O Capital não dormiu no ponto e agiu no mercado da bola. Depois de liberar para o Gama o zagueiro Emerson, o Coruja correu atrás e já preencheu a lacuna deixada pela partida do defensor ao Alviverde. O clube azul e branco divulgou na tarde desta terça-feira (20/12) a contratação de Campestrini. Com a chegada do atleta, o Capital agora possui 24 jogadores para a próxima temporada que serão comandados por Rogério Mancini.
Zagueiro de 29 anos, Campestrini é natural do interior de Santa Catarina. O jogador começou sua carreira no Sub-20 do Metropolitano, equipe catarinense de futebol. Ainda no Sul do Brasil, ele atuou pelo Jaraguá, até ter sua primeira oportunidade fora de sua região. Em 2015 o atleta jogou pelo Águia Negra e Operário-MS. O defensor permaneceu no futebol sul-matogrossense até 2016, quando foi contratado pelo 7 de Setembro.
Apesar de nunca ter jogado na capital federal, Campestrini já jogou em Goiás. No território do pequi, o atleta defendeu o Goianésia, Anápolis e Jataiense. Em seu currículo, o zagueiro tem passagens pelo Itaboraí, Gaúcho, Guarani-MG, Igrejinha, Joinville, Cabofriense, Madureira, River-PI, Atlético Tubarão, Dourados, Blumenau e Uruaçu. O clube goiano foi o último do jogador antes de assinar com o Capital.
O Coruja estreia no Campeonato Candango 2023 em casa. Marcado para começar no dia 28 de janeiro, um sábado, o Capital receberá no Estádio JK o time do Samambaia. A equipe foi campeã da Segunda Divisão do Campeonato Candango, derrotando o Real Brasília na finalíssima. O segundo compromisso do clube azul e branco será fora de casa, diante do Taguatinga, marcado para uma semana depois.
O Campeonato Candango 2023 está se aproximando e, com ele, os clubes se movimentam no mercado da bola atrás de reforços para o plantel. Em sigilo, o Santa Maria está se preparando para a próxima temporada. A equipe irá disputar somente o Candangão. Anteriormente, a Águia Grená havia divulgado Christian Ramos, treinador que vai comandar o clube no certame local. Agora, Leandro Bulhões é o primeiro reforço confirmado no clube.
O volante de 31 anos é conhecido no futebol da capital federal. No quadradinho, o atleta atuou pelo Capital em 2021, onde atuou em oito partidas pelo Coruja. Em 2023, Bulhões retorna ao futebol local. Formado nas categorias de base do Goiás, o jogador já rodou por clubes do Brasil inteiro. Dentro do seu estado de origem foi onde Leandro jogou por mais clubes na carreira, são eles: Goiás, Aparecidense, Itumbiara, Anapolina, Vila Nova, Anápolis e Goiânia.
Em 2018 foi a primeira vez que o atleta teve uma experiência longe de Goiás, quando foi atuar no Gurupi, time de Tocantins. Leandro Bulhões se destacou na temporada seguinte defendendo o Joinville. Com a camisa do Coelho foram 29 jogos disputados, jogando a Copa do Brasil, Campeonato Catarinense e a Série D do Brasileirão. Em sua carreira, o atleta ainda passou pelo Operário-MS, Democrata, Costa Rica e, por último, Atlético Catarinense.
Ao Distrito do Esporte, Leandro Bulhões comentou sobre a próxima temporada. “Expectativa é a melhor possível. Feliz e motivado em retornar a esse mercado onde fui feliz, quando fui eleito o melhor volante e participei da seleção do Candangão. Agradeço a confiança do Francisco Neto e Christian Ramos por quererem contar comigo e com a minha experiência dentro e fora do campo”.
A estreia do Santa Maria no Campeonato Candango 2023 será em um sábado (28/1). Confirmado pela Federação de Futebol do Distrito Federal, o confronto diante do Paranoá será no Estádio Serra do Lago, no Entorno Sul do quadradinho. Na rodada seguinte, a Águia Grená vai até Samambaia enfrentar os donos da casa no Rorizão. Encerrando as três primeiras partidas, o Santinha visita o Brasília na quinta-feira (9/2), às 15h.
