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CBF nomeia presidente da FFDF como coordenador da Série D do Brasileirão

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Daniel Vasconcelos
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

O presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), Daniel Vasconcelos, foi nomeado como coordenador da Série D do Campeonato Brasileiro. A oficialização ocorreu nesta quinta-feira (16/4), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro, por meio de portaria assinada por Samir Xaud. mandatário da entidade de âmbito nacional.

A função coloca o dirigente da capital em posição estratégica dentro da competição nacional, responsável por reunir o maior número de clubes no futebol brasileiro, incluindo os candangos Brasiliense, Capital, Ceilândia e Gama. A edição atual conta com 96 equipes, envolvendo representantes de todos os estados e do Distrito Federal, ampliando a complexidade da organização.

Entre as atribuições do cargo, de acordo com comunicado divulgado pela CBF, Daniel Vasconcelos fará a articulação com federações estaduais, além do acompanhamento das diretrizes operacionais da competição nacional. A função também inclui a coordenação da interlocução entre clubes, entidades locais e a própria CBF ao longo do campeonato, marcado para acabar em setembro.

O dirigente também terá papel ativo na construção de propostas voltadas ao fortalecimento da Série D, com foco em sustentabilidade e desenvolvimento da competição. A atuação envolve diálogo constante com diferentes esferas do futebol nacional, em um cenário marcado por grande diversidade de clubes e realidades regionais. “Vasconcelos vem para somar nesta edição da Série D, com 96 clubes, a maior da história. Ele vai nos ajudar na condução do campeonato, na interlocução com os clubes e federações. Essa é mais uma demonstração da nova gestão da CBF, voltada à evolução do futebol”, afirmou Samir Xaud.

Daniel Vasconcelos destacou o compromisso com a nova função e a relevância da competição no cenário nacional. “Quero primeiro agradecer a confiança do presidente Samir Xaud para assumir a coordenação deste campeonato de grande importância. Todos os 26 estados e o Distrito Federal estão representados. Recebo este convite com muita satisfação e com muito empenho para trabalhar junto às federações, clubes e CBF”, declarou.

Brasília terá três centros de treinamento na Copa do Mundo Feminina de 2027

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Copa do Mundo Feminina
Foto: Divulgação/Fifa

Sede de jogos da Copa do Mundo Feminina de 2027, Brasília terá três centros de treinamento para as seleções participantes da competição internacional. A Fifa definiu, na quarta-feira (15/4), na primeira versão do catálogo oficial enviado às confederações nacionais, as seguintes combinações na capital: Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada com o CT do Brasiliense, Brasília Palace Hotel com o Cecaf e CICB Hospitality com o Estádio JK.

A escolha faz parte do planejamento logístico para receber as 32 seleções da Copa do Mundo Feminina, com foco em estruturas completas, integrando hospedagem e locais de treinamento. As bases servirão como sede das delegações ao longo da competição, oferecendo suporte para preparação e deslocamento durante a fase de grupos. O processo de definição envolveu uma série de inspeções técnicas realizadas em todo o país.

Ao longo de cerca de um ano e meio, equipes da entidade visitaram dezenas de cidades e avaliaram centenas de instalações, reduzindo a lista até chegar às opções consideradas ideais para o torneio. “Este é um momento significativo e temos o prazer de apresentar esta brochura às equipes que já se classificaram e àquelas que ainda estão na disputa. É o resultado de um ótimo trabalho em equipe e do compromisso em inspecionar cuidadosamente as melhores instalações disponíveis”, afirmou Rhiannon Martin, chefe da Copa do Mundo Feminina da Fifa.

Centro de Treinamento do Brasiliense fará “combo” com o Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada – Foto: Divulgação/Fifa

Estrutura definida

Os locais selecionados seguem padrão utilizado em outras edições do Mundial, priorizando conforto, logística e qualidade de treinamento. A proposta busca oferecer condições ideais para desempenho das atletas, com deslocamentos reduzidos e infraestrutura completa. Em todos os casos escolhidos no Distrito Federal, a distância entre os hotéis e os locais de treinamento são de menos de 20 minutos.

