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Seleção da Rodada #10 – Campeonato Candango 2019

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Após o término de cada rodada do Campeonato Candango de 2019, o Distrito do Esporte apresentará a Seleção da Rodada, um esquadrão eleito pelos jornalistas do portal, que tiveram a missão de indicar os melhores da cada posição na rodada. A escolha dos jogadores que integram o esquadrão de cada um dos certames do torneio local é baseada unicamente no desempenho dos atletas e times durante as partidas da competição.

Para ficar ainda melhor, os leitores do Distrito do Esporte também podem participar na escolha do melhor jogador da rodada, que levará o prêmio de Craque da Rodada! Ao fim desta matéria, uma enquete estará disponível para que você possa escolher seu atleta preferido. O vencedor da votação pública será divulgado na matéria da Seleção da Rodada subsequente. Cada visitante só poderá votar uma vez.
Na décima rodada do Candangão, Gama, Formosa, Brasiliense e Luziânia emplacaram jogadores na Seleção. Desta forma, o time ficou formado com Edmar Sucuri (Brasiliense); Felipe Tavares (Gama), Gustavo (Gama), Badhuga (Brasiliense) e Aelson (Formosa); Moises Rato (Formosa), Dan (Luziânia) e Morais (Brasiliense); Maikon Leite (Brasiliense), Jean Bala (Formosa) e Jessuí (Formosa). Heli Carlos (Formosa) foi escolhido como o melhor técnico.
Até o momento, os seguintes jogadores já foram eleitos os Craques da Rodada do Candangão: Jefferson Maranhão (Gama), na rodada #1, com 33% dos votos; Emerson (Gama), na rodada #2, com 22% dos votos; Jefferson Maranhão (Gama), na rodada #3, com 33,3% dos votos; Tarta (Gama), na rodada #4, com 24,1% dos votos; Medeiros (Capital), na rodada #5, com 60,3% dos votos; Murilo (Ceilândia), na rodada #6, com 48.6% dos votos; Sandy (Capital), na rodada #7, com 83,6% dos votos; Caíque (Real), na rodada #8, com 81,6% dos votos; Davi (Paracatu), na rodada #9, com 61,2% dos votos.

Craque da Galera – Vote no melhor jogador da rodada #10

Bombeiros justificam interdição do Serejão: “laudo tecnicamente inconsistente”

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Estádio Serejão - Brasiliense - Copa Verde
Foto: Lucas Bolzan/Distrito do Esporte
Foto: Divulgação/Administração de Taguatinga

Por Danilo Queiroz
Na última sexta-feira (15/3), uma informação caiu como uma bomba nos bastidores do futebol do Distrito Federal. Naquele dia, o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) revogou o laudo de segurança que liberava o uso do estádio Serejão, em Taguatinga, por um ano. Com isso, o equipamento esportivo, que chegou a receber oito jogos na atual temporada (um da Copa do Brasil e sete do Campeonato Candango) foi interditado.
No mesmo dia da interdição, um dos clubes que estão utilizando o estádio com mais frequência se posicionou de forma forte, mostrando indignação com a impossibilidade de uso do Serejão. Em nota oficial, o Taguatinga criticou o fechamento do estádio e classificou a decisão como “arbitrária”. A reunião que culminou na retirada da autorização dos militares contou com dirigentes do TEC, do Brasiliense e várias outras autoridades locais.
Ainda na manifestação da Águia, o presidente Edmilson Marçal manifesta “estranheza” pelo fato de os Bombeiros considerarem o estádio inapto para práticas esportivas mesmo depois de oito partidas disputadas no local. O dirigente ainda ressalta que entre 2015 e 2017, anos em que o Serejão esteve fechado, a corporação liberava partidas no local. “Mais uma vez, o poder público prejudica a realização do Campeonato Candango”, reclamou.
Procurado pela reportagem do Distrito do Esporte, o CBMDF também se manifestou sobre a decisão de interditar o Serejão através de nota oficial. Segundo a corporação, “o laudo emitido anteriormente baseou-se em laudo técnico de engenharia feito por empresa particular”. Porém, os militares realizaram nova vistoria detalhada na arena e constataram que o documento era “tecnicamente inconsistente”. Com isso, o local foi interditado.
A revogação da autorização, ainda de acordo com o CBMDF, foi motivada por questões técnicas. Desta forma, o estádio foi proibido de receber jogo a partir de 15 de março. No mesmo dia, o Distrito do Esporte também procurou a Administração Regional de Taguatinga, responsável por gerenciar o local, para explicar os próximos passos em direção à liberação do Serejão para as próximas fases do Candangão.
Porém, os administradores da cidade não haviam retornado aos contatos feitos pela reportagem até a publicação desta matéria. Na última terça-feira (19/3), a pasta utilizou suas redes sociais para informar que havia realizado uma vistoria no Serejão. O órgão público chegou a postar duas imagens da visita ao local. O dirigente do Jacaré, Paulo Henrique Lorenzo, acompanhou a vistoria feita no equipamento esportivo.
Com a interdição, dois jogos precisaram ter o local transferido. Em 16 de março, o Taguatinga precisou levar seu jogo contra o Paracatu, válido pela oitava rodada, para o estádio Serra do Lago, em Luziânia, onde acabou derrotado por 2 a 0. No próximo domingo (24/3), o Brasiliense precisou transferir a partida contra o Bolamense, pela última rodada do torneio local, para o Estádio Nacional Mané Garrincha.

