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Paranoá vira em cima do Brasília e garante mais uma vitória

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Foto: Filipe Fonseca/Paranoá

Com três pontos cada um na tabela, Paranoá e Brasília se enfrentaram nesta tarde de sábado (4/2) em partida válida pela segunda rodada da competição. Melhor para a Cobra Sucuri, que venceu por 2 a 1, gols de Paulo Rangel e Daniel Guerreiro pela equipe mandante, e Ricardo Oliveira, descontando para o Colorado. Com a vitória, o clube chegou a seis pontos no torneio e vai dormir na vice-liderança do certame, atrás apenas do líder Gama. O confronto, disputado no estádio Defelê, mostrou equilíbrio entre as equipes.

Mesmo com um primeiro tempo mais forte, a Cobra Sucuri não conseguia oportunidades de chutes ao gol. A chance, em um pênalti, foi desperdiçada por Paulo Rangel. Já o Brasília, aproveitou a sua penalidade máxima e Ricardo Oliveira colocou o Avião na frente. Na segunda etapa, o Paranoá empatou logo nos primeiros minutos com Paulo Rangel. Mesmo com um jogo picotado, a equipe do técnico Klésio Moraes virou com Daniel Guerreiro e garantiu a vitória.

Brasília marca na primeira etapa

A equipe do Paranoá tomou iniciativa e começou tendo o controle do jogo, circulando a bola e jogando para frente. Já o Brasília, apostava nos contra-ataques. Aos seis minutos, Careca arriscou um chute de fora da área, mas sem riscos para o goleiro Matheus. O  Colorado teve outra oportunidade em uma cobrança de falta, aos 12 minutos, mas a cabeçada foi para fora.

Filipe Fonseca/Paranoá E. C.

Aos 23 minutos, o juiz marcou pênalti para o Paranoá. Paulo Rangel bateu, mas o chute explodiu na trave. Aos 31′, Willian Junior arriscou e a bola passou próximo. Nos minutos finais, após confusão na área, penalidade máxima para o Colorado. Aos 42′, Ricardo Oliveira cobrou e não desperdiçou, marcando o primeiro gol para o Avião. A Cobra Sucuri até tentou igualar o placar antes do fim do primeiro tempo, mas o Brasília não permitiu e foi para o intervalo com a vantagem.

Paranoá com uma nova postura

O segundo tempo iniciou embaixo de muita chuva. Atrás no placar, o Paranoá entrou focado para o final do certame. Aos seis minutos e com um belo passe de Vitor Júnior para Paulo Rangel, o atacante tirou do goleiro e marcou para a Cobra Sucuri. Aos 21′, Paulo Rangel arriscou um chute e conseguiu o escanteio. Na cobrança, o ataque cabeceou e o goleiro Jennerson defendeu.

Com jogo truncado, muitos cartões amarelos e muita reclamação de ambos os times, as equipes não tiveram muitas chances de gols e o jogo ficou muito picotado. Mas em uma boa levantada de falta de Vitor Júnior, Daniel Guerreiro escorou e fez o gol para o Paranoá, aos 43 minutos, garantindo mais uma vitória para o time no Candangão.

Filipe Fonseca/Paranoá E. C.

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– Guia do Candangão

– Coluna Visão de Jogo

Classificação do Campeonato Candango 2023

O que vem por aí

As equipes jogarão na próxima quarta-feira (8/2). O Paranoá irá enfrentar o Ceilândia, às 15h, no Estádio Abadião. Já o Brasília, terá um confronto contra o Santa Maria no Estádio  Serejão, às 20h.

Paranoá 2

Matheus Damasceno; Arthur; João Carlos; Paulo Rangel ⚽ (William); Luiz Felipe (Vandinho); Willian Magrão (Daniel Guerreiro ⚽🟨); Douglas Rato; Pedro Medeiros🟨; Felipe Assis; Willian Junior (Vitor Júnior🟨) e Gabriel Luiz.

Técnico: Klésio Moraes

Brasília 1

Jennerson; Edimar🟨; Dante🟨; Borges🟨 (Castro Junior); Cristian; Ricardo Oliveira ⚽ (Ian Carlos); Espeto🟨; Marcos Antônio; Regino🟨; Careca🟨 e Hwry (Titico).

Técnico: Ricardo Antônio

Após derrota na estreia, treinador do Taguatinga fala sobre próximo desafio

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Edmilson Marçal - Presidente e Treinador do Taguatinga
Foto: Alan Rones

Com a rodada inaugural do Campeonato Candango 2023 acontecendo no último final de semana, onde cinco jogos movimentaram o final de semana, a segunda rodada do certame local começará na próxima sexta-feira (3/2) e terminará no domingo (5/2). O Taguatinga, que foi derrotado longe de seus domínios, agora terá que juntar os cacos após uma atuação ruim diante da Sociedade Esportiva do Gama. De olho no próximo duelo, Edmilson Marçal comentou sobre o desafio.

