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Coluna Visão de Jogo #7: Final do Brasileirão

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Coluna Visão de Jogo
Por Luiz Henrique Borges

A semana, com a disputa da última rodada do Campeonato Brasileiro no domingo, marcou o encerramento das atividades oficiais do futebol pelo Brasil em 2022.

A partir de agora, até meados de dezembro, vamos nos concentrar na Copa do Mundo que terá o seu primeiro jogo, pouco atraente, a meu ver, entre Catar e Equador, no próximo domingo, dia 20.

Apesar do Palmeiras já ter levantado, com justiça, a taça do Brasileirão, as últimas emoções foram vivenciadas pelos clubes que lutam pela Libertadores da América. Ainda havia uma vaga aberta para a fase de grupos e as duas vagas para a denominada Pré-Libertadores. Como a esperança é a última que morre, após as vitórias do Botafogo contra o Atlético Mineiro e contra o Santos, eu voltava a sonhar.

Em relação ao clube da estrela solitária, uma situação muito peculiar ocorreu ao longo de todo o Brasileirão: a equipe atuou muito melhor e conseguiu a boa parte de suas vitórias jogando nos estádios dos adversários. Em casa, o clube perdeu muitos pontos, inclusive para as diversas equipes rebaixadas. Somente contra elas foram 12 pontos desperdiçados, empate contra o Juventude, o Ceará e o Atlético Goianiense e derrotas para o Avaí e Cuiabá. Se a tônica, no próximo ano, não se alterar, o Textor, dono da SAF que dirige o Botafogo, poderia vender todos os mandos de campo e atuar sempre como visitante.

Deixando de lado a brincadeira, entendo que as expectativas da torcida com a reconstrução do Botafogo fragilizaram o clube quando ele jogou em seus domínios. Durante o ano foram montadas praticamente três equipes, sendo as duas primeiras de nível técnico baixo. Apenas na última janela de transferências, o alvinegro conseguiu contar com um elenco mais qualificado.

Ao atuar em casa, a ansiosa torcida queria ver um time protagonista. O treinador e os atletas até se esforçaram na tentativa de satisfazer os torcedores, no entanto, além de não ser um grupo brilhante, havia a dificuldade de entrosamento. Uma equipe que deseja tomar as rédeas do jogo precisa de afinação e isso só é obtido com muito treino. No entanto, quando jogou de forma mais reativa, atuando fora de casa e sem a mesma pressão, os resultados apareceram. Das peladas aos jogos profissionais, no futebol sempre foi mais fácil destruir do que construir. Com a continuidade da SAF, espero que Textor faça os investimentos certos já no início do ano e que use o Campeonato Carioca como um laboratório para as competições nacionais e internacionais que o alvinegro jogará.

A situação vivenciada pelo Botafogo também deve servir de alerta para os vascaínos e a 777 Partners, a condutora da SAF cruzmaltina. Mesmo com os investimentos dos novos proprietários, as contas em dia, os resultados não necessariamente ocorrem de forma imediata. É preciso ter um pouco de paciência e moderar as expectativas.

Falando em Vasco, o seu retorno para a elite do futebol brasileiro foi para lá de emocionante. Após a derrota para o Sampaio Corrêa, em São Januário, comecei a temer que o clube de tantas glórias e história amargasse mais um ano na segunda divisão, afinal jogaria, na última rodada, em Itu, contra os donos da casa, o Ituano. Se a equipe paulista vencesse, ela tomaria a vaga do Vasco da Gama.

O início pareceu muito promissor para a equipe carioca. Logo aos três minutos, após disputa de bola de Raniel com Jefferson Paulino, a bola sobrou para Gabriel Pec que chutou em direção ao gol. O zagueiro Lucas Costa, em desesperada tentativa de evitar a abertura do placar pelo adversário, colocou a mão na bola e foi expulso. Coube ao experiente Nenê cobrar e converter o pênalti. Depois do gol, mesmo com um jogador a mais, o Vasco da Gama não conseguiu se impor e o Ituano pressionou o seu adversário durante todo o primeiro tempo. A etapa final foi mais equilibrada, as duas equipes construíram jogadas de perigo, mas pararam nas boas defesas dos dois goleiros ou na falta de pontaria.

Foi muito sofrido, mas o Vasco, após dois anos na Série B, voltou para a elite nacional. O resultado também deve ter sido muito comemorado pelo STJD e pela própria CBF, afinal transformou o julgamento dos incidentes ocorridos no jogo contra o Sport, na Ilha do Retiro, em algo de menor importância e, talvez, tenha até influenciado na decisão tomada na última quarta-feira que declarou o Vasco vencedor do jogo contra os pernambucanos. Mas, imaginem a situação constrangedora que poderíamos ter vivenciado se o clube paulista tivesse conquistado a vaga no campo e a perdesse por uma decisão no “tapetão”.