Pensando Alto com Teló #5 – E agora, Cerrado?

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Foto: Carlos Teixeira/Cerrado Basquete

Por Mateus Teófilo*
Finalizado o 1º turno da Liga Ouro 2019, o Cerrado Basquete se encontra na 5ª posição, com quatro vitórias em sete jogos. À sua frente, Londrina, Rio Claro, Campo Mourão e São Paulo. A colocação do time de Brasília, por si só, já demonstra um bom trabalho, principalmente se compararmos com a campanha de 2018, onde a equipe obteve apenas uma vitória durante toda a competição.
Olhando um pouco mais a fundo, pode-se reparar num grande detalhe: dos quatro primeiros colocados, o Cerrado Basquete derrotou apenas um: o Rio Claro, na primeira partida da competição. Contra São Paulo, derrota em casa. Já contra Londrina e Campo Mourão, derrota como visitante na penúltima e última partida do primeiro turno, respectivamente. 
Se por um lado o Cerrado não teve um bom retrospecto contra as maiores forças do campeonato, por outro é preciso destacar o fato de que apenas um revés foi em seus domínios. Se a campanha até aqui tem sido um pouco melhor do que o esperado, com o time passando a ser visto na competição como um dos concorrentes ao título, o que esperar do segundo turno?

Reforços em Dia

Para a segunda metade do campeonato, o Cerrado Basquete vai, enfim, poder contar com força total. Fernando Ferreira, que há muito acertou com o Cerrado Basquete mas ainda disputava o torneio uruguaio pela sua ex-equipe, finalmente poderá fazer sua estreia. Vale lembrar também que os americanos Malcolm e Thompson só puderam jogar a partir da terceira rodada. Com o time completo, poderemos ver a verdadeira força desse elenco.

Pausa para botar ordem na casa

A última partida do Cerrado aconteceu no dia 14 de março, contra o Londrina. A próxima, já pelo segundo turno, será contra o Blumenau, no dia 25. Ou seja, o experiente Ronaldo Pacheco tem quase duas semanas para chacoalhar a poeira e reorganizar sua equipe. Apesar de não ser uma pausa muito extensa, é um intervalo de tempo mais que suficiente para um técnico talentoso como Ronaldo fazer os ajustes necessários para a próxima maratona de jogos.

Fator casa

Foram três jogos em casa até aqui, e apenas um revés: contra o São Paulo, pela segunda rodada. Até o momento, o ginásio da Iesplan tem se mostrado um grande aliado do Cerrado Basquete nesta Liga Ouro. Pensando nos jogos contra Londrina e Campo Mourão, o mando de quadra pode ser o fator extra para conseguir a vitória. Além disso, uma boa classificação nesta primeira fase pode significar um jogo a mais em casa nos playoffs. Ou seja, o mando de quadra pode ser o fator determinante nas pretensões do time na temporada.