O Taguatinga estreou na competição no último domingo, fora de casa. A Águia Branca foi até o Estádio Defelê, na Vila Planalto, para enfrentar o Gama. A equipe da Praça do Relógio foi vazada duas vezes na primeira etapa e saiu de campo derrotada pelo placar de 2 a 0. O primeiro revés na principal competição local liga o alerta para o clube azul e branco, já que o time sofreu durante os 90 minutos no duelo e não conseguiu levar perigo à meta do goleiro gamense.

Taguatinga
Foto: Alan Rones/ASCOM Taguatinga

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Samambaia confirma que jogará no Estádio Rorizão na 4ª rodada

Antecedendo o próximo confronto diante do Capital, o ex-presidente do Taguatinga e agora treinador, falou sobre o duelo contra o Coruja no Serejão. “Teremos um jogo muito difícil contra uma equipe extremamente qualificada, mas estamos nos preparando muito, corrigindo os nossos erros, especialmente aqueles cometidos contra o Gama em nossa estreia. Acreditamos que faremos um outro jogo e num outro patamar”, concluiu Edmilson Marçal.

O Taguatinga entra em campo no próximo domingo (5/2). Mandante na rodada, o Taguatinga receberá o Capital no Estádio Elmo Serejo Farias, o Serejão. O duelo está marcado para às 15h30. Assim como a Águia Branca, o Coruja foi derrotado na primeira rodada, por 2 a 1, para o Samambaia. O duelo entre as aves promete ser bem disputada, já que ambas as equipes estão querendo conquistar a vitória no Candangão e somar pontos.

Gama conquistou terceira vitória nos últimos cinco clássicos no Serejão

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Clássicos no Serejão
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

No processo de construção da própria história, os clássicos verde-amarelo entre Brasiliense e Gama foram marcado por um certo equilíbrio de triunfos para os dois lados. Porém, nas últimas partidas disputadas pelos rivais no Estádio Serejão, em Taguatinga, um lado vem se sobressaindo. Nas últimas cinco disputas na casa do Jacaré, o Periquito levou a melhor em três oportunidades.

Ampliada nesta sexta-feira (3/2), com vitória por 2 a 1, em jogo válido pela segunda rodada do Campeonato Candango, a série puxa um histórico desde 2015. Naquele ano, o alviverde bateu o time amarelo por 2 a 0. Os times voltaram a se encontrar no Serejão apenas em 2020, quando o Periquito novamente levou a melhor sobre o Jacaré, com um resultado de 2 a 1.

No mesmo ano, o Brasiliense interrompeu a sequência ao aplicar 3 a 0 sobre o Gama. Em 2021, o novo encontro entre os dois rivais no palco esportivo de Taguatinga registrou um empate por 0 a 0. Após novo hiato sem duelos no Serejão, os rivais voltaram a se encontrar no local nesta sexta-feira (3/2), quando o verde voltou a triunfar sobre o amarelo. Os dados foram levantados com auxílio da Painel do Clássico Verde-Amarelo, de autoria de Giscard Stephanou.

Essa é a maior sequência invicta atual em todos os palcos que já receberam o clássico verde-amarelo. No Bezerrão, o Gama vem de três partidas sem perder (um empate e duas vitórias). No Mané Garrincha, o alviverde venceu o último jogo. Antes, o triunfo havia sido do Jacaré. No Defelê, o Brasiliense levou a melhor em três confrontos seguidos diante do rival. No Abadião, foram dois bons resultados do time amarelo.

No retrospecto geral do clássico verde-amarelo, o Brasiliense leva vantagem. No geral, são 28 vitórias do Jacaré, contra 23 gamenses e outros 22 empates no confronto. Apenas no Serejão, o time de Taguatinga venceu nove vezes, com oito triunfos do Periquito e mais 11 igualdades. No total, os clubes jogaram 28 vezes no palco esportivo da partida de sexta-feira (3/2).

Após o jogo válido pela primeira fase do Campeonato Candango, Brasiliense e Gama não têm um novo encontro marcado previamente. Os times voltariam a se enfrentar nesse ano apenas em uma hipotética final ou semifinal do torneio local. Se isso não acontecer, 2023 se juntará a 2014, 2016, 2017 e 2018 como as temporadas com apenas um clássico verde-amarelo.

Coluna Visão de Jogo 19: O futebol nada tem de galileano

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Coluna Visão de Jogo

Por Luiz Henrique Borges

Flamengo e Palmeiras realizaram, no último sábado do interminável janeiro de 2023, uma partida de tirar o fôlego. Durante o emocionante confronto me comuniquei várias vezes com meu amigo Guilherme, o flamenguista fanático e, em determinado momento, afirmamos a seguinte heresia: “o ingresso valeria os R$ 500,00”. Depois do espetáculo realizado, sob o impacto da partida repleta de emoções e sem ter gastado quase meio salário-mínimo, a afirmação se torna fácil de ser dita, soando um quase arrependimento.

