Início Site Página 350

Capital agenda amistosos preparatórios para o Candangão 2023

0
Capital
Foto: Editoria de Arte/Distrito do Esporte

O Capital Clube de Futebol marcou os primeiros amistosos de 2023 de olho na preparação para o Campeonato Candango. O time divulgou nas suas redes sociais os confrontos de pré-temporada que ocorrerão nos primeiros dias do próximo ano. 

O primeiro adversário dessa sequência de amistosos do Capital, logo em 6 de janeiro, será o Goiânia E.C., time que disputa a elite do futebol goiano. O jogo terá portões abertos e será às 16h.

Em 11 de janeiro, será a vez do duelo do Paranoá, em que o Capital C.F. recebe o Paranoá E.C. no estádio JK. Este jogo terá portões fechados e ocorrerá às 15h30.

Na sequência, no dia 15, às 10h, o Capital recebe o Patrocinense de Minas Gerais também com portões abertos.

O último dos quatro confrontos de amistosos do Capital já divulgados será diante do time do Ceilândia Esporte Clube, às 15h30 de 21 de janeiro, com presença de público.

O Capital ainda não divulgou como se dará a presença dos torcedores. Se haverá cobrança de ingresso, se haverá recebimento de alimentos para doação ou se nada será cobrado a título de entrada.

O Capital vem se reforçando e já anunciou vários nomes, como o do zagueiro ex-Central Ítallo, o goleiro Felipe que atuou por Corinthians e Flamengo, o também goleiro Léo Rodrigues, o meia Igor Villela, dentre outros reforços. Rogério Mancini é o treinador que conduzirá o elenco da Coruja em 2023 em busca do título inédito da elite do futebol masculino do Distrito Federal.

O Capital estreia no Campeonato Candango 2023 em casa. Marcado para começar em 28 de janeiro, um sábado, o Coruja receberá no Estádio JK o time do Samambaia. A equipe foi campeã da Segunda Divisão do Campeonato Candango, derrotando o Real Brasília na finalíssima. O segundo compromisso do clube azul e branco será fora de casa, diante do Taguatinga, marcado para uma semana depois.

Mané Garrincha recebe o maior evento de esportes eletrônicos do DF

0
Supercopa
Foto: Staff Images/Conmebol

No próximo dia 20, terça-feira, a Arena BRB Mané Garrincha irá receber um evento diferente do que está acostumada. No auditório do grandiosíssimo estádio da Copa do Mundo de 2014, acontecerá o E-Candangão 2022. O evento consiste na disputa de campeonatos de jogos digitais e reúne apaixonados pelo E-Sports. Esta competição é o maior encontro gamer esportivo da capital federal, movimentando diversos players.

O evento gamer é totalmente gratuito e começa às 9h. O torneio de esportes eletrônicos contará com diversos jogos, como Free Fire, Fifa, Just Dance e competições de Kangoo Jump e Cosplay. Os campeonatos contaram com uma fase online e, agora, serão finalizados dentro da Arena BRB Mané Garrincha de forma presencial. Com a exceção do certame de Fifa, game de futebol, todos os outros terão premiação em dinheiro para os melhores colocados.

O principal objetivo do E-Candangão é a promoção e a criação de oportunidades que favoreçam a formação cidadã de jovens a partir da prática dos esportes eletrônicos e exercícios físicos. Organizado pelo Instituto Inside Brasil, outro objetivo é fortalecer o Distrito Federal como polo esportivo da categoria, criando uma imagem positiva diante da sociedade quanto ao esporte eletrônico, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e sociocultural.

◉ Fique por dentro
Ceilândia contrata zagueiro que disputou a Copa do Brasil em 2022
Capital contrata lateral direito que disputou a Série D
Ceilândia anuncia mais um reforço para o Candangão 2023

E-Candangão
Foto: Divulgação/E-Candangãp

Confira abaixo como funcionará cada campeonato e premiação

JUST DANCE

O jogo eletrônico de simulação de dança contará com 30 participantes, com disputas no sistema de “mata-mata” onde um participante enfrenta outro (1v1). Não haverá distinção de categorias, sendo aberto à participação para todas as idades.

