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Ceilândia sofre gol cedo, produz pouco e amarga derrota na Série D

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Ceilândia
Foto: Eduardo Soares/Goiatuba

Um início decisivo e uma atuação sem respostas marcaram a noite do Ceilândia. Neste sábado (11/4), no Estádio Divinão, pela segunda rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, o Gato Preto foi superado pelo Goiatuba por 1 a 0, sofreu o gol ainda no primeiro tempo e não conseguiu reagir ao longo da partida.

O resultado derruba o time candango para a última colocação do Grupo A4, com apenas um ponto somado, e acende o sinal de alerta neste início de competição nacional. Com mais posse de bola, mas pouca objetividade, o Ceilândia voltou a apresentar dificuldades na construção ofensiva e não conseguiu transformar volume em perigo real.

Gol cedo e controle

O Ceilândia até começou tentando ocupar o campo ofensivo, mas a primeira chegada perigosa foi do adversário. Antes disso, aos 4 minutos, Bosco arriscou de fora da área e obrigou Omar a fazer a defesa, no que seria a melhor chance alvinegra em toda a etapa inicial.

Aos 16 minutos, o jogo ganhou rumo definitivo. Tsunami recebeu espaço na intermediária, arriscou de longa distância e acertou um chute forte, sem chances para Edmar Sucuri, abrindo o placar para o Goiatuba.

Após o gol, o cenário se consolidou com maior presença ofensiva do time goiano. Aos 34 minutos, Julio finalizou cruzado e exigiu boa defesa de Edmar Sucuri, que evitou um prejuízo maior. Mesmo com mais posse, o Gato Preto encontrava dificuldades para infiltrar e não conseguia dar sequência às jogadas.

O restante do primeiro tempo foi de pouca criatividade do lado candango, com circulação lenta e pouca agressividade no último terço, facilitando o controle defensivo do Goiatuba até o intervalo.

Pressão sem eficiência

Na volta do intervalo, o panorama não mudou de forma significativa. O Goiatuba seguiu mais perigoso, explorando principalmente bolas alçadas na área e erros de posicionamento do Ceilândia.

Aos 22 minutos, Talles fez boa jogada individual, finalizou com força e parou em defesa plástica de Edmar Sucuri, novamente decisivo para evitar o segundo gol. Três minutos depois, Cabralzinho recebeu na entrada da área, mas finalizou para fora, mantendo o placar mínimo.

Do lado candango, a dificuldade de criação persistiu. O time até tentava adiantar linhas, mas sem organização suficiente para construir chances claras, mantendo o jogo sob controle do adversário.

A única chance mais aguda veio no último lance da partida. Danillo cobrou falta com perigo e assustou o Goiatuba, mas a bola não encontrou o caminho do gol, confirmando a derrota em uma noite de pouca inspiração ofensiva.

Próximo jogo

O Ceilândia volta a campo no sábado (18/4), às 16h, no Estádio Abadião, quando encara o União Rondonópolis em duelo direto na parte de baixo da tabela da Série D do Campeonato Brasileiro. Os dois times somaram apenas um ponto em dois jogos e estão fora da zona de classificação ao mata-mata

GOIATUBA-GO 1
Omar; Renan Silva, Euller, Renato Vischi e Frank; Daniel de Pauli (Matheus Obina 🟨), Tsumita ⚽ e Thalles (Daniel Costa); Jean Silva (Rafael Castro), Júlio Vitor 🟨 (Fagner) e Bruno Nunes 🟨 (Alex Henrique).
Técnico: Glauber Ramos

CEILÂNDIA 0
Edmar Sucuri 🟨; Paulinho (Sávio), Franklin, Henrique Alagoano e Fabinho (Danillo Ribeiro); Bosco (Fábio Guilherme), Cleyton Maranhão e Robert; Marquinhos 🟨 (Cabralzinho), Davi Araújo 🟨 e Cardoso (Ian Carlos).
Técnico: Adelson de Almeida

Brasília Vôlei perde para o Montes Claros e dá adeus ao acesso na Superliga

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Brasília Vôlei
Foto: Divulgação/Brasília Vôlei

O sonho do acesso terminou em solo mineiro após uma noite de pressão adversária e dificuldade na imposição do ritmo. O Brasília Vôlei foi derrotado pelo Montes Claros Vôlei por 3 sets a 0, neste sábado (11/4), em Montes Claros, no terceiro jogo da semifinal da Superliga Masculina B, e deu adeus à vaga na primeira divisão do vôlei nacional. A série ficou em 2 a 1 para os adversários.