De cabeça fria, continuo afirmando que os preços dos ingressos são desrespeitosos com a maior parte dos torcedores brasileiros, pessoas humildes e que passam pelos maiores perrengues para garantirem a própria sobrevivência.

Concordo com outro grande amigo, Leonardo Valadares. Após a final da Supercopa do Brasil, ele afirmou que foi um grande jogo e, me permitam transcrever suas palavras: “Pena que jogos assim são um oásis no deserto por aqui”. Realmente não é rotineiro assistirmos uma partida tão bem disputada, emocionante e de bom nível técnico, apesar das falhas cometidas pelas duas equipes.

A defesa do Flamengo, no meu entender, apresentou grande fragilidade. David Luiz falhou em três gols do adversário. No primeiro gol, por exemplo, ele matou a bola nos pés do atacante palmeirense. No segundo gol, perdido no meio da defesa, ele deixou um latifúndio para o belíssimo chute, certeiro, de Gabriel Menino. No terceiro gol, novamente mal posicionado e, me parece já sem vigor físico, ele salta a altura de um meio-fio e não consegue cortar o cruzamento que terminou no pênalti cometido por Everton Ribeiro.

Discuti muito com meu amigo flamenguista, o Guilherme, ao longo do jogo, via Whatsapp, sobre a atuação do zagueiro flamenguista. Ele afirmou peremptoriamente, com ares de superioridade e beirando à arrogância, que eu estava sendo injusto com David Luiz e que ainda estava ressentido com a vergonhosa derrota brasileira por 7 a 1 contra a Alemanha.

Neste ponto, ele não errou. Jamais engolirei a derrota na Copa de 2014. Mas, curioso, é que em determinada parte da discussão, ele deixou escapar que, por ser flamenguista, ele precisa defender o jogador do seu clube e veio com aquele papo de que o defensor é importante pela liderança que exerce no grupo. Eu entendo o papel desempenhado pelo líder, algo que faltou, por exemplo, na Seleção Brasileira na última Copa do Mundo. No entanto, ela, por si só, sem ser acompanhada da capacidade técnica, não é suficiente para justificar a escalação de qualquer jogador.

Na verdade, nunca achei o zagueiro um primor de jogador e sempre entendi que melhor do que ele, são os seus empresários que conseguiram colocá-lo em grandes equipes ao longo de sua carreira. Não estou afirmando que ele é um completo “perna de pau” e não faça boas partidas. No entanto, quanto mais próximo o atleta atua do seu gol, menos ele pode falhar. O goleiro, por exemplo, pode fazer centenas de defesas impossíveis ao longo de uma partida, mas se ele errar uma única vez, e pior ainda, se o seu time sair derrotado, nada do que ele fez será lembrado. Fica o frango!

A dramaticidade vivenciada pelos zagueiros é um pouco menor, mas eles também não podem errar e o zagueiro do Flamengo comete erros com frequência. Para encerrar o assunto, considero o David Luiz um excelente jogador e adoraria tê-lo no meu time para o jogo entre casados e solteiros, naquele churrascão de final de ano.

Na próxima terça-feira, dia sete, o Flamengo jogará uma das semifinais do Mundial de Clubes. Mais uma vez, o clube carioca partiu do Rio de Janeiro abraçado por sua torcida. A expectativa é que o rubro-negro jogue a final contra o poderoso Real Madrid. Os europeus, até o momento, sempre “bateram o ponto” na finalíssima, no entanto, os clubes sul-americanos fracassaram em algumas oportunidades.

Entendo que o Flamengo, em relação à última participação, em 2019, possui um time, na linguagem do futebol, mais cascudo. Ao contrário do que alguns acreditam, não é uma equipe mais envelhecida. Na ciranda de entradas e saídas que caracteriza o nosso futebol, a média de idade do grupo que jogou em 2019 é a mesma da atual. O time está mais cascudo exatamente porque atletas importantes, como Gabigol, Everton Ribeiro, Arrascaeta, estiveram no grupo de 2019 e, agora, estão mais experientes e, de grande importância, mantiveram a boa qualidade técnica. Em outras palavras, a competição não terá, para o grupo flamenguista, o mesmo ineditismo que teve há um pouco mais de três anos.

O Real Madrid, principalmente em decorrência da gigantesca diferença financeira entre os principais times dos dois continentes, é o grande favorito, mesmo com os diversos desfalques que os merengues tiveram. Além disso, o momento em que as duas equipes se encontram tende a favorecer os espanhóis. Aqui no Brasil, estamos no início de temporada, os times, nesta etapa, cometem mais falhas e estão distantes do ápice técnico e tático, enquanto na Europa os clubes já se encaminham para as fases decisivas de seus campeonatos, ou seja, eles já se encontram muito bem entrosados. A situação do Flamengo se torna um pouco mais difícil, e já havia feito tal ressalva na crônica passada, na medida em que o time carioca também possui uma nova comissão técnica.

