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Gama lança promoção de ingressos para duelo contra o Anápolis no Bezerrão

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Gama ingressos
Foto: Filipe Fonseca/Gama

O Gama anunciou, nesta segunda-feira (13/4), uma promoção de ingressos para o confronto contra o Anápolis, válido pela quarta rodada da Copa Centro-Oeste. A partida será disputada nesta quarta-feira (15/4), às 19h30, no Estádio Bezerrão, e contará com venda antecipada de entradas com valor reduzido para parte da torcida alviverde.

A ação prevê a comercialização dos primeiros mil ingressos pelo valor de R$ 15. A venda ocorrerá exclusivamente no quiosque do Gama Shopping, a partir das 10h desta terça-feira (14/4), sem disponibilidade desse lote promocional em plataformas digitais, conforme informado pelo clube. O lote da promoção será de 1.000 entradas.

De acordo com o Gama, a promoção será válida para os setores Sul e Leste do Bezerrão. O clube também informou que a abertura das vendas online será realizada em momento posterior, mantendo os valores regulares, sem inclusão do desconto aplicado no ponto físico.

Após o encerramento da carga promocional, os preços retornam ao mesmo patamar praticado pelo alviverde nos últimos jogos como mandante no Estádio Bezerrão. A medida adotada para o duelo contra o Anápolis tem como objetivo garantir mais uma boa presença do público em mais um compromisso importante da equipe na competição regional.

O confronto diante do Anápolis representa mais um passo na sequência do calendário da Copa Centro-Oeste. A expectativa interna gira em torno de bom público, impulsionado pela promoção e pelo momento da equipe, que busca manter regularidade, a invencibilidade na temporada 2026 e aproveitar o fator casa.

Brasilienses vencem em casa e abrem temporada do Endurance com emoção

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Endurance
Foto: Bruno Terena/MS2 Comunicação

Uma vitória construída com paciência, leitura de prova e execução precisa nos momentos decisivos marcou a abertura da temporada da Endurance Brasil no Autódromo de Brasília. O trio formado por Lucas Foresti, Victor Foresti e Gabriel Koenigkan cruzou a linha de chegada na primeira colocação após 99 voltas, garantindo um resultado especial para uma equipe formada majoritariamente por nomes do Distrito Federal.

A corrida teve duração de três horas e 20 minutos e apresentou um cenário dinâmico ao longo do tempo. O domínio inicial ficou com o protótipo da AJR, conduzido por David Muffato e Pedro Queirolo, dupla responsável pela pole position e por controlar o ritmo nas primeiras fases. Com consistência e boa gestão de pneus, a equipe abriu vantagem confortável ainda antes da metade da prova.

O enredo do início da temporada da Endurance Brasil começou a mudar na parte final, quando a estratégia passou a definir o resultado. A regra de limite de 50 minutos por stint obrigou a equipe líder a realizar uma parada extra nos boxes, fator que eliminou a vantagem construída ao longo da disputa e alterou completamente a configuração da corrida, abrindo caminho para a reação dos adversários diretos.

Estratégia define vitória

Com execução precisa nas paradas e ritmo consistente na pista, o time brasiliense assumiu a liderança após o último ciclo de pit stops. A partir desse momento, o trio manteve controle total da corrida, administrou a vantagem construída e sustentou a posição até a bandeirada final, garantindo o triunfo na Endurance Brasil diante do público local e consolidando uma atuação coletiva eficiente.

A comemoração teve forte carga emocional dentro da equipe. “É um trabalho de toda a equipe. Meu cunhado, Constantino Júnior, está em um lugar especial agora. E essa vitória é de todos nós, de coração, para ele”, afirmou Victor Foresti, em referência ao familiar falecido no início do ano, em um dos momentos mais marcantes da celebração.

O pódio ainda contou com outro protótipo Ligier na segunda colocação, enquanto Muffato e Queirolo conseguiram se recuperar após o revés estratégico e fecharam a prova em terceiro lugar. O resultado premiou a consistência dos líderes e mostrou como detalhes nos boxes podem alterar completamente o rumo de uma corrida longa.