A partida decisiva colocou frente a frente duas equipes em busca da final e do acesso, mas o time da casa conseguiu transformar o apoio da torcida em vantagem dentro de quadra. Com atuação consistente desde o início, o Montes Claros controlou os momentos-chave e não permitiu reação efetiva do adversário candango.

O primeiro set mostrou domínio amplo dos mineiros. Embalado pela torcida, o Montes Claros pressionou no saque e dificultou a construção ofensiva do Brasília, abrindo vantagem confortável ao longo da parcial e fechando em 25/15, com diferença significativa no placar.

No segundo set, o Brasília Vôlei apresentou reação e equilibrou as ações. A disputa seguiu ponto a ponto, com maior intensidade defensiva e melhor organização ofensiva do time candango, mas, nos momentos finais, o Montes Claros voltou a ser mais eficiente e fechou em 25/22.

O terceiro set manteve o equilíbrio em quadra, com o Brasília tentando pressionar e evitar o desfecho negativo. Mesmo com boa resistência e disputa intensa em cada ponto, o Montes Claros conseguiu manter a consistência, aproveitou melhor as oportunidades e fechou a parcial em 25/21.

Com o resultado, o time mineiro fecha a série semifinal e garante vaga na decisão, além do acesso à elite do vôlei nacional. Já o Brasília Vôlei encerra a campanha na Superliga B após uma trajetória competitiva, mas sem conseguir alcançar o objetivo principal da temporada.

Brasiliense para no Luverdense e segue sem vencer na Série D

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Brasiliense
Foto: Kaylan Oliveira/Luverdense

Em noite de pouca inspiração ofensiva, o Brasiliense voltou a esbarrar na própria dificuldade de definição. Neste sábado (11/4), no Estádio Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde (MT), pela segunda rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, o time candango empatou por 0 a 0 com o Luverdense e segue sem vencer na competição nacional, agora com dois pontos somados.

O resultado mantém o Jacaré na zona de classificação, mas amplia a pressão por uma resposta imediata na competição. Apesar de bons momentos ao longo da partida, principalmente no primeiro tempo, o time do Distrito Federal voltou a pecar na efetividade, cenário que tem impedido a equipe de transformar desempenho em vitórias neste início de Série D.

Trocação e chances claras

O início de jogo teve o Luverdense mais presente no campo ofensivo, controlando posse e buscando acelerar pelas pontas. Logo aos 7 minutos, Kevin recebeu lançamento, dominou e finalizou com perigo, mandando a bola muito perto da trave, em aviso claro da postura agressiva dos mandantes nos primeiros movimentos.

A resposta do Brasiliense veio rapidamente e com perigo real. Aos 9 minutos, Tarta cobrou cruzamento preciso e Marcos Júnior apareceu bem na área para cabecear, tirando tinta do travessão. O lance deu confiança ao Jacaré, que passou a equilibrar as ações e encontrar espaços na defesa adversária.

Aos 18 minutos, Tarta voltou a protagonizar, desta vez em finalização de longa distância que exigiu boa defesa do goleiro João. Dois minutos depois, Jean Pyerre recebeu pela esquerda, finalizou firme e novamente parou no arqueiro, consolidando o melhor momento ofensivo da equipe candanga na etapa inicial.