Nada do que falei acima significa que as favas estão contadas. Felizmente, ao contrário de outros esportes, menos afeitos aos resultados inesperados, no futebol as “zebras”, de diversos tamanhos, passeiam pelos gramados de futebol. O Flamengo também precisa se atentar para o ardiloso “animal”, uma vez que ele terá um perigoso confronto, ou contra o Al Hilal, ou contra os donos da casa, o Wydad Casablanca, na semifinal.

Jogos únicos são sempre imprevisíveis e nem sempre o time mais qualificado terá êxito. O São Paulo em 2005 e o Internacional em 2006 foram massacrados pelo Liverpool e pelo Barcelona respectivamente, mas contaram com os poucos erros que seus adversários cometeram, com as grandes atuações de seus goleiros e com doses imensas de sorte para conquistarem o título.

Se os prognósticos se concretizarem, a decisão será entre Real Madrid e Flamengo. O clube espanhol é superior tática e tecnicamente ao seu adversário. Acho que ninguém duvidaria, a não ser os torcedores muito fanáticos, que em um campeonato de pontos corridos, seja o Brasileirão ou LaLiga, o Real Madrid abriria, no mínimo, uma dezena de pontos na frente do Flamengo ou de qualquer outro clube brasileiro. Mas, em apenas 90 minutos, a Esperança e o Inesperado, perigoso casal, podem se fazer presentes e eles, como todos os seres mágicos que habitam os estádios e os campos de futebol, são capazes de alterar qualquer resultado, inclusive transformar a lógica vitória em uma dolorida derrota. O futebol nada tem de galileano, afirmaria a historiadora Michelle dos Santos.

Em noite de clássico, Gama garante vitória em cima do Brasiliense

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Brasiliense e Gama
Foto: Jessika Lineker/Distrito do Esporte

Depois de um ano e sete meses, Brasiliense e Gama voltaram a se enfrentar no Estádio Serejão, em Taguatinga. O clássico de número 73 entre as equipes foi pintado de verde após a vitória importantíssima do time treinado por Vilson Tadei. Com gols de Emerson e Rafael pelo alviverde candango e um de Yuri Mamute, em um lindo chute de fora da área, a favor do Jacaré, o Periquito chegou aos seis pontos e assumiu a liderança da competição.

O primeiro tempo começou com bastante intensidade para os dois lados, mas o cenário mudou após a metade do período. O Gama conseguiu se impor sobre o rival e marcou seu gol com o zagueiro Emerson. A diferença no placar aumentou nos minutos finais com mais um tento de cabeça, desta vez marcado por outro zagueiro: Rafael. Yuri Mamute, em um lindo chute de fora da área, no último minuto de partida, diminuiu o resultado.

Vantagem do alviverde

Fazendo jus ao título de clássico, Brasiliense e Gama entraram em campo com intensidade, principalmente pelo lado amarelo. Logo aos dois minutos, Aloísio fez um belo cruzamento para Luquinhas, o atacante arriscou de longe e viu a bola subir. Mais tarde, Vitor Xavier conseguiu espaço pela linha de fundo, avançou e a defesa do Jacaré, atenta, apareceu para impedir a continuação da jogada. Aos 12’, Luquinhas recebeu ótimo lançamento de Tarta e cabeceou para o fundo do gol, encobrindo Ravel. Para a decepção do torcedor amarelo, o árbitro assinalou impedimento.

O Brasiliense perdeu grande chance de marcar o primeiro da partida aos 19’. Zotti e Brocador tabelaram após uma falha da defesa gamense, o camisa 19 ficou cara a cara com Ravel, chutou colocado, mas o goleiro defendeu. Em seguida, na sobra, Brocador tentou mais uma vez, porém o arqueiro alviverde impediu mais uma vez. Depois do início promissor dos mandantes, o Gama acertou a zaga e atrapalhou as investidas do Jacaré. O time treinado por Luan Carlos perdeu o poderio ofensivo e não chegou mais ao ataque com perigo.

O trabalho do Gama deu resultado aos 24 minutos. Após cobrança de escanteio de Vitor Xavier, Emerson cabeceou sem chances para Artur. Com o Alviverde na frente, o Jacaré precisou correr atrás para mudar a realidade do placar, mas encontrava dificuldades. Dez minutos depois, Renan tentou de longe o segundo do Gama. A bola parou com Vitor Xavier e o jogador tentou arrematar, porém, Arthur anotou uma defesa incrível. Antes do apito final, o Brasiliense teve mais uma oportunidade. Na velocidade, Aloísio agiu rápido e deixou a bola com Tobinha. O atacante bateu forte e a bola saiu rente a trave.

