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Com todo elenco à disposição, Brasiliense foca em trabalho em busca da virada

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Foto: Lucas Bolzan/Brasiliense

Por Danilo Queiroz

No último sábado (13/4), o Brasiliense sofreu um imenso prejuízo ao perder o primeiro jogo da final do Campeonato Candango para o Gama por 3 a 1. Com isso, o time amarelo precisa vencer por, no mínimo, dois gols de diferença para forçar pênaltis diante do alviverde. Apesar da ingrata missão, o lema da semana de trabalho do Jacaré é que nada ainda está perdido.

Durante todo o tempo de preparação, o Brasiliense focou na realização de trabalhos intensos para recolocar a casa em ordem e reunir forças para tentar a recuperação que garantiria seu décimo título local. Pela primeira vez desde que chegou ao clube, o técnico Ricardo Antônio (que irá para o seu terceiro e mais decisivo jogo no comando do Jacaré) terá pela primeira vez todo o elenco à disposição.

Na primeira partida da decisão diante do Gama, o Jacaré não teve à disposição dois dos seus principais jogadores: o goleiro Edmar Sucuri e o zagueiro e capitão Lúcio ficaram de fora no último sábado devido à suspensões. Além disso, o Brasiliense também não pôde contar com o volante Radamés, também suspenso, o lateral Wellington Saci e o meio-campo Morais, que estavam lesionados.

“Elevei a moral”

Ainda confiante na conquista do título, Ricardo Antônio buscou passar o mesmo sentimento para os seus comandados. “Elevei a moral deles, até porque foi um ‘primeiro tempo’ de jogo e segundo tempo vai ser neste sábado, quando teremos a segunda partida. Estamos em desvantagem, mas sabemos da qualidade de temos, do elenco que temos para podermos buscar a reversão”, ressaltou o treinador.

“Sabemos da qualidade do adversário e da dificuldade que iremos encontrar, mas acreditamos no nosso trabalho e naquilo que fazemos no dia a dia”, continuou o comandante amarelo. No derradeiro episódio do Campeonato Candango de 2019, o Brasiliense entra no gramado do Estádio Nacional Mané Garrincha, às 16h, para definir o título local com o Gama.

Sala de Imprensa #1 – As lições que o Candangão 2019 nos dá

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Brasília Vasco Nova Iguaçu
Foto: Reprodução da Internet

Sala de Imprensa é um espaço para jornalistas, com vínculo ou não com o Distrito do Esporte, expressarem suas opiniões sobre os acontecimentos do esporte do Distrito Federal.

Por Bruno Henrique de Moura, do portal Esportes Brasília*

Escrevo a dois dias da final desta edição do campeonato profissional de futebol do DF. Se minhas contas não estiverem equivocadas, é o sexto campeonato que cubro, quase todos pelo rádio, além de ter feito duas ou três edições por texto.

Diferente de outras edições, eivadas pelo repetitismo de fracassos de algum dos dois times de maior tradição, Gama ou Brasiliense, esta edição trouxe de volta duas boas notícias: Serejão, finalmente, reaberto, e a dupla mor nos seus melhores dias.

Além disto, Capital e Paracatu não deixaram a desejar. Do outro lado da balança, Bolamense e sua administração pífia, para não dizer irresponsável, e a falta de zelo de algumas administrações regionais que ignoram a importância sócio-cultural do torneio.

Gama e Brasiliense

De todos os campeonatos que já cobri, este foi o de melhor desempenho da dupla.
Não apenas em números impecáveis, Gama terminou a primeira fase com 93,3% de aproveitamento e um time sólido comandado por Vilson Tadei, enquanto o Brasiliense viu no seu arquirrival o único adversário a altura. Há, nesse quesito, de parabenizar Luziânia, que encarou os dois de igual pra igual, e Formosa, que deu sufoco ao Gama no segundo jogo das quartas-de-final.

Claro que a balança pesa, de certa forma, a favor da dupla em algum sentido. Pelos de verde, a direção do Gama, após a gestão desengonçada do ano passado, acertou na mão e fez as parcerias certas, além de montar um elenco digno de campeão. É a tendência colocar no histórico esse título. Ademais, o fator torcida, sempre importante, ganhou uma densidade sublime neste 2019.

Já o Jacaré tem os cofres da família Estevão que, gostemos ou não, é quase uma rainha no tabuleiro do Candangão. Ademais, com erros e acertos, Adelson de Almeida conseguiu dirigir o barco amarelo com habilidade até onde deu. Mas como é praxe do Brasiliense, e no Adelson, os sentimentos são, sempre, mais intensos.

A única questão que pesa em desfavor da dupla é o nível do campeonato, por natural fraco, e que não prepara para a competição que interessa: série D. Sobre esta, não adentra nas ligações sinápticas que faço o motivo de apenas no ano que vem os classificados pelo estadual disputarem a competição.

