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Minas Brasília entra em campo pela 1ª vez na história da Copa do Brasil

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Minas Brasília x Santos - Série A2 do Campeonato Brasileiro
Foto: Divulgação/Minas Brasília

Nesta quarta-feira (11/6), o Minas Brasília, um dos representantes do Distrito Federal na Copa do Brasil Feminina, irá fazer história. Isso porque o esquadrão verde e azul fará a primeira partida na competição nacional. A equipe do quadradinho vai até o Rio de Janeiro para enfrentar o Vasco da Gama. A bola rola às 15h no Estádio Nivaldo Pereira, em Nova Iguaçu. A partida terá transmissão através da Vasco TV, no YouTube.

O Minas Brasília está atualmente na Série A2 do Campeonato Brasileiro e, por isso, é um dos representantes do DF no certame, ao lado do Cresspom, que já está eliminado, e o Real Brasília, que entrará na terceira fase do torneio. A Copa do Brasil Feminina voltou ao calendário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na atual temporada. Com isso, os clubes mais novos e com boa atuação nos últimos anos não disputaram o torneio.

Esse é o caso do Minas Brasília. Fundado em 2012, o esquadrão verde e azul começou disputando o Candangão da categoria. Sem alcançar o título, o clube não conseguiu a classificação para a Copa do Brasil. O primeiro título veio em 2016, mesmo ano que aconteceu a última edição do torneio. Ou seja, sem poder representar o DF na competição, já que o campeão do ano anterior que participava do campeonato, o Minas Brasília não conseguiu disputar a Copa.

Porém, anos depois o clube foi campeão da Série A2 do Brasileirão e se consolidou nas duas primeiras divisões do Campeonato Brasileiro até os dias atuais. Com a volta da Copa do Brasil e com mais participantes, o Distrito Federal teve direito a três vagas. Com isso, o Minas Brasília conseguiu a classificação no torneio. Por estar na segunda divisão nacional, a equipe entrou direto na segunda fase, e agora duela com o Vasco em busca da vaga na etapa seguinte.

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Minas Brasília x Taubaté - Série A2 do Campeonato Brasileiro
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

Quem representou o DF na competição anteriormente?

A Copa do Brasil da categoria teve início em 2007. Após muitos anos e um total de nove edições, a CBF optou por descontinuar a competição nacional após a edição de 2016. Com dois títulos cada um, os maiores campeões são Santos e São José, ambos do estado de São Paulo. Além deles, também levantaram a taça o Audax/Corinthians, Duque de Caxias, Ferroviária, Foz Cataratas, Kindermann e MS/Saad. Nessas temporadas, o campeão da copa se classificava para a Libertadores.

O time do Distrito Federal com o maior número de participações na Copa do Brasil Feminina é o Cresspom. As Tigresas do Cerrado, que são as maiores vencedoras do Candangão, participaram sete vezes do torneio nacional. Além delas, a ASCOOP participou duas vezes e o Capital representou o quadradinho em uma oportunidade. Inclusive, na última edição da Copa do Brasil antes dela ser descontinuada, o Cresspom conseguiu a melhor campanha de um clube do DF no certame.

Como funciona a Copa do Brasil?

Os classificados da primeira fase da competição nacional ganharam a companhia dos 16 times da Série A2 na segunda fase, que será disputada na primeira quinzena de junho. Os esquadrões se enfrentam em jogo único. Os 16 classificados se juntam aos times da Série A1, que estarão na terceira fase. Esta fase acontece no início de agosto, nos dias 6 e 7. As oitavas de final serão disputadas nos dias 17 e 18 de setembro, e às quartas no fim do mesmo mês. A fase semifinal e a grande decisão ocorrerão em 5 e 19 de novembro, respectivamente.

