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#2 | Lembra dele? Fernando Diniz se aposentou como jogador no Gama

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Foto: Gustavo Moreno

Nos mais de cinquenta anos desde o primeiro pontapé no futebol candango, inúmeros jogadores conhecidos em todo o país passaram pelos clubes do Distrito Federal. Alguns já consagrados, outros ainda em formação, mas todos deixaram marcas em gramados espalhados por todo o DF. Na série Lembra dele?, o Distrito do Esporte resgata nomes que cruzaram o caminho da capital brasileira em momentos improváveis da carreira. No segundo episódio, o personagem da vez é Fernando Diniz, atual treinador do Vasco da Gama. Pouco antes de encerrar a carreira como jogador, o técnico teve uma curta passagem pelo Gama. Foram apenas 24 dias e pouco mais de 30 minutos com a camisa gamense, em uma rápida passagem por 2008. 

Antes de se tornar um dos mais respeitados técnicos do cenário nacional, Fernando Diniz teve uma boa carreira enquanto jogador. A carreira teve início na Juventus da Mooca – time de coração do atual treinador do Vasco da Gama – em 1993. Ficou por lá até 1996, quando se transferiu ao Palmeiras, em uma fase de ouro, à época gerido pela Parmalat. De lá, se transferiu ao rival Corinthians, antes de rodar o país: Fluminense, Flamengo, Santos, Cruzeiro, Paraná e outros. Ao todo, foram 13 times durante toda a carreira enquanto meio-campista e 25 gols marcados, no total. Chegou ao Gama aos 34 anos, em 2008 e vinha da Juventus – o mesmo clube onde havia sido revelado 15 anos antes.

Os horizontes também não eram os mais esperançosos para o Gama. O clube vinha de três temporadas seguidas na segunda divisão do Brasileirão – e tinham ficado no meio da tabela em todas. Meses antes, o Gama já havia amargado um quarto lugar no Candangão – resultado tratado como fracasso à época. Após a campanha abaixo das expectativas no torneio local, uma barca deixou o clube e uma reformulação foi feita para o início da Série B. Dentre eles, nomes mais renomados como Adriano Magrão e o argentino Sérgio Giono chegaram para encorpar o plantel comandado pelo treinador Ademir Fonseca. Um ‘spoiler’: os dois fariam parte de uma verdadeira romaria de 104 jogadores que passaram pelo Alviverde ao longo daquela temporada. 

Dentre toda a pressão e expectativa para o início do torneio, Diniz chegou com status no Ninho do Periquito. Pelo olhar da diretoria, o já veterano meio-campista chegava como um dos principais reforços para a Série B, inclusive com cacife para vestir a camisa dez; no entanto, o otimismo não era o mesmo para o técnico Ademir Fonseca. De acordo com uma edição do Correio Braziliense de 29 de abril de 2008, o treinador não teria dado o aval para a contratação. Fernando vinha de um rebaixamento no Campeonato Paulista com a camisa da Juventus. A temporada anterior, com 16 jogos e um gol marcado pelo Santo André-SP, também não brilhavam os olhos do comandante gamense. 

Mesmo assim, na apresentação, o discurso de Diniz foi em alto astral: “É uma satisfação estar aqui no Gama, e junto com os meus companheiros vamos buscar o título da Série B”. A estreia do meia aconteceu duas semanas depois, contra o Grêmio Barueri, fora de casa, na primeira rodada da segunda divisão do Brasileirão. Mesmo sem encantar o treinador, Fernando ainda treinou entre os titulares no último treino antes do confronto. No entanto, foi para o banco de última hora, por opção técnica de Ademir Fonseca. O dono da prancheta gamense optou por escalar o volante Kel. Foi o meia, inclusive, o autor da melhor chegada do Alviverde no primeiro tempo na partida diante dos paulistas. 

A equipe do DF foi superior aos paulistas na etapa inicial daquela estreia. No entanto, aos 40’ do primeiro tempo, o panorama mudou quando o lateral-direito Thiaguinho tomou um cartão vermelho direto após uma falta violenta. Depois do intervalo, com 14’ da parcela final, mais um gamense foi mandado para o vestiário mais cedo: desta vez, o volante Emerson, este pelo segundo cartão amarelo. Eram dois a menos – e o juiz já tinha amarelado outros quatro jogadores do Gama. Fernando Diniz entrou logo em sequência e assistiu, de dentro de campo, o Grêmio Barueri sacramentar a vitória por 2 a 0. Ao fim do jogo, revoltado com a arbitragem, Diniz foi para cima e proferiu diversas ofensas ao árbitro: o terceiro expulso do Alviverde naquela noite.

