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Gama e Luziânia empatam em bom jogo e Paracatu vence o lanterna Bolamense

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Foto: Reprodução

Por João Marcelo
Dois jogos eram esperados por motivos diferentes neste sábado, 16. O primeiro a acontecer, Paracatu x Bolamense, botava de frente uma equipe candidata ao G8 contra o lanterna da competição. E pouco tempo depois, Gama e Luziânia, como o jogo mais esperado da rodada. Enquanto o primeiro decepcionou pela qualidade técnica abaixo do normal e expulsões, o segundo correspondeu as expectativas contando com diversas chances, goleiro da noite e golaço.
Na tarde deste sábado (16), mais precisamente às 16:30, o Paracatu recebeu o Bolamense em seu estádio, o Frei Norberto. Buscando ficar mais bem colocado no G8, o time mineiro não precisou de muito tempo para abrir o placar, foram precisos apenas seis minutos. Davi marcou com assistência de Cecel e fez um a zero para a equipe de Minas Gerais. A Águia Mineira ainda fez o segundo com Danilo Itaporonga, mas foi anulado por toque de mão.
O Bolamense chegou ao empate com Alisson, mas não ficou muito tempo comemorando. Logo após, cerca de dez minutos depois, o Paracatu conseguiu fazer seu segundo gol com Danilo Itaporonga e dar números finais na partida. Porém, um fator chamou a atenção, foram cinco expulsões em Minas Gerais. Duas por parte do mandante, Zé Wilson e Richely, e três pelo adversário, Yan, Wesley Melo e Joílson.
ESTÁDIO FREI NORBERTO
16 de fevereiro de 2019


PARACATU 2
Gabriel; Henrique (Douglas Rato), Breno, Hícaro, Danilo Itaporanga; Zé Wilson, David Manteiga, Davi, Carlos Henrique (Maycon Alagoano); Richely e Cecel (Acerola).
Técnico: Joel Cornelli
BOLAMENSE 1
Clébio; Yan, Arthur, Claudinho, Márcio; Alisson, Reis, Vitinho (Wesley Melo), Johnes; JP (Alessandro) e Jorge Moreira (Joílson).
Técnico: Farley Santos
A partida mais esperada da rodada, Gama x Luziânia, era o embate entre o líder – sem sofrer gols na competição – contra o terceiro colocado. Toda a expectativa criada em cima do jogo foi vista pelos torcedores no estádio Bezerrão. A primeira equipe a balançar as redes foi a gamense, com Vitor Xavier. Após, Willian faz o primeiro golaço da noite. O jogador da equipe goiana acertou um chute com enorme precisão e deixou a partida empatada no fim do primeiro tempo.
O movimentado jogo continuou na segunda etapa, com mais um gol para cada lado. Novamente começou com o Gama, mas não foi de nenhum jogador da equipe verde, e sim de Dedé, atleta do Luziânia. Mesmo contando com uma excelente partida de Rodrigo Calaça, o Luziânia conseguiu chegar ao empate. No fim da partida, Marllon acertou uma belíssima cobrança de falta e o arqueiro gamense não conseguiu chegar, golaço e empate.
ESTÁDIO BEZERRÃO
16 de fevereiro de 2019
Público: 1840 pagantes – Renda: R$ 25.410,00
GAMA 2
Rodrigo Calaça; Felipe Tavares, Samuel, Emerson, Mário Henrique; Wagner, Tarta, Gilsinho (Lucas Dias); Jefferson Maranhão, Vitor Xavier e Nunes.
Técnico: Vilson Taddei
LUZIÂNIA 2
Márcio Fernandes (Dida); Dedé, Arthur, Perivaldo, Marcelinho; Barros, Lucas Garcia, Dan (Catatau), Marllon; William e Felipe Tanque.
Técnico: Luis Carlos Souza
Com os resultados de momento, o Gama continua líder com 13 pontos, podendo ser ultrapassado pelo rival Brasiliense. O Luziânia segue em terceiro, agora com dez pontos e só pode perder a colocação para o Sobradinho. O Paracatu ganhou três posições e agora é o quinto colocado, Real, Formosa e Ceilândia podem passar. O Bolamense amarga a última posição com cinco jogos e cinco derrotas, além de impressionantes 17 gols sofridos em 5 jogos.
Na rodada seguinte, o Gama enfrenta o Formosa no estádio Diogão em 24/02 às 17h. Também em 24/02, o Luziânia recebe o Sobradinho às 15:30. O Paracatu vem a Brasília enfrentar o Real no estádio Mané Garrincha às 11h do próximo domingo, 24. E por último, o Bolamense irá até ao estádio Serejão enfrentar o Taguatinga, em duelo dos desesperados, já que nenhuma das duas equipes venceu no Candangão 2019. 

