O Distrito do Esporte é um oferecimento de
Escudos passaram por diversas mudanças até os dias atuais
Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz
Escudos históricos, recheados de conquista e com modificações. Ao longo do tempo, os times do Distrito Federal se acostumaram a fazer algumas mudanças em seus maiores símbolos. Seja para atualizar as características ou para modificar por completo seus designs, algumas sutis e outras alterações drásticas deram outra cara para a identidade visual das agremiações.
Dos doze clubes do Candangão, apenas um manteve o design do seu escudo intacto, enquanto outros fizeram apenas pequenas alterações, como na fonte utilizada para os elementos textuais. A maioria realizou grandes mudanças no decorrer de suas histórias, com modificação de cores, formatos e siglas até chegarem nos formatos que são utilizados atualmente.
Bolamense
Fundado em 2009, o Bolamense praticamente não modificou seu escudo em seus nove anos de história no futebol candango. Apesar disso, o clube afro-brasileiro tem como destaque em seu visual a excentricidade adotada e que lhe gerou certa relevância nacional, já que diversos veículos de mídia do país deram destaque aos detalhes exóticos do clube.
Brasiliense
Em 18 anos de história, o Jacaré se notabilizou por uma ascensão meteórica no futebol do Distrito Federal e em âmbito nacional. Nove títulos candangos, final de Copa do Brasil, conquista de Série B, com consequente participação na primeira divisão do futebol brasileiro. Entretanto, o clube também se acostumou a alterar seu escudo. As mudanças até o modelo atual foram várias.
Quando venceu a Segunda divisão do Campeonato Candango, por exemplo, a agremiação utilizada um modelo branco com a sigla B.F.C. e outros detalhes em verde. O mais parecido com o atual foi adotado na temporada seguinte. De lá para cá, diversas mudanças foram feitas até o formato que está estampado no uniforme amarelo.
Capital
De volta à elite do futebol candango, a Coruja tem seus escudo marcado por duas fases. A primeira, quando ainda era a Sociedade Esportiva Maringá, time de futebol amador, e a segunda, quando se tornou o Capital Clube de Futebol. Com a alteração de nome, também veio uma mudança brusca no emblema, que teve ainda outra alteração após dois anos de fundação do clube.
Ceilândia
O Gato Preto do Distrito Federal não é marcado por fazer grandes alterações em sua simbologia e precisou apenas de uma modificação no seu escudo para chegar ao formato que está na camisa alvinegra até os dias atuais. Primeiro, a equipe utilizava apenas a tradicional caixa d’água com a grafia do time ao redor. No atual, foram inseridas apenas duas faixas pretas que deram o formato.

Formosa
Poucas alterações marcam a evolução da simbologia do Tsunami do Cerrado. O time alviverde ostenta o mesmo formato de escudo desde sua fundação de em 1978. As principais mudanças ocorreram na inserção de “paisagens” dentro da marca. A mudança da composição “futebol clube” para “esporte clube” é outro ponto visível.
Gama
Com 43 anos de história no futebol do Distrito Federal, o alviverde candango teve apenas três símbolos estampados em sua gloriosa camisa, que já conquistou 11 títulos do principal torneio local, sendo o maior detentor de taças, e uma Série B de Campeonato Brasileiro, que completa 20 anos em 20 de dezembro.
O primeiro item da simbologia gamense foi uma homenagem ao brasão do Distrito Federal. Em 1975, o Periquito utilizava o mesmo formato do emblema da capital, mas com  sigla S.E.G. em seu interior. A mudança para o formato utilizado até os dias atuais aconteceu em 1978, quando o arquiteto Alberto Farah criou um modelo que se diferenciasse de todos em Brasília.
Luziânia
O clube goiano foi o que teve as maiores modificações em sua logomarca. Ao longo da história, quatro modelos foram utilizados, com bruscas mudanças nas cores e formatos. Entre 1959 e 1995, por exemplo, o Azulino era alvinegro e tinha um símbolo que remetia ao do Santos. O atual foi adotado em 1995, quando o clube voltou a ter a alcunha ‘associação atlética’.
Paracatu
A evolução do escudo da Águia mineira acompanha as mudanças de sede que a agremiação teve ao longo dos seus 52 anos de história. Quando foi fundando com Unaí em 1966, o clube era alviverde e tinha um escudo no formato do utilizado pelo Santos. Enquanto esteve em Unaí, entre 2003 e 2008, a marca se assemelhava a um barco. O atual foi adotado em 2013 com a mudança para Paracatu.
Real
As modificações da simbologia do Leão do Planalto seguem a mesma lógica do Paracatu. Quando ainda se chamava Dom Pedro, o clube utilizou dois escudos diferentes entre 1996 e 2016. As cores também eram outras: o vermelho e branco. Em 2017, quando adotou a atual nomenclatura, o time realizou a alteração que culminou no formato atual.
Santa Maria
A Águia também teve algumas mudanças no seu símbolo durante seus 18 anos de história no futebol do Distrito Federal. O primeiro escudo, por exemplo, tinha como cores azul, branco e vermelho, em homenagem ao partido do então governador Joaquim Roriz, o Partido Progressista. As atuais cores foram adotadas em 2003, enquanto o formato foi incluso alguns anos depois.
Sobradinho
O atual campeão do Campeonato Candango teve quatro escudos em sua gloriosa história de 43 anos. O design redondo sempre foi parecido com o atual, com apenas as cores oscilando entre o alvinegro e a inserção de detalhes dourados. A maior mudança vigorou entre 1996 e 1997, quando o clube se chamou Botafogo Sobradinho e tinha um escudo no formato da matriz carioca.
Taguatinga
De volta às atividades de futebol profissional depois de 19 anos afastado, o Taguatinga Esporte Clube só teve dois escudos em todos os seus 54 anos de história. As mudanças, entretanto, não foram tão bruscas como em outras equipes. O princípio do escudo foi mantido, com apenas a águia, mascote da equipe, sendo inserido no modelo adotado após o retorno.
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