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Ceilândia ganha e avança às quartas como líder na Libertadores de areia

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Ceilândia
Foto: Divulgação/Conmebol

A campanha do Ceilândia na fase de grupos da Libertadores de Futebol de Areia terminou com autoridade e vantagem estratégica. Na tarde desta terça-feira (5/5), o Gato Preto venceu o Academia Tito Drago, do Peru, por 5 a 3, em duelo válido pela terceira rodada do Grupo C da competição continental. O resultado garantiu a liderança da chave e colocou o time do Distrito Federal nas quartas de final, com caminho mais favorável na sequência do torneio entre os melhores times da América do Sul na modalidade.

A partida começou em ritmo acelerado e com resposta imediata dos candangos. O time peruano abriu o placar logo no primeiro minuto, com Diego Alcántara. Na saída de bola, Miguel Júnior empatou rapidamente e recolocou o Ceilândia no jogo. A virada veio pouco depois, em chute de longa distância do goleiro Fabrício, com desvio em Delgado e gol contra assinalado pela arbitragem.

O domínio alvinegro cresceu na sequência do primeiro período, com destaque para um lance plástico. De bicicleta, Theodoro marcou um belo gol e ampliou a vantagem. Ainda assim, o Tito Drago encontrou espaço para reagir. Após falha no domínio do goleiro Fabrício, Alcántara aproveitou e diminuiu o placar antes do intervalo.

Na segunda etapa, o Ceilândia voltou com intensidade e ampliou a diferença. Fabrício Barbosa roubou a bola no campo ofensivo e finalizou de média distância para marcar o quarto gol. Com consistência defensiva e controle das ações, o Gato Preto administrou o jogo e ainda encontrou tempo para ampliar. No último minuto, Miguel Júnior aproveitou cobrança de escanteio e marcou de cabeça. Nicolas Bella ainda descontou de pênalti para os peruanos.

O terceiro período teve tentativa de pressão do Tito Drago, mas pouca efetividade. O Ceilândia demonstrou maturidade tática, controlou o ritmo da partida e evitou riscos desnecessários. A equipe manteve a organização defensiva e garantiu a vitória sem sustos, consolidando a primeira colocação do grupo.

Foto: Divulgação/Conmebol

Com a liderança assegurada, o Gato Preto aguarda a definição do segundo colocado do Grupo A para conhecer o adversário das quartas de final. A posição também tira o time candango, momentaneamente, do caminho do Vasco, atual campeão da competição e líder da outra chave. O Ceilândia terá um dia de descanso antes de voltar à arena em Vila Velha, no Espírito Santo, na quinta-feira (7/5), quando inicia a fase eliminatória.

CBF altera horário e Gama x Rio Branco passa para 20h30 no Bezerrão

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Gama
Foto: Filipe Fonseca/Gama

O Gama promoveu um ajuste importante na programação da semifinal da Copa Centro-Oeste. Nesta segunda-feira (4/5), o clube confirmou a alteração do horário do confronto diante do Rio Branco-ES junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Inicialmente marcado para 19h, o duelo no Estádio Bezerrão passou para 20h30. O alviverde aposta na mudança do horário do início do confronto na tentativa de ampliar a presença da torcida no compromisso decisivo.

A mudança ocorreu após articulação interna da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Gama junto à organização da competição. O objetivo central envolve criar melhores condições de acesso ao estádio em um dia útil, facilitando a chegada do público após o horário comercial e reforçando o apoio ao time em busca da vaga na final do torneio regional. Curiosamente, o Rio Branco terá outro jogo no mesmo dia. O Capa-Branca pega o Porto Vitória, pela Copa Espírito Santo, às 19h, e dividirá o elenco para os dois compromissos.