A definição das bases também dialoga com o legado da Copa do Mundo de 2014, com parte das estruturas já utilizadas naquele torneio. A estratégia reforça o uso contínuo da infraestrutura esportiva brasileira em grandes eventos internacionais. “Nosso objetivo é garantir que as equipes que conquistarem sua vaga no Brasil sejam recompensadas com centros de treinamento de nível internacional e as instalações necessárias para ajudar os jogadores a atingirem seu melhor desempenho no cenário global”, completou Rhiannon Martin.

Seleções que escolherem o Cecaf poderão se hospedar no Brasília Palace Hotel – Foto: Divulgação/Fifa

A lista divulgada corresponde à primeira versão do catálogo oficial. Novas opções ainda podem ser incluídas antes da competição, enquanto a escolha final por parte das seleções ocorrerá após o sorteio dos grupos. Com três centros confirmados, Brasília se consolida como um dos pontos estratégicos da Copa do Mundo Feminina de 2027, reunindo estrutura e localização dentro do planejamento do torneio.

Cerrado vence no fim e bate São José em jogo eletrizante pela LBF

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Cerrado
Foto: Paulo Affonso

Um desfecho no limite marcou mais uma noite intensa do Cerrado Basquete na temporada 2025/2026 da Liga de Basquete Feminino (LBF). Em confronto equilibrado do início ao fim, o time candango superou o São José Basketball por 74 a 71, nesta quarta-feira (15/4), com definição apenas nos instantes finais.

O resultado manteve a equipe do Distrito Federal em alta na LBF. O Cerrado, agora, ocupa a terceira colocação da competição nacional, com 85,7% de aproveitamento na disputa. O time volta à quadra no domingo (19/4), às 17h, quando enfrenta o invicto Sampaio Corrêa, novamente diante da torcida, em mais um desafio importante.

O primeiro quarto apresentou domínio visitante, com o São José impondo ritmo forte, explorando rebotes ofensivos e boa movimentação sem bola. A equipe abriu vantagem e fechou a parcial em 26 a 15, aproveitando melhor as oportunidades no perímetro e controlando as ações no início do jogo.

A resposta veio no segundo período, com o Cerrado ajustando a defesa e elevando a intensidade. A pressão sobre a saída de bola adversária gerou erros e permitiu sequência positiva no ataque, resultando em parcial de 20 a 9 e empate em 35 a 35 antes do intervalo.

O terceiro quarto consolidou a reação do time da casa. Com maior controle das posses e leitura eficiente da defesa adversária, o Cerrado encontrou espaços e construiu vantagem importante, fechando o período em 55 a 45 após parcial de 20 a 10. O cenário parecia encaminhado, mas o último quarto trouxe nova mudança no jogo.

O São José reagiu com força, acelerou o ritmo e encostou no placar, criando um ambiente de pressão nos minutos finais e levando a decisão para posses decisivas. Nos instantes finais, o Cerrado manteve a calma e conseguiu administrar a vantagem mínima até a última bola. A equipe segurou a pressão adversária e confirmou a vitória por três pontos, em um duelo marcado por intensidade e equilíbrio.

A atuação coletiva teve como destaque Licinara Rodrigues, eleita a melhor em quadra. A atleta terminou a partida com 15 pontos, sete rebotes e duas assistências, sendo peça fundamental na construção do resultado.

Copa Centro-Oeste: Capital segura empate com Vila Nova e segue fora do G-2

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Capital
Foto: Roberto Corrêa/Vila Nova

Um ponto fora de casa, resistência defensiva, mas sensação de oportunidade aproveitada pela metade. O Capital empatou por 0 a 0 com o Vila Nova, na noite desta quarta-feira (15/4), no Estádio OBA, em Goiânia, em duelo marcado por poucas chances claras e ritmo travado do início ao fim. O placar mantém o tricolor fora da zona de classificação para o mata-mata, ocupando a quarta colocação do Grupo A, com a mesma pontuação dos goianos. Araguaína e Rio Branco-ES lideram com sete, deixando a disputa aberta para a última rodada.