O jogo seguiu aberto até o intervalo, com chances para os dois lados e leve queda de intensidade na reta final. O Luverdense ainda assustou aos 29, com cabeceio de Pedro raspando o travessão, e aos 39, com Felipe finalizando por cima após escanteio, mantendo o placar zerado em um primeiro tempo movimentado.

Ritmo cai e goleiros aparecem

Na volta do intervalo, o Luverdense tentou repetir a postura inicial e voltou mais agressivo. Logo aos 4 minutos, Ítalo arriscou de fora da área, mas sem direção. O Brasiliense respondeu aos 9, quando Douglas finalizou no meio do gol e a defesa conseguiu neutralizar o lance, mantendo o equilíbrio do confronto.

Com o passar do tempo, o jogo perdeu intensidade e ficou mais fragmentado, muito em função das substituições e do aumento no número de faltas. As equipes passaram a ter mais dificuldade na construção ofensiva, reduzindo a frequência de chances claras em relação ao primeiro tempo.

A melhor oportunidade do Jacaré na etapa final surgiu aos 30 minutos. Tarta cobrou falta com precisão, buscando o canto, mas o goleiro João apareceu bem novamente para evitar o gol. Pouco depois, aos 33, Montanha arrancou em velocidade, invadiu a área e parou na saída do goleiro, desperdiçando a chance mais clara do time candango.

Nos minutos finais, o Luverdense ainda tentou pressionar, mas encontrou uma defesa bem postada do Brasiliense. Sem criatividade e com baixo aproveitamento ofensivo dos dois lados, o duelo caminhou para um empate sem gols, refletindo o equilíbrio e a falta de contundência ao longo dos 90 minutos.

Próximo jogo

Em alerta pela necessidade de vitórias, o Brasiliense volta a campo pela Série D do Campeonato Brasileiro no próximo sábado (18/4), quando visita o Inhumas, no Estádio Zico Brandão. A bola rola a partir das 18h30 e o clube amarelo tentará transformar desempenho em resultado para entrar na briga pelo G-4.

LUVERDENSE-MT 0
João Guilherme; Raul Prata (Isac Miller), Gustavo Alexandria, Feliphe e Kevin Emmel; Danilo Borges, Lucas Góes (João Hassen) e Douglas (Bady); Hitalo 🟨 (Gean Júnior), Marco Antonio (Wendel Barros) e Pedro Bortaluzo.
Técnico: Wagner Lopes

BRASILIENSE 0
Matheus Kayser; Vitor Marinho, Regino 🟨 (Fábio Sanches), Victor Sallinas e Jhonathan Moc; Iago Correau, Marcos Júnior, Tarta e Jean Pyerre (Matheus Nolasco); Serginho (Montanha) e Wallace Pernambucano (Jackson).
Técnico: Léo Roquete

Atropelo! Vicente Luque finaliza Kelvin Gastelum em estreia no peso médio

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Vicente Luque
Foto: UFC

Noite de trabalho rápida para Vicente Luque em Miami. Em duelo realizado no card do UFC 327, evento sediado na Kaseya Center, em Miami, Flórida, Luque e Kelvin Gastelum se enfrentaram na segunda luta do card preliminar da noite, fator que escancarava a baixa expectativa da organização para o confronto entre os dois medalhões. Todavia, dentro do octógono, Luque não tomou conhecimento do desafio e finalizou o rival ainda no primeiro round.

Dentro do octógono, as duas grandes perguntas que pairavam sobre o confronto foram rapidamente respondidas: a condição física de Gastelum e a adaptação de Vicente Luque aos 84 kg. Nas primeiras interações na luta em pé, Luque se mostrou arisco, enquanto Gastelum apresentava clara defasagem de velocidade em relação ao rival. Assim, em uma demonstração de velocidade e técnica, Vicente aplicou um cruzado de esquerda e derrubou o adversário. Tonto com o golpe, Gastelum não conseguiu se defender do triângulo de mão, especialidade de Luque, e acabou finalizado.

