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Em busca da liderança, Brasiliense e Gama se preparam para rodada do Candangão

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Fotos: Divulgação/Brasiliense F.C./S.E. Gama
Por Danilo Queiroz
Todo torneio de futebol que se preze precisa ter uma rivalidade que consiga gerar faíscas dentro de campo e tirar o fôlego dos torcedores fora dele. No Campeonato Candango, o clássico entre Brasiliense e Gama é aquele que mais cria expectativas nas arquibancadas. Na temporada de 2019, os dois rivais vêm lutando pela ponta na tabela bem antes de se encontrarem campo. Hoje, ambos têm 13 pontos e estão separados por apenas dois gols de saldo.
Com o panorama, mesmo com as duas equipes vencendo seus compromissos, pode acontecer um troca-troca na liderança. No sábado (23/2), o Brasiliense terá a oportunidade de dormir na primeira colocação caso vença seu confronto diante do Capital no estádio Serejão. No domingo (24/2), o Gama entrará em campo no estádio Diogão para medir forças diante do Formosa e defender a ponta da tabela do Candangão.
Sabendo da necessidade de garantir os três pontos, os dois clubes já voltaram aos treinamentos visando os próximos compromissos e a possibilidade de ficar na frente do rival. Treinando em seu CT no Lago Sul, o Brasiliense está se preparando sob um clima de tranquilidade. Ainda sem sofrer gols em jogos oficiais na temporada, o Jacaré pode, de quebra, quebrar o recorde de maior tempo zerado nas primeiras rodadas na história do torneio local.
Com o departamento médico zerado (Wellington Saci, Morais e Badhiuga estão recuperados de lesão), o técnico Adelson de Almeida tem todo o elenco à disposição e possibilidade de aproveitar a semana livre para preparação. Buscando ter as características do estádio Serejão como aliadas, o time amarelo incluiu em seu planejamento alguns treinos no local. Na reta final desta semana, a arena receberá as atividades da equipe amarela

Gama afina discurso por calendário

Líder do Campeonato Candango nas últimas rodadas, o alviverde acabou empatando em casa com o Luziânia no último sábado e abriu brecha para uma aproximação do rival Brasiliense. Entretanto, mesmo empatado em pontos com o rival, a possibilidade de perder a ponta não é algo que tira o sono dos atletas do alviverde. Em sintonia, todos estão unidos com um objetivo maior e de longo prazo:  de garantir calendário com mais competições para 2020.
Em entrevista ao site do clube na última semana, o volanta Tarta foi o primeiro a manifestar o desejo. Agora, outro atleta gamense mostrou que o discurso está bastante afinado. Camisa 10 do Gama, o meio-campo Gilsinho também citou a vontade de proporcionar um calendário mais extenso para o alviverde. A última vez que o clube pôde disputar torneios nacionais foi na temporada de 2015, quando disputou a Copa Verde, a Copa do Brasil e a Série D do Campeonato Brasileiro.
Uma nova participação nos torneios nacionais só será possível caso o alviverde avance até a final do Candangão. “Estamos mantendo o foco, respeitando todos os adversários e sempre com muita vontade. Se mantermos essa disposição em todos os jogos, vamos colocar o Gama onde merece, que é com calendário no ano que vem e com a taça de campeão”, ressaltou o experiente de jogador de 37 anos.
Destacando a força da torcida do Gama, Gilsinho apontou a importância e a diferença que ela vem fazendo para o time no ano. “A torcida tem tido um grande papel nesse momento ótimo que estamos vivendo. Eles são muito fanáticis e vivem o clube. Peço que eles sejam nosso 12º jogador sempre, vibrando e apoiando os 90 minutos”, frisou. Em 2019, o alviverde possui a melhor média de público do torneio local.

Nada de futebol carioca: após litígio com o Brasiliense, Jobson acerta volta ao Capital

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Por Danilo Queiroz

Nem Madureira (RJ), nem Portuguesa (RJ). Após manifestar interesse e divulgar que estava praticamente acertado para jogar em um time carioca, o destino do atacante Jobson aida será no futebol do Distrito Federal, porém, longe do Brasiliense, de onde foi afastado após litígio interno. Nesta quarta-feira (20/2), o jogador fechou contrato para vestir novamente a camisa do Capital.