Um dos poucos registros encontrados da partida entre Gama e Grêmio Barueri, na estreia da Série B do Brasileirão de 2008. Foto: Cristian Schneider

Aquela arbitragem revoltou a todos do elenco gamense. O goleiro Luís Henrique não poupou palavras quando conversou com a imprensa após o apito final: “A arbitragem hoje foi atípica! Estávamos bem até o juiz inventar duas expulsões”. No entanto, Diniz teria subido o tom e “ferido a honra” do árbitro Renato Conceição. Um prato cheio para o Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pûni-lo com mais cinco jogos de suspensão (seis, no total). Com a suspensão, o meia só retornaria em 27 de julho – cerca de 79 dias sem entrar em campo. Antes mesmo do julgamento já corriam boatos de que, caso o gancho fosse alto, o clube iria rescindir o contrato. Dito e feito: Diniz e Gama rescindiram logo após a decisão da justiça.

Wagner Marques, homem forte do Gama, fazia pouca questão de manter o meia no elenco. Diniz também não tinha interesse em ficar mais de dois meses parado e as partes chegaram a um acordo. “Eu ia ficar muito tempo sem jogar e isso onera o clube. E estou longe da minha família, preciso resolver problemas particulares”, explicou em entrevista ao Correio Braziliense no dia em que deixou o clube. A decisão selou também o fim da carreira como jogador, que prefere apagar a breve passagem do currículo: “Prefiro dizer que encerrei a carreira no Juventus. No Gama, não tive a condição de levar a família, a saudade apertou e decidi parar. A minha produtividade já não era a mesma. E os clubes que aparecia para mim também não eram mais os mesmos. A relação custo-benefício já não compensava”, assumiu ao GE meses depois.

Carreira depois do Gama

Após pendurar as chuteiras, Fernando Diniz se reinventou à beira do campo e, com o tempo, virou um dos técnicos mais comentados do futebol brasileiro. A primeira experiência como treinador foi em 2009, no modesto Votoraty-SP, na terceira divisão do Paulistão. Ganhou projeção a partir de trabalhos ousados em times pequenos, como Audax-SP e Oeste-SP, onde chamou atenção pelo estilo de jogo ofensivo, baseado na posse de bola. A proposta, que gerou debates acalorados entre torcedores e analistas, teve ápice no vice-campeonato paulista de 2016 com o Audax, em uma campanha histórica que incluiu eliminações sobre São Paulo e Corinthians.

Desde então, Diniz passou por clubes de peso no Brasil. Athletico-PR, Fluminense, São Paulo, Santos e Cruzeiros são alguns dos times presentes no currículo do treinador. Após conquistar a Libertadores de 2023 com o Tricolor das Laranjeiras, o técnico ganhou corpo para assumir a Seleção Brasileira no ano seguinte. No entanto, não conseguiu implementar o estilo de jogo na Amarelinha e logo deixou o cargo. Nesta temporada, assumiu o Clube de Regatas Vasco da Gama. Até aqui, foram dez jogos, com quatro vitórias, dois empates e quatro derrotas. Sob o comando de Fernando Diniz, o Gigante da Colina marcou 13 gols e sofreu outros nove.

Atualmente, Fernando Diniz comanda o Vasco da Gama

Reforço de peso! Felipe Clemente é a primeira contratação do Gama para 2026

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Foto: Mateus Dutra

Classificado para a Série D e para a Copa do Brasil após cinco anos distante dos torneios nacionais, o Gama já começou a dar os primeiros movimentos no mercado de contratações. Depois de divulgar a renovação de quatro peças fundamentais do título do Candangão 2025, a diretoria gamense anunciou, na tarde desta quarta-feira (25/6), a chegada do primeiro reforço para a próxima temporada: Felipe Clemente, atacante com extensa trajetória no Ceilândia e com uma breve passagem pelo Capital e Ceilandense. O contrato do jogador de 29 anos com o Alviverde vai até o fim de 2027.

Clemente defendeu o branco e preto do Ceilândia por três temporadas e conquistou o Campeonato Candango de 2023. Foram 54 partidas com 27 gols marcados. Neste ano, ainda defendeu as cores do Confiança por apenas sete jogos, válidos pela Série C do Campeonato Brasileiro e não balançou as redes. Deixou o clube ainda no início da terceira divisão nacional e rumou para Israel, para assinar com o Football Club Kiryat Yam. No entanto, com o país em guerra e com a chegada de imigrantes proibida, sequer chegou a entrar em campo. O contexto favoreceu as negociações com o Gama.

No novo contrato assinado com a Sociedade Esportiva do Gama, Clemente ficará no clube até o fim de 2027. Será um dos comandados pelo técnico Luiz Carlos Carioca no Candangão, Copa do Brasil, Série D e Copa Verde – se confirmada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Wendel Lopes, presidente do Gama, comentou sobre a primeira contratação: “o Clemente é um baita jogador e tem a cara do Gama. Com certeza, é um jogador que vai conquistar o carinho da nossa enorme torcida”, declarou. O dirigente ainda não descartou um possível empréstimo do jogador no decorrer deste ano.