A noite do último domingo (18/12) no Catar – e tarde no Brasil – marcou a terceira Copa do Mundo conquistada pela Argentina. A seleção albiceleste abriu 2 a 0 ainda na etapa inicial com Messi e Di Maria. Já nos minutos finais do segundo tempo, Mbappé marcou por duas vezes e levou a partida para a prorrogação. Messi e Mbappé anotaram mais um gol cada e a taça foi decidida nas penalidades máximas. Montiel cobrou o quarto pênalti e decretou a vitória à Argentina, agora tricampeã mundial de futebol.
Análises dos confrontos
Em conversa com a equipe do Distrito do Esporte, Victor Hartmann listou as características de alguns confrontos. Para o brasiliense, Espanha e Marrocos foi o mais legal de assistir. “Estava no meio da torcida de Marrocos e fui adotado por eles. Quando foi para os pênaltis, estava atrás do gol e a comemoração foi fenomenal”, disse. O profissional do mercado financeiro ainda listou a final neste quesito. “Em relação a futebol, foi o melhor jogo. Estar em uma final de Copa, com as reviravoltas que teve. Foram, sem dúvidas, os jogos mais legais”, completou.
Se Victor listou dois jogos que gostou de assistir, lembrou de outro que denominou de chato. “Japão e Costa Rica. O jogo foi 13h e o sol estava bem quente. Não tinha futebol, as torcidas estavam desanimadas e deixou muito a desejar”, falou. Quando comentou sobre a maior surpresa, a campeã mundial surgiu. “Com certeza, Arábia Saudita e Argentina. Argentina ganhando de 1 a 0 e teve três gols anulados. No segundo tempo, Arábia Saudita vira e a torcida saudita não estava acreditando, nem os argentinos. Tinha muito torcedor saudita, diria que meio a meio”, revelou.
Foto: Arquivo Pessoal/Victor Hartmann
A seleção brasileira foi citada no quesito melancólico. “Brasil e Croácia. Eu estava atrás do gol onde foram disputados os pênaltis e foi um clima de funeral no estádio. A torcida até gritou um pouco depois, mas estava todo mundo abatido, muita gente chorando e incrédulo”, confessou. Outra seleção sul-americana foi recordada quando a melancolia foi apontada. “A vitória do Uruguai contra Gana. Parece que eles esqueceram do jogo da Coreia”.
Victor ainda falou o que enxergou no estádio. “Uruguai cozinhando o jogo no segundo tempo, podia ter ido para cima, mas deu a impressão de que eles achavam que já estavam classificados por estarem eliminando Gana”. A tônica da partida mudou com o resultado outro confronto do grupo. “Quando perceberam que a Coreia tinha virado, os jogadores ficaram desesperados e começaram a chorar no banco, o Suárez foi um. Foi a eliminação mais patética”, afirmou.
Jogadores destacados e gols mais bonitos
Para Victor, dois jogadores se destacaram no Mundial. “Messi e Mbappé foram fenômenos. Quem levasse a taça, também levaria o troféu de melhor jogador da Copa”, apostou. O brasiliense achou justa a escolha do jogador argentino. “O Messi bateu algumas vezes na trave e não demonstrava liderança na seleção, mas desta vez ele chamou a responsabilidade, comandou o time, foi espetacular e o melhor da Copa, com certeza, foi Lionel Messi”, concordou.
Em contrapartida, Hartmann lembrou do que menos se destacou. “O pior jogador, infelizmente vou ter que dizer isso, pelo que representa, pelo que já foi, é o Cristiano Ronaldo”, falou. Victor expilcou sua escolha pelo camisa 7 da seleção portuguesa. “Eu sou fã dele, mais do que do Messi, mas nesta Copa ficou a desejar muito. Chegou até fazer gol, mas foi para reserva e não rendeu o que se esperava”, apontou.
