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Cerrado e Brasília Basquete fazem clássico neste final de semana

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NBB
Foto: Matheus Maranhão / @mmaranhaofoto

A bola laranja vai subir para o clássico da capital federal no Novo Basquete Brasil (NBB). No próximo sábado (26/11), Cerrado e Brasília Basquete medirão forças em busca da vitória no Ginásio da Asceb, casa do clube verde localizada na 904 Sul. O confronto entre as duas equipes é válido pela oitava rodada da principal competição de basquete nacional. A vitória para ambos os times é muito importante, já que Brasília e Cerrado estão na parte inferior da tabela.

O confronto pelo NBB 2022/2023 entre Cerrado e Brasília Basquete será o quinto na história entre os dois clubes, com a rivalidade se acirrando cada vez mais. O Cerrado lidera em número de vitórias o histórico de confronto diante dos extraterrestres, 3 a 1. O primeiro duelo entre as equipes do quadradinho foi em 2021, com vitória do time verde por 97 a 85. Na mesma temporada do NBB, no duelo de volta, novamente o esquadrão novato triunfou: 86 a 73.

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Samambaia anuncia reforços para o Candangão do ano que vem
Capital contrata goleiro campeão da divisão de acesso do Campeonato Mineiro
Efeito Copa: serviços no DF sofrerão alterações em jogos do Brasil

Pelo Novo Basquete Brasil temporada 2021/2022, foram mais dois confrontos entre ambas as equipes. Jogando fora de casa, na Arena BRB Nilson Nelson, o Cerrado se deu melhor e calou o ginásio: 82 a 72. No último jogo em que os clubes se enfrentaram, foi a vez dos torcedores dos extraterrestres fazerem festa em plena Asceb: 90 a 86, com direito a prorrogação e muita festa da torcida do Brasília.

Esse duelo irá se repetir no sábado (26/11) e o torcedor que deseja acompanhar este grande clássico já pode garantir seu ingresso. As entradas estão sendo comercializadas pelo Sympla e custam R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada) além das taxas do site. Vale ressaltar que o Ginásio da Asceb cabe pouco mais de mil pessoas e os ingressos podem esgotar de forma rápida.

Serviço

Cerrado x Brasília Basquete
Data: 26/11 – Sábado
Horário: 19h
Local: Ginásio da Asceb – 904 Sul
Ingressos: Sympla

Samambaia anuncia reforços para o Candangão do ano que vem

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Giovanny novo reforço do Samambaia
Foto: Rodrigo Gazzanel/Corinthians

Atual campeão da Segunda Divisão do Campeonato Candango, derrotando o Real Brasília na grande decisão, o Samambaia começou a contratar os atletas que irão defender o clube na temporada que vem. Depois de trazer o destaque da Segundinha, o cachorro salsicha anunciou mais dois jogadores que vão atuar pelo time. Para a parte lateral do campo, Rodrigo Ramos foi escolhido pelo Samambaia, enquanto o atacante Giovanny, que atuou na base corintiana, acertou com a equipe.

Lateral-direito de 27 anos, Rodrigo Ramos é a nova contratação do clube amarelo e verde. Na atual temporada, o jogador já havia atuado dentro do Distrito Federal pelo Ceilandense. Além do time da capital, o atleta defendeu as cores da Juazeirense e do Juazeiro, ambos da Bahia. Começando nas categorias de base do Coritiba, Rodrigo foi emprestado ao Maringá e logo depois teve uma experiência internacional, quando jogou pelo Chicago Fire, dos Estados Unidos.

Em seu retorno ao Brasil, o atleta voltou ao Coritiba, inclusive conquistando o título do Campeonato Paranaense em 2017 pelo Coxa Branca. Depois da saída do clube, o lateral-direito passou pelo futebol nordestino, onde teve sua primeira experiência na Juazeirense. Além do time baiano, Rodrigo passou pela Jacuipense e Botafogo-PB. O atleta também já atuou pela Seleção Brasileira Sub-20.

Rodrigo Ramos Samambaia
Foto: Divulgação/Coritiba

Jogador formado na base do Corinthians é do Samambaia!

Outro reforço que vestirá a camisa amarela no ano que vem é Giovanny. O jovem atacante de 22 anos é natural de Alagoas, mas começou sua carreira em São Paulo. Nas categorias de base, jogou pelo Juventus da Mooca e pelo Sub-17 e 18 do Corinthians. O atleta permaneceu alguns anos ainda no sudeste, quando defendeu as cores do Oeste, São Bernardo, Inter de Bebedouro e Grêmio Mauaense. Essa será a segunda experiência do jogador fora de São Paulo. A primeira foi na atual temporada, no Carajás-PA.