Para evitar situações que podem ser judicializadas, além de colocar sob suspeita os campeonatos em suas diversas divisões, trazendo a sensação da defenestrada “virada de mesa”, eu defendo que os julgamentos sejam realizados com a maior celeridade, preferencialmente ainda no decorrer da semana em que os fatos se deram.

Minha expectativa para o Campeonato Brasileiro de 2023 é elevada. O retorno dos gigantes Cruzeiro, Grêmio, Vasco e Bahia trará ainda mais emoção, competitividade e equilíbrio para a Série A. Dentre os campeões brasileiros, apenas Guarani e Sport permaneceram na Série B. Há tempos a Série A não estava tão recheada de clubes que formam a elite do futebol nacional.

A semana também vivenciou a convocação final de Tite para a muito aguardada competição. Dentre os atletas escolhidos, sem surpresas, o único que não faria parte do meu grupo é o Daniel Alves. As justificativas do treinador brasileiro não me convenceram. O envelhecido lateral há muito não demonstra o futebol que lhe credencia para atuar com a camisa amarela.

Não concordo com o colunista do UOL, o jornalista Rodolfo Rodrigues, homônimo do espetacular goleiro uruguaio que brilhou no Santos na década de 80, que afirmou que os jogadores não devem ser convocados para a Copa do Mundo apenas pelo momento. Para ele, a história do atleta, a importância dele para o grupo e sua qualidade técnica são aspectos que precisam ser ponderados.

A Copa do Mundo, competição de tiro curto, é fundamentalmente momento. Não há tempo para a recuperação. Em 90 minutos está tudo decidido. Qualidade técnica é fundamental, mas no presente e não no passado. Daniel Alves fracassou no São Paulo e é muito criticado no futebol mexicano, qual a qualidade técnica que ele atualmente apresenta? Tenho uma posição muito clara em relação ao assunto: se a história e a importância do Daniel Alves para o grupo são tão grandes, que ele faça parte da comissão técnica. Como atleta, ele já deu! O maravilhoso de uma Copa do Mundo é que ao final o cronista pode queimar a língua.

Brasiliense mantém comissão técnica e marca apresentação para dezembro

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Brasiliense apresentação
Foto: Luã Tomasson/Brasiliense FC

A temporada de 2022 acabou para o Brasiliense com a eliminação na semifinal da Copa Verde diante do Vila Nova. Com isso, o time amarelo iniciou oficialmente o planejamento para organizar as diretrizes do futebol para o próximo ano. Na manhã desta quarta-feira (16/11), o Jacaré confirmou detalhes envolvendo a comissão técnica do clube e a data de apresentação do elenco.

Contratado em 1º de setembro para iniciar a segunda passagem pelo Brasiliense, o treinador Luan Carlos será mantido para tocar o clube na temporada de 2023. No atual ano, a única competição com comando do atual técnico foi justamente a Copa Verde, onde o time fez bons jogos contra Luverdense, Cuiabá e Vila Nova, mesmo com a eliminação para os goianos na semifinal.

Em ação recentemente, o elenco do Brasiliense terá um mês de férias antes de começar os treinamentos visando as competições do clube em 2023. A apresentação do grupo ficou marcada oficialmente para 12 de dezembro, no Centro de Treinamentos do Lago Sul. Até lá, a diretoria do clube amarelo terá tempo para avaliar lacunas no grupo, assim como ajustar possíveis chegadas ou saídas.

Assim como nos últimos anos, o Brasiliense será um dos clubes do Distrito Federal com calendário extenso em 2023. O clube amarelo abre o ano disputando o Campeonato Candango, do qual é o atual bicampeão. Na sequência, começam as competições nacionais com os mata-matas da Copa Verde e da Copa do Brasil. Logo depois, o time inicia a busca pela maior ambição: o acesso na Série D do Campeonato Brasileiro.

O primeiro jogo oficial do Brasiliense em 2023 será a estreia no Candangão contra o Ceilândia, em 28 de janeiro. A partida será uma reedição das últimas duas decisões do torneio local. Diferentemente deste ano, a Copa Verde terá início em fevereiro, assim como a primeira fase da Copa do Brasil. A Série D do Brasileirão tem pontapé inicial agendado para a segunda quinzena de abril.

Renato Moicano dá show e vence por finalização no UFC

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Luta Renato Moicano - foto: Super Lutas

Neste sábado (13/11), o brasiliense Renato Moicano entrou em ação mais uma vez pelo UFC. O peso leve fez a última luta do card preliminar do UFC 281 realizado em Nova Iorque/EUA. Moicano vinha de derrota para o brasileiro Rafael Dos Anjos, após aceitar a luta faltando apenas quatro dias para o combate, substituindo o adversário de Dos Anjos.

