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Capital anuncia rescisão contratual com nove jogadores do elenco

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Capital
Foto: Divulgação/Capital

O Capital oficializou, neste sábado (12/7), uma barca de nove jogadores em plena disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. A medida ocorre em meio à pressão por resultados e ao incômodo desempenho do time. Coruja amarga a quinta colocação do Grupo A5 da competição nacional e convive com poucas chances matemática de se posicionar no G-4 — zona de acesso à próxima fase.

Foram desligados o goleiro Reynaldo dos Santos, os laterais Vinicius Baracioli e Matheus Silva, os volantes Erick Varão e Maycon Lucas, os meias Marconi Ribeiro e Antônio Falcão, além do zagueiro Pedro Romano e do atacante Mateus Ramos. Entre as nove peças, Pedro Romano é o único com o futuro garantido. Com passe vinculado ao Gama, o defensor foi emprestado ao Vila Nova para jogar a Série B do Brasileirão.

A maioria dos atletas chegou ao clube em meio à temporada de 2025. O goleiro Reynaldo, por exemplo, foi peça de destaque na campanha do segundo lugar no Campeonato Candango e na Copa do Brasil. Marconi era um dos remanescentes da temporada 2024, quando o clube conquistou um inédito calendário nacional. Boa parte dos reforços, no entanto, não se firmou na equipe.

A campanha pelo acesso segue rumos decepcionantes. Em 11 rodadas da primeira fase da Série D, o Capital somou apenas três vitórias, quatro empates e quatro derrotas. O time passou boa parte da competição fora do G-4 de avanço ao mata-mata. A sequência de tropeços culminou com a derrota em confronto direto com o Mixto, por 1 a 0, resultado responsável por aumentar a pressão por mudanças no elenco.

Com a saída do técnico Felipe Surian programa para o fim da fase de grupos — o técnico foi demitido, mas fará mais três jogos pelo clube —, o tom do anúncio indica uma reformulação profunda nos bastidores. Faltando apenas três rodadas para o término da fase de grupos, o Coruja precisa de uma arrancada improvável para tentar se manter vivo. Por ora, o Capital tenta reorganizar a casa ara evitar uma despedida melancólica da Série D.

– Erick Varão – Volante
– Marconi Ribeiro – Meia
– Pedro Romano – Zagueiro
– Mateus Ramos – Atacante
– Maycon Lucas – Volante
– Antônio Falcão – Meia
– Matheus Silva – Lateral Esquerdo
– Vinicius Baracioli – Lateral Direito
– Reynaldo dos Santos – Goleiro

Hora do leão novo? Gabriel Bonfim encara Stephen Thompson no UFC Nashville

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UFC Gabriel Bonfim
Foto: Acervo pessoal

Atleta candango em ação no UFC Nashville. Após dois triunfos consecutivos dentro da maior organização de MMA do mundo, Gabriel “Marretinha” Bonfim enfrentará o figurão americano Stephen “Wonderboy” Thompson, ex-desafiante ao cinturão da categoria meio-médio, na noite deste sábado. Ainda fora do ranking da divisão, o lutador brasileiro terá pela frente o 12º colocado. Em caso de triunfo diante do multicampeão mundial de caratê, Marretinha deve figurar no top 15 da categoria. O card principal do evento está marcado para começar às 22h.

Com uma sequência de quatro vitórias em cinco lutas dentro do UFC, Gabriel Bonfim chega a Nashville para confirmar o bom momento. Em 2025, Marretinha teve apenas uma aparição no octógono até então, com vitória por finalização no segundo round diante de Khaos Williams, no UFC Fight Night realizado no Apex, em fevereiro.

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Já Stephen Thompson, adversário do lutador candango em Nashville, vive o pior momento da carreira no UFC. Nas últimas cinco aparições no octógono, o karateca americano sofreu quatro derrotas. Como agravante, o atleta conta com uma sequência de duas derrotas consecutivas pela via rápida. Nos dois últimos anos, Wonderboy foi finalizado pelo cazaque Shavkat Rakhmonov e nocauteado pelo norte-americano Joaquim Buckley.