O Samambaia estreia no Candangão 2023 no dia 29 de janeiro, domingo. A equipe vai até o Paranoá enfrentar o Capital no Estádio JK, às 10h. Esse será o primeiro compromisso da equipe após a volta à primeira divisão do futebol local. A primeira partida em casa acontecerá na rodada seguinte, no dia 5 de fevereiro. Em seus domínios, o cachorro salsicha receberá o Santa Maria, no Estádio Rorizão, às 15h.

Capital contrata goleiro campeão da divisão de acesso do Campeonato Mineiro

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Novo goleiro do Capital
Foto: Arquivo Pessoal

Em formação de elenco para a disputa do Campeonato Candango de 2023, o Capital acertou com mais um jogador: o goleiro Luan. O arqueiro de 27 anos estava no Independente do Rio Verde-GO e na atual temporada, conquistou o Módulo II do Campeonato Mineiro, divisão de acesso do estadual de Minas Gerais, pelo Democrata de Sete Lagoas. Esta será a primeira vez que o atleta vestirá a camisa de um clube do Distrito Federal.

Neste ano, Luan jogou por quatro clubes. O goleiro começou a temporada atuando pelo Goianésia na disputa do Campeonato Goiano e fez cinco partidas, sofrendo nove gols, nos meses de janeiro e fevereiro. Após, o arqueiro foi contratado pelo Democrata para jogar o Módulo II do Mineirão e foi nome importante na vitoriosa campanha que rendeu o título do campeonato. Pelo alvirrubro mineiro, Luan atuou em todos os 21 jogos da equipe e sofreu 18 gols.

Depois do sucesso no Jacaré, o goleiro voltou para Goiás e vestiu a camisa do Jaraguá para disputar a segunda divisão do Goianão. No Gavião da Serra, Luan fez três jogos e sofreu apenas dois gols. Ainda em Goiás, o arqueiro atuou na terceira divisão do Campeonato Goiano pelo Independente do Rio Verde e esteve presente em mais três partidas, mas desta vez sofreu cinco gols.

Carreira extensa

O baiano Luan Meirelles Santos de Jesus, de 27 anos, possui uma carreira com diversas equipes de Goiás, Minas Gerais e Bahia. Em 2015, o Serrano-BA foi seu primeiro clube profissional. Depois, o goleiro colocou em seu currículo Jacobina-BA, Anapolina-GO, Associação Beneficente e Esportiva Catalana (ABECAT) Ouvidorense-GO, Uberaba-MG, CRAC-GO, Inhumas-GO, Jacuipense-BA e Goiânia-GO.

Contratações do Capital para 2023

Terceiro colocado no Candangão 2022, o Capital quer o título inédito na próxima temporada. Para isso, a Coruja anunciou diversos nomes para seu plantel, entre eles estão: o goleiro Felipe, os zagueiros Kadu e Emerson, os volantes Derli e Marcone, os meias Marllon Santos e Wisman, e os atacantes David Souza, Claudinho, Felipe Alves, Gabriel Damasceno e Manoel.

Efeito Copa: serviços no DF sofrerão alterações em jogos do Brasil

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Copa do Mundo 2023
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A seleção brasileira estreará na Copa do Mundo da FIFA nesta quinta-feira (24/11) às 16h contra a Sérvia. Este será o primeiro dos três jogos marcados para a equipe comandada por Tite. Os outros dois confrontos ocorrerão na próxima segunda-feira (28/11) às 13h contra a Suíça e por fim, em 2 de dezembro contra o Camarões às 16h. Com as partidas ocorrendo no período vespertino, os serviços públicos e comércio do Distrito Federal sofrerão alterações em seus horários.

As mudanças nos horários foram observadas para que os torcedores pudessem acompanhar os jogos da seleção brasileira nos três dias de jogos. Assim, serviços públicos, shoppings, escolas e segmentos de lazer tiveram suas agendas alteradas. Vale ressaltar que ainda há a possibilidade de mais modificações, caso o Brasil avance de fases na Copa do Mundo.