Dessa vez com um camp completo, Renato Moicano que treina na equipe American Top Team localizada no estado americano da Flórida, deu show e em apenas dois minutos de combate ele venceu o australiano Brad Riddel pelo UFC.

A luta começou  com o brasiliense indo para cima de Brad Riddel. Moicano trabalhava a curta distância, investindo em jabs duros que logo abriram um corte no rosto do australiano.

Renato moicano ditou o ritmo da luta com jabs de esquerda. O brasiliense ouviu a estratégia dos seus técnicos, foi para o clinch e em transação rápida o faixa preta foi para as costas de Riddel, aplicando um justo “mata leão” aos 3:18 do primeiro round.

Ao final do combate, Moicano pediu ao presidente do UFC Dana White o bônus de $50 dólares de perfomance da noite. O atleta disse o seguinte:

– Joe Rogan, não sei se você me conhece, mas eu era o número 4 do peso-pena. Eu era o melhor peso-pena do planeta e perdi para meu ídolo José Aldo. Foi muito ruim para minha carreira, mas eu subi de divisão. Aprendi com meus erros e estou aqui pra dominar todos estes filhos das p***. Estou aqui pra dominar. Não cometo erros, só perdi para o melhor, mas hoje eu sou o melhor desta p***. Sean e Dana sabem, eu estava bebendo cerveja, comendo carne no Brasil, então eles me ligaram e eu vim. Viajo 24 horas e os filhos das p*** me desrespeitam. Quero a p*** do bônus. Moicano quer dinheiro. Posso bater estes caras na trocação, no wrestling, porque agora sou a p*** de um wrestler all-american, irmão.

Não há informações, ainda, se o atleta teve ou não sua solicitação acatada. O que se sabe é que ele vem crescendo dentro do UFC e para os dirigentes da mesma.

Vila Nova vence em casa e elimina o Brasiliense da Copa Verde

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Vila Nova e Brasiliense
Foto: Beto Corrêa/Vila Nova

A Copa Verde de 2022 chegou ao fim para o Brasiliense e para o futebol candango. Na tarde deste sábado (12/11), o Jacaré visitou o Vila Nova no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga, o OBA, na partida de volta da semifinal do torneio regional. Após o empate no jogo de ida em Taguatinga, o time candango precisava vencer para chegar na final da competição pela segunda vez. Os goianos, porém, usaram bem o fator casa, ganharam a partida por 2 a 1 e garantiram a classificação.

No primeiro tempo, o Vila Nova repetiu o enredo do jogo de ida na Boca do Jacaré e conseguiu sair na frente com Kaio Nunes. Porém, o Brasiliense manteve a concentração e não demorou muito para chegar ao empate com Tobinha. Na etapa final, o time amarelo foi vazado logo nos minutos iniciais por Diego Tavares. Na tentativa de pressão, os candangos chegaram a colocar uma bola no travessão. Porém, os donos da casa conseguiram manter o controle do jogo e confirmaram a vitória e a vaga na final da Copa Verde.

Um gol para cada lado

O primeiro tempo de Vila Nova e Brasiliense teve o mesmo enredo de gols do jogo entre as equipes na Boca do Jacaré. Nos primeiros minutos, os dois times circularam a bola em busca de espaço e quem achou foram os goianos. Aos 11, Diego Tavares foi travado na hora do chute. O mesmo jogador teve outra chance com 14, mas chutou por cima. Três minutos depois, Alex Silva colocou bola na área e Kaio Nunes testou para colocar na rede e deixar os donos da casa na frente.

O lance fez o Brasiliense sair. Aos 20, Tobinha finalizou fora do alvo. O Vila Nova tentou responder com bola alçada na área, mas cortada pela defesa do Jacaré. O empate saiu aos 27. Tobinha chutou em cima da marcação, mas ele mesmo aproveitou o rebote para colocar os candangos na partida. Com 36, o Tigre ameaçou. Matheuzinho bateu de fora da área e Sucuri defendeu bem. Aos 40, Alex Silva recebeu bom passe, mas foi travado no momento certo pela marcação. Sucuri ainda salvou outra em cabeçada de Jordan.

Foto: Beto Corrêa/Vila Nova

Tigre faz no início

Assim como na Boca do Jacaré, o Brasiliense tomou um golpe do Vila Nova com poucos minutos. Aos três, Diego Tavares ficou com a sobra e recolocou os goianos na frente. O lance fez o Jacaré tentar impôr uma pressão. Gustavo Henrique passou perto em chute de primeira. Com oito, na área, Zotti carimbou o travessão. O time candango manteve a posse, mas o Tigre assustou quando Neto Pessoa marcou, mas a arbitragem anulou por impedimento. Aos 18, Sucuri salvou cabeçada de Rafael Donato.