Premiação:
1º lugar – R$ 300,00
2º lugar – R$ 150,00

COSPLAY

Termo em inglês, formado pela junção das palavras costume (fantasia) e play (brincadeira ou interpretação), o desfile contará com 40 participantes que realizarão apresentações de no máximo 4 minutos. Avaliados por 3 jurados reconhecidos na comunidade geek.

Premiação:
1º lugar – R$ 1.000,00
2º lugar – R$ 750,00
3º lugar – R$ 500,00

FREE FIRE

A disputa do jogo eletrônico mais popular dos últimos anos do tipo mobile, contará com mais de 192 participantes, divididos em 48 equipes de 4 players. O torneio será dividido em duas etapas (online e presencial), destinado apenas para a modalidade full mobile, iniciando os embates onlines nos dias 16 e 17/12 (classificatórias), e, encerrando no dia 20/12 com a grande final de forma presencial.

Premiação:
1º lugar – R$ 1.200,00
2º lugar – R$ 800,00
3º lugar – R$ 400,00

Ceilândia contrata zagueiro que disputou a Copa do Brasil em 2022

0
Novo zagueiro do Ceilândia
Foto: Divulgação/Bahia de Feira

O Campeonato Candango 2023 já está batendo na porta e os clubes seguem se movimentando no mercado da bola. O Ceilândia, um dos representantes do Distrito Federal nas competições nacionais na próxima temporada, continua divulgando os jogadores que farão parte do plantel. Na manhã desta segunda-feira (19/12), o Gato Preto anunciou a contratação do zagueiro Dudu. O atleta é o quinto reforço do Alvinegro, além de três renovações.

Eduardo José da Rosa MIlhomem, ou somente Dudu, é um defensor de 27 anos. Na atual temporada o jogador atuou por três equipes: Juazeirense, Real Brasília e Royal. Pela equipe nordestina, o atleta jogou a Série D do Campeonato Brasileiro, além da Copa do Brasil. Depois o zagueiro se transferiu para o Leão do Planalto, jogando a Segunda Divisão do Candangão. Encerrando o ano de 2022, Dudu defendeu as cores do Royal no terceiro escalão do futebol goiano.

◉ Fique por dentro
Capital contrata lateral direito que disputou a Série D
Ceilândia anuncia mais um reforço para o Candangão 2023
Nome de craque e rivalidade: família brasiliense demonstra amor à Argentina

Dudu zagueiro Ceilândia
Foto: Divulgação/Ceilândia E.C.

O defensor é formado nas categorias de base do Gama, onde atuou pelo Sub-19 do Alviverde. Dudu fez carreira em diversos times do Distrito Federal, como Legião e Paranoá, além das equipes já citadas. Fora do quadradinho o zagueiro defendeu as cores do Ipatinga, Guarulhos, Atlético-BA e Bahia de Feira. Em seu currículo, Eduardo possui dois títulos da Segunda Divisão do Campeonato Candango, em 2019 e 2021.

Dudu é a quinta contratação do Ceilândia. Anteriormente, o Gato Preto havia divulgado os nomes de Euller Viana, Milla, Felipe Cirne e Bernardo. Além desses novos jogadores, o Alvinegro renovou com mais três atletas: Felipe Clemente, Geovane e Matheus Kayser. O Ceilândia estreia no Candangão 2023 diante do Brasiliense, no sábado (28/1). Na próxima temporada, o clube ainda vai disputar a Copa do Brasil, Série D e Copa Verde.

Capital contrata lateral direito que disputou a Série D

0
Toninho Paraíba novo reforço do Capita - foto: instagram do atleta

O Capital Clube de Futebol anunciou em suas redes sociais mais um reforço visando o Candangão 2023. O lateral direito de 30 anos, Toninho Paraíba, vem somar ao elenco da Coruja e já está se preparando para a competição que começará no dia 28 de janeiro.

Toninho Paraíba não é estreante nos campos locais. Em 2021 o lateral direito hoje do Capital esteve no Gama e disputou 8 partidas.

Mais recentemente, o atleta jogou a Série D pelo Afogados da Ingazeira. Lá, esteve em 15 confrontos e fez apenas um gol. O Afogados esteve no grupo 3 da Série D junto de Retrô, América/RN (campeão da competição) e Sousa/PB. Foi o quarto classificado do grupo e encarou o Asa de Arapiraca, perdendo os dois jogos e não superando a segunda fase da competição.