Na jornada decisiva, em 29 de abril, o tricolor do Distrito Federal recebe o Operário-MS e entra em campo com obrigação de vitória. Além do resultado em casa, a equipe precisará acompanhar combinações paralelas para garantir vaga na próxima fase da Copa Centro-Oeste. O 0 a 0 em Goiânia deixa uma leitura clara: a organização defensiva foi suficiente para competir fora de casa, mas a dificuldade ofensiva foi vital na tentativa falha de transformar controle em vantagem no placar. Na reta final, qualquer detalhe passa a ter peso de classificação.

Primeiro tempo travado

A etapa inicial apresentou um jogo fragmentado, com excesso de impedimentos e pouca fluidez ofensiva no gramado do OBA. O time candango teve momentos de posse de bola, mas sofreu para dominar o campo adversário, sem transformar presença em finalizações perigosas. Os lançamentos pelo alto procurando o atacante Nescau eram a principal válvula de escape do tricolor. Com time misto, o Vila Nova também sofreu.

A melhor oportunidade do Capital surgiu cedo, aos seis minutos, em cabeceio de Nescau após bola levantada na área. O goleiro Dalberson fez a defesa, mas o lance acabou invalidado por posição irregular, uma das várias na etapa inicial. Do outro lado, o Vila Nova respondeu apenas na reta final do primeiro tempo, aos 41, em chute de fora da área de Enzo, defendido por Luan, evidenciando a dificuldade ofensiva de Capital e Vila Nova.

Jogo sem ritmo

O segundo tempo manteve o mesmo padrão, com pouca criatividade e dificuldade na construção das jogadas. O Vila Nova voltou mais presente no campo ofensivo e criou boas oportunidades, principalmente pelo lado direito, mas parou na atuação segura do goleiro do Capital. Logo no primeiro minuto, Hayner apareceu com liberdade e finalizou para defesa de Luan.

Aos seis, Ruan Ribeiro arriscou de longe e levou perigo, enquanto aos 20, Bruno Xavier teve a melhor chance do time da casa, ao cabecear sozinho dentro da área, mas novamente parando no goleiro candango, um dos destaques da noite tricolor. A resposta do Capital veio apenas na reta final. Aos 36 minutos, Cesinha recebeu dentro da área e ficou cara a cara com Dalberson, finalizando no canto. O goleiro do Vila Nova salvou o time goiano e evitou o que seria o gol da vitória visitante.

VILA NOVA 0
Dalberson; Hayner, Tiago Pagnussat 🟨, Anderson Jesus e Willian Formiga; João Vieira, Dodô (Nathan Camargo) e Enzo Felipe; Bruno Xavier (Kerlon), Gustavo Puskas (Jackson) e Ruan Ribeiro (Lucas Soares).
Técnico: Guto Ferreira

CAPITAL 0
Luan; Genilson, Richardson, Lucas Oliveira e Renan Luís; Zé Mateus, Rodriguinho e Matheuzinho (Alison Mira); Moisés Tobinha (Cesinha), Gustavo Nescau 🟨 (Lessinho) e Yann Rolim (Ingro).
Técnico: Luizinho Vieira

Gama vira sobre o Anápolis e garante vaga no mata-mata da Copa Centro-Oeste

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Gama Anápolis
Foto: Filipe Fonseca/Gama

Entre disputa física e paciência para decidir no momento certo um jogo bastante pegado, o Gama confirmou mais um passo firme na temporada 2026. Na noite desta quarta-feira (15/4), no Estádio Bezerrão, o alviverde venceu o Anápolis por 2 a 1, de virada, pela quarta rodada da Copa Centro-Oeste, e garantiu vaga antecipada no mata-mata do torneio regional com campanha perfeita.

O resultado levou o time candango aos 12 pontos e manteve os 100% de aproveitamento, além de impedir qualquer possibilidade de ultrapassagem na tabela pelo Anápolis, atual segundo colocado. Dos times do Grupo B, apenas o Atlético-GO pode igualar a pontuação obtida pelo alviverde. Em uma partida marcada por faltas e forte disputa no meio-campo, o Gama mostrou maturidade para reagir ainda antes do intervalo e controlar a vantagem na etapa final.