Na saúde, serviços de emergência, UPA e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) III e AD III funcionam normalmente durante as partidas. Em contrapartida, os CAPS I, II, AD II, Capsi, ambulatórios e policlínicas, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Fundação Hemocentro, Farmácias de Alto Custo e vacinações sofreram alterações. Os atendimentos ocorrerão das 8h até às 14h nesta quinta-feira (24/11) e em 2 de dezembro. No segundo jogo da seleção brasileira, às 13h de 28 de novembro, os serviços estão suspensos.

Seguindo os mesmos horários dos serviços da saúde, estão: Na Hora, conselhos tutelares e Caesb. A Neoenergia acompanha as horas em 24 de novembro e 2 de dezembro. Porém, em 28 de novembro, o serviço de luz funciona das 8h até às 11:30. As atividades de serviço social e segurança pública operam costumeiramente. Os canais virtuais atuarão na sua forma habitual.

Escolas, shoppings, bancos e opções de lazer

As escolas públicas também definiram seus cronogramas para os confrontos da seleção brasileira na Copa do Mundo. Nos jogos em 24 de novembro e 2 de novembro, as atividades matinais ocorrerão normalmente. Já para os estudantes do período vespertino e noturno, não haverão aulas presenciais. Em 28 de novembro, será decretado ponto facultativo e as escolas poderão usar de recursos não presenciais.

O zoológico, jardim botânico e o planetário funcionam nesta quinta-feira (24/11). O primeiro terá visitação das 8h até às 17:30, enquanto os outros dois das 9h até às 14h. Os parques ecológicos espalhados pela capital federal também estarão em atividade, mas com horários diferenciados que variam das 5h (de Águas Claras) até às 22h (Ezechias Heringer no Guará, Águas Claras, Veredinha em Brazlândia e Península Sul no Lago Sul).

Os shoppings terão diferenças em seus horários. As lojas do Taguatinga Shopping, JK Shopping, Pátio Brasil, Conjunto Nacional, Venâncio Shopping e Park Shopping fecham 30 minutos antes dos jogos e abrem 30 minutos após o fim das partidas. O Brasília Shopping ficará fechado apenas nos horários dos jogos. As praças de alimentação do Conjunto Nacional, Venâncio e Pátio Brasil funcionam normalmente.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) informou que “fica a cargo de cada dono de estabelecimento a decisão de liberar, ou não, seus funcionários, assim como determinar o horário de saída e retorno aos postos de trabalho”. Os bancos funcionam das 9h às 14h nas partidas que iniciam às 16h e ficam abertos das 8:30 às 11:30 em jogos que começas às 13h.

CBF confirma clubes elegíveis à Copa Verde 2023 e detalha competição

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Copa Verde 2023
Foto: Fernando Torres/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) enviou, na última segunda-feira (21/11), às federações estaduais de futebol, os detalhes da Copa Verde 2023. Entre os pontos listados, estão os clubes que cumprem o critério de participação, o formato da competição e a data-limite para a confirmação das equipes no torneio. O Brasiliense, campeão candango da atual temporada, e o Ceilândia, vice-campeão, são os clubes candangos aptos à disputa do campeonato.

Em um ofício com quatro páginas, a CBF detalhou o certame. A entidade listou três critérios para a participação no campeonato. O primeiro são os campeões das 12 federações filiadas: Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. O Brasiliense, vencedor do distrital, é o dono da vaga neste critério.

Outro critério utilizado é para os vice-campeões das oito federações filiadas melhores colocadas no Ranking Nacional de Clubes, são elas: Goiás, Mato Grosso, Pará, Amazonas, Distrito Federal, Acre, Espírito Santo e Tocantins. Assim, o Ceilândia também poderá disputar o torneio. As quatro vagas restantes – terceiro critério – é disponibilizada aos melhores clubes posicionados no RNC de 2023, filiados às federações participantes, excluídos as equipes já classificados através dos outros dois critérios.

Brasiliense e Ceilândia terão até às 12h da próxima sexta-feira (25/11) para confirmarem suas participações na Copa Verde 2023. Caso desistam da competição, sejam por vontade própria ou pelo não envio do Termo de Confirmação de Participação, os clubes candangos poderão ser substituídos e suas vagas irão para as equipes mais bem classificadas na última edição do Candangão.

Formato e previsão de calendário

A competição ocorrerá com 24 times e terá cinco fases. A primeira é composta pelos 16 clubes piores ranqueados no RNC dentre as 24 equipes classificadas. Estes disputarão uma partida eliminatória em 18 de fevereiro, data prevista. Os vencedores dos confrontos irão para as oitavas e enfrentarão os oito melhores ranqueados dentro dos elegíveis ao torneio. Assim como na primeira fase, um jogo único, em 22 de fevereiro ou 1º de março, definirá os classificados.