Estreia com o pé direito: Cerrado Basquete começa com vitória na Liga Ouro

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Foto: Divulgação/Cerrado Basquete

Representando o Distrito Federal na Liga Ouro pela segunda temporada consecutiva, o Cerrado Basquete começou a competição de forma bastante positiva e mostrando que o caminho pode ser bem diferente do apresentado um ano atrás. Neste sábado (16/2), o Verdão recebeu Rio Claro (SP) no Ginásio da Iesplan pela primeira rodada da divisão de acesso para o Novo Basquete Brasil (NBB) e estreou com vitória por 68 a 61.

O time candango começou a partida imprimindo um ritmo bastante forte em busca de se colocar à frente do marcador. Também querendo estrear de forma positiva, o time paulista fez questão de mostrar suas credenciais. Com isso, o primeiro quarto foi bastante equilibrado. Mesmo à frente, o Cerrado pecava nos arremessos livres, o que impediu uma vantagem maior. No fim, o time verde terminou o período com 19 a 15 no placar.

Perdendo o jogo, o Rio Claro voltou para o segundo quarto de partida disposto a dar trabalho para os brasiliense. Porém, o Cerrado começou bem e chegou a abrir seis pontos de frente. Aproveitado as sucessivas falhas da equipe do Distrito Federal tanto na defesa quanto no ataque, o time paulista conseguiu pular na frente no jogo. Melhor na parte ofensiva, os visitantes conseguiram ir para o intervalo vencendo por 35 a 31.

No terceiro período, as cobranças do técnico Ronaldo Pacheco surtiram efeito. Tanto que o time voltou mais organizado e conseguiu tirar a diferença dos paulistas logo nos primeiros minutos da etapa. Impecáveis defensivamente, os brasilienses também não davam espaço atrás e dificultavam o jogo para a equipe de São Paulo. Continuando firme, o Cerrado Basquete não só virou o jogo como abriu uma boa diferença no marcador e fechou o quarto vencendo por 53 a 43.

Com a vantagem, o Verdão do Cerrado precisou apenas administrar o marcador para conquistar a vitória dentro de casa. Se aproveitando das faltas, os brasilienses mantiam sempre uma vantagem confortável na dianteira do jogo. Aproveitando o consaço dos jogadores do Rio Claro, os brasilienses passaram a trabalhar com oito pontos na frente, mantendo a diferença até o estouro do cronômetro. Fim de jogo: Cerrado Basquete 68 x 61 Rio Claro.

O armador Patrick Carioca, ex-Bauru, Minas, Caxias e Mogi no NBB CAIXA, mostrou logo de cara que será o grande condutor da campanha do Cerrado na Liga Ouro. O jogador de 25 anos registrou um duplo-duplo de 17 pontos e 13 rebotes e ainda contribuiu com sete assistências. Quem também se sobressaiu foran ala Danilo Sena, ex-Pinheiros, o armador Luis Mendonça e o ala Jhonny, todos com dez pontos.

Na próxima segunda-feira (19/2), o Verdão volta à quadra do Ginásio da Iesplan para disputar seu segundo jogo na Liga Ouro. Às 20h, o Cerrado Basquete recebe a equipe do São Paulo em confronto direto pelas primeiras posições na tabela. Com apenas um jogo, os brasilienses ocupam o quarto lugar atrás de Londrina, Campo Mourão e do próprio tricolor paulista. Os dois primeiros, porém, já têm dois jogos na divisão de acesso.