Disputa nas categorias

A classe GT4 protagonizou um dos momentos mais movimentados da prova, com disputas intensas entre modelos de diferentes fabricantes. O destaque ficou com o McLaren Artura, conduzido por André Negrão, Enzo Visconde e Kim Camelo, trio que largou bem, perdeu posições no início e conseguiu recuperar terreno com ultrapassagens precisas e estratégia eficiente.

O resultado surpreendeu pelo pouco tempo de adaptação ao carro, utilizado pela equipe apenas dias antes da etapa. “Não tenho nem palavras para descrever. Estamos conhecendo o carro e começar assim… sem palavras”, afirmou Kim Camelo, destacando a rápida evolução do conjunto ao longo do fim de semana de competição.

Na GT3, a Stuttgart Motorsport iniciou a temporada com vitória após abandono dos líderes nos minutos finais. O trio formado por Marcel Visconde, Marçal Müller e Ricardo Maurício aproveitou o problema do adversário direto e garantiu o topo da categoria, repetindo o desempenho consistente apresentado ao longo da última temporada.

Com disputas equilibradas, mudanças de liderança e decisão baseada em estratégia, a etapa em Brasília abriu o Endurance Brasil com protagonismo local e alto nível técnico, projetando uma temporada competitiva nas próximas etapas do calendário nacional do endurance.

Parque da Cidade ganha quadras renovadas e amplia prática esportiva no DF

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Parque da Cidade
Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Mais estrutura e incentivo ao esporte ao ar livre marcaram a entrega de duas quadras poliesportivas renovadas no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, em Brasília, neste sábado (11/4). Os espaços passaram por reestruturação completa e já estão disponíveis para uso da população. A ação é resultado de uma parceria da Betano com o Governo do Distrito Federal (GDF).

A modernização trouxe melhorias na parte física das quadras, com piso revitalizado, pintura nova e organização do ambiente para prática esportiva. A proposta amplia o uso do parque como ponto de encontro para atividades recreativas e esportivas no Distrito Federal.

Além da reforma, o espaço ganhou identidade visual com intervenções artísticas. Os artistas Toys e Mão aplicaram elementos inspirados no Cerrado e em referências urbanas de Brasília, criando um ambiente mais atrativo para o público. A inauguração contou com programação esportiva e cultural ao longo do dia. Entre as atividades, um torneio de basquete 3×3 movimentou as quadras, além de apresentações de break dance, reunindo diferentes públicos no mesmo espaço.

A ação também teve alcance social, com oferta de serviços de saúde. Uma unidade móvel disponibilizou exames gratuitos de mamografia mediante agendamento, ampliando o uso do local para além do esporte. Frequentadora tradicional do parque, a atleta de basquete Cíntia Santos destacou a transformação da estrutura. “Nunca vi uma estrutura tão maravilhosa e tão bem-organizada. Essa renovação e esse projeto estão sendo fantásticos”, afirmou.

As quadras fazem parte de uma área histórica do parque, com estruturas antigas, afetadas pelo tempo e pelo uso constante. A revitalização recupera o espaço e devolve condições adequadas para prática esportiva. Com a entrega, o Parque da Cidade amplia as opções para atividades físicas e reforça o papel como um dos principais pontos de lazer da capital federal. A expectativa gira em torno de maior presença do público e uso contínuo das quadras ao longo da semana.

Capital vence Operário, mantém 100% e lidera Grupo A4 da Série D

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Capital
Foto: Ueslei Costa/Capital

Uma vitória madura, construída com paciência e decidida no detalhe, mesmo com uma atuação técnica abaixo do esperado. Neste domingo (12/4), no Estádio JK, o Capital venceu o Operário por 1 a 0, pela segunda rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, e confirmou um início sólido na competição. O desempenho em campo, no entanto, ainda não convenceu os torcedores e deixou a necessidade de maior evolução na temporada.

O resultado manteve o time candango com 100% de aproveitamento e na liderança do Grupo A4. Em um jogo de poucas chances claras, o Tricolor teve controle territorial durante boa parte do confronto e soube transformar o momento de pressão em vantagem ainda antes do intervalo, sem se expor defensivamente. O time, porém, leva para a semana de treinos a necessidade de resolver os erros e as dificuldades vistas no duelo.