Playoffs

Considerando que apenas duas equipes ficam de fora da segunda fase, é quase impossível o Cerrado Basquete perder a vaga. Pelo que foi feito até aqui, imagino o Verdão lutando pela primeira posição até a última rodada. No entanto, considerando o equilíbrio entre os times nesta edição de Liga Ouro, pode ser que acabe ficando pela segunda, terceira colocação. Mas não vejo esse time abaixo disso.
Já na fase mata-mata, é ainda mais difícil prever. No entanto, um fator importantíssimo é a calma nos momentos mais cruciais. Até aqui, Patrick Carioca se mostrou um verdadeiro clutch a favor do Cerrado Basquete, sendo fundamental nas vitórias apertadas que a equipe conquistou até aqui. E ao que tudo indica, serão jogos dificílimos, resolvidos nos mínimos detalhes. Nesse caso, o Cerrado Basquete pode ter um pouco mais de esperanças.

Resumão

O Cerrado, pelo que tem feito aqui, é de fato um dos favoritos ao título. Apostaria, também, no Londrina e São Paulo — imagino que Rio Claro e Campo Mourão acabem perdendo fôlego ao longo do campeonato. Mas isso tudo é apenas no papel. E o esporte adora ir contra o dito no papel.
O jeito, agora, é esperar para ver o que vai de fato se concretizar. O segundo turno começa em poucos dias…
*O texto a seguir se trata de um artigo de opinião e, portanto, é de inteira responsabilidade de seu autor. As opiniões nele emitidas não estão relacionadas, necessariamente, ao ponto de vista do Distrito do Esporte

Santa Maria fica no zero com o Taguatinga e é rebaixado para a Segundinha

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Fim da linha para o Santa Maria no Campeonato Candango. Na tarde desta quinta-feira (21/3), o time grená recebeu o Taguatinga no Estádio Serra do Lago, em Luziânia, empatou por 0 a 0 e acabou rebaixado no torneio local. Em contrapartida, o TEC se garantiu na elite do Distrito Federal, mas não tem mais chances de avançar para a segunda fase.

Em um jogo de péssimo nível técnico, Santa Maria e Taguatinga tiveram bastante dificuldade de se impor ofensivamente. Tanto que a primeira boa chance de gol só apareceu aos 22 minutos do primeiro tempo, quando Jhonatan recebeu na entrada da área, mas finalizou para fora. A única chance dos mandantes foi em cobrança de falta de Maiqui.

No segundo tempo, o jogo manteve os parâmetros apresentados na etapa inicial. Levemente melhor, era o Taguatinga quem criava as melhores chances de tirar o zero do marcador apostando em Jhonatan como melhor opção ofensiva. Desesperado, o Santa Maria partiu com tudo para cima do TEC, mas não era dia para a rede balançar. Fim de jogo: 0 a 0.

Na próxima rodada, as duas equipes irão apenas cumprir tabela no Campeonato Candango. Já rebaixado, o Santa Maria irá visitar o Sobradinho no estádio Augustinho Lima. O Taguatinga vai até o estádio Bezerrão para enfrentar o Gama. Assim como os demais confrontos da rodada, os dois jogos serão disputados no domingo (24/3), às 15h30.

SANTA MARIA 0

França; Dodô, Cristiano, Márcio Costa e Paulo; Vitor Carioca, Wesley, e Biro; Maiqui Rio, Washington e Biro

Técnico: Bizarro

TAGUATINGA 0

Luan; Amaral, Índio, Felipe Lira e Renato Marcell; Bruno Oliveira, Rodrigo Menezes, Portugal e Jhonatan; Jô Baiano e Marquinhos.

Técnico: Ricardo Antônio

Definições: Formosa goleia Bolamense, vai para as quartas e rebaixa o adversário

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Goleada de definições em todos os sentidos. Assim pode ser classificado o confronto entre Bolamense e Formosa, que se enfrentaram no estádio Abadião na tarde desta quarta-feira (21/3). Com o triunfo por 5 a 0, o Tsunami do Cerrado garantiu sua vaga nas quartas de final do Campeonato Candango (eliminando o Ceilândia), e decretou o rebaixamento da Onça Pintada para a Segunda Divisão de 2020.