O profissional do mercado financeiro votou em um jogador holandês como a revelação da Copa. “É o Gakpo, da Holanda. Fez gols na primeira fase, jogou bem todos os jogos e foi a revelação, para mim, da Copa”. Entre as pinturas, Victor elegeu três da primeira fase do Mundial. “Eu ranquear os três gols mais bonitos. O número três é o do Salem Al-Dawsari, da Arábia Saudita, que a bola vai no ângulo. O segundo é o de cobertura do Aboubakar, de Camarões contra Sérvia, e o gol mais bonito foi o do Richarlison de voleio”, listou.
Decepção e surpresa
A grande decepção, segundo Victor, foram os alemães. “Foi a Alemanha. Mesmo não sendo favoritíssima, foi a primeira a ser classificar e é tetracampeã”. Hartmann acreditava em melhor desempenho da seleção de Hansi Flick. “Segunda vez seguida que ela é eliminada na primeira fase. Eu esperava mais da Alemanha em grupo com Japão, Costa Rica e Espanha. Decepção total”, afirmou.
Victor elegeu Marrocos como a maior surpresa da Copa. “Eu acreditava que Marrocos poderia passar de fase, mas até a semifinal e ser o primeiro do grupo deles, não”, declarou. Hartmann apontou o apoio das arquibancadas como um dos sucessos da seleção marroquina. “O ponto forte foi a torcida. Tinha uma defesa sólida, uma equipe bem montada, mas a atuação dos torcedores foi impecável. Empurravam a todo instante, vaiavam os adversários, foi o 12º jogador”, afirmou.
Foto: Arquivo Pessoal/Victor Hartmann
Decisão de Mundial memorável
O brasiliense comentou o confronto. “A França estava nas cordas, os torcedores argentinos gritando ‘olé’. Eu até comentei com um amigo que achava cedo a comemoração e um minutos depois, pênalti para a França”, lembrou. Hartmann pensou que haveria uma virada. “Mbappé marca e menos de três minutos depois, ele faz um golaço. A França cresce de um nível que quase ganha o jogo no tempo normal”. No tempo extra, mais surpresa. “Na prorrogação, a França estava melhor, mas aí a Argentina faz o terceiro. Achávamos que tinha saído o campeão, mas aí a França arranja mais um gol e vai para os pênaltis”, disse.
A decisão da Copa do Mundo foi a mais emocionante para Victor. “A final foi uma coisa surreal, histórica. Para mim, foi a maior final de todos os tempos e talvez o maior jogo da história”, admitiu. O brasiliense descreveu a participação dos artilheiros de Argentina e França. “Atuação colossal, fenomenal, absurda de dois gigantes, um de cada lado: Mbappé e Messi. Deve ter sido duas das melhores atuações em finais de todos os tempos comparado ao Pelé em 1958 e o tri em 1970. Vai ficar para história essa final de Copa”, cravou.
Saldo da Copa
O brasiliense definiu a Copa como positiva. “Foi um saldo muito positivo. Tivemos bons jogos, boas surpresas, zebras, decepções como toda Copa”. Victor apontou o tamanho do país como trunfo para assistir todos as partidas do Mundial. “Foi interessante ver uma Copa onde você conseguia ver todos os jogos. Foi muito concentrada em uma cidade só, parecendo Olimpíada. Apesar de alguns jogos serem fora de Doha, o país é pequeno, então deu para assistir”, disse.
Outro ponto positivo foi a união dos povos árabes. “O Marrocos foi a maior surpresa. Todo mundo torcia por Marrocos e a comunidade árabe estava muito unida. Eu vi libanês, palestino, argelino, egípcio, kuwaitiano, baremita, catari, todo mundo torcendo”, lembrou. Hartmann voltou a comentar sobre os dois craques do Mundial no Catar. “A Copa foi um sucesso. Tivemos os fenômenos Messi e Mbappé, mas outros jogadores saem em alta”, apostou.
Três seleções foram citadas por Hartmann para lembrar da Copa. “Ver a Croácia, que ninguém dava nada, no terceiro lugar. A França fortíssima quase levando o bi. A Argentina sendo campeã com o melhor do mundo. Foi uma Copa super válida”. Victor recordou as proibições no país catari, mas minimizou os efeitos. “Foi uma Copa diferente em relação às restrições. Bebida alcoólica não vendia dentro dos estádios, muita gente chiou, mas não foi um empecilho para a gente aproveitar”, finalizou.