Desestrutura os times, os bons jogadores não têm porque continuar na mesma equipe e o projeto satisfatório perde-se por motivos temporais. Vide o Sobradinho que, com o elenco e estrutura atual, terá mínimas alegrias na disputa da série D 2019.

Estádios

Não há, até por previsão legal/regulamentar, campeonato profissional sem estádio de futebol. Mas o DF insiste, ano pós ano, em ter conduta meio displicente com essa questão.
Primeiro, a volta do Serejão parecia um suspiro de bom senso e competência. Mas os bombeiros, até hoje não se sabe o real motivo de por que, decidiram, no meio do campeonato, interditar um estádio que estava liberado desde a primeira rodada, abrigava dois times e levava público. Sinto que logo entenderemos os reais motivos dessa interdição.

O que interessa é que a falta do Serejão apenas piorou uma situação estável. Dos estádios do DF, só Bezerrão e Mané tinham condições de receber jogos a noite. Por isto uma quarta-de-final do Sobradinho, antigo campeão, levou apenas 56 pagantes ao estádio. Mas também, 15:30 de uma quarta-feira? Quem consegue? Ao menos, os estádios do entorno, TODOS, se esforçaram e entregaram jogos de noite: Serra do Lago, Frei Norberto e Diogão. Não nos enganemos, não era nenhuma quinta maravilha do mundo, mas pelo menos tiveram o objetivo de fazê-lo e conseguiram entregar.

Bolamense e Ceilândia

A boa e velha crônica de uma tragédia anunciada. O Bolamense é um caso a que a academia merecia estudar. Time sem estrutura, com um comandante emocionalmente instável, e que tem uma lábia única.

Prometeu e trouxe atletas e profissionais de todo o país. Ao final e ao cabo não entregou NADA do que se comprometeu. Pelo contrário, ultimo time do campeonato com apenas um ponto e uma campanha trágica. Mas também, uma empresa que se pauta pela mentira vai querer o quê?

O que me causa mais espanto é o comportamento dos dirigentes do nosso esporte e também do nosso tribunal. Se todo mundo sabe a conduta perpassada pelo Bolamense em todo o campeonato e que se repetirá, por que não tomam providências? Um dia eu descubro, espero.

Quanto ao Ceilândia, colhe o que plantou. A diretoria que acha ser proprietária do clube, e não representante política de um agrupamento. De que adianta criar confusão com Deus e mundo e tentar prejudicar a crônica esportiva? De nada. Se adiantasse, não teria ficado fora das quartas-de-final.

Além de representar a maior cidade do DF, Ceilândia é um dos times mais queridos e que tinha um dos melhores comandos do futebol do DF. Se perdeu em um campeonato. Está na hora da família Almeida botar a cabeça no travesseiro e reavaliar suas condutas.

Bons frutos a casa espera

Em geral, me agradei pelo campeonato. O trabalho do Capital, de construir um torcedor com outras atividades que não mero futebol, levando o torcedor a criar uma tradição e identidade com a marca, até pelo nome positivo, foi a mais grata surpresa para mim. A feijoada pós-jogo, as promoções, o marketing, o programa de sócio-torcedor. É desse tipo de pensamento e profissionalismo que queremos.

Na mesma linha, as diretorias de Paracatu e Real merecem nossos aplausos. A organização que se viu, o respeito ao atleta e o investimento no corpo de torcedores, mesmo que parco muitas vezes, levou os times até as semifinais. Esse pensamento, positivo e construtivo, precisa ser reproduzido sempre.

Palmas, também, ao Formosa, que com uma folha salarial que inimaginável 27 mil reais mês trouxe um time razoável e levou a torcida ao estádio. Segundo levantamento dos colegas do Candangão da Depressão, o Formosa teve a segunda maior torcida nos jogos de seu mando de todos os times. Perdeu apenas pro Gama.

À Federação, minhas congratulações contidas. Desta vez, a baderna de mudança de jogos a menos de 48 horas, em desrespeito ao estatuto do torcedor, foi exceção. Além disto, não influi nos resultados do campeonato nem bagunçou o torneio. Ainda falta informação e transparência em algumas decisões e condutas, mas o caminho parece de reforço na luz, e não de volta da escuridão.

Ano que vem teremos mais Candangão e mais emoções. Dos últimos seis anos, talvez tenha sido o mais organizado e com cara de Estadual de todos que cobri. Agora, para melhorar, é não renovar o contrato ridículo com a TV Globo, que finge que nosso campeonato não existe. E já diria a máxima da publicidade: quem não é visto, não é lembrado.

*O texto se trata de um artigo de opinião e, portanto, é de inteira responsabilidade de seu autor. As opiniões nele emitidas não estão relacionadas, necessariamente, ao ponto de vista do Distrito do Esporte.

Bruno Henrique de Moura é jornalista e estudante de direito. No esporte candango tem passagens pelas rádios Esportes Brasília, Lance FM, Nova Aliança, Nossa Brasil FM, Ativa FM entre outras.