Eficiência tricolor

O Capital começou com maior presença no campo ofensivo, trabalhou a bola com paciência e tentou empurrar o adversário para trás desde os primeiros minutos. O Operário se organizou em linhas mais baixas e buscou explorar espaços em velocidade, mas encontrou dificuldades diante de uma defesa bem posicionada.

O jogo demorou a oferecer lances de maior perigo. A posse era do Tricolor, mas faltava profundidade para transformar volume em finalizações claras. O cenário seguiu travado durante boa parte da etapa inicial, com muitas disputas no meio-campo e poucas infiltrações bem executadas.

A primeira chegada mais aguda apareceu apenas na reta final, quando Nescau subiu bem após cruzamento e obrigou o goleiro a fazer boa defesa. O lance marcou o início de um momento de maior pressão do Capital, que passou a ocupar ainda mais o campo ofensivo.

Na sequência, Yann Rolim também levou perigo ao arriscar de fora da área, indicando crescimento ofensivo no momento mais importante do primeiro tempo. O Operário já encontrava dificuldades para sair jogando e recuava cada vez mais dentro do próprio campo.

A insistência foi premiada pouco antes do intervalo. Após jogada construída pelo lado e bola levantada na área, a defesa tentou o corte e o volante Kaio Cesar acabou desviando contra a própria meta, colocando o Capital em vantagem no placar e traduzindo o domínio da etapa inicial.

Controle e vitória

Na volta do intervalo, o Operário tentou assumir postura mais ofensiva e passou a buscar o empate com maior presença no ataque. Apesar da iniciativa, a equipe encontrou dificuldades na construção das jogadas e não conseguiu criar chances claras contra a defesa bem organizada do Capital.

O Tricolor ajustou o posicionamento, controlou melhor os espaços e passou a administrar o ritmo da partida com inteligência. Sem necessidade de se expor, o time manteve a solidez defensiva e reduziu os riscos ao longo do segundo tempo, mantendo o jogo sob controle.

Com o passar dos minutos, o confronto perdeu intensidade e ficou mais truncado, com muitas disputas físicas e poucas oportunidades de gol. O Capital se mostrou confortável dentro do cenário, valorizando a posse quando necessário e travando o ritmo adversário.

Nos minutos finais, o Operário ainda tentou pressionar, principalmente em bolas paradas, mas sem efetividade. Seguro na defesa e consciente na gestão do jogo, o Capital confirmou a vitória sem sustos e manteve o início perfeito na Série D.

Próximo jogo

O Capital volta a campo na quarta-feira (15/4), às 21h30, quando enfrenta o Vila Nova, no Estádio Oba, em Goiânia, pela Copa Centro-Oeste, em mais um compromisso importante na sequência da temporada. Na Série D do Campeonato Brasileiro, o Coruja joga no domingo (19/4), quando recebe o Goiatuba, às 16h, também no Estádio JK.

CAPITAL 1
Luan; Genilson, Richardson, Lucas Oliveira e Zé Mateus 🟨 (Jerry); Ítalo, Tobinha (Deysinho) e Rodriguinho 🟨 (Mika); Gustavo, Matheus Bessa (Lessinho) e Yann Rolim (Cesinha).
Técnico: Luizinho Vieira

OPERÁRIO-MT 0
Álvaro; Jefferson, Alex Santos 🟨, Roque e Kaio ⚽🟨 (Gabriel); Gerson 🟨, Leonardo (Matheus) e Pageu (Lucas Lotto); Willian Anicete, Lyncon (Kaká) e Wagner (Ítalo Lima).
Técnico: Jeferson Sabino

“Prova mais difícil da vida”, diz Caio Bonfim após medalha em Brasília

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Caio Bonfim
Foto: Mariana Sá/COB

Alívio traduzido em palavras e emoção impossível de esconder marcaram o pós-prova do brasiliense Caio Bonfim. Após conquistar o bronze no Mundial de Marcha, neste domingo (12/4), em Brasília, o atleta resumiu o momento com uma frase direta e carregada de significado: “foi a prova mais difícil da minha vida”.