Além do duelo entre Bonfim x Thompson como co-main event da noite, outro brasileiro também integra o topo do card e fará a luta principal do evento. Trata-se de Thalisson “Chicão” Teixeira, lutador peso-pesado de dois metros de altura e 2,11 m de envergadura. Na luta principal, o atleta brasileiro enfrentará Derrick Lewis, nome popular entre os fãs de MMA dos Estados Unidos, mas que atravessa fase irregular após sequência negativa de resultados na organização.

VMB movimenta Brasília com lutadores do MMA e muita capoeira

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VMB - Volta ao Mundo Bambas
Foto: Felipe Xavier/VMB

Foi com emoção, casa cheia e direito a tira-teima confirmado que o VMB 9 chegou ao fim no último dia 28 de junho, na Arena Hall, em Brasília. Ao longo de cinco dias de evento, mais de 15 mil pessoas passaram pela arena, sendo 6 mil apenas no dia do encerramento, que contou com o aguardado card principal, estrelas do MMA, transmissões ao vivo pela Com Brasil e pelo canal do VMB no YouTube, além da estreia do VMB Científico e do sucesso absoluto da seletiva musical, já apelidada de “The Voice da capoeira”.

Mas o grande assunto da noite foi a decisão da direção técnica de anular o resultado da luta entre Lucas Furacão e Anderson Sem Coluna, que havia fechado o evento com um combate eletrizante, porém, controverso. Furacão venceu, mas a organização decidiu marcar um novo encontro imediato já no VMB 10, em novembro, em Maricá-RJ. O motivo? Uma sequência de acontecimentos tão inusitada quanto simbólica, que gerou debates acalorados em toda a comunidade da capoeira.

Quase no fim da luta, Furacão caiu após um golpe certeiro no abdômen. Visivelmente abalado e atendido pelo departamento médico, chegou a declarar que não teria condições de voltar. Mas o espírito guerreiro falou mais alto. Com o apoio da torcida, do próprio adversário que queria continuar o combate e da equipe, o atleta pediu para retornar. A situação lembrou, com bom humor, a final da Copa de 1998, quando Ronaldo Fenômeno, após sofrer uma convulsão, passou por exames e mesmo assim entrou em campo para disputar a decisão contra a França. Assim como Ronaldo, Furacão também careca, é insistente e determinado. Voltou. E venceu.

Mas, diferentemente do futebol, o VMB tem uma estrutura técnica que atua após a luta também. Revendo as imagens, a direção considerou que, mesmo sem erro da equipe médica, o mais prudente seria ter encerrado o combate no momento do atendimento. Reconheceu-se uma responsabilidade compartilhada entre atleta, entorno e ambiente. O resultado foi anulado, e o “tira-teima” está marcado. Se Sem Coluna vencer, a organização confirmou que haverá, então, uma “melhor de três” para definir o campeão definitivo.

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VMB - Volta ao Mundo Bambas
Foto: Felipe Xavier/VMB

O duelo entre os PCDs Gigante e Guerreiro foi também um dos momentos mais emocionantes da noite. Os dois atletas – com má formação dos membros superiores e inferios – entregaram um jogo de capoeira que emocionou o público, levantando a arena. Gigante venceu, mas quem triunfou de verdade foi a superação.

Outro momento de destaque foi a presença de dois gigantes do MMA: Thiago Marreta e Elizeu Capoeira estiveram na Arena Hall e protagonizaram a encarada oficial da luta que acontecerá no VMB 10. A dupla participou de coletiva de imprensa e acompanhou de perto o encerramento do evento.

O VMB 9 também estreou o projeto VMB Científico, que realizou coletas de sangue em atletas para análise de desempenho físico e recuperação durante a competição. A iniciativa, inspirada em práticas de alto rendimento como as do futebol e do voleibol, visa criar um banco de dados sobre a performance dos capoeiristas em situações reais de combate.

Fechando a série de atrações do evento com chave de ouro, a seletiva musical batizada de VMB Musical – e já chamada por muitos de “The Voice da Capoeira” – encantou o público e revelou três talentos que emocionaram no palco principal: Elaine Teotonio, Enzo Plankton e Anna Karina. O sucesso da iniciativa reforça o compromisso do VMB em valorizar todas as expressões da capoeira, do jogo ao canto, da roda à cena.