Foto: Arquivo Pessoal/Victor Hartmann
Análises de Victor Hartmann
Jogos mais legais: Espanha 0 (0) x (3) 0 Marrocos e Argentina 3 (4) x (2) França; Jogo mais chato: Japão 0 x 1 Costa Rica; Jogo maios surpreendente: Arábia Saudita 2 x 1 Argentina; Maior surpresa: Marrocos;
Maior decepção: Alemanha; Jogos mais melancólicos: Brasil 1 (2) x (4) 1 Croácia e Gana 0 x 2 Uruguai; Jogo mais emocionante: Argentina 3 (4) x (2) França; Melhores jogadores: Messi (Argentina) e Mbappé (França); Pior jogador: Cristiano Ronaldo (Portugal); Jogador revelação: Gakpo (Holanda); Gols mais bonitos: Salem Al-Dawsari (Arábia Saudita x Argentina), Aboubakar (Camarões x Sérvia) e Richarlison (Brasil x Sérvia).
Por Bruno H. de Moura com informações da assessoria de imprensa
Em busca de um final de 2022 positivo, o BRB Brasília Basquete desembarcou em São Paulo e já se prepara para as duas próximas partidas pelo Novo Basquete Brasil (NBB). A missão em solo paulista é reverter os resultados ruins que teve no DF contra Paulistano e São Paulo e ir atrás da recuperação da competição.
Nessa onda de enfrentar times paulistas, o BRB Brasília Basquete procura a recuperação agora no território deles contra Rio Claro e Sesi Franca, seus adversários dos dias 20 e 22, respectivamente.
O desafio do time candango é melhorar a atuação defensiva, já que no ataque a equipe vem correspondendo e anotando muitos pontos nos seus últimos jogos.
”Fizemos excelentes quartos, mas quando oscilamos, os adversários estavam em um momento bom. Isso acaba abrindo uma vantagem dentro dos jogos tão apertados. Estamos desempenando bem, temos algumas lesões que acabam deixando a rotação mais curta. Mas chegamos em São Paulo com foco na vitória, vamos buscar essas duas que são difíceis, mas nos ajudaria muito na tabela somar esses dois sucessos aqui” comentou o armardor Ricardo Fischer à assessoria de imprensa do time.
Destaques no duelo contra o São Paulo:
Leal – 25 pontos, 9 rebotes e 29 de eficiência
Gemadinha – 18 pontos, 9 assistências e 22 de eficiência
Gustavo Basílio – 17 pontos, 6 rebotes e 14 de eficiência
BRB Brasília Basquete tem novo patrocinador
A mais nova patrocinadora oficial do BSBBKT é a casa de aposta VAIDEBET! Ramo que cresceu muito nos últimos anos no Brasil e passa a apoiar o BRB Brasília nessa caminhada temporada a temporada. O time promete novidades para os torcedores que se inscreverem na casa de aposta com o link do BRB Brasília (BIO DO INSTAGRAM do time).
Confira os próximos jogos do BSBBKT:
Rio Claro x BRB Brasília Basquete – 20/12 – 20:00 – Ginásio Felipe Karam – sem transmissão
Sesi Franca Basquete x BRB Brasília Basquete – 22/12 – 20:00 – Pedrocão – transmissão TV SFB
O primeiro adversário dessa sequência de amistosos do Capital, logo em 6 de janeiro, será o Goiânia E.C., time que disputa a elite do futebol goiano. O jogo terá portões abertos e será às 16h.
Em 11 de janeiro, será a vez do duelo do Paranoá, em que o Capital C.F. recebe o Paranoá E.C. no estádio JK. Este jogo terá portões fechados e ocorrerá às 15h30.
Na sequência, no dia 15, às 10h, o Capital recebe o Patrocinense de Minas Gerais também com portões abertos.
O último dos quatro confrontos de amistosos do Capital já divulgados será diante do time do Ceilândia Esporte Clube, às 15h30 de 21 de janeiro, com presença de público.