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Agora, o atacante se junta a quatro outros jogadores confirmados pela diretoria gamense para a próxima temporada: o goleiro Renan Rinaldi, o volante e capitão Moisés, e os laterais Lucas Piauí e Michel. Além dos atletas, o treinador Luis Carlos Carioca também acertou a permanência no clube. O Gama também tem a preferência no empréstimo de Willian Júnior para 2026 – nos termos da transferência do meia ao Santa Cruz, o meia não pode ser negociado com nenhum outro time do Distrito Federal.

Clemente no Distrito Federal

Desde que desembarcou no Distrito Federal pela primeira vez, ainda em 2022, Clemente se estabeleceu como um dos maiores artilheiros e destaques do futebol local. O primeiro clube foi o Capital. Com a camisa do Tricolor, foram 15 jogos e cinco gols marcados. Os bons números do atacante no Candangão daquele ano brilharam os olhos do Ceilândia Esporte Clube, onde se tornaria ídolo posteriormente. Chegou no Alvinegro para a reta final da fase de grupos da Série D e em quatro jogos, anotou três gols. Na reta final daquela temporada ainda defenderia o Anapolina, na Segunda Divisão do Campeonato Goiano.

No ano seguinte, assinou em definitivo com o Gato Preto e se tornou peça importante do elenco dirigido por Adelson de Almeida. Após uma campanha decepcionante no Candangão, a equipe por pouco não alcançou o tão sonhado acesso à Série C do Brasileirão. Durante a campanha do Ceilândia na quarta divisão, Felipe balançou as redes em seis oportunidades. Após a eliminação na Série D, se transferiu ao conterrâneo Ceilandense, onde foi campeão e artilheiro da Segundinha, com cinco gols marcados. Ao todo, Clemente balançou as redes 15 vezes no decorrer de 2023 – em números, a melhor temporada da carreira.

A idolatria, já semeada em virtude das boas atuações em anos anteriores, aliada a uma rápida identificação com a torcida alvinegra, foi definitivamente escrita em 2024. Ao lado de Romarinho, Clemente formou uma das duplas de ataque mais memoráveis da história do clube e juntos, conquistaram o tricampeonato do Candangão. Em 13 jogos, Felipe foi marcou sete gols e foi peça fundamental na campanha do título. Após o término do torneio, foi emprestado ao Manauara, do Amazonas, onde disputou a Série D. Pela equipe amazonense, foram quatro gols marcados.

Nesta temporada, o atacante protagonizou um dos maiores momentos da história do Gato Preto. Na estreia do clube nesta edição da Copa do Brasil, diante do Coritiba, Felipe Clemente marcou os dois gols do time na partida, responsáveis por levar a decisão para os pênaltis – vencida pelo Ceilândia. O primeiro gol, de placa, de bicicleta, para empatar o jogo em 1 a 1, marcou a memória de toda a torcida presente no Estádio Abadião. Pelo Candangão, ainda conquistou a vice-artilharia do torneio, com quatro gols marcados – empatado com Wallace Pernambucano e atrás de Mateusinho, Vitor Xavier e Pipico, com cinco.

Ceilândia x Coritiba - Copa do Brasil 2025
Gol de placa de Felipe Clemente explodiu o Estádio Abadião, na Copa do Brasil. Foto: Alan Rones/Ceilândia

Tabela detalhada das últimas rodadas da Série D é divulgada pela CBF

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Série D
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

Faltam apenas cinco jogos para o fim da fase de grupos da Série D do Campeonato Brasileiro. Agora, as datas, horários e demais detalhes das últimas três rodadas da competição foram definidas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ceilândia e Capital, representantes do Distrito Federal no torneio, terão duelos diretos em busca da classificação para o mata-mata. Inclusive, ambos se enfrentarão na 12ª rodada, em um duelo que promete mexer com toda a configuração do G4 do Grupo A5. Os compromissos decisivos estão marcados para acontecer entre 5 e 20 de julho. 

O primeiro destes últimos jogos detalhados pela entidade máxima do futebol brasileiro é um duelo local: em 13 de julho – um domingo – o Capital se prepara para receber o Ceilândia, no Estádio JK, em duelo válido pela 12ª rodada. Uma semana depois, em 20 de julho, os tricolores seguem no Paranoá para receber o Porto Velho, às 15h30. No mesmo dia, mas às 15h, o Gato Preto segue fora de casa. Agora, a viagem é para a capital do estado de Goiás, onde enfrentarão o Goiânia, no Estádio Olímpico Ludovico, no penúltimo jogo da fase de grupos.

Por fim, todos os quatro jogos da rodada final do Grupo A5 foram marcados para acontecer no mesmo dia e horário: 26 de julho, às 17h – assim como manda o regulamento imposto pela CBF. O Ceilândia volta ao Estádio Abadião para encerrar a fase de grupos, diante do Goianésia. O Capital, por outro lado, terá de viajar até Aparecida de Goiânia para enfrentar a Aparecidense, no Estádio Annibal Batista de Toledo. 