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Além do desafio de estrear em nova categoria de peso, outro fator motivava a desconfiança em torno do nome de Vicente Luque. Desde o confronto diante de Geoff Neal, em agosto de 2022, quando foi nocauteado e sofreu dano cerebral devido ao trauma, o atleta, que comanda parte do camp na Cerrado MMA, acumulava mais lutas canceladas do que realizadas no UFC: cinco embates cancelados e quatro disputados.

Dentre os quatro confrontos realizados antes do duelo diante de Gastelum, Luque foi derrotado nas duas últimas aparições no octógono. Nas ocasiões, o lutador brasileiro foi finalizado por Kelvin Holland e derrotado por Joel Alvarez via decisão. Apesar de interromper a sequência negativa com uma vitória dominante no primeiro round, Luque deve enfrentar outro combatente não ranqueado na próxima rodada.

Supercopa Capital confirma trio e inicia montagem da edição 2026

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Supercopa Capital
Foto: Mateus Dutra

A base volta a ganhar protagonismo no Distrito Federal com a confirmação dos primeiros clubes da Supercopa Capital 2026. O Capital, anfitrião do torneio, já tem companhia definida: o Atlético-MG e o Grêmio Novorizontino estão confirmados na quarta edição da principal competição sub-17 do país.

O Galo chega para a terceira participação no torneio e ainda busca o primeiro título na história da competição. Já o clube paulista marcará presença pela segunda vez, reforçando o caráter nacional e competitivo da Supercopa Capital, que vem se consolidando como vitrine de jovens talentos do futebol brasileiro.

A edição de 2026 seguirá o formato já tradicional, com 32 equipes divididas em oito grupos. Os dois melhores de cada chave avançam para as oitavas de final, dando início ao mata-mata até a grande decisão. A competição será realizada entre 1º e 14 de dezembro), período que já virou marca registrada do calendário do torneio.

A distribuição de vagas por federação também reforça a dimensão nacional da disputa. O Distrito Federal aparece com quatro representantes, enquanto estados como São Paulo e Rio de Janeiro contam com três vagas cada. Ao todo, 32 clubes participarão da competição, incluindo três convidados, ampliando a diversidade técnica e regional do torneio.

A Supercopa Capital se destaca não apenas pelo número de participantes, mas pela qualidade dos atletas envolvidos. A competição reúne promessas que já despontam como futuros nomes do futebol profissional, transformando o evento em um verdadeiro laboratório de talentos e observação para clubes e profissionais da área.

Com os primeiros confirmados e o formato definido, a expectativa cresce para mais uma edição que promete alto nível técnico e visibilidade nacional. O torneio consolida o Distrito Federal como palco importante para o desenvolvimento do futebol de base e reforça o protagonismo da Capital no cenário esportivo brasileiro.

Candangão Sub-20 define formato e avança para ter duas divisões em 2027

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Sub-20
Foto: Divulgação/FFDF

A base do futebol do Distrito Federal ganhou novos contornos visando uma mudança estrutural para o futuro. A Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) realizou, nesta quinta-feira (9/4), o Conselho Arbitral do Campeonato Candango Sub-20 de 2026 e deu andamento ao projeto de reformulação da competição, com encaminhamento para o torneio local ter duas divisões a partir de 2027.

O encontro na sede da entidade máxima do futebol candango, na Asa Sul, reuniu representantes das 22 equipes participantes e definiu o formato da edição atual, considerada estratégica para a transição do modelo. A competição tem início previsto para 16 de maio e será responsável por classificar os 12 clubes integrantes da elite da próxima temporada, além de garantir direito de disputa aos demais para a nova segunda divisão do torneio.

Ao todo, 22 agremiações disputarão o campeonato em 2026: Aruc, Brasília, Brasiliense, Brazlândia, Canaã, Candango, Capital, Ceilandense, Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Grêmio Valparaíso, Legião, Luziânia, Paranoá, Planaltina, Real Brasília, Samambaia, Santa Maria, SESP Brasília, Sobradinho e Taguatinga. A divisão dos grupos foi definida em comum acordo entre os clubes.