Seus melhores anos foram entre 2013 e 2015. Ganhou o Campeonato Paraibano em 2013 e em 2014, sagrou-se campeão Brasileiro da Série D em 2013, tudo isso pelo Botafogo/PB, e do Paraibano da Segunda Divisão em 2015.

Jogou, ainda, pelo Sertãozinho, Rio Claro, Paraná, Confiança/PB, Boa Esporte, Nacional/PB, CSP e Treze.

O Capital vem se reforçando e já anunciou vários nomes, como o do zagueiro ex-Central Ítallo, o goleiro Felipe que atuou por Corinthians e Flamengo, o também goleiro Léo Rodrigues, o meia Igor Villela, dentre outros reforços. Rogério Mancini é o treinador que conduzirá o elenco da Coruja em 2023 em busca do título inédito da elite do futebol masculino do Distrito Federal.

O Capital estreia no Campeonato Candango 2023 em casa. Marcado para começar no dia 28 de janeiro, um sábado, o Coruja receberá no Estádio JK o time do Samambaia. A equipe foi campeã da Segunda Divisão do Campeonato Candango, derrotando o Real Brasília na finalíssima. O segundo compromisso do clube azul e branco será fora de casa, diante do Taguatinga, marcado para uma semana depois.

Ceilândia anuncia mais um reforço para o Candangão 2023

0
Euller Viana
Foto: Jeferson Cariri/Treze

De olho no Candangão 2023, os times do DF aproveitam o final de ano para deixar os torcedores ansiosos para o campeonato. O Ceilândia é um deles e divulgou na noite deste domingo (18/12) mais um nome que vai compor o elenco na próxima temporada. Novo na capital, o zagueiro Euller Viana assinou com a equipe.

Na última temporada, o jogador de 29 anos atuou no Flamengo de Arcoverde-PE, Jacobinense e URT. Euller também já defendeu as camisas do Treze, Nova Mutum e Ipatinga. O Ceilândia é a primeira equipe do zagueiro no Distrito Federal.

Além de Euller Viana, o Gato Preto anunciou outras contratações ao longo da semana. A primeira foi do ex-Vasco e Brasiliense, Bernardo. Felipe Cirne e Milla também assinaram com o Ceilândia para a temporada 2023. Felipe Clemente, Kayser e Geovane, conhecidos da torcida, também permanecem na equipe comandada por Adelson de Almeida.

O Ceilândia terá a agenda movimentada em 2023. A primeira disputa do ano é diante do Brasiliense, no sábado (28/1), às 15h. O confronto será realizado no Estádio Abadião. Ainda pelo Candango, terá Real Brasília e Paranoá em sequência. Depois, encara encara o Rio Branco/ES, em 18 de fevereiro, pela primeira fase da Copa Verde. No mesmo mês, em data a ser definida, terá a Copa do Brasil. Em abril, começa a Série D do Campeonato Brasileiro.

 

Nome de craque e rivalidade: família brasiliense demonstra amor à Argentina

0
Família torce para Argentina
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

A final da Copa do Mundo acontece neste domingo (18/12) às 12h (horário de Brasília) entre Argentina e França e uma família brasiliense aguarda ansiosa a decisão. O motoboy Elimar Crescencio nasceu no Brasil, mas é torcedor declarado da Argentina. O amor pela seleção argentina é tanto que batizou seu filho com o nome de um craque argentino. Sua esposa, Aninha, assumidamente torcedora da seleção canarinho, foi contra a ideia, mas cedeu em parte à vontade do marido. Assim, nasceu Gustavo Tévez, também adepto da albiceleste.

Elimar Crescencio declarou que o amor pela seleção argentina começou devido ao seu clube de coração. “O amor pela Argentina surgiu por eu ser corintiano. O Pelé era do Santos e humilhava muito o Corinthians, então já criei antipatia”. A escolha pela finalista da Copa do Mundo ganhou força com um nome. “O Maradona era o maior rival do Pelé, me encantei pelo futebol dele e resolvi torcer pelo maior rival do Brasil: a Argentina. Desde então, o amor foi só aumentando a cada Copa”, revelou.