Emoção nos minutos finais

O Gama iniciou o confronto com maior presença ofensiva, tentando ocupar o campo adversário e controlar a posse de bola. O Anápolis respondeu com intensidade na marcação e aproveitou erros para equilibrar as ações em um jogo de forte disputa física desde os primeiros movimentos. O ritmo seguiu travado durante boa parte da etapa inicial, com poucas chances claras e muitas interrupções. As equipes alternavam momentos de controle, mas encontravam dificuldades para transformar posse em finalizações efetivas, mantendo o confronto concentrado no meio-campo.

A reta final do primeiro tempo trouxe as emoções que faltavam. Após cobrança de escanteio, aos 42, a bola sobrou dentro da área e o zagueiro Rafael Costa apareceu para finalizar e abrir o placar para o Anápolis, em lance que premiou a insistência visitante naquele momento. Quando o intervalo parecia encaminhado com vantagem adversária, o Gama respondeu no último lance. Aos 49, também em jogada de bola parada, a bola sobrou para Klenisson, que finalizou de primeira e deixou tudo igual, recolocando o time no jogo antes do apito.

Virada veloz

A volta do intervalo mostrou um Gama mais incisivo e objetivo. Logo nos primeiros movimentos, o time voltou a explorar a bola parada e encontrou o caminho da virada, aproveitando a desorganização momentânea da defesa adversária. Aos quatro minutos, após cobrança de falta levantada na área, Zulu apareceu bem pelo alto e cabeceou firme para virar o placar, consolidando a mudança de postura da equipe candanga no início da segunda etapa.

Com a vantagem, o Gama passou a controlar melhor o jogo, reduzindo espaços e dificultando a construção ofensiva do Anápolis. O adversário teve mais posse, mas encontrou dificuldades para transformar volume em chances claras diante de uma defesa bem ajustada. O confronto seguiu intenso e faltoso, com muitas disputas físicas e interrupções ao longo do tempo. Ainda assim, o Gama se manteve organizado, evitando riscos e administrando o cenário favorável construído após a virada.

Na reta final, aos 40, o Anápolis ainda tentou pressionar e teve uma boa chance em finalização de fora da área, com Rodriguinho exigindo intervenção do goleiro Renan Rinaldi. O Gama respondeu com segurança, sustentou a vantagem e confirmou a vitória que garantiu a classificação antecipada.

GAMA-DF 2
Renan Rinaldi; Toninho, Darlan (Zulu ⚽), Lucão e Gabriel Lima; Galhardo (David Lucas 🟨), Russo (Moisés) e Lucas Lourenço 🟨 (Renato); Kennedy 🟨, Klenisson 🟨⚽ e Daniel Guerreiro (Henrique Almeida).
Técnico: Luís Carlos Souza

ANÁPOLIS 1
Victor Hugo; Kaik 🟨 (Giva 🟨), Igor Souza, Rafael Costa ⚽ e Leonan 🟨; Kauan Guilherme 🟨 (Mila), João Borim (Kallyel 🟨) e Juninho; Júlio Gouveia (Rodriguinho), Gustavo Henrique (Luís Felipe) e Gonzalo.
Técnico: Caio Lucas

Brasília Basquete erra na prorrogação e perde para Franca no Nilson Nelson

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Brasília Basquete
Foto: Matheus Maranhão/CAIXA Brasília

Uma atuação marcada por oscilações e desperdícios custou caro no momento mais sensível de uma partida com cara de playoffs do Novo Basquete Brasil (NBB). O Brasília Basquete foi derrotado pelo Sesi Franca por 83 a 78, nesta terça-feira (14/4), no Ginásio Nilson Nelson, após levar o jogo à prorrogação e perder o controle de uma importante vantagem nos minutos finais.

Com a derrota, o Brasília Basquete ficou mais distante do terceiro lugar da fase regular da competição nacional. No sábado (18/8), às 11h15, a franquia do Distrito Federal se despede da primeira etapa da disputa em duelo contra o Bauru, também no Nilson Nelson. Depois disso, a equipe entrará de vez no clima das eliminatórias da competição nacional.