Em confronto de promovidos, Capital supera Taguatinga mais uma vez

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Foto: Felipe Lisboa/Distrito do Esporte

Por João Marcelo 
Querendo se recuperar na competição, Capital e Taguatinga se enfrentaram no estádio Mané Garrincha, em partida válida pela quinta rodada. Vindo de duas derrotas, o Capital chegou a rodada com três pontos e ocupando a nona colocação, uma abaixo dos oito classificados. Pelo lado do Taguatinga, apenas dois pontos, conquistados nos empates contra Sobradinho e Ceilândia, na terceira e quarta rodada, respectivamente. No fim, melhor para Capital que saiu com os três pontos.
Marquinho Paracatu recebeu belo lançamento e partiu para cima do lateral Marcos Douglas, o atacante do Taguatinga passou e cruzou, mas Medeiros conseguiu afastar o perigo. Aos 18, bola alçada na área do Capital e no bate-rebate, Jô Baiano tenta chutar, mas só consegue raspar e o goleiro Ricardo Luiz defende com tranquilidade. Um minuto depois, Alex Piauí faz belo cruzamento e Didão consegue o cabeceio, Ricardo Luiz só observa.
Na parte final do primeiro tempo, contra-ataque do mandante. Itakaré e Alysson tabelaram, mas o zagueiro Sandro consegue recuperar e o Capital perde grande chance de abrir o placar. Com a partida próxima de ir ao intervalo, as equipes procuraram se defender mais. O placar de 0 a 0 não interessava nenhuma das equipes, que brigavam pela parte de baixo da tabela. O Capital ainda perdeu dois jogadores por contusão.
Na volta do intervalo, o Capital tomou as ações da partida. Chegando com mais criatividade ao ataque, a equipe quase chegou ao primeiro gol em uma cobrança de escanteio. Diogo saiu mal do gol e o zagueiro Medeiros cabeceou pro gol, faltando um pouco mais de força para entrar. Logo depois, Lacerda chutou prensado e a bola saiu pelo lado esquerdo do arqueiro do Taguatinga. Paulinho cobrou falta na área e a zaga desviou contra o próprio patrimônio, assustando o goleiro Diogo.
O Taguatinga assustou da mesma forma, bola levantada na área e Didão conseguiu desviar, o goleiro Ricardo Luiz ficou sem reação e só olhou a bola passar rente a trave direita. Em mais um contra-ataque do Capital, Klysman cruzou, Anjinho amorteceu para Paulinho que tentou passar por três zagueiros e perdeu mais uma chance. Outro lance de perigo da Coruja saiu no escanteio, Lacerda cabeceou e raspou a trave direita de Diogo.
Querendo sair vitorioso, o Capital foi pra cima e em um belo contra-ataque, Lacerda rola a bola para Marcos Douglas empurrar para o fundo das redes. O Capital abre o placar para alegria das 1.352 pessoas presentes no estádio. Querendo dar mais alegria a sua torcida, o Capital ainda tentou mais um. Gabriel Alves chutou no cantinho e Diogo fez uma belíssima defesa. No último lance, quase gol do Taguatinga, mas o goleiro Ricardo salvou. No fim, Capital vence e respira na competição.
O Capital sai do estádio Mané Garrincha vitorioso, chega aos seis pontos e entra no G8, assumindo a sétima colocação. A Águia de Taguatinga continua sem vencer no estadual e pode entrar na zona de rebaixamento. Na sexta rodada, as duas equipes jogarão no estádio Serejão. A primeira será o Capital, que enfrentará o Brasiliense no sábado às 16:30. No dia seguinte, o Taguatinga receberá o lanterna da competição, o Bolamense, às 10:00. 