O Formosa não encontrou nenhuma dificuldade para construir o largo placar diante da Onça Pintada. A facilidade dentro de campo foi bastante favorável para o atacante Jessuí. Grande estrela da tarde no estádio Abadião, o camisa nove do Tsunami do Cerrado foi o responsável por anotar os três primeiros tentos do time goiano. Com o feito, o jogador também acumulou uma conquista pessoal ao assumir a artilharia do torneio local com sete gols.

Mas não foi apenas o artilheiro da temporada do Distrito Federal que aproveitou a boa atuação do Formosa para se destacar. Companheiro de ataque de Jessuí, o atacante Jean Bala guardou os outros dois gols da goleada do Tsunami do Cerrado. Em um deles, o jogador do time goiano contou com a colaboração do goleiro do Bolamense. Com a expressiva vitória, o verdão abriu margem para o Ceilândia e não pode mais ser ultrapassado.

Com a classificação para a segunda fase do torneio local assegurada, o Formosa buscará um melhor posicionamento na tabela do Candangão para conhecer seu adversário nas quartas de final diante do Capital, no estádio Diogão. Com o cruel destino do rebaixamento já selado, o Bolamense apenas cumprirá tabela diante do Brasiliense no Estádio Nacional Mané Garrincha. Os dois jogos estão marcados para o próximo domingo (24/3), às 15h30.

Pensando Alto com Teló #4 – Pode isso Arnaldo?

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Arte: João Marcelo/Distrito do Esporte

Por Mateus Teófilo*

*O texto a seguir se trata de um artigo de opinião e, portanto, é de inteira responsabilidade de seu autor. As opiniões nele emitidas não estão relacionadas, necessariamente, ao ponto de vista do Distrito do Esporte

Considerado por muitos “o estadual mais charmoso do Brasil”, o Campeonato Candango deu um péssimo exemplo ao futebol nacional  —  e mundial também  —  nesta semana, quando aconteceu o julgamento sobre o caso de racismo contra o goleiro Clébio, do Bolamense, no Tribunal de Justiça Desportiva do Distrito Federal (TJD/DF).
De acordo com a reportagem feita pelo portal Esportes Brasília, um torcedor do Gato Preto teria chamado o goleiro do time adversário de “macaco”. Ainda de acordo com a reportagem, o próprio guarda-redes teria identificado o autor da ofensa e passado aos policiais, que nada fizeram. A torcida Camisa 13, do Ceilândia, chegou a fazer uma nota de esclarecimento, afirmando que o acusado não faz parte da agremiação.
Depois de um adiamento, o julgamento finalmente aconteceu nesta semana. E, infelizmente, o racismo passou impune mais uma vez, e o clube não foi punido. A grande pergunta é: se o autor foi identificado, a organizada do time em questão assumiu o ocorrido (apesar de não ter partido de um membro desta), por que nada foi feito?
Veja bem, não desejo o mal do time Ceilândia. Longe disso. No entanto, é com muito pesar que afirmo mais uma vez que o único modo de se tentar controlar o torcedor é punindo o clube pelo qual
ele torce, já que individualmente, qualquer transgressão passa batido. Portanto, no intuito de evitar futuros casos semelhantes não apenas com o Gato Preto, mas como no Candangão como um todo, defendo a ideia de que uma punição deveria ter sido anunciada. E por que não foi?
De acordo com a matéria da Esportes Brasília, o autor Vinícius Cavalcante e o presidente em exercício do TJD/DF, Dr. Jadir Ferreira, foram contra a medida, se baseando no princípio do pro competitione, “que representa a prevalência, continuidade e estabilidade das competições”.
Ok, então devemos dar preferência à estabilidade das competições deixando de lado a dignidade dos jogadores? Não se trata aqui de um xingamento qualquer. Atos de racismo são a pior espécie de ofensa que pode-se dirigir a outro ser humano. No entanto, os ditos cujos citados acima preferem defender a “realização regular” do campeonato?
Sou bastante contra intervenções do tipo nos campeonatos esportivos, mas situações desesperadas pedem medidas desesperadas. O charme do Campeonato Candango não pode ser afetado por atitudes isoladas como essa. E as autoridades, ao invés de passarem o recado de que tais comportamentos são totalmente inaceitáveis, preferem dar a entender mais uma vez que torcedores e jogadores são meros “peões” num torneio onde o que realmente vale é unicamente o lucro e o comodismo dos responsáveis.