O confronto terá caráter eliminatório, em jogo único, com decisão por pênaltis em caso de empate no tempo regulamentar. O Gama chega embalado pela melhor campanha geral da Copa Verde, incluindo os participantes da Copa Norte, e aposta no mando de campo para manter o aproveitamento elevado na temporada, diante de um adversário que enfrentará logística desafiadora. A equipe gamense está invicta na temporada 2026, com liderança no Grupo A3 da Série D do Campeonato Brasileiro e título do Campeonato Candango.

A expectativa interna aponta para bom público no Bezerrão, cenário visto como fator determinante em confrontos dessa magnitude. O clube trabalha com mobilização da torcida e reforça o convite para a presença nas arquibancadas em mais um capítulo decisivo do calendário. Os ingressos custam R$ 20 (setor leste/sul), R$ 30 (arquibancadas oeste) e R$ 75 (hospitality). As vendas ocorrem online.

Serviço — Gama x Rio Branco-ES

Data: quarta-feira (6/5)
Horário: 20h30
Local: Estádio Bezerrão

Ingressos
Sul/Leste: R$ 20
Oeste: R$ 30
Hospitality: R$ 75

Vendas: ingressosa.com

Gratuidades
Crianças até 12 anos
Idosos acima de 60 anos
Autistas
Pessoas com deficiência

Minas Brasília encara Vila Nova na 2ª fase da Copa do Brasil Feminina

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Copa do Brasil
Foto: Rebeca Reis/Staff Images Woman/CBF

O caminho do Minas Brasília na Copa do Brasil Feminina ganhou definição nesta segunda-feira (4/5). Em sorteio realizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o time candango conheceu o adversário na segunda fase da competição nacional. Único representante do Distrito Federal no torneio, o clube enfrentará o Vila Nova-GO em confronto regional, com mando das Minas no Estádio Bezerrão.

O duelo coloca frente a frente duas equipes envolvidas na disputa da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino. O Minas Brasília ocupa a terceira posição na tabela, dentro da zona de classificação para o mata-mata, enquanto o Vila Nova aparece na 11ª colocação, fora do grupo que avança na competição nacional. Mesmo com a diferença, o cenário adiciona um componente de equilíbrio ao confronto eliminatório.

A partida da Copa do Brasil será realizada em jogo único, seguindo o formato da fase, com data-base prevista para 13 de maio. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda irá detalhar horário e demais informações do confronto pelo mata-mata nacional. O mando de campo garantido ao Minas Brasília representa um fator importante para a equipe candanga, que contará com o apoio da torcida no Bezerrão.

O encontro entre os clubes também terá outro capítulo ao longo da temporada. Pela Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino, Minas Brasília e Vila Nova voltam a se enfrentar em 8 de agosto, em partida válida pela fase classificatória, novamente com mando do time do Distrito Federal. A definição do adversário marca mais um passo na trajetória na Copa do Brasil Feminina, competição que reúne equipes de diferentes divisões do cenário nacional. O confronto regional amplia a expectativa por um duelo competitivo, com o objetivo de avançar às fases seguintes do torneio.

Jogos da segunda fase

São José-SP x Prosperidade-ES
Vencedor do Grupo 13 x Ipojuca-PE
Mixto-MT x Sociedade Ação Futebol-MT
Minas Brasília x Vila Nova-GO
AD Taubaté-SP x Instituto 3B-AM
Peñarol-AM x Doce Mel-BA
Planalto-GO x Paysandu-PA
União-RN x Atlético Piauiense-PI
Itabirito-MG x Ceará-CE
Vasco da Gama-RJ x Araguari-MG
Juventude-SE x Vitória-BA
GE Mauaense-SP x Itacoatiara-AM
Sport-PE x Criciúma-SC
Sampaio Corrêa-MA x Heips-RJ
União Desportiva Alagoana-AL x Ypiranga-AP
Coritiba-PR x Atlético Rio Negro-RR

Ceilândia vence nos pênaltis e encaminha vaga às quartas da Libertadores

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Ceilândia
Foto: Divulgação/Conmebol

A classificação ganhou contornos cada vez mais próximos para o Ceilândia na Libertadores de Futebol de Areia. Na tarde desta segunda-feira (4/5), o Gato Preto empatou por 4 a 4 com o Guaviare, da Colômbia, no tempo regulamentar, e venceu por 3 a 1 nos pênaltis, em duelo válido pelo Grupo C da competição continental, disputada em Vila Velha. Com o resultado, o time do Distrito Federal somou mais um ponto e chegou aos quatro na classificação, deixando os colombianos zerados e muito perto de garantir vaga nas quartas de final.