O Capital ainda não divulgou como se dará a presença dos torcedores. Se haverá cobrança de ingresso, se haverá recebimento de alimentos para doação ou se nada será cobrado a título de entrada.
O Capital vem se reforçando e já anunciou vários nomes, como o do zagueiro ex-Central Ítallo, o goleiro Felipe que atuou por Corinthians e Flamengo, o também goleiro Léo Rodrigues, o meia Igor Villela, dentre outros reforços. Rogério Mancini é o treinador que conduzirá o elenco da Coruja em 2023 em busca do título inédito da elite do futebol masculino do Distrito Federal.
O Capital estreia no Campeonato Candango 2023 em casa. Marcado para começar em 28 de janeiro, um sábado, o Coruja receberá no Estádio JK o time do Samambaia. A equipe foi campeã da Segunda Divisão do Campeonato Candango, derrotando o Real Brasília na finalíssima. O segundo compromisso do clube azul e branco será fora de casa, diante do Taguatinga, marcado para uma semana depois.
No próximo dia 20, terça-feira, a Arena BRB Mané Garrincha irá receber um evento diferente do que está acostumada. No auditório do grandiosíssimo estádio da Copa do Mundo de 2014, acontecerá o E-Candangão 2022. O evento consiste na disputa de campeonatos de jogos digitais e reúne apaixonados pelo E-Sports. Esta competição é o maior encontro gamer esportivo da capital federal, movimentando diversos players.
O evento gamer é totalmente gratuito e começa às 9h. O torneio de esportes eletrônicos contará com diversos jogos, como Free Fire, Fifa, Just Dance e competições de Kangoo Jump e Cosplay. Os campeonatos contaram com uma fase online e, agora, serão finalizados dentro da Arena BRB Mané Garrincha de forma presencial. Com a exceção do certame de Fifa, game de futebol, todos os outros terão premiação em dinheiro para os melhores colocados.
O principal objetivo do E-Candangão é a promoção e a criação de oportunidades que favoreçam a formação cidadã de jovens a partir da prática dos esportes eletrônicos e exercícios físicos. Organizado pelo Instituto Inside Brasil, outro objetivo é fortalecer o Distrito Federal como polo esportivo da categoria, criando uma imagem positiva diante da sociedade quanto ao esporte eletrônico, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e sociocultural.
Confira abaixo como funcionará cada campeonato e premiação
JUST DANCE
O jogo eletrônico de simulação de dança contará com 30 participantes, com disputas no sistema de “mata-mata” onde um participante enfrenta outro (1v1). Não haverá distinção de categorias, sendo aberto à participação para todas as idades.
Premiação:
1º lugar – R$ 300,00
2º lugar – R$ 150,00
COSPLAY
Termo em inglês, formado pela junção das palavras costume (fantasia) e play (brincadeira ou interpretação), o desfile contará com 40 participantes que realizarão apresentações de no máximo 4 minutos. Avaliados por 3 jurados reconhecidos na comunidade geek.
Premiação:
1º lugar – R$ 1.000,00
2º lugar – R$ 750,00
3º lugar – R$ 500,00
FREE FIRE
A disputa do jogo eletrônico mais popular dos últimos anos do tipo mobile, contará com mais de 192 participantes, divididos em 48 equipes de 4 players. O torneio será dividido em duas etapas (online e presencial), destinado apenas para a modalidade full mobile, iniciando os embates onlines nos dias 16 e 17/12 (classificatórias), e, encerrando no dia 20/12 com a grande final de forma presencial.
Premiação:
1º lugar – R$ 1.200,00
2º lugar – R$ 800,00
3º lugar – R$ 400,00
O Campeonato Candango 2023 já está batendo na porta e os clubes seguem se movimentando no mercado da bola. O Ceilândia, um dos representantes do Distrito Federal nas competições nacionais na próxima temporada, continua divulgando os jogadores que farão parte do plantel. Na manhã desta segunda-feira (19/12), o Gato Preto anunciou a contratação do zagueiro Dudu. O atleta é o quinto reforço do Alvinegro, além de três renovações.