Serviço

Vasco da Gama x Minas Brasília
Data: 11/6 – Quarta-feira
Horário: 15h
Transmissão: Vasco TV (YouTube)

Confrontos da segunda fase da Copa do Brasil

Itabirito-MG x Vitóra-BA
Atlético-MG x Paysandu
São José-SP x Ypiranga-AP
Doce Mel-BA x Pinda Ferroviária
Coritiba x Rolim de Moura
Vasco da Gama x Minas Brasília
Atlético Piauiense x Ação-MT
Botafogo x Tuna Luso-PA
Taubaté-SP x Avaí/Kindermann-SC
Realidade Jovem-SP x Atlético Rio Negro-RR
Prosperidade-ES x Mixto-MT
Manaus-AM x Ipojuca-PE
Santos x Pérolas Negras-RJ
Remo x Operário-MS
Brasil de Farroupilha-RS x Itacotiara-AM
Juventude-SE x Fortaleza

**Todos os times à esquerda são os mandantes

Criança teria sido chamada de ‘macaco gordo’ em jogo do sub-9 do Capital

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Capital
Foto: Reprodução/Youtube

Uma acusação de racismo marcou o confronto entre Capital e J5, na manhã do último sábado (7/6), no CT Ninho do Periquito, no Gama, em um torneio infantil. Segundo o pai da vítima – um atleta da categoria sub-9 do Tricolor Candango – a mãe de um dos adversários teria xingado a criança de “macaco gordo” e outras ofensas de cunho racistas. A reportagem do Distrito do Esporte entrou em contato com a defesa da acusada, que negou as acusações de imediato. O caso foi registrado na Polícia e será investigado pela 14ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), do Gama.

Marcos Alberto, de 34 anos, é pai do menor, jogador do sub-9 do Capital – que não terá o nome divulgado pela reportagem. A equipe enfrentava o J5, pelo Campeonato Champions em Outro Patamar. O responsável pelo garoto conta que a confusão iniciou após o filho usar o corpo para proteger uma bola na linha de fundo e derrubar o adversário. “Foi quando essa mulher começou a chamar ele de macaco gordo e falando para esse preto sair daí. Alguns outros pais escutaram, e a mãe do goleiro do J5, uma peça chave de tudo isso, foi quem falou pro treinador do time do meu filho”, contou o responsável à reportagem do Distrito do Esporte. De acordo com ele, outros atletas, no banco de reservas, também teriam escutado as ofensas racistas.

Após o término do confronto, Marcos conversou com outros presentes e buscou entender o ocorrido. Quando a suposta agressora apareceu, as crianças teriam feito um ‘burburinho’ e apontaram para a moça. Eles diziam que era ela a autora das ofensas. “Meu filho foi falar com ela e perguntou: por que você fez isso? Ela disse ‘falei mesmo!’ e subiu o tom com meu filho. Eu falei que ele tinha pai e que ela iria sair dali presa, detida. Outros pais vieram para cima de mim por pensarem que eu estava ofendendo ou que queria bater nela.”, esclareceu à reportagem.

Para conter a confusão, a suposta agressora teria sido levada para dentro de campo. Marcos Alberto conta que neste momento descobriu que essa mulher era esposa de um membro da comissão técnica do J5 – que estava em campo com outra categoria. “O organizador da competição conversou comigo e disse que tinha tentado conversar com ela (agressora), mas que não tinha conseguido, pois estava alterada. Quando acabou o jogo de outra categoria, eles (equipe do J5) foram embora, fizeram um cordão entre os professores e ela passou do lado.”

De acordo com Marcos, a polícia demorou mais de duas horas para chegar até o CT. Ele foi até a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. O Capital tomou conhecimento do fato por meio do responsável do atleta e publicou uma nota oficial no Instagram; confira na íntegra:

O que diz o outro lado

A reportagem entrou em contato com a acusada por meio do advogado da família, autor de uma nota de posicionamento. No texto, ele ressalta que a mulher não era mãe de nenhum atleta, e sim noiva do treinador do J5, Davi Jesus. Ao término do jogo, ela se dirigiu ao campo e teria sido surpreendida com a acusação de injúria. Segundo o pronunciamento assinado pela defesa da acusada, Marcos Alberto (pai da suposta vítima) não tinha presenciado os fatos e estava desorientado.