A partir das quartas de finais, as partidas serão disputadas em jogos de ida e volta. Segundo o ofício da CBF, as datas previstas são: 8 ou 15 de março para o primeiro confronto e 22 de março para o embate de volta. As semifinais serão disputadas em 26 de março. As duas decisões, que garante uma vaga na terceira fase da Copa do Brasil, estão marcadas para 19 de abril e 3 de maio.

Clubes elegíveis à Copa Verde 2023

Acre: Humaitá, São Francisco e Atlético;
Amapá: Trem;
Amazonas: Manaus e Princesa do Solimões;
Distrito Federal: Brasiliense e Ceilândia;
Espírito Santo: Real Noroeste e Rio Branco;
Goiás: Atlético, Goiás, Vila Nova e Aparecidense;
Mato Grosso: Cuiabá, União e Luverdense;
Mato Grosso do Sul: Operário;
Pará: Remo e Paysandu;
Rondônia: Real Ariquemes;
Roraima: São Raimundo;
Tocantins: Tocantinópolis e Interporto.

DF iguala 2019 e tem o menor número de times no RNC em dez anos

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Times que fizeram parte do RNC desde 2014 até 2023
Editoria de Arte/Distrito do Esporte

O Distrito Federal foi representado por cinco clubes na atualização do Ranking Nacional de Clubes (RNC), divulgada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na última sexta-feira (18/11). Apesar da ascensão de Brasiliense e Ceilândia, outros três clubes desceram posições e o Luziânia, sexta melhor equipe em 2022, não foi listada para 2023. Assim, o futebol candango iguala 2019 e tem o seu menor número de equipes ranqueadas nos últimos dez anos.

Em 2014, nove equipes candangas estiveram presentes no RNC. O Brasiliense puxava a fila na 46ª posição, seguido por Gama (86º), Ceilândia (89º), Brasília (98º), Sobradinho (130º), Formosa (182º), Luziânia (194º), Botafogo (202º) e Dom Pedro, atual Real Brasília, no 217º lugar. No ano seguinte, apenas o Dom Pedro não foi listado. O Brasiliense continuou como o melhor candango, mas no 55º lugar. Após, Brasília (109º), Ceilândia (112º), Luziânia (117º), Gama (122º), Sobradinho (157º), Formosa (198º) e Botafogo (218º).

A capital federal perdeu mais um representante em 2016. Desta vez, a saída foi a do Botafogo. Assim como nos outros anos, o Brasiliense liderou as equipes candangas e novamente, perdendo posições, agora na 67ª colocação. Depois do Jacaré, vieram Gama (107º), Luziânia (108º), Brasília (117º), Ceilândia (156º), Sobradinho (164º) e Formosa (210º). Em 2017, outra perda: Formosa. À época, Gama (86º), Brasiliense (91º), Luziânia (104º), Ceilândia (118º), Brasília (120º) e Sobradinho (196º) foram os times ranqueados.

O mesmo número de equipes no RNC aconteceu em 2018, apenas com mudanças em suas posições. O Luziânia assumiu a frente e ocupou a 90ª posição, seguido por Ceilândia (97º), Gama (115º), Brasiliense (145º), Brasília (154º) e Sobradinho (214º). Com apenas cinco equipes, o menor número na década, aconteceu, pela primeira vez, em 2019. O Ceilândia foi o melhor candango ranqueado no 83º lugar. Depois do Gato Preto, o Luziânia (112º), Brasiliense (117º), Gama (133º) e Brasília (189º) estiveram presentes no RNC.

Sequência com seis equipes

Após ter o número mais baixo de equipes no RNC, o Distrito Federal voltou a ser representado por seis clubes em 2020 e manteve até a atual temporada, 2022. O Sobradinho retornou ao ranqueamento e se juntou aos cinco times de 2019. O Brasiliense liderou a capital federal no 94º lugar, acompanhado por Ceilândia (97º), Sobradinho (140º), Luziânia (148º), Gama (160º) e Brasília (208º).

Em 2021, os mesmos clubes de 2020 se mantiveram no RNC, porém, suas posições se alteraram. O Jacaré continuou a liderar na capital federal e foi o 83º clube do Brasil. Após o Brasiliense, foram ranqueados: Gama (114º), Ceilândia (119º), Sobradinho (153º), Luziânia (190º) e Brasília (230º). Na atual temporada, uma mudança: sai o Brasília e entra o Real Brasília, pela primeira vez com a nomenclatura.

