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Ingressos gratuitos disponíveis para Copa das Nações de Futsal em Brasília

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Copa das Nações - Futsal
Foto: Júnior Vilarinho/CBF

A expectativa é de casa cheia no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, entre 17 e 21 de setembro. A capital federal vai receber a Copa das Nações de Futsal Masculino 2025, torneio internacional com entrada gratuita para o público mediante retirada de ingressos no site bilheteriadigital.com. Para quem busca comodidade, há ainda a opção de ingresso open food por R$ 120.

A competição reunirá seis seleções: Brasil, Costa Rica, Polônia, Paraguai, França e Guatemala. O grande destaque é a Seleção Brasileira, atual campeã mundial e dona de seis títulos na modalidade. A equipe chega embalada, também, pela conquista da última edição da Copa das Nações.

A abertura está marcada para a próxima quarta-feira (17/9), com Paraguai x Costa Rica, às 18h e, logo depois, o Brasil estreando contra a Polônia, às 20h15. No dia seguinte, a equipe verde-amarela encara a Guatemala no mesmo horário. Os jogos seguem até domingo (21/9), quando será disputada a grande final.

Mais do que os confrontos de alto nível, o torneio é uma oportunidade para os torcedores vivenciarem de perto o futsal internacional e curtirem um espetáculo cultural, já que a competição reúne delegações de diferentes países.

Com programação intensa e promessa de arquibancadas cheias, a Copa das Nações de Futsal reforça a posição de Brasília como palco de grandes eventos esportivos e aproxima ainda mais o público da modalidade.

Agenda de Jogos

Quarta-feira (17/9)
18h Paraguai x Costa Rica
20h15 Brasil x Polônia

Quinta-feira (18/9)
18h França x Costa Rica
20h15 Brasil x Guatemala

Sexta-feira (19/9)
18h Guatemala x Polônia
20h15 França x Paraguai

Sábado (20/9)
10h Disputa 5º x 6º
17h30 Semifinal (1º B x 2º A)
20h Semifinal (1º A x 2º B)

Domingo (21/9)
15h30 Disputa 3º x 4º
18h Final

De olho em 2026, Capital anuncia treinador campeão da Copa Espírito Santo

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Fábio Brostel - treinador do Capital
Foto: Divulgação/Porto Vitória

Na manhã desta quarta-feira (10/9), o Capital, atual vice-campeão do Campeonato Candango, anunciou a primeira contratação visando a próxima temporada. O ano de 2026 será de calendário cheio para o Tricolor. A equipe vai disputar o Candangão, Copa Verde, Série D do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Por conta disso, o clube foi ao mercado da bola e acertou a chegada do comandante que terá a missão de fazer o clube sonhar bastante alto em 2026.

O nome da vez no Capital é de Fábio Brostel. O comandante tem 46 anos e estava no Porto Vitória, do Espírito Santo. Além da equipe, ele foi auxiliar técnico do Ipatinga. Com o Porto Vitória, Fábio foi campeão da Copa Espírito Santo em 2024, tendo um ótimo aproveitamento com o clube durante toda a temporada. Em 20 jogos disputados, o esquadrão capixaba venceu em 15 oportunidades.

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Além do Porto Vitória e Ipatinga, Fábio Brostel já passou na carreira pelo América-MG, Cruzeiro, Betim e Uberlândia. O comandante será responsável por montar o elenco que vai disputar quatro competições na próxima temporada. Segundo a assessoria de imprensa do Capital, a previsão é que o grupo esteja fechado até novembro, quando a comissão técnica começa a divulgar os atletas e marca a data para apresentação do elenco com foco na preparação para a temporada.

Em 2025, o Capital viveu momentos de altos e baixos durante o ano. A equipe começou sendo eliminada na segunda fase da Copa Verde, nos pênaltis, para o Brasiliense. Depois, o Tricolor foi vice-campeão do Candangão BRB 2025, após mais uma vez ser superado nas penalidades máximas. Na Copa do Brasil o Coruja chegou longe. A equipe foi eliminada na terceira fase pelo Botafogo, após eliminar a Portuguesa-RJ e Porto Velho. Já na Série D, o Capital deu adeus ainda na fase inicial.