O sistema de pontuação da competição valoriza o desempenho dentro do tempo regulamentar. A vitória nos 30 minutos de bola rolando rende três pontos. Caso o jogo avance para a prorrogação, o vencedor soma dois. Já nos pênaltis, como ocorreu nesta partida, o triunfo garante um ponto. O formato aumenta o peso de cada etapa e mantém o equilíbrio na classificação ao longo da fase de grupos. Além de vencer, o Ceilândia impediu o Guaviare de subir posições na Libertadores.

O início do confronto apresentou equilíbrio e cautela das duas equipes, com leve superioridade do Guaviare. O goleiro Well apareceu bem em momentos decisivos e evitou o gol colombiano, mantendo o placar zerado no primeiro período. A postura defensiva segurou o ímpeto adversário e permitiu ao Ceilândia crescer ao longo da partida.

Foto: Divulgação/Conmebol

Os gols vieram em sequência na segunda parcial, marcada por intensidade ofensiva e mudanças constantes no placar. Miguel Júnior abriu o marcador após erro do goleiro Quintero. Hernández empatou em cobrança de pênalti, e, logo na saída de bola, o Ceilândia acertou o travessão. Tiago recolocou o Gato Preto em vantagem, também em penalidade máxima, mas Marmolejo voltou a igualar. De falta, Theodoro marcou o terceiro dos candangos, fechando um período movimentado. Acionado, o goleiro Fabrício fez boas defesas.

Na terceira etapa, o Guaviare assumiu protagonismo e virou o jogo. Hernández marcou mais uma vez após erro na saída de bola, e Pantoja colocou os colombianos em vantagem com uma bela bicicleta. O Ceilândia reagiu nos minutos finais. Restando pouco mais de um minuto, a bola ficou viva na área e Fabrício Barbosa aproveitou para empatar, levando a decisão para a prorrogação.

O tempo extra teve domínio candango, com chances claras criadas e duas grandes defesas do goleiro Alejo impedindo a virada. No último lance, Miguel Júnior ainda acertou o travessão de cabeça, mantendo a igualdade e levando a disputa para os pênaltis. Nas cobranças, o Ceilândia superou um início complicado para construir a vitória. Miguel Júnior desperdiçou a primeira tentativa, mas o Guaviare também falhou na sequência. Theodoro empatou, o goleiro Fabrício defendeu a cobrança de Ospina e Renteria acertou o travessão. Com tranquilidade, Tiago e Fabrício Barbosa converteram e garantiram o triunfo por 3 a 1.

“Primeiramente, queria agradecer ao time pela entrega. Nosso grupo é muito unido e trabalhamos muito. Vamos descansar, porque temos outro grande jogo. Vamos trabalhar para classificar e ir o mais longe possível, honrar esse escudo que representa muito para a gente. É uma história interessante. Estávamos na Supercopa do Brasil com uma equipe muito reduzida, mas trabalhamos e nos unimos para chegar à final. Graças ao nosso trabalho, conseguimos a tão sonhada vaga na Libertadores”, destacou o goleiro Fabrício.

Na terça-feira (5/5), o Gato Preto encerra a participação na fase de grupos justamente diante do Tito Drago. Líder do Grupo C da Libertadores da América de futebol de praia, o Gato Preto depende das próprias forças para avançar. A bola rola às 12h, em Vila Velha, com transmissão ao vivo do SporTV.

