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Sem Reinaldo, Brasiliense busca vaga nas oitavas da Série D

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Fora da partida, o camisa 11 do Jacaré mandou força aos companheiros. “Temos um time de guerreiros”
O sábado terá cara de decisão para o Brasiliense na Série D do Campeonato Brasileiro. Às 16h, na Arena Batistão, o Jacaré encara o Sergipe por uma vaga nas oitavas de final da competição nacional. Na partida de ida, o time de Taguatinga venceu os sergipanos pelo placar de 2×1 em partida disputada no estádio Abadião. Após sair lesionado aos 15 minutos do primeiro tempo, o atacante Reinaldo é desfalque para o jogo.
Mesmo fazendo trabalho intensivo durante toda a semana no CT do clube amarelo, o camisa 11 não conseguiu se recuperar e sequer viajou para Aracaju. O time do técnico Aílton Ferraz chegou à cidade da partida na tarde de sexta-feira. Em Brasília, Reinaldo lamentou a ausência no jogo decisivo. “Muito triste , porque queria muito estar com meus companheiros jogando. Não só eu, mas como todos os outros jogadores que aqui ficaram, nossos pensamentos e força vão estar com todos, passando uma corrente positiva”, destacou o atacante.
Ressaltando a força do time da casa, o atacante do Brasiliense também explicou a postura que o time precisa adotar para voltar ao Distrito Federal com a classificação na bagagem. “Sabemos da dificuldade do jogo. Eles têm uma torcida que pressiona muito. Mas somos um clube grande e nossa torcida também vai incentivar. A vantagem é importante, mas temos que usar faltando cinco minutos e se o placar estiver empatado”. 
Reinaldo garantiu que o time amarelo vai tirar proveito do seu DNA ofensivo para não correr riscos durante o confronto. “A melhor defesa é o ataque”, garantiu. “Tenho certeza que vai da certo, aqui é um time de Guerreiros”, disse, confiante na classificação. Se a profecia do atacante se cumprir, o Jacaré irá esperar o vencedor de Itabaiana e Campinense na próxima fase. Em caso de eliminação, o clube amarelo só voltará ao campo na próxima temporada.

Por 2 a 0, Flamengo vence Fluminense no Mané Garrincha e continua líder do campeonato brasileiro

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Flamengo comemora mais uma vitória no campeonato brasileiro.
Foto: Mayara Alves/Distrito do Esporte


Por João Marcelo 

O início do jogo já contou com reclamações contra a arbitragem. Logo aos três minutos de jogo, Gilberto cai dentro da área e pede pênalti. O árbitro da partida não deu nada e a torcida tricolor reclama. O Fluminense continua atacando, buscando sempre Gilberto pelo lado direito. Porém, os cruzamentos do camisa 2 tricolor não surtiram efeito. A equipe flamenguista desperta e Vinícius Júnior começa a aparecer. Em um lindo lance da joia do Flamengo, o ponta corre pela linha de fundo, dá uma bonita caneta em Renato Chaves e cruza. Henrique Dourado se joga na bola, mas só raspa a redonda e sai pela linha de fundo.
O clube rubro-negro chega novamente ao ataque. Rodinei faz cruzamento para a área, a zaga tira e a bola sobra para Vinícius Jr. Ele domina, chuta de fora da área e Julio César faz uma boa defesa. Aos 18, Lucas Paquetá dá carrinho e recebe o primeiro cartão amarelo do jogo. O jogo continua movimentado e em um cruzamento para a área do Fluminense, Marlos Moreno se antecipa e sofre pênalti. Henrique Dourado bate com a categoria de sempre e faz 1 a 0 para o rubro-negro carioca. Acaba o jejum do atacante rubro-negro.
A partida esquenta e Gilberto dá carrinho em Éverton Ribeiro, princípio de confusão e amarelo pro lateral tricolor. A ousadia da jovem dupla do Flamengo aparece com mais frequência no jogo. Lucas Paquetá balança para cima do zagueiro Gum. O defensor tira a bola e após o fim do lance, vai dar uma dura no jovem jogador. No fim do primeiro tempo a torcida tricolor reclama de uma cotovelada e um chute que Rodinei teria desferido em João Carlos. Bola rolando novamente. No último lance da partida Gilberto chutou prensado e Diego Alves botou para escanteio. A zaga do Flamengo tira mal e Jadson chuta forte, Léo Duarte se joga na frente da bola e Fluminense tem novo escanteio. O tricolor cobra, a zaga tira e o árbitro encerra o fim do primeiro tempo.