Eduardo José da Rosa MIlhomem, ou somente Dudu, é um defensor de 27 anos. Na atual temporada o jogador atuou por três equipes: Juazeirense, Real Brasília e Royal. Pela equipe nordestina, o atleta jogou a Série D do Campeonato Brasileiro, além da Copa do Brasil. Depois o zagueiro se transferiu para o Leão do Planalto, jogando a Segunda Divisão do Candangão. Encerrando o ano de 2022, Dudu defendeu as cores do Royal no terceiro escalão do futebol goiano.
O defensor é formado nas categorias de base do Gama, onde atuou pelo Sub-19 do Alviverde. Dudu fez carreira em diversos times do Distrito Federal, como Legião e Paranoá, além das equipes já citadas. Fora do quadradinho o zagueiro defendeu as cores do Ipatinga, Guarulhos, Atlético-BA e Bahia de Feira. Em seu currículo, Eduardo possui dois títulos da Segunda Divisão do Campeonato Candango, em 2019 e 2021.
Dudu é a quinta contratação do Ceilândia. Anteriormente, o Gato Preto havia divulgado os nomes de Euller Viana, Milla, Felipe Cirne e Bernardo. Além desses novos jogadores, o Alvinegro renovou com mais três atletas: Felipe Clemente, Geovane e Matheus Kayser. O Ceilândia estreia no Candangão 2023 diante do Brasiliense, no sábado (28/1). Na próxima temporada, o clube ainda vai disputar a Copa do Brasil, Série D e Copa Verde.
Toninho Paraíba novo reforço do Capita - foto: instagram do atleta
O Capital Clube de Futebol anunciou em suas redes sociais mais um reforço visando o Candangão 2023. O lateral direito de 30 anos, Toninho Paraíba, vem somar ao elenco da Coruja e já está se preparando para a competição que começará no dia 28 de janeiro.
Toninho Paraíba não é estreante nos campos locais. Em 2021 o lateral direito hoje do Capital esteve no Gama e disputou 8 partidas.
Mais recentemente, o atleta jogou a Série D pelo Afogados da Ingazeira. Lá, esteve em 15 confrontos e fez apenas um gol. O Afogados esteve no grupo 3 da Série D junto de Retrô, América/RN (campeão da competição) e Sousa/PB. Foi o quarto classificado do grupo e encarou o Asa de Arapiraca, perdendo os dois jogos e não superando a segunda fase da competição.
Seus melhores anos foram entre 2013 e 2015. Ganhou o Campeonato Paraibano em 2013 e em 2014, sagrou-se campeão Brasileiro da Série D em 2013, tudo isso pelo Botafogo/PB, e do Paraibano da Segunda Divisão em 2015.
Jogou, ainda, pelo Sertãozinho, Rio Claro, Paraná, Confiança/PB, Boa Esporte, Nacional/PB, CSP e Treze.
O Capital vem se reforçando e já anunciou vários nomes, como o do zagueiro ex-Central Ítallo, o goleiro Felipe que atuou por Corinthians e Flamengo, o também goleiro Léo Rodrigues, o meia Igor Villela, dentre outros reforços. Rogério Mancini é o treinador que conduzirá o elenco da Coruja em 2023 em busca do título inédito da elite do futebol masculino do Distrito Federal.
O Capital estreia no Campeonato Candango 2023 em casa. Marcado para começar no dia 28 de janeiro, um sábado, o Coruja receberá no Estádio JK o time do Samambaia. A equipe foi campeã da Segunda Divisão do Campeonato Candango, derrotando o Real Brasília na finalíssima. O segundo compromisso do clube azul e branco será fora de casa, diante do Taguatinga, marcado para uma semana depois.
De olho no Candangão 2023, os times do DF aproveitam o final de ano para deixar os torcedores ansiosos para o campeonato. O Ceilândia é um deles e divulgou na noite deste domingo (18/12) mais um nome que vai compor o elenco na próxima temporada. Novo na capital, o zagueiro Euller Viana assinou com a equipe.