Rio Branco-ES terá dois jogos simultâneos no dia do duelo com o Gama

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Rio Branco-ES
Foto: Wagner Chaló/Rio Branco

Um cenário raro no futebol brasileiro marca o caminho do Gama rumo à final da Copa Centro-Oeste. Adversário do alviverde na semifinal, o Rio Branco-ES terá dois compromissos oficiais no mesmo dia. Na quarta-feira (6/5), às 20h30 — em horário remarcado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) —, o Capa-Preta encara o alviverde no Estádio Bezerrão, na capital federal, e, simultaneamente, com início às 19h, enfrenta o Porto Vitória, no Kleber Andrade, pela segunda rodada da Copa Espírito Santo.

A coincidência ocorre devido ao choque entre calendários de competições distintas, sem margem para ajuste na agenda. Organizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a semifinal regional possui datas engessadas, enquanto o torneio estadual, da Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo (FES), seguiu cronograma próprio, criando uma situação incomum para o clube capixaba, obrigado a tomar uma decisão estratégica para cumprir os compromissos no mesmo dia e horário.

Segundo apuração do portal A Gazeta Esportes, a diretoria do Rio Branco-ES buscou alternativas para alterar a data de um dos confrontos, mas não encontrou viabilidade. A Copa Centro-Oeste não permitiu mudanças por causa do calendário apertado, enquanto opções como terça-feira (5/5) ou quinta-feira (7/5) foram descartadas por impactarem o planejamento interno, especialmente em função de compromissos das categorias de base e da sequência de jogos no fim de semana. As duas equipes também jogam a Série D do Campeonato Brasileiro.

Diante do impasse, a solução encontrada foi dividir o elenco e colocar duas equipes em campo na mesma noite. A situação inusitada ganhou repercussão também nas redes sociais. Na manhã desta segunda-feira (4/5), o Rio Branco-ES publicou um convite curioso aos torcedores, destacando a realização de duas partidas no mesmo horário, fato raro no cenário nacional e que chama atenção para o contexto do duelo contra o Gama.

Do lado candango, o alviverde acompanha o cenário com foco total na classificação. Dono da melhor campanha geral da Copa Verde, incluindo os quatro participantes da semifinal da Copa Norte, o Periquito aposta no mando de campo e na força do Bezerrão para avançar à decisão, diante de um adversário que precisará lidar com uma noite dividida entre dois desafios oficiais.

Carol e Rebecca conquistam título em Brasília no Circuito Mundial de Vôlei

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Carol e Rebecca
Foto: Giovani Leonel/Divulgação/CBV

A areia brasiliense consagrou uma campanha irretocável neste domingo (3/5). Carol Solberg e Rebecca Cavalcanti conquistaram o título da etapa de Brasília do Circuito Mundial de Vôlei de Praia ao vencerem as italianas Valentina Gottardi e Reki Orsi Toth por 2 sets a 0, com parciais de 21/14 e 21/18. A decisão, disputada na arena montada no Estacionamento 12 do Parque da Cidade, reuniu bom público e coroou a consistência da dupla ao longo do torneio.

O caminho até o topo foi construído com autoridade desde os primeiros jogos. Ao longo da campanha, Carol e Rebecca superaram adversárias de diferentes escolas do vôlei de praia mundial, com destaque para vitórias sobre duplas dos Estados Unidos, Suíça e França (veja todas no fim da matéria). A sequência invicta reforçou o alto nível técnico apresentado na capital federal e consolidou a dupla como protagonista da etapa.

Antes da decisão, as brasileiras já haviam mostrado força nas semifinais, ao derrotarem as norte-americanas Savvy Simo e Devon Newberry em sets diretos. Na final, o desempenho seguiu sólido diante de uma dupla italiana que também chegava invicta. Com consistência no saque, eficiência no sistema defensivo e controle emocional, Carol e Rebecca dominaram os momentos decisivos e garantiram o título sem perder sets.