ESTÁDIO NACIONAL MANÉ GARRINCHA
16 de fevereiro de 2019
Público: 1.352 presentes – Renda: R$ 1.694,00


CAPITAL 1
Ricardo Luiz; Marcos Douglas, Medeiros, Daniel Felipe, Romarinho; Judvan Lucas (Ives), Lacerda, Paulinho; Alysson Ferreira (Gabriel Alves), Klysman e Itakaré (Anjinho).
Técnico: Rafael Toledo
TAGUATINGA 0
Diogo; Sandro, Felipe Lira, Renato; Alex Piauí (Portugal), Didão, Thompson; Rodrigo Menezes (Ugleizer), Marquinhos Paracatu; Kelvin (Jean Felipe) e Jô Baiano.
Técnico: Ricardo Antônio

Tarta: “Darei o sangue dentro de campo para dar calendário ao Gama”

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Foto: Divulgação/Gama
Um dos principais jogadores do Gama desde a última temporada, o volante Tarta realmente incorporou o espírito de garra e luta que marca o alviverde. Os gols e, principalmente, a entrega do volante dentro dos jogos o fizeram cair rapidamente nas graças da exigente torcida gamense. Curtindo a boa fase do time – líder do Campeonato Candango com 100% de aproveitamento -, o jogador está cheio de planos.
Em entrevista concecida ao site oficial do Gama, o jogador falou sobre a preparação para o ano e o bom início de temporada do alviverde. O principal objetivo do volante de 26 anos, porém, já está estabelecido: dar calendário ao clube. “O grupo está bastante unido e o motivo principal de todos os jogadores e comissão é um só: dar calendário ao Gama. O time está em evolução e estou muito confiante de que vamos melhorar mais para atingir o objetivo de ser campeão”, enfatizou Tarta.
Até o momento, o jogador já anotou três gols na temporada. Curiosamente, Tarta foi às redes em 2019 sempre da mesma maneira: em cobranças de falta, uma de suas principais especialidades. “Na pré-temporada eu treinava antes dos treinos. Chegava mais cedo, pegava as bolas e a barreira e ficava sozinho. Depois que começou o campeonato, treino no decorrer da atividade e depois que acaba, ainda bato algumas faltas com o Calaça”, explicou.
Apesar de o Gama estar vivendo uma excelente fase na liderança do Candangão, o volante é cauteloso. Para Tarta, o alviverde terá a primeira sequência difícil de jogos ao enfrentar adversários diretos pela ponta. “O campeonato vai afunilando com todos querendo a liderança. Agora vamos enfrentar clubes que estão entre os quatro primeiros. Então, vai começar a ser um campeonato mais difícil”, analisou o jogador. 
Para os sete desafios finais da primeira fase do torneio local, o jogador acredita que a união do elenco gamense poderá ser um grande diferencial em busca dos triunfos que garantiriam a lideraça e eventuais vantagens para o alviverde até uma possível final de Candangão. “O grupo está focado, treinando firme e forte. Eu acredito que vamos chegar muito bem para o restante do campeonato”, completou.
Finalizando a conversa com o site oficial gamense, o atleta deixou um recado para os torcedores alviverdes. “Acredito que sempre tem de haver cobrança. Eu sabia disso quando decidi jogar pelo Gama e é assim que nós temos mais sede de vitória. Lotem sempre o Bezerrão e nos apoiem, pois precisamos da torcida. Da minha parte e de todo grupo, não irá faltar garra e cada vez mais estaremos dispostos a dar o sangue por esse time para atingir nosso objetivo: o título”, finalizou.

