permanência no Palácio do Buriti sem a necessidade do segundo turno. O Distrito do Esporte separou as pautas esportivas do novo – velho – governador que estão em seu plano de governo.

Ao todo, dez nomes disputaram o governo do Distrito Federal. Além de Ibaneis Rocha (MDB), estavam na disputa: Leandro Grass (PV), Leila do Vôlei (PDT), Paulo Octávio (PSD), Izalci Lucas (PSDB), Keka Bagno (PSOL-REDE), Lucas Salles (DC), Robson Raymundo (PSTU), Coronel Moreno (PTB) e Teodoro da Cruz (PCB). Ibaneis obteve 832.633 dos 1.655.043 votos válidos no Distrito Federal. Leandro Grass, segundo colocado, garantiu 26,25% dos votos válidos.

O governador reeleito da capital federal listou em seu plano de governo um tópico denominado “Esporte e Lazer: bem-estar para todas as idades”. Nas duas páginas disponibilizadas para as pautas esportivas, Ibaneis Rocha repetiu algumas propostas de 2018 como a implementação do Campeonato de Futebol Amador Rural, a criação do projeto Amigos da Gente e incentivar a prática de esportes não poluentes no Lago Paranoá.

Veja as propostas de Ibaneis Rocha na íntegra:

A Política de Esporte implementada em conformidade com a Lei nº 9.615/98 (Lei Pelé) está voltada basicamente para três vertentes: esporte educacional, esporte de participação e esporte de rendimento. Para cumprir essas finalidades, visando ampliar as ações já implementadas e criação de novas, é imperativo uma Política de Esporte e Lazer com ações integradas voltadas para a popularização de práticas que atinjam todos os segmentos da sociedade, contribuindo para a criação de hábitos esportivos permanentes, tendo em vista o direito social ao esporte e lazer como dever do Estado em fomentar as práticas desportivas formais e não-formais, conforme os ditames da Constituição Federal do Brasil e da Lei Orgânica do Distrito Federal.

Deve-se ressaltar que as a ações da pasta estão interligadas às políticas públicas das Secretarias de Educação, Saúde e das Pessoas com Deficiência.

Para tanto, iremos trabalhar na elaboração do Plano Diretor do Esporte de forma participativa, objetivando definir os princípios, objetivos e diretrizes, tornando-o um marco no desenvolvimento estruturado de ações desportivas. E, a partir daí:

• Revitalizar áreas públicas deterioradas, priorizando aquelas onde há elevados índices de criminalidade, associada ao tráfico de drogas, numa ação conjunta interinstitucional de secretarias e agências públicas.

• Ampliar o número de atletas e do número de modalidades esportivas atendidos pelo Programa Bolsa Atleta.

• Incentivar a prática esportiva e a formação de atletas na modalidade futebol, através da implantação do Projeto “Amigos da Gente” em todas as Regiões Administrativas.

• Implementar o projeto “Campeonato de Futebol Amador Rural” para incentivar e valorizar o desenvolvimento intelectual e físico dos praticantes de futebol, criando condições para a melhoria da qualidade de vida, prevenção de doenças, bem como no combate às drogas.

• Incluir os “Jogos Abertos da Terceira Idade” no calendário esportivo do Distrito Federal.

• Implantar “circuitos inteligentes” para práticas esportivas nos parques ecológicos vivenciais de uso múltiplo e nas Regiões Administrativas do DF.

• Incentivar a prática de esportes aquáticos não poluentes no Lago Paranoá.

• Apoiar a prática desportiva em Parques e Unidades de Conservação, como caminhadas, trilhas, esportes de aventura e desporto radical.

• Criar Programa de Valorização de Atletas e Medalhistas, reinserindo na atividade econômica como treinadores e palestrantes, mediante prévio cadastramento e capacitação, pessoas que possam contribuir na formação de atletas e na prática de atividades esportivas.