O início trouxe cenário positivo para o time da casa, com boa movimentação ofensiva e aproveitamento consistente nos arremessos. A vantagem construída no primeiro quarto, fechada em 24 a 15, refletiu um Brasília mais organizado, com volume de jogo e presença no perímetro, convertendo bolas importantes. O segundo período mostrou mudança brusca no desempenho. Franca cresceu na defesa, dificultou as ações ofensivas e reduziu a produção do ataque candango. A parcial de 18 a 11 para os visitantes expôs queda de intensidade e problemas na tomada de decisão, recolocando o adversário na partida.

A retomada no terceiro quarto manteve o jogo equilibrado, mas sem domínio claro do Brasília. O time alternou bons momentos com erros em sequência, permitindo ao adversário permanecer próximo no placar. A falta de consistência ofensiva passou a ser fator determinante para o andamento do confronto. No último período, o Brasília ainda encontrou forças para reagir, empurrado pela torcida, e levou o duelo para a prorrogação após empate em 72 pontos. O cenário parecia favorável, mas o desempenho na sequência voltou a apresentar falhas em momentos cruciais.

Erros decisivos

Na prorrogação, o time da casa perdeu o controle do jogo. Erros de execução, escolhas precipitadas e baixo aproveitamento nos lances livres abriram espaço para Franca assumir o comando. O adversário converteu 17 cobranças, contra apenas nove do Brasília, diferença decisiva no resultado final. O desempenho individual também refletiu a irregularidade coletiva. Facundo Corvalán liderou a pontuação com 17 pontos e sete assistências, enquanto Paulichi foi dominante nos rebotes, com 11. Ainda assim, a equipe não conseguiu transformar os números em controle efetivo do jogo.

Com 50 rebotes para cada lado, o equilíbrio físico ficou evidente, mas a diferença apareceu na execução. Franca cometeu menos erros, teve mais controle emocional e aproveitou melhor as posses decisivas, especialmente na prorrogação, quando o Brasília não sustentou o nível necessário. O resultado encerra a penúltima apresentação do Brasília Basquete na fase regular com sinais de alerta. A equipe terá pouco tempo para ajustes antes do início dos playoffs, fase na qual as falhas como as desta noite tendem a ter impacto ainda maior.

Copa Centro-Oeste: Capital e Gama têm rodada decisiva em âmbitos diferentes

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Copa Centro-Oeste
Foto: Divulgação/Capital

A quarta rodada da Copa Centro-Oeste entra, neste meio de semana, em uma fase decisiva e coloca os clubes do Distrito Federal em cenários opostos dentro dos grupos A e B do torneio. O Capital entra em campo sob pressão por resultado fora de casa, enquanto o Gama atua no Bezerrão com a chance de confirmar classificação antecipada para a próxima fase.

No Grupo A, o Capital soma quatro pontos e aparece fora da zona de classificação. A igualdade na pontuação entre quatro equipes mantém o cenário aberto. Porém, o saldo negativo coloca o time candango em desvantagem na tabela. Um resultado positivo fora de casa altera imediatamente o panorama e recoloca o clube na briga direta por vaga.

O confronto diante do Vila Nova, na quarta-feira (15/5), às 21h30, no Oba, ganha peso direto na definição do grupo. Um triunfo leva o Capital aos sete pontos e pode até colocar a equipe na liderança, dependendo da combinação de resultados. Um empate mantém o time vivo, ainda sob pressão, enquanto uma derrota complica o cenário na rodada final.

A rodada da Copa Centro-Oeste ainda conta com o duelo entre Rio Branco (1º) e Araguaína (3º), adversários diretos na parte de cima da tabela. O resultado interfere diretamente na margem de erro do Capital, podendo manter o equilíbrio ou criar uma distância mais difícil de ser revertida na reta final da fase de grupos.

Situação alviverde

No Grupo B, o cenário aparece mais confortável para o Gama. Líder com nove pontos e 100% de aproveitamento, o time alviverde depende apenas de um resultado positivo para confirmar classificação antecipada e eliminar qualquer risco antes da última rodada.

O duelo diante do Anápolis, na quarta-feira (15/5), às 21h30, no Bezerrão, coloca frente a frente duas equipes na parte de cima da tabela. Uma vitória diante dos atuais vice-líderes leva o Gama aos 12 pontos e garante a vaga. Um empate mantém vantagem considerável, enquanto uma derrota reabre a disputa e adia a definição.