Competir em casa, diante da própria torcida, transformou a disputa em algo além do físico. O marchador entrou na prova carregando expectativa, responsabilidade e uma pressão emocional diferente de qualquer outro cenário vivido ao longo da carreira.

“Aqui é Brasil. Estou muito feliz de levar essas cores e representar Brasília, para mim, é um sonho. Foi a prova mais difícil da minha carreira por causa desse lado emocional. Teve uma certa hora que era um peso já que eu queria tirar. Hoje vou deitar na cama uns 15 quilos mais leve”, afirmou o atleta, em entrevista ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).

A resposta das arquibancadas virou combustível para Caio Bonfim durante os 21 quilômetros. A Esplanada dos Ministérios se transformou em um corredor de incentivo constante, algo raro até mesmo em competições internacionais da modalidade.

“Que festa linda, eu acho que o mundo nunca viu isso em Mundial de Marcha. Ver isso aqui… que dia lindo, cara! Quando eu vi todo mundo gritando… São 21 quilômetros e a galera gritando. Vai ter gente muito rouca aí. Nesse sol de Brasília, torcendo pelo menino das pernas tortas lá de Sobradinho”, destacou.

Foto: Mariana Sá/COB

Das ruas ao reconhecimento

A fala ganha ainda mais peso quando conectada com o passado do atleta. Ainda jovem, Caio treinava nas ruas do Distrito Federal em meio a críticas e preconceito, realidade completamente oposta ao cenário visto neste domingo (12/4). A mudança de percepção ao longo dos anos também apareceu no relato do marchador, ao relembrar episódios marcantes da trajetória dentro do esporte.

“Marca. Porque na Rio 2016 deu uma despertada, quando passei pela zona mista e reclamei que, dos 9 anos de carreira que eu tinha, não tinha um dia que eu não fosse xingado. Aí eu volto pra Brasília e brinco que agora até o som da buzina mudou. Antigamente era uma buzina com um xingamento, virou um ‘vamo lá, campeão’”, explicou.

Mais do que o resultado, o momento simboliza uma virada pessoal. O reconhecimento nas ruas e o apoio vindo de todos os lados passaram a representar uma conquista tão importante quanto qualquer medalha. “Até esse dia. Hoje. Ver essa galera em Brasília é um sonho realizado. Eu sempre falei que essa é a medalha que eu tenho que não está nas prateleiras: poder marchar tranquilo nas ruas”, citou.

Um peso a menos

O bronze conquistado em casa encerra uma jornada marcada por pressão e expectativa, mas também abre espaço para um novo capítulo na carreira do atleta. Mais leve, como ele próprio definiu, Caio Bonfim deixa a prova com a sensação de missão cumprida.

Entre passado difícil, presente histórico e reconhecimento popular, a caminhada do brasiliense ganhou um significado ainda maior daqueles que não cabem apenas no pódio.

Caio Bonfim brilha em casa e sobe ao pódio no Mundial de Marcha

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Caio Bonfim
Foto: Mariana Sá/COB

Passos firmes, respiração no limite e a capital inteira acompanhando cada metro percorrido. O brasiliense Caio Bonfim transformou as ruas de Brasília em palco de superação e conquistou a medalha de bronze no Mundial de Marcha Atlética, neste domingo (12/4), diante de um público responsável por empurrar o atleta até o pódio.

Natural de Sobradinho e medalhista olímpico nos Jogos de Paris-2024, o marchador viveu uma prova intensa e carregada de simbolismo. Em um percurso montado na Esplanada dos Ministérios, Caio não apenas competiu. Ele conduziu o ritmo, ditou o passo e manteve o Brasil no topo da disputa durante boa parte da corrida.

Desde os primeiros quilômetros, o brasiliense apareceu entre os protagonistas. Aos cinco, liderava um pelotão numeroso, mostrando controle e confiança. Ao longo da prova, mesmo com a pressão de nomes fortes do cenário internacional, manteve presença constante entre os primeiros colocados, sustentando o ritmo em uma disputa marcada pelo equilíbrio.

A corrida ganhou contornos dramáticos nos quilômetros finais. Já entre os líderes, Caio integrou o grupo decisivo ao lado do italiano Francesco Fortunato e do etíope Misgana Wakuma. O trio se destacou do restante do pelotão e levou a definição da prova para um duelo direto, metro a metro.