A informação da negociação de Jobson com o clube celeste foi divulgada inicialmente pelo Uol Esporte e confirmada pelo Distrito do Esporte. Com a assinatura do vínculo, o jogador chega para compor o elenco do Capital por três meses, até o fim da disputa do Campeonato Candango. Uma cláusula do contrato diz que ele não pode entrar em campo contra o Brasiliense.

Na negociação, ficou definido que o Capital será responsável por bancar todo o salário de Jobson. Após o fim do empréstimo, o Brasiliense deve colocar o atacante novamente no mercado, já que pretende recuperar o valor investido nele. Além de bancar os vencimentos do jogador, o clube ainda teve gastos extras como moradia. A nova passagem pela Coruja tem novamente um tom de recomeço para o polêmico jogador.

Em 2018, Jobson atuou pelo time celeste durante parte da campanha na Segunda Divisão do Campeonato Candango, ajudando na conquista do título e do acesso para a elite. Na ocasião, a contratação marcou o retorno do atleta aos gramados após suspensão por doping.

O próximo compromisso do Capital pelo Candangão 2019 é justamente contra o Brasiliense, no próximo sábado (20/2), no estádio Serejão. Impedido de enfrentar o Jacaré por força contratual, o atacante deve reestrear com a camisa do Capital apenas em 10 de março, quando a Coruja recebe o Santa Maria no Estádio Mané Garrincha.

Brasiliense adota cachorros que viviam no Serejão e os transforma em xódos

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Foto: Divulgação/Brasiliense
Texto de Lucas Bolzan, da assessoria de comunicação do Brasiliense F.C.
Durante a pré-temporada do Brasiliense para o Campeonato Candango de 2019, uma das metas da diretoria do clube era o resgate do estádio Serejão para a competição local e a temporada. Porém, durante o processo de revitalização do estádio, algo chamou atenção dos diretores e principalmente da dirigente Luiza Estevão: a recepção de vários cachorros que usavam o local como seu lar.
Apaixonada pelos animais, a situação acabou chamando atenção da diretoria de futebol, que encontrou os “bichinhos” em situação precária no estádio, apesar de serem zelados e alimentados pelos seguranças. Com o objetivo de buscar uma boa condição de vida a eles, a dirigente resolveu chamar uma veterinária, que se tornou a grande responsável pela recuperação dos animais.
Vários processos foram feitos com eles: exames de sangue, vermifugação, vacinas e principalmente a castração, tudo isso para que os cachorros pudessem viver de forma tranquila e harmoniosa no local, sem que não incomodasse ninguém. Esta atitude tranquilizou os vigilantes do local, que tratam os cachorros como “seguranças”, além de companheiros, durante a rotina de trabalho no estádio.

Os três “xodós”

Assim que o Brasiliense chegou ao estádio (que é carinhosamente chamado pelo clube e sua torcida de Boca do Jacaré) na metade do ano de 2018, a quantidade de cães no local era alta. Ao todo, sete tinham as dependências do equipamento esportivo como abrigo. Após tratados, alguns foram doados, sobrando três: Linguiça e Nyssa – as fêmeas – e um macho que se chama Espigão.
Foto: Divulgação/Brasiliense F.C.
Com o semblante de medo e assustados, eles se escondem quando alguém se aproxima a eles para dar carinho. Para isso, um adestrador indicado pela própria Luiza, também foi chamado para assumir a tarefa de “socializar” os cachorros. Adestrador há 10 anos, Rafael é dono de uma empresa de adestramento de animais em Brasília e parceiro das grandes ong’s de animais na capital. Para ele, o resgate e a ressocialização de animais se torna um fator incentivador e motivador a todos.
“É interessante quando a gente faz um trabalho como esse. Primeiro, é uma satisfação pessoal muito especial em cuidar de um ser vivo que precisa da sua ajuda. Isso é interessante e nos fazemos sentir melhor também. Já pelo lado profissional, a gente consegue motivar pessoas a fazer a mesma coisa, podendo alertar que todos possam realizar essa ação. Então essa mobilização é totalmente humanitária e importante”, ressaltou.