Luziânia vence Ceilândia, garante vaga no G-4 e afasta alvinegro das quartas de final

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O jogo entre Luziânia e Ceilândia, válido pela décima rodada do Campeonato Candango, valia bastante para os dois times. De um lado, o time goiano esperava encerrar o jejum de vitórias e retornar ao G-4 da competição. Do outro, o alvinegro ainda sonhava com um triunfo para ter chances de classificação para as quartas de final. Ao vencer por 3 a 1, o azulino pode sorrir ao fim do jogo com os objetivos alcançados.

Apesar do resultado favorável aos goianos, o início da partida no estádio Serra do Lago apresentou um cenário bem diferente. Jogando a vida no Candangão, o Ceilândia foi para cima dos donos da casa e abriu o placar logo aos 30 segundos de jogo. Aproveitando um vacilo monumental da zaga goiana, David aproveitou para colocar a bola no fundo do barbante e abrir o placar para os visitantes.

Atrás do placar, o Luziânia passou a jogar em busca da virada. Mais efetivo, os donos da casa levavam bastante perigo para o gol de Victor Brasil até que, aos 27 minutos, a pressão surtiu efeito. Com o atacante Dan, o time goiano igualou o marcador. Com o gramado do estádio Serra do Lago recebendo chuva, o primeiro tempo acabou na igualdade.

Porém, a partida se tornou um pesadelo para o Ceilândia aos 10 minutos do segundo tempo, quando o zagueiro e capitão Perivaldo colocou os donos da casa na frente do marcador. O jogo acabou tomando contornos de violência quando o zagueiro Wallace, do Ceilândia, recebeu cartão vermelho. Indignado com a decisão, ele partiu para cima do árbitro Almir Camargos e precisou ser contido pelos companheiros de time e pela Polícia Militar.

Com os ânimos mais calmos, o Luziânia aproveitou a superioridade numérica para ampliar o marcador. Aos 49 minutos do segundo tempo, Renatinho foi às redes do goleiro Victor Brasil e selou o triunfo goiano. Com a vitória, o azulino assumiu a terceira posição do Candangão. Já o Ceilândia permanece em nono e pode ser eliminado amanhã caso o Formosa vença o Bolamense.

LUZIÂNIA 3

Dida; Dedê, Dedé, Perivaldo e Tom; Barros, Dan, Heverton e Marllon; Willian e Weberthy

Técnico: Luis Carlos Souza

CEILÂNDIA 1

Victor Brasil; Murilo, Jefferson, Felipe Marcelino e Kabrine; Helinho, Michel e Gago; David, Cleiton e Gabriel

Técnico: Jairo Araújo

Brasiliense ganha em “nova” casa e Sobradinho amarga mais uma derrota

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Foto: Divulgação/Brasiliense

Por João Marcelo

Depois de ter sido derrotado no clássico verde e amarelo, o Brasiliense foi até o estádio Abadião, sua nova casa, enfrentar o Sobradinho. Aproveitando a classificação antecipada, a equipe amarela entrou com uma equipe mista, visando observar as peças que não tem tantas chances na equipe principal. Do lado alvinegro, a equipe precisava se recuperar das recentes derrotas e tinha pela frente o vice-líder do Candangão. A partida contou com boas chances para os dois lados, melhor para o Jacaré.