Brasiliense e Gama permaneceram nas primeiras posições do Distrito Federal, o Jacaré na 63ª posição e o alviverde candango com o 96º lugar. Ceilândia e Sobradinho tiveram quedas em comparação com 2021, listadas no 169º e 179º lugares, respectivamente. Por fim, Real Brasília apareceu como o 201º colocado e o Luziânia fechou a lista da capital federal sendo o número 222 do Brasil.

2019 x 2023

Assim como em 2019, o RNC de 2023 contará com apenas cinco clubes da capital federal, os piores números nos últimos dez anos. Os três primeiros clubes candangos de 2023, Brasiliense (61º), Ceilândia (91º) e Gama (116º), estão mais bem colocados em relação aos de 2019, Ceilândia (83º), Luziânia (112º) e Brasiliense (117º). Em contrapartida, o quinto e o sexto de 2023 estão muito abaixo do que 2019: Sobradinho (200º) e Real Brasília (214º) contra Gama (133º) e Brasília (189º).

Gama assume que Bezerrão não deve sair e prepara plano B para Candangão

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Gramado destruído estádio Bezerrão - Foto: Instagram da SEG

A Sociedade Esportiva do Gama afastou os sonhos de retornar ao Bezerrão para o Candangão 2023 e começa a botar os pés no chão e trabalhar com uma opção mais realista para o próximo ano.

A diretoria executiva do Gama lançou nota na tarde desta segunda-feira (21/11) nas redes sociais informando que desde a licitação da reforma do gramado do estádio Bezerrão, ainda em 30 de setembro de 2022, o procedimento não andou. Segundo o clube, a NOVACAP, responsável pela obra, vem pedindo mudanças e mais mudanças à empresa responsável pela obra e travando seu início.

A empresa pública, que a despeito de ter ficado responsável por recolar nos eixos o gramado do Bezerrão destruído pela implementação do Hospital de campanha no gramado da arena, não facilita, nem agiliza o início da reforma. Segundo fontes do Gama há risco de até o início do Candangão, agendado para o último final de semana de janeiro, as obras sequer terem se iniciado.

Diante disso, a diretoria do Gama já trabalha com outras opções. A primeira delas é o Estádio Luizinho, localizado no Novo Gama, cidade mais próxima do Gama que Luziânia.

O Distrito do Esporte adiantou, semanas atrás, que o estádio, em fase final de reforma, seria uma opção ao Gama tendo em vista a situação atual do Bezerrão.

O Gama mandará 5 partidas em casa na primeira fase da competição, dos 9 jogos que disputará. Caso passe para semifinais e finais teria mais 2 jogos com seu mando, somando 7 partidos a serem sediadas em um estádio que permanece indefinido.

Além do estádio no Novo Gama, Rorizão em Samambaia e Serra do Lago em Luziânia, locais que também receberam partidas do Gama nos últimos campeonatos, são opções para a diretoria gamense.

Leia a nota na íntegra

A Sociedade Esportiva do Gama vem através desse comunicado trazer mais informações para o nosso torcedor sobre o andamento da licitação para a reforma do gramado.

Apesar do intenso trabalho feito pela Diretoria Executiva do clube até o momento, com a realização de diversas reuniões e cobranças à Novacap, visando atingirmos o objetivo de termos o gramado do estádio apto a receber a abertura do Candangão 2023, o cenário que se desenha é que isso não acontecerá.

Após a realização da licitação em 30 de setembro, poucos dias antes do primeiro turno das eleições, imaginava-se que neste momento já estaríamos com as obras do gramado em andamento, mas a triste realidade é que essa obra ainda está distante de iniciar. A empresa vencedora da licitação @greengramados já enviou a planilha de custos algumas vezes para a validação da Novacap, porém sempre é identificado algum erro que atrasa o processo e consequentemente a assinatura do contrato, que pode nem ser assinado esse ano caso a Novacap não dê prioridade total ao assunto.

Já trabalhando num plano B para a torcida ter um estádio próximo à cidade para acompanhar os jogos do Gama, a Diretoria foi neste sábado (19/11) a inauguração do Estádio Luizinho, no Novo Gama, para conhecer as novas instalações e aproximar as relações com a prefeitura do município, visando poder utilizar o estádio no Candangão caso necessário. Seguimos trabalhando firme e com total transparência perante a comunidade e a nossa torcida.

