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| Fora da partida, o camisa 11 do Jacaré mandou força aos companheiros. “Temos um time de guerreiros” |
Sem Reinaldo, Brasiliense busca vaga nas oitavas da Série D
Por 2 a 0, Flamengo vence Fluminense no Mané Garrincha e continua líder do campeonato brasileiro
Por João Marcelo
Recomeça a partida e o Abel Braga já vem com duas mudanças. Saem Renato Chaves e Sornoza e entram Pablo Dyego e Matheus Alessandro. O Fluminense vem com uma postura diferente em busca do empate. Em uma jogada na linha de fundo Jadson tenta cruzar rasteiro, mas acaba dando um chute pro gol e Diego Alves encaixa. O tricolor ainda tentava o empate e Douglas solta um chute forte de fora da área. Novamente Diego Alves faz a defesa. Aos 10 minutos de jogo, o tricolor faz sua terceira e última alteração. Pablo Dyego, que tinha acabado de entrar, sente um desconforto e dá lugar a Robinho.
A torcida brasiliense começou a gritar por Felipe Vizeu. Aos 22, ela vai ao delírio quando Maurício Barbieri chama o jovem atacante. O escolhido foi Henrique Dourado, que saiu aplaudido pela torcida vermelha e preta. A alegria deu lugar a apreensão quando Rhodolfo cai e os médicos entram. Ele é levado de maca e dá lugar a Thuler. Renê, que havia puxado Rhodolfo para dentro de campo com o intuito de paralisar o jogo,toma cartão amarelo pela atitude. Dois minutos depois foi a vez de Matheus Alessandro ser amarelado, o atacante tricolor matou o contra-ataque rubro-negro.
O cronômetro marcava 33 minutos quando Éverton Ribeiro e Lucas Paquetá fazem linda tabela. O camisa 7 do Flamengo acha Felipe Vizeu livre, que se enrola com a bola, mas consegue tirar do goleiro e marcar o segundo gol da equipe. O gol animou muito a torcida rubro-negra e calou a tricolor. O Fluminense ainda tentou diminiur, Matheus Alessandro driblou bem a zaga do Flamengo e bateu por gol. A bola desvia e é escanteio para o tricolor. A torcida flamenguista, em estado de completo amor com o clube, gritou olé até o árbitro apitar o fim da partida. Final de jogo no Mané Garrincha e o Flamengo derrota o Fluminense por 2 a 0.
A equipe flamenguista encara o Paraná domingo às 19h, no estádio Maracanã e pode a ser última partida de Vinícius Júnior. O Fluminense viaja a Belo Horizonte para jogar contra o Atlético Mineiro também no domingo, porém às 16h. Com os resultados da 10° rodada, o Flamengo continua líder do campeonato com 23 pontos e o tricolor cai para a 10° posição, com 14 pontos.
FICHA TÉCNICA
Flamengo 2 x 0 Fluminense
Local: Mané Garrincha
Hora: 20:00
Público e Renda: 59.987 pagantes, 60.000 presentes. R$ 3.177.575,00
CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO
Escalação: Diego Alves; Rodinei, Léo Duarte, Rhodolfo (Thuler), Renê; Cuéllar, Lucas Paquetá, Éverton Ribeiro; Marlos Moreno (Jean Lucas), Vinícius Júnior, Henrique Dourado (Felipe Vizeu).
Técnico: Maurício Barbieri
Gols: Henrique Dourado (28|1T) e Felipe Vizeu (33|2T)
Cartão amarelo: Renê e Lucas Paquetá
Cartão vermelho: não houve.
FLUMINENSE FOOTBALL CLUB
Escalação: Julio César; Gum, Renato Chaves (Pablo Dyego) (Robinho), Luan Peres, Gilberto, Marlon; Douglas, Jadson, Sornoza (Matheus Alessandro); João Carlos.
Técnico: Abel Braga
Gols: não houve
Cartão amarelo: Gilberto, Robinho, Richard, Matheus Alessandro e Marlon.