Rotina diferente   

Com a utilização assídua da Boca do Jacaré pelo Brasiliense, os animais estão começando a se sentirem com mais afeto, virando parte da rotina não só dos seguranças, mas dos jogadores e da comissão técnica da equipe amarela.

Essa situação acaba deixando todos os envolvidos felizes e principalmente Luiza, que planeja construir um canil em um espaço do estádio para que eles possam ficar confortáveis no dia dos jogos e em eventos de grande público no local.

Sintomas iminentes: logo após goleada, Santa Maria demite treinador

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Foto: Divulgação/Santa Maria

Por Danilo Queiroz e João Marcelo
Logo após a tempestade, a diretoria do Santa Maria já começa a tentar reorganizar o terreno visando uma recuperação no Campeonato Candango. Após ser goleada pelo Real por 4 a 1, a Águia demitiu so treinador Luiz Henrique ainda no vestiário do estádio Mané Garrincha. A informação foi dada inicialmente pela Esportes Brasília e confirmada pela reportagem do Distrito do Esporte.
À frente do Santinha desde o início do Candangão, Luiz Henrique deixa o clube sem nenhuma vitória no torneio local. Em cinco jogos, foram quatro derrotas e apenas um empate, culminando em apenas um ponto conquistado. Com a péssima campanha, a Águia está na 11ª posição na tabela ocupando a zona de rebaixamento da competição.
Conforme divulgado pela EB, o técnico Marquinhos Carioca é a primeira opção de Erivaldo Alves, presidente do Santa Maria, para a continuidade no torneio local. Porém, em contato com reportagem do Distrito do Esporte, o treinador não confirmou que está acertado com o clube e disse que, no momento, está apenas “negociando a transferência”.
Caso acerte com o time grená, Marquinhos interromperá o trabalho que vinha tocando à frente do Legião. No comando da equipe do rock, o treinador disputou a Segunda Divisão do Campeonato Candango em 2018, quando caiu nas semifinais perdendo o acesso, e a Copa São Paulo de Futebol Júnior, onde avançou até a segunda fase torneio.

A possível troca no comando técnico do Santa Maria entre os dois treinadores é uma das maiores provas das voltas que o mundo do futebol dá. Durante o Campeonato Candango de 2018, Marquinhos Carioca pediu demissão do Bolamense, que estava na zona de rebaixamenteo, e foi substituído por Luiz Henrique, que acabou salvando a Onça Pintada da queda. O desafio, agora, pode se inverter.

Esta, portanto, será a segunda troca de treinador no Santa Maria. Durante os primeiros dias de pré-temporada, o time grená havia anunciado Eduardo Vieira como nome principal da comissão técnica. Entretanto, dias depois a Águia voltou colocou Vieira como auxiliar e acertou com Luiz Henrique para a disputa do Candangão.

Fechando a quinta rodada, Real goleia o Santa Maria e se firma no G-8 do Candangão

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte


Por Lucas Espíndola


Na tarde desta segunda-feira (18), Real e Santa Maria se enfrentaram no estádio Mané Garrincha em jogo válido pela 5ª rodada do Campeonato Candango. O aurianil começou a rodada na sétima colocação, com seis pontos conquistados em quatro jogos, ainda não perdeu no campeonato, com três empates e uma vitória. Por sua vez, o time grená só tinha um pontinho no campeonato sem conseguir uma vitória sequer no certame, com campanha de três derrotas e um empate.

Jogando em casa, o Real tratou de começar o jogo pressionando o time adversário e partiu para cima logo no início. A primeira chance do time da casa foi aos 3 minutos de jogo. Em chute pela esquerda do campo de ataque, o lateral China mandou a bola por cima do gol. Bem postado defensivamente, o Leão do Planalto não deu brecha para o ataque do Santa Maria. A primeira chance que os visitantes tiveram foi aos 15 minutos, em uma cobrança de falta de Bigu, mas que não ofereceu perigo ao goleiro Léo.