Depois de ter sua “casa”, o estádio Serejão, interditada, o Brasiliense mandou sua partida para o estádio Abadião. Mesmo longe, o Jacaré não fez cerimônias e começou com tudo para cima do atual campeão candango. A primeira rede a ser balançada foi a do Sobradinho, gol de Maikon Leite. Com o resultado adverso, o Leão da Serra foi ao ataque e obrigado Edmar Sucuri a fazer uma excelente defesa, assustando a torcida amarela.

Na volta para o segundo tempo, mais pressão da equipe amarela. Maikon Leite, ele novamente, chutou forte e a bola raspou a trave do goleiro Michael. Logo após, foi a vez do Sobradinho chegar. A primeira em bola alçada na área e Rafa Fontes cabeceou livre, rente à trave. Depois, novamente Rafa Fontes chutando forte, pegando na trave do goleiro Edmar Sucuri. Com o resultado debaixo do braço, o Brasiliense soube administrar o resultado.

O Sobradinho chegou ao terceiro jogo sem vitória e continua descendo na classificação, agora ocupa a sétima posição, com 14 pontos. O vice-líder chegou aos 25 pontos, ainda com a melhor defesa, apenas um gol sofrido. Na última rodada da fase de classificação, o Brasiliense recebe o Bolamense no estádio Mané Garrincha às 15:30. No mesmo dia e horário, o Leão da Serra recebe o Santa Maria em sua casa, o estádio Augustinho Lima.

BRASILIENSE 1

Escalação: Edmar Sucuri; Gabriel, Welton Felipe, Badhiuga, Gleissinho, Radamés, Aldo, Peninha, Morais; Maikon Leite e Gilvan.

Tecnico: Adelson de Almeida

SOBRADINHO 0

Escalação: Michael; Dionatan, Humberto, Igor, Julio Ferrari; Werick, Luís Felipe, Natan (Vaninho), João Manoel (Gabriel Xavier); Ewerton (Rafa Fontes) e Paulão.

Técnico: Vitor Santana

Cirúrgico: com bom segundo tempo, Gama vence Real e é o único invicto do Candangão

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Foto: João Marcelo/Distrito do Esporte

Por João Marcelo
Na chuvosa e fria tarde de quarta-feira, Real e Gama chegaram ao maior estádio do Distrito Federal como os dois únicos invictos na competição. A equipe da casa, Real, começou melhor, com boas chances de abrir o placar. No segundo tempo, o Gama aproveitou a força de seu elenco e conseguiu fazer o único gol da partida com o zagueiro Gustavo. No fim, vitória do líder e a primeira derrota do Leão do Planalto.
Aproveitando o mando de campo, o Real procurou atacar a zaga gamense. E no primeiro lance da partida, Andrei Alba lançou, Eduardo ajeitou de cabeça e Robinho finalizou de primeira, mas longe do gol. No lance seguinte, mais perigo para Rodrigo Calaça. Kaio Nunes aproveitou a indecisão de Gustavo e roubou a bola, porém o atacante realense esticou muito a bola e perdeu grande chance de abrir o placar no estádio Mané Garrincha.
O Real ainda continuou tentando o ataque, mas não tão efetivo à meta do arqueiro gamense Rodrigo Calaça. Sendo pressionado pela torcida verde presente, o Gama saiu da defesa. No período final da primeira etapa, Gustavo acertou um belo chute e obrigou Léo Rodrigues a fazer uma belíssima defesa, afastando a chance gamense de fazer o primeiro gol. Com um ataque mais incisivo, o Real foi para o vestiário com uma expectativa maior de abrir o placar.
Nos 45 minutos finais, a partida começou igual ao primeiro tempo, com o Real no ataque. Felipe Cirne foi o primeiro jogador a chegar com perigo, acertou um belo chute e Rodrigo Calaça jogou para escanteio. A chance de perigo se inverteu e o Gama por pouco não chegou ao primeiro gol. Vitor Xavier faz bela jogada, cruza e Nunes cabeceia, a bola é salva no limite da linha por Léo Rodrigues, animando a esverdeada equipe.
A pressão verde tomou conta da partida. Mário Henrique bateu escanteio e Gustavo cabeceou forte, sem chances para Léo Rodrigues. Após abrir o placar, o Periquito não deixou de atacar e Nunes chega mais uma vez ao ataque com um forte chute no travessão. Continuando no ataque, Vitor Xavier cortou para o meio e bateu de chapa, a bola desviou na zaga e passou próximo a defesa adversária.
O Gama chegou ao décimo jogo sem derrota na competição, com impressionantes nove vitórias. A equipe chegou aos 28 pontos em 30 possíveis e fica muito próxima de terminar a fase classificatória em primeiro lugar. A azulada equipe da Capital continua com os 17 pontos, sendo quatro vitórias, cinco empates e uma derrota. O líder ainda tem mais um jogo, contra o Taguatinga no estádio Bezerrão no domingo às 15:30. O Real viaja até Luziânia para enfrentar a equipe da cidade às 15:30 do mesmo domingo. 
20 DE MARÇO DE 2019 – 10ª RODADA
ESTÁDIO NACIONAL MANÉ GARRINCHA, BRASÍLIA (DF)
PÚBLICO: 778 TORCEDORES – RENDA: R$ 5.980,00