TCDF autoriza e GDF dá prosseguimento a licitação do Mané Garrincha

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Foto: Divulgação


Com informações da Agência Brasília

O Governo do Distrito Federal obteve uma importante vitória para se livrar de gerir um elefante branco. Nesta quinta-feira (14/2), o Tribunal de Contas do DF (TCDF) autorizou o prosseguimento da licitação do complexo esportivo ArenaPlex, formado pelo estádio Mané Garrincha, o ginásio Nilson Nelson e o complexo aquático Cláudio Coutinho. O espaço será entregue à iniciativa privada..
O consórcio vencedor da licitação, a RNGD Consultoria de Negócios Ltda., deverá explorar o espaço por 35 anos mediante o pagamento de outorga mínima de R$ 5 milhões por ano. Esse valor poderá ser revisto a cada cinco anos de acordo com os montantes recebidos pelo futuro concessionário a título de aluguel, bem como gastos com obras e reformas. O grupo deverá também modernizar e reformar o espaço.
A expectativa é que, durante o período de exploração da área, o negócio movimente R$ 387 milhões. A Agência de Desenvolvimento (Terracap), por sua vez, deixará de gastar R$ 370 milhões durante a concessão e o GDF deverá arrecadar R$ 700 milhões somente em impostos. “É só a primeira PPP que estamos fechando. Muitas outras virão para revitalizar equipamentos públicos como o autódromo, criar novas áreas habitacionais e abrir oportunidades”, destacou Ibaneis Rocha, governador do DF.
Há previsão de construção de sala de cinema, teatro, restaurantes e clínicas que vão compor o bulevar. O consórcio também ficará responsáveis pela realização de eventos nos espaços esportivos: o estádio Mané Garrincha e o ginásio Nilson Nelson. Também será atribuição do novo administrador reconstruir o complexo aquático Cláudio Coutinho. As atividades nesse local serão tocadas pelo governo e destinadas à comunidade.
“O Arenaplex vai requalificar e revitalizar a área central de Brasília com um grande centro de lazer, esporte e entretenimento. Teremos grandes eventos nacionais e internacionais, para transformar Brasília definitivamente num dos maiores destinos políticos da América do Sul”, comemorou Ibaneis.

Queda de Brasiliense e Sobradinho aumenta sina negativa do DF na Copa do Brasil

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Por Danilo Queiroz
Na última quarta-feira (13/2), o Distrito Federal ficou sem representantes na Copa do Brasil após o Brasiliense ficar no zero a zero com o CRB-AL. Na semana anterior, o Sobradinho já tinha sido eliminado da competição nacional após empatar com o América-RN pelo mesmo resultado. Em ambos os casos, os empates eram suficientes para os visitantes avançarem para a segunda fase.
Com a queda dos dois representantes, a capital federal emplacou uma marca bastante negativa no principal torneio mata-mata do país. Este é o terceiro ano consecutivo que nenhum time local avança da primeira fase. O único clube do DF a alcançar tal feito foi o Gama, que em 2016 chegou até a terceira etapa da Copa do Brasil, sendo eliminado posteriormente para o Santos.
O desempenho do alviverde na última vez que um time de Brasília foi além, porém, foi apenas um oasis em meio a um nebuloso cenário. Nas edições anteriores, somente o Brasiliense conseguiu ir avançar a etapa inicial. Entretanto, em 2008, 2009 e 2011, o time amarelo acabou caindo logo na segunda fase da competição nacional.
Com 13 participações cada, Gama e Brasiliense são os clubes que mais vezes representaram a capital federal na competição.  Em 2002, o Jacaré chegou na grande final, quando acabou perdendo a taça para o Corinthians. Já em 2007, o time amarelo foi eliminado pelo Fluminense nas semifinais. A melhor participação do alviverde foi em 2004, quando chegou às oitavas de final.
Ceilândia, com cinco aparições, Taguatinga e Brasília, com quatro cada, Luziânia, com três, Dom Pedro, Sobradinho, CFZ e Guará, com duas cada, Esportivo Guará, Bandeirante e Tirandentes, com uma cada, são as outras equipes que já se qualificaram para representar o Distrito Federal na Copa do Brasil.
Em 2020, a capital federal será representada na competição mais democrática do país pelo campeão e vice do Campeonato Candango de 2019. Além da vaga, os times de Brasília precisam se capacitar e evoluir muito mais no planejamento para que o Distrito Federal possa sonhar novamente com um desempenho digno no torneio.