O formato de disputa da última edição com ampla participaçaõ prevê duas chaves com 11 equipes cada na primeira fase. Os quatro melhores de cada agrupamento avançam às quartas de final e, automaticamente, garantem vaga na primeira divisão de 2027. Além deles, quem terminar na quinta e na sexta posições de cada grupo também se classificam para a elite, totalizando 12 clubes.

Novo cenário competitivo

As 10 equipes restantes integrarão a segunda divisão do Candanguinho Sub-20 a partir de 2027, consolidando a nova estrutura proposta pela FFDF. A medida busca aumentar o nível de competitividade e organizar melhor o calendário da base no Distrito Federal. Na fase eliminatória, os confrontos seguirão o cruzamento entre os grupos A e B, com jogos de ida e volta nas quartas de final e nas semifinais. A final será disputada em partida única, sob organização da entidade, definindo o campeão da temporada.

O campeonato contará com 123 partidas distribuídas em 16 janelas de datas ao longo do calendário do futebol local. Entre as definições operacionais, ficou estabelecido que os clubes mandantes deverão disponibilizar atendimento médico para ambas as equipes, enquanto a FFDF será responsável pelos custos de arbitragem e fornecimento de bolas.

Detalhes do torneio

Grupo A
Sobradinho, Capital, Samambaia, Brasiliense, Gama, Aruc, Brazlândia, Legião, Taguatinga, Candango e SESP Brasília

Grupo B
Real Brasília, Santa Maria, Canaã, Grêmio Valparaíso, Luziânia, Cruzeiro, Ceilandense, Planaltina E.C., Ceilândia, Paranoá e Brasília

1ª rodada
Samambaia x Capital
Gama x Brasiliense
Aruc x Brazlândia
Taguatinga x Legião
Candango x SESP Brasília
Canaã x Santa Maria
Luziânia x Grêmio Valparaíso
Cruzeiro x Ceilandense
Ceilândia x Planaltina E.C.
Paranoá x Brasília

Folga: Real Brasília e Sobradinho

Diego Lugano marcará presença em jogo do Capital na Série D

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Lugano
Foto: Divulgação/AUF

A passagem de um nome histórico do futebol sul-americano e nacional pelo Distrito Federal deve marcar a rodada da Série D do Campeonato Brasileiro. Ídolo do São Paulo, o ex-zagueiro Diego Lugano estará no Estádio JK, no Paranoá, para acompanhar o duelo do Capital contra o Operário VG, marcado para domingo (12/4), às 16h.

A presença do ex-zagueiro uruguaio ocorre em um contexto específico dentro do elenco tricolor. O lateral-direito Nicolás Lugano, filho do ex-capitão da seleção uruguaia, faz parte do grupo e pode aparecer entre os relacionados para a partida, o que deve atrair atenção extra para o confronto.

O jogo coloca o Capital em mais um compromisso importante na Série D do Brasileirão, em busca de regularidade dentro da competição nacional. O adversário mato-grossense chega como concorrente direto na disputa por posição na tabela, aumentando o peso do duelo para as pretensões do clube candango.

A visita de Lugano, tratado como novo embaixador do Capital, não envolve participação direta na partida, mas adiciona um elemento simbólico ao evento. Com passagem marcante pelo São Paulo e liderança na seleção uruguaia, o ex-defensor carrega reconhecimento continental e histórico relevante no futebol.

 

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Atenção fora das quatro linhas

A possível presença do filho em campo cria um ponto de interesse adicional para o público e para o ambiente do jogo. A ligação familiar com um nome de destaque do futebol internacional projeta o confronto além do aspecto esportivo e amplia a visibilidade do Capital.

O clube aposta em bom público no Estádio JK para o duelo, com ingressos disponibilizados a R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). A expectativa gira em torno de uma partida competitiva dentro de campo e de um ambiente movimentado fora dele.

A rodada da Série D, assim, ganha um componente diferente no Distrito Federal, com a presença de um ex-jogador de relevância internacional acompanhando de perto o cenário do futebol candango.