REAL 0
Escalação: Léo Rodrigues; Caíque, Jailton, Wesley, China; Graxa, Andrei Alba (Daniel), Robinho (Rangel), Felipe Cirne; Kaio Nunes e Roberto Pítio (Nelisson).
Técnico: Paulo Pereira

GAMA 1
Escalação: Rodrigo Calaça; Felipe, Gustavo, Emerson, Mário Henrique; Tiago Gaúcho (Wagner Balotelli), Tarta (Wisman), Gilsinho; Vitor Xavier, Jefferson Maranhão e Nunes.
Técnico: Vilson Tadei

Sem sair da primeira marcha, Paracatu e Capital empatam, mas garante vaga nas quartas

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Foto: Divulgação

Na tarde desta quarta-feira (20/3), Paracatu e Capital entraram em campo pensando na vitória para encaminhar uma boa posição na tabela do Campeonato Candango e a consequente classificação para a segunda fase do torneio local. Porém, bem longe de imprimir um ritmo que fizesse jus às pretensões das equipes na décima rodada, os dois times protagonizaram um jogo de pouca efetividade e acabaram empatadas em 0 a 0.

Mesmo devagar, o Capital começou em cima na etapa inicial. Porém, faltou calma para que o domínio virasse chance de gol. Tentando se soltar, o Paracatu apostava em Davi para criar as jogadas. Entretanto, a sequência da partida acabou ficando em primeira marcha. A melhor chance aconteceu aos 43 minutos, quando o atacante Jobson, da Coruja, finalizou firme para defesa de Gabriel, da Águia.

Tentando ser mais efetivo, o time da casa arriscou alguns chutes no início do segundo tempo, mas nada que assustasse o goleiro Ricardo Luiz. As melhores chances vinham com Danilo Itaporanga, de falta, e com Davi pelo alto. Enquanto isso, os visitantes apostavam em jogadas de velocidade, mas também sem sucesso. Sem conseguir mostrar objetividade, nenhuma das equipes conseguiu tirar o zero do marcador.

Com o resultado, os dois clubes estacionaram na tabela. Contudo, com o tropeço do Ceilândia, que acabou derrotado de virada pelo Luziânia, Paracatu e Capital garantiram suas vagas nas quartas de final do Candangão. Na última rodada da primeira fase, o time mineiro visita o estádio Abadião para medir forças com o mesmo Ceilândia. Já o Capital se despede da fase de classificação diante do Formosa no estádio Diogão. Os dois jogos acontecem no domingo (24/3), às 15h30.

PARACATU 0

Gabriel; Henrique, Breno, Hícaro e Danilo Itaporanga; Acerola, Davi, David Manteiga (Maycon Alagoano) e Zé Wilson (Batata); Leandro Aguiar e Ritchely (Cecel)

Técnico: Buião

CAPITAL 0

Ricardo Luiz; Marcos Douglas (Matheus Surcin), Medeiros, Daniel Felipe e Romarinho; Ives, Sandy e Matheus Rogério (Gabriel Alves); Anjinho (Lacerda), Jobson e Thiago Thomaz.

Técnico: Waldemar Lemos