• Criar o cadastro de alunos da rede pública de ensino, com ênfase no perfil esportivo, a fim de identificar talentos e desenvolver aptidões com foco em competições internacionais e olimpíadas, acompanhando a participação e os resultados obtidos.

É nosso compromisso também democratizar o acesso à informação dos programas e projetos desenvolvidos pela Secretaria de Esporte e Lazer por meio do aperfeiçoamento dos sistemas existentes e criação de novos sistemas tecnológicos. E, ainda, aperfeiçoar os novos sistemas de tecnologia implementados no âmbito do Programa Centros Olímpicos e Paralímpicos e dos projetos inseridos na referida pasta, especificamente, o Sistema de Gestão dos Centros Olímpicos e Paralímpicos – SIGECOP.

• Ampliar o número de Centros Olímpicos e Paralímpicos para outras Regiões Administrativas do Distrito Federal visando a realização de atividades esportivas e de lazer, integradas a outras formas de atendimento socioeducativo, para o desenvolvimento físico, pessoal e social de crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos, incluindo pessoas com deficiência no DF.

• Ofertar aos estudantes da Educação em Tempo Integral da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, por meio do Projeto Esporte Educa, realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Educação, no âmbito do Programa Centros Olímpicos e Paralímpicos de modo a oportunizar a prática esportiva de uma ou mais modalidades esportivas como meio de desenvolvimento psicomotor e cognitivo, de integração e resgate social promovendo bem-estar físico e mental dos estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal.

• Ampliar o Projeto “Futuro Campeão”, no âmbito do Programa Centros Olímpicos e Paralímpicos, cujas ações consistem na identificação de talentos visando a formação de atletas de rendimento com base nas regras padronizadas pelas Federações do Distrito Federal com vistas à obtenção dos melhores resultados competitivos, possibilitando a representação do Distrito Federal em campeonatos regionais, nacionais e internacionais.

• Ampliar o Projeto “Esporte com a Comunidade”, no âmbito do Programa Centros Olímpicos e Paralímpicos, como meio de fomento e democratização do acesso das comunidades esportivas locais e de projetos sociais, ao esporte e lazer em suas diversas modalidades esportivas, nas diversas Regiões Administrativas por meio do uso dos espaços esportivos dos Centros Olímpicos e Paralímpicos, incluindo a oferta de material esportivo e acompanhamento por profissional especializado.

• Ampliar o Projeto Lazer para Todos, desenvolvido no âmbito do Programa Centros Olímpicos e Paralímpicos, de modo a integrar a comunidade aos espaços esportivos dos Centros Olímpicos e Paralímpicos, por meio do uso dos espaços para a prática de esporte e lazer aos finais de semana, contemplando a oferta de modalidades esportivas específicas e inovadoras e incluindo material esportivo e acompanhamento esportivo qualificado.

• Ampliar e fomentar as corridas de rua e provas de ciclismo, incluindo as pessoas com deficiência, o que alimenta a cadeia do turismo e suas vertentes.

Candangão Feminino: líderes aumentam distância e três clubes brigam pelo G4

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Candangão Feminino
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

A quinta e antepenúltima rodada do Candangão Feminino finalizou no último sábado (1/10) com três vitórias e apenas um empate. Os resultados mantiveram Real Brasília, Cresspom e Minas Brasília na disputa pelo primeiro lugar da fase de classificação. Legião, Capital e Ceilândia são separados por apenas três pontos e acirram a briga pela última vaga do G4 do certame. Além do quarto lugar, a Série A3 do Brasileirão Feminino em 2023 também está em jogo.

Segundo e terceiro lugares, respectivamente, Cresspom e Minas Brasília empataram em 2 a 2 pela manhã no estádio Abadião. No mesmo horário, o Capital goleou o Sobradinho por 6 a 1 no estádio JK e encostou no Legião, quarto colocado. Líder, o Real Brasília derrotou as Leoas do Rock por 3 a 0 e manteve a liderança, agora isolada, em seu território, o estádio Defelê, na Vila Planalto. O Estrelinha recebeu o Ceilândia e foi superado pelo placar de 5 a 0.