Monse Ayala, do Minas Brasília, é convocada para seleção do Paraguai

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Monse Ayala
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

Convocação internacional e protagonismo além das fronteiras colocam o futebol candango em evidência. A meia Monse Ayala, do Minas Brasília, foi chamada para defender a seleção do Paraguai na Liga das Nações Feminina, torneio disputado entre terça-feira (7/4) e quarta-feira (15/4) e que serve como caminho rumo à Copa do Mundo Feminina de 2027.

A competição continental funciona como eliminatória para o Mundial, previsto para acontecer no Brasil, e reúne seleções em busca das vagas diretas. O Paraguai entra na disputa com a missão de subir na tabela e garantir presença entre as melhores campanhas do torneio.

Com a presença da jogadora do Minas Brasília, a seleção paraguaia terá dois compromissos importantes na sequência da competição. Na sexta-feira (10/4), às 20h, o duelo será contra o Equador, enquanto na terça-feira (14/4), às 18h, o confronto será diante do Peru, em jogos decisivos para a classificação. Não há jogos da Série A2 do Campeonato Brasileiro no período.

No cenário atual, o Paraguai ocupa a sexta colocação na tabela, posição que exige reação nas próximas rodadas. As duas primeiras seleções garantem vaga direta na Copa do Mundo, enquanto a terceira e a quarta colocadas avançam para um play-off classificatório, mantendo viva a disputa por uma vaga no torneio global.

Olho na classificação

A Liga das Nações Feminina contará com nove rodadas ao longo do calendário, exigindo regularidade e desempenho consistente das seleções participantes. Cada ponto conquistado pode ser determinante na corrida por uma das vagas para o Mundial de 2027.

A convocação de Monse Ayala reforça a importância do Minas Brasília no cenário do futebol feminino e evidencia a capacidade do clube em desenvolver atletas com nível internacional. Autora de um gol na vitória contra o 3B da Amazônia na Série A2 do Campeonato Brasileiro, a meia surge como peça importante na tentativa do Paraguai de crescer na competição.

Com desafios diretos e margem reduzida para erros, a seleção paraguaia entra em campo pressionada por resultados. A presença da atleta candanga amplia a representatividade do Distrito Federal no cenário internacional e reforça o alcance do trabalho desenvolvido no clube.

Ceilândia reforça elenco com zagueiro e atacante para a Série D

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Ceilândia
Foto: Filipe Fonseca

Movimentação no elenco e reforços já integrados ao dia a dia da equipe. O Ceilândia confirmou a chegada do zagueiro Franklin Joseph e do atacante Ian Carlos como peças para a sequência da Série D do Campeonato Brasileiro, ampliando as opções do técnico Adelson de Almeida no Gato Preto.

A dupla já esteve à disposição na estreia da competição nacional, diante do Mixto, com destaque para Franklin Joseph, escalado entre os titulares. A utilização imediata indica confiança da comissão técnica e reforça a necessidade de rodagem do elenco em um campeonato longo e competitivo.

No setor defensivo, Franklin chega com um perfil de formação sólida e experiência acumulada desde as categorias de base. Com dupla nacionalidade brasileira e nigeriana, o zagueiro soma passagens por Inter de Limeira e Campinense, além de ter sido formado nas categorias de base do Corinthians, onde conquistou títulos importantes.

O currículo do defensor inclui convocações para as seleções de base Sub-17 e Sub-20, além das conquistas da Copinha e da Copa do Brasil Sub-17. A bagagem em competições nacionais e o histórico em nível formativo fortalecem o sistema defensivo do Ceilândia para a sequência da temporada.

Velocidade no ataque

Para o setor ofensivo, o Gato Preto apostou em um nome conhecido no cenário local. Ian Carlos retorna ao futebol do Distrito Federal após passagens por Brasiliense e Samambaia, trazendo como principal característica a velocidade e a capacidade de atuar pelos lados do campo.