Brasiliense cria chances, mas fica no zero com o CRB e está fora da Copa do Brasil

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Foto: Divulgação/Brasiliense
Por Danilo Queiroz
O Brasiliense está eliminado da Copa do Brasil 2019. Na tarde desta quarta-feira (13/2), o Jacaré recebeu o CRB, no estádio Serejão, e acabou empatando pelo placar de 0 a 0. Jogando melhor e criando chances, o time amarelo acabou não conseguindo furar a retranca regatiana. Com a eliminação do clube, o Distrito Federal não tem mais representantes na competição nacional.
Precisando da vitória para se classificar para a segunda fase da Copa do Brasil, o Brasiliense passou a buscar o ataque de forma incessante. Aos 6, Alex Murici fez boa jogada e cruzou bem, mas Romarinho finalizou para fora. Aos 8, foi a vez do CRB assustar. Hugo Sanches mandou um torpedo de longe e obrigou o goleiro Edmar Sucuri a realizar boa defesa.
Após o susto, o Brasiliense voltou a criar as melhores oportunidades. Aos 12, Alex Murici assustou em chute de fora da área. Aos 16, após outra boa jogada do lateral-direito amarelo, Romarinho finalizou dentro da área e Edson Mardden fez a defesa. Um minuto depois, o Jacaré chegou de novo. Depois de sobra, Peninha finalizou forte e o goleiro alagoano novamente impediu o gol.
Melhor no jogo, o time amarelo teve nova chance aos 23, mas Romarinho cabeceou para fora. Aos 33, Romarinho jogou no meio da área de bicicleta a torcida pediu pênalti após a bola tocar no braço de um defensor regatiano. Na sobra, Reinaldo não conseguiu finalizar. Um minuto depois, o camisa sete recebeu de Peninha e Edson fez grande defesa para salvar o CRB.
No segundo tempo, o Brasiliense voltou com o mesmo ímpeto ofensivo. Tanto que logo no primeiro minuto, Peninha já arriscou de longe, mas mandou para fora. Aos 3, Badhuga desviou cobrança de falta, mas Edson pegou sem dificuldade. Aos 16, Reinaldo até chegou a balançar a rede, mas o juiz marcou falta do atacante em dividida com o goleiro regatiano.
Com o passar do tempo, o Jacaré acabou ficando mais lento e criando menos chances. Com a defesa do CRB mais organizada, o time amarelo passou a ter bastante dificuldade e a apostar nos chutes de fora da área. Com espaço, o CRB teve a melhor chance do jogo aos 40 minutos do segundo tempo, quando Victor Rangel bateu bem, mas parou no travessão.
Danilinho teve uma outra oportundidade para os visitantes logo na sequência, mas o jogador acabou bateu sem força e mandou a bola para as mãos do goleiro Edmar Sucuri. Peninha teve uma última chance aos 50, mas Edson defendeu a cobrança de falta. Sem fôlego, o Brasiliense acabou não conseguindo furar a marcação regatiana e deu adeus precoce à Copa do Brasil.

              


BRASILIENSE 0
Edmar Sucuri; Alex Murici, Lúcio, Badhuga e Romano; Geovane (Luquinhas), Emerson, Peninha e Almir (Erick Flores); Reinaldo (Afonso) e Romarinho

Técnico: Adelson de Almeida

CRB 0
Edson Mardden; Júnior, Wellington Carvalho, Edson Henrique e Guilherme; Claudinei, Mateus Silva e Ferrugem; William Barbio (Danilinho), Hugo Sanches (Felipe Menezes) e Zé Carlos (Victor Rangel)

Técnico: Roberto Fernandes

Seleção da Rodada #4 – Campeonato Candango

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Após o término de cada rodada do Campeonato Candango de 2019, o Distrito do Esporte apresentará a Seleção da Rodada, eleita pelos jornalistas do portal em conjunto com os administradores da página Craques do Candangão. A escolha dos jogadores que integram o esquadrão de cada um dos certames do torneio local é baseada unicamente no desempenho dos atletas e times durante as partidas da competição.