Aos 26 minutos o Leão do Planalto perdeu uma chance clara de abrir o placar. Em um escanteio cobrado pela direita, o zagueiro Hyago subiu sozinho na risca da pequena área e cabeceou a bola por cima do gol, tirando tinta da trave. Aos 34 minutos finalmente o gol saiu. Em lance confuso dentro da área do Santa Maria, a bola sobrou para Felipe Cirne, que driblou o goleiro e, mesmo caindo no chão, conseguiu finalizar. A Águia voltou a atacar somente aos 43 minutos de jogo com o Biro em chute de fora da área que passou por cima do gol.

O segundo tempo mal tinha iniciado e o Real já marcou o segundo gol. Em escanteio cobrado pela esquerda, a bola sobrou para Caíque que fuzilou para o fundo das redes. O Santa Maria chegou com perigo aos 14 minutos, quando Maiqui bateu de fora da área para a boa defesa do goleiro Léo. Aos 18, os visitantes diminuíram. Em cruzamento de Biro, Rael cabeceou e não deu chances para o goleiro. A Águia cresceu muito no jogo após o gol e quase empatou. Em cruzamento vindo da direita, Woshigton finalizou no meio do gol e obrigou o goleiro do Leão a fazer uma bela defesa.

Após pressão do Santa Maria, o Real só conseguiu chegar com perigo novamente aos 37 minutos, em chute de fora da área de Andrei Alba. A Águia logo respondeu. Aos 40, Maiqui tentou surpreender o goleiro de longe, mas sem sucesso. O jogo ficou acirrado e o Real respondeu um minuto depois com Hyago, que cabeceou para a defesa do goleiro da Águia. Na sequência, Alba lançou para Kaka, que empurrou a bola pro fundo das redes. E o Real não parou por ai, Nelisson partiu do meio de campo sozinho e bateu na saída do goleiro, 4 a 1 para o time da casa

Com a goleada, o Real segue firme no G-8 do Candangão 2019 e garantindo vaga na segunda fase. Na sexta rodada, o Leão do Planalto volta a jogar em seus domínios. No domingo (24/2), o auri-anil recebe o Paracatu, às 11h, no estádio Mané Garrincha. Por sua vez, o Santa Maria receberá o Ceilândia, no Bezerrão, no sábado (23/2), às 15h30. O jogo é de suma importância para o time da Águia, que precisa desesperadamente dos três pontos para se recuperar no campeonato.

              

ESTÁDIO MANÉ GARRINCHA – BRASÍLIA/DF
18 de fevereiro de 2018
Público: 60 pagantes Renda: R$510.00

REAL 4
Léo Rodrigues, Caíque, Hyago, Wesley e China; Graxa, Andrei Alba, Helisson e Roger Gaúcho; Igor Balotelli e Felipe Cirne.

Técnico: Paulo Pereira

SANTA MARIA 1 
Uoston, Rael, Cristiano Jhonata e Bigu; Marcio Costa, Matheus, Felipe e Biro; Dourado e Washigton

Técnico: Luiz Henrique

Brasiliense iguala recorde de início sem tomar gols na história do Candangão

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Foto: Michel Melo/Metrópoles

Por Danilo Queiroz

Além de ter colado na liderança do Campeonato Candango – divide a ponta com o Gama, com 13 pontos, ficando em segundo no critério de saldo de gols -, o Brasiliense tem mais um motivo para comemorar. Sem tomar gols na atual edição do torneio, a defesa amarela igualou um recorde que vem desde 1982, quado o Tiradentes ficou os cinco jogos iniciais sem ser vazado e se tornou a equipe que ficou mais tempo zerada na história profissional do Candangão, iniciada em 1976.

Naquela temporada, o já extinto time rubro-negro não foi vazado ao jogar contra Sobradinho, Taguatinga, Ceilândia, Guará e Brasília nas primeiras rodadas do Candangão. Isso significa que se o Brasiliense mantiver o sistema defensivo impecável na partida contra o Capital, no próximo sábado (23/2), no estádio Serejão, passará a ostentar a maior série inicial zerada na história do torneio local com seis jogos sem sofrer gols.