Vitória alviverde carimbada

O Brasiliense voltou diferente para a etapa final do duelo contra o Gama. Logo nos minutos iniciais, o grupo assustou o Gama com lances de perigo, porém, ainda sem deixar a bola no fundo da rede rival. Com 3′, Tarta foi para a cobrança de falta, bateu forte e Ravel afastou. Dois minutos mais tarde, Tobinha levantou para Mamute, o centroavante não cabeceou e perdeu boa chance. Logo atrás, estava Luquinhas. O atacante também tentou, mas a pelota saiu pelo lado esquerdo do gol.

O Jacaré continuou desperdiçando várias oportunidades. Com 14, Aldo teve a chance de deixar tudo igual na contagem. Na sequência, Luquinhas invadiu a área, bateu forte e assustou o arqueiro Ravel, que anotou mais uma defesa importante. Dez minutos mais tarde, Aloísio entregou para Mamute e o companheiro furou de cara para o gol. O Brasiliense continuava com pressão no ataque, mas encontrava dificuldades na finalização das jogadas. Do outro lado, o Gama também mudou a postura. Diferente do primeiro tempo, o plantel de Vilson Tadei era ineficiente e a pressão exercida pelos rivais incomodou.

Precisando tirar a desvantagem no placar, o grupo treinado por Luan Carlos prosseguiu na tentativa da reverter a situação. Aos 34’, reclamação do Brasiliense. Tarta cobrou escanteio, Aldo desviou e em cima da linha, Ravel fez milagre. Os atletas pediram a validação do gol, sem sucesso. Perto do apito final, o alviverde aproveitou mais uma bola parada para balançar as redes mais uma vez. Julio Cesar cruzou e Rafael, de cabeça, ampliou a vantagem no placar. Depois de várias tentativas, o Brasiliense diminuiu a diferença no último segundo. Mamute finalizou de fora da área e marcou um lindo gol.

O que vem por aí…

Os times voltam a campo na próxima quarta-feira (8/2). O Gama abre a rodada do Candangão 2023 diante do Real Brasília, às 15h, no Estádio Defelê. O Brasiliense vai até o JK enfrentar o Capital, às 15h30. Ceilândia x Paranoá (8/2 às 15h30 – Abadião), Brasília x Santa Maria (8/2 às 20h – Serejão) e Taguatinga x Samambaia (9/2 às 15h30 – Serejão) são os outros duelos da terceira rodada do torneio.

Ficha técnica

Brasiliense 1
Arthur; Caetano (Renan Oliveira), Gustavo Henrique, Keynan (Bahia), Aloísio; Aldo, Tarta (🟨), Zotti (Mamute ⚽); Luquinhas, Alvinho (Sodré) e Hernane Brocador (Tobinha).
Técnico: Luan Carlos

Gama 2
Ravel; Renan (Alex), Tiago (Rafael ⚽), Emerson ⚽, Julio; Platini, Diogo Oliveira (Bruno), Welton; Serginho, Vitor Xavier (Lucas) e Paolo (🟨).
Técnico: Vilson Tadei

Real Brasília e Ceilândia deixam a desejar e ficam no empate

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Foto: Filipe Fonseca

Em jogo de pouca criatividade e raras chances de gol, Real Brasília e Ceilândia ficaram no 0 a 0 na tarde dessa sexta-feira (03/02) no estádio Defelê. O jogo entre Real Brasília e Ceilândia abriu a segunda rodada do Candangão. Se a estreia não foi nada boa para as equipes, o Leão do Cerrado perdeu para o Brasília de virada, 2 a 1, já o Ceilândia tomou um revés dentro de casa para o Brasiliense, o segundo jogo da competição também não agradou os torcedores.

O primeiro tempo foi equilibrado, com o Ceilândia agredindo mais nos primeiros minutos de jogo, além de ter mais posse de bola. O Real equilibrou o jogo e teve a chance de abrir o placar no final do primeira etapa.

O segundo tempo o time do Real teve uma melhora, porém a falta de criatividade de ambas equipes conduziram a partida ao empate sem gols.

Foto: Filipe Fonseca

Primeiro tempo

O Ceilândia veio para cima logo nos primeiros segundos de jogo. O gato preto subiu as linhas e na marcação alta já conseguiu um escanteio com sete segundos de partida.

O Real Brasília não conseguia sair da defesa com a intensidade alta do Ceilândia. Os donos da casa responderam com Marcos Paulo na primeira boa chance do Real. Ele arriscou de longe, porém a bola saiu mascada.

A temperatura alta diminuiu um pouco a intensidade do jogo. O Ceilândia desperdiçou uma grande chance com Clemente, após jogada de Paulo Renê na pequena área, ele chegou de surpresa batendo, mas não pegou bem na bola.