Para ficar ainda melhor, os leitores do Distrito do Esporte também podem participar na escolha do melhor jogador da rodada, que levará o prêmio de Craque da Rodada! Ao fim desta matéria, uma enquete estará disponível até 17h horas de quinta-feira (14/2) para que você possa escolher seu atleta preferido. O vencedor da votação pública será divulgado antes da próxima rodada do Candangão nas redes sociais do site. Cada visitante só poderá votar uma vez.
Na quarta rodada do Candangão, Gama, Brasiliense, Sobradinho e Luziânia emplacaram jogadores na Seleção. Desta forma, o time ficou formado com Edmar Sucuri (Brasiliense); Dedé (Luziânia), Emerson (Gama), Badhuga (Brasiliense), e Mário Henrique (Gama); Tarta (Gama), Marlon (Sobradinho) e Peninha (Brasiliense); Vitor Xavier (Gama), Rafael Fontes (Sobradinho) e Felipe Tanque (Luziânia). Vilson Tadei (Gama) foi escolhido como o melhor técnico.

Craque da Galera – Vote no melhor jogador da rodada #4

Ainda há vida para o Bolamense? Histórico mostra que início ruim pode ser reversível

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O Bolamense começou o Candangão sofrendo diversas goleadas
Foto: Divulgação/Gama

Por Danilo Queiroz
Se no topo da tabela Gama e Brasiliense ostentam campanhas sem nenhuma derrota (com o alviverde, inclusive, estando 100% na tabela), do outro lado dela, o Bolamense vive uma situação bem mais dramática. Única equipe sem pontuar no Campeonato Candango de 2019, a Onça Pintada flerta com o rebaixamento a cada rodada que passa.
Nas quatro rodadas inaugurais do torneio local, o time afro-brasileiro sofreu 15 gols e anotou apenas dois. Com a péssima campanha, o caçula do Candangão está segurando a lanterna desde o início da competição. Porém, o Bolamense ainda tem no que acreditar caso observe o desempenho das péssimas arrancadas registradas anteriormente.
Nas últimas 17 edições do Campeonato Candango, diversas equipes conseguiram se recuperar após iniciarem o torneio sem pontuar por algumas rodadas. Em nove oportunidades, os times que haviam começado a competição no torneio local tropeçando várias vezes conseguiram se recuperar. Nas outras oito não teve jeito e o péssimo início foi sinônimo de rebaixamento.
Nem mesmo uma sequência grande de derrotas nas rodadas iniciais podem decretar a queda de uma equipe no Candangão. Nas doze oportunidades que algum time local ficou três ou mais jogos sem ganhar, em metade delas houve a salvação. Nas outras seis, o destino acabou sendo cruel com quem começou tropeçando demais. Em 2015, o Santa Maria perdeu quatro seguidas, mas se salvou.

Atual formato é marcado por arrancadas

Na atual fórmula de disputa (com doze equipes disputando a primeira fase em pontos corridos), o Formosa sabe bem o que é começar mal e conseguir se recuperar. Nas duas edições em que o atual regulamento foi utilizado, o Tsunami do Cerrado acabou perdendo as três rodadas inaugurais e se afundando na lanterna. 
Porém, nas oito rodadas seguintes, o time goiano conseguiu se levantar de forma heróica e garantir a vaga na elite local. Em 2018, Santa Maria (que também está na zona de rebaixamento) e o próprio Bolamense alcançaram a permanência com muita luta, mas haviam tido uma arrancada melhor, conseguindo levar pontos preciosos no início do torneio.
O formato utilizado nos últimos torneios locais também tem um número mágico para permanência na primeira divisão. Nas últimas duas edições, os times que conseguiram escapar da degola no momento em que somaram oito pontos. Isso significa que, para se garantir no Candangão, é preciso ter um aproveitamento de 24,2% dos pontos disputados.

