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Ginásio Poliesportivo do Cruzeiro receberá evento de jiu-jítsu em dezembro

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Brasília International Open Jiu-Jítsu
Foto: Aline Pereira

O Ginásio Poliesportivo do Cruzeiro receberá o Brasília International Open no próximo mês. O evento de jiu-jítsu, programado para os dias 3 e 4 de dezembro, reunirá atletas a partir dos 16 anos de nove categorias masculinas e femininas. A competição terá duas modalidades, com e sem kimono, e faz parte do cronograma oficial da IBJJF, sigla em inglês para Federação Internacional de Jiu-Jítsu Brasileiro, e da Confederação Brasileira de Jiu-Jítsu (CBJJ).

Os atletas que desejam competir deverão se inscrever na competição até 25 de novembro mediante ao pagamento de uma taxa pelo site da CBJJ. O campeonato é organizado pela International BJJ Inc em parceria com a IBJJF e com a CBJJ. Ao todo, serão nove categorias masculinas e femininas (juvenil, adulto e masters 1 até 7), divididas em modalidade com kimono e a outra sem kimono, a No Gi.

A primeira categoria é a juvenil com atletas nascidos em 2006 e 2005. Lutadores com ano de nascimento entre 1992 e 2004 comporão o grupo adulto. Os masters foram divididos em sete níveis: master 1 (atletas com nascimento anterior a 1992), master 2 (anterior a 1986), master 3 (anterior a 1981), master 4 (anterior a 1976), master 5 (anterior a 1971), master 6 (anterior a 1966) e master 7 (anterior a 1971).

A categoria juvenil compreenderá atletas das faixas branca, azul e roxa. Master 6 e master 7 terá lutadores das faixas azul, roxa, marrom e preta. Todas as outras categorias terão todas as cores (branca, azul, roxa, marrom e preta). Segundo a organização, o atleta que comprovar ser faixa-preta de judô, tiver experiência comprovada em wrestling, luta olímpica ou greco-romana, tiver lutado MMA profissionalmente ou de forma amadora, não poderá participar de nenhum campeonato como faixa-branca.

Veja mais:

Tabelas de peso

As tabelas de peso da competição seguirão o modelo da IBJJF. Para os homens, iniciará do peso galo (máximo de 53,5 kg para juvenil e 57,5 kg para adulto e masters), pluma, pena, leve, médio, meio-pesado, pesado e termina com o super pesado (89,3 kg para juvenil e 100,5 kg para adulto e masters). Ainda há o pesadíssimo, categoria acima da super pesado e sem limite de peso.

No feminino, as tabelas de peso diferem da modalidade masculina. Inicia com o peso galo (44,3 kg para juvenil e 48,5 kg para adulto e masters) e finaliza com o pesado, peso máximo de 69 kg para juvenil e 79,3 kg para adulto e masters, passando por pluma, pena, leve, médio e meio pesado. O super pesado não tem peso máxima. A categoria pesadíssimo não existe na modalidade feminina.

Ainda há o peso absoluto para o masculino e feminino, e varia de acordo com as regras do evento. Para o Brasília Open, o peso absoluto será para os atletas que ficarem em 1°, 2° ou 3° em suas categorias. Para a faixa branca, em todas as categorias, não haverá categoria absoluto. A categoria juvenil, nas faixas azul e roxa, terão duas categorias: absoluto leve, de galo a leve; e absoluto pesado, de médio a pesadíssimo.

Informações do evento

O Brasília International Open ocorrerá em dois dias em dezembro, 3 e 4, no Ginásio Poliesportivo do Cruzeiro, localizado no SHCES Quadra 811. A checagem geral dos atletas será em 30 de novembro e dois dias depois, 2 de dezembro, será divulgado o cronograma com os horários do evento e também a chave com os confrontos. A entrada para o público será franca durante a competição.

Calendário da temporada 2023 é divulgado pela FFDF

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Foto: Vitor Nicchio/Vitória F.C.

As competições da atual temporada chegaram ao fim na capital do país. A grande decisão entre Real e Minas Brasília fechou os campeonatos organizados pela Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), com o título das Leoas do Planalto. Agora, pensando em 2023, a maior entidade da bola redonda do quadradinho divulgou as datas que acontecerão as competições no ano que vem. A primeira pelota a rolar será do principal certame do DF: o Candangão.