A queda fez Luan Carlos mexer três vezes em busca de reação. O Vila Nova, porém, passou a jogar com a vantagem e circulou a bola para fazer o tempo passar. Os goianos se fecharam e a bola circulou bastante no pé do Jacaré. Aos 37, Tarta arriscou de longe e Tony colocou para escanteio. O Tigre usou as substituições restantes para esfriar os adversários. Com 42, Diogo Sodré ficou de cara com o arqueiro alvirrubro, que salvou outra. Nos acréscimos, Sodré deu o último respiro de fora da área, mas não salvou o Brasiliense. Aos 49, Sucuri ainda salvou um chute à queima-roupa de João Lucas.

VILA NOVA 2
Tony; Alex Silva (Railan), Rafael Donato, Jordan 🟨 e Willian Formiga (Jefferson); Sousa, Jean Martim 🟨 e Matheuzinho (Wagner 🟨); Diego Tavares ⚽ (João Lucas), Kaio Nunes ⚽ (Matheus Souza) e Neto Pessoa. Técnico: Allan Aal

BRASILIENSE 1
Edmar Sucuri; Jonathan Bocão (Andrezinho), Railon 🟨, Gustavo Henrique e Aloísio 🟨; Aldo, Tarta e Zotti 🟨 (Diogo Sodré); Luquinhas (Alvinho), Tobinha ⚽ (Daniel Alagoano) e Hernane Brocador (Yuri Mamute). Técnico: Luan Carlos Neto

Imparáveis: Real Brasília conquista o tetracampeonato consecutivo

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Real Brasília campeão do Candangão Feminino
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

A manhã deste sábado (12/11) coroou a impecável campanha do Real Brasília. As Leoas do Planalto empataram com o Minas Brasília por 0 a 0, mas o resultado de 5 a 1 na partida de ida garantiu a taça. O resultado deu o quarto título à equipe treinada por Adilson Galdino e confirmou o melhor aproveitamento da história do time, 10 vitórias nos 11 jogos disputados. A partida, disputada no estádio Defelê, na Vila Planalto, contou com poucas emoções no decorrer dos 90 minutos derradeiros.

Com oportunidades de gol somente nos minutos finais do primeiro tempo, o Minas Brasília foi melhor que seu adversário. A dupla Pelé e Manu deram trabalho à goleira Dida, mas não marcaram gol. A segunda etapa seguiu o tom dos primeiros 45 minutos e mostrou pouca efetividade dos ataques. O Real Brasília, ciente de sua enorme vantagem, controlou o confronto e buscou, de forma tímida, furar o sistema defensivo da equipe verde celeste. No fim, as Leoas do Planalto levantaram seu quarto troféu da competição.

Minas melhor na primeira etapa

O início truncando e faltoso não representou dificuldade para as goleiras das equipes. Somente aos 15’, o primeiro lance de perigo. Gaby Soares rolou para Dani Silva, a atacante avançou e chutou cruzado, mas a defesa verde celeste conseguiu afastar. Dois minutos depois, Pelé fez boa jogada pela esquerda, entrou na área e achou Elisa, a meia protegeu, rolou para Monse, que chutou para fora.

Aos 32’, Pelé recebeu livre na área, avançou e na hora de cruzar, perdeu chance inacreditável. No minuto seguinte, Manu driblou duas zagueiras e bateu colocado, mas a bola parou na trave de Dida. Com 37’, Manu rolou para Pele, a atacante bateu cruzado e Dida fez boa defesa. No escanteio, Manu tentou gol olímpico e Dida defendeu mais uma vez. Aos 42’, nova tabela entre Pelé e Manu, mas desta vez, a meia finalizou para fora.

Real Brasília conquista título
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

Empate com gosto de título

Aos 12 minutos do segundo tempo, Pelé tem uma grande chance, mas desperdiça. Cinco minutos, Camila Pini tem a chance de marcar, mas cobra a falta nas mãos de Karen. Aos 18′, Marcela Guedes achou Gaby Soares livre e meia finalizou na rede pelo lado de fora. Quatro minutos depois, Dani Silva bateu colocado e acertou o travessão. No rebote, Vivian chuta para fora. Vivian, aos 28′, cruzou na área e Dani Silva cabeceou, mas Karen defendeu com tranquilidade.