Nos demais confrontos do card principal, Rodrigo Marimbondo venceu Glaucio Flash por desclassificação após golpe irregular; Joyce Boneca superou Matadora; Tadeu Patuá levou a melhor sobre João Neto RedBull, que sofreu fratura no pé; Julyana Kitana venceu Lili Pinheiro; e Kauê Caldeira bateu Pedro Pulguinha. Na categoria PCD para atletas com deficiência visual, Mário Pinóquio superou Zeca Silva

Com informações da Assessoria de Imprensa do VMB

Taguatinga, Santa Maria, Brazlândia e mais: veja as ausências na Segundinha

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Taguatinga x Riacho City - Segundinha - Segunda Divisão do Campeonato Candango - Candangão Série B
Foto: Pedro Santana/@pedrof0tos

Nesta quinta-feira (10/7), foi realizado o conselho arbitral da 29ª edição da Segundinha – a Segunda Divisão do Campeonato Candango. Ao todo, oito clubes foram confirmados nesta temporada. O Brazlândia, antes inscrito, não compareceu à reunião e comunicou a desistência momentos antes e baixou ainda mais o número de participantes. E não foi o único: times que figuraram a primeira divisão recentemente, como o Taguatinga, pentacampeão do Candangão, e o Santa Maria, rebaixado ainda em 2023, também ficaram de fora. A ausência do Canaã, recém filiado à Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) e participante desta edição da Copinha Sub-20, também chamou atenção.

Uma das ausências mais sentidas e surpreendentes foi por parte do Taguatinga. Pentacampeão do Campeonato Candango, o ‘TEC’ foi rebaixado em 2023, na vice-lanterna. Na última temporada, firmou uma parceria e utilizou jogadores do sub-20 do Brasiliense e, por pouco, não alcançou o acesso. A equipe liderou toda a primeira fase de forma invicta – cinco vitórias e dois empates – e se classificou às semis. Na eliminatória, empatou o primeiro jogo com o Legião e perdeu o duelo decisivo em casa, por 1 a 0, e acabou eliminado. Ainda na última semana, o perfil oficial do clube fez uma publicação onde dizia “faltar pouco para rever o Taguatinga”, mas, não enviou a inscrição à FFDF e ficou de fora.

A reportagem do Distrito do Esporte tentou entrar em contato com a diretoria do clube, mas, até então, não obteve resposta. O espaço segue aberto.

Outro clube envolvido nas tratativas antes do arbitral da Segundinha foi o Brazlândia. Em junho, o perfil oficial da equipe anunciou mudanças significativas, com um novo nome e escudo, além da adoção do modelo SAF. Antes Grêmio Esportivo Brazlândia, passou a se chamar Brazlândia Futebol Clube SAF, com identidade visual focada no “Braz”. A inscrição no campeonato foi confirmada pela Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), mas a diretoria recuou instantes antes do conselho arbitral. Horas depois, a diretoria publicou uma nota oficial à imprensa, com os motivos da desistência.

O clube afirmou ter investido cerca de R$ 1 milhão no Estádio Chapadinha, sem nenhuma ajuda da administração regional da cidade. A diretoria oficializou a retirada da equipe da Segundinha e também o desligamento definitivo da sede em Brazlândia. A expectativa, no entanto, envolve retorno em 2026, com novo nome e outra cidade como base. Na nota assinada pelo presidente Reginaldo Bacci, o clube agradeceu o apoio da torcida ao longo das quase três décadas de história e reforçou o desejo de seguir nas competições da FFDF a partir do próximo ano.

O Santa Maria é outro clube frequente em competições da federação nos últimos anos. A equipe grená figurou na elite do Candangão por cinco temporadas — de 2021 até 2024. Quando foi rebaixado, a campanha foi uma das piores da história do torneio: oito derrotas em nove jogos, com apenas uma vitória. Sofreu goleadas de 7 a 1 para o Capital, 6 a 0 diante do Ceilândia e outra por 5 a 0, esta para o Gama. A sequência levantou suspeitas de manipulação de resultados, tanto na diretoria, quanto no elenco. Investigadores encontraram indícios de ação deliberada dos atletas em algumas das goleadas sofridas.

Durante a CPI, o empresário William Pererira Rogatto, integrante da diretoria do clube no período das suspeitas, ficou no centro das investigações e assumiu os crimes. Foram apontados indícios de corrupção esportiva, fraude em evento esportivo, lavagem de dinheiro e atuação de organização criminosa. Ainda foram cumpridos, ao menos, quatro mandados de busca e apreensão dentro e fora do DF, em sede de residências ligadas à equipe. O Santa Maria, desde então, perdeu espaço e confiança dentro das competições da federação.