Marcado para iniciar no primeiro mês de 2023, o Campeonato Candango começará no dia 28 de janeiro. O encerramento da competição está previsto para 15 de abril. Para efeito de comparação, as duas finalíssimas de 2022 também foram realizadas no mesmo mês, só que nos dias 2 e 9. Ao todo, 10 times irão brigar pela taça do Candangão em 2023, assim como foi na atual temporada.

◉ Fique por dentro
Receita Federal oficializa o cancelamento do CNPJ da SAF do Gama
Coluna Visão de Jogo #7: Final do Brasileirão
Brasiliense mantém comissão técnica e marca apresentação para dezembro

Outros dois campeonatos também irão acontecer durante o primeiro semestre de 2023. Em março, terá o pontapé inicial dos Campeonatos Candangos Sub-11 e 13. Começando na primeira parte do ano, mas com término previsto somente para agosto, o Candanguinho Sub-20, principal torneio de base do futebol local, irá movimentar os clubes por duas vagas na Copa São Paulo de Futebol Júnior 2024.

Quatro competições irão movimentar o segundo semestre da bola redonda na capital federal. Em julho, é a vez da garotada do Sub-15 agitar os gramados do DF. No mês de agosto, começa a briga pelas vagas para o Candangão 2024. A Segundinha terminará em outubro. Fechando o ano do futebol local, entrarão em campo os atletas do Campeonato Candango Sub-17 e as mulheres para o Candangão Feminino.

Confira o calendário da temporada 2023

Candangão – 28/1 | 15/4
Candanguinho Sub-11 – 4/3 | 6/5
Candanguinho Sub-13 – 4/3 | 6/5
Candanguinho Sub-20 – 13/5 | 12/8
Candanguinho Sub-15 – 28/1 | 15/4
Segundinha – 19/8 | 7/10
Candanguinho Sub-17 – 23/9 | 25/11
Candangão Feminino – 30/9 | 2/12

Receita Federal oficializa o cancelamento do CNPJ da SAF do Gama

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Gama elenco
Editoria de Arte/Distrito do Esporte

A batalha fora de campo envolvendo a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e a Sociedade Esportiva do Gama (SEG) ganhou mais um capítulo nesta semana. Em pé de guerra para retomar o controle do futebol do clube alviverde, a SEG divulgou, na tarde desta quarta-feira (16/11), a decisão da Receita Federal do Brasil (RFB) pela exclusão do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) da SAF. A baixa, inclusive, já aparece no site do órgão.

A decisão da Receita Federal segue o entendimento da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF). Em outubro, a SEG conseguiu o cancelamento do registro da SAF. A decisão contra a Green White Investments LLC, então responsável por administrar o futebol do clube alviverde, teve o primeiro golpe contra o CNPJ inscrito em dezembro de 2021, após o acordo inicial para constituição do novo modelo de gestão.

Ter o CNPJ cancelado significa que a empresa, no caso a Green White Investments LLC, perdeu o número de registro na Receita Federal. O ato, uma vez oficializado, é impossível de ser revertido. Com isso, na teoria, a SAF não pode mais realizar nenhuma atividade formal em nome do Gama. Na prática, a Sociedade Esportiva ainda precisa trabalhar em outras frentes para voltar ao controle.

As principais pendências são na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e na Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF). Nos dois órgãos onde o Gama é vinculado para estar no futebol profissional, ainda conta o registro da Sociedade Anônima. Com o cancelamento definitivo do CNPJ por parte da Receita Federal, o clube alviverde deu mais um passo para ter o seu cadastro original reativado.

No arbitral de organização do Campeonato Candango de 2023, quando o Gama teve o representante da SAF na mesa de debates e o presidente da SEG acompanhando nos bastidores, o presidente da FFDF, Daniel Vasconcelos, disse que a entidade local efetuaria uma possível mudança de comando do clube tão logo houvesse uma determinação efetiva para justificar a ação.

Coluna Visão de Jogo #7: Final do Brasileirão

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Coluna Visão de Jogo
Por Luiz Henrique Borges

A semana, com a disputa da última rodada do Campeonato Brasileiro no domingo, marcou o encerramento das atividades oficiais do futebol pelo Brasil em 2022.

A partir de agora, até meados de dezembro, vamos nos concentrar na Copa do Mundo que terá o seu primeiro jogo, pouco atraente, a meu ver, entre Catar e Equador, no próximo domingo, dia 20.