Riacho City é denunciado no TJD-DF após confusão com jogadores vetados

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Riacho City
Foto: Reprodução da Internet

O clima turbulento da derrota do Riacho City para o Candango, por 1 a 0, no último sábado (6/9), agora terá desdobramentos fora de campo. O clube foi denunciado no Tribunal de Justiça Desportiva do Distrito Federal (TJD-DF) por infrações cometidas na partida válida pela segunda rodada da Segundinha do Candangão. O julgamento será realizado na quinta-feira (11/9), às 10h.

De acordo com a súmula do processo, o Riacho City foi enquadrado duas vezes no artigo 191, inciso III do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). O dispositivo trata de deixar de cumprir ou dificultar o cumprimento de regulamentos e deliberações das entidades do futebol. A denúncia também menciona os artigos 26 e 40, §3º do Regulamento Específico da Competição (REC), na forma do artigo 184 do CBJD. O texto aborda a possibilidade de mais de uma infração na mesma conduta.

As possíveis punições previstas nesses artigos variam de multas (de R$ 100 a R$ 100 mil), além de suspensão de dirigentes, dependendo da interpretação dos procuradores sobre a violação ao regulamento. O processo foi encaminhado à 1ª Comissão Disciplinar do TJD-DF.

A confusão ocorreu ainda no pré-jogo no Estádio Rorizão. Parte dos atletas presentes no empate contra o Luziânia, na rodada anterior, foi vetada pelo presidente do clube, Antônio Teixeira, sob alegação de problemas internos. Nas redes sociais, os jogadores denunciaram atrasos salariais superiores a 60 dias e chegaram a ser retirados do estádio pouco antes da bola rolar. Com isso, o Riacho entrou em campo com apenas dois jogadores no banco de reservas.

Dentro de campo, o time não resistiu e acabou derrotado por 1 a 0, gol de Leandro para o Candango. A crise, porém, agora se estende à esfera disciplinar. Caso seja condenado, o Riacho City pode sofrer multas e outras punições disciplinares, o que aumentaria ainda mais a instabilidade do clube na campanha pela Segundinha.

Jogos da Juventude movimentam Brasília com recorde de atletas e novidades

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Jogos da Juventude
Foto: Divulgação

Brasília volta a respirar esporte em 2025. A partir desta quarta-feira (10/9), a capital federal recebe os Jogos da Juventude CAIXA, maior competição escolar do país, reunindo atletas das 27 unidades da federação até 25 de setembro. Serão dias de disputa, intercâmbio e descobertas de novos talentos que podem, no futuro, chegar aos Jogos Olímpicos.

Organizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), o evento chega à capital em números grandiosos: mais de 4,7 mil atletas inscritos, 837 treinadores, 200 voluntários e uma estrutura que inclui 40 mil diárias de hospedagem, 70 mil refeições e 130 toneladas de equipamentos. Um exército esportivo para movimentar 33 instalações em 16 locais de competição.

Entre as novidades desta edição, está a inclusão do remo virtual, 20ª modalidade da competição, aproximando o torneio do universo dos esportes eletrônicos. “Queremos estar conectados ao presente dos jovens e mostrar que esporte e inovação caminham juntos”, explicou Manoela Penna, diretora de Comunicação e Marketing do COB.

Clima olímpico no DF

A Cerimônia de Abertura será no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), às 18h, com a pira acesa entre o Museu Nacional e a Catedral Metropolitana, dois símbolos de Brasília. Mas, antes disso, o ciclismo inaugura oficialmente a programação, ainda pela manhã.

Além das disputas, o Centro de Convivência será um espaço de interação com atividades culturais, exposição de memorabília olímpica, experimentações esportivas e ações de sustentabilidade, como coleta seletiva e compensação de carbono.