Vale ressaltar, porém, que as estatísticas de algumas temporadas do Campeonato Candango são obscuras. O Distrito do Esporte mergulhou na história local, mas não encontrou registro de dez temporadas: 1976, 1978, 1979, 1981, 1983, 1985, 1990, 1991, 1992 e 1993 não tem nenhum dado nas principais plataformas históricas do Candangão. Portanto, foram considerados apenas os anos com registro para se estabelecer a marca de cinco jogos como histórica.

Time chegou perto do recorde em 2009

O próprio Jacaré já chegou próximo de igualar o feito de zaga perfeita do Tiradentes no início do Candangão da temporada de 2009, ano que chegou ao hexacampeonato local. Porém, bateu na trave ficando quatro jogos sem tomar gol e sendo vazado no quinto. Outro time que se aproximou da marca foi o Gama. Em 2003, ano que também levantou o caneco de campeão local, o alviverde chegou aos mesmos quatro jogos sem buscar a bola no fundo da rede.

A série de partidas sem levar gols é fruto de uma característica bastante conhecida e explorada pelo técnico Adelson de Almeida em seus trabalhos. Em suas passagens anteriores pelo Ceilândia, o treinador amarelo ganhou bastante reconhecimento pela boa capacidade de blindar o setor. No Jacaré, Adelson criou um estilo de jogo sólido e com atletas de confiança, tanto que apenas oito jogadores do elenco foram utilizados nas funções defensivas até o momento.

No Candangão, Adelson de Almeida colocou em campo os seguintes jogadores no sistema defensivo do Jacaré: o goleiro Edmar Sucuri, os zagueiros Badhuiga, Lúcio e Antônio Carlos e os laterais Alex Murici, Gleissinho e Romano. Em 2019, o Brasiliense ainda passou vazado no empate por 0 a 0 com o CRB, resultado que acabou custando a vaga na Copa do Brasil, já que a igualdade favorecia a equipe visitante.

Número de jogos sem tomar gols na história do Candangão

1976 – Não existe registro
1977 – Taguatinga – 2 jogos
1978 – Não existe registro
1979 – Não existe registro
1980 – Brasília e Taguatinga – 2 jogos
1981 – Não existe registro
1982 – Tiradentes – 5 jogos
1983 – Não existe registro
1984 – Brasília, Tiradentes e Guará – 1 jogo
1985 – Não existe registro
1986 – Gama e Tiradentes – 2 jogos
1987 – Ceilândia – 1 jogo
1988 – Tiradentes – 2 jogos
1989 – Gama e Tiradentes – 3 jogos
1990 – Não existe registro
1991 – Não existe registro
1992 – Não existe registro
1993 – Não existe registro
1994 – Tiradentes – 1 jogo
1995 – Guará – 3 jogos
1996 – Ceilandense e Gama – 1 jogo
1997 – Guará – 2 jogos
1998 – Gama e Botafogo – 2 jogos
1999 – Guará, Sobradinho, Dom Pedro II, Luziânia e Ceilandense – 1 jogo
2000 – Gama e Dom Pedro II – 1 jogo
2001 – Bandeirante – 1 jogo
2002 – CFZ, Bandeirante e Ceilândia – 1 jogo
2003 – Gama – 4 jogos
2004 – Paranoá – 2 jogos
2005 – Brasiliense – 4 jogos
2006 – Luziânia – 2 jogos
2007 – Brasiliense – 1 jogo
2008 – Legião – 1 jogo
2009 – Brasiliense – 3 jogos
2010 – Dom Pedro e Gama – 1 jogo
2011 – Ceilândia – 3 jogos
2012 – Capital, Ceilândia, Ceilandense e Luziânia – 1 jogo
2013 – Ceilandense – 2 jogos
2014 – Capital, Luziânia e Brasília – 1 jogo
2015 – Luziânia – 2 jogos
2016 – Ceilândia e Sobradinho – 2 jogos
2017 – Real – 2 jogos
2018 – Paracatu – 1 jogo
2019 – Brasiliense – 5 jogos

BRUTAL: Vicente Luque nocauteia Bryan Barberena

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Foto: Reprodução da Internet

Por João Marcelo

Uma luta de tirar o fôlego! Assim foi o combate entre Vicente Luque e Bryan Barberena pelo UFC Phoenix da noite de domingo (17) para segunda (18). Com trocação do início até o fim, a luta poderia ter ido para qualquer um dos oponentes. A performance da dupla levantou o público no Arizona e ganhou o prêmio de “Luta da Noite”. Com a vitória, Luque se aproxima do ranking dos meio-médios do Ultimate Fighting Championship.