Confrontos do sábado (1/10)

Na disputa pela liderança do Candangão Feminino, Cresspom e Minas Brasília empataram em 2 a 2. O confronto entre o vice-líder e o terceiro colocado ocorreu no estádio Abadião e contou com emoção até o fim. As Tigresas do Cerrado abriram o placar aos sete minutos da etapa inicial com Bárbara Chagas e aumentaram com Katyelle dez minutos depois. Com nove minutos do segundo tempo, o Minas Brasília diminuiu com Elisa. Aos 51 da etapa final, As Minas conseguiram empatar com Sabrina e deu números finais ao confronto.

O Capital entrou de vez na briga pela quarta vaga do G4 que garante ida às semifinais e assegura lugar na Série A3 do Brasileirão Feminino de 2023. A Coruja goleou o Sobradinho por 6 a 1 no estádio JK, no Paranoá. Perolla abriu o placar no começo da partida e Letícia aumentou nos minutos finais do primeiro tempo. Na etapa final, enxurrada de gols. Bruna marcou mais duas vezes para o Capital, Perolla anotou o quinto e Sibele fez o sexto da Coruja. Nanda descontou para o Sobradinho.

Líder da competição, o Real Brasília venceu a quinta partida consecutiva e com a assinatura de Nenê. A atleta do aurianil candango marcou os três gols do jogo contra o Legião no estádio Defelê. Nenê iniciou sua série de gols aos seis minutos do primeiro tempo. Na segunda etapa, a jogadora anotou o segundo gol aos 17 e três minutos depois, o hat-trick. Além da invencibilidade, o atual tricampeão candango ainda não sofreu nenhum gol nos cinco jogos da competição.

Estrelinha e Ceilândia fecharam a rodada no estádio Abadião. O alvinegro candango não deu chances ao seu adversário e goleou por 5 a 0. Jéssica Marques e Luany marcaram nos minutos finais do primeiro tempo. As duas anotaram mais um tento cada no segundo tempo e Talita fechou a vitória. O resultado positivo fez o Gato Preto chegar aos quatro pontos e colar em Legião e Capital pela briga da última vaga restante no G4 do Candangão Feminino.

Três clubes brigam pela liderança e outros três pelo G4

A sexta rodada do Candangão Feminino ainda não tem suas datas, locais e horários definidos pela Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF). O Minas Brasília, terceiro colocado da competição, recebe o líder, Real Brasília. O Cresspom, na segunda posição, visita o Legião, em quarto. Na briga pelo quarto lugar, Ceilândia, sexto, e Capital, quinto, se enfrentam. Os lanternas, Sobradinho e Estrelinha, duelam e terão a chance de pontuar pela primeira vez no certame.

Já classificados para a próxima fase, Real Brasília (15 pontos), Cresspom (13) e Minas Brasília (13) são os únicos invictos e brigam nas duas próximas rodadas pela liderança do torneio. Em quarto lugar, o Legião ostenta sete pontos, mas ganhou a companhia de duas equipes na briga pela quarta colocação: Capital com seis pontos e Ceilândia com quatro. Estrelinha e Sobradinho, ainda sem pontos no torneio, ocupam as duas últimas posições da competição.

Capital despacha Sobradinho e engata segunda vitória no Feminino

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Feninino
Foto: Lucas Espíndola/Distrito do Esporte

O Capital segue seu calvário visando a classificação na próxima fase e a vaga na Série A3 do Campeonato Brasileiro Feminino. Jogando dentro de casa, no Estádio JK, as meninas do Coruja fizeram um bom jogo, mesmo perdendo algumas oportunidades claras de gol. As mandantes fizeram 6 a 1 e despacharam o Sobradinho. Com a vitória, o Capital agora soma seis pontos e permanece na quinta posição, mas agora coladinho no Legião. O Sobradinho, apesar de uma clara melhora em seu modo de jogar, continua na lanterninha da competição, sem nenhum ponto conquistado.