Ceilândia x Mixto-MT | Estádio Abadião | 28/06 – 16h | 10ª rodada
Ceilândia x Luverdense-MT | Estádio Abadião | 05/07 – 16h | 11ª rodada
Capital-DF x Ceilândia | Estádio JK | 13/07 – 15h30 | 12ª rodada
Goiânia-GO x Ceilândia | Estádio Olímpico de Goiânia | 20/07 – 15h | 13ª rodada
Ceilândia x Goianésia-GO | Estádio Abadião | 26/07 – 17h | 14ª rodada

Luverdense-MT x Capital | Estádio Passo das Emas | 28/06 – 18h  | 10ª rodada
Mixto-MT x Capital-DF | Estádio Presidente Dutra | 05/07 – 18h | 11ª rodada
Capital x Ceilândia | Estádio JK | 13/07 – 15h30 | 12ª rodada
Capital x Porto Velho-RO | Estádio JK | 20/07 – 15h30 | 13ª rodada
Aparecidense x Capital-DF | Estádio Aníbal Toledo | 26/07 – 17h | 14ª rodada

Ao término da fase de grupos, apenas os quatro primeiros colocados do grupo avançam para o mata-mata. A nova etapa terá confrontos eliminatórios, com jogos de ida e volta, a partir do último fim de semana de julho. 

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Brasília recebe etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Challenger

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Vôlei de Praia
Foto: Divulgação/SEL-DF

A partir desta quinta-feira (26/6), Brasília será palco de mais um evento de vôlei. Em arena montada próximo aos arcos olímpicos do Estádio Nacional Mané Garrincha, a capital federal recebe a 1ª etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Challenger. O evento está dentro da programação do Brasília Open de Vôlei de Praia. Além disso, o Distrito Federal também será palco do Torneio de Vôlei de Praia Sub-21.

A 1ª etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Challenger ocorre entre os dias 26 a 29 de junho e contará com entrada gratuita para todos os dias do evento. Além da disputa dos dois certames, o público que for até a arena montada no estacionamento do Estádio Mané Garrincha poderá aproveitar outras atrações, como uma estrutura de entretenimento que conta com um boulevard, beach club, atividades interativas, ações de marcas e área gastronômica.

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Secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira comentou sobre o evento. “Brasília tem uma forte tradição no vôlei de praia e revelou grandes nomes para o cenário nacional, por isso merece receber uma estrutura como esta, que integra esporte, lazer e desenvolvimento social. O Distrito Federal não é apenas um centro de formação de talentos, mas também uma referência na realização de eventos esportivos de alto nível e de destaque no calendário do país, unindo excelência esportiva e entretenimento para a população”.

O evento reúne atletas de mais de 15 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Esportistas da casa competirão em alto nível nos naipes masculino e feminino. O certame contará com nomes como Léo Vieira, Solange, Ângela e Teresa. A partir de quinta-feira (26/6) começa a etapa qualificatória. Nos dias em diante serão disputadas a fase de grupos, quartas de final, semifinais e finais.

Série A2 do Campeonato Brasileiro terá pausa por conta da Data Fifa

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Minas Brasília
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

No último fim de semana, foram realizadas as partidas de ida das quartas de final da Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino. A fase atual é decisiva, já que define os quatro clubes que subirão para a elite do futebol feminino nacional. Porém, o duelo de volta acontece somente no primeiro fim de semana de julho, devido a Data Fifa. Com isso, a técnica Kethleen Azevedo e sua comissão terão um bom tempo para preparar o Minas Brasília para o jogo decisivo.

Os duelos de ida das quartas de final da Série A2 do Brasileirão começaram no sábado (21/6). Em casa, o Ação-MT foi derrotado pelo Santos, no Estádio Dito Souza. No dia seguinte, o Minas Brasília, representante do Distrito Federal no segundo escalão nacional, acabou derrotado de virada para o Fortaleza, no Estádio Bezerrão. Horas depois foi a vez do Botafogo derrotar o Mixto. Na segunda-feira (23/6), o Atlético-MG venceu o Vitória na Arena MRV.

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Minas Brasília x Fortaleza - Série A2 do Campeonato Brasileiro Feminino
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

Agora, os times terão aproximadamente 12 dias para trabalharem. Os jogos estão marcados para acontecer em 5 e 6 de julho. Isso se deve pois a Seleção Brasileira Feminina entrará em campo na Data Fifa. O Brasil irá até a França para enfrentar as donas da casa. O confronto será na sexta-feira (27/6), às 16h10. O amistoso serve como preparação para a Copa América da categoria, que será disputada no Equador.

Derrotado no primeiro jogo contra o Fortaleza, o Minas Brasília terá um bom tempo para corrigir os erros do confronto de ida. Vale lembrar que o clube do Distrito Federal precisa de uma vitória por um gol de diferença para levar o duelo para os pênaltis. Caso vença por dois gols ou mais, o esquadrão verde e azul carimba a classificação para a semifinal, além do principal objetivo da temporada: o acesso à Série A1 do Campeonato Brasileiro.