A equipe do Ceilândia tinha mais a posse de bola, porém esbarrava na falta de entrosamento e a forte marcação do Real. A partida foi para o tempo de hidratação e na volta o gato preto continuava com maior posse de bola.

O Real investia nos contra-ataques. A jovem equipe assustava o gato preto. Mais uma vez o Leão do Cerrado chegou com perigo com Matheus: em bela troca de passes ele bateu de longe e bola subiu.

No fim do primeiro tempo Matheus Jesus teve uma chance clara para o Real. Ele recebeu um lindo passe e sozinho parou na ótima defesa de Henrique Marquesan. O fim do primeiro tempo chegou.

Segundo tempo

A etapa final começou com o alvinegro buscando mais o jogo. A partida era mais movimentada, Real tinha boas trocas de passes. O Ceilândia investia nos cruzamentos. Clemente até que tentava, porém não estava em uma tarde inspiradora.

Os donos da casa eram melhor em campo com velocidade e buscando jogadas pelas pontas. Já o gato preto não conseguia construir jogadas. O técnico Adelson não conseguiu encaixar um bom esquema para o Ceilândia.

O jogo ficou truncado e burocrático, muitas faltas cometidas e pouca criação. O fim do jogo chegou, resultado ruim para ambas equipes que seguem sem vitória no Candangão.

Real Brasília

Wendell, Caio Mendes,Jo, Felipe, Gabriel, Tiago Ulisses, Matheus Dias,Uenderson, Mateus,Juan e Marcos Paulo

Ceilândia

Henrique, Júlio Oliveira, João Afonso, Euller, China, Andrey,Geovane, Clemente,Valeriano, João de Deus e Paulo Renê

Diante do Avaí/Kindermann, Real Brasília estreia na Supercopa

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Real Brasília Feminino - Preparação
Foto: Júlio César/Real Brasília

Chegou a hora da Supercopa Feminina 2023! Pela segunda vez na história, o Real Brasília representará o Distrito Federal no torneio inaugural do calendário do futebol da categoria. As Leoas do Planalto representaram o DF na competição também na temporada passada. A busca pela taça, além da premiação história de R$ 500 mil, começa neste final de semana. A meta é fazer uma grande estreia.

Melhor ranqueado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o representante do quadradinho garantiu o direito de estrear no campeonato nacional como mandante. O primeiro jogo é contra o Avaí/Kindermann, às 21h deste sábado (4/2), no Estádio Elmo Serejo Farias, o Serejão, em Taguatinga. O ingresso irá custar 1kg de alimento não perecível.

Uma das principais atletas do elenco, Nenê destaca que o duelo não será fácil, mas o elenco está preparado. “O grupo está leve e muito confiante. Sabemos da dificuldade que vamos encontrar, pois, apesar de ter mudado bastante, o Avaí/Kindermann é um time de muita tradição e que sempre dá muita dificuldade para seus adversários. Mas fizemos uma ótima pré-temporada e estamos prontas”, contou.

O plantel joga sob o comando de Adilson Galdino. O dono da prancheta ressaltou que a preparação do Real Brasília teve dois momentos e que notou o avanço por parte das jogadoras. “Nas duas primeiras semanas nós demos ênfase na parte física e depois entramos na parte técnica e tática. Tivemos uma evolução muito boa e a expectativa é a melhor possível”, comentou o comandante.

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Real Brasília Feminino - Preparação
Foto: Júlio César/Real Brasília

Adilson também relembrou, ainda, a excelente campanha feita pelas Leoas na temporada 2022. O time eliminou o Internacional na estreia e chegou à semifinal diante do Corinthians. Na Série A1 do Brasileirão, a equipe ficou em 5º lugar na tabela, sendo o primeiro time do DF a alcançar a marca. Para fechar o ano bem, consagrou-se tetracampeão local.

Caso consiga passar pelas Caçadoras, o Real Brasília terá pela frente o vencedor do duelo entre Flamengo e Ceará. A partida acontece no domingo (5/1), às 10h30, no Estádio Luso Brasileiro, no Rio de Janeiro. Atlético Mineiro, Athletico Paranaense, Corinthians e Internacional também estão na disputa.

A Supercopa do Brasil abre o calendário movimentado do Real Brasília na temporada 2023. O time ainda entrará em campo pela Série A1 do Brasileirão Feminino, com início marcado para 24 de fevereiro. O primeiro adversário do time do Distrito Federal será, novamente, o Avaí/Kindermann. Depois, as Leoas encerram o ano na briga pela taça do Campeonato Candango 2023.