Celeiros de ídolos

Mais do que medalhas, os Jogos da Juventude são conhecidos por revelar futuros craques. Nomes como o brasiliense Caio Bonfim, Alison dos Santos (Piu), Duda Lisboa e até Rodrygo, hoje no Real Madrid, começaram a trajetória no torneio. “É um marco na carreira dos jovens, comparável ao que Pan e Olimpíada representam em outro nível”, destacou Sebastian Pereira, gerente executivo do COB.

Modalidades

Nesta edição, serão 20 esportes em disputa, entre eles atletismo, judô, natação, vôlei, basquete, futsal, taekwondo, triatlo e o estreante remo virtual. Para inspirar os jovens, um time de embaixadores olímpicos estará presente: de Bruninho (voleibol) a Ketleyn Quadros (judô), passando por Janeth Arcain (basquete) e Fernando Scheffer (natação).

O Distrito Federal, que sediou a primeira edição em 2000, volta a ser palco da festa 25 anos depois. E a expectativa é a mesma: descobrir, em meio a tantas histórias, os próximos nomes que vão brilhar no cenário internacional.

Brasiliense anuncia o zagueiro Euller, campeão candango pelo Ceilândia

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Euller
Foto: Mateus Dutra

O Brasiliense acertou mais um reforço para a temporada de 2025. O zagueiro Euller, de 30 anos, foi anunciado nesta segunda-feira (8/9) como novo jogador do Jacaré após encerrar o ciclo profissional no Ceilândia. No Gato Preto, o defensor foi peça fundamental na conquista do terceiro título do clube alvinegro no Campeonato Candango, em 2024.

Revelado em Minas Gerais e com passagens por Tupi-MG, Coimbra, Ipatinga, Serra, Patrocinense, Paulista, Nova Mutum, URT, Treze, Jacobinense, Anapolina, Manauara e Ceilândia, o defensor construiu uma carreira marcada pela regularidade. No Distrito Federal, não demorou a cair nas graças da torcida do Gato Preto, onde somou mais de 50 partidas em pouco mais de dois anos.

No Ceilândia, Euller viveu o auge: foi titular absoluto na campanha do título regional de 2024, participando de jogos decisivos e deixando a marca pela liderança em campo. Na despedida publicada nas redes sociais, o zagueiro fez questão de ressaltar a importância do clube na trajetória profissional.

“Foram mais de dois anos, mais de 50 jogos disputados e uma dedicação enorme que sempre levarei comigo. Tive a honra de escrever uma página especial da história do clube: a conquista do Campeonato Candango de 2024, um título inesquecível que ficará marcado na minha carreira”, publicou Euller.

Com experiência em vários centros do futebol brasileiro, Euller chega como um dos principais nomes do grupo do Jacaré para a disputa do Campeonato Candango de 2026. O clube espera que sua identificação recente com o futebol local pese a favor da adaptação e que ele consiga repetir, agora vestindo amarelo, o mesmo sucesso que teve com a camisa alvinegra do Ceilândia.

Após goleada do Minas Brasília, Candangão Feminino tem novo líder

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Elenco do Minas Brasília - Candangão Feminino
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

Tem novo líder no Candangão Feminino! No último sábado (6/9) aconteceu o pontapé inicial da quarta rodada do Campeonato Candango Feminino, o principal torneio da categoria no Distrito Federal. Até aqui foram disputados dois jogos, com uma partida encerrando a série de partidas oficialmente na quarta-feira (10/9). Porém, independente do resultado que acontecer no confronto entre Ceilândia e Luziânia, a liderança vai continuar com o Minas Brasília.

O esquadrão verde e azul entrou em campo na tarde de sábado (6/9). A bola rolou às 16h no Ninho do Carcará, casa do Cruzeiro. O Minas Brasília não tomou conhecimento do adversário e goleou por 7×0. Manu Balbinot e Gaby marcaram nos 45 minutos iniciais. Já no segundo tempo, Gaby foi às redes novamente, além de Bia Batista (duas vezes), Jayanne e Rafa Barros. Com o resultado, as Minas ultrapassaram o Real Brasília e agora estão na liderança do Candangão Feminino, com 10 pontos.