Conforme o advogado, Marcos Alberto teria cuspido várias vezes no rosto de Davi Jesus, por ele tentar proteger sua companheira de ser agredida. A nota ressalta que a acusada não teria proferido qualquer palavra, ofensa ou expressão discriminatória e repudiou qualquer forma de racismo ou preconceito. Leia a nota de defesa na íntegra:

– Na condição de Advogado de L*****, venho a público manifestar seu posicionamento diante das acusações infundadas que vêm sendo divulgadas a seu respeito.

L***** é uma mulher parda, conhecida por sua postura respeitosa e pela dedicação às causas que envolvem juventude, fé e inclusão. Ela é líder de jovens em sua igreja evangélica, onde atua com adolescentes de diferentes origens sociais e étnicas, promovendo diariamente o respeito, o diálogo e a convivência harmoniosa entre todos.
Durante um evento esportivo infantil, no qual acompanhava seu noivo — um treinador negro — L*****assistiu à partida no campo Il e ao terminar, dirigiu-se com o time de noivo ao Campo III, onde foi surpreendida com uma acusação de injúria racial.

A denúncia, feita por um pai que não presenciou os supostos fatos, o qual, estando desorientado, cuspiu por várias vezes o rosto do Treinador Davi, por este tentar impedi-lo de agredir a jovem L*****. O senhor de nome desconhecido, afirmava que seu filho teria sido chamado por termos racistas. L***** nega veementemente ter proferido qualquer palavra, ofensa ou expressão discriminatória, e reafirma seu total repúdio a qualquer forma de racismo ou preconceito.

Importante destacar que L***** não é mãe de nenhuma das crianças envolvidas no jogo e acompanhava a equipe apenas como apoiadora do trabalho do noivo. O time que ela assiste e apoia é formado por crianças de diferentes etnias, o que reforça ainda mais a incoerência das acusações feitas contra ela.

Lamentamos profundamente que uma acusação tão grave tenha sido feita de forma precipitada, sem qualquer prova ou testemunho direto. A exposição indevida da imagem de L***** tem causado sofrimento pessoal, trabalhista, familiar e comunitário, especialmente por contrariar tudo o que ela representa em sua vida pública e privada.

Há provas e testemunhas de que as acusações são inverídicas, e que o acusador se dirigiu a outro ambiente 40 minutos após o jogo de seu filho, agindo violentamente contra uma mulher que nem sequer sabia do que se tratava.

Estamos confiantes de que a verdade será restabelecida e tomaremos todas
providências legais cabíveis para defender sua honra e reparar os danos que já vêm sendo causados. –

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Handebol: com quatro brasilienses, time brasileiro é campeão mundial

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Equipe master de handebol do Brasil
Foto: Divulgação

Quatro atletas brasilienses estão na equipe brasileira de handebol que conquistou o título de campeão no Masters Handball World Cup 2025, realizado entre os dias 21 e 25 de maio. A competição que reuniu equipes de handebol do mundo inteiro aconteceu na cidade de Omiš, na Croácia. A equipe brasileira venceu na categoria masculina 45+, consolidando o país como uma das potências do handebol master mundial.

Os atletas Reginaldo Mendes (eleito melhor goleiro), Senyr Lemos, Lander de Oliveira e Marcelo Godói são naturais do Distrito Federal. Eles fizeram parte da equipe Cesp/Ceres Brasil, que protagonizou uma campanha invicta, enfrentando adversários da República Tcheca, Polônia e Hungria. Na final, venceu a Lituânia em uma partida emocionante, decidida nos tiros de 7 metros, garantindo o título de campeã mundial.