Quartas de final – Ida

Ação-MT 0x1 Santos
Minas Brasília 1×2 Fortaleza
Mixto 1×2 Botafogo
Atlético-MG 1×0 Vitória

Quartas de final – volta

Sábado (5/7)

Santos x Ação-MT
Vila Belmiro – 15h

Vitória x Atlético-MG
Barradão – 15h

Botafogo x Mixto
Nilton Santos – 19h

Domingo (6/7)

Fortaleza x Minas Brasília
Presidente Vargas – 15h

Série D de volta! Confira as estatísticas dos times do DF nesta edição

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Série D
Capital e Ceilândia em combate ainda pelo Candangão. Foto: Filipe Fonseca

Nove rodadas se passaram desde a largada inicial dos representantes do DF na Série D do Campeonato Brasileiro. Ceilândia e Capital seguem na briga por uma classificação ao mata-mata, na parte de cima da tabela do Grupo A5. Os ceilandenses aparecem na vice-liderança, com 17 pontos. O Tricolor vem logo atrás, em quinto, com 13 – o primeiro fora da zona de classificação. Após uma pausa no último fim de semana, ambos voltam a campo neste sábado (24/6), na primeira das cinco partidas restantes para definirem os classificados à próxima fase. O Distrito do Esporte reuniu os principais números dos candangos nesta edição.

Mesmo fora do G4, o Capital ostenta a melhor defesa do grupo e do torneio, empatado com Joinville, Manauara e Tuna Luso. Foram apenas cinco gols sofridos – média de 0,56 por jogo. A solidez defensiva se manteve mesmo após a troca no comando técnico, de Roberto Fernandes para Felipe Surian. As únicas derrotas do Tricolor foram pelo placar mínimo: 1 a 0 para Aparecidense e Ceilândia. No entanto, o ataque não repete a mesma eficiência, sete gols em nove partidas, média de 0,77 — quinto entre os oito da chave. Wallace Pernambucano, maior artilheiro da história da Coruja, é também quem mais balançou o barbante na Série D, com dois gols marcados.

O desempenho do Tricolor muda bastante dentro de casa e fora: como mandante, no Estádio JK, venceu apenas um dos cinco jogos. Em outros três, saiu com o empate, além de uma derrota. No entanto, como visitante, o aproveitamento é de 62%. Em quatro confrontos, foram duas vitórias, um empate e apenas um revés. No geral, o Capital somou 13 dos 36 pontos possíveis, com um aproveitamento de 48%. O Capital é o quinto colocado.

Capital x Ceilândia - Candangão BRB 2025
Foto: Gustavo Roquete/Capital

Por outro lado, o Ceilândia tem o equilíbrio como trunfo nas primeiras rodadas. Com nove gols sofridos (média de um por jogo) tem a segunda melhor defesa da chave, empatado com o Luverdense. No setor ofensivo, a equipe balançou as redes em 14 oportunidades diferentes – o terceiro do Grupo A5 no quesito, com média de 1,56 por jogo. A campanha é equilibrada até mesmo como mandante e visitante: em casa, somou três vitórias e apenas uma derrota; fora de casa, venceu dois, empatou dois e perdeu um. A pedra no sapato tem sido a Aparecidense. Em dois jogos disputados contra os goianos, foram duas derrotas: a primeira por 3 a 2 e a segunda por 2 a 0

Regino é quem mais balançou as redes para o Gato Preto. O meia-atacante colocou a bola no barbante três vezes. Atrás dele, Romarinho e Junior Timbó são os vice-artilheiros ceilandenses, com dois gols marcados. O bom desempenho ofensivo coloca o Ceilândia na briga pela liderança, com 17 pontos conquistados, dois pontos atrás da Aparecidense, com 19. Atualmente, a equipe do DF ocupa a segunda colocação do Grupo A5, com um aproveitamento geral de 62%.

Capital e Ceilândia jogam pela Série D do Brasileirão
Foto: Renan Pariz/Ceilândia

Aspecto disciplinar

Capital e Ceilândia registram médias superiores a dois cartões amarelos por jogo. Ao longo das nove rodadas, os ceilandenses somaram 21 amarelos média de 2,33 , além de dois vermelhos: Regino e Valter Bala. Kennedy saiu amarelado em quatro oportunidades e é quem lidera o ranking. Os tricolores tomaram 18 amarelos, média exata de dois por confronto. Mateusão foi o único do elenco a ser expulso, ainda na segunda rodada. Felipe Guedes, com duas, é quem mais tomou advertências dentre os companheiros. 

Neste sábado (24/6), ambas as equipes voltam a entrar em campo pela 10ª rodada da Série D. O Ceilândia recebe o Mixto às 16h30, no Estádio Abadião. Um pouco mais tarde, às 18h, o Capital enfrenta o Luverdense no Estádio Passo das Emas, em Mato Grosso.