Na última temporada, o jogador de 29 anos atuou no Flamengo de Arcoverde-PE, Jacobinense e URT. Euller também já defendeu as camisas do Treze, Nova Mutum e Ipatinga. O Ceilândia é a primeira equipe do zagueiro no Distrito Federal.
Além de Euller Viana, o Gato Preto anunciou outras contratações ao longo da semana. A primeira foi do ex-Vasco e Brasiliense, Bernardo. Felipe Cirne e Milla também assinaram com o Ceilândia para a temporada 2023. Felipe Clemente, Kayser e Geovane, conhecidos da torcida, também permanecem na equipe comandada por Adelson de Almeida.
O Ceilândia terá a agenda movimentada em 2023. A primeira disputa do ano é diante do Brasiliense, no sábado (28/1), às 15h. O confronto será realizado no Estádio Abadião. Ainda pelo Candango, terá Real Brasília e Paranoá em sequência. Depois, encara encara o Rio Branco/ES, em 18 de fevereiro, pela primeira fase da Copa Verde. No mesmo mês, em data a ser definida, terá a Copa do Brasil. Em abril, começa a Série D do Campeonato Brasileiro.
A final da Copa do Mundo acontece neste domingo (18/12) às 12h (horário de Brasília) entre Argentina e França e uma família brasiliense aguarda ansiosa a decisão. O motoboy Elimar Crescencio nasceu no Brasil, mas é torcedor declarado da Argentina. O amor pela seleção argentina é tanto que batizou seu filho com o nome de um craque argentino. Sua esposa, Aninha, assumidamente torcedora da seleção canarinho, foi contra a ideia, mas cedeu em parte à vontade do marido. Assim, nasceu Gustavo Tévez, também adepto da albiceleste.
Elimar Crescencio declarou que o amor pela seleção argentina começou devido ao seu clube de coração. “O amor pela Argentina surgiu por eu ser corintiano. O Pelé era do Santos e humilhava muito o Corinthians, então já criei antipatia”. A escolha pela finalista da Copa do Mundo ganhou força com um nome. “O Maradona era o maior rival do Pelé, me encantei pelo futebol dele e resolvi torcer pelo maior rival do Brasil: a Argentina. Desde então, o amor foi só aumentando a cada Copa”, revelou.
O motoboy salientou que a torcida é grande não só pela seleção. “Torcemos pelos clubes argentinos no futebol e fico até dividido quando jogam contra o Corinthians. Pessoal aqui em casa se divide entre Boca Juniors e River Plate”, falou. Elimar ainda contou que acompanha outros esportes devido à paixão pelo país sul-americano. “O amor pela Argentina não fica só no futebol, gostamos de basquete também. Época de Olimpíada somos Argentina em todos os esportes”, declarou.
Em período de Copa do Mundo, Elimar diz que demonstra ainda mais seu amor. “Época de Copa colocamos bandeira da Argentina em nossa casa, no mesmo mastro onde fica a antena, e viramos a atração com a bandeira da seleção argentina tremulando”, confessou. Crescencio ainda relatou como é a convivência com seus vizinhos torcedores da seleção brasileira. “Todo mundo brinca quando tem Brasil e Argentina. Os vizinhos gritam mais ainda quando o Brasil faz gol, mas quando a Argentina ganha, a gente extravasa”, afirma.
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte
Ligação com Argentina gerou homenagem a jogador
A paixão pela Argentina intensificou quando Elimar viu Carlitos Tévez jogar. “Quando o Tévez surgiu no Boca Juniors, foi campeão em cima do Santos e aí completou o meu amor pela Argentina. Ainda veio jogar no meu time, o Corinthians”, mencionou. Antes da transferência do jogador ao clube paulista, Elimar e Aninha, sua esposa, decidiram por mais um filho para homenagear Tévez. “Eu e minha esposa nem pensávamos em ter mais filhos, mas quando surgiu boatos de que o Tévez poderia jogar no Corinthians, quis ter mais um”, contou.