De olho no apito: Sávio Sampaio será o árbitro da final do Candangão

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Foto: Michael Melo/Metrópoles

Por Danilo Queiroz

O apito do segundo jogo da final do Campeonato Candango entre Brasiliense e Gama já tem dono. Em sorteio realizado na sede da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) na quarta-feira (17/4), ficou definido que Sábio Sampaio será o árbitro principal do clássico verde-amarelo que definirá o título candango.

Em 2019, Sávio já atuou em oito partidas: seis pelo Candangão e outras duas pela Copa do Brasil. Nas vezes em que apitou no torneio local, apresentou 23 cartões amarelos (média de 3,83 por jogo). O árbitro se destacou ainda por não ter expulsado nenhum jogador de campo na atual temporada.

Aos 33 anos, está será a segunda final de Campeonato Candango na carreira. Em 2017, ele foi o responsável por conduzir a decisão entre Brasiliense e Ceilândia, com título do Jacaré. Ele também esteve em campo na final da Copa Verde de 2016 entre Luverdense e Paysandu.

Na decisão do Candangão, Sávio Sampaio será auxiliado por Lucas Guerra e Lucas Modesto. Gildevan Lacerda foi escolhido como quarto árbitro e Ademário Neves será o quinto homem da função. Marconi Souza será o árbitro reserva. Guefran Oliveira irá atuar como inspetor na partida.

Brasiliense vetou Sávio em 2016

Apesar de já ter apitado uma final com título do Brasiliense, Sávio Sampaio já teve problemas com a diretoria do Jacaré. Em fevereiro de 2016, o clube amarelo passou a vetar o árbitro em seus jogos devido a um jogo diante do Brasília no mesmo ano, quando a diretoria do time ficou irritada com a atuação do juiz.

Equipe de arbitragem para a final do Candangão

Árbitro: Sávio Sampaio
Auxiliar 1: Lucas Guerra
Auxiliar 2: Lucas Modesto
Quarto árbitro: Gildevan Lacerda
Quinto árbitro: Ademário Neves
Árbitro reserva: Marconi Souza
Inspetor: Geufran Oliveira

Com aumento, FFDF divulga valores de ingressos e novos setores para decisão

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz

No próximo sábado (20/4), Brasiliense e Gama entram em campo no Estádio Nacional Mané Garrincha para decidir o título do Campeonato Candango. E os torcedores que quiserem acompanhar o jogo do título, terão que desembolsar um valor mais caro que na partida de ida. Em contrapartida, novos setores da arena foram liberadores.

Agora, quem quiser ver a decisão nas arquibancadas inferiores do Mané Garrincha terão que pagar R$ 20,00. O setor Hospitality, do estádio que fica entre as cadeiras superiores e inferiores, foi liberado. Para assistir o jogo por lá, torcedores de Gama e Brasiliense terão que desembolsar R$ 25,00.

Já os membros das torcidas organizadas dos dois finalistas irão assistir o jogo na arquibancada superior do Mané Garrincha. As entradas continuam as mesmas: torcedores do Gama entram pelo portão 17, virado para o Setor Hoteleiro Norte, e do Brasiliense através da entrada 5, voltada para o Ginásio Nilson Nelson.

A Facção Brasiliense acessará o Mané Garrincha pelo portão Q externo e pelo 9 interno. Já os membros da Ira Jovem serão alocados no palco da decisão através da entrada X externa e 22 interna. Quem for ver o jogo no setor hospitality, que será misto, deverá procurar os portões 6, 12 e 18

Os pontos de venda, entretanto antecipada foram diminuídos. Agora, só é possível encontrar as entradas para o clássico verde-amarelo em alguns pontos espalhados pela capital federal. Na internet, também será possível comprar os ingressos através do site Furando a Fila.

Pontos de venda antecipada

– Plakar Sports (Gama Shopping);
– Difusbom (Setor Central do Gama);
– estádio Bezerrão (Gama);
– loja Grandes Torcidas (308 Sul);
– loja Globo Esporte (Taguatinga Centro);
– loja Nacional Esportes (Comercial Norte – CNB 4/Taguatinga Norte);
– Adega dos Amigos (Ceilândia – EQNN 2/4)
www.furandoafila.com.br

Vantagem de dois gols ou mais nunca foi revertida em finais do Candangão

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Foto: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz

No sábado (13/4), Gama e Brasiliense começaram a disputar o título do Campeonato Candango. Dentro de campo, o alviverde se impôs e venceu o Jacaré por 3 a 1. Com o triunfo, os gamenses podem perder por até um gol de diferença para ficar com o caneco. Se o time amarelo vencer por dois gols de diferença, a disputa será nos pênaltis. Somente um triunfo por três ou mais gols de margem garante o título ao Ense no tempo normal.