Cartão vermelho: não houve
ARBITRAGEM
Dewson Fernando Freitas da Silva
Helcio Araújo Neves
Heronildo Sebastião Freitas da Silva
Luis Diego Nascimento Lopes
Torcedores símbolos de Fla e Flu deixam Mané Garrincha com sotaque carioca
Por João Marcelo
Hoje é dia de Fla x Flu! Mas precisamente Flu x Fla, já que o tricolor carioca é o mandante. O clássico, denominado de “o mais charmoso do Brasil.”, será disputado em terras brasilienses. A partida iniciará às 20h e todos os 60 mil ingressos já foram vendidos. O último jogo entre as equipes no estádio Mané Garrincha havia acontecido em 21 de fevereiro de 2016. O rubro-negro carioca saiu como vencedor, com gols de William Arão e Guerrero. Gustavo Scarpa fez pelo lado tricolor.
Aproveitando o clima do clássico, o Distrito do Esporte conversou por telefone com dois torcedores símbolos das equipes. Desirée Rogério de Carvalho e Fernando Souza de Fonseca, conhecidos respectivamente por “Palhaço das Multidões” e “Chapolin Rubro-Negro”, contaram o que já fizeram por seus clubes e promoveram a paz no futebol. Teve fantasia testada em festa e até casamento perdido devido ao amor pelos clubes.
Ele é conhecido pela torcida tricolor como “Palhaço das Multidões” e demonstra o seu grande amor pelo clube a todo momento. Segundo o próprio Desirée, seu amor pelo o tricolor o acompanha desde novo. “Minha paixão começou cedo, aos 8 anos. Eu estudava em um colégio interno e saía uma vez por mês. Quando saímos do colégio, eu e meus amigos passávamos em uma banca e lá tinha uma bandeira do Fluminense, eu achava linda. O jornaleiro da época, seu Pasquale, era um italiano e torcia pro tricolor. Eu comentei que achei linda, ele me deu uma de presente e disse que eu seria um grande torcedor tricolor. Desde então me apaixonei pelo clube e o amor aumenta cada vez mais.”
Seu fanatismo é contado por ele com dois fatos. O primeiro se remete à sua infância, ainda no colégio interno. “Depois que virei tricolor, eu queria ver o Fluminense de perto. Pulei o muro do colégio em um dia de jogo e fui para o Maracanã. Como não podia entrar sozinho no estádio e nem no trem, eu pegava na mão de alguém e chamava de tio. Pedia para me acompanhar pois queria ir ver o meu fluzão. Muitos riam, mas deixavam eu entrar com eles. Quando voltava pro colégio, ficava de castigo. Mas valia muito a pena, eu via o Fluminense.”
A segunda história envolveu dois casos de amor. Era 1969 e Desirée tinha casamento marcado para um sábado às 19:30. O Fla x Flu estava marcado para o domingo, porém devido à um show, teve que ser remarcado para o sábado às 17h. Então, o ilustre torcedor decidiu ir ao jogo. “O jogo começava às 17h e terminaria às 19h. Meu casamento era 19:30, então tinha meia hora para ir pro casamento. Para o meu azar, o trem quebrou e eu tive que pegar um ônibus. Além disso, tive que andar muito para chegar na Igreja. Cheguei às 21h no local e já não tinha mais ninguém, acabei não casando. Mas vi a vitória do meu Fluminense e fique feliz.” diz o Palhaço das Multidões.
Misturar um personagem mexicano com o time de maior torcida do Brasil dá certo? Sim, e muito! Assim foi a ideia de Fernando Souza de Fonseca, o Chapolin Rubro-Negro. “Eu via muitos torcedores indo aos estádios fantasiados, achava aquilo incrível. Olhava o pânico do Flamengo, o anjinho e até torcedores de times rivais. E pensei que poderia fazer isso também. Foi quando resolvi comprar uma fantasia de Chapolin e ir a um aniversário de 15 anos. Foi como um teste, para saber o que as pessoas achariam daquela fantasia. Tive sucesso na festa e resolvi ir ao estádio fantasiado.” diz o herói mexicano e flamenguista.