Mais uma vez, a reportagem do Distrito do Esporte tentou contato com a atual gestão do clube grená, mas não obteve resposta. O espaço segue aberto e, em caso de retorno, a matéria será atualizada.

Clique e leia mais sobre o caso de manipulação no Santa Maria: 

Uma das ausências já esperadas era o Canaã. Criado na Bahia, o clube se filiou à Federação de Futebol do Distrito Federal ainda em 2023 e logo chamou atenção. Quase ascendeu à elite do Candangão no ano de estreia e chegou às semifinais, onde acabou eliminado. Dali em diante, nunca mais figurou em competições profissionais, mas sempre aparece em boas campanhas em torneios de base. O ‘Vento Forte’, inclusive, marcou presença nas duas últimas edições da Copa São Paulo de Futebol Júnior — a Copinha. A diretoria do clube afirmou que não tem interesse em retomar às atividades profissionais no momento.

Botafogo e Sesp, presentes na última temporada da Segundinha, são outras baixas na edição de 2025. Ambos alegaram dificuldades financeiras.

Série D: Capital e Ceilândia se enfrentam pela 12ª rodada da primeira fase

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Capital x Ceilândia - Candangão BRB 2025 - Times se enfrentam pela Série D do Brasileirão
Foto: Gustavo Roquete/Capital

A primeira fase da Série D vive um momento de decisão. Com apenas três rodadas para o fim, vários clubes ainda brigam pela classificação para a fase seguinte, enquanto outros esquadrões querem garantir uma melhor posição para ficar bem posicionado na quarta divisão nacional. Pela 12ª rodada, Capital e Ceilândia se enfrentam no Estádio JK, neste domingo (13/7), às 15h30. O duelo é importante para ambas as equipes, que vivem momentos diferentes no certame.

Mandante na partida diante do Gato Preto, o Tricolor Candango ainda sonha com uma vaga na próxima fase da Série D do Campeonato Brasileiro. A equipe está atualmente na quinta colocação, com 13 pontos conquistados. O Capital é o primeiro time fora da zona de classificação para a próxima fase, mantendo uma distância de seis pontos para o Mixto, que figura na quarta posição e o último time do G4 do Grupo A5.

Clique e saiba mais

Para continuar sonhando com a classificação, o Capital terá que vencer o Ceilândia e torcer para que o Mixto não vença o Luverdense. Caso isso aconteça, a diferença entre os dois cairia para três ou quatro pontos, dependendo do resultado, e o Tricolor do Distrito Federal ainda terá chance de ultrapassar o adversário nas últimas duas rodadas da primeira fase da Série D.O Coruja saberá o resultado antes mesmo de entrar em campo, já que o duelo entre os mato-grossenses acontece no sábado (12/7).

Já o Ceilândia está classificado para a próxima fase. O Gato Preto carimbou a vaga na fase seguinte após vencer o Luverdense no Estádio Abadião. Agora, o Alvinegro busca a primeira colocação do Grupo A5. Porém, o clube do Distrito Federal não depende só dele, já que a Aparecidense figura na liderança da chave com dois pontos de diferença para o Ceilândia. Dependendo dos resultados das últimas rodadas, o clube do DF pode carimbar a primeira colocação.

12ª rodada da Série D – Grupo A5

Sábado (12/7)

Aparecidense x Goianésia
Anibal Batista Toledo – 16h

Porto Velho x Goiânia
Aluizio Ferreira – 17h

Luverdense x Mixto
Passo das Emas – 18h

Domingo (13/7)

Capital x Ceilândia
JK – 15h30

Fora da Segundinha e insatisfeito, Brazlândia anuncia saída da cidade

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Brazlândia
Foto: Divulgação/Brazlândia

A Segunda Divisão do Campeonato Candango tomou forma na manhã de quinta-feira (10/7). Mas, em meio aos oito clubes confirmados na disputa por duas vagas na elite de 2026, algumas ausências chamaram a atenção. Surpresa entre os ausentes na competição, o Brazlândia divulgou nota oficial explicando a decisão. Insatisfeito, o clube decidiu trocar de cidade na temporada 2026.