 

Brasília Futebol Clube tem novo diretor executivo: ‘paixão e compromisso’

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Brasília
Foto: Arquivo pessoal

Octacampeão do Candangão, o Brasília Futebol Clube está de volta às atividades profissionais de futebol. Rebaixado para a Segunda Divisão do Campeonato Candango em 2023, a equipe alegou dificuldades financeiras e optou por não disputar a última edição do torneio. Após o período de inatividade, no ano do cinquentenário, o Colorado busca reconstrução fora das quatro linhas. Nos bastidores, os trabalhos já começaram. Na diretoria, o reforço de um velho conhecido: Philyppe Réquia, diretor de futebol do clube entre 2021 e 2023, está de volta ao clube, desta vez como executivo. O dirigente conversou com a reportagem do Distrito do Esporte e detalhou os desafios da nova fase do time.

Réquia deixou o clube após o rebaixamento no Candangão de 2023, quando o Brasília terminou na última colocação. No mesmo ano, assumiu a diretoria do Paranoá, onde permaneceu durante a temporada de 2024. À frente da Cobra Sucuri, conduziu o time à quinta colocação no campeonato. Ao explicar a decisão de trocar a elite candanga por um projeto de reconstrução, destacou motivação além das quatro linhas. “Estava muito satisfeito com o trabalho no Paranoá e sou grato pela oportunidade e pela confiança. Mas o que motivou o retorno ao Brasília foi algo maior: identificação profunda com o clube, a história e o projeto em desenvolvimento”, destacou.

Na primeira passagem, iniciada em 2021, a missão já era semelhante: recolocar o Brasília no caminho das conquistas e de volta à elite do futebol local. Agora, o foco ultrapassa os resultados esportivos. “A Segundinha é o primeiro passo de um projeto maior, que vai além do acesso: queremos construir um Brasília forte, estruturado, capaz de voltar ao lugar de destaque que a sua torcida tanto sonha. É um trabalho que envolve paixão, compromisso e a certeza de que estamos ajudando a regastar um gigante”, explicou Réquia. “O que buscamos agora é desenvolver a dignidade administrativa e financeira que a história do clube merece”, continuou..

Brasília
Philyppe foi um dos responsáveis por trazer o atacante Ricardo Oliveira ao Brasília Futebol Clube, ainda em 2023.

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Após dois anos afastado, o dirigente acredita estar mais preparado para enfrentar os desafios. Para ele, a experiência recente serviu como um período de evolução pessoal e profissional. “Nesse período em que estivemos separados, tanto eu quanto o Brasília evoluímos. No meu caso, foi um tempo de amadurecimento como gestor e como pessoa. As experiências em outros clubes me deram uma visão mais ampla sobre planejamento estratégico, gestão de grupo e tomada de decisão em momentos de pressão. Aprendi a ser ainda mais resiliente, a ouvir mais e a buscar soluções criativas diante dos desafios. Voltar ao clube, é acima de tudo, um compromisso com a reconstrução e com a torcida, que merece ver o clube de volta ao lugar que lhe pertence”, afirmou.

A retomada das atividades profissionais será apenas o primeiro de muitos desafios para a nova diretoria. O clube, dono de oito títulos do Campeonato Candango, vive um longo período de instabilidade, marcado por dívidas e dificuldades financeiras acumuladas ao longo de diversas gestões. Em 2024, o Brasília ficou fora de todas as competições organizadas pela FFDF, desde as categorias de base – sub-11, sub-13, sub-15, sub-17 e sub-20 – até a Segunda Divisão profissional. ““Nosso foco hoje é a reconstrução do Brasília. Estamos trabalhando com muito empenho para reorganizar o clube, colocar a casa em ordem, criar processos mais transparentes, profissionais e responsáveis”, finalizou Réquia.

Por enquanto, não há data para a estreia na Segunda Divisão do Campeonato Candango. A participação do clube, assim como outros detalhes sobre a competição, depende do conselho arbitral da Federação, ainda sem data definida.

Confira os resultados da sétima rodada do Candanguinho Sub-20

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Brasiliense x Capital - Candanguinho Sub-20 - Campeonato Candango Sub-20
Foto: Lucas Rodrigues/Brasiliense

No último fim de semana aconteceu a sétima e antepenúltima rodada do Campeonato Candango Sub-20. A série de partidas começou na sexta-feira (20/6), com o encontro entre Ceilandense e Luziânia, realizado no Clube da ASSEF. A rodada teve continuidade no dia seguinte, com sete partidas sendo realizadas ao longo do dia. No domingo (22/6), duas partidas encerram a rodada. Após os resultados, Brasiliense, Greval e Capital estão classificados de forma antecipada para as quartas de final do Candanguinho.

A sétima rodada da competição local iniciou com a primeira vitória do Ceilandense no certame. A equipe venceu o Luziânia por 4 a 3, e ultrapassou a Igrejinha e também o Candango. Na manhã de sábado (21/6), o Riacho CIty foi goleado pelo Legião por 4 a 0, no CT do Leão Branco. Às 10h, o Ceilândia também foi derrotado pelo mesmo placar no Estádio Abadião. O Santa Maria foi o responsável pela goleada. Já no Campo do Atlético, em Brazlândia, o Paranoá venceu também por 4 a 0 a equipe do SESP Brasília.