Apesar do Palmeiras já ter levantado, com justiça, a taça do Brasileirão, as últimas emoções foram vivenciadas pelos clubes que lutam pela Libertadores da América. Ainda havia uma vaga aberta para a fase de grupos e as duas vagas para a denominada Pré-Libertadores. Como a esperança é a última que morre, após as vitórias do Botafogo contra o Atlético Mineiro e contra o Santos, eu voltava a sonhar.

Em relação ao clube da estrela solitária, uma situação muito peculiar ocorreu ao longo de todo o Brasileirão: a equipe atuou muito melhor e conseguiu a boa parte de suas vitórias jogando nos estádios dos adversários. Em casa, o clube perdeu muitos pontos, inclusive para as diversas equipes rebaixadas. Somente contra elas foram 12 pontos desperdiçados, empate contra o Juventude, o Ceará e o Atlético Goianiense e derrotas para o Avaí e Cuiabá. Se a tônica, no próximo ano, não se alterar, o Textor, dono da SAF que dirige o Botafogo, poderia vender todos os mandos de campo e atuar sempre como visitante.

Deixando de lado a brincadeira, entendo que as expectativas da torcida com a reconstrução do Botafogo fragilizaram o clube quando ele jogou em seus domínios. Durante o ano foram montadas praticamente três equipes, sendo as duas primeiras de nível técnico baixo. Apenas na última janela de transferências, o alvinegro conseguiu contar com um elenco mais qualificado.

Ao atuar em casa, a ansiosa torcida queria ver um time protagonista. O treinador e os atletas até se esforçaram na tentativa de satisfazer os torcedores, no entanto, além de não ser um grupo brilhante, havia a dificuldade de entrosamento. Uma equipe que deseja tomar as rédeas do jogo precisa de afinação e isso só é obtido com muito treino. No entanto, quando jogou de forma mais reativa, atuando fora de casa e sem a mesma pressão, os resultados apareceram. Das peladas aos jogos profissionais, no futebol sempre foi mais fácil destruir do que construir. Com a continuidade da SAF, espero que Textor faça os investimentos certos já no início do ano e que use o Campeonato Carioca como um laboratório para as competições nacionais e internacionais que o alvinegro jogará.

A situação vivenciada pelo Botafogo também deve servir de alerta para os vascaínos e a 777 Partners, a condutora da SAF cruzmaltina. Mesmo com os investimentos dos novos proprietários, as contas em dia, os resultados não necessariamente ocorrem de forma imediata. É preciso ter um pouco de paciência e moderar as expectativas.

Falando em Vasco, o seu retorno para a elite do futebol brasileiro foi para lá de emocionante. Após a derrota para o Sampaio Corrêa, em São Januário, comecei a temer que o clube de tantas glórias e história amargasse mais um ano na segunda divisão, afinal jogaria, na última rodada, em Itu, contra os donos da casa, o Ituano. Se a equipe paulista vencesse, ela tomaria a vaga do Vasco da Gama.

O início pareceu muito promissor para a equipe carioca. Logo aos três minutos, após disputa de bola de Raniel com Jefferson Paulino, a bola sobrou para Gabriel Pec que chutou em direção ao gol. O zagueiro Lucas Costa, em desesperada tentativa de evitar a abertura do placar pelo adversário, colocou a mão na bola e foi expulso. Coube ao experiente Nenê cobrar e converter o pênalti. Depois do gol, mesmo com um jogador a mais, o Vasco da Gama não conseguiu se impor e o Ituano pressionou o seu adversário durante todo o primeiro tempo. A etapa final foi mais equilibrada, as duas equipes construíram jogadas de perigo, mas pararam nas boas defesas dos dois goleiros ou na falta de pontaria.

Foi muito sofrido, mas o Vasco, após dois anos na Série B, voltou para a elite nacional. O resultado também deve ter sido muito comemorado pelo STJD e pela própria CBF, afinal transformou o julgamento dos incidentes ocorridos no jogo contra o Sport, na Ilha do Retiro, em algo de menor importância e, talvez, tenha até influenciado na decisão tomada na última quarta-feira que declarou o Vasco vencedor do jogo contra os pernambucanos. Mas, imaginem a situação constrangedora que poderíamos ter vivenciado se o clube paulista tivesse conquistado a vaga no campo e a perdesse por uma decisão no “tapetão”.