 

Copa do Brasil 2023: conheça os prováveis adversários dos clubes do DF

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Copa do Brasil 2023
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Classificados para a Copa do Brasil 2023, Brasiliense e Ceilândia conheceram suas posições no Ranking Nacional de Clubes. Com as colocações definidas, as equipes do Distrito Federal sabem seus possíveis adversários na maior competição do futebol brasileiro. O Jacaré, campeão candango, ficará alocado no Pote D, o mesmo da atual temporada. Já o Gato Preto subiu 78 posições em relação à última lista e assim, muda do Pote G para o Pote E.

O Brasiliense ascendeu duas posições no RNC e agora é o 61º colocado, melhor colocação dos clubes candangos. Assim, o Jacaré se mantém no Pote D e enfrentará as equipes do Pote H, grupo dos piores ranqueados. Como possíveis adversários estão: Cordino-MA, Parnahyba-PI, Resende-RJ, Athletic-MG, Democrata-MG, Camboriú-SC, Águia de Marabá-PA, Falcon-SE, Princesa do Solimões-AM e São Francisco-AC.

Agora no Pote E, devido à grande ascensão no RNC, o Ceilândia terá um desafio maior. As equipes de seu pote enfrentam os clubes do Pote A, os melhores ranqueados do futebol brasileiro, excetuando os times que entram direto na terceira fase. Entre os prováveis concorrentes à vaga na segunda fase estão: Santos-SP, Grêmio-RS, América-MG, Atlético-GO, Ceará-CE, Bahia-BA, Botafogo-RJ, Red Bull Bragantino-SP, Goiás-GO e Cuiabá-MT.

Caminho até a final

A primeira fase da Copa do Brasil 2023 contará com partidas únicas nos estádios das equipes piores ranqueadas em relação ao seu adversário. Assim, o Brasiliense briga por uma vaga na segunda fase fora de casa e o Ceilândia será mandante de seu confronto. Caso o confronto termine empatado, a vaga ficará com o clube melhor ranqueado entre os dois. A segunda fase também terá partida única no estádio do pior colocado no RNC. A diferença é que casa haja igualdade no placar, a classificação será decidida nos pênaltis.

Os confrontos da terceira fase ocorrerão em partidas de ida e volta, e terão inclusos os clubes classificados à Copa Libertadores, os campeões da Série B, Copa Verde e Copa do Nordeste, e o São Paulo. Os clubes vencedores avançam de fase e seguem em mata-mata até a final. As duas partidas que decidirão o título da Copa do Brasil será disputada em dois domingos, diferentemente das outras edições que ocorreriam às quartas-feiras.

Adversários dos clubes do Distrito Federal

BRASILIENSE
Cordino-MA (220º)
Parnahyba-PI (243º)
Resende-RJ*
Athletic-MG*
Democrata-MG*
Camboriú-SC*
Águia de Marabá-PA*
Falcon-SE*
Princesa do Solimões-AM*
São Francisco-AC*

*Equipes não listadas no Ranking Nacional de Clubes.

CEILÂNDIA
Santos-SP (9º)
Grêmio-RS (11º)
América-MG (12º)
Atlético-GO (13º)
Ceará-CE (14º)
Bahia-BA (15º)
Botafogo-RJ (16º)
Red Bull Bragantino-SP (17º)
Goiás-GO (19º)
Cuiabá-MT (20º)

CBF anuncia Ranking Nacional de Clubes; Brasiliense e Ceilândia sobem

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CBF anuncia Ranking Nacional de Clubes 2023
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, no último sábado (19/11), o Ranking Nacional de Clubes (RNC) 2023. O Distrito Federal está representando por cinco equipes, uma a menos em relação a 2022. Atual campeão candango, o Brasiliense subiu duas posições e continua como o melhor time candango. O Ceilândia, vice-campeão distrital na temporada, galgou mais de 70 posições. Gama, Sobradinho e Real Brasília caíram em comparação ao ano anterior.

Pelo terceiro ano consecutivo, o Flamengo é a primeira equipe listada no Ranking Nacional de Clubes (RNC). Atual campeão da Copa do Brasil e da Copa Libertadores, o rubro-negro carioca soma 17.210 pontos. Na segunda posição, o Palmeiras, campeão brasileiro de 2022, com 14.458 pontos. Athletico-PR, Atlético-MG, São Paulo, Fluminense, Fortaleza, Corinthians, Santos e Internacional completam a lista dos dez primeiros colocados.