No primeiro round, Luque começou tomando as investidas da luta e conectando bons jabs. Barberena recebia os socos, e mesmo a maioria sendo com sucesso, mostrava seu queixo duro e mostrava que seria difícil de ser nocauteado. Depois foi a vez do americano acertar um belo soco em Luque e o brasileiro sofreu um knockdown. Bryan partiu pra cima de Luque e o atleta do Cerrado MMA conseguiu se recuperar imobilizando-o. Faltou pouco Barberena perder por imobilização.

O segundo round foi melhor para “Bam Bam”. O atleta estadunidense acertou mais golpes, machucando Luque, que mostrava o seu queixo duro também. A trocação ficou mais intensa e ambos levaram o público ao delírio com golpes certeiros. O atleta de Brasília foi para seu córner em desvantagem no round, mas com a luta empatada em 19-19. Para levar a disputa, precisava vencer o terceiro e último round.

Quando iniciou o round final, a tendência a “Luta da Noite” era grande, devido aos excelentes dez minutos de luta. Barberena foi mais incisivo, conectando mais golpes, mas nada que abalasse Vicente. A luta caminhava pro fim e pra vitória de Bryan quando Luque acertou jabs, diretos e duas joelhadas no americano, que foi ao chão. O “Assassino Silencioso” continuou a atacar “Bam Bam” e quando faltavam seis segundos para o fim, a luta foi interrompida, vitória de Vicente Luque.

Esta foi a quarta vitória consecutiva de Vicente Luque, que agora tem um cartel de 15-6-1. Mesmo Barberena não sendo ranqueado, a tendência é que o brasileiro entre no ranking dos meio-médios. Outro motivo que pode colaborar com a entrada no Top 15, foi o fato de Luque e Barberena terem ganho o prêmio “Luta da Noite”. Cada um recebeu US$ 50 mil (cerca de R$ 185 mil) de bônus pela premiação.

UFC FIGHT NIGHT – PHOENIX, ARIZONA
17 de fevereiro de 2019

CARD PRINCIPAL

Peso-pesado: Francis Ngannou x Cain Velásquez (nocaute, 26s do 1º round)
Peso-leve: James Vick x Paul Felder (decisão unânime dos juízes)
Peso-palha: Cortney Casey x Cynthia Calvillo (decisão unânime dos juízes)
Peso-pena: Alex Caceres x Kron Gracie (finalização, 2m6s do 1º round)
Peso-meio-médio: VICENTE LUQUE x Bryan Barberena (nocaute técnico, 4m54s do 3º round)
Peso-pena: Andre Fili x Myles Jury (decisão unânime dos juízes)

CARD PRELIMINAR

Peso-galo: Jimmie Rivera x Aljamain Sterling (decisão unânime dos juízes)
Peso-galo: Benito Lopez x Manny Bermudez (finalização, 3m9s do 1º round)
Peso-mosca: Ashlee Evans-Smith x Andrea Lee (decisão unânime dos juízes)
Peso-leve: Scott Holtzman x Nik Lentz (decisão unânime dos juízes)
Peso-galo: Renan Barão x Luke Sanders (nocaute técnico, 1m1s do 2º round)
Peso-palha: Alexandra Albu x Emily Whitmire (finalização, 1m1s do 1º round)

PREMIAÇÃO

LUTA DA NOITE
Vicente Luque x Bryan Barberena

PERFORMANCE DA NOITE
Kron Gracie sobre Alex Caceres
Luke Sanders sobre Renan Barão

Jogo do Cerrado Basquete contra o São Paulo pela Liga Ouro é adiado para terça

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Foto: Divulgação/LNB

Após iniciar a campanha na Liga Ouro com uma grande vitória por 68 a 61, o Cerrado Basquete já se prepara para o segundo desafio pela competição que dá vagas no Novo Basquete Brasil (NBB). Entretanto, o confronto diante do time do São Paulo precisou ser adiado por questões logísticas. Inicialmente, a partida seria nesta segunda-feira (18/2), mas passou para terça-feira (19/2).