O seu sucesso começou a render fãs no Maracanã. “Eu tirava muitas fotos, eram muitas crianças e até adultos. Me tornei conhecido dentro da torcida e a fantasia me dava sorte, o Flamengo ganhava sempre.”. O reconhecimento crescia gradativamente entre os rubro-negros cariocas, se tornava o símbolo de irreverência da torcida. O momento do clube ajudava, o time vinha em uma fase boa e os seus seguidores acompanhavam a todos os lugares. Daí o início do AeroFla, um movimento que reunia torcedores do Flamengo nos aeroportos no embarque e desembarque da equipe. “Eu fui no AeroFla e é coisa de louco. Uma sensação inexplicável, eu me arrepio ao falar sobre isso. Foi aí que eu comecei a ficar conhecido por outras torcidas, pois eu aparecia nos programas esportivos. Dei muitas entrevistas e conheci muitas pessoas do jornalismo e esporte, algo que eu nunca havia esperado. Ganhei até uma camisa do Felipe Vizeu!”
O jogo começa em poucas horas, mas o clima de clássico já ferve nas torcidas. Ambos deixaram recado para a torcida e pro torcedor símbolo. “O Fluminense cresce nos clássicos, principalmente contra o Flamengo. Gostamos de ganhar deles (risos) e sempre digo para meus amigos: eu teria um desgosto profundo, se faltasse o Flamengo no mundo. 2 a 1 para nós hoje!” falou o tricolor Desirée. Já o flamenguista Fernando não deixou de citar a boa fase do time. “Manda um alô pro Desirée por mim, mas hoje o resultado é nosso, 2 a 1 para o Mengão!”. O clima de paz continou com o Palhaço das Multidões, “Que você continue com essa alegria e amor ao Flamengo, a paz sempre tem que reinar entre as torcidas.” finalizou o tricolor.
E você leitor, quanto vai ser o jogo de logo mais?
Desejamos um bom clássico aos que forem ao jogo, procurem ir com antecedência para não ter nenhum problema na entrada e torçam com paz! Rivais sim, inimigos nunca.
Segunda rodada do Candanguinho é repleta de gols
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| A garotada dos clubes do Distrito Federal fez bonito e balançou as redes 36 vezes em nove jogos |
Jogos disputados, com muitos gols e mudanças na tabela. Foi assim o resumo da segunda rodada do Candanguinho 2018. Com incríveis 36 gols em nove partidas, a média foi o dobro da rodada passada, que teve apenas 18. A chuva de bolas dentro das redes fez mudar a classificação dos grupos, deixando alguns mais tranquilos e outros em total desespero.
Na volta do intervalo pressão do time da casa, que conseguiu o empate aos 21 e a virada quatro minutos depois. Com o placar favorável, deu liberdade ao Glorioso do Cerrado, que por pouco não empatou a partida. Destaque para o último lance, onde após bate e rebate dentro da zaga do Legião, a bola sobra para o zagueiro Manga que cabeceia e se desespera ao ver Matheus tirar em cima da linha. No último jogo, o Planaltina recebeu o Paracatu no Campo dos Bakanas e empatou em 2 a 2. Com esses resultados a liderança do grupo continua com o Legião, seguidos de Paracatu, Ceilandense, Botafogo-DF, Planaltina e o lanterna Bolamense.
O vice-campeão de 2017 soma apenas um ponto no campeonato e liga o alerta. Já o verdão subiu para o terceiro lugar. No mesmo horário, aconteceu o jogo entre Ceilândia e Real. O campeão de 2017 precisava da vitória, pois havia somado apenas um ponto na primeira rodada. O confronto era difícil, jogo contra o vice-líder do grupo. Mas o Leão superou o Gato Preto e assumiu a vice-liderança do grupo. A complicada chave tem o Samambaia ainda líder e logo após, Real, Gama, Ceilândia, Cruzeiro e o desesperado Capital.
A partida terminou 2 a 1 para o visitante e deixou a Igrejinha com a terceira colocação. Assim ficamos com Formosa na liderança, acompanhado por Luziânia, Santa Maria, CFZ-DF e os dois clubes que ainda não somaram pontos, Sobradinho e Brasília.
Em vantagem na Série D, Brasiliense ainda não perdeu por dois ou mais gols de diferença no ano
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| Apenas derrota por dois ou mais gols elimina o Jacaré de forma direta na Série D; vitória do Sergipe por 1×0 leva duelo aos pênaltis Foto: Reprodução – Facebook/Brasiliense F.C. |
Seleção Brasileira com excelente desempenho na Liga das Nações
Teve início no dia 25 de maio a Liga das Nações, anteriormente Liga Mundial de Vôlei. O torneio continua com a mesma configuração, mudando apenas a sua nomenclatura. O campeonato terminará em 8 de julho e a cidade francesa Lille receberá a grande final.