O retrospecto da história profissional do torneio local traz tranquilidade para o Gama e mostra que a missão do elenco do Brasiliense é bastante complexa. Nas ocasiões em que um clube abriu uma vantagem igual a construída pelo alviverde em uma final de dois jogos, jamais o rival conseguiu reverter o prejuízo para ficar com a taça. Em 44 anos de história, o cenário se repetiu em quatro oportunidades.

A primeira vez que um clube venceu a primeira partida por dois gols de diferença foi em 1997, quando o mesmo Gama mediu forças com o Brasília na decisão. No jogo de ida, o alviverde venceu por 2 a 0. Na partida derradeira, os colorados não tiveram forças para reverter o prejuízo e viram a situação piorar: acabaram derrotados novamente por 2 a 0 e viram a taça ir para o Ninho do Periquito.

Em 2010, foi a vez do próprio Brasiliense encarar a dificuldade da missão. Na ocasião, o Jacaré encarou o Ceilândia na finalíssima do Candangão e acabou derrotado no primeiro jogo pelo mesmo placar de 3 a 1 do último sábado. Na partida seguinte, o Jacaré não conseguiu superar o desafio, empatou em 2 a 2 com o time alvinegro e amargou o vice-campeonato daquela edição.

Em 2015, o Gama se aproveitou novamente da mesma metodologia para sair de campo campeão. Naquela temporada, o alviverde teve o Brasília pela frente em busca da taça. Na primeira partida, os gamenses construíram uma vantagem ainda mais expressiva e venceram os colorados por 3 a 0. Na partida de volta, o Periquito voltou a superar o avião, desta vez por 1 a 0, e ficou com o título.

O Candangão seguinte voltou a ter uma grande vantagem construída ainda na primeira partida. Há três anos, Luziânia e Ceilândia decidiam o título e os goianos venceram o jogo de ida pelo placar de 2 a 0. Na semana seguinte, os alvinegros não conseguiram reunir forças para reverter a desvantagem, foram novamente derrotados, desta vez por 1 a 0, e viram o título ir para o clube do Entorno.

Vantagem grande é exceção na história local

Os números são claros: abrir dois ou mais gols de vantagem na partida de ida é uma coisa de extrema raridade na história do Campeonato Candango. Em todos os 44 anos de história, o título local foi decido com finais de 180 minutos em 21 oportunidades. Com exceção das quatro edições citadas acima, todas as demais tiveram times abrindo, no máximo, um gol de frente no primeiro jogo.

Em oito temporadas (1982, 1985, 1986, 1995, 2000, 2003, 2011 e 2017), os jogos inicias acabaram empatados. Em alguns anos, alguns clubes contavam com a vantagem de dois resultados iguais. Nas demais temporadas do Candangão, todos os times venceram os primeiros 90 minutos apenas por placares de um gol de frente, deixando a briga pelo título em aberto no jogo de volta das decisões.

Veja todas as vantagens de decisões do Candangão

2018 – Diferença de um gol (Brasiliense abriu, Sobradinho reverteu e venceu)
2017 – Empate (Brasiliense venceu)
2016 – Diferença de dois gols (Luziânia abriu e venceu)
2015 – Diferença de três gols (Gama abriu e venceu)
2014 – Diferença de um gol (Luziânia abriu e venceu)
2013 – Diferença de um gol (Brasiliense abriu e venceu)
2012 – Diferença de um gol (Ceilândia abriu e venceu)
2011 – Empate (Brasiliense venceu)
2010 – Diferença de dois gols (Ceilândia abriu e venceu)
2009 – Diferença de um gol (Brasiliense abriu e venceu)
2008 – Não se aplica, pois foi disputado no sistema de pontos corridos
2007 – Não se aplica, pois foi disputado no sistema de pontos corridos
2006 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em formato quadrangular
2005 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em formato quadrangular
2004 – Não se aplica, pois o Brasiliense foi campeão vencendo os dois turnos
2003 – Empate (Gama venceu)
2002 – Não se aplica, pois foi disputado no sistema de pontos corridos
2001 – Diferença de um gol (Gama abriu e venceu)
2000 – Empate (Gama venceu)
1999 – Diferença de um gol (Gama abriu e venceu)
1998 – Não se aplica, pois foi disputado no sistema de pontos corridos
1997 – Diferença de dois gols (Gama abriu e venceu)
1996 – Diferença de um gol (Guará abriu e venceu)
1995 – Empate (Gama venceu)
1994 – Não se aplica, pois o Gama venceu os dois turnos
1993 – Diferença de um gol (Taguatinga abriu e venceu)
1992 – Não se aplica, pois o Taguatinga venceu os dois turnos
1991 – Não se aplica, pois o Taguatinga venceu os dois turnos
1990 – Não se aplica, pois o Gama venceu os dois turnos
1989 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em formato quadrangular
1988 – Não se aplica, pois a final aconteceu em jogo único
1987 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em formato triangular
1986 – Empate (Sobradinho venceu)
1985 – Empate (Sobradinho venceu)
1984 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em formato triangular
1983 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em formato triangular
1982 – Empate (Guará venceu)
1981 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em formato triangular
1980 – Não se aplica, pois o Brasília venceu os três turnos
1979 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em jogo único
1978 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em formato quadrangular
1977 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em formato quadrangular
1976 – Não se aplica, pois a decisão aconteceu em formato triangular