O motoboy salientou que a torcida é grande não só pela seleção. “Torcemos pelos clubes argentinos no futebol e fico até dividido quando jogam contra o Corinthians. Pessoal aqui em casa se divide entre Boca Juniors e River Plate”, falou. Elimar ainda contou que acompanha outros esportes devido à paixão pelo país sul-americano. “O amor pela Argentina não fica só no futebol, gostamos de basquete também. Época de Olimpíada somos Argentina em todos os esportes”, declarou.

Em período de Copa do Mundo, Elimar diz que demonstra ainda mais seu amor. “Época de Copa colocamos bandeira da Argentina em nossa casa, no mesmo mastro onde fica a antena, e viramos a atração com a bandeira da seleção argentina tremulando”, confessou. Crescencio ainda relatou como é a convivência com seus vizinhos torcedores da seleção brasileira. “Todo mundo brinca quando tem Brasil e Argentina. Os vizinhos gritam mais ainda quando o Brasil faz gol, mas quando a Argentina ganha, a gente extravasa”, afirma.

Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Ligação com Argentina gerou homenagem a jogador

A paixão pela Argentina intensificou quando Elimar viu Carlitos Tévez jogar. “Quando o Tévez surgiu no Boca Juniors, foi campeão em cima do Santos e aí completou o meu amor pela Argentina. Ainda veio jogar no meu time, o Corinthians”, mencionou. Antes da transferência do jogador ao clube paulista, Elimar e Aninha, sua esposa, decidiram por mais um filho para homenagear Tévez. “Eu e minha esposa nem pensávamos em ter mais filhos, mas quando surgiu boatos de que o Tévez poderia jogar no Corinthians, quis ter mais um”, contou.

No início de 2005, o terceiro filho do casal nasceu. “Meu filho nasceu em março de 2005 e o Tévez já fazia sucesso no Corinthians. Quis colocar o nome de Carlitos Tévez, mas minha esposa não concordou com Carlitos”, relatou Elimar. Aninha contou como foi a homenagem ao ex-jogador corintiano. “Meu esposo torcia para a Argentina desde que o conheci. Ele veio com a ideia de colocar Carlitos Tévez e eu não gostei. Deixamos por Gustavo Tévez”, confidenciou.

Rivalidade Brasil x Argentina

Apesar de brasileiro, Elimar diz torcer contra seu país de nascimento no futebol. “Não torço pelo Brasil. Não vou dizer que odiamos, mas torcemos contra a seleção brasileira com qualquer adversário que ela enfrente”, disse. Do lado oposto, Aninha disse acompanhar pouco o Mundial. “Eu só assisti ao jogo do Brasil contra a Coreia do Sul e gritei muito com o gol do Neymar. Os outros jogos eu não consegui, pois estava trabalhando”, revelou.

Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

A matriarca da família ainda contou como foi chegar em casa quando o Brasil foi derrotado nos pênaltis pela Croácia. “Foi decepcionante eu chegar em casa depois da eliminação do Brasil e ter que aturar esse bando de “argentino” aqui em casa. A zoação foi total”, brincou. O filho do casal, Gustavo, acompanhou a fala do pai. “Eu já cresci torcendo para a Argentina. O Brasil é meio que um rival. Claro que gosto de alguns jogadores por jogarem no meu time, mas não consigo torcer para a seleção brasileira”, admitiu.

Gustavo Tévez sonha colocar nome de outro craque em seu filho

Gustavo Tévez de Sousa Crescencio, ou Gustavo Tévez, ou somente Tévez, pensa em manter a ideia de seu pai e colocar nome de outro craque em seu futuro filho. “Pretendo seguir a tradição do meu pai e homenagear um jogador botando nome no meu filho. Quero colocar Messi, pois não vi o Tévez jogar tanto assim. O auge dele não me recordo tanto e como vi o Messi, quero colocar o nome dele”, falou.

Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

O garoto de 17 anos revelou assistir o campeonato argentino. “Acompanho muito a LPF (primeira divisão do futebol argentino) e o Nacional (divisão de acesso) eu vejo alguns jogos”, disse. Tévez falou à equipe do Distrito do Esporte não ter um clube de coração na Argentina, mas que há uma preferência. “Eu gosto do futebol argentino num todo, não sou fanático por um só, mas eu prefiro o Boca Juniors”, assumiu.