A decisão da remarcação do jogo foi tomada pela Liga Nacional de Basquete (LNB) em conjunto com as duas equipes após o voo que traria o Tricolor Paulista de João Pessoa/PB na noite de domingo (17/2) ser cancelado. Com um novo voo agendado, os adversários do Cerrado Basquete chegam a Brasília somente nesta segunda-feira, o que motificou o adiamento do jogo em 24 horas.

Apesar da mudança de dia, o horário e o local da partida continuam os mesmos: às 20h, no Ginásio da Iesplan, na 708/908 Sul. No sábado (16/2), o São Paulo venceu o Unifacisa por 77 a 69 em partida disputada na capital paraibana. O time paulista está na terceira posição da tabela, enquanto os brasilienses vêm logo depois, em quarto.

Os ingressos da partida do Cerrado Basquete contra o São Paulo pela Liga Ouro serão vendidos apenas na terça-feira (19/2). Os preços das entradas serão de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada). Os torcedores que entregarem 1kg de alimento não-perecível têm direito a pagar apenas o valor mais baixo do bilhete.

LIGA OURO 2019
Cerrado Basquete x São Paulo
Terça-feira, 20h – Ginásio da Iesplan, 708/908 Sul
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada)
1kg de alimento não-perecível dá direito à meia-entrada
Os ingressos serão comercializados apenas no dia da partida

Em busca de colocação no ranking, Luque enfrenta Barberena

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Foto: Reprodução da Internet

Por João Marcelo

Após quatro meses da sua última luta, Vicente Luque volta a subir no octógono do Ultimate Fighting Championship, o UFC. Vindo de três vitórias contra Niko Price, Chad Laprise e Jalin Turner, o brasiliense de coração enfrentará o colombiano Bryan Barberena. Os dois tem um cartel parecido, 14-6-1 para Luque, 14-5-0 para Barberena. Na noite deste domingo (17), os dois buscam um mesmo objetivo: vencer para ficar mais perto do Top 15.

O atleta do Cerrado MMA vem de um bom momento no esporte. Suas últimas lutas ficaram longe da decisão dos juízes, uma finalização e dois nocautes. Caso vença o colombiano hoje, o atleta completará dois anos sem derrota, a última em março de 2018 contra Leon Edwards por decisão unânime dos juízes. Do outro lado, Barberena vem de vitória contra Jake Ellenberger, em agosto de 2018. Antes uma derrota também contra Leon Edwards, em setembro de 2017.

A vitória de Vicente Luque seria a quarta consecutiva na organização e aumentaria suas chances de entrar no ranking dos meio-médios do UFC. O atleta, recentemente, disse que gostaria de enfrentar atletas ranqueados para ficar próximo do Top 15. Citou Jorge Masvidal, atual número 10, como um dos adversários que gostaria de enfrentar. Hoje, o atual campeão da categoria é Tyron Woodley, que ainda conta com os brasileiros Rafael dos Anjos, Demian Maia, Elizeu dos Santos e Alex Oliveira.

Assim como em seu último embate, Vicente Luque lutará em seu país natal, os Estados Unidos. Nascido em New Jersey, o “Silent Assassin” veio para o Brasil ainda criança e adotou Brasília em seu coração. Fez sua carreira como lutador no país, mas os EUA trazem boas lembranças ao profissional. São cinco lutas (Nevada (3 vezes), Florida e New York) com quatro vitórias e apenas uma derrota.

Desta vez, as lutas serão em Phoenix, capital do Arizona. Vicente Luque e Bryan Barberena estão no card principal, que contará outros embates interessantes. A luta principal ficará pro conta de Francis Ngannou e Cain Velásquez. O evento começa às 20:00 com as lutas preliminares e por volta das 23:00 começa o card preliminar. Como a luta de Vicente Luque é a segunda do card principal, o atleta deverá lutar antes da 00:00.