Leia mais: Brasil faz história em Brasília e conquista bronze no Mundial de Marcha

Sprint final e emoção

Na reta decisiva, Fortunato encontrou uma arrancada forte e abriu vantagem nos instantes finais. Wakuma resistiu e ficou com a prata, enquanto Caio Bonfim cruzou a linha de chegada na terceira posição, com o tempo de 1h27min36s, garantindo o bronze e levando a torcida brasiliense ao delírio.

O resultado coloca o nome do atleta entre os grandes da história recente da marcha atlética e reforça o protagonismo do Brasil na modalidade. Competindo em casa, Caio transformou cada passo em conexão com o público, em uma performance marcada por entrega e regularidade.

A medalha também simboliza além de um lugar no pódio. Representa a força de um atleta que cresceu no Distrito Federal, construiu trajetória sólida e, agora, celebra uma conquista mundial diante da própria gente, em um cenário carregado de significado.

Entre aplausos, bandeiras e emoção, Caio Bonfim escreveu mais um capítulo especial da carreira. Em Brasília, o passo virou história e o bronze ganhou brilho de ouro para quem acompanhou de perto.

Brasil faz história em Brasília e conquista bronze no Mundial de Marcha

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Mundial de Marcha
Foto: Mariana Sá/COB

Um feito histórico diante da torcida marcou o atletismo brasileiro neste fim de semana. O Brasil conquistou a medalha de bronze por equipes no Mundial de Marcha Atlética, realizado neste domingo (12/4), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, alcançando o primeiro pódio da história do país na competição.

A campanha brasileira foi construída com consistência e resistência ao longo da prova. Viviane Lyra terminou na quinta colocação, enquanto Gabriela de Sousa ficou em 11º lugar e Mayara Luize Vincentainer cruzou a linha de chegada na 12ª posição, resultados que garantiram o bronze na classificação por equipes.

Outras brasileiras também participaram da prova, como Elianay Pereira e Thaissa Gabrielle Santos, mas o regulamento considera apenas as três melhores atletas de cada país para a pontuação final. O desempenho coletivo foi determinante para colocar o Brasil no pódio em uma disputa de alto nível técnico.

“Essa conquista mostra que temos muito potencial para a marcha atlética por todo o Brasil, tanto nas categorias de alto rendimento quanto nas de base. Tudo isso é fruto de um grande investimento, sou muito grata ao Comitê Olímpico do Brasil por todo o investimento que vem sendo feito. Eu faço parte do Time Rio e esse suporte que eu tenho recebido tem feito toda a diferença na minha carreira”, comemorou Viviane.

A prova teve domínio do Equador, que ficou com o ouro tanto no individual quanto por equipes, liderado por Paula Torres. A Itália completou o pódio com a medalha de prata, após também colocar múltiplas atletas entre as primeiras colocadas.

Prova de alto nível

A disputa foi marcada por ritmo forte desde o início, com Paula Torres assumindo a liderança logo nos primeiros quilômetros e abrindo vantagem significativa sobre o pelotão. A equatoriana manteve consistência ao longo do percurso e confirmou a vitória com uma das melhores marcas já registradas na distância.

Entre as brasileiras, Viviane Lyra chegou a integrar o grupo perseguidor durante a prova e brigou pelas primeiras posições, sustentando desempenho competitivo até o fim. A presença constante entre as líderes foi fundamental para a pontuação do Brasil na classificação geral.

O resultado em Brasília simboliza um avanço importante da marcha atlética nacional, que passa a figurar entre as potências da modalidade em nível mundial. O bronze por equipes reforça o crescimento do país na prova e valoriza o trabalho desenvolvido com as atletas.

Diante do público local e em um cenário emblemático como a Esplanada dos Ministérios, o Brasil transformou o Mundial de Marcha em um marco histórico, consolidando uma conquista inédita e ampliando a presença no cenário internacional da modalidade.