O técnico da equipe, Alexandre Querino, destacou que a Croácia é uma das potências do handebol mundial. Para ele, participar da maior competição da modalidade e conquistar o lugar mais alto do pódio representa um feito inédito para o Brasil. “Participar da maior competição mundial da modalidade e categoria e sair como campeões é um feito inédito não somente para os atletas e para mim, mas para o Brasil. Somos carentes de investimento e suporte, mas, graças à nossa organização, conseguimos transformar uma ideia em realidade”, ponderou Alexandre.

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Para o capitão da equipe, o atleta Ésio Rocha, apesar da falta de incentivo, a preparação iniciada 12 meses antes da competição foi o diferencial para alcançar o título histórico. “O processo foi longo e doloroso. Não tivemos muito patrocínio, e vários atletas renunciaram a muitas coisas, arcando com os custos do próprio bolso. Nada foi por acaso: trabalhamos, nos organizamos e planejamos. A equipe é formada por pessoas sérias e comprometidas, não apenas com o país, mas com o esporte”, destacou o atleta.

O Masters Handball World Cup é o maior torneio internacional de handebol para veteranos, com categorias que vão de 30+ a 60+, reunindo ex-atletas profissionais de diversas nacionalidades. A edição de 2025 contou com a participação de 62 equipes de 19 países, totalizando mais de 2.000 atletas.

FFDF divulga novo formato e reagenda Candanguinho Feminino Sub-17

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Minas Brasília é campeão da primeira edição do Campeonato Candango Feminino SUb-17 - Candanguinho Feminino Sub-17
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

Marcado inicialmente para começar em 14 de junho – próximo sábado -, o Campeonato Candango Feminino Sub-17 sofreu algumas alterações no formato. Além dessas mudanças, a competição de categorias de base do futebol feminino também sofreu um reagendamento. A competição é financiada pelo projeto CBF Transforma. Atual campeão da primeira edição do Candanguinho Sub-17, o Minas Brasília defenderá o título em mais uma participação no torneio.

A segunda edição do Candanguinho Feminino Sub-17 terá a participação de cinco equipes: Ceilândia, Cresspom, Cruzeiro, Legião e Minas Brasília. Anteriormente, o Cresspom não havia sinalizado a participação. Porém, após uma reunião na sede da Federação de Futebol do Distrito Federal nesta segunda-feira (9/6), foi definido que as Tigresas do Cerrado poderiam entrar no campeonato de categorias de base.

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Minas Brasília campeão do Candanguinho Sub-17 em 2024
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

Com as alterações realizadas, o Candanguinho Feminino Sub-17 terá o pontapé inicial dado em 26 de julho. Com a inserção do Cresspom, agora um clube folgará por rodada. Na primeira fase, os clubes estarão alocados em um mesmo grupo, jogando entre si em partidas de ida e volta. Assim, cada um entrará em campo em seis oportunidades. Os dois mais bem colocados vão à decisão, enquanto os dois eliminados subsequentes na tabela de classificação disputam o terceiro lugar.

Nos debates do Conselho Arbitral, os representantes dos clubes definiram a realização das fases finais em partidas únicas. Com isso, em caso de igualdade no tempo regulamentar, o campeão e o terceiro colocado serão definidos em cobranças de penalidades máximas. Não haverá nenhuma vantagem de regulamento para as equipes oriundas da primeira fase do Candanguinho Feminino Sub-17. Confira abaixo as rodadas da competição.