Henrique Dourado encerra jejum de gols pelo Flamengo, justamente contra seu ex-clube.
Foto: Simone Monteiro/Distrito do Esporte

Recomeça a partida e o Abel Braga já vem com duas mudanças. Saem Renato Chaves e Sornoza e entram Pablo Dyego e Matheus Alessandro. O Fluminense vem com uma postura diferente em busca do empate. Em uma jogada na linha de fundo Jadson tenta cruzar rasteiro, mas acaba dando um chute pro gol e Diego Alves encaixa. O tricolor ainda tentava o empate e Douglas solta um chute forte de fora da área. Novamente Diego Alves faz a defesa. Aos 10 minutos de jogo, o tricolor faz sua terceira e última alteração. Pablo Dyego, que tinha acabado de entrar, sente um desconforto e dá lugar a Robinho.

A torcida brasiliense começou a gritar por Felipe Vizeu. Aos 22, ela vai ao delírio quando Maurício Barbieri chama o jovem atacante. O escolhido foi Henrique Dourado, que saiu aplaudido pela torcida vermelha e preta. A alegria deu lugar a apreensão quando Rhodolfo cai e os médicos entram. Ele é levado de maca e dá lugar a Thuler. Renê, que havia puxado Rhodolfo para dentro de campo com o intuito de paralisar o jogo,toma cartão amarelo pela atitude. Dois minutos depois foi a vez de Matheus Alessandro ser amarelado, o atacante tricolor matou o contra-ataque rubro-negro.

O cronômetro marcava 33 minutos quando Éverton Ribeiro e Lucas Paquetá fazem linda tabela. O camisa 7 do Flamengo acha Felipe Vizeu livre, que se enrola com a bola, mas consegue tirar do goleiro e marcar o segundo gol da equipe. O gol animou muito a torcida rubro-negra e calou a tricolor. O Fluminense ainda tentou diminiur, Matheus Alessandro driblou bem a zaga do Flamengo e bateu por gol. A bola desvia e é escanteio para o tricolor. A torcida flamenguista, em estado de completo amor com o clube, gritou olé até o árbitro apitar o fim da partida. Final de jogo no Mané Garrincha e o Flamengo derrota o Fluminense por 2 a 0.

Felipe Vizeu comemora com seus companheiros o segundo gol do Flamengo com dancinha.
Foto: Mayara Alves/Distrito do Esporte

A equipe flamenguista encara o Paraná domingo às 19h, no estádio Maracanã e pode a ser última partida de Vinícius Júnior. O Fluminense viaja a Belo Horizonte para jogar contra o Atlético Mineiro também no domingo, porém às 16h. Com os resultados da 10° rodada, o Flamengo continua líder do campeonato com 23 pontos e o tricolor cai para a 10° posição, com 14 pontos.

FICHA TÉCNICA 

Flamengo 2 x 0 Fluminense
Local: Mané Garrincha
Hora: 20:00
Público e Renda: 59.987 pagantes, 60.000 presentes. R$ 3.177.575,00

CLUBE DE REGATAS DO FLAMENGO

Escalação: Diego Alves; Rodinei, Léo Duarte, Rhodolfo (Thuler), Renê; Cuéllar, Lucas Paquetá, Éverton Ribeiro; Marlos Moreno (Jean Lucas), Vinícius Júnior, Henrique Dourado (Felipe Vizeu).
Técnico: Maurício Barbieri

Gols: Henrique Dourado (28|1T) e Felipe Vizeu (33|2T)
Cartão amarelo: Renê e Lucas Paquetá
Cartão vermelho: não houve.