Para evitar situações que podem ser judicializadas, além de colocar sob suspeita os campeonatos em suas diversas divisões, trazendo a sensação da defenestrada “virada de mesa”, eu defendo que os julgamentos sejam realizados com a maior celeridade, preferencialmente ainda no decorrer da semana em que os fatos se deram.

Minha expectativa para o Campeonato Brasileiro de 2023 é elevada. O retorno dos gigantes Cruzeiro, Grêmio, Vasco e Bahia trará ainda mais emoção, competitividade e equilíbrio para a Série A. Dentre os campeões brasileiros, apenas Guarani e Sport permaneceram na Série B. Há tempos a Série A não estava tão recheada de clubes que formam a elite do futebol nacional.

A semana também vivenciou a convocação final de Tite para a muito aguardada competição. Dentre os atletas escolhidos, sem surpresas, o único que não faria parte do meu grupo é o Daniel Alves. As justificativas do treinador brasileiro não me convenceram. O envelhecido lateral há muito não demonstra o futebol que lhe credencia para atuar com a camisa amarela.

Não concordo com o colunista do UOL, o jornalista Rodolfo Rodrigues, homônimo do espetacular goleiro uruguaio que brilhou no Santos na década de 80, que afirmou que os jogadores não devem ser convocados para a Copa do Mundo apenas pelo momento. Para ele, a história do atleta, a importância dele para o grupo e sua qualidade técnica são aspectos que precisam ser ponderados.

A Copa do Mundo, competição de tiro curto, é fundamentalmente momento. Não há tempo para a recuperação. Em 90 minutos está tudo decidido. Qualidade técnica é fundamental, mas no presente e não no passado. Daniel Alves fracassou no São Paulo e é muito criticado no futebol mexicano, qual a qualidade técnica que ele atualmente apresenta? Tenho uma posição muito clara em relação ao assunto: se a história e a importância do Daniel Alves para o grupo são tão grandes, que ele faça parte da comissão técnica. Como atleta, ele já deu! O maravilhoso de uma Copa do Mundo é que ao final o cronista pode queimar a língua.

Brasiliense mantém comissão técnica e marca apresentação para dezembro

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Brasiliense apresentação
Foto: Luã Tomasson/Brasiliense FC

A temporada de 2022 acabou para o Brasiliense com a eliminação na semifinal da Copa Verde diante do Vila Nova. Com isso, o time amarelo iniciou oficialmente o planejamento para organizar as diretrizes do futebol para o próximo ano. Na manhã desta quarta-feira (16/11), o Jacaré confirmou detalhes envolvendo a comissão técnica do clube e a data de apresentação do elenco.

Contratado em 1º de setembro para iniciar a segunda passagem pelo Brasiliense, o treinador Luan Carlos será mantido para tocar o clube na temporada de 2023. No atual ano, a única competição com comando do atual técnico foi justamente a Copa Verde, onde o time fez bons jogos contra Luverdense, Cuiabá e Vila Nova, mesmo com a eliminação para os goianos na semifinal.

Em ação recentemente, o elenco do Brasiliense terá um mês de férias antes de começar os treinamentos visando as competições do clube em 2023. A apresentação do grupo ficou marcada oficialmente para 12 de dezembro, no Centro de Treinamentos do Lago Sul. Até lá, a diretoria do clube amarelo terá tempo para avaliar lacunas no grupo, assim como ajustar possíveis chegadas ou saídas.

Assim como nos últimos anos, o Brasiliense será um dos clubes do Distrito Federal com calendário extenso em 2023. O clube amarelo abre o ano disputando o Campeonato Candango, do qual é o atual bicampeão. Na sequência, começam as competições nacionais com os mata-matas da Copa Verde e da Copa do Brasil. Logo depois, o time inicia a busca pela maior ambição: o acesso na Série D do Campeonato Brasileiro.

O primeiro jogo oficial do Brasiliense em 2023 será a estreia no Candangão contra o Ceilândia, em 28 de janeiro. A partida será uma reedição das últimas duas decisões do torneio local. Diferentemente deste ano, a Copa Verde terá início em fevereiro, assim como a primeira fase da Copa do Brasil. A Série D do Brasileirão tem pontapé inicial agendado para a segunda quinzena de abril.