Na primeira etapa, realizada na Sérvia, o Brasil venceu os anfitriões e a Alemanha por 3×0. O revés ficou na partida contra a Itália, onde a seleção brasileira perdeu de 3×2.
Já na segunda etapa, dessa vez em Goiânia, com excelentes desempenhos dos centrais Isac e Eder, a seleção derrotou o frágil time sul-coreano por 3×0. No sábado (02), a equipe de Renan enfrentou a equipe japonesa. Com um início desconcentrado, chegou a empatar o set por 24×24, mas ganharam a partida com sufoco.
O time brasileiro venceu o segundo set com diversos bloqueios por 25 a 19. No terceiro e último set, a partida foi interrompida por uma queda de energia que durou 25 minutos. De volta ao jogo, a seleção brasileira levou a melhor mesmo com rallys e grandes defesas. Fechou o set em 25 a 20.
Neste domingo (3), os donos da casa enfrentaram os Estados Unidos da América. Foi uma partida muito nervosa e disputada. O Brasil perde os dois primeiros sets por 25/21 e 25/20. E em uma reação impressionante consegue empatar o jogo. O último e decisivo set foi de arrepiar, com diversos matchs points para as equipes. Melhor para a seleção brasileira que fechou o jogo em 20/18. O próximo jogo será em 8 de junho às 11h e o Brasil enfrentará a seleção da Rússia.
Samambaia goleia Capital por 5×1 e se mantém na liderança
Por Mayara Alves
O jogo começou elétrico. Não há melhor definição para o início da partida entre Samambaia e Capital. A equipe visitante começou atacando e colocando pressão no time mandante. Porém, o que parecia ser um belo início para o Capital acabou se tornando um pesadelo com o passar do tempo de jogo. Samambaia cresceu na partida e derrotou por 5×1, com destaque para hat trick de Lorran. A cobra-cipó venceu sua segunda partida e continua na liderança do grupo B.
Aos três minutos de jogo, Lorran abre o placar para o Samambaia com uma bela cabeçada. Mas o Capital não se abalou com o gol sofrido. E aos cinco minutos em uma cobrança de falta de Guilherme, a bola bate na barreira e sobra para Vinícius balancear a rede. Após o empate, o Capital dominou o jogo no meio de campo e manteve a posse de bola, tentando uma falha do Samambaia para atacar.
Mesmo sofrendo pressão, a cobra-cipó reagiu e com dezenove minutos de jogo Lorran balança a rede novamente e abre vantagem sobre o Capital. Com o resultado adverso, a coruja do Guará foi ao ataque e deixou muitos espaços para o contra-ataque, o que causou riscos de levar o terceiro gol ainda no primeiro tempo. Apesar de chegadas com perigo de ambas equipes, o placar não mudou e terminou 2×1 para o Samambaia.
Já no segundo tempo, logo no primeiro minuto Hudson faz seu primeiro e o terceiro do Samambaia. Mesmo em desvantagem o Capital não se intimidou e continuou atacando em busca do empate. Mas aos vinte e três minutos de jogo Hudson cai dentro da área adversária, pênalti para a cobra-cipó. Lorran, ele de novo, cobra com perfeição e faz um hat-trick (três gols na mesma partida).
Após levar o quarto gol, a equipe do Capital se desesperou e jogou de forma desorganizada. E quando o cronômetro marcava trinta e um minutos de jogo, mais uma vez Hudson cai dentro da área, novamente pênalti. Dessa vez Lorran deixa a bola com Gilson, que bate deslocando o goleiro e fecha a goleada para o Samambaia. Mais três pontos para o líder e o Capital continua sem pontuar na competição.
Na próxima rodada do Candanguinho 2018, o Samambaia enfrentará o Ceilândia em local, dia e horário a serem definidos. Já o Capital enfrenta o Cruzeiro-DF, com detalhes do jogo a serem confirmados.
FICHA TÉCNICA
SAMAMBAIA F.C. 5 X 1 CAPITAL C.F.
Local: Clube dos Rodoviários.
Arbitragem: Anderson Bassoto, Marconi Souza, Milton Alves, Pedro Alves.