Rodada 1

Legião x Cresspom
Cruzeiro x Minas Brasília
Folga: Ceilândia

Rodada 2

Ceilândia x Legião
Cresspom x Cruzeiro
Folga: Minas Brasília

Rodada 3

Cresspom x Ceilândia
Minas Brasília x Legião
Folga: Cruzeiro

Rodada 4

Legião x Cruzeiro
Ceilândia x Minas Brasília
Folga: Cresspom

Rodada 5

Minas Brasília x Cresspom
Cruzeiro x Ceilândia
Folga: Legião

Rodada 6

Cresspom x Legião
Minas Brasília x Cruzeiro
Folga: Ceilândia

Rodada 7

Legião x Ceilândia
Cruzeiro x Cresspom
Folga: Minas Brasília

Rodada 8

Ceilândia x Cresspom
Legião x Minas Brasília
Folga: Cruzeiro

Rodada 9

Cruzeiro x Legião
Minas Brasília x Cruzeiro
Folga: Cresspom

Rodada 10

Cresspom x Minas Brasília
Ceilândia x Cruzeiro
Folga: Legião

Após choque de cabeça, exames não indicam lesão no zagueiro Pedro Romano

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Pedro Romano

O empate entre Capital e Goiânia, por 1 a 1, no último sábado (7/6), pela Série D do Campeonato Brasileiro, ficou marcado por um susto envolvendo o zagueiro Pedro Romano. No segundo tempo, o defensor se chocou violentamente de cabeça com o goleiro adversário e caiu desacordado no gramado, precisando ser retirado de ambulância. Dois dias depois, o tricolor atualizou o estado do atleta.

O clube brasiliense divulgou um boletim oficial, nesta segunda-feira (9/6), para divulgar não ter constatado nada nos exames realizados em Pedro Romano. Ainda assim, o zagueiro seguirá em observação nos próximos dias, seguindo o protocolo de concussão determinado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Implementado em linha com as diretrizes da Fifa, o protocolo de concussão da CBF visa proteger atletas após traumas na cabeça sofridos durante partidas. Após qualquer suspeita de concussão cerebral, o jogador é submetido a exames clínicos e neurológicos e, mesmo sem anormalidades nos resultados dos testes, deve ser afastado temporariamente como medida preventiva.

 

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A recomendação da CBF é que, em casos como o de Pedro Romano, o atleta permaneça em observação por um período 24 a 48 horas, podendo se estender conforme avaliação médica. A volta aos treinos e aos jogos só é liberada após acompanhamento e liberação de um neurologista.

Apesar da boa recuperação e da ausência de lesão constatada, Pedro Romano não estará disponível para o próximo compromisso do Capital. O motivo, porém, é disciplinar: o zagueiro recebeu o terceiro cartão amarelo e está automaticamente suspenso da partida contra o Goianésia, no sábado (.

Arthur Elias convoca duas jogadoras do DF para a disputa da Copa América

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Arthur Elias convocando a Seleção Brasileira Feminina para a Copa América
Foto: Livia Villas Boas/CBF

Na manhã desta segunda-feira (9/6), a Seleção Brasileira Feminina foi convocada para a disputa da Copa América da categoria na sede da CBF. A competição será disputada entre o dia 12 de julho e 2 de agosto, com os confrontos sendo disputados no Equador. O Brasil estreia no domingo (13/7), contra a Venezuela, às 21h. Ao todo, 23 jogadoras defenderão a amarelinha na maior competição de seleções da América do Sul. Entre elas, duas atletas nasceram no Distrito Federal.

As 23 convocadas também estarão à disposição da Seleção Brasileira no último amistoso antes da Copa América. O confronto será bastante importante contra a França, na sexta-feira (27/6), em Grenoble. Anteriormente, o Brasil teve dois jogos preparatórios realizados em São Paulo, ambos contra o Japão. Na Neo Química Arena, a amarelinha venceu por 3 a 1. O segundo amistoso foi em Bragança Paulista, com mais um triunfo brasileiro: 2 a 1.

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Kaká - zagueira do São Paulo convocada para a Seleção Brasileira Feminina
Foto: Staff Images/CBF

Na lista de convocadas está a zagueira Kaká. A atleta de 25 anos é nascida no Distrito Federal e já defendeu um clube do quadradinho: o Minas Brasília. Campeã da Série A2 do Campeonato Brasileiro com o esquadrão verde e azul, ela atualmente está no São Paulo. Na atual temporada, ela levantou a taça da Super Copa do Brasil no MorumBis após o Tricolor vencer o Corinthians nos pênaltis.