Recém-transformado em Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o clube estava se movimentando para lutar pelo acesso. Nas últimas semanas, a equipe movimentou os torcedores nas redes sociais, divulgando detalhes como um novo escudo e alimentando expectativas quanto à participação na Segunda Divisão do Candangão. Tudo foi por água abaixo no Conselho Arbitral.

De certa forma, a desistência do Brazlândia surpreendeu. Na reunião entre os demais participantes, o clube tinha uma placa de identificação na mesa de dirigentes. Porém, ninguém compareceu e a ausência acabou consolidada. Mais tarde, o presidente Reginaldo Bacci divulgou nota oficial para explicar a situação, teceu reclamações e consolidou a intenção de trocar de sede no próximo ano.

O clube queixou-se do descaso de gestores da região administrativa perante aos investimentos realizados e ao interesse de estar na Segundinha. “O Brazlândia lutou para disputar a 2ª Divisão do Campeonato Candango de 2025. Fizemos nossa parte: investimos R$ 1 milhão no Estádio Chapadinha, buscamos apoio da Administração, tentamos viabilizar as vistorias… Mas nada aconteceu”, inicia o texto.

A ausência de retorno irritou bastante os responsáveis à frente do projeto do clube. “Fomos ignorados. Não tivemos resposta sobre a cessão de uso do estádio. Nenhuma vistoria foi realizada. E, infelizmente, concluímos: a atual gestão pública não tem compromisso com o esporte profissional em Brazlândia”, reclama a nota. A situação motivou decisões drásticas para a próxima temporada.

O comunicado oficial ressaltou alguns pontos, entre eles, a decisão de deixar a cidade de Brazlândia e procurar uma nova sede para 2026, quando o clube pretende retomar a participação na Segunda Divisão do Campeonato Candango. Segundo o posicionamento assinado por Bacci, a equipe voltará à cena local sob uma nova nomenclatura, abandonando o vínculo com a antiga casa.

Confira a nota na íntegra

Com muita tristeza, o Grêmio Esportivo Brazlândia – SAF vem a público comunicar uma decisão difícil, mas necessária.

⚽ Fundado em 1996, com amor ao esporte e à nossa cidade, o Brazlândia lutou para disputar a 2ª Divisão do Campeonato Candango 2025. Fizemos nossa parte: investimos R$ 1 milhão no Estádio Chapadinha, buscamos apoio da Administração, tentamos viabilizar as vistorias… Mas nada aconteceu.

🚫 Fomos ignorados. Não tivemos resposta sobre a cessão de uso do estádio. Nenhuma vistoria foi realizada. E, infelizmente, concluímos: a atual gestão pública não tem compromisso com o esporte profissional em Brazlândia.

Diante disso, anunciamos:

1️⃣ Não disputaremos o Candangão da 2ª Divisão em 2025
2️⃣ O clube está deixando definitivamente a cidade de Brazlândia
3️⃣ Em 2026, voltaremos com nova sede e novo nome
4️⃣ Seguiremos firmes nas competições da FFDF a partir de 2026

🙏 Agradecemos a cada torcedor que acreditou e apoiou o Brazlândia nesses quase 30 anos. Nosso coração está partido, mas a história continua. Onde houver paixão pelo futebol, lá estaremos. 💙⚽

Reginaldo Bacci
Presidente – Grêmio Esportivo Brazlândia – SAF

#4 | Lembra dele? Fio Maravilha, ‘nós gostamos de você!’, passou pelo Ceub

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Fio Maravilha
João Batista de Sales, o Fio Maravilha, com a camisa do antigo Ceub, em 1975.

Nos mais de cinquenta anos desde o primeiro pontapé no futebol candango, inúmeros jogadores conhecidos em todo o país passaram pelos clubes do Distrito Federal. Alguns já consagrados, outros ainda em formação, mas todos deixaram marcas em gramados espalhados por todo o DF. Na série Lembra dele?, o Distrito do Esporte resgata nomes que cruzaram o caminho da capital brasileira em momentos improváveis da carreira. Dono de um carisma memorável e personagem responsável pela famosa música de Jorge Ben Jor, Fio Maravilha protagoniza o quarto episódio das reportagens especiais. Ainda em 1975, o atacante foi peça fundamental do Ceub, no Campeonato Brasileiro daquele ano.