Aos 32′, Gaby Soares arriscou de longe e a bola passou rente ao travessão. Com o placar favorável, o Real Brasília passou a controlar mais o jogo e o Minas buscava, sem sucesso, o ataque. Com o cronometro marcando 42 minutos, Raiza de bom passe para Marcela Guedes, que avançou, bateu na saída de Karen e tirou tinta da trave esquerda. No lance seguinte, Vivian bateu colocado e assustou a goleira do Minas Brasília.

As Leoas conquistam o tetra

De forma invicta, o Real Brasília chegou ao seu quarto título do Candangão Feminino. Com uma defesa sólida e ataque fatal, a equipe marcou 73 gols e sofreu apenas 3. Assim, o clube empata com o CFZ em número de taças da competição, ficando atrás do Cresspom com sete. O Minas Brasília, em contrapartida, perdeu sua quarta decisão consecutiva para as Leoas do Planalto.

Real Brasília 0
Dida 🟨; Lay, Rafa Soares, Isabela, Carol Gomes (Natasha Rosas); Sassá (Maiara🟨), Gaby Soares (Thais), Camila Pini (Raiza), Nenê (Vivian); Dani Silva e Marcela Guedes.
Técnico: Adilson Galdino

Minas Brasília 0
Karen; Lia, Letícia Teles 🟨, Tati Antônio, Laura, Renata Rosa; Elisa, Monse, Manu; Mileninha e Pelé (Magna).
Técnico: Rodrigo Campos

Real Brasília faz sua melhor campanha da história no Candangão

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Real Brasília tetracampeão
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

O Real Brasília conquistou o quarto título do Candangão Feminino de sua história na manhã deste sábado (12/11). A equipe, agora tetracampeã brasiliense, levantou todas as taças desde sua estreia em 2019 e com números expressivos nas campanhas. Nesta temporada, o clube aurianil obteve o melhor aproveitamento em todas as edições disputadas. Foram dez vitórias nos 11 jogos disputados, sendo um empate no último jogo com o título encaminhado, o ataque mais positivo e a defesa menos vazada.

Participante do Candangão Feminino há quatro anos, o Real Brasília se tornou a equipe mais poderosa do futebol feminino brasiliense. No ano da estreia, em 2019, oito vitórias e três derrotas, aliadas aos 66 gols feitos e cinco sofridos, garantiram a primeira taça da equipe e 81,8% de aproveitamento no total. O título ainda garantiu o clube na Série A2 do Brasileirão Feminino em 2020. 

A segunda edição em que o Real Brasília participou decretou a única derrota em toda a sua história no Candangão Feminino. Foi na terceira rodada da fase de classificação para o Minas Brasília por 1 a 0. Apesar do revés, as Leoas do Planalto conquistaram o seu segundo título. A campanha contou com seis vitórias, um empate e uma derrota, totalizando 79,2% de aproveitamento. Ao todo, 45 gols foram marcados e apenas seis sofridos.

O tricampeonato veio em 2021, ano da primeira participação do clube na Série A1 do Brasileirão Feminino. O aproveitamento foi o melhor até então, 87,9%, oriundos de nove vitórias e dois empates. Mais modesto em comparação a outras edições, o ataque marcou “apenas” 43 tentos. A defesa manteve sua regularidade, vazada por cinco vezes em todo o certame.

Melhor aproveitamento, ataque fatal e defesa sólida

A atual temporada marcou a superioridade das Leoas do Planalto. As jogadoras do Real Brasília ostentaram, além do quarto título consecutivo, o seu melhor aproveitamento, melhor ataque e a melhor defesa de todas as edições disputadas. A equipe treinada por Adilson Galdino disputou 11 partidas e venceu dez, totalizando 93,9% de aproveitamento. O único resultado sem vitória aconteceu na manhã deste sábado (12/11) no segundo jogo da final do Candangão Feminino e terminou em igualdade sem gols.

O ataque letal foi um dos fatores determinantes na vitoriosa campanha. As Leoas do Planalto viram as redes adversárias serem balançadas 73 vezes nos 11 jogos disputados. Foram seis gols a mais do que sua primeira participação, em 2019. O sistema defensivo foi outro expoente aurianil. A defesa foi vazada apenas três vezes, dois gols a menos que 2019 e 2021, e três em relação a 2020.