Renato Moicano dá show e vence por finalização no UFC

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Luta Renato Moicano - foto: Super Lutas

Neste sábado (13/11), o brasiliense Renato Moicano entrou em ação mais uma vez pelo UFC. O peso leve fez a última luta do card preliminar do UFC 281 realizado em Nova Iorque/EUA. Moicano vinha de derrota para o brasileiro Rafael Dos Anjos, após aceitar a luta faltando apenas quatro dias para o combate, substituindo o adversário de Dos Anjos.

Dessa vez com um camp completo, Renato Moicano que treina na equipe American Top Team localizada no estado americano da Flórida, deu show e em apenas dois minutos de combate ele venceu o australiano Brad Riddel pelo UFC.

A luta começou  com o brasiliense indo para cima de Brad Riddel. Moicano trabalhava a curta distância, investindo em jabs duros que logo abriram um corte no rosto do australiano.

Renato moicano ditou o ritmo da luta com jabs de esquerda. O brasiliense ouviu a estratégia dos seus técnicos, foi para o clinch e em transação rápida o faixa preta foi para as costas de Riddel, aplicando um justo “mata leão” aos 3:18 do primeiro round.

Ao final do combate, Moicano pediu ao presidente do UFC Dana White o bônus de $50 dólares de perfomance da noite. O atleta disse o seguinte:

– Joe Rogan, não sei se você me conhece, mas eu era o número 4 do peso-pena. Eu era o melhor peso-pena do planeta e perdi para meu ídolo José Aldo. Foi muito ruim para minha carreira, mas eu subi de divisão. Aprendi com meus erros e estou aqui pra dominar todos estes filhos das p***. Estou aqui pra dominar. Não cometo erros, só perdi para o melhor, mas hoje eu sou o melhor desta p***. Sean e Dana sabem, eu estava bebendo cerveja, comendo carne no Brasil, então eles me ligaram e eu vim. Viajo 24 horas e os filhos das p*** me desrespeitam. Quero a p*** do bônus. Moicano quer dinheiro. Posso bater estes caras na trocação, no wrestling, porque agora sou a p*** de um wrestler all-american, irmão.

Não há informações, ainda, se o atleta teve ou não sua solicitação acatada. O que se sabe é que ele vem crescendo dentro do UFC e para os dirigentes da mesma.

Vila Nova vence em casa e elimina o Brasiliense da Copa Verde

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Vila Nova e Brasiliense
Foto: Beto Corrêa/Vila Nova

A Copa Verde de 2022 chegou ao fim para o Brasiliense e para o futebol candango. Na tarde deste sábado (12/11), o Jacaré visitou o Vila Nova no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, o OBA, na partida de volta da semifinal do torneio regional. Após o empate no jogo de ida em Taguatinga, o time candango precisava vencer para chegar na final da competição pela segunda vez. Os goianos, porém, usaram bem o fator casa, ganharam a partida por 2 a 1 e garantiram a classificação.

No primeiro tempo, o Vila Nova repetiu o enredo do jogo de ida na Boca do Jacaré e conseguiu sair na frente com Kaio Nunes. Porém, o Brasiliense manteve a concentração e não demorou muito para chegar ao empate com Tobinha. Na etapa final, o time amarelo foi vazado logo nos minutos iniciais por Diego Tavares. Na tentativa de pressão, os candangos chegaram a colocar uma bola no travessão. Porém, os donos da casa conseguiram manter o controle do jogo e confirmaram a vitória e a vaga na final da Copa Verde.

Um gol para cada lado

O primeiro tempo de Vila Nova e Brasiliense teve o mesmo enredo de gols do jogo entre as equipes na Boca do Jacaré. Nos primeiros minutos, os dois times circularam a bola em busca de espaço e quem achou foram os goianos. Aos 11, Diego Tavares foi travado na hora do chute. O mesmo jogador teve outra chance com 14, mas chutou por cima. Três minutos depois, Alex Silva colocou bola na área e Kaio Nunes testou para colocar na rede e deixar os donos da casa na frente.

O lance fez o Brasiliense sair. Aos 20, Tobinha finalizou fora do alvo. O Vila Nova tentou responder com bola alçada na área, mas cortada pela defesa do Jacaré. O empate saiu aos 27. Tobinha chutou em cima da marcação, mas ele mesmo aproveitou o rebote para colocar os candangos na partida. Com 36, o Tigre ameaçou. Matheuzinho bateu de fora da área e Sucuri defendeu bem. Aos 40, Alex Silva recebeu bom passe, mas foi travado no momento certo pela marcação. Sucuri ainda salvou outra em cabeçada de Jordan.