Leia as primeiras edições da série

Inspirador de um dos maiores hits da história do país, antes de se tornar ‘Maravilha’ ou até mesmo ‘Fio’, João Batista de Sales nasceu em 19 de janeiro de 1945, em Minas Gerais. O apelido Fio veio ainda na infância, na cidade de Conselheiro Pena, herdado pelo físico magro. Criado e formado na base do Flamengo, despontou como ponta-direita, embora muitas vezes parecesse um centroavante improvisado. O próprio carisma, aliado à arrancadas desajeitadas – muitas vezes “desengonçadas” – tornaram o atacante uma das figuras mais folclóricas do futebol brasileiro, mesmo sem números extravagantes ou uma extensa galeria de títulos conquistados. 

Foram oito anos no time da Gávea, de 1965 a 1973. Neste período, tornou-se xodó da nação rubro-negra com gols importantes – até mesmo no Santos de Pelé. Mas foi em 1972 que o Fio se tornou Maravilha. Em um Maracanã lotado, o Flamengo enfrentava o Benfica,de Portugal, por um torneio amistoso. Os flamenguistas já venciam o jogo por 1 a 0 no momento em que o atacante saiu do banco e atendeu os gritos da arquibancada. Do jeito irreverente, arrancou pela esquerda, deixou dois marcadores na saudade, driblou o goleiro e ampliou o placar. O jogo terminou discreto, mas a jogada virou uma lenda.  

Ali, Fio virou Maravilha. “Foi um gol de classe, onde ele mostrou sua malícia e sua raça. Foi um gol de anjo, um verdadeiro gol de placa”, escreveu Jorge Ben Jor, autor da música que ganhou o Brasil e até mesmo os rivais do rubro-negro. Jorge estava nas arquibancadas do Maracanã no momento da ‘jogada celestial’. A letra descreveu o gol com tamanha riqueza em detalhes e virou um sucesso imediato. Por desentendimentos com o jogador, o cantor precisou alterar o nome da música anos depois. Com a reconciliação, a faixa original voltou aos palcos. Fio virou personagem de música, símbolo do torcedor e sinônimo de futebol espontâneo antes de desembarcar no Distrito Federal.

O gol responsável por adicionar ‘Maravilha’ ao nome de João Batista de Sales. Segundo Jorge Ben Jor, Fio Maravilha só não entrou com bola e tudo porque teve humildade. Foto: Arquivo | Maracanã

Três anos depois do gol histórico, em 1975, Fio veio se aventurar pelas bandas do Distrito Federal. Naquela época, o futebol de Brasília sequer havia se profissionalizado, mas o Ceub foi o escolhido da Confederação Brasileira de Desportos (CBD, hoje a CBF) para representar a capital do país no Brasileirão daquele ano. Era a terceira participação consecutiva da equipe candanga no torneio, e a ideia era mostrar um melhor desempenho das edições anteriores. Maravilha chegou após uma passagem pelo Paysandu, no Pará, como o principal reforço para o Campeonato Brasileiro.

Foram apenas quatro meses e quinze partidas na equipe do Distrito Federal. Fio estreou em 24 de agosto, na primeira rodada do Brasileirão, contra o Goiânia, no Serra Dourada. Os goianos venceram por 2 a 1. Demoraram apenas três partidas para balançar as redes pela primeira vez, contra a Campinense, da Paraíba, na primeira vitória do Ceub naquela edição do torneio. Os brasilienses venceram por 2 a 1, dentro de casa, no Estádio Pelézão – era localizado nos arredores do ParkShopping, mas foi vendido para a iniciativa privada e se tornou prédios condominiais na região conhecida como ParkSul.

Curiosamente, Fio Maravilha marcou em todas as três vitórias do Ceub no Brasileiro de 1975. O segundo gol também foi marcado no antigo Pelézão, em uma partida contra o América de Natal. A partida estava empatada até os 30′ do segundo tempo, quando o atacante recolocou os brasilienses na frente do placar após acertar um chute com a perna direita e dar os números finais ao confronto: 2 a 1 para os donos da casa. A terceira e última vez que Maravilha balançou as redes foi diante da Desportiva-ES – clube para qual o próprip se transferiu na temporada seguinte. O Ceub venceu por 2 a 0.