Outra atleta nascida no Distrito Federal e que está garantida na Copa América é Gabi Portilho. A atacante de 30 anos está atualmente defendendo as cores do Gotham, clube dos Estados Unidos. Ela fez história com o Corinthians, time em que permaneceu por cinco temporadas, levantando diversos títulos. Na Olimpíada de Paris em 2024, ela foi um dos destaques da Seleção Brasileira e garantiu a medalha de prata no evento.

Gabi Portilho comemorando gol em cima da Espanha na vitória do Brasil na Olimpíada de Paris 2024 - Olimpíadas - Jogos Olímpicos
Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Goleiras

Lorena – Kansas City (EUA)
Camila – Cruzeiro
Cláudia – Fluminense

Zagueiras

Tarciane – Lyon (FRA)
Isa Haas – Cruzeiro
Kaká – São Paulo
Mariza – Corinthians

Laterais

Yasmim – Real Madrid (ESP)
Fátima Dutra – Ferroviária
Fê Palermo – Palmeiras
Antônia – Real Madrid (ESP)

Meia-Campistas

Angelina – Orlando Pride (EUA)
Duda Sampaio – Corinthians
Ary Borges – Racing Louisville (EUA)
Ana Vitória – Atlético de Madrid (ESP)

Atacantes

Kerolin – Manchester City (ING)
Gio – Atlético de Madrid (ESP)
Luany – Atlético de Madrid (ESP)
Dudinha – São Paulo
Marta – Orlando Pride (EUA)
Amanda Gutierres – Palmeiras
Gabi Portilho – Gotham (EUA)
Jhonson – Corinthians

Copa do Brasil: CSA confirma que jogo contra o Vasco será em Maceió

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Copa do Brasil
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O CSA anunciou oficialmente que a primeira partida das oitavas de final da Copa do Brasil, contra o Vasco da Gama, será disputada em Maceió. Em nota divulgada nas redes sociais, o clube reafirmou o compromisso com a torcida e informou que, mesmo diante de diversas propostas para a venda do mando de campo, optou por manter o jogo no Estádio Rei Pelé. Brasília seria uma das candidatas ao duelo.

Segundo o comunicado do CSA, a decisão vem em meio a um momento importante para o clube, em meio a um processo de reconstrução. A diretoria destacou que a caminhada administrativa está sendo conduzido com responsabilidade e empenho, e que os resultados esportivos são parte essencial dessa trajetória. A presidente Miriam Monte chegou a revelar proposta, mas decidiu manter o jogo próximo à torcida.

“O torcedor azulino na arquibancada é o nosso décimo segundo jogador. Apesar de inúmeras propostas para a venda do mando de campo da primeira partida das oitavas de final, está decidido que CSA x Vasco será em Maceió”, afirma o comunicado. Por e-mail, o clube reforçou à reportagem do Distrito do Esporte não ter realizado negociações com o Grupo Metrópoles para trazer o jogo ao Estádio Nacional Mané Garrincha.

A decisão de manter a partida em casa, segundo a nota, reflete a importância da presença da torcida azulina nas arquibancadas e o papel exercido por ela na caminhada do time na competição. Durante a atual temporada, o Mané Garrincha foi palco de partidas com mando de campo vendido, como Aparecidense x Fluminense, pela Copa do Brasil, além de duelos estaduais.

O texto termina com uma convocação à torcida e um tom de otimismo. “O momento é ainda mais de união e força, e que o Maior de Alagoas continue escrevendo sua história de conquistas ao lado de sua apaixonada torcida. Nos vemos no Estádio Rei Pelé.” Com a confirmação, o CSA prepara-se para receber o Vasco em casa, com expectativa de grande público e um ambiente favorável em busca de um bom resultado na partida de ida.

Cerrado bate Ourinhos e garante última vaga nos playoffs da LBF

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LBF
Foto: Felipe Costa/Cerrado Basquete

Na hora da verdade, o Cerrado Basquete mostrou que queria mais. Jogando em casa, no ginásio da ASCEB, em Brasília, o time verde e branco venceu o Ourinhos/AOBE por 64 a 55, neste domingo (8/6), e conquistou a última vaga nos playoffs da Liga de Basquete Feminino (LBF) CAIXA 2025. De quebra, a equipe eliminou a concorrente direta AD Santo André da disputa.