Foto: Giovani Leonel/Divulgação/CBV

“Nosso time veio unido desde o primeiro jogo, consciente, sabendo da dificuldade, se abraçando ali o tempo inteiro. Todo mundo está percebendo o quanto eu e a Carol nos olhamos e não interessa quem está se matando do lado de fora, estamos sempre muito unidas. Jogar a final agora contra a Itália foi surpreendente, como a gente veio cansada e ainda tinha muito para entregar. Então, a gente veio muito concentrada, vamos tentar não deixar fazer ponto de saque. Fizemos a diferença no nosso saque também, no nosso sistema defensivo e voltar para casa com ouro acho que a gente não sai mais do que satisfeita”, destacou Rebecca.

Carol também ressaltou o peso do ambiente em Brasília e a energia da torcida durante a competição. “É um desafio jogar aqui em Brasília. Jogos com muito calor e é isso, a nossa união com certeza fez a diferença. A energia dessa galera aqui é uma coisa especial. Quando você entra dentro de quadra, a adrenalina sobe, a galera apoia, é um jogador a mais dentro de quadra mesmo. Faz muita diferença jogar nessa arena. Eu até falei isso: a gente joga o circuito mundial inteiro e não tem nenhuma arena como aqui no Brasil. É diferente, é muito especial”, destacou

A campanha da dupla brasileira na etapa de Brasília contou com vitórias sobre Shields/Tan, Mader/Kernen, Anouk/Zoé, Viera/Chamereau, novamente Mader/Kernen, Simo/Newberry e, por fim, Gottardi/Orsi Toth na decisão. O título reforça o momento positivo da parceria e coloca as brasileiras em evidência no cenário internacional da modalidade.

Campanha em Brasília

2 sets a 0 (21/16 e 21/17) contra as norte-americanas Shields/Tan
2 sets a 0 (21/18 e 22/20) contra as suíças Mader/Kernen
2 sets a 1 (21/14, 18/21 e 15/11) contra as suíças Anouk/Zoé
2 sets a 1 (25/23, 20/22 e 15/6) contra as francesas Viera/Chamereau
2 sets a 0 (22/20 e 29/27) contra as suíças Mader/Kernen
2 sets a 0 (21/17 e 21/18) contra as norte-americanas Simo/Newberry
2 sets a 0 (21/14 e 21/18) contra as italianas Gottardi/Orsi Toth

Ceilândia marca no último lance, bate Operário e retorna ao G-4 da Série D

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Ceilândia
Foto: CEC Torcedor/@cec_torcedor

O roteiro parecia caminhar para um empate sem emoção, mas o futebol guardou o golpe final a favor do Ceilândia. Na tarde deste domingo (3/5), no Estádio Dito Souza, o Gato Preto venceu o Operário Várzea-Grandense por 1 a 0, pela Série D do Campeonato Brasileiro, com gol de Sandy no último lance e retorno ao G-4 do Grupo A4 da quarta divisão. Os três pontos conquistados longe do Distrito Federal, em uma partida marcada por uma paralisação após o acionamento do protocolo antirracismo no segundo tempo, recolocaram o alvinegro em condição de lutar pela classificação ao mata-mata da competição nacional.

O confronto teve mais intensidade do lado mandante durante boa parte do jogo, com o Operário-MT controlando ações iniciais e criando as melhores oportunidades. O Ceilândia demorou a entrar na partida e encontrou dificuldades para produzir ofensivamente, em um duelo marcado por baixa efetividade e muitos erros na construção. O resultado alçou o Gato Preto ao terceiro lugar da chave, com sete pontos somados em cinco apresentações. As equipes voltam a se enfrentar no domingo (10/5), às 16h, no Estádio Abadião, na abertura do returno da competição nacional.

Sucuri e trave salvam

O Operário assustou no primeiro minuto, com Kaio Cesar chutando de fora da área para defesa de Edmar Sucuri. Aos três, o goleiro do Ceilândia foi exigido novamente em chute de Augusto. O Ceilândia acordou aos poucos no jogo. Aos 11, Fábio entrou na área sozinho, mas chutou mal. O jogo seguiu com o Chicote da Fronteira melhor. No entanto, nenhuma das equipes transformava os lances ofensivos em grandes chances. Aos 24, o Gato Preto pediu pênalti em lance de Azevedo, mas o jogador foi amarela por tentar cavar a infração.