FLUMINENSE FOOTBALL CLUB

Escalação: Julio César; Gum, Renato Chaves (Pablo Dyego) (Robinho), Luan Peres, Gilberto, Marlon; Douglas, Jadson, Sornoza (Matheus Alessandro); João Carlos.
Técnico: Abel Braga

Gols: não houve
Cartão amarelo: Gilberto, Robinho, Richard, Matheus Alessandro e Marlon.
Cartão vermelho: não houve

ARBITRAGEM
Dewson Fernando Freitas da Silva
Helcio Araújo Neves
Heronildo Sebastião Freitas da Silva
Luis Diego Nascimento Lopes

Torcedores símbolos de Fla e Flu deixam Mané Garrincha com sotaque carioca

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Foto: Reprodução da Internet

Por João Marcelo

Hoje é dia de Fla x Flu! Mas precisamente Flu x Fla, já que o tricolor carioca é o mandante. O clássico, denominado de “o mais charmoso do Brasil.”, será disputado em terras brasilienses. A partida iniciará às 20h e todos os 60 mil ingressos já foram vendidos. O último jogo entre as equipes no estádio Mané Garrincha havia acontecido em 21 de fevereiro de 2016. O rubro-negro carioca saiu como vencedor, com gols de William Arão e Guerrero. Gustavo Scarpa fez pelo lado tricolor.

Aproveitando o clima do clássico, o Distrito do Esporte conversou por telefone com dois torcedores símbolos das equipes. Desirée Rogério de Carvalho e Fernando Souza de Fonseca, conhecidos respectivamente por “Palhaço das Multidões” e “Chapolin Rubro-Negro”, contaram o que já fizeram por seus clubes e promoveram a paz no futebol. Teve fantasia testada em festa e até casamento perdido devido ao amor pelos clubes.

Ele é conhecido pela torcida tricolor como “Palhaço das Multidões” e demonstra o seu grande amor pelo clube a todo momento. Segundo o próprio Desirée, seu amor pelo o tricolor o acompanha desde novo. “Minha paixão começou cedo, aos 8 anos. Eu estudava em um colégio interno e saía uma vez por mês. Quando saímos do colégio, eu e meus amigos passávamos em uma banca e lá tinha uma bandeira do Fluminense, eu achava linda. O jornaleiro da época, seu Pasquale, era um italiano e torcia pro tricolor. Eu comentei que achei linda, ele me deu uma de presente e disse que eu seria um grande torcedor tricolor. Desde então me apaixonei pelo clube e o amor aumenta cada vez mais.”

Seu fanatismo é contado por ele com dois fatos. O primeiro se remete à sua infância, ainda no colégio interno. “Depois que virei tricolor, eu queria ver o Fluminense de perto. Pulei o muro do colégio em um dia de jogo e fui para o Maracanã. Como não podia entrar sozinho no estádio e nem no trem, eu pegava na mão de alguém e chamava de tio. Pedia para me acompanhar pois queria ir ver o meu fluzão. Muitos riam, mas deixavam eu entrar com eles. Quando voltava pro colégio, ficava de castigo. Mas valia muito a pena, eu via o Fluminense.”

A segunda história envolveu dois casos de amor. Era 1969 e Desirée tinha casamento marcado para um sábado às 19:30. O Fla x Flu estava marcado para o domingo, porém devido à um show, teve que ser remarcado para o sábado às 17h. Então, o ilustre torcedor decidiu ir ao jogo. “O jogo começava às 17h e terminaria às 19h. Meu casamento era 19:30, então tinha meia hora para ir pro casamento. Para o meu azar, o trem quebrou e eu tive que pegar um ônibus. Além disso, tive que andar muito para chegar na Igreja. Cheguei às 21h no local e já não tinha mais ninguém, acabei não casando. Mas vi a vitória do meu Fluminense e fique feliz.” diz o Palhaço das Multidões.