Cerrado domina no Rio, vence Sodiê Mesquita e mantém embalo na LBF

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Cerrado
Foto: Maurício Almeida

Autoridade fora de casa e domínio construído no momento certo marcaram mais uma atuação sólida do Cerrado Basquete. A equipe candanga venceu o Sodiê Mesquita por 80 a 51, neste sábado (11/4), no Rio de Janeiro, pela Liga de Basquete Feminino (LBF), e manteve o bom momento na competição nacional.

A partida começou equilibrada, com as duas equipes alternando o controle das ações no primeiro quarto. Com boas transições e aproveitamento ofensivo, o período terminou com vantagem mínima do Cerrado, em 16 a 15, refletindo um duelo aberto nos minutos iniciais.

O segundo quarto mudou o panorama do confronto. O Cerrado elevou o nível coletivo, intensificou a defesa e aproveitou a queda de rendimento das mandantes para construir uma parcial dominante de 17 a 7. A sequência ofensiva eficiente garantiu vantagem confortável no intervalo, com o placar em 33 a 22.

No terceiro período, o Sodiê Mesquita voltou mais competitivo e tentou reagir na partida. Com maior intensidade, a equipe da casa conseguiu equilibrar as ações e reduzir a diferença em alguns momentos, mas o Cerrado manteve o controle e fechou o quarto em vantagem, administrando o ritmo do jogo.

O último quarto foi decisivo para consolidar a vitória. O Cerrado aproveitou os erros do adversário, dominou o garrafão e construiu uma parcial expressiva de 26 a 9, transformando o placar em uma vitória larga e convincente fora de casa.

A armadora Hillary Argueta foi novamente destaque e eleita a MVP da partida. A jogadora terminou com 11 pontos, seis rebotes e 10 assistências, comandando o ritmo da equipe e sendo peça central na construção do resultado.

Com o triunfo, o Cerrado reforça a consistência na LBF e segue em crescimento na competição. O próximo compromisso será em casa, diante do Pontz São José Basketball, na quarta-feira (15/4), às 19h30.

Com derrota do Goiás, Gama vira único time invicto no Brasil em 2026

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Gama
Foto: Filipe Fonseca/Gama

Ninguém segura o embalo do alviverde no futebol nacional. O Gama se tornou, neste sábado (11/4), o único time invicto entre os 156 participantes das quatro séries do Campeonato Brasileiro, ao vencer o Inhumas por 2 a 0, no Estádio Bezerrão, pela Série D. A marca ganha ainda mais relevância após a queda do Goiás, o último concorrente direto.

O Esmeraldino dividia o posto com o clube candango e sofreu a primeira derrota da temporada ao ser superado pelo Juventude na Série B, por 2 a 0, encerrando uma sequência invicta que durou 20 partidas. Antes, o América-RN havia deixado o grupo de times sem perder em 2026.

Foto: Divulgação/Juventude

Com o resultado positivo em casa, o Gama ampliou a invencibilidade para 19 jogos em 2026, com um retrospecto consistente de 14 vitórias e cinco empates. O desempenho reforça o momento sólido da equipe e evidencia um conjunto equilibrado entre defesa segura e ataque eficiente.

A campanha invicta se espalha por diferentes competições ao longo da temporada, incluindo compromissos pelo Campeonato Candango, Copa Centro-Oeste, Série D e Copa do Brasil, na qual enfrentou o Goiás, empatou por 2 a 2 e caiu apenas nos pênaltis, estatística não contabilizada nas somas de invencibilidade. O time alviverde mantém regularidade independentemente do cenário, fator que sustenta a sequência histórica.

Sequência em jogo

O calendário da próxima semana apresenta novos desafios para a manutenção da marca. Na quarta-feira (15/4), o Gama recebe o Anápolis, às 19h30, no Estádio Bezerrão, pela Copa Centro-Oeste, em confronto que pode consolidar ainda mais o bom momento da equipe.

Já no domingo (19/4), às 17h, o compromisso será fora de casa, diante do Primavera, no Estádio Cerradão, pela sequência da Série D. O duelo representa mais uma oportunidade para ampliar a invencibilidade e fortalecer a posição na competição nacional.

Com números expressivos e desempenho consistente, o Gama transforma a temporada em um roteiro de afirmação no cenário brasileiro. A sequência invicta, agora isolada, coloca o clube candango em evidência nacional e reforça o peso da campanha construída até aqui.