O cenário pouco se modificou após a pausa para hidratação. Aos 33, o Operário assustou. Willian chutou girando da entrada da área e parou na quina da trave. O lance animou os mandantes. Mesmo assim, o tempo com a bola no pé no campo ofensivou não gerou novas finalizações perigosas em direção ao gol de Edmar Sucuri. O Ceilândia, por outro lado, baixou o ímpeto. Quando chegava ao ataque, o alvinegro não passava da intermediária. Com a ineficiência dos dois lados, o primeiro tempo terminou com o placar zerado.

Sandy resolve no fim

O time da casa ficou no quase aos três. Sidney chutou com força da entrada da área e a bola explodiu na trave. Dois minutos depois, o camisa oito teve nova chance, mas chutou fraco, nas mãos de Sucuri. Na sequência, o duelo caiu de intensidade. O Operário-MT não ia bem nas bolas alçadas na área, porém, ostentava maior posse de bola e seguia eficiente na marcação ao Ceilândia. O Gato Preto praticamente não protagonizou ações ofensivas na primeira metada do segundo tempo.

Aos 32, o jogo foi paralisado pelo protocolo antirascimo, acionado pelo árbitro Marcos Machado, após um jogador do Ceilândia apontar ofensas racistas da arquibancada. A Polícia Militar entrou em campo. A bola rolou cinco minutos depois. Na volta, os dois times mantiveram os problemas de finalização. O Gato Preto teve efetividade, literalmente, no último lance do jogo. Sandy aproveitou uma bola viva na área e garantiu os importantíssimos três pontos para o clube alvinegro na partida longe do Distrito Federal.

Brasiliense empata com Aparecidense no fim e segue sem embalar na Série D

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Brasiliense
Foto: Lucas Rodrigues/Brasiliense FC

O alívio apareceu quase no último lance, mas não apagou a frustração no Estádio Serejão. Na tarde deste domingo (3/5), o Brasiliense empatou por 1 a 1 com a Aparecidense, pela quinta rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, em um jogo marcado por erro precoce, domínio territorial sem efetividade e reação tardia na reta final. Mesmo com o ponto somado, a manutenção da invencibilidade no torneio nacional e a permanência no G-4 do Grupo A3, o Jacaré segue sem embalar e entregar confiança ao torcedor na campanha na quarta divisão.

O confronto teve roteiro claro ao longo dos 90 minutos. O Jacaré controlou a posse de bola, tentou ocupar o campo ofensivo e pressionar a Aparecidense, mas esbarrou em dificuldades criativas. O Camaleão, mais objetivo, apostou em transições rápidas e mostrou maior eficiência nos momentos decisivos da partida. O time amarelo sofreu o gol em erro de decisão e martelou em busca da igualdade. Mesmo alcançando-a, o Brasiliense deixou o gramado com situações a corrigir ao longo da semana, principalmente em termos ofensivos.

O resultado manteve o Brasiliense na quarta colocação do Grupo A3 da Série D do Brasileirão, ainda sem conseguir embalar na competição nacional. Com apenas uma vitória e quatro empates, o time segue pressionado na tabela. A Aparecidense tem a mesma campanha, mas está à frente na classificação por ter uma vitória a mais (duas contra uma). O Gama ocupa a liderança da chave, com o Luverdense posicionado na segunda colocação. As equipes voltam a se enfrentar no sábado (9/5), às 16h, no Estádio Aníbal Toledo, na abertura do segundo turno do torneio.