Triunfo clássico: em jogo frenético, Gama vence Brasiliense e abre vantagem

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Foto: Mayara Alves/Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz e Stefany Fernanda

Gama e Brasiliense cumpriram a expectativa em torno do clássico-verde amarelo e deram mostras de que esta final entrará, de fato, para a história do confronto entre os rivais. Na tarde deste sábado (13/4), o Periquito e o Jacaré entraram em campo no Estádio Nacional Mané Garrincha para disputar os primeiros 90 minutos da decisão. Melhor para o alviverde, que venceu a 3 a 1

No próximo sábado (20/4), o Candangão chegará ao seu derradeiro episódio. Nele, apenas um dos rivais levantará o título do torneio local. O vencedor será conhecido a partir das 16h, quando Gama e Brasiliense voltam ao Mané Garrincha. Com o triunfo, o time alviverde pode perder por um gol para ficar com a taça. Para o Jacaré, só uma vitória por três gols garante o título no tempo normal. Triunfo amarelo por dois gols leva aos pênaltis.

Primeiro tempo frenético

Vontade não faltou para nenhum dos lados. Porém, era o Gama quem jogava mais tempo com a bola no pé e ameaçava o Brasiliense. Tanto que Jefferson Maranhão chegou com perigo aos cinco minutos, mas foi travado na hora de finalizar. Aos 14, não teve jeito: em belíssima jogada, Vitor Xavier limpou a jogada, deixou dois jogadores amarelos na saudade e enfiou um canudo para tirar o primeiro zero do placar.

Mesmo com o gol, o time alviverde não ficou satisfeito e permaneceu marcando em cima o Jacaré em busca de novas oportunidades para ampliar. Porém, quem foi às redes foi o time amarelo. Aos 19, em cobrança de falta de Alex Murici pela esquerda, um desvio colocou a bola no travessão e, no rebote, Badhuga colocou para dentro para delírio da torcida amarela: 1 a 1 no marcador.

Com o empate, o Brasiliense começou a se soltar na partida e buscar pressionar mais. Aos 25′, Maikon Leite recebeu cruzamento, mas não conseguiu uma boa finalização. Aos 36, o alviverde fez jus à pressão e voltou à frente. Em um pivô perfeito de Nunes, Jefferson Maranhão recebeu excelente bola dentro da área e tocou com tranquilidade no cantinho do goleiro Felipe e recolocou o Gama na frente antes do intervalo.

Foto: Mayara Alves/Distrito do Esporte

Segundo tempo emblemático alviverde

Na volta para os 45 minutos finais, quem assustou primeiro foi o alviverde. Em contra ataque de manual, Nunes tocou de letra para Vitor Xavier que deixou Jefferson Maranhão livre. Porém, o camisa 11 do Gama parou nas mãos do goleiro Felipe Fernandes. Sem reação, o Brasiliense passou a apostar em chutes de fora da área e jogadas laterais, mas nada que assustasse o goleiro Rodrigo Calaça.

Melhor no jogo, o Gama chegou ao ápice aos 21. Em cobrança de falta de Tarta, o zagueiro Emerson subiu mais alto que a defesa amarela e anotou o terceiro tento alviverde para delírio da torcida alviverde que lotava seu espaço no Mané Garrincha: 3 a 1. Com a vantagem, o time amarelo passou a ficar mais com a bola e oferecer os contra ataques para o rival.

Tentando mudar o panorama da desvantagem, o técnico Ricardo Antônio apostou nas substituições. Com as equipes cansadas, o jogo ficou mais franco e os espaços começaram a aparecer em campo. Assim, as equipes acumularam chances desperdiçadas e não mudaram o placar. Fim de jogo: Gama 3 a 1 Brasiliense e vantagem alviverde, que pode perde por até um gol para ficar com a taça do Candangão.

GAMA 3
Rodrigo Calaça; Felipe Tavares, Gustavo, Emerson e Mário Henrique; Wagner Balotelli, Tarta e Gilsinho (Samuel); Vitor Xavier (Wisman), Jefferson Maranhão e Nunes (Felipe Werley).