Foto: Beto Corrêa/Vila Nova

Tigre faz no início

Assim como na Boca do Jacaré, o Brasiliense tomou um golpe do Vila Nova com poucos minutos. Aos três, Diego Tavares ficou com a sobra e recolocou os goianos na frente. O lance fez o Jacaré tentar impôr uma pressão. Gustavo Henrique passou perto em chute de primeira. Com oito, na área, Zotti carimbou o travessão. O time candango manteve a posse, mas o Tigre assustou quando Neto Pessoa marcou, mas a arbitragem anulou por impedimento. Aos 18, Sucuri salvou cabeçada de Rafael Donato.

A queda fez Luan Carlos mexer três vezes em busca de reação. O Vila Nova, porém, passou a jogar com a vantagem e circulou a bola para fazer o tempo passar. Os goianos se fecharam e a bola circulou bastante no pé do Jacaré. Aos 37, Tarta arriscou de longe e Tony colocou para escanteio. O Tigre usou as substituições restantes para esfriar os adversários. Com 42, Diogo Sodré ficou de cara com o arqueiro alvirrubro, que salvou outra. Nos acréscimos, Sodré deu o último respiro de fora da área, mas não salvou o Brasiliense. Aos 49, Sucuri ainda salvou um chute à queima-roupa de João Lucas.

VILA NOVA 2
Tony; Alex Silva (Railan), Rafael Donato, Jordan 🟨 e Willian Formiga (Jefferson); Sousa, Jean Martim 🟨 e Matheuzinho (Wagner 🟨); Diego Tavares ⚽ (João Lucas), Kaio Nunes ⚽ (Matheus Souza) e Neto Pessoa. Técnico: Allan Aal

BRASILIENSE 1
Edmar Sucuri; Jonathan Bocão (Andrezinho), Railon 🟨, Gustavo Henrique e Aloísio 🟨; Aldo, Tarta e Zotti 🟨 (Diogo Sodré); Luquinhas (Alvinho), Tobinha ⚽ (Daniel Alagoano) e Hernane Brocador (Yuri Mamute). Técnico: Luan Carlos Neto

Imparáveis: Real Brasília conquista o tetracampeonato consecutivo

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Real Brasília campeão do Candangão Feminino
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

A manhã deste sábado (12/11) coroou a impecável campanha do Real Brasília. As Leoas do Planalto empataram com o Minas Brasília por 0 a 0, mas o resultado de 5 a 1 na partida de ida garantiu a taça. O resultado deu o quarto título à equipe treinada por Adilson Galdino e confirmou o melhor aproveitamento da história do time, 10 vitórias nos 11 jogos disputados. A partida, disputada no estádio Defelê, na Vila Planalto, contou com poucas emoções no decorrer dos 90 minutos derradeiros.

Com oportunidades de gol somente nos minutos finais do primeiro tempo, o Minas Brasília foi melhor que seu adversário. A dupla Pelé e Manu deram trabalho à goleira Dida, mas não marcaram gol. A segunda etapa seguiu o tom dos primeiros 45 minutos e mostrou pouca efetividade dos ataques. O Real Brasília, ciente de sua enorme vantagem, controlou o confronto e buscou, de forma tímida, furar o sistema defensivo da equipe verde celeste. No fim, as Leoas do Planalto levantaram seu quarto troféu da competição.

Minas melhor na primeira etapa

O início truncando e faltoso não representou dificuldade para as goleiras das equipes. Somente aos 15’, o primeiro lance de perigo. Gaby Soares rolou para Dani Silva, a atacante avançou e chutou cruzado, mas a defesa verde celeste conseguiu afastar. Dois minutos depois, Pelé fez boa jogada pela esquerda, entrou na área e achou Elisa, a meia protegeu, rolou para Monse, que chutou para fora.

Aos 32’, Pelé recebeu livre na área, avançou e na hora de cruzar, perdeu chance inacreditável. No minuto seguinte, Manu driblou duas zagueiras e bateu colocado, mas a bola parou na trave de Dida. Com 37’, Manu rolou para Pele, a atacante bateu cruzado e Dida fez boa defesa. No escanteio, Manu tentou gol olímpico e Dida defendeu mais uma vez. Aos 42’, nova tabela entre Pelé e Manu, mas desta vez, a meia finalizou para fora.