A manhã de sábado (1/10) foi de festa para o Capital, que conseguiu mais um triunfo no Camdangão Feminino. O placar começou a ser construído logo no começo da partida, com Pérola. O final dos 45 minutos iniciais foi de muita pressão das mandantes e, com varias oportunidades, o Coruja chegou ao segundo gol, levando boa vantagem para o intervalo. A segunda etapa foi de pressão das mandantes. Continuando em cima para ampliar o placar, o Capital meteu mais  quatro bolas na rede, goleando o último colocado da competição. O Sobradinho converteu um pênalti no final.

Capital abre dois de vantagem

Jogando dentro de casa, o Capital tratou de carimbar a passagem do Sobradinho pelo Estádio JK. Logo com dois minutos de jogo, Pérola chutou de fora da área, a bola foi no canto de Bruna, que não pulou na pelota, 1 a 0. Com cinco minutos, quase o segundo gol das mandantes. Bruna, camisa número 10, cobrou falta perigosa, a redonda passou raspando o travessão da arqueira alvinegra. Depois da oportunidade, o Coruja permaneceu em cima das adversárias em busca de ampliar o placar. Aos 11′, Kiara arriscou da intermediária, a bola acabou passando pelo lado direiro da meta das Leoas.

Aos 14′, outra chegada do Capital. Rebeca tocou para Bruna, a meia finalizou da entrada da área, mas a pelota acabou saindo pelo lado esquerdo da meta adversária. Quatro minutos depois, o time azul e branco fez uma jogada ensaiada, onde Thaynara saiu cara-a-cara com Bruna, a zagueira bateu bonito na redonda mas a goleira fez ótima defesa. Aos 23′, o Sobradinho teve sua primeira finalização. Nanda arriscou de longe, a bola encobriu Lara e passou raspando o travessão. Pouco depois, Bruna cobrou falta para o Capital, a pelota foi no cantinho e a arqueira- que possui o mesmo nome -, defendeu.

O Sobradinho teve a oportunidade de assustar mais uma vez o Capital, jogando a bola na área aos 36 minutos de jogo. Porém, nenhuma jogadora alcançou a redonda e Lara encaixou com tranquilidade. Em seguida, as donas da casa responderam com uma bela cabeçada de Letícia e a bola explodindo no travessão. Aos 41′, Nat recebeu nas costas da defesa, mas acabou finalizando torto. Dois minutos depois, as mandantes fizeram o segundo. Nat tocou para Letícia, a camisa 20 limpou a marcação e bateu no canto esquerdo de Bruna, 2 a 0. Aos 47′, o Capital fez o terceiro, mas o árbitro anulou. Na sequência foi encerrado 8 primeiro tempo.

Confira a classificação do Candangão Feminino

Coruja mantém pressão e Sobradinho marca pela primeira vez no Candangão Feminino

O Capital começou o segundo tempo em cima do Sobradinho. Com cinco minutos, Bruna deu um chutaço de fora da área, sua xará fez bela defesa, espalmando para linha de fundo. Três minutos depois, após a bola bater na mão da defensora, o Coruja teve um pênalti a seu favor. Bruna cobrou e converteu. Minutos depois, o Capital chegou ao quarto tento, mais uma vez com a camisa número 10. A atleta bateu da entrada da área, a redonda foi no ângulo, 4 a 0.

O Sobradinho teve uma boa oportunidade de diminuir o placar, mas viu Lara praticar boa defesa e evitar o tento. Aos 25′, o Capital encontrou o quinto gol na partida. Pérola recebeu atrás da defesa, invadiu a área e saiu cara-a-cara com Bruna, a camisa 11 ainda teve a calma de parar na frente da arqueira e bater na meta adversária, 5 a 0. Aos 30′, Luh bateu falta para o Capital, a finalização foi um pouco fraca e Bruna encaixou com tranquilidade. Em seguida, após cruzamento na área, Sibele subiu sozinha e cabeceou para o gol, a redonda passou pelo lado esquerdo da baliza.