SAMAMBAIA FUTEBOL CLUBE
Felipe, Edwards, Rafael, Lucas, Cristiano, Guilherme (Ricardo), Ramon (Pedrinho), Vinícius (Diego), Hudson, Gilson Balão e Lorran.
Técnico: Val Baiano
Gols: Lorran (3|1T, 19|1T e 23|2T), Hudson (1|2T) e Gilson (31|2T).
Cartões Amarelos: Cristiano, Guilherme, Felipe e Ramon.
Cartão Vermelho: não houve.
CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL
Renato Vinícius, Jean Ferreira (Pedro Herrera), Wesley Moreira, João Vitor (Juan Jesus), Pedro Cabeça, Roger Ryan, Vinicius Campos, Caio Paz (Yago Barata), Caio Cézar (João Sorriso), Guilherme Paiva e Lucão (Matheus Chaves).
Técnico: Hugo Almeida.
Gol: Vinícius Campos (5|1T)
Cartão amarelo: Wesley Moreira
Cartão vermelho: Guilherme Paiva
Brasiliense aproveita mando de campo e sai em vantagem na Série D do Brasileirão
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| Com a vitória, o Brasiliense joga pelo empate para avançar às oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro Foto: Reprodução/Twitter – Daniel Borges |
Chega ao fim a primeira rodada do Candanguinho 2018
Como estão os clubes que disputaram o Candangão, mas estão longe da elite
Como estão os times que passaram na elite nesta década?
Planaltina – A equipe de Planaltina de Goiás disputou seu último Campeonato Candango no ano de 2016, quando foi rebaixada após somar apenas quatro pontos na competição. Após a queda, o Pantera não voltou mais a campo e se licenciou das atividades relacionadas ao futebol.
Cruzeiro – Após conseguir o acesso para 2015, o Carcará do Cerrado conseguiu se manter na primeira divisão do Candangão até a temporada de 2016, porém, terminou na lanterna daquele ano com apenas dois pontos e voltou a segundona. Pela segunda vez consecutiva, tentará o retorno para a elite. Em 2017, falhou na tentativa de subir
Brazlândia – Depois de chegar na primeira divisão em 2012 com status de campeão da segundona do ano anterior, a Garça também conseguiu se manter na elite por duas temporadas. Com o rebaixamento em 2013, se afastou na temporada seguinte. Desde 2015 tenta retornar para o Candangão, batendo na trave em três chances. Neste ano, tentará a volta outra vez.
Atlético Taguatinga – Junto com o Brasília, o Jaguar do Distrito Federal acabou rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Candango em 2017. Na ocasião, o time ficou com a lanterna da tabela. Em 2018, o Taguá está garantido na disputa e tentará o retorno à elite do Distrito Federal.
Legião – Sensação local depois de sua fundação em 2006, o time que homenageia a banda Legião Urbana disputou o Candangão em três temporadas nesta década. Com a queda em 2014, tentou o retorno no ano seguinte, mas não obteve sucesso. Com isso, se afastou do futebol na temporada 2016. Voltou a tentar o retorno em 2017 e disputará a segundona outra vez nesta temporada.
Capital – O time foi outro que também ficou três anos na primeira divisão local e caiu junto com o Legião em 2014. O enredo com a história do time laranja se repete na sequência: tentou o retorno no ano seguinte, se licenciou em 2016 e não teve sucesso na tentativa de chegar à elite em 2017. Agora, tentará o acesso à primeirona mais uma vez em 2018.
Botafogo-DF – a equipe do Novo Gama também ficou na primeirona por três anos seguidos, chegando a dar trabalho para equipes maiores do futebol local. Com a queda em 2013, tentou nas temporadas seguintes o retorno para o Candangão, mas não obteve êxito. Em 2018, o alvinegro candango voltará a disputar a segunda divisão em busca de estar novamente na elite do Distrito Federal
Ceilandense – dos que estão atualmente na segunda divisão, o Dragão é o que passou mais tempo na atual década na elite do Candangão: ao todo, foram seis temporadas na primeirona. Desde a queda, em 2015, o tricolor de Ceilândia tenta retomar sua vaga entre os melhores times locais. Nesta temporada, partirá para a terceira tentativa de acesso.


