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No período vespertino quatro confrontos aconteceram de forma simultânea. Às 15h30, no Estádio Defelê, Real Brasília e Gama fizeram um jogo emocionante. O Alviverde abriu 3 a 0 com gols marcados por Deivid, Arthur Fabrio e Rafinha. Restando 15 minutos para o fim da partida, o Real Brasília foi para cima e conseguiu diminuir com tentos de Andreison e Gabryel. Com a vitória por 3 a 2, o Gama segue brigando por uma vaga na próxima fase.

No Estádio Dirceuzão, em Planaltina de Goiás, o Canaã recebeu o Sobradinho e acabou derrotado por 2 a 1. Com o resultado, o Vento Forte perdeu a primeira posição para o Samambaia. O Cachorro Salsicha goleou a Aruc por 5 a 0. Os jogos de domingo definiram três classificados – todos do grupo B – para a próxima fase do Candanguinho. O Greval goleou o Candango por 4 a 0 e carimbou a vaga. No Serejão, o Brasiliense venceu o Capital por 3 a 0. Com o resultado, ambos os times se classificaram para as quartas de final.

7ª rodada do Candanguinho

Ceilandense 4×3 Luziânia
Riacho City 0x4 Legião
Ceilândia 0x4 Santa Maria
Paranoá 4×0 SESP Brasília
Real Brasília 2×3 Gama
Canaã 1×2 Sobradinho
Planaltina 3×0 Cruzeiro
ARUC 0x5 Samambaia
Greval 4×0 Candango
Brasiliense 3×0 Capital

Com novidade musical, Volta ao Mundo Bambas volta a ser realizado no DF

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Volta ao Mundo Bambas - VMB - Capoeira
Foto: Divulgação/VMB

O evento, que é considerado como o maior torneio de capoeira do mundo, desembarca mais uma vez no Distrito Federal e com novidade que envolve muita música. A Volta ao Mundo Bambas (VMB) anunciou o nascimento da plataforma VMB Musical, que promete revelar uma nova geração de artistas ao povo brasileiro. A primeira seletiva acontecerá na capital do país juntamente com a competição de lutas na Arena Hall, em Vicente Pires, entre terça-feira e domingo (24 a 28/6).

Saverio Scarpati, diretor-executivo do Volta ao Mundo Bambas, destacou sobre essa novidade musical em meio ao maior evento de capoeira do mundo. “A música é um pilar da nossa arte. Chegou a hora de dar a ela o palco que merece. O VMB Musical é um passo natural dentro do nosso projeto de valorizar todas as dimensões da capoeira”, afirmou Saverio. O formato da seletiva remete ao estilo do programa The Voice, consagrado em muitos países.

A seleção será filmada como um piloto de programa de auditório com potencial para virar um produto audiovisual independente em médio prazo. O VMB Musical contará com uma seleção prévia através de vídeos enviados anteriormente, e logo depois serão avaliados por dois júris: técnico e artístico. A decisão de quem cantará no palco principal do Volta ao Mundo Bambas, na Arena Hall, será do cantor Baiano, o Bruxo, com parceria com o diretor musical Mestre Morcegão.

O diretor comentou sobre a seletiva e das revelações que o VMB Musical busca. “Não estamos apenas procurando bons cantadores. Estamos revelando comunicadores, transmissores de axé, responsáveis por manter vivo o espírito das rodas. É muito mais que afinação. A nova geração está chegando com fome de representação. Essa seletiva vai emocionar muita gente e fazer a seleção natural dos novos cantadores”, falou Morcegão.

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A seletiva acontece em duas fases: uma pré-seleção online, que escolhe dez artistas adultos e cinco infanto-juvenis, a chamada categoria “Talentos do Futuro”, e uma seletiva presencial com duas rodadas – uma classificatória e uma final – no dia 24 de junho. Os finalistas passarão por um programa de mentoria intensiva com Baiano, em parceria com uma escola de música do Distrito Federal. Os vencedores cantarão no palco principal do VMB 9 durante o card principal.

O Volta ao Mundo Bambas terá no card principal capoeiristas conhecidos, como Thiago Marreta e Elizeu Capoeira. Eles farão a tradicional encarada para o VMB 10, que ocorrerá no segundo semestre deste ano. Além disso, o evento traz lutas de destaque, como Tadeu x RedBull, Kitana x Lili, Boneca x Matadora e finaliza com a disputa de cinturão dos pesos-leves entre Lucas Furacão x Anderson Sem Coluna. Serão distribuídos mais de 100 mil reais em bolsas, mantendo o patamar mais alto da história da capoeira. Ao todo, a organização pagou mais de meio milhão de reais em premiação em dois anos.

O que é a Volta ao Mundo Bambas?