Premiação histórica na Supercopa

Após muito silêncio por parte da CBF, a entidade se manifestou nesta quinta-feira (2/2) em relação a premiação dada ao grande vencedor da Supercopa Feminina. A equipe que levantar a taça da competição, ganhará R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), enquanto o segundo colocado levará R$ 300.000,00 (trezentos mil reais). Esta será a primeira vez que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) irá distribuir uma remuneração na Supercopa.

Ingressos para Portuguesa x Corinthians em Brasília estão disponíveis

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América-MG Cruzeiro Brasília - Final do Candangão vai ser no Mané
Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

O último jogo confirmado, até o momento, no Estádio Nacional Mané Garrincha já está com os ingressos à venda. Portuguesa e Corinthians vão se enfrentar no dia 12/2, às 16h, na presença dos torcedores do Distrito Federal. Os interessados em acompanhar o espetáculo deverão desembolsar entre R$ 59 (menor valor de meia-entrada) e R$ 498 (inteira mais cara).

Já são quatro jogos de três campeonatos estaduais diferentes que Brasília irá receber nos próximos dias. Os outros acontecem a partir de amanhã com o clássico mineiro, que acontece às 16h30 entre América-MG e Cruzeiro. Logo depois é a vez da capital receber dois jogos do Campeonato Carioca, Boavista x Botafogo no domingo (5/2), às 16h, e Nova Iguaçu x Vasco na terça-feira (7/2), às 21h10.

Saiba mais

Assim como nos outros jogos que já estão com a venda sendo comercializada, os ingressos para Portuguesa e Corinthians estão com a pré-venda on-line liberada apenas para clientes do Banco de Brasília (BRB). A partir de domingo a venda (on-line e física) será aberta para o público em geral.

Para adquirir o ingresso de meia-entrada, o torcedor deverá levar 1 kg de alimento não perecível no dia do jogo e entregar na entrada do estádio. Estudantes e idosos também têm o benefício da meia-entrada social e crianças de até 2 anos não pagam.

Confira os valores dos ingressos de cada setor:

Ingressos (meia-entrada)

Cadeira Superior Norte/Sul: R$ 59

Cadeira Superior Leste/Oeste: R$ 89

Cadeira Inferior Norte/Sul: R$ 89

Cadeira Inferior Leste/Oeste: R$ 129

Hospitality Norte/Sul: R$ 199

Hospitality Leste/Oeste: R$ 249

 

Ingressos (inteira)

Cadeira Superior Norte/Sul: R$ 118

Cadeira Superior Leste/Oeste: R$ 178

Cadeira Inferior Norte/Sul: R$ 178

Cadeira Inferior Leste/Oeste: R$ 258

Hospitality Norte/Sul: R$ 398

Hospitality Leste/Oeste: R$ 498

 

Vendas on-line:
Bilheteria Digital

Uma semana de puro futebol: 14 jogos agitam o DF a partir desta sexta (3/2)

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Foto: Editoria de Arte/Distrito do Esporte

Os primeiros dias de fevereiro serão recheados de partidas de futebol no Distrito Federal. A partir desta sexta-feira (3/2), 14 jogos agitarão a capital nos próximos sete dias. O Campeonato Candango será o detentor do maior número de confrontos: dez ao todo. Os Campeonatos Carioca, Mineiro e Supercopa do Brasil Feminina também serão disputados em solo brasiliense. Os estádios que acomodarão os embates serão o Mané Garrincha, Serejão, Defelê, Abadião e JK.

A sexta-feira (3/2) inicia com dois confrontos pelo Candangão. Às 15h, o Real Brasília recebe o Ceilândia no estádio Defelê, na Vila Planalto, pela segunda rodada da competição. Um pouco mais tarde, às 19h, o Brasiliense enfrenta o Gama no estádio Serejão, em Taguatinga. O clássico dos maiores vencedores do campeonato também é válido pela rodada de número dois e será o encontro dos líderes do certame: o Jacaré na primeira posição com três pontos e saldo três contra os mesmos pontos, mas saldo dois do Periquito.

No dia seguinte, sábado (4/2), mais três jogos. O primeiro será entre Paranoá e Brasília, às 15h, pela segunda rodada. A partida entre o terceiro e quarto colocado do Candangão será disputada no estádio Defelê. Às 16h30, na Arena BRB Mané Garrincha, o Campeonato Mineiro entra em ação com América-MG e Cruzeiro pela terceira rodada da competição. Para fechar o dia, Real Brasília e Avaí/Kindermann se enfrentam pela primeira fase da Supercopa do Brasil Feminina às 21h no estádio Serejão.

O domingo (5/2) contará com mais duas competições na capital federal. O complemento da segunda rodada do Candangão inicia com Samambaia e Santa Maria pela manhã, às 10h, no estádio Serejão. No mesmo estádio, mas com bola rolando a partir das 15h30, o Taguatinga recebe o Capital para fechar a rodada dois da competição. Às 16h, na Arena BRB Mané Garrincha, Boavista e Botafogo se enfrentam pela sétima rodada do Campeonato Carioca.