Técnico: Vilson Tadei

BRASILIENSE 1
Felipe Lacerda; Alex Murici, Wallace, Badhuga e Gleissinho; Dudu, Geovane e Almir (Peninha); Maikon Leite (Vitor Mariano), Romarinho e Gilvan

Técnico: Ricardo Antônio

Reis das finais: quem são os jogadores que disputaram títulos nos últimos anos

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Por João Marcelo

Desde 2016, quatro clubes disputaram as finais do Campeonato Candango. O Brasiliense e o Ceilândia estiveram em duas edições, 2017 e 2018 para o Jacaré, 2016 e 2017 para o Gato Preto. Luziânia (2016) e Sobradinho (2018) completam os dois últimos times. Porém, uma dúvida paira no ar: tem algum jogador que esteve em todas essas decisões? O Distrito do Esporte preparou um material sobre esses “reis das finais”.

Ao todo, foram cinco jogadores que estiveram nas últimas três finais. Destes, apenas Filipe Cirne (Real) não poderá completar a quarta final. Os outros quatro, todos atletas do Brasiliense, poderão fechar a quadra de participações. Detalharemos os clubes e como foram os resultados dos jogadores, e no fim, elegeremos, através das melhores participações, o “rei da final”.

Mais sobre o clássico decisivo

Em 2016, Ceilândia e Luziânia decidiram o título do Candangão. Os cinco jogadores citados no início, começaram o seu “reinado”, quatro pelo lado alvinegro e um atleta da Igrejinha. Vestiram a camisa do Gato Preto: Wallace, Gabriel Arantes, Filipe Cirne e Romarinho. Com o uniforme azul e branco, Aldo era o representante do quinteto. O volante foi o felizardo, sagrando-se campeão candango.

No ano seguinte, 2017, o Ceilândia esteve novamente na final, desta vez contra o Brasiliense. Filipe Cirne e Romarinho se mantiveram na equipe alvinegra, enquanto Wallace e Gabriel “viraram a casaca” e foram jogar pelo Jacaré. O único que havia sido campeão em 2016, Aldo, também passou a usar o uniforme amarelo. E quem optou por jogar nesse lado se deu bem, o Brasiliense de Wallace, Gabriel e Aldo foi o campeão.

No ano passado, Brasiliense, novamente, e Sobradinho disputaram o título. Wallace, Gabriel e Aldo continuaram no Jacaré, Filipe Cirne e Romarinho transferiram-se para o, naquela época, atual campeão candango. No lado alvinegro, não havia nenhum componente do quinteto. Porém, desta vez nenhum “rei” conquistou o título, o Leão da Serra levou o caneco para a casa.

Neste ano, o quinteto terá uma baixa, Filipe Cirne. O meia jogou pelo Real em 2019, terminando em quarto lugar e perdendo a chance de completar sua quarta participação consecutiva nas finais do Candangão. Aldo, Gabriel, Romarinho e Wallace continuarão com as vestimentas amarelas. Os jogadores comandados por Ricardo Antônio continuam hoje, às 16h, o reinado das finais.

Parabéns, Vossa Majestade!

Dos cinco jogadores, Filipe Cirne e Romarinho (Ceilândia em 2016 e 2017, Brasiliense 2018) perderam todas as finais que disputaram. Gabriel e Wallace venceram uma, pelo Brasiliense em 2017 e perderam outras duas (Ceilândia em 2016 e Brasiliense em 2018). E quem é o rei das finais? Aldo. O volante foi campeão em 2016 pelo Luziânia e em 2017 pelo Brasiliense, perdendo apenas a última edição e por isso, com dois títulos, é o “rei das finais”.

Se programe: veja tudo sobre a final entre Gama e Brasiliense

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz

O grande dia chegou. A partir das 16h deste sábado (13/4), Gama e Brasiliense começam a disputa do título do Campeonato Candango. A definição do campeão será em 180 minutos e o dono da taça será conhecido na próxima semana. Ambos os jogos serão disputados no Estádio Nacional Mané Garrincha.

Melhor campanha da primeira fase, os gamenses vêm em busca da 12ª taça local. Em segundo na classificação geral, o Jacaré tenta alcançar sua 10ª conquista. Entretanto, vale ressaltar que não há vantagem para nenhum dos lados. Em caso de empate nos dois jogos, o campeão candango será conhecido nos pênaltis

Ingressos e acesso

Os ingressos para o primeiro jogo da final do Candangão estão à venda desde a última quarta-feira (10/4) ao custo de R$ 15,00. Para quem optar, também será possível comprar antes da partida nas bilheterias do Estádio Nacional de Brasília. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF) , são esperados 10 mil torcedores no clássico.

Segundo o planejamento, os gamenses irão acessar o local da partida através do portão 17. Já os torcedores do Brasiliense devem procurar a entrada 5 para ter acesso ao estádio. Para as organizadas, as entradas serão separadas: a Ira Jovem será alocada na arena através do portão 20, enquanto a Faccção Brasiliense entrará pelo portão 8.

Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Abertura dos portões e logística de segurança

Ainda de acordo com a SSP/DF, a abertura dos portões do Estádio Nacional Mané Garrincha está prevista para às 14h. Devido à demanda de público, é importante chegar cedo ao local do jogo. A segurança fora do palco da partida será realizada pela Polícia Militar (PMDF) e dentro do estádio terá o auxílio de uma equipe de segurança privada.