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As Leoas do Planalto folgaram na rodada e só entram em campo no próximo fim de semana, quando fazem o clássico do Distrito Federal contra o Minas Brasília. Ainda no sábado (6/9), o Cresspom recebeu o Legião no Setor de Clubes Norte. As Tigresas do Cerrado venceram por 3×0, com gols marcados por Ellen, Silvania e Agata. Com a vitória, o Cresspom estacionou na terceira posição, com sete pontos conquistados. Já o Legião está em último, sem pontuar até aqui.

A quarta rodada do Candangão Feminino será encerrada na quarta-feira (10/9). No Estádio Maria de Lourdes Abadia, o Abadião, o Ceilândia recebe o Luziânia, às 20h30. O clube alvinegro tem três pontos e tem que vencer para continuar sonhando com às semifinais e a disputa da vaga para a Série A3 do Brasileirão Feminino. Já o Luziânia vai em busca da primeira vitória dentro da competição.

Santa Cruz sobe à Série C com brilho de atletas que jogaram o Candangão

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Santa Cruz
Editoria de Arte

O Santa Cruz garantiu o retorno à Série C do Campeonato Brasileiro com uma empate épico, no qual o toque final foi dado por talentos com passagens pelo futebol candango. No empate do acesso com o América-RN, por 1 a 1, Willian Júnior, ex-Gama, deu o passe para Wagner Balotelli, ex-Brasiliense, balançar a rede, decretando a subida do Santinha à terceira divisão nacional.

O encontro desses nomes carrega o bom desempenho no Distrito Federal. Willian Júnior, campeão candango com o Gama em 2025, foi contratado pelo Santa Cruz por empréstimo após se destacar pela entrega no meio-campo. Balotelli, volante natural da capital, construiu a carreira passando por Gama e Brasiliense, antes de chegar ao Arruda. Titular em 27 jogos, o atleta está com contrato renovado até 2026.

Santa Cruz
Foto: Evelyn Victória/SCFC

E não foi apenas isso: outro jogador com passagem pelo Candangão deste ano que desembarcou no Recife com presença marcante foi o volante Gabriel Galhardo, ex-Brasiliense, eleito o melhor volante do torneio local. O jogador chegou ao Santa Cruz disposto a reconstruir a carreira ao lado do irmão Thiago. Ele começou o jogo diante do América-RN como reserva

O mentor da campanha responsável por tirar o tricolor do calvário da última divisão nacional também teve um toque de uma passagem pelo Distrito Federal. Comandante do time, Marcelo Cabo dirigiu o Capital no início da temporada e guiou o clube à campanha do vice-campeonato do Candangão. O treinador deixou Brasília justamente para dirigir o Santa Cruz na Série D.

No lance que definiu o acesso, a batuta foi de Willian Júnior: ele cobrou falta pela esquerda e achou Balotelli, que cabeceou com categoria, impediu a definição nos pênaltis e estampou a emoção de uma torcida que respira o sonho do retorno ao protagonismo no futebol nacional. Foi uma noite na qual os caminhos de Brasília atravessaram Pernambuco e conseguiram um objetivo tão sonhado pela capital federal.

Foto: Evelyn Victória/SCFC

Neste ano, o Distrito Federal teve Capital e Ceilândia como representantes na Série D. O Coruja caiu na fase de grupos e jogará a próxima edição, enquanto o Gato Preto caiu nas oitavas de final e depende de uma ampliação do torneio para sonhar em jogar a competição em 2026. Enquanto isso, o Santa Cruz garantiu lugar na terceira divisão com a participação decisiva dos nomes conhecidos em Brasília.