A familiaridade com o ambiente candango aparece como diferencial para a adaptação rápida ao elenco. O atacante surge como opção para ampliar as alternativas ofensivas e oferecer profundidade ao time, especialmente em jogos fora de casa, onde a transição rápida ganha importância.

Com os novos reforços já inseridos no grupo, o Ceilândia busca fortalecer o elenco para a disputa da Série D. O objetivo passa por manter regularidade e competitividade ao longo da competição, com um grupo mais equilibrado em todos os setores. No sábado (11/4), às 18h30, o alvinegro tenta a primeira vitória na competição nacional contra o Goiatuba, fora de casa.

Gama vira diante do Tocantinópolis e encaminha vaga na Copa Centro-Oeste

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Gama
Foto: Luciano Lopes/Divulgação/Gama

Nem sempre o controle inicial garante vantagem no placar, mas, desta vez, a insistência teve recompensa. Nesta quarta-feira (8/4), no Estádio Ribeirão, pela terceira rodada da Copa Centro-Oeste, o Gama saiu atrás, reagiu com autoridade no segundo tempo e venceu o Tocantinópolis por 2 a 1, se aproximando bastante da classificação para a fase de quartas de final do torneio regional.

O resultado mantém a invencibilidade alviverde no torneio, deixa o Periquito muito próximo de avançar e reforça a força do elenco, capaz de responder mesmo em cenário adverso e com uma sequência importante de jogos. Com mudanças decisivas na etapa final, o time candango transformou domínio em efetividade e construiu mais uma vitória importante na campanha regional.

Controle sem efetividade

O início de jogo teve o Gama como protagonista. Mesmo com uma formação alternativa, a equipe manteve postura ofensiva e controlou as ações. Aos 8 minutos, Luan recebeu em boas condições, mas parou na defesa adversária. O cenário seguiu com posse e presença ofensiva, porém, sem contundência. O Tocantinópolis, mais reativo, assustou aos 15, quando Santa Helena finalizou dentro da área, mas Renan Rinaldi defendeu com segurança.

A melhor chance da etapa inicial veio aos 23 minutos. Após passe em profundidade, Alan driblou o goleiro e, sem ângulo, rolou para Santa Helena, que finalizou travado por PV praticamente em cima da linha. Aos 26, após bola alçada na área, a sobra ficou com PV, que tentou uma bicicleta e mandou perto do gol. O jogo ganhou novo rumo aos 34 minutos. Após confusão na área, Emerson finalizou, Renan Rinaldi deu rebote e Rogério apareceu livre para finalizar e abrir o placar para o Tocantinópolis. Mesmo em desvantagem, o Gama retomou o controle nos minutos finais, mas encontrou dificuldades diante da atuação segura do goleiro Luciano.

Mudanças que decidem

A volta do intervalo trouxe um Gama diferente. Com entradas importantes e ajuste de postura, o time passou a pressionar alto e encurralar o Tocantinópolis no campo defensivo. Aos 18 minutos, a mudança surtiu efeito imediato. Ramon, recém-acionado, fez inversão precisa e encontrou Kennedy, que invadiu a área e finalizou cruzado para empatar o jogo. O gol mudou completamente o cenário. Mais agressivo e confiante, o Gama passou a controlar as ações com intensidade e não se contentou com o empate.

A virada veio aos 27 minutos. Após bola parada, Kennedy recebeu pela direita e cruzou na medida para Ramon, que subiu bem e cabeceou firme para colocar o alviverde na frente. Aos 30, após erro na saída de bola, Hitalo ficou com a chance, mas Renan Rinaldi saiu bem e evitou o empate. Nos minutos finais, o Tocantinópolis tentou pressionar, promoveu mudanças e buscou o empate, mas encontrou um Gama sólido defensivamente, que controlou os espaços e garantiu a vitória fora de casa.

Próximo jogo

O Gama volta a campo no sábado (11/4), às 19h30, no Estádio Bezerrão, quando recebe o Inhumas pela estreia na Série D do Campeonato Brasileiro.