Na 61ª posição, o Brasiliense, totalizando 1.833 pontos, é o melhor clube do Distrito Federal ranqueado. O atual campeão candango subiu duas posições em relação à lista de 2022. Em segundo lugar na capital federal está o Ceilândia. O Gato Preto ocupa o 91º lugar no RNC com 821 pontos. Em comparação com o RNC de 2022, o alvinegro candango ascendeu 78 posições. Foi a equipe candanga com maior evolução na lista.

Outras três equipes do Distrito Federal estão listadas no RNC. O Gama aparece na 116ª colocação, 20 posições abaixo do ofício de 2022. O quarto melhor time candango ranqueado é o Sobradinho na 200ª posição. São 21 colocações abaixo da última temporada. Por fim, o Real Brasília. O Leão do Planalto, recém-promovido à elite do Candangão, caiu 13 posições e agora é o 214º. Outro componente de 2022 não foi ranqueado. O Luziânia figurou na 222ª posição em 2022 e desta vez, não foi listado.

Distrito Federal sobe no RNF

Além do RNC, a CBF divulgou o Ranking Nacional de Federações (RNF). O Distrito Federal subiu uma posição em relação a 2022 e agora é o 20º colocado com 3.406 pontos a frente de Acre, Espírito Santo, Tocantins, Roraima, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Amapá. Em primeiro lugar está São Paulo, seguido por Rio Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Ceará, Goiás, Santa Catarina, Bahia e Pernambuco fechando o Top-10 das federações.

Ranking Nacional de Clubes (RNC)

1º – Flamengo
2º – Palmeiras
3º – Athletico-PR
4º – Atlético-MG
5º – São Paulo
6º – Fluminense
7º – Fortaleza
8º – Corinthians
9º – Santos
10º – Internacional
61º – Brasiliense
91º – Ceilândia
116º – Gama
200º – Sobradinho
214º – Real Brasília

Coluna Visão de Jogo #8: Reminiscências

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Coluna Visão de Jogo
Por Luiz Henrique Borges

Domingo, iniciará a Copa do Mundo, evento que capitaliza minha atenção desde 1978, Copa da Argentina. Completada minha primeira década de vida, foi o primeiro mundial que forjou minhas memórias. Acompanhei a competição vivamente e lembro que após a final na qual a Argentina derrotou a Holanda, na prorrogação, meu pai me chamou para caminharmos e no trajeto que estávamos acostumados a fazer senti um grande vazio. Essa é a história da Coluna Visão de Jogo deste sábado.

No Mundialito de 1981, disputado no Uruguai, comecei a sentir orgulho pelo futebol vistoso e altamente técnico da seleção dirigida pelo inesquecível Telê Santana. As excelentes atuações, as vitórias, o futebol envolvente me fizeram chegar no ano seguinte, na Copa da Espanha, com a certeza da conquista. Quem poderia parar o meio-campo brasileiro, formado por Cerezo, Zico, Sócrates e Falcão?

Sempre torcendo por Davi contra Golias, estive ao lado de Camarões do elástico goleiro N´Kono e do perigoso atacante Roger Milla que voltou a brilhar na Copa de 90 quando já era um quarentão. Também me emocionei com as defesas do sensacional arqueiro Arzú de Honduras. Apesar das dificuldades da estreia brasileira contra a extinta União Soviética, o Brasil desfilou qualidade em campo na primeira fase e no jogo contra a Argentina de Diego Maradona, colecionando boas jogadas e gols de tirar o fôlego. Também vivenciei a maior decepção que já tive no futebol. O Brasil só precisava empatar contra a cambaleante Itália. A seleção europeia chegou à Espanha cercada por escândalos na sua loteria, em conflito com a imprensa e empatou todos os jogos da fase inicial. No entanto, na fase seguinte, os italianos venceram a Argentina e nos superaram em uma partida tensa e emocionante. Após desencantar, a Azzurra voou em céu de brigadeiro até o título.

Escaldado com a eliminação na Espanha, estava bem menos empolgado na Copa do México, em 1986, mas isto não diminuiu a frustração com a eliminação para a França nas penalidades máximas. Sem medo de repetir o lugar comum, foi a Copa de Maradona. O craque argentino fez de tudo, de gol de mão até golaços inesquecíveis e capazes de fazer o locutor de seu país, Victor Hugo Morales, chorar durante a narração.