Sobre as brincadeiras com seu nome, Tévez diz que alguns gostam, mas outros nem tanto. “Algumas pessoas brincam com ‘nossa, um brasileiro que torce para a Argentina’, mas outras ficam com raiva. Algumas já me bloquearam e perdi o contato devido à torcida”, explanou. Ligado ao futebol, Gustavo sonha em seguir carreira no esporte. “Eu quero no futuro ser técnico de futebol, treinar o Barcelona ou a Seleção Argentina, é meu maior objetivo. Ou então estar perto do futebol de alguma forma”, confessou.

Argentina campeã é o palpite da família

Para Tévez, a decisão contra a seleção europeia tem gosto de vingança. “A final contra a França vai ser boa. Além de se vingar pela última eliminação na Copa da Rússia, é um time mais exposto e com a defesa bem desorganizada”. “Irei de 1 a 0, gol do Enzo Fernández”. Diferença de um gol também é o palpite de Aninha. “Acho que vai ser Argentina 2 a 1, gols de Messi e Julián Álvarez”, chutou.

Confiante no título da Argentina, Elimar acredita em jogo difícil. “Mesmo torcendo pela vitória no tempo regulamentar, ou mesmo na prorrogação, sou bastante realista. Tenho consciência do poder do time francês, por isso, acredito que a decisão irá para os pênaltis, infelizmente. Vamos ter que comemorar o título sofrendo nos tiros livres”, brincou. Elimar ainda chutou o placar e os autores dos gols na partida de amanhã. “Aposto em 1 a 1 nos 90 minutos e 0 a 0 na prorrogação, gols de Messi e Mbappé”, arriscou.

Paranoá define comissão técnica para 2023 e marca apresentação do elenco

0
Klésio Borges
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Por Bruno Henrique de Moura e João Marcelo Pepi
Sexto colocado na última edição do Campeonato Candango, o Paranoá busca uma posição melhor na competição em 2023. A equipe, que já anunciou diversos atletas com identificação no futebol da capital federal, definiu seu treinador e a comissão técnica que o acompanhará na luta pelo inédito título do distrital. Além dos profissionais, o clube decidiu a data de apresentação de seus jogadores.

À frente do comando da equipe estará Klésio Borges. O técnico chegou ao clube em 2021 para a disputa da divisão de acesso do Candangão e levantou a terceira taça da história do clube na competição. Foram sete jogos com quatro vitórias e três empates, derrotando o Brasília nos pênaltis após empate sem gols no tempo regulamentar. Neste ano, o treinador levou o clube ao sexto lugar no campeonato com uma campanha de três vitórias, dois empates e quatro derrotas.

A comissão técnica se mantém com o preparador físico Ernesto Mathias e o preparador de goleiros Júnior Rock. O auxiliar Charles Guerreiro é a exceção dos nomes e assumiu a função em outubro deste ano. Além dos três, o clube ainda conta com os serviços de Eduardo como roupeiro, o fisioterapeuta Gabriel, o massagista Batatinha, Fábio Simonetti comandando o marketing do clube e Luís Felipe como o diretor de futebol do Paranoá.

Mudanças no Paranoá e elenco

Enquanto a comissão técnica se manteve inalterada entre a última e a próxima edição do Candangão, a diretoria do Paranoá modificou os seus nomes. Em julho deste ano, o clube divulgou que Rafael Kern é o novo mandatário do clube ao lado da vice-presidente Cristiane Sampaio. Completando as mudanças, Kléber Moraes é o diretor administrativo da Cobra Sucuri. Além das trocas no comando da equipe, o clube anunciou, em outubro, o seu novo escudo.

O elenco já conta com boa parte de seus nomes divulgados, foram 18 até o momento. O goleiro Matheus Rodrigo Damasceno, o lateral Vandinho, o zagueiro William Alves e os atacantes Daniel Guerreiro e Michel Platini continuam no plantel do Paranoá para 2023. Além deles, vestirão a camisa do PEC os zagueiros Artur Dedé e Pedro Medeiros, e o lateral direito Léo Rosa. Damião Reis, Felipe Pelles, Filipe Werley, João Carlos e Willian Júnior serão os volantes e fechando o ataque, os meias Willian Lima e Gabriel Pedra, e os atacantes Jayme Juan, Lucas Victor e Paulo Rangel.