Números do Real Brasília no Candangão Feminino

2019
11 jogos
8 vitórias
3 empates
66 gols pró
5 gols sofridos
81,9% de aproveitamento

2020
8 jogos
6 vitórias
1 empate
1 derrota
45 gols pró
6 gols sofridos
79,2% de aproveitamento

2021
11 jogos
9 vitórias
2 empates
43 gols pró
5 gols sofridos
87,9% de aproveitamento

2022
11 jogos
10 vitórias
1 empate
73 gols pró
3 gols sofridos
93,9% de aproveitamento

Mais um tetra: Real iguala CFZ em títulos do Candangão Feminino

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Candangão Feminino - Real Brasília empata com CFZ na segunda posição
Foto: Editoria de Arte/Distrito do Esporte

A supremacia no futebol feminino do Distrito Federal é azul e branco! Dominante no desporto local desde que foi fundado, o Real Brasília simplesmente aniquila seus adversários e conquista seu quarto título de Candangão em quatro anos. O tetra veio após um empate em 0 a 0 diante do Minas Brasília. Levantando mais uma taça dentro do quadradinho, as Leoas do Planalto tornam-se as segundas maiores vencedoras da competição, ao lado do CFZ.

As Leoas do Planalto empilham títulos do campeonato local desde 2019. Em todas as oportunidades, o clube aurianil deixou para trás o Minas Brasília, equipe campeã nacional e que comandava o futebol local entre 2016 e 2018. Com um projeto vitorioso e conquistando mais um troféu, o time realense alcançou a marca do CFZ. O clube do Zico conquistou quatro títulos do Candangão Feminino no início dos anos 2000.

O CFZ é o segundo time com mais conquistas e carregava essa marca durante um bom tempo. O Minas chegou bem próximo com três títulos, porém, o time aurianil freou o ímpeto das adversárias e tomou conta do do futebol feminino no DF. Outra marca que a equipe realense alcançou foi sair campeã em quatro oportunidades de forma consecutiva. Somente o clube do Zico havia atingido este patamar.

Real Brasília
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

Com o tetra conquistado, agora o Real só fica atrás do Cresspom. As Tigresas do Cerrado são as maiores vencedoras do Candangão Feminino e levantaram a taça sete vezes (2007, 2008, 2009, 2011, 2012, 2014 e 2015). Atrás do time aurianil e do CFZ, aparece o Minas com três conquistas. Na sequência aparece o Apollo 4 com títulos em 2004 e 2005. Ascoop, Iate Clube, Capital, Flamengo Tiradentes, Aruc e Luziânia fecham a lista.

Campeões do Candangão Feminino

Cresspom – 7 títulos (2007, 2008, 2009, 2011, 2012, 2014 e 2015)
Real Brasília – 4 títulos (2019,2020, 2021 e 2022)
CFZ – 4 títulos (2000, 2001, 2002 e 2003)
Minas Brasília – 3 títulos (2016, 2017 e 2018)
Apollo 4 – 2 títulos (2004 e 2005)
ASCOOP – 1 título (2010)
Iate Clube – 1 título (1999)
Capital – 1 título (2013)
Flamengo Tiradentes – 1 título (1997)
ARUC – 1 título (1998)
Luziânia – 1 título (2006)

Real Brasília em finais

Candangão Feminino 2019

1º jogo – Real Brasília 1×1 Minas Brasília
2º jogo – Real Brasília 2×0 Minas Brasília

Candangão Feminino 2020

Jogo único – Real Brasília 2×1 Minas Brasília

Candangão Feminino 2021

Jogo único – Real Brasília 2×1 Minas Brasília

Candangão Feminino 2022

1º jogo – Real Brasília 5×1 Minas Brasília
2º jogo – Real Brasília 0x0 Minas Brasília

Goleira do Minas Brasília, Karen acredita em recuperação na final

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Karen Xavier, goleira do Minas Brasília
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

Por Vitoria Carvalho e João Marcelo Pepi

Há pouco mais de um ano no Minas Brasília, Karen Xavier se tornou uma líder na defesa verde celeste. A goleira de 29 anos chega a sua segunda final consecutiva pelo clube e novamente terá pela frente o Real Brasília, algoz em 2021. Em conversa com a equipe de reportagem do Distrito do Esporte, Karen falou sobre a torcida por mais edições qualificadas no Candangão Feminino, a honra pelo Minas Brasília e a esperança de um resultado melhor na partida de volta da final.

Contratada pelo Minas Brasília após sair do Palmeiras em 2020, Karen se adaptou fácil no clube brasiliense. A goleira foi destaque na campanha do clube na Série A1 do Brasileirão em 2021 e no Candangão do mesmo ano. Suas atuações renderam uma convocação para a Seleção Brasileira em outubro do ano passado. Nesta temporada, a arqueira esteve à frente da meta na Série A2 do Brasileirão e na campanha que rendeu a quarta final consecutiva do Minas Brasília.

Esperança até o final

Sobre sua chegada ao Minas Brasília, Karen foi sucinta na resposta ao clube. “Saí do Palmeiras em 2020 e o Minas me fez a proposta para vir para Brasília, logo aceitei”, revelou. A goleira falou da torcida por uma competição fortalecida. “O que eu posso dizer é que o Campeonato (Candango) vem crescendo a cada ano e isso deixa a competição mais forte e atraente. Espero que para os próximos anos, outros times possam brigar por uma vaga na final, deixando a competição ainda mais difícil”.