Gama vence o Inhumas com inteligência e mantém 100% na Série D

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Gama
Foto: Filipe Fonseca/Gama

Sem precisar acelerar o tempo todo, o Gama soube escolher os momentos para decidir. Neste sábado (11/4), no Estádio Bezerrão, pela segunda rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, o alviverde venceu o Inhumas por 2 a 0, construiu o resultado com maturidade e manteve o aproveitamento perfeito na competição.

O triunfo mantém o time candango invicto na temporada e isolado na liderança do Grupo A3. Em um jogo de poucas chances claras, a equipe mostrou leitura tática apurada: controlou espaços, foi eficiente quando teve oportunidade e não deu margem para reação do adversário.

Eficiência na transição

O início da partida teve ritmo baixo e muita disputa no meio-campo. As duas equipes encontravam dificuldades para acelerar as jogadas e pouco conseguiam produzir em termos ofensivos, deixando o confronto travado nos primeiros movimentos. A primeira chance mais limpa surgiu quando Michel Henrique encontrou Ramon livre na área. O atacante finalizou de primeira, mas não conseguiu acertar o alvo, desperdiçando a melhor oportunidade até então.

Com o passar do tempo, o Inhumas tentou adiantar linhas, mas esbarrou em uma defesa bem organizada. O Gama passou a encontrar espaços em contra-ataques e começou a gerar perigo justamente nesse tipo de jogada. Foi assim que o placar saiu do zero. Após uma bola parada do adversário, o Gama recuperou a posse e acelerou em transição. Ramon avançou e cruzou na medida para Felipe Clemente, que finalizou para o gol e colocou o alviverde em vantagem antes do intervalo.

Controle e golpe final

A etapa final manteve o mesmo padrão de equilíbrio, com poucas oportunidades claras nos primeiros minutos. O Inhumas tentou se lançar ao ataque, mas seguiu com dificuldades para construir jogadas que realmente ameaçassem o gol defendido por Renan Rinaldi.

A melhor chegada visitante veio em finalização de fora da área, que exigiu boa defesa do goleiro alviverde. Ainda assim, o Gama respondeu rapidamente, mantendo o jogo sob controle e explorando os espaços deixados pelo adversário. Em uma dessas ações, Ramon arriscou de longe e acertou o travessão, mostrando o caminho que o time buscava para ampliar a vantagem. Na sequência, Felipe Clemente também teve oportunidade em profundidade, mas parou no goleiro.

O segundo gol saiu após insistência. Em nova jogada construída pelo lado, Kennedy participou da ação ofensiva, a defesa afastou parcialmente e, na sobra, Ramon apareceu bem para finalizar e ampliar o placar, consolidando o domínio alviverde. Nos minutos finais, o Gama administrou o resultado com tranquilidade, manteve a organização defensiva e evitou qualquer tipo de pressão mais forte do adversário, garantindo mais uma vitória consistente na temporada.

Próximo jogo

O Gama volta a campo no domingo (19/4), às 17h, no Estádio Cerradão, diante do Primavera, pela sequência da Série D do Campeonato Brasileiro. No meio de semana, porém, o alviverde tem mais um compromisso pela Copa Centro-Oeste. Na quarta-feira (15/4), o time recebe o Anápolis, às 19h30, no Estádio Bezerrão.

GAMA-DF 2
Renan Rinaldi; Michel Henrique, Zulu (Russo), Darlan e Lucas Piauí; Moisés, Lúcio e David Lucas (Lucas Lourenço); Renato ⚽ (Kennedy), Ramon ⚽ (Gabriel Lima 🟨) e Felipe Clemente ⚽⚽ (Daniel Guerreiro).
Técnico: Luís Carlos Souza

INHUMAS-GO 0
Wallace; Caio Mendes, Reinaldo Bahia, Alan e Ninho 🟨; Luan, Gustavo Leite (Jonathan) e Murilo Rosa (Marcus Vinicius); Lucas Victor (Weltinho), Paulo Victor (Nicolas Castro) e Mosquera (Pedro Igor).
Técnico: Raphael Miranda