Erro cedo muda o cenário

O início teve o Brasiliense com mais posse, mas pouca profundidade ofensiva. A equipe tentava controlar o ritmo do jogo, enquanto a Aparecidense aguardava oportunidades para explorar erros e sair em velocidade. Aos 8 minutos, o erro defensivo custou caro. Após recuperação de bola, Simioni puxou o contra-ataque e a jogada terminou com Luan livre para finalizar com categoria, abrindo o placar para os visitantes logo no início do confronto. O gol aumentou a tensão no Serejão e não trouxe resposta imediata do Jacaré. O time seguiu com a bola, mas sem criatividade para furar a defesa adversária.

Marlone teve chance em chute cruzado, mas parou na defesa do goleiro. Enquanto isso, a Aparecidense seguiu mais perigosa. Em chegadas dentro da área e finalizações de média distância, o time visitante levou mais sustos e mostrou maior organização tática durante a primeira etapa. Na reta final, o Brasiliense conseguiu crescer. Vitor Xavier acertou a trave em cabeceio e, no rebote, Jackson finalizou para fora, desperdiçando a melhor oportunidade antes do intervalo.

Pressão até o último suspiro

O segundo tempo teve um Brasiliense mais agressivo e presente no ataque. As mudanças aumentaram a presença ofensiva, mas a equipe seguiu com dificuldades para transformar volume em chances claras de gol. Nas bolas paradas, o perigo apareceu. Fábio Sanches teve duas boas oportunidades, uma na trave e outra muito próxima, indicando crescimento do Jacaré mesmo diante de uma defesa adversária bem postada. A Aparecidense recuou e passou a apostar apenas em contra-ataques, mas sem sucesso.

O Brasiliense manteve o controle da posse e aumentou a pressão, principalmente com jogadas individuais pelas pontas. Renê Silva trouxe velocidade e criou boas jogadas, enquanto Serginho também tentou de fora da área, exigindo mais uma defesa importante do goleiro visitante, que sustentava o resultado até os minutos finais. O empate veio no último lance. Aos 54 minutos, após jogada aérea, a bola sobrou para Jean Pyerre, que finalizou de primeira e deixou tudo igual, salvando o Brasiliense da derrota em casa.

Minas Brasília busca resultado e empata com Itabirito na Série A2 Feminina

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Minas Brasília
Foto: Filipe Fonseca

Uma tarde tensa e pouco inspirada, com um roteiro amarrado até o suspiro final. Neste domingo (3/5), no Estádio Bezerrão, no Gama, o Minas Brasília empatou por 1 a 1 com o Itabirito, pela sétima rodada da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino. O duelo direto entre equipes do G-4 apresentou equilíbrio, erros técnicos frequentes e emoção concentrada no segundo tempo, quando saíram os gols da partida em solo candango.

A partida teve ritmo travado desde os primeiros movimentos, com muita disputa no meio-campo e dificuldade coletiva na construção ofensiva. A importância do confronto direto pesou no desempenho, elevando o número de falhas em passes e domínios. O cenário limitou ações no último terço e reduziu drasticamente as chances claras, transformando o embate em um jogo de paciência e poucos espaços.

O resultado manteve o Minas Brasília na terceira colocação e o Itabirito logo atrás, sem alteração na tabela da Série A2 do Brasileirão Feminino após a rodada. A igualdade refletiu o desempenho das equipes em campo e manteve o equilíbrio na briga pelas primeiras posições. O time candango, agora, volta atenções para a sequência da competição, em busca de maior consistência ofensiva para sustentar a campanha.

Na próxima rodada, o Minas Brasília enfrenta o Itacoatiara no sábado (9/5), às 16h, fora de casa, em duelo válido pela oitava rodada da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino. Já o Itabirito encara o Doce Mel no domingo (10/5), às 15h, atuando como mandante na sequência da competição nacional.

Pouca inspiração

O primeiro tempo apresentou um cenário de muitos erros e raras oportunidades. O Itabirito criou a melhor chance em bola parada, quando Hilary subiu livre após cobrança de falta, mas Rubi fez a defesa com segurança. O Minas respondeu em lance isolado, com Gabi finalizando de fora da área após interceptação. Porém, sem força para surpreender. A disputa concentrou ações na faixa central, com pouca progressão ofensiva.