Real Brasília conquista título
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

Empate com gosto de título

Aos 12 minutos do segundo tempo, Pelé tem uma grande chance, mas desperdiça. Cinco minutos, Camila Pini tem a chance de marcar, mas cobra a falta nas mãos de Karen. Aos 18′, Marcela Guedes achou Gaby Soares livre e meia finalizou na rede pelo lado de fora. Quatro minutos depois, Dani Silva bateu colocado e acertou o travessão. No rebote, Vivian chuta para fora. Vivian, aos 28′, cruzou na área e Dani Silva cabeceou, mas Karen defendeu com tranquilidade.

Aos 32′, Gaby Soares arriscou de longe e a bola passou rente ao travessão. Com o placar favorável, o Real Brasília passou a controlar mais o jogo e o Minas buscava, sem sucesso, o ataque. Com o cronometro marcando 42 minutos, Raiza de bom passe para Marcela Guedes, que avançou, bateu na saída de Karen e tirou tinta da trave esquerda. No lance seguinte, Vivian bateu colocado e assustou a goleira do Minas Brasília.

As Leoas conquistam o tetra

De forma invicta, o Real Brasília chegou ao seu quarto título do Candangão Feminino. Com uma defesa sólida e ataque fatal, a equipe marcou 73 gols e sofreu apenas 3. Assim, o clube empata com o CFZ em número de taças da competição, ficando atrás do Cresspom com sete. O Minas Brasília, em contrapartida, perdeu sua quarta decisão consecutiva para as Leoas do Planalto.

Real Brasília 0
Dida 🟨; Lay, Rafa Soares, Isabela, Carol Gomes (Natasha Rosas); Sassá (Maiara🟨), Gaby Soares (Thais), Camila Pini (Raiza), Nenê (Vivian); Dani Silva e Marcela Guedes.
Técnico: Adilson Galdino

Minas Brasília 0
Karen; Lia, Letícia Teles 🟨, Tati Antônio, Laura, Renata Rosa; Elisa, Monse, Manu; Mileninha e Pelé (Magna).
Técnico: Rodrigo Campos

Real Brasília faz sua melhor campanha da história no Candangão

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Real Brasília tetracampeão
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

O Real Brasília conquistou o quarto título do Candangão Feminino de sua história na manhã deste sábado (12/11). A equipe, agora tetracampeã brasiliense, levantou todas as taças desde sua estreia em 2019 e com números expressivos nas campanhas. Nesta temporada, o clube aurianil obteve o melhor aproveitamento em todas as edições disputadas. Foram dez vitórias nos 11 jogos disputados, sendo um empate no último jogo com o título encaminhado, o ataque mais positivo e a defesa menos vazada.

Participante do Candangão Feminino há quatro anos, o Real Brasília se tornou a equipe mais poderosa do futebol feminino brasiliense. No ano da estreia, em 2019, oito vitórias e três derrotas, aliadas aos 66 gols feitos e cinco sofridos, garantiram a primeira taça da equipe e 81,8% de aproveitamento no total. O título ainda garantiu o clube na Série A2 do Brasileirão Feminino em 2020. 

A segunda edição em que o Real Brasília participou decretou a única derrota em toda a sua história no Candangão Feminino. Foi na terceira rodada da fase de classificação para o Minas Brasília por 1 a 0. Apesar do revés, as Leoas do Planalto conquistaram o seu segundo título. A campanha contou com seis vitórias, um empate e uma derrota, totalizando 79,2% de aproveitamento. Ao todo, 45 gols foram marcados e apenas seis sofridos.

O tricampeonato veio em 2021, ano da primeira participação do clube na Série A1 do Brasileirão Feminino. O aproveitamento foi o melhor até então, 87,9%, oriundos de nove vitórias e dois empates. Mais modesto em comparação a outras edições, o ataque marcou “apenas” 43 tentos. A defesa manteve sua regularidade, vazada por cinco vezes em todo o certame.

Melhor aproveitamento, ataque fatal e defesa sólida

A atual temporada marcou a superioridade das Leoas do Planalto. As jogadoras do Real Brasília ostentaram, além do quarto título consecutivo, o seu melhor aproveitamento, melhor ataque e a melhor defesa de todas as edições disputadas. A equipe treinada por Adilson Galdino disputou 11 partidas e venceu dez, totalizando 93,9% de aproveitamento. O único resultado sem vitória aconteceu na manhã deste sábado (12/11) no segundo jogo da final do Candangão Feminino e terminou em igualdade sem gols.