Piores desempenhos na arrancada do Candangão

2002 – Brazlândia, Luziânia e ARUC – 1 rodada sem pontuar – nenhum foi rebaixado
2003 – Unaí-MG e Dom Pedro – 2 rodadas sem pontuar – nenhum foi rebaixado
2004 – Unaí-MG e Brazlândia – 2 rodadas sem pontuar – Brazlândia foi rebaixado
2005 – Bandeirante e Sobradinho – 4 rodadas sem pontuar – os dois foram rebaixados
2006 – Guará – 5 rodadas sem pontuar – acabou rebaixado
2007 – Luziânia – 5 rodadas sem pontuar – acabou rebaixado
2008 – Esportivo Guará e Unaí/Itapoã – 1 rodada sem pontuar – os dois foram rebaixados
2009 – Legião – 4 rodadas sem pontuar – acabou rebaixado
2010 – Luziânia – 2 rodadas sem pontuar – acabou rebaixado
2011 – CFZ – 3 rodadas sem pontuar – acabou rebaixado
2012 – Legião – 3 rodadas sem pontuar – não foi rebaixado
2013 – Sobradinho – 3 rodadas sem pontuar – não foi rebaixado
2014 – Ceilândia – 3 rodadas sem pontuar – não foi rebaixado
2015 – Santa Maria – 4 rodadas sem pontuar – não foi rebaixado
2016 – Cruzeiro – 4 rodadas sem pontuar – foi rebaixado
2017 – Formosa – 3 rodadas sem pontuar – não foi rebaixado
2018 – Formosa – 3 rodadas sem pontuar – não foi rebaixado

Sobradinho vence Bolamense e se firma no G-8 do Candangão

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Foto: Divulgação/Sobradinho
Nesta terça-feira (12/2), Sobradinho e Bolamense entraram em campo no estádio Abadião, em Ceilândia, para encerrar a quarta rodada do Campeonato Candango de 2019. Querendo acabar com a seca de três partidas sem triunfo, o Leão da Serra teve um jogo pegado com a Onça Pintada, mas acabou saindo vencedor por 3 a 2.
Mostrando uma postura diferente das partidas inaugurais do Candangão, o Bolamense iniciou  a partida bastante sólido defensivamente. Tanto que o Sobradinho só chegou ao gol através da bola parada. Aos 18 minutos, o meio-campista Marlon cobrou falta com maestria, a bola carimbou o travessão e quicou dentro do gol: 1 a 0.
Com o golpe sofrido, o time afro-brasileiro partiu para cima do alvinegro tentando empatar o marcador. Nos minutos finais do primeiro tempo, os donos da casa tiveram pelo menos duas oportunidades de decretar a igualdade antes do intervalo, mas o goleiro Michael se saiu bem nas chances criadas por Luizinho e JP.
No segundo tempo, o Bolamense seguiu pressionando. Tanto que chegou ao gol de empate aos 15 minutos. Após cobrança de escanteio, JP escorou e Vitinho Santos mandou a bola para o fundo da rede. Após o técnico Victor Santana mexer no time, o Sobradinho voltou ao jogo e ficou novamente na frente aos 24, quando Rafael Fontes aproveitou sobra para recolocar o alvinegro na frente.
Ainda brigando, a Onça Pintada continuou em cima e acabou descuidando da parte defensiva. Aos 41, Rafael Fontes fez boa jogada e serviu na medida para João de Deus ampliar. O Bolamense ainda teve tempo para diminuir. Aos 42, Alessandro recebeu grande bola em profundidade de Raone e apenas deslocou o goleiro Michael. Fim de jogo: Sobradinho 3 x 2 Bolamense.
Na próxima rodada, o Sobradinho volta a atuar como mandante no estádio Augustinho Lima. No domingo (17/2), o alvinegro recebe o Formosa, às 11h. Já o Bolamense vai sair do Distrito Federal pela primeira vez no ano. No sábado (16/2), a Onça Pintada vai até Minas Gerais para enfrentar o Paracatu, no estádio Frei Norberto.
              
ESTÁDIO ABADIÃO
12 de fevereiro de 2019
Público: 51 torcedores – Renda: R$ 510,00

BOLAMENSE 2
Clébio; Yuri Raone, Davi, Edson Mizael e Cesinha; Toinho (Igor), Reis, Vitinho e Danic (Alessandro); Luizinho (Lázaro) e JP
Técnico: Farley Santos
SOBRADINHO 3
Maycon; Júlio Ferrari, Igor, Humberto e Dionatan; Werick, Natan, Marlos (Rafa Fontes) e João Manoel (Ewertton); João de Deus e Lucas Victor (Paulo Roberto)
Técnico: Victor Santana