Aos 35′, Nat recebeu pela esquerda e bateu colocado de primeira, Bruna praticou a defesa. O Sobradinho ainda tentava criar para diminuir o placar, mas esbarrava na forte marcação do Capital. Aos 40′, mais um das mandantes. Sibele recebeu atrás da defesa, invadiu a área e bateu na saída de Bruna, 6 a 0. Dois minutos depois quase Nat faz o sétimo, mas a finalização foi para fora. Em seguida, novamente ela, Nat, perdeu uma chance caríssima. Com 46 minutos no relógio, pênalti para o Sobradinho. Nanda foi para a cobrança e converteu. Foi o primeiro gol do time no Candangão Feminino. Aos 48′, o árbitro deu números finais à partida.

O que vem por aí

As duas equipes voltam a campo no próximo final de semana, pela penúltima rodada do Campeonato Candango Feminino. Ainda não está definido onde serão os confrontos e o horário. O Capital visita o Ceilândia, adversário direto na briga pela quarta coloração. Enquanto isso, o Sobradinho recebe o Estrelinha, na briga para deixar a última colocação do certame local.

Capital 6
Escalação: Lara; Kiara 🟨, Duda, Thaynara (Kaylane) e Cris; Rah (Júlia), Letícia ⚽️ (Sibele ⚽️) e Bruna ⚽️⚽️; Rebeca (Sulamita), Pérola ⚽️⚽️ e Nat.

Sobradinho 1
Escalação: Bruna; Bruna Silva, Natália 🟨, Andressa e Andreina; Talita (Carolina), Thayla (Gleice) e Larissa; Rane, Ana Carolina e Nanda ⚽️ 🟨.

FFDF faz homenagem para os árbitros candangos do quadro da CBF

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Homenagem árbitros
Foto: Lucas Bolzan/Ascom FFDF

Cada vez mais bem representada nas principais competições do Brasil, a arbitragem candanga vem ganhando destaque nas competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Na noite de quinta-feira (29/9), a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) realizou uma solenidade em sua sede em homenagem aos árbitros para reconhecer o trabalho do apito candango no quadro da entidade nacional.

Ao todo, segundo a FFDF, 26 profissionais, entre árbitros, assistentes, analistas e instrutores do quadro da CBF, receberam um diploma de honra ao mérito. A homenagem foi organizada para brindar os trabalhos prestados pelos juízes ao futebol candango e nacional. “Desejamos sucesso sempre a esses grandes profissionais que honram o futebol do Distrito Federal em grandes competições do nosso país”, destacou a entidade.

Além da homenagem geral ao grupo, assistente Daniel Henrique teve um momento dedicado especialmente a ele. Recentemente, o bandeirinha completou 200 jogos oficiais em competições nacional. Na temporada de 2022, o profissional esteve presente em 17 partidas de torneios da CBF. O último foi na segunda-feira (26/9) durante a vitória do CSA diante da Tombense, por 2 a 0, no estádio Rei Pelé.

Atualmente, o Distrito Federal conta com 27 árbitros aptos a atuar nas competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Dois deles, inclusive, também estão presentes no quadro da Fifa: o árbitro Savio Pereira Sampaio e a auxiliar Leila da Cruz. Recentemente, a bandeirinha foi escalada para estar na Libertadores Feminina, entre 13 a 28 de outubro, na sede única de Quito, no Equador.

Em 2022, Leila participou de 15 jogos da CBF, incluindo a final do Brasileirão Feminino, na vitória do Corinthians sobre o Internacional, por 4 a 1, na Neo Química Arena. Sua última participação em campeonatos internacionais foi na Copa América Feminina deste ano, realizada na Colômbia entre 8 e 30 de julho. Leila estará à vontade ao lado de Edina Alves e Neuza Back. As três atuaram juntas em outros jogos.