O Paranoá marcou a apresentação de seu elenco para a próxima segunda-feira (19/12), às 9h, no estádio da Metropolitana, no Núcleo Bandeirante. A equipe estreia no Candangão contra o Santa Maria, fora de casa. Após, a Cobra Sucuri enfrenta o Brasília (casa), Ceilândia (fora), Gama (casa), Capital (fora), Taguatinga (casa), Brasiliense (fora), Real Brasília (casa) e finaliza a primeira fase contra o Samambaia fora de casa.

Ceilândia contrata Milla e anuncia três renovações para o elenco de 2023

0
Milla é o novo reforço do Samambaia para o Candangão 2024
Foto: Oscar Felipe/Paraná

Após iniciar os treinamentos de preparação para a temporada de 2023 na última quinta-feira (15/12), o Ceilândia segue firme e forte no planejamento para disputar o Campeonato Candango e as demais competições do próximo ano. Neste sábado (17/12), o time alvinegro confirmou mais uma contratação: a do atacante Milla, ex-Gama. O Gato Preto também assegurou a permanência de três peças de 2022.

O jogador de 25 anos fez um bom Candangão pelo Gama na última temporada. Em 15 partidas, Milla balançou as redes cinco vezes e ajudou o alviverde a chegar no quadrangular semifinal do último torneio local. Gaúcho de Três Passos (RS), o jogador começou a carreira na base do Internacional e também tem no currículo passagens por Figueirense e Paraná.

A equipe de Adelson de Almeida, porém, não está sendo montada apenas com caras novas como Milla. Vice-campeão candango em 2021, o Ceilândia também fechou a renovação de três jogadores do elenco da última temporada. Em 2023, o atacante Felipe Clemente, o volante Geovane e o goleiro Matheus Kayser vão continuar vestindo a camisa do Gato Preto nos desafios do ano.

Clique e saiba mais
Ceilândia contrata velho conhecido do futebol do DF
Bernardo, ex-Vasco, é novo reforço do Ceilândia Esporte Clube
Ceilândia começará os trabalhos para o Candangão na quinta-feira (15/12)

Em pleno período de treinamentos visando a nova temporada que está por vir, o Ceilândia já divulgou seis peças do elenco de 2023. Além de Milla, Felipe Clemente, Geovane e Matheus Kayser, o Gato Preto contratou o meia-atacante Bernardo, ex-Brasiliense, e assinou um novo contrato com Filipe Cirne. Novos nomes devem ser anunciados pela equipe nas próximas semanas.

Assim como na última temporada, o Ceilândia terá um calendário bastante movimentado em 2023. O Gato Preto começa o ano disputando o Campeonato Candango com estreia em 28 de janeiro contra o Brasiliense. Na sequência, encara o Rio Branco/ES, em 18 de fevereiro, pela primeira fase da Copa Verde. No mesmo mês, em data a ser definida, terá a Copa do Brasil. Em abril, começa a Série D do Campeonato Brasileiro.

Coluna Visão de Jogo #12: As análises bipolares da imprensa brasileira

0
Coluna Visão de Jogo

Por Luiz Henrique Borges

Talvez a atual crônica tenha sido a mais difícil e desafiadora desde que comecei a escrever nos primeiros meses de 2020. Antes que alguém, açodadamente, pense que o motivo é a desilusão com o Brasil na Copa do Mundo, alerto que o motivo é outro. A Covid, enfim, me “convocou” para fazer parte de seu esquadrão. Após uma ponta de febre e a ardência na garganta, testei positivo. Apesar de vacinado, tomei as 4 doses, senti algumas consequências da doença, o principal deles, o que mais me afetou ao longo da semana, foi o incomensurável cansaço. Agradeço pelas vacinas que tomei, elas não evitaram a contaminação, por sinal isto nunca foi prometido, mas certamente os efeitos da enfermidade foram mais leves e suportáveis.