Após a conquista da Copa América de 1989, na qual brilhou a dupla Bebeto e Romário, fiquei animado com as possibilidades para a Copa de 1990. Pela primeira e única vez comprei uma camisa amarela oficial da Seleção Brasileira. A camisa era da Topper, empresa que se encontrava no mercado brasileiro desde 1975 e que forneceu os uniformes para a nossa seleção nas Copas de 1982, 1986 e 1990.  Nunca mais comprei e usei uma camisa oficial do Brasil. Caro leitor, me sinto na obrigação de fazer um esclarecimento, meu “afastamento” da camisa amarela não possui relação alguma com as questões políticas contemporâneas, mas ele se deu em virtude da frustração com a pífia campanha que culminou com a derrota para a Argentina e, supersticioso como todo botafoguense, a derrota me deu a certeza de que a culpa pelo nosso fracasso foi em decorrência da minha compra.

Os Estados Unidos sediaram a Copa de 1994. As dificuldades vivenciadas durante as Eliminatórias e a teimosia em não convocar o atacante Romário, que só foi chamado para o jogo decisivo contra o Uruguai, não me davam muita esperança em relação ao título. Impactado pela goleada colombiana sobre a Argentina virei alvo de deboche do meu pai quando afirmei que a seleção do cabeludo Valderrama era uma das favoritas ao título. O Brasil, de Parreira e Zagallo, jogou um futebol pouco vistoso, mas muito seguro e com uma dupla inspirada: Bebeto e Romário. A esperança foi crescendo na mesma proporção que as fases eram superadas. A final, apesar de insossa, um teimoso zero a zero, foi muito emocionante. Não há contradição. A tensão que se prolongou até as penalidades máximas transformou um jogo chato em pura eletricidade. Jamais esquecerei a descarga de adrenalina em cada uma das cobranças que terminaram em euforia quando Baggio isolou a sua cobrança.

Com a autoestima restaurada com o título de 94, o Brasil chegou na França em 98 como uma das favoritas, mas apresentou ao longo de toda a competição um futebol sofrível e a prova de tal afirmação é que a principal lembrança, até hoje motivo de discussões, foi a convulsão de Ronaldo Fenômeno momentos antes da final contra os donos da casa. A então tetracampeã do mundo foi presa fácil para Zidane e seus companheiros.

O Brasil sofreu para se classificar para a Copa do Japão e Coreia de 2002. Partiu para o distante oriente carregando a desconfiança dos brasileiros. Aos poucos a “Família Scolari” encaixou e a vitória, de virada, contra a Inglaterra sinalizou que o pentacampeonato era muito provável. O título conquistado sobre a Alemanha escancarou a bobagem de escolher o craque da Copa antes da final. O escolhido foi o goleiro alemão Oliver Kahn que “bateu roupa” em um dos gols de Ronaldo, a meu ver, o melhor jogador do torneio.

Uma constelação de craques formava a Seleção Brasileira de 2006. No entanto, ficou claro que nome e tradição não seriam suficientes para garantir o hexacampeonato. A melhor partida da Seleção Brasileira foi contra o Japão, quando Parreira resolveu poupar diversos titulares. Jogadores roliços, fora de forma e que me deram a sensação de descompromisso, fracassaram mais uma vez contra os franceses.

Na África do Sul, o neófito Dunga levou uma equipe esforçada, mas de qualidade técnica muito discutível. As grosserias do técnico com a imprensa e a dificuldade de acesso à Seleção foram bem mais marcantes que o futebol apresentado. A cena de Dunga olhando desalentado para o banco de reservas, sem saber o que fazer, após a Holanda virar o jogo era uma prova de um trabalho sofrível e de uma convocação equivocada.

Não gosto de falar de 2014, fica martelando em minha mente: Gol da Alemanha! Não vamos mais falar sobre o assunto. No caminho de 2018, a CBF, de forma equivocada, confiou inicialmente no fraco Dunga. Com a classificação em risco, Tite assumiu o comando e conseguiu levar, sem sustos, o Brasil para a Rússia. Eu torci para que a Seleção conseguisse retomar o protagonismo no futebol mundial. Mesmo sem empolgar e com o Neymar nos irritando com suas quedas “espetaculares”, o Brasil poderia ter derrotado a Bélgica e galgado uma classificação melhor. Restou um sabor amargo. Que venha o Catar!

Por maiores que sejam minhas divergências com os treinadores que comandaram a equipe brasileira, das insatisfações que tenho com alguns atletas, dos desgostos produzidos pelos dirigentes e das esperanças ou desesperanças que sinto em relação ao país, quando chega o Mundial eu me identifico com a pátria em chuteiras. Eu quero o Hexa!