Outros acessos

Com o fim das quartas de final da Série D do Campeonato Brasileiro, definiram-se os donos do acesso à terceira divisão nacional. Maranhão, Inter de Limeira e Barra se juntam ao Santa Cruz na próxima edição da Série C. O clube catarinense, inclusive, foi o responsável por eliminar o Ceilândia na disputa pelo acesso.

Proibidos de jogar, atletas do Riacho City denunciam problemas no clube

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Riacho City
Foto: Reprodução da Internet

O Riacho City voltou a ser manchete no futebol do Distrito Federal, mas não pelos resultados em campo. No último sábado (6/9), na derrota por 1 a 0 para o Candango, no Estádio Rorizão, o clube trocou todo o elenco momentos antes da bola rolar. A situação, marcada por discussões, intervenção da Polícia Militar e acusações públicas de abandono, expôs mais uma crise nos bastidores do time presidido por Antônio Teixeira.

De acordo com relatos, a equipe vinha treinando há quase três meses para disputar a competição. Porém, na segunda rodada do campeonato, o presidente decidiu afastar comissão técnica e jogadores que vinham atuando e levou para o jogo um grupo de 13 atletas, montado, aparentemente, de última hora. A troca foi feita com uma simples lista manuscrita, entregue à arbitragem minutos antes da partida.

Foto: Reprodução da Internet

Apesar da medida inusitada, os novos nomes estavam devidamente registrados no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o que impede qualquer punição por irregularidade. Ainda assim, a troca provocou forte reação. Vídeos divulgados nas redes sociais mostraram jogadores da equipe afastada afirmando não ter recebido salários em dois meses de trabalho. “Fizemos foi gastar”, desabafou um dos atletas. Todos foram retirados do estádio antes da bola rolar.

 

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Na prática, os titulares do empate na estreia contra o Luziânia ficaram fora: Renan, Sebastyan, Danilo, Kauan Luva, Livinho, Dani Bocão, Tripinha e Noleto. Dos 13 que entraram em campo contra o Candango, apenas Marcus Viny já havia defendido o clube no jogo anterior e em posição diferente: de goleiro no primeiro jogo, passou a atuar como jogador de linha, vestindo a camisa 6.

A súmula da arbitragem detalhou problemas administrativos. Não houve registro de comissão técnica no sistema e, segundo o relatório, por “inconsistência” não foi possível incluir na ficha oficial nomes como Marco Antônio Alves da Silva (assistente), Ely Emerson Alves Brito (massagista) e Eurisvan de Lira Milagre (treinador de goleiros). Para completar, o clube sequer pagou a taxa do delegado da partida.

Até o fechamento da matéria, não havia manifestação do presidente ou outros dirigentes do clube sobre o caso. O episódio soma-se a outros episódios de turbulência na história recente do Riacho City, antigamente conhecido como Bolamense no futebol da capital federal, reforçando a imagem de um clube marcado mais pelas polêmicas fora de campo do que pelos resultados dentro dele. Na terceira rodada, possivelmente com os novos jogadores, a equipe mede forças com o Planaltina.

Cruzeiro e Brasília travam duelo morno e ficam no zero no Serejão

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Cruzeiro e Brasíilia
Foto: Reprodução

No dia da Independência, mas com portões fechados no Estádio Serejão, em Taguatinga, Cruzeiro e Brasília não conseguiram libertar o torcedor da monotonia. O duelo que poderia valer a liderança da Segunda Divisão do Campeonato Candango terminou em um empate sem gols, deixando a tabela embolada e a sensação de que as equipes desperdiçaram a chance de se destacar.

Com o resultado, a Série B do Distrito Federal finalizou a segunda rodada com quatro times iguais em pontos, separados apenas pelo saldo de gols. Os dois protagonistas do confronto da matinê de domingo (7/9) estão fora do G-2 de acesso. Na sequência, o Brasília tentará reagir no Bezerrão, no Gama, contra a Aruc, enquanto o Cruzeiro enfrenta o Luziânia no mesmo palco.