O destaque do jogo foi a ala/pivô norte-americana Dayna Rouse, que brilhou com 20 pontos e oito rebotes, levando para casa o Troféu MVP CAIXA de Melhor Jogadora da Partida. “Foi uma grande luta desde o início, mas acho que jogamos bem, coletivamente. Elas sempre procuravam por mim e, quando eu estava marcada, conseguia devolver a bola para matarem de fora. Joguei apenas três jogos, mas (a Liga) tem sido muito física, mais até do que eu estava acostumada, e estou me adaptando a isso”, comentou a atleta.

Destaque ao longo de toda temporada regular da LBF 2025, Izabela realizou outra partida positiva pelo Cerrado Basquete. A atleta de equipe verde e branca fechou a partida na Ascebe com 11 pontos. Joice, com 11 assistências, também exerceu papel fundamental na construção do resultado positivo para o time comandado pelo técnico Alan Monteiro.

Também confirmado na etapa eliminatória da LBF 2025, Ourinhos teve Ribeiro como principal referência na visita ao Distrito Federal. A jogadora somou um duplo-duplo (12 pontos e 11 rebotes). Maísa Marçal também marcou 12 pontos, mas a dupla não evitou a derrota fora de casa.

Com a oitava vitória na temporada, o Cerrado chega aos 26 pontos e um aproveitamento de 44,4% em 18 partidas. Já o Ourinhos/AOBE tem 11 vitórias, 29 pontos e aproveitamento de 61,1%. Na próxima terça (10/6), o Ourinhos visita o líder Sampaio Basquete, em São Luís (MA). Já o Cerrado encara o Corinthians na quinta-feira (12/6), em São Paulo.

Real Brasília é superado pelo Palmeiras pela 13ª rodada da Série A1

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Real Brasília x Palmeiras - Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino
Foto: Júlio César/Real Brasília

As Leoas do Planalto foram superadas mais uma vez em mais uma rodada da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino. Na noite deste sábado (7/6), o Real Brasília entrou em campo pela 13ª rodada do primeiro escalão nacional, porém, acabou sendo derrotado pelo Palmeiras no Estádio Bezerrão. O revés foi o oitavo do clube do Distrito Federal, que não vive um bom momento dentro do certame e se aproximou da zona da degola para a Segundona.

A bola rolou no Estádio Bezerrão às 21h. O Real Brasília conseguiu segurar o ímpeto das Palestrinas durante quase todo o primeiro tempo, porém, acabou cedendo à pressão da equipe visitante aos 42 minutos da etapa inicial. Após cruzamento na área, Amanda Gutierrez bateu de primeira com a perna esquerda, a bola morreu no fundo da rede de Tainá: 1 a 0. No segundo tempo o Real Brasília voltou com a mesma proposta de segurar o adversário, mas acabou sofrendo mais um gol.

Aos 32 minutos da etapa final, após mais um cruzamento na área, a bola foi ajeitada para Amanda Gutierrez, que bateu de primeira na altura da marca do pênalti. A arqueira do Real Brasília ainda tocou na pelota antes de morrer no fundo das redes: 2 a 0. Com o triunfo, o Palmeiras ganhou duas posições e entrou no G4 da Série A1 do Campeonato Brasileiro. As Palestrinas estão com 24 pontos, podendo ainda serem ultrapassadas pela Ferroviária ao fim da rodada.

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Real Brasília x Palmeiras - Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino
Foto: Júlio César/Real Brasília

Já o Real Brasília vive um momento complicado. O clube do Distrito Federal desceu uma colocação e agora está na 14ª posição, com apenas nove pontos. A equipe está somente a dois pontos do primeiro time da zona de rebaixamento, que é o Instituto 3B da Amazônia. A Série A1 ainda terá duas rodadas pela frente para definir os dois rebaixados e os classificados para a próxima fase.