Misturar um personagem mexicano com o time de maior torcida do Brasil dá certo? Sim, e muito! Assim foi a ideia de Fernando Souza de Fonseca, o Chapolin Rubro-Negro. “Eu via muitos torcedores indo aos estádios fantasiados, achava aquilo incrível. Olhava o pânico do Flamengo, o anjinho e até torcedores de times rivais. E pensei que poderia fazer isso também. Foi quando resolvi comprar uma fantasia de Chapolin e ir a um aniversário de 15 anos. Foi como um teste, para saber o que as pessoas achariam daquela fantasia. Tive sucesso na festa e resolvi ir ao estádio fantasiado.” diz o herói mexicano e flamenguista.

O seu sucesso começou a render fãs no Maracanã. “Eu tirava muitas fotos, eram muitas crianças e até adultos. Me tornei conhecido dentro da torcida e a fantasia me dava sorte, o Flamengo ganhava sempre.”. O reconhecimento crescia gradativamente entre os rubro-negros cariocas, se tornava o símbolo de irreverência da torcida. O momento do clube ajudava, o time vinha em uma fase boa e os seus seguidores acompanhavam a todos os lugares. Daí o início do AeroFla, um movimento que reunia torcedores do Flamengo nos aeroportos no embarque e desembarque da equipe. “Eu fui no AeroFla e é coisa de louco. Uma sensação inexplicável, eu me arrepio ao falar sobre isso. Foi aí que eu comecei a ficar conhecido por outras torcidas, pois eu aparecia nos programas esportivos. Dei muitas entrevistas e conheci muitas pessoas do jornalismo e esporte, algo que eu nunca havia esperado. Ganhei até uma camisa do Felipe Vizeu!”

O jogo começa em poucas horas, mas o clima de clássico já ferve nas torcidas. Ambos deixaram recado para a torcida e pro torcedor símbolo. “O Fluminense cresce nos clássicos, principalmente contra o Flamengo. Gostamos de ganhar deles (risos) e sempre digo para meus amigos: eu teria um desgosto profundo, se faltasse o Flamengo no mundo. 2 a 1 para nós hoje!” falou o tricolor Desirée. Já o flamenguista Fernando não deixou de citar a boa fase do time. “Manda um alô pro Desirée por mim, mas hoje o resultado é nosso, 2 a 1 para o Mengão!”. O clima de paz continou com o Palhaço das Multidões, “Que você continue com essa alegria e amor ao Flamengo, a paz sempre tem que reinar entre as torcidas.” finalizou o tricolor.

E você leitor, quanto vai ser o jogo de logo mais?
Desejamos um bom clássico aos que forem ao jogo, procurem ir com antecedência para não ter nenhum problema na entrada e torçam com paz! Rivais sim, inimigos nunca.

Segunda rodada do Candanguinho é repleta de gols

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A garotada dos clubes do Distrito Federal fez bonito e balançou as redes 36 vezes em nove jogos

Por João Marcelo

Jogos disputados, com muitos gols e mudanças na tabela. Foi assim o resumo da segunda rodada do Candanguinho 2018. Com incríveis 36 gols em nove partidas, a média foi o dobro da rodada passada, que teve apenas 18. A chuva de bolas dentro das redes fez mudar a classificação dos grupos, deixando alguns mais tranquilos e outros em total desespero.

GRUPO A
O primeiro embate do grupo ocorreu entre os dois últimos colocados da chave, Ceilandense e Bolamense. Melhor para o time de Ceilândia que aplicou uma goleada de 6×1 sobre a equipe de Samambaia e pulou do 5° para o 3° lugar do grupo. O segundo jogo foi do líder do grupo, o Legião. O Leão enfrentou o Botafogo-DF em um partida muito equilibrada. O visitante saiu na frente com gol do zagueiro Manga e terminou o primeiro tempo vencendo.