Mesmo cansado, tentei assistir e ler, quando consegui me manter acordado, algumas opiniões da imprensa sobre a desclassificação do Brasil. Como era de se esperar, o comentarismo de resultados é a tônica de boa parte dos nossos jornalistas. Diversas análises carecem de fundamento e de coerência. Tudo isso me leva a crer que ou o comentarista usa o espaço para desabafar ou a empresa de comunicação pauta uma discussão para atrair o torcedor com discursos de teor emocional e distantes de uma apreciação mais acurada. Talvez seja a junção dos dois.

Jornalistas que até então elogiavam o trabalho realizado pela Seleção Brasileira para o ciclo da Copa do Mundo, que afirmavam que o Brasil tinha uma esquema de jogo coerente e forte, que o Tite havia convocado os nomes certos, exceto por algumas discussões que abarcavam o nome de Daniel Alves, após a derrota nos pênaltis para a Croácia adotaram a política da terra arrasada. Exemplificando, em um dos canais de esporte, um determinado profissional teceu diversos elogios ao Brasil após a vitória contra a Coreia e, na quarta-feira, dia 14 de dezembro, ele desancava a participação brasileira na Copa do Mundo. Coerência zero quando se abre a temporada de caça às bruxas.

Apesar da derrota, dolorida, é verdade, continuo afirmando que a Seleção Brasileira era uma das favoritas para conquistar o Mundial. No entanto, favoritismo não é garantia de conquista e, além disso, ela dividia com diversas outras equipes tal posição. A Copa do Mundo é assim: podemos ser a sensação na segunda-feira e sermos eliminados no jogo seguinte, na mesma semana, não foi exatamente o que aconteceu? Em outras crônicas afirmei que para ser campeão do mundo é preciso, preferencialmente, atuar bem em todos os jogos, mas também contar com uma boa dose de sorte. No jogo contra a Croácia não jogamos bem e também não contamos com a sorte.

A Seleção Brasileira foi incapaz de pressionar os croatas que buscaram, ao longo de todo o jogo, sabedores da sua ineficiência ofensiva, cozinhar o galo em banho-maria. Eles procuraram manter a bola sob controle e para isso povoaram o meio campo para, se possível, encontrar uma bola salvadora.

Fiquei com a impressão, sobretudo no primeiro tempo e em parte da etapa final, que a Seleção Brasileira entrou em campo com a cabeça nas semifinais e se esqueceu que para chegar lá havia uma pedra no caminho que se chamava Croácia. Convicto de que venceria a partida a qualquer momento contra os envelhecidos vice-campeões mundiais, o Brasil aceitou o fogo brando proposto pelo seu oponente. O congestionamento do meio campo croata e o acomodamento brasileiro fizeram com que o jogo ficasse lento o que favorecia a equipe europeia.

Apesar de pouco elétrico, o confronto foi se tornando tenso e nas suas poucas escapadas, o Brasil não produziu real perigo ao gol adversário. A Seleção Brasileira melhorou com a entrada de Rodrygo e Antony na etapa final e algumas oportunidades foram criadas, no entanto, todas, sem exceção, pararam em Livakovic, o goleiro croata. Veio a inesperada prorrogação e ao final da primeira etapa Neymar, sempre muito criticado, fez um golaço com cara de redenção, daqueles que até os críticos aplaudem de pé.

Sem alternativas, a Croácia, com jogadores altos, resolveu jogar a bola na área brasileira. Para tentar fugir do perigo, o Brasil adiantou sua marcação e, entre erros e azares, a equipe europeia encaixou um contra-ataque no fim da prorrogação e empatou o jogo em um chute de tornozelo que desviou em Marquinhos e saiu do alcance de Alisson que até então havia sido apenas um espectador do jogo.

Muitos amigos, após o empate, imediatamente me enviaram mensagens criticando a postura do Brasil. Para eles, a Seleção deveria ter fechado a casinha e suportado a pressão croata. Pode ser, mas os argentinos contra os holandeses, após abrir a vantagem de 2X0, tentaram isto e o resultado também não foi muito bom. Diferentemente do Brasil, eles venceram nas penalidades e a estratégia de recuar o time saiu do foco das críticas.