A etapa inicial no Bezerrão terminou sem gols e com sensação de cautela excessiva. As duas equipes até tentaram controlar o jogo, mas esbarraram na falta de precisão nos momentos decisivos. A ausência de infiltrações e a baixa efetividade no último passe impediram qualquer domínio mais claro, consolidando um primeiro tempo de equilíbrio sem brilho no palco da cidade do Gama.

Reação e empate no fim

Na volta do intervalo, o Itabirito aproveitou desatenção defensiva do Minas Brasília e abriu o placar. Após confusão dentro da área, Bruna Victoria acionou Bruna Marques: finalização rápida no canto esquerdo e vantagem visitante no Gama. O gol mudou o panorama da partida e obrigou as Minas a adiantarem linhas em busca de reação imediata. As mudanças promovidas pela treinadora Kethleen Azevedo deram novo fôlego ao time candango, com maior presença ofensiva e tentativas de finalização de média distância.

Do outro lado, o Itabirito recuou linhas e passou a apostar em transições rápidas, dificultando a criação das mandantes com um sistema mais compacto e reativo. A insistência do Minas Brasília encontrou recompensa já nos momentos finais. Hadry avançou até a pequena área e serviu Monse Ayala. A paraguaia finalizou sem marcação para deixar tudo igual no placar. O empate incendiou os minutos finais, com as duas equipes buscando a vitória, mas sem sucesso nas últimas investidas, mantendo a igualdade até o apito final.

Ceilândia vira sobre Luqueño e estreia com vitória na Libertadores de Praia

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Ceilânda
Foto: Divulgação/Conmebol

A estreia continental do Ceilândia começou com emoção e terminou em comemoração. Na manhã deste domingo (3/5), o Gato Preto venceu o Sportivo Luqueño por 2 a 1, de virada, em duelo válido pelo Grupo C da Libertadores de Futebol de Praia. Na arena montada em Vila Velha, no Espírito Santo, o time candango mostrou poder de reação após sair atrás no placar e garantiu os primeiros pontos na competição sul-americana da modalidade.

O confronto começou com domínio alternado e forte disputa física na areia, com as duas equipes buscando o controle das ações. O primeiro tempo, no entanto, não teve nenhuma bola na rede. O Sportivo Luqueño conseguiu sair na frente na etapa final, com Sixto Cantero aproveitando uma das primeiras oportunidades claras para balançar a rede e colocar os paraguaios em vantagem no marcador.

A resposta do Ceilândia veio com intensidade e organização ofensiva. O empate saiu ainda dentro do ritmo crescente da equipe candanga, com Fabrício Barbosa aproveitando espaço na defesa adversária para finalizar com precisão e força. A bola entrou de mansinho após bater no goleiro. O gol recolocou o Gato Preto na partida e mudou o panorama do confronto, trazendo mais confiança ao time do Distrito Federal.

Foto: Divulgação/Conmebol

Na sequência, o Ceilândia manteve a pressão e encontrou a virada com Miguel Junior, que apareceu bem no momento decisivo para completar a reação alvinegra. Na primeira oportunidade, a bola explodiu no travessão. Na sobra, o camisa nove do Gato Preto aproveitou. A equipe passou a controlar melhor o jogo após assumir a vantagem, administrando o resultado com segurança até o apito final e garantindo uma estreia positiva no torneio continental.

Com o triunfo, o Gato Preto larga na frente na disputa do Grupo C da Libertadores de Futebol de Praia e ganha moral para a sequência da competição continental. O próximo compromisso será já nesta segunda-feira (4/5), às 12h, quando o Ceilândia enfrenta o Guaviare, da Colômbia, em mais um confronto importante na busca pela classificação ao mata-mata. Os dois melhores de cada chave, além do terceiro colocado com mais pontos, avançam.