Elenco do CEUB perfilado em partida válida pelo Brasileirão de 1975, conquistado pelo Internacional de Porto Alegre. Em pé: Nenê, Alencar, Cláudio Oliveira, Emerson, Adalberto Souza e Paulo Victor; Agachados: Junior Brasília, Péricles, Fio, Marco Antônio e Moreira.

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Botafogo desembarca no DF nesta sexta-feira para confronto pelo Brasileirão

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Botafogo
Chegada do Botafogo em meio mobilizou torcedores no hotel onde a equipe ficou hospedada. Foto: Vítor Silva | BFR

Após a disputa da Copa do Mundo de Clubes da FIFA, o Botafogo retoma a caminhada em solo brasileiro. Para a volta do calendário oficial do campeonato brasileiro, a equipe da estrela solitária virá a capital federal, onde no próximo domingo, o clube enfrentará o Vasco da Gama pela 12° rodada do Brasileirão 2025. Para dar início a preparação, o alvinegro carioca desembarca no Distrito Federal na tarde desta sexta-feira (11/7). O vôo da agremiação está marcado para chegar ao Aeroporto Internacional de Brasília às 15h30.

As contratações efetuadas pelo clube até o momento já entraram em campo com a camisa alvinegra durante a disputa da Copa do Mundo de Clubes. Durante o torneio, os centroavantes Arthur Cabral e Joaquim Correa angariaram poucos minutos na segunda etapa. Porém, muito devido a falta de minutagem os atleta ainda não conseguiram corresponder as altas expectativas da torcida. A grande surpresa positiva para os adeptos do clube foi Álvaro Montoro, meia argentino de 18 anos que em quatro jogos no Mundial, demonstrou qualidade e personalidade com a camisa do glorioso.

Foto: Vítor Silva | BFR

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Todavia, os torcedores do glorioso estão a espreita para a estreia de Davide Ancelotti, filho do lendário Carlo Ancelotti, atual treinador da Seleção Brasileira de Futebol Masculino. Davide angaria experiência como auxiliar técnico em clubes como Real Madrid, Napoli e Everton, mas nunca chegou a vestir o casaco de treinador principal. O italiano chega ao clube carioca para substituir Renato Paiva, que foi desligado do cargo após a precoce eliminação da equipe no Mundial diante do Palmeiras.

Ingressos seguem disponíveis

Nesta terça-feira, o Metrópoles Sports, organizador da partida, anunciou uma baixa no preço dos ingressos. Agora, as entradas estão a partir de R$69, nas arquibancadas superiores norte e sul. Os ingressos estão a venda, de forma online, pela Bilheteria Digital. Existem três modalidades de compra: meia-entrada (para estudantes, idosos, profissionais de saúde do DF, professores do ensino pública, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência); meia solidária (mediante a doação obrigatória de 1kg de alimento não perecível); e inteira. Confira os preços, por setor, torcida e categoria:

Torcida do Vasco:
Superior Sul:
R$ 69
Superior Leste: R$ 89 (meia-entrada), R$ 99 (solidária) e R$ 178 (inteira)
Inferior Sul: R$ 109 (meia-entrada), R$ 119 (solidária) e R$ 218 (inteira)
Inferior Leste: R$ 139 (meia-entrada), R$ 149 (solidária) e R$ 278 (inteira)


Torcida do Botafogo:
Superior Norte:
R$ 69
Superior Oeste: R$ 89 (meia-entrada), R$ 99 (solidária) e R$ 178 (inteira)
Inferior Norte: R$ 109 (meia-entrada), R$ 119 (solidária) e R$ 218 (inteira)
Inferior Oeste: R$ 139 (meia-entrada), R$ 149 (solidária) e R$ 278 (inteira)

Pontos de venda físicos: 

AVENIDA 102 – EQN 102/103 Bloco A – Asa Norte-DF (entrada pelo Eixo W)
Dinheiro e cartão
LOJA GIGANTE DA COLINA – CLS 309 Bloco A Loja 9 – Asa Sul – Brasília
Só cartão
LOJA GIGANTE DA COLINA – CSB 2 Lote 1 – Alameda Shopping – Taguatinga Sul
Só cartão
LOJA BOTAFOGO – CLS 308 BL B Loja 26 – Asa Sul, Brasília
Só cartão

Conselho arbitral define moldes da Segundinha; oito times disputam o acesso

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Segundinha
Foto: Diller Abreu | FFDF

A Segunda Divisão do Campeonato Candango de 2025 se aproxima do pontapé inicial. Nesta temporada, oito clubes disputarão as duas vagas disponíveis para o acesso à elite do futebol local. Um conselho arbitral organizado pela Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) foi realizado na manhã desta quinta-feira (10/7), no Lago Sul, com presença de representantes de todas as equipes confirmadas. Também participaram integrantes do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT), da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD-DF), além da própria federação.