Promessas não cumpridas

A partida começou equilibrada, com o Cruzeiro se arriscando mais cedo em direção ao gol. Em cobranças de bola parada, o Carcará tentou construir perigo, mas a pontaria foi inimiga da intenção de estufar o barbante do Estádio Serejão. O Brasília respondeu rápido: Geovane desviou de cabeça após escanteio e quase balançou a rede de Felipe na melhor chance colorada na largada do jogo.

O Avião se animou e forçou bela defesa do goleiro em chute de Bala, mas a partir daí os erros de finalização dominaram de vez a partida em Taguatinga. O Cruzeiro chegou com Montanha e João Neres, parou em Luan, e Naruto também exigiu defesa do goleiro do Brasília. O confronto até tinha uma cara de lá e cá, mas sem precisão para transformar chances em vantagem.

Ritmo travado

O segundo tempo manteve o padrão apresentando na manhã de sol de Independência: vontade de sobra, mas pouca inspiração nas conclusões. Júlio César teve boa oportunidade de cabeça após escanteio, e Felipe Clemente tentou duas vezes, mas pecou na conclusão. Do lado azul, Montanha criou, Thiaguinho finalizou, mas Luan se manteve firme embaixo da meta para segura o zero.

O lance mais tenso veio aos 39 minutos, quando Kauã quase marcou contra após cruzamento venenoso, salvo por Felipe. A reta final foi de tentativa de pressão cruzeirense, mas a defesa do Brasília segurou firme o empate, que deixou mais perguntas do que respostas para os dois times visando a sequência da luta pelo retorno à elite do Distrito Federal.

Gama vence o Capital e fatura o título do Candangão Sub-15

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Sub-15
Foto: Diller Abreu/FFDF

O Gama é o novo campeão do Campeonato Candango Sub-15. Em uma final equilibrada, o alviverde venceu o Capital por 2 a 1, na tarde deste sábado (6/9), no Estádio Abadião, em Ceilândia, e garantiu a taça da categoria. Os gols foram marcados por Messias, ainda no primeiro tempo, e Guilherme, de pênalti, no segundo. Lucas Silva descontou para o Coruja.

O duelo reuniu os finalistas do Candangão profissional e duas das forças mais regulares da competição e teve um roteiro digno de decisão. O Gama começou melhor, mas viu o Capital equilibrar o confronto antes do intervalo. No segundo tempo, a maturidade pesou e o alviverde soube administrar a vantagem para erguer a taça.

Primeiro tempo movimentado

Os primeiros minutos foram de estudo, mas logo os goleiros começaram a trabalhar. Aos oito, Galego arriscou para boa defesa de Caio. A resposta do Gama veio em escanteio perigoso, enquanto o Capital chegou na sequência em bola levantada que levou perigo. Aos poucos, o jogo se soltava e a final ganhava emoção.

Aos 16 minutos, Guilherme cruzou na área, a defesa do Coruja vacilou e Messias aproveitou para abrir o placar. O Capital reagiu aos 28, quando Léo cobrou falta e Lucas Silva subiu para empatar. Ainda houve emoção até o fim: Lucas Emanuel acertou o travessão e Luiz salvou chute de Guilherme, mantendo tudo igual no intervalo.

Foto: Diller Abreu/FFDF

Pênalti decide

O segundo tempo começou com o Gama mais ofensivo. Após tentar pela esquerda com Marcos Luiz, o time verde encontrou o gol decisivo em pênalti aos 16, convertido com categoria por Guilherme. O Capital tentou responder, mas esbarrou no goleiro Caio e na boa marcação adversária.

Lucas Emanuel e Pablo quase marcaram em jogada confusa, mas Luiz voltou a salvar. O Gama controlou o ritmo e neutralizou a pressão final do Coruja. Vitor tentou olímpico e Inácio arriscou de longe, mas Caio estava seguro e garantiu a vitória por 2 a 1 e o título candango Sub-15.