Pausa na segunda-feira e mais três dias seguidos de jogos

Os jogos na capital federal dão uma pausa na segunda-feira (6/2) e retornam na terça-feira (7/2) com outro confronto do Campeonato Carioca. Nova Iguaçu e Vasco duelam pela sétima rodada do torneio na Arena BRB Mané Garrincha, às 21h10. A quarta-feira (8/2) será repleta de partidas vespertinas. Às 15h, duas simultâneas: Gama x Real Brasília no estádio Defelê e Brasília x Santa Maria na Arena BRB Mané Garrincha abrem os embates da terceira rodada do Candangão.

Às 15h30, o Ceilândia recebe o Paranoá no estádio Abadião, em Ceilândia, e o Capital enfrente o Brasiliense no estádio JK, no Paranoá. Para fechar a terceira rodada do Campeonato Candango, Taguatinga x Samambaia se enfrentam no estádio Serejão às 15h30 da quinta-feira (9/2). As datas, locais e horários da terceira rodada do Candangão ainda podem sofrer alterações.

Ingressos à venda:

Agenda de partidas no Distrito Federal

3 de fevereiro (sexta-feira)

Campeonato Candango
15h – Real Brasília x Ceilândia – Estádio Defelê
19h – Brasiliense x Gama – Estádio Serejão

4 de fevereiro (sábado)

Campeonato Candango
15h – Paranoá x Brasília – Estádio Defelê

Campeonato Mineiro
16h30 – América-MG x Cruzeiro – Arena BRB Mané Garrincha

Supercopa do Brasil Feminina
21h – Real Brasília x Avaí/Kindermann – Estádio Serejão

5 de fevereiro (domingo)

Campeonato Candango
10h – Samambaia x Santa Maria – Estádio Serejão
15h30 – Taguatinga x Capital – Estádio Serejão

Campeonato Carioca
16h – Boavista x Botafogo – Arena BRB Mané Garrincha

7 de fevereiro (terça-feira)

Campeonato Carioca
21h10 – Nova Iguaçu x Vasco – Arena BRB Mané Garrincha

8 de fevereiro (quarta-feira)

Campeonato Candango
15h – Gama x Real Brasília – Estádio Defelê
15h – Brasília x Santa Maria – Arena BRB Mané Garrincha
15h30 – Ceilândia x Paranoá – Estádio Abadião
15h30 – Capital x Brasiliense – Estádio JK

9 de fevereiro (quinta-feira)

Campeonato Candango
15h30 – Taguatinga x Samambaia – Estádio Serejão

CBF divulga valores das premiações da Supercopa Feminina 2023

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Foto: Luiza Moraes/Staff Images Woman/CBF

Depois de muita espera por parte dos clubes e torcedores, a Confederação Brasileira de Futebol finalmente divulgou os valores da premiação da Supercopa Feminina da atual temporada. Esta será a segunda edição do torneio nacional da categoria, com o Real Brasília sendo o representante do Distrito Federal. As Leoas do Planalto jogarão o campeonato pela segunda vez na história, já que participaram na temporada passada.

Na tarde desta quinta-feira (2/2), a maior entidade do futebol brasileiro anunciou que o campeão e vice da Supercopa Feminina ganharão uma premiação em dinheiro. A equipe que levantar a taça da competição, ganhará R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), enquanto o segundo colocado levará R$ 300.000,00 (trezentos mil reais). Esta será a primeira vez que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) irá distribuir uma remuneração na Supercopa.

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Ao todo, oito equipes irão participar da competição: Athletico Paranaense, Atlético-MG, Avaí/Kindermann, Ceará, Corinthians, Flamengo, Internacional e Real Brasília. O certame nacional começa nas quartas de final, com quatro confrontos. Os vencedores avançam até às semifinais, que serão realizadas no meio da próxima semana. A finalíssima será em jogo único, com o melhor ranqueado atuando em casa, no domingo (12/2).

A competição terá o pontapé inicial no próximo final de semana. No sábado (4/2), no Estádio Beira Rio, no Rio Grande do Sul, o Internacional recebe o Athletico Paranaense, às 18h45. No mesmo dia, só que às 21h, é a vez do representante do Distrito Federal entrar em campo. O Real Brasília recebe o Avaí/Kindermann, no Serejão. O ingresso poderá ser trocado por 1kg de alimento não perecível na bilheteria do estádio.

Confrontos da Supercopa Feminina

Sábado (2/2)

Internacional x Athletico-PR
Beira Rio – 18h45

Real Brasília x Avaí/Kindermann
Serejão – 21h

Domingo (5/2)

Corinthians x Atlético-MG
Distrital do Inamar – 10h30

Flamengo x Ceará
Luso Brasileiro – 10h30