Os organizadores do jogo garantiram que 150 seguranças privados irão cuidar do interior do estádio. Por questões de segurança, a PMDF se privou de divulgar o efetivo que estará atuando no clássico, mas garantiu que os militares irão contar com o apoio do Batalhão de Choque, além de outras modalidades de policiamento preventivo.

Na entrada do estádio, haverá revistas das torcidas geral e organizada de cada time para liberar somente materiais permitidos. Após o término da partida, as torcidas organizadas só poderão sair do Mané Garrincha com o fim da dispersão do público. Além da entrada exclusiva, elas ficarão separadas. Setores de cadeiras serão bloqueados para isso.

Uma ambulância UTI foi contratada pela organizadora para caso de emergências. O Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) ficará de prontidão para atendimento preventivo. O controle de tráfego ficará a cargo da PMDF. Para quem optar por ir de carro, a orientação é estacionar em locais permitidos, como Ginásio Nilson Nelson e da própria arena.

Como vêm os times

Do lado alviverde, o principal reforço é a volta do atacante Vitor Xavier ao time. Com isso, o Gama deve ir a campo com: Rodrigo Calaça; Felipe Tavares, Gustavo Henrique, Emerson Silva e Mário Henrique; Wagner Balotelli, Tarta e Gilsinho; Jéfferson Maranhão, Vitor Xavier (Wisman) e Nunes. O técnico é Vilson Tadei.

Já o Jacaré terá o desfalque de Edmar Sucuri, Lúcio e Radamés, todos por suspensão. O time deve ir a campo com: Fernandes (Felipe Lacerda); Alex Murici, Preto Costa (Wallace), Badhuga e Gleissinho; Gabriel (Emerson Martins), Aldo, Erick Flores e Morais; Romarinho e Maikon Leite. Eles serão comandados por Ricardo Antônio.

TJD-DF denuncia clubes, dirigentes e 25 atletas por briga em Brasiliense e Paracatu

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Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

Por Danilo Queiroz

A confusão que aconteceu após o apito final do segundo jogo da semifinal entre Brasiliense e Paracatu começou a ter seus reflexos. Na tarde desta sexta-feira (12/4), o Tribunal de Justiça Desportiva do Distrito Federal (TJD-DF) denunciou os dois clubes, dirigentes e 25 atletas que se envolveram na briga generalizada no estádio Abadião.

Do lado do Brasiliense, o volante Radamés foi enquadrado nos artigos 254-A e 257 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Fernandes, Erick Flores, Gabriel Arantes, Romano, Lúcio, Welton Felipe, Wallace, Emerson, Peninha, Vitor Mariano, Reinaldo e Mirandinha foram denunciados no artigo 257.

Já no Paracatu, Acerola foi enquadrado nos artigos 243-F, 254 e 254-A. Cecel foi denunciado nos artigos  254-A e 257. Eliomar, Douglas Rato, Pierre, Gustavo Miranda, Magal, Batata, Igor Pato, Maycon Alagoano, Ávine e Gustavo Rocha caíram no artigo 257. Já o diretor de futebol Alisson Guirra foi citado nos artigos 243-F e 258-B do CBJD.

Alguns têm casos mais graves. Para Radamés e Cecel, a punição pode chegar a até 22 jogos (suspensão de duas a dez partidas no artigo 257 e de quatro a doze no 254-A). Denunciado também no artigo 254 (que prevê de uma a seis partidas de suspensão), Acerola poderia amagar até 28 jogos de gancho e multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.

Os demais jogadores de ambos e clubes foram denunciados apenas no artigo 257 e estão correndo o risco de pegar entre duas e dez partidas de suspensão. Já Guirra, cartola mineiro, pode ficar suspenso de um a três jogos pelo artigo 258-B e de um a seis pelo artigo 243-F, que ainda prevê o risco de multa que varia de R$ 100 a R$ 100 mil.

“Fui apenas separar a briga”

Um dos jogadores citados na denúncia do TJD-DF, o atacante Mirandinha disse ter recebido a notícia de que estava na relação com surpresa. Segundo o jogador do Brasiliense, ele foi até o bolo para conter a confusão, já que Radamés, um de seus companheiros de grupo, estava cercado por outros atletas.

Mirandinha destacou ainda que outros membros do elenco amarelo estavam em campo com o mesmo objetivo: apartar o foco da briga. “Eu saí logo de perto da confusão. Muita gente foi lá para parar a confusão”, destacou o atleta, que estará no tribunal para apresentar sua versão na próxima quarta-feira (17/4).

Clubes podem pagar multas e perder mandos de campo

Os clubes também foram lembrados na denúncia da procuradoria do TJD-DF. Brasiliense e Paracatu foram enquadrados nos mesmos artigos: 206, 213, I, II, III e 257 do CBJD. O primeiro fala sobre “dar causa ao atraso do início da realização de partida” e prevê multa de R$ 100,00 a R$ 1 mil por minuto.