O ataque letal foi um dos fatores determinantes na vitoriosa campanha. As Leoas do Planalto viram as redes adversárias serem balançadas 73 vezes nos 11 jogos disputados. Foram seis gols a mais do que sua primeira participação, em 2019. O sistema defensivo foi outro expoente aurianil. A defesa foi vazada apenas três vezes, dois gols a menos que 2019 e 2021, e três em relação a 2020.

Números do Real Brasília no Candangão Feminino

2019
11 jogos
8 vitórias
3 empates
66 gols pró
5 gols sofridos
81,9% de aproveitamento

2020
8 jogos
6 vitórias
1 empate
1 derrota
45 gols pró
6 gols sofridos
79,2% de aproveitamento

2021
11 jogos
9 vitórias
2 empates
43 gols pró
5 gols sofridos
87,9% de aproveitamento

2022
11 jogos
10 vitórias
1 empate
73 gols pró
3 gols sofridos
93,9% de aproveitamento

Mais um tetra: Real iguala CFZ em títulos do Candangão Feminino

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Candangão Feminino - Real Brasília empata com CFZ na segunda posição
Foto: Editoria de Arte/Distrito do Esporte

A supremacia no futebol feminino do Distrito Federal é azul e branco! Dominante no desporto local desde que foi fundado, o Real Brasília simplesmente aniquila seus adversários e conquista seu quarto título de Candangão em quatro anos. O tetra veio após um empate em 0 a 0 diante do Minas Brasília. Levantando mais uma taça dentro do quadradinho, as Leoas do Planalto tornam-se as segundas maiores vencedoras da competição, ao lado do CFZ.

As Leoas do Planalto empilham títulos do campeonato local desde 2019. Em todas as oportunidades, o clube aurianil deixou para trás o Minas Brasília, equipe campeã nacional e que comandava o futebol local entre 2016 e 2018. Com um projeto vitorioso e conquistando mais um troféu, o time realense alcançou a marca do CFZ. O clube do Zico conquistou quatro títulos do Candangão Feminino no início dos anos 2000.

O CFZ é o segundo time com mais conquistas e carregava essa marca durante um bom tempo. O Minas chegou bem próximo com três títulos, porém, o time aurianil freou o ímpeto das adversárias e tomou conta do do futebol feminino no DF. Outra marca que a equipe realense alcançou foi sair campeã em quatro oportunidades de forma consecutiva. Somente o clube do Zico havia atingido este patamar.

Real Brasília
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

Com o tetra conquistado, agora o Real só fica atrás do Cresspom. As Tigresas do Cerrado são as maiores vencedoras do Candangão Feminino e levantaram a taça sete vezes (2007, 2008, 2009, 2011, 2012, 2014 e 2015). Atrás do time aurianil e do CFZ, aparece o Minas com três conquistas. Na sequência aparece o Apollo 4 com títulos em 2004 e 2005. Ascoop, Iate Clube, Capital, Flamengo Tiradentes, Aruc e Luziânia fecham a lista.

Campeões do Candangão Feminino

Cresspom – 7 títulos (2007, 2008, 2009, 2011, 2012, 2014 e 2015)
Real Brasília – 4 títulos (2019,2020, 2021 e 2022)
CFZ – 4 títulos (2000, 2001, 2002 e 2003)
Minas Brasília – 3 títulos (2016, 2017 e 2018)
Apollo 4 – 2 títulos (2004 e 2005)
ASCOOP – 1 título (2010)
Iate Clube – 1 título (1999)
Capital – 1 título (2013)
Flamengo Tiradentes – 1 título (1997)
ARUC – 1 título (1998)
Luziânia – 1 título (2006)

Real Brasília em finais

Candangão Feminino 2019

1º jogo – Real Brasília 1×1 Minas Brasília
2º jogo – Real Brasília 2×0 Minas Brasília

Candangão Feminino 2020

Jogo único – Real Brasília 2×1 Minas Brasília

Candangão Feminino 2021

Jogo único – Real Brasília 2×1 Minas Brasília

Candangão Feminino 2022

1º jogo – Real Brasília 5×1 Minas Brasília
2º jogo – Real Brasília 0x0 Minas Brasília