Mesmo com outros jogos na rodada, como Tocantinópolis (6º) x Atlético-GO (3º) e Cuiabá (5º) x Porto Vitória (4º), o controle da situação na Copa Centro-Oeste segue nas mãos do Gama. O desempenho dentro de casa pode transformar o confronto em um passo definitivo rumo à classificação.

A diferença entre os cenários evidencia o momento dos clubes do DF na competição. Enquanto o Capital encara um duelo direto com pressão por resultado, o Gama entra em campo com margem maior e a possibilidade de resolver a situação com antecedência.

Jogos dos candangos

4ª rodada
Quarta-feira (15/4)
19h30
Gama x Anápolis (Bezerrão)
21h30 Vila Nova x Capital (OBA)

5ª rodada
Quarta-feira (29/4)
19h Capital x Operário-MS (JK)
19h Atlético-GO x Gama (Antônio Accioly)

Gama acerta retorno de Gabriel Galhardo para sequência da temporada

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Gabriel Galhardo
Foto: Divulgação/Gama

O Gama oficializou, na tarde desta terça-feira (14/4), a contratação do volante Gabriel Galhardo para a sequência da temporada de 2026. O jogador de 32 anos retorna ao clube com a missão de reforçar o elenco nas disputas da Copa Centro-Oeste e da Série D do Campeonato Brasileiro.

A chegada marca um reencontro com o alviverde após passagem vitoriosa em 2015, temporada na qual o atleta conquistou o título candango. No futebol do Distrito Federal, o volante também acumula período de duas temporadas com a camisa do Brasiliense.

O último desafio de Galhardo ocorreu na Série D, com a camisa do Santa Cruz. Como titular, participou da campanha que terminou com o acesso do clube pernambucano, experiência que reforça o perfil do jogador para o momento vivido pelo Gama na atual temporada.

O anúncio oficial resgatou um momento marcante do volante no Estádio Bezerrão, com comemoração efusiva após vitória do alviverde. “Algumas coisas nunca mudam. Aqui é Gama”, afirmou Gabriel Galhardo no material divulgado pelo clube, em tom de identificação com a torcida.

Nas redes sociais, o atleta também celebrou o retorno ao clube. “Muito feliz e honrado por estar de volta! Que Deus nos abençoe!”, publicou, reforçando o entusiasmo com a nova passagem pelo futebol candango. A diretoria aposta na experiência e no conhecimento do ambiente local como diferenciais para a sequência da temporada.

Situação para estreia

Gabriel Galhardo ainda depende da regularização junto aos órgãos competentes para ficar à disposição do técnico Luís Carlos Souza. A expectativa gira em torno de liberação nos próximos dias, permitindo participação já no compromisso do fim de semana pela Série D.

A chegada de Galhardo integra o movimento do Gama para fortalecer o elenco na busca por objetivos na temporada. O clube segue ativo no mercado em busca de peças que agreguem experiência e aumentem o nível de competitividade do grupo.

Gama conhece tabela da Copa do Brasil Sub-15 e estreia no Bezerrão

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Copa do Brasil Sub-15
Foto: Diller Abreu/FFDF

O Gama já conhece o caminho na disputa da inédita Copa do Brasil Sub-15, após a divulgação da tabela detalhada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O clube candango será o representante do Distrito Federal entre os 32 participantes do torneio nacional, previsto para começar ainda neste mês, marcando a primeira edição oficial da competição de base no país.

A classificação do alviverde ocorreu após a conquista do Candangão Sub-15 de 2025, resultado responsável por garantir presença no cenário nacional. A competição reúne clubes de diferentes regiões do Brasil, divididos em grupos com base em critérios geográficos. A proposta busca equilíbrio técnico e logística mais viável na primeira fase do campeonato.

O formato da competição prevê oito grupos com quatro equipes cada, em confrontos de turno único. Os dois melhores avançam para as oitavas de final, etapa eliminatória disputada em jogo único. O mesmo modelo segue até a decisão, incluindo disputa de terceiro lugar, o que aumenta a importância de cada partida desde o início da campanha.