O inesperado empate caiu como uma bomba sobre os brasileiros que se desestabilizaram para as penalidades. Muito se discutiu se Neymar não deveria ter iniciado as cobranças. Não há receituário. Romário, que jamais foi um exímio cobrador, afirmou que como líder da equipe de 1994, assumiu a responsabilidade na final contra a Itália, mas ele também confessou que ficou aliviado por não ser o último cobrador, afinal se errasse haveria ainda a possibilidade de recuperação. Entendo que a primeira e a última cobrança são as mais tensas e elas devem ficar reservadas aos jogadores mais cascudos e capazes. Por isso não acho que o Rodrygo deveria abrir a série, mas a escolha final por Neymar jamais me pareceu descabida e, se tivesse dado certo, como ocorreu na disputa pelo ouro olímpico conquistado em 2016, contra a Alemanha, os mesmos críticos estariam tecendo loas à estratégia.

Na semifinal, contra a Argentina, a Croácia adotou postura semelhante ao jogo contra o Brasil e teve êxito nos 30 primeiros minutos, mas foi surpreendida por um lançamento primoroso que encontrou Julián Álvarez livre para sofrer o pênalti que Messi converteu. No segundo gol, que praticamente selou os rumos da partida, a sorte foi fundamental. Julián Álvarez percorreu 54 metros com a bola e nas duas divididas com os defensores croatas a redonda bateu, rebateu e voltou mansa e obedientemente para os seus pés. Quantas bolas não pingaram na área croata e com um pouquinho de sorte poderíamos ter colocado para dentro? O rumo do jogo seria outro e certamente o caráter bipolar dos jornalistas-torcedores do Brasil não apareceriam naquele momento.

Queríamos o hexa. Não foi possível. Mas as análises precisam deixar de lado a bipolaridade. Nós não somos os piores quando perdemos, também não somos perfeitos nas conquistas. Contamos com uma geração talentosa e espero que a CBF saiba preparar o próximo ciclo com competência. Agora, parafraseando Belchior, como uma rapaz latino-americano, só me resta torcer para a Argentina.

Todas as edições da Coluna Visão de Jogo

Elenco do Taguatinga será apresentado em janeiro

0
Taguatinga
Foto: Jefferson Meneses/Taguatinga

O Campeonato Candango 2023 está cada vez mais perto e isso faz com que os clubes da capital se movimentem para a disputa da primeira divisão da capital federal. Depois de algumas equipes divulgarem suas respectivas reapresentações, Taguatinga anunciou nesta sexta-feira (16/12) que fará a apresentação do treinador, comissão técnica e elenco no dia 2 de janeiro.

Mesmo com a data de apresentação marcada na agenda, o clube ainda não tem nada definido para a próxima temporada, além de não ter divulgado os nomes que irão compor o elenco da disputa do Candangão 2023. Uma das poucas mudanças anunciadas foi a saída de Edmilson Marçal da presidência do time. Quem assumiu o posto foi Vice Hilda Jesus, além do diretor de futebol Bruno Alemão que trabalhou no Candangão de 2022.

◉ Fique por dentro
Ceilândia contrata velho conhecido do futebol do DF
Emerson, ídolo do Gama, é a primeira contratação do Alviverde
CBF divulga tabela básica da Copa Verde 2023

Anteriormente, o Taguatinga havia divulgado a vestimenta que será usada no Campeonato Candango 2023. O uniforme da próxima temporada foi mostrado à torcida pelas redes sociais. O modelo terá listras diagonais em tons azuis e brancos, relembrando o que foi usando no tricampeonato em 1991, 1992 e 1993. A Águia Branca tem um histórico de usar uniformes tradicionais da época de ouro da equipe.

No Candangão 2022, a Águia Branca terminou em oitavo lugar na tabela, com dez pontos somados. Foram três derrotas, quatro empates e duas vitórias. O time estreia no Campeonato Candango 2023 diante do Gama, fora de casa. A data e o local do confronto ainda não foram definidos pela Federação de Futebol do Distrito Federal. Na rodada seguinte, a Águia Branca fará sua estreia em seus domínios. No dia 5 de fevereiro, domingo, o clube recebe o Capital, às 15h. Encerrando as três primeiras rodadas, a equipe azul e branca recebe o Samambaia, novamente em casa.