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Durante a reunião, foram definidos detalhes técnicos e administrativos do torneio, como a fórmula de disputa, datas e exigências legais. Todos se enfrentarão em turno único, em formato de pontos corridos. Os dois melhores colocados na tabela de classificação, ascendem à elite do Candangão. Dentre os oito clubes confirmados nesta edição, estão: Aruc, Brasília, Candango – antigo CFZ -, Cruzeiro, Grêmio Valparaíso, Luziânia, Planaltina e Riacho City. Anteriormente, o Brazlândia havia confirmado presença no torneio, mas desistiu de última hora por dificuldades financeiras.

A rodada de abertura está marcada para 30 de agosto. Com apenas oito equipes na disputa, o campeonato terá sete datas e previsão de encerramento em 11 de outubro. Nesta última rodada (7ª), todos os jogos serão realizados no mesmo horário, às 15h30. A duração total da Segundinha 2025 será de aproximadamente um mês e meio, com todas as partidas realizadas em finais de semana. De acordo com o presidente da Federação, Daniel Vasconcelos, um jogo por rodada terá o uso do VAR — a depender da estrutura dos estádios. Os clubes terão até a quarta rodada para registrar novos atletas no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF.

Representantes de todos os clubes e entidades responsáveis estiveram presentes no conselho arbitral. Foto: Diller Abreu | FFDF

Confira os jogos da 1ª rodada da Segundinha:
– Brasília x Grêmio Valparaíso
– Luziânia x Riacho
– Candango X Aruc
– Planaltina X Cruzeiro

 

FFDF divulga detalhes dos jogos de ida das quartas de final do Candanguinho

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Santa Maria x Greval - Candanguinho Sub-20
Foto: Ueslei Costa

Na tarde desta quarta-feira (9/7), a Federação de Futebol do Distrito Federal divulgou os detalhes das partidas de ida das quartas de final do Candanguinho Sub-20. A primeira fase da competição local chegou ao fim no último fim  de semana, com oito equipes carimbando vaga na fase seguinte do Campeonato Candango Sub-20: Canaã, Sobradinho, Real Brasília, Samambaia, Brasiliense, Capital, Greval e Santa Maria.

As partidas de ida das quartas de final do Candanguinho serão realizadas no sábado (12/7), durante os períodos matutino e vespertino. O primeiro jogo a ser realizado será o duelo entre Samambaia e Brasiliense. A bola rola às 10h, no Estádio Elmo Serejo Farias, o Serejão. O Cachorro Salsicha terminou a primeira fase na quarta colocação do Grupo A, enquanto o Jacaré ficou na liderança da chave B.

Clique e saiba mais

Iniciando os confrontos da tarde, o Greval recebe o Sobradinho no Estádio Salvador Amado, em Cristalina-GO. O time do Entorno Sul do Distrito Federal terminou em terceiro no Grupo B, enquanto o Sobradinho ficou com a segunda colocação na chave A. A bola rola às 15h. No mesmo horário, Real Brasília e Capital se enfrentam no Estádio Defelê, na Vila Planalto, com o Tricolor Candango tendo a vantagem de decidir o segundo confronto em casa.

Encerrando os confrontos de ida das quartas de final do Candanguinho, o Santa Maria enfrenta o Canaã no Estádio Valmir Campelo Bezerra, o Bezerrão, às 15h30. A Águia Grená ficou em quarto no Grupo A, enquanto o Vento Forte terminou na liderança da chave A, com o melhor ataque da chave. Os duelos de volta devem acontecer no dia 19 de julho, com as definições dos classificados para a semifinal do Candanguinho.

Candanguinho – Quartas de final

Sábado (12/07)

Samambaia x Brasiliense
Serejão – 10h

Greval x Sobradinho
Salvador Amado – 15h

Real Brasília x Capital
Defelê – 15h

Santa Maria x Canaã
Bezerrão –  15h30