O Gama está no Grupo A3 da Copa do Brasil Sub-15 ao lado de Atlético-MG, Cuiabá e Fluminense. A chave reúne equipes tradicionais do futebol nacional, cenário que eleva o nível de exigência já na primeira fase e exige regularidade do representante candango. Mineiros e mato-grossenses foram campeões estaduais da categoria, enquanto os cariocas ficaram com o vice diante do Flamengo.

A estreia será no Estádio Bezerrão, diante do Cuiabá, em 26 de abril, fator considerado relevante no planejamento inicial. Na sequência, o time terá dois compromissos fora de casa, com viagens ao Rio de Janeiro e a Belo Horizonte, ambas em maio, em confrontos diretos que devem definir a classificação dentro do grupo.

A participação na Copa do Brasil Sub-15 representa uma oportunidade importante para o desenvolvimento da base alviverde. O calendário coloca os jovens atletas diante de adversários de tradição, ampliando a experiência competitiva e fortalecendo o processo de formação dentro do clube.

Agenda do Gama

Sábado (26/4)
15h Gama x Cuiabá (Bezerrão)

Sábado (3/5)
15h Fluminense x Gama (Marcelo Vieira)

Sábado (10/5)
15h Atlético-MG x Gama (Sesc Venda Nova)

Com sequência de jogos no Nilson Nelson, Brasília Basquete mira top-3

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Brasília Basquete
Foto: Marcos Limonti

Dois jogos, um objetivo claro e um cenário decisivo para a reta final da temporada. O Brasília Basquete volta à quadra no Ginásio Nilson Nelson para enfrentar Sesi Franca e Bauru, em sequência capaz de definir a posição da equipe antes dos playoffs do Novo Basquete Brasil (NBB). O primeiro compromisso será nesta terça-feira (14/4), às 20h, diante do Sesi Franca. Na sequência, o time candango encara o Bauru, no sábado (18/4), às 11h15, novamente em casa, fechando a participação na fase regular da competição.

Os confrontos ganham peso direto na tabela. Em caso de duas vitórias, o Brasília pode assegurar a terceira colocação do NBB, fator que impacta diretamente nos cruzamentos e no mando de quadra durante os playoffs, etapa decisiva do torneio nacional. A campanha como mandante aparece como trunfo importante para a equipe. Jogando no Nilson Nelson, o Brasília soma 16 vitórias em 17 partidas, desempenho que reforça a consistência do time diante da torcida e aumenta a confiança para os duelos finais da fase regular.

A preparação para a sequência decisiva já mobiliza o elenco, que encara adversários tradicionais do basquete nacional. A equipe busca manter o nível de atuação apresentado ao longo da temporada e chegar embalada para a fase eliminatória. Hoje na quarta colocação, o time candango tem o Caxias do Sul, atual 13º, como possível rival na primeira etapa do mata-mata. No entanto, o andamento da tabela deve mudar bastante o panorama.

O armador Facundo Corvalán destacou a força coletiva como diferencial do grupo na reta final. “Eu vejo o Franca como um time que já tem uma base há bastante tempo, com jogadores que se conhecem muito bem. Mas o nosso grupo é um elenco que foi se construindo ao longo da temporada. Isso tem sido a nossa força: um grupo unido, que acredita no trabalho e que quer brigar no topo. Sem medo de ninguém. Contamos com apoio da nossa torcida para manter o ritmo e busca esse terceiro lugar”, afirmou.

Com a fase regular chegando ao fim, o Brasília Basquete entra em quadra com margem mínima para erros e foco total na classificação. Os resultados dos próximos jogos serão determinantes para definir o caminho da equipe nos playoffs. Os ingressos para as partidas estão disponíveis no aplicativo oficial do clube, com valores a partir de R$ 30. A expectativa é de casa cheia no Nilson Nelson para empurrar o time em dois confrontos diretos na briga pelas primeiras posições do campeonato.

Próximos jogos

Terça-feira (14/4)
20h Brasília x Sesi Franca (Ginásio Nilson Nelson)

Sábado (18/4)
11h15 Brasília x Bauru (Ginásio Nilson Nelson)