Apesar do revés sofrido no primeiro jogo, Karen mantém a cabeça erguida. “Sabemos da nossa situação. Não é nada fácil, porém não podemos jogar a toalha. Temos que honrar esse clube até o apito final, então nossa semana foi baseada em superação”, disse. A goleira ainda detalhou a semana de treinamento. “O que podemos fazer de diferente para conseguir o placar, vamos fazer. Treinamos leve, sem carga desnecessária e focamos naquilo que falhamos no primeiro jogo”.

A arqueira confessou não pensar mais no resultado de ida. “Infelizmente, esse placar é o mais elástico que já me aconteceu em uma final. Porém, o futebol é mágico por isso, pois sempre temos a próxima partida, então não deu tempo de ficar se lamentando pelo placar adverso”. Karen acredita em um placar melhor no segundo embate. “O tempo que nos foi dado foi para corrigir os erros e tentar surpreender o adversário de alguma forma”.

Confronto decisivo

Karen Xavier e as outras atletas do Minas Brasília terão uma partida decisiva neste sábado (12/11) às 10h. A derrota por 5 a 1 para o Real Brasília deixou a situação difícil para a equipe de Rodrigo Campos. As Minas precisam vencer por cinco gols de diferença para levantar o quarto título de sua história ou por quatro gols para levar o confronto para as penalidades máximas. A final ocorrerá no estádio Defelê, na Vila Planalto.

Colecionadora de títulos: Isabela relata história no Real Brasília

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Isabela Mello, jogadora do Real Brasília
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

Por Vitoria Carvalho e João Marcelo Pepi

Primeira atleta a chegar no Real Brasília, em meados de 2019, Isabela Mello ostenta regularidade, títulos e liderança dentro da equipe tricampeã do Candangão Feminino. A zagueira, titular em todas as finais disputadas pelas Leoas do Planalto, chega a sua quarta decisão com o representante da capital federal na Série A1 do Brasileirão. Em conversa com a equipe do Distrito do Esporte, Isabela falou sobre tempo no clube, títulos conquistados, amor pelo time e a mudança de patamar do aurianil.

Natural de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, Isabela Mello veio ao Real Brasília após passagem pela Ponte Preta-SP. A zagueira, hoje com 27 anos, foi o primeiro nome contratado pelo clube aurianil. Desde então, a zagueira se firmou como titular, capitã e multicampeã pelas Leoas do Planalto. Com o clube, a defensora venceu três edições do Candangão Feminino e foi nome importante nas campanhas do acesso à elite (2020), manutenção na primeira divisão (2021) e melhor resultado de um clube da capital federal na Série A1 do Brasileirão (2022).

Início, sucesso e mudança de status do clube

Titular desde 29 de setembro de 2019, quando esteve presente no primeiro jogo oficial do Real Brasília, Isabela Mello ressaltou a dificuldade da final. “Eu sempre acredito que vão ser jogos difíceis e definidos em detalhes, independente do “momento” que os dois clubes se encontram. Porque clássico é sempre clássico, independente se um clube está numa situação melhor que a outra naquele determinado momento. Então, assim como em todas as outras finais que tivemos, eu espero que seja um grande espetáculo para todos que estiverem acompanhando e que nossa equipe consiga desenvolver o melhor futebol dentro do campo para errar menos e sair com a vitória/título”, disse.

A zagueira falou sobre a mudança de patamar das Leoas do Planalto. “Em 2019, éramos a equipe nova do campeonato, éramos o começo do projeto dentro do Real Brasília. Então, querendo ou não, não tínhamos tamanha “responsabilidade””, avaliou. Com os resultados, ela vê uma cobrança ainda maior. “Nós somos as atuais tricampeãs, somos o quinto colocado da Série A1 do Brasileirão. Consequentemente, somos a equipe a ser batida. Junto disso vem a responsabilidade ainda maior em ser “obrigação” de mantermos o alto nível e o título ao nosso lado”, avaliou.

Quanto à regularidade no clube, Isabela Mello destacou o prazer em vestir o uniforme aurianil. “É muito gratificante para mim todos os dias estar vestindo a camisa do Real Brasília e, com isso, procuro em todas as sessões de treinos dar o meu melhor e evoluir junto de todas minhas companheiras para entrar em campo e tentar retribuir pelo menos o mínimo do tamanho do amor e gratidão que eu tenho pelo Real Brasília”, exclamou.