As Leoas do Planalto voltam a entrar em campo no próximo fim de semana. No sábado (14/6), o Real Brasília recebe o Grêmio no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, o Defelê, na Vila Planalto. A partida está marcada para acontecer às 11h. Já na última rodada da primeira fase da Série A1 do Brasileirão, o clube do Distrito Federal vai até o Rio de Janeiro para enfrentar o Fluminense. O confronto acontece no dia 18 de junho.

Ceilândia joga bem e brilho de Regino decide contra o Porto Velho

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Série D
Foto: Renan Pariz/Ceilândia

O Ceilândia está de volta à primeira colocação da Série D do Campeonato Brasileiro. Na tarde deste sábado (7/6), o Gato Preto recebeu o Porto Velho, no Estádio Abadião, e ganhou dos rondonienses pela segunda vez consecutiva, com brilho de Regino. O placar de 3 a 0, aliada à derrota da Aparecidense para o Luverdense, serviu para o alvinegro saltar para o topo do Grupo A5 do torneio nacional.

Improvisado como centro-avante, Regino foi o grande nome da partida nos domínios ceilandenses. Mostrando bom posicionamento ofensivo e, principalmente, faro de gol, o camisa 15 marcou duas vezes (um deles uma pintura de voleio) e encaminhou a vitória. Pablo Félix foi o autor da terceira bola na rede e confirmou mais três pontos na conta do Ceilândia na Série D.

Início fulminante

A rede balançou no Abadião com apenas dois minutos de jogo. Diego Bolt avançou pela direita e fez cruzamento preciso para Regino emendar de voleio e soltar o grito de gol da torcida alvinegra. Um belo gol para premiar a largada a mil do Ceilândia diante do Porto Velho. Embora tivesse mais a bola, a equipe rondoniense pouco produzia e se mostrou suscetível aos contra-ataques.

Com 22, Júnior Timbó interceptou passe errado da defesa rival e aproveitou o facão de Regino. Sozinho, o camisa 15 chutou entre as pernas de Digão e ampliou. O Gato Preto voltou a usar o recurso pouco depois, mas, desta vez, o artilheiro da tarde parou em excelente defesa do goleiro adversário. Mais assertivo, o Ceilândia desceu aos vestiários com a tranquilidade da vantagem construída.

Lentidão, mas vitória

O segundo tempo começou com uma situação polêmica de arbitragem. Aos três minutos, Valter Bala roubou a bola do defensor e colocou na rede, mas o juiz anulou após interpretar toque de mão do atacante do Ceilândia. Digão fez boas interceptações em tentativas de cruzamento. Em uma delas, Júnior Timbó esperava a bola livre para empurrar para a rede, mas foi frustrado pela ação preventiva de corte do goleiro.

Mesmo com a bola no pé, o Porto Velho esbarrava em uma atuação inoperante no campo ofensivo e não dava nenhum trabalho para o goleiro Elias. O Ceilândia apostava nos contra-ataques, mas falhava no último passe e não ampliava o placar. O gol final veio apenas nos acréscimos. Aos 46 minutos, Pablo Félix se posicionou bem, recebeu passe açucarado de Tarta e decretou os 3 a 0 no Abadião.

Ceilândia 3
Elias; Diego Bolt (Paulinho), Mingoti, Badhuga e Everaldo; Lucas Silva, Lagoa (Tarta) e Júnior Timbó (Pablo Félix ⚽); Valter Bala, Kennedy (Edson Reis) e Regino ⚽⚽ (Wisley).
Técnico: Adelson de Almeida

Porto Velho 0
Digão; Lucas Bala, Rennã 🟨, Nathan (Milton Lucas) e Capa; França, Carlos Eduardo (Ronny 🟨) e Emerson Bacas 🟨; Victor (Lukinhas), Edrean (Giovany) e Mano 🟨.
Técnico: Paulo Eduardo