No início de 2005, o terceiro filho do casal nasceu. “Meu filho nasceu em março de 2005 e o Tévez já fazia sucesso no Corinthians. Quis colocar o nome de Carlitos Tévez, mas minha esposa não concordou com Carlitos”, relatou Elimar. Aninha contou como foi a homenagem ao ex-jogador corintiano. “Meu esposo torcia para a Argentina desde que o conheci. Ele veio com a ideia de colocar Carlitos Tévez e eu não gostei. Deixamos por Gustavo Tévez”, confidenciou.
Rivalidade Brasil x Argentina
Apesar de brasileiro, Elimar diz torcer contra seu país de nascimento no futebol. “Não torço pelo Brasil. Não vou dizer que odiamos, mas torcemos contra a seleção brasileira com qualquer adversário que ela enfrente”, disse. Do lado oposto, Aninha disse acompanhar pouco o Mundial. “Eu só assisti ao jogo do Brasil contra a Coreia do Sul e gritei muito com o gol do Neymar. Os outros jogos eu não consegui, pois estava trabalhando”, revelou.
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte
A matriarca da família ainda contou como foi chegar em casa quando o Brasil foi derrotado nos pênaltis pela Croácia. “Foi decepcionante eu chegar em casa depois da eliminação do Brasil e ter que aturar esse bando de “argentino” aqui em casa. A zoação foi total”, brincou. O filho do casal, Gustavo, acompanhou a fala do pai. “Eu já cresci torcendo para a Argentina. O Brasil é meio que um rival. Claro que gosto de alguns jogadores por jogarem no meu time, mas não consigo torcer para a seleção brasileira”, admitiu.
Gustavo Tévez sonha colocar nome de outro craque em seu filho
Gustavo Tévez de Sousa Crescencio, ou Gustavo Tévez, ou somente Tévez, pensa em manter a ideia de seu pai e colocar nome de outro craque em seu futuro filho. “Pretendo seguir a tradição do meu pai e homenagear um jogador botando nome no meu filho. Quero colocar Messi, pois não vi o Tévez jogar tanto assim. O auge dele não me recordo tanto e como vi o Messi, quero colocar o nome dele”, falou.
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte
O garoto de 17 anos revelou assistir o campeonato argentino. “Acompanho muito a LPF (primeira divisão do futebol argentino) e o Nacional (divisão de acesso) eu vejo alguns jogos”, disse. Tévez falou à equipe do Distrito do Esporte não ter um clube de coração na Argentina, mas que há uma preferência. “Eu gosto do futebol argentino num todo, não sou fanático por um só, mas eu prefiro o Boca Juniors”, assumiu.
Sobre as brincadeiras com seu nome, Tévez diz que alguns gostam, mas outros nem tanto. “Algumas pessoas brincam com ‘nossa, um brasileiro que torce para a Argentina’, mas outras ficam com raiva. Algumas já me bloquearam e perdi o contato devido à torcida”, explanou. Ligado ao futebol, Gustavo sonha em seguir carreira no esporte. “Eu quero no futuro ser técnico de futebol, treinar o Barcelona ou a Seleção Argentina, é meu maior objetivo. Ou então estar perto do futebol de alguma forma”, confessou.
Argentina campeã é o palpite da família
Para Tévez, a decisão contra a seleção europeia tem gosto de vingança. “A final contra a França vai ser boa. Além de se vingar pela última eliminação na Copa da Rússia, é um time mais exposto e com a defesa bem desorganizada”. “Irei de 1 a 0, gol do Enzo Fernández”. Diferença de um gol também é o palpite de Aninha. “Acho que vai ser Argentina 2 a 1, gols de Messi e Julián Álvarez”, chutou.
Confiante no título da Argentina, Elimar acredita em jogo difícil. “Mesmo torcendo pela vitória no tempo regulamentar, ou mesmo na prorrogação, sou bastante realista. Tenho consciência do poder do time francês, por isso, acredito que a decisão irá para os pênaltis, infelizmente. Vamos ter que comemorar o título sofrendo nos tiros livres”, brincou. Elimar ainda chutou o placar e os autores dos gols na partida de amanhã. “Aposto em 1 a 1 nos 90 minutos e 0 a 0 na prorrogação, gols de Messi e Mbappé”, arriscou.