Em clássico corrido, Brasiliense derrota Ceilândia e cola na ponta do Candangão

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Foto: Divulgação/Brasiliense


Por Lucas Espíndola


Em posições distintas na tabela, Ceilândia e Brasiliense se enfrentaram na manhá deste domingo (17/2) no estádio Abadião. O alvinegro começou a rodada na 9ª posição, com apenas cinco pontos conquistados em 12 disputados e precisava muito da vitória para entrar no G-8 do Campeonato Candango. Já o Jacaré começou a rodada na vice-liderança com 10 pontos, sendo seguido de perto pelo Luziânia, com os mesmos 10 pontos.
O clássico da paz, como é conhecido o jogo entre Ceilândia x Brasiliense, começou morno e truncado. O Jacaré tomou a iniciativa, buscando mais o ataque, mas sem muita objetividade. Em cobrança de falta perigosa à favor do time amarelo, Victor Brasil fez uma boa defesa e impediu que os visitantes abrissem o placar. Na sequência, em boa troca de passes, Erick Flores chutou de fora da área, mas foi bloqueado pela marcação.
Em boa jogada pela direita, Reinaldo bateu cruzado e Erick Flores completou para o fundo das redes, mas foi assinalado impedimento. Na primeira tentativa do Ceilândia, Kabrine bateu uma falta perigosa da intermediária e o goleiro Sucuri fez uma boa defesa. Foi o único lance de perigo à favor do Gato preto no primeiro tempo. Aos 41 minutos de jogo, finalmente o gol saiu na partida. Almir cobrou a falta no ângulo, Victor Brasil fez uma bela defesa. Na sobra, Geovane meteu a bola no fundo das redes.
Na segunda etapa, o Ceilândia entrou mais ligado querendo mostrar quem manda no Abadião. Em falta cobrada na área por Kabrine, a zaga do Brasiliense falhou e deixou o zagueiro Cocada sozinho, mas ele se atrapalhou com a bola e não conseguiu finalizar. Em bela jogada pela direita, Gago cruzou rasteiro na área e o atacante Formiga finalizou de letra, mas o bandeirinha já estava assinalando impedimento. Mesmo com a pressão do time alvinegro, quem marcou novamente foi o Brasiliense. 
Aos 13 minutos em cobrança de falta pela direita, Gleissinho subiu e mandou a bola no barbante. Logo após o gol, o Gato Preto tentou responder com uma sapatada de fora da área do zagueiro Cocada, que passou tirando tinta da trave. Mesmo estando na frente do placa,r o time amarelo não abdicou de atacar e foi em busca do terceiro gol.
Aos 37 minutos, o Brasiliense chegou com perigo pela direita com Erick Flores, mas o bandeirinha já assinalava o impedimento. Aos 39 minutos, Peninha cruzou na área e o zagueiro Lúcio carimbou o travessão do goleiro Victor Brasil. No fim, quem se deu bem foi o Brasiliense, que permaneceu na vice liderança do Campeonato Candango

Na sexta rodada do Campeonato Candango 2019, o Ceilândia irá até o estádio Bezerrão, para enfrentar o time do Santa Maria, no sábado (23/2), às 15h30. Já o Brasiliense receberá o Capital, que vem de uma boa vitória em cima do Taguatinga, no estádio Serejão, também no Sábado (23/2), às 10h.
              

ESTÁDIO ABADIÃO – CEILÂNDIA/DF
17 de fevereiro de 2019
Público: 520 pagantes – Renda: 2.370,00

CEILÂNDIA 0
Victor Brasil, Murilo, Jerferson, Cocada, Kabrine; Helinho, Gago, Michel e Gabriel; Formiga e Wallace.
Técnico: Jairo de Almeida

BRASILIENSE 2
Sucuri, Alex Murici, Lucio, Antônio Carlos, Geovane, Gleicinho, Emerson martins, Erick Flores, Reinaldo, Almir e Luquinhas.
Técnico: Adelson de Almeida