A atleta ainda completou. “Fui a primeira atleta a chegar no clube e presenciando como tudo aconteceu, do final de 2019 até os dias de hoje, tudo que já conquistamos e principalmente tudo que ainda almejamos e poderemos conquistar, é impossível não ter a ansiedade antes de uma partida, sentir aquele frio na barriga entre tantos outros sentimentos, porque a história está sendo escrita e sou muito grata em estar em cada capítulo dela até aqui”.

Isabela Mello, jogadora do Real Brasília
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

Conquistas recentes e jogos difíceis contra o Minas Brasília

Sobre as competições nacionais, Isabela Mello revelou que as conquistas nas competições foram maiores que o objetivo. “As expectativas são as melhores possíveis, pois sabemos que estamos evoluindo ano após ano. Em 2021, viemos com o objetivo de nos mantermos na Série A1 do Brasileirão por ser o primeiro ano na elite e se não fosse por pequenos detalhes, teríamos ficado entre as oito classificadas”, salientou.

Neste ano, a posição na elite do futebol nacional foi comemorada e a expectativa aumenta para a próxima temporada. “Em 2022, já viemos com novas peças e mantivemos a nossa base de 2021 e consequentemente, conseguimos alcançar a classificação histórica para o Distrito Federal e ficamos entre as cinco melhores equipes do país. Então, em 2023, esperamos no mínimo conseguir a campanha que tivemos esse ano para galgar algo ainda mais e melhor durante a temporada de 2023”, exprimiu.

Ainda sobre as finais do Candangão Feminino, Isabela Mello frisou o nível do Minas Brasília e disse não ter uma mais difícil que a outra. “Todos os jogos contra o Minas tem um grau enorme de dificuldade, sejam aqueles que tivemos nas fases de grupo, na Série A1 do Brasileirão ou as finais nos três anos anteriores. Então, realmente não tenho como especificar apenas uma exatamente, pois em todas essas partidas tivemos os graus de dificuldades dentro das partidas”.

Quarta final consecutiva

Isabela Mello disputará neste sábado (12/11), às 10h, no estádio Defelê, na Vila Planalto, o segundo jogo da final do Candangão Feminino contra o Minas Brasília. Na partida de ida, as Leoas do Planalto venceram por 5 a 1, gols de Marcela Guedes (2), Dani Silva (2) e Nenê. Monse descontou para As Minas. Esta será a quarta final consecutiva entre as equipes, que somam três títulos cada.

FIVB confirma etapa feminina da Liga das Nações de Vôlei 2023 em Brasília

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Liga das Nações Brasília
Foto: Divulgação/FIBV

Casa da Liga das Nações de Vôlei em 2019 e 2022, Brasília está confirmada na temporada 2023 da competição internacional de seleções. Na tarde desta sexta-feira (11/11), a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) divulgou a capital federal como uma das seis sedes do torneio feminino. Assim como nas outras passagens pela cidade, os jogos devem ocorrer no Ginásio Nilson Nelson.

Brasília receberá os jogos da segunda etapa da Liga das Nações de 2023. As partidas estão agendadas para serem disputas entre 13 e 18 de junho. Ao todo, jogadoras de oito seleções irão se apresentar na capital federal. O calendário de jogos da competição no Nilson Nelson vai incluir partidas de Brasil, Croácia, Estados Unidos, Alemanha, Japão, Tailândia, Sérvia e Coreia do Sul.

“Você só precisa dar uma olhada na lista de cidades-sede para perceber o quão empolgados estamos com a VNL 2023. Mais uma vez, estamos entusiasmados por ter o apoio de cada cidade e nem é preciso dizer que estamos ansiosos para testemunhar uma competição maravilhosa em quadra e experimentar as atmosferas brilhantes dentro desses locais”, ressaltou Finn Taylor, CEO do Volleyball World.

Foto: Divulgação/FIBV

Presidente da FIVB, o brasileiro Ary da Silva Graça Filho ressaltou a importância de cada local da temporada 2023. “Estamos muito animados em ver uma lista tão excepcional de cidades-sede para o VNL do próximo ano. Ano após ano, o principal evento do vôlei tem cidades fazendo fila para sediar o melhor do vôlei, mostrando o sucesso desse evento inovador e o alcance global do nosso esporte”, disse.

As outras sedes da primeira etapa do torneio feminino da Liga das Nações serão Ankara, na Turquia, Nagoya, no Japão, Hong Konh, na China, Suwon, na Coréia do Sul, e Bangkok, na Tailândia. Ao contrário dos últimos anos, Brasília não estará na rota do torneio masculino. As escolhidas foram Otawa, no Canadá, Nagoya, no Japão, Roterdam, na Holanda, Orleães, na França, Anahein, nos Estados Unidos, e Pasay City, nas Filipinas.