Com mais de 300 equipes filiadas ao redor do mundo, o VMB já realizou edições no Pão de Açúcar e na Arena 1 do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, além de São Paulo, Brasília, Estados Unidos e Suécia. O projeto ainda estreou, em 2025, um programa semanal na TV por assinatura com transmissão da Com Brasil. Em outubro do ano passado, mais de 15 milhões de pessoas assistiram, ao vivo, à transmissão do VMB 8 100k também na Arena Hall, no DF. Estes dados consolidam a capoeira como produto de alto desempenho midiático.

E não é só. O VMB 9 também apresentará outra iniciativa pioneira: o VMB Científico, com coletas de sangue realizadas em atletas para análise de biomarcadores de performance. Os dados obtidos serão estudados por especialistas e a iniciativa já é comparada aos indicadores usados em esportes de elite como futebol, vôlei e basquete. Mais uma vez, a organização reforça sua posição na vanguarda da capoeira mundial.

Vendas de ingressos para Vasco e Botafogo, no Mané Garrincha, estão abertas

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Vasco e Botafogo
Foto: Vítor Silva | Botafogo

Faltam pouco mais de duas semanas para o Mané Garrincha receber um dos clássicos mais tradicionais do futebol brasileiro. Em 12 de julho, um sábado, a capital é palco do confronto entre Vasco da Gama e Botafogo, pela 13ª do Campeonato Brasileiro. A partida será a primeira dos clubes após a pausa para o Mundial de Clubes da FIFA. Promotor do evento, o Metrópoles Sports iniciou a comercialização de ingressos na última semana, mas de forma seletiva, para clientes BRB e, posteriormente, para sócios do cruzmaltino. Nesta segunda (23/6), as vendas foram abertas para o público geral. As entradas variam de R$ 89 a R$ 278.

Os ingressos estão a venda, de forma online, pela Bilheteria Digital. Existem três modalidades de compra: meia-entrada (para estudantes, idosos, profissionais de saúde do DF, professores do ensino pública, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência); meia solidária (mediante a doação obrigatória de 1kg de alimento não perecível); e inteira. Confira os preços, por setor, torcida e categoria:

Torcida do Vasco:
Superior Leste: R$ 89 (meia-entrada), R$ 99 (solidária) e R$ 178 (inteira)
Inferior Sul: R$ 109 (meia-entrada), R$ 119 (solidária) e R$ 218 (inteira)
Inferior Leste: R$ 139 (meia-entrada), R$ 149 (solidária) e R$ 278 (inteira)


Torcida do Botafogo:
Superior Oeste: R$ 89 (meia-entrada), R$ 99 (solidária) e R$ 178 (inteira)
Inferior Norte: R$ 109 (meia-entrada), R$ 119 (solidária) e R$ 218 (inteira)
Inferior Oeste: R$ 139 (meia-entrada), R$ 149 (solidária) e R$ 278 (inteira)

Como chegam as equipes

Ambos desembarcarão no DF com cenários distintos. Neste momento, o Botafogo está nos Estados Unidos, onde disputa a primeira edição da Copa do Mundo de Clubes. Os botafoguenses estão embalados após baterem o Paris Saint Germain, atual campeão da Champions League, por 1 a 0 além da vitória diante do Seattle Sounders, por 2 a 0. Ainda sem definição do decorrer do torneio internacional, no Campeonato Brasileiro, a equipe dirigida por Renato Paiva ocupa a 8º colocação na tabela, com 18 pontos conquistados em 11 jogos – cinco vitórias, três empates e três derrotas. 

Do outro lado, o Gigante da Colina chegará na capital federal descansado, com mais de um mês de pausa. Os atletas do cruzmaltino tiveram direito a dez dias de férias. O último confronto dos vascaínos foi em 12 de junho, quando se impuseram fora de casa e bateram o São Paulo, no MorumBIS, por 3 a 1. Rayan, Nuno Moreira e Vegetti foram os autores do gol da vitória. O ‘Pirata’ argentino é um dos trunfos do Vasco da Gama para o confronto: é o maior artilheiro do futebol brasileiro na temporada, com 19 gols anotados.

Último confronto e retrospecto

O último ‘Clássico da Amizade’ aconteceu em fevereiro deste ano, em confronto válido pela primeira fase do Campeonato Carioca. Dentro de casa, em São Januário, o Vasco dominou e bateu o rival por 1 a 0. Pablo Vegetti, em cobrança de pênalti, marcou o único gol da partida, ainda na primeira etapa. A vitória cruzmaltina garantiu o clube nas semifinais do torneio estadual, enquanto o Botafogo foi eliminado e ficou de fora até mesmo da disputa da Taça Rio. O duelo em questão foi o de número 359 entre as duas equipes. Os vascaínos levam larga vantagem, com 153 vitórias. Os botafoguenses levaram a melhor em outras 101, enquanto o empate prevaleceu em 105 oportunidades.

Vasco e Botafogo
Foto: Matheus Lima | Vasco da Gama

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