Mais extenso, o 213 disserta sobre “deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir: desordens em sua praça de desporto (I), – invasão do campo ou local da disputa do evento desportivo (II) e lançamento de objetos no campo (III)”. Com os agravantes, a multa varia de R$ 100 a R$ 100 mil e perda de até 10 mandos de campo.

Os clubes também foram denunciados no artigo 257. Isso aconteceu porque não foi possível identificar todos os nomes que se envolveram na confusão no gramado. Com isso, as agremiações respondem pela acusação. Neste caso, a multa de punição pode chegar a até R$ 20 mil.

Brasiliense pode ser mais prejudicado

A questão envolvendo as denúncias dos atletas do Brasiliense podem trazer um prejuízo ainda maior. Ainda vivo no Campeonato Candango (disputará o título nos próximos dois sábados diante do Gama no Estádio Nacional Mané Garrincha), o Jacaré pode ficar desfalcado de até 13 atletas que podem ser suspensos por envolvimento na confusão.

Os denunciados já foram convocados pelo Dr. Conceição José de Carneiro, presidente da 1ª Comissão Disciplinar do TJD/DF, e serão julgados na próxima quarta-feira (17/4) a partir das 19h. O andamento dos processos será feito na sede do tribunal, que fica localizada no prédio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Brasília.

Veja o que diz cada artigo que enquadrou os atletas de Brasiliense e Paracatu

243-F: Ofender alguém em sua honra, por fato relacionado diretamente ao desporto
Punição: de um a seis jogos de suspensão e multa de R$ 100 a R$ 100 mil

254: Praticar jogada violenta
Punição: suspensão de uma a seis partidas

254-A: Praticar agressão física durante a partida, prova ou equivalente
Punição: suspensão de quatro a doze partidas

257: Participar de rixa, conflito ou tumulto durante a partida
Punição: suspensão de duas a dez partidas

258-B: Invadir local destinado à equipe de arbitragem ou o local da partida
Punição: suspensão de uma a três partidas

Reunião define esquema de segurança para o clássico verde-amarelo

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Por Danilo Queiroz

No próximo sábado (13/4), Gama e Brasiliense entrarão em campo às 16h no Estádio Nacional Mané Garrincha para começar a disputa pelo título do Campeonato Candango de 2019. Para garantir que toda corra em paz dentro e, principalmente, fora de campo, as forças de segurança locais definiram todo o esquema que envolverá o jogo.

Procurada pela reportagem do Distrito do Esporte, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) informou que preparou reforço no efetivo para garantir a integridade dos presentes no clássico verde-amarelo da final do Candangão. Porém, por motivos de segurança, a corporação optou por não divulgar quantos homens estarão envolvidos no esquema.

Entretanto, a PMDF adiantou que o Batalhão de Choque, o Patamo, a Rotam e o Batalhão de Trânsito irão atuar no policiamento preventivo no Mané Garrincha. Tratando a medida como praxe, os militares ressaltaram ainda que irão realizar escolta das torcidas organizadas até o local da final do Candangão.

Assim como nos demais jogos do torneio local, caberá à CIA Segurança realizar os trâmites de proteção no interior do Estádio Nacional Mané Garrincha. Responsável por organizar e fiscalizar o fluxo de carros, o Departamento de Trânsito (Detran-DF) irá monitorar os arredores da arena. Caso necessário, o trânsito da região poderá ser modificado.

Encontro define pontos de isolamento

Na reunião entre a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), Gama, Brasiliense e torcedores organizados, ficou definido que alguns espaços da arquibancada inferior serão isolados. A medida foi tomada para garantir a segurança e evitar qualquer tipo de confronto entre os torcedores dos dois clubes.

No esquema de segurança, foi decidido que os alviverdes ficarão posicionados nos blocos 117 a 122 da arquibancada inferior, de frente para o gramado do Mané Garrincha. Já os torcedores do Jacaré irão ocupar os blocos 103 a 107 da arena, também na parte central, mas do lado oposto dos gamenses.

Para as organizadas, foi montado um esquema diferenciado. Os membros da Ira Jovem irão torcer nos blocos 126 e 127, atrás do gol. Já a Facção Brasiliense ficará nos setores 111 e 112 do Mané Garrincha, por trás da meta contrária. Com isso, os blocos 101, 102, 108, 109, 110, 113, 114, 115, 116, 123, 124, 125, 128, 129 e 130 servirão de isolamento.

Para acessar a parte central do campo, a torcida gamense deverá entrar no Mané Garrincha pelo portão 17 do estádio. Já a Ira Jovem adentrará no palco da final exclusivamente pelo portão 20. Já os torcedores do Jacaré devem procurar a entrada 6, enquanto os membros da Facção Brasiliense serão encaminhados para o portão 8.