Na volta do intervalo pressão do time da casa, que conseguiu o empate aos 21 e a virada quatro minutos depois. Com o placar favorável, deu liberdade ao Glorioso do Cerrado, que por pouco não empatou a partida. Destaque para o último lance, onde após bate e rebate dentro da zaga do Legião, a bola sobra para o zagueiro Manga que cabeceia e se desespera ao ver Matheus tirar em cima da linha. No último jogo, o Planaltina recebeu o Paracatu no Campo dos Bakanas e empatou em 2 a 2. Com esses resultados a liderança do grupo continua com o Legião, seguidos de Paracatu, Ceilandense, Botafogo-DF, Planaltina e o lanterna Bolamense.

Legião vence Botafogo-DF no campo do PADF e continua líder.
Foto: Simone Monteiro
GRUPO B
O temido grupo da morte do Candanguinho começou sua segunda rodada no sábado com a partida entre Samambaia e Capital. A Cobra-Cipó, do artilheiro Lorran, fez uma excelente partida e conquistou sua segunda vitória na competição. Venceu o Capital por 5 a 1 e se consolidou como líder da chave. No domingo às 15:30 a bola rolou para Cruzeiro e Gama, o Carcará do Cerrado não conseguiu fazer valer o mando de campo e perdeu por 2 a 1 para a equipe gamense.

O vice-campeão de 2017 soma apenas um ponto no campeonato e liga o alerta. Já o verdão subiu para o terceiro lugar. No mesmo horário, aconteceu o jogo entre Ceilândia e Real. O campeão de 2017 precisava da vitória, pois havia somado apenas um ponto na primeira rodada. O confronto era difícil, jogo contra o vice-líder do grupo. Mas o Leão superou o Gato Preto e assumiu a vice-liderança do grupo. A complicada chave tem o Samambaia ainda líder e logo após, Real, Gama, Ceilândia, Cruzeiro e o desesperado Capital.

Samambaia segue com boa fase na competição.
Foto: Mayara Alves

GRUPO C
O Formosa continua líder do terceiro grupo. A equipe goiana não tomou conhecimento e aplicou seis gols no CFZ. O placar elástico deixa o clube com a liderança e a melhor classificação dos três grupos. O vice-líder é o Luziânia que venceu o Brasília por 3 a 0 na Serra do Lago. A equipe goiana agora soma quatro pontos. O outro confronto da chave teve, enfim, a estreia do Sobradinho. Após não conseguir inscrever seus jogadores a tempo e perder por W.O., o Leão de Sobradinho mandou o jogo contra o Santa Maria no CT do Jaguar.

A partida terminou 2 a 1 para o visitante e deixou a Igrejinha com a terceira colocação. Assim ficamos com Formosa na liderança, acompanhado por Luziânia, Santa Maria, CFZ-DF e os dois clubes que ainda não somaram pontos, Sobradinho e Brasília.

A terceira rodada da competição acontecerá no sábado (9) e domingo (10). Os jogos têm dias, horários e locais ainda não definidos. Os confrontos serão: 
GRUPO A
Paracatu x Botafogo-DF
Bolamense x Planaltina
Ceilandense x Legião
GRUPO B
Gama x Real
Capital x Cruzeiro
Samambaia x Ceilândia
GRUPO C
Formosa x Brasília
Santa Maria x CFZ-DF
Sobradinho x Luziânia

Em vantagem na Série D, Brasiliense ainda não perdeu por dois ou mais gols de diferença no ano

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Apenas derrota por dois ou mais gols elimina o Jacaré de forma direta na Série D; vitória do Sergipe por 1×0 leva duelo aos pênaltis
Foto: Reprodução – Facebook/Brasiliense F.C.
No último sábado, o Brasiliense começou a decidir seu destino na Série D do Campeonato Brasileiro de 2018. Diante do Sergipe, o time amarelo venceu por 2×1 – de virada com gols de Romarinho e Aldo para o Jacaré e William Paulista para os sergipanos – e saiu em vantagem em busca de uma vaga nas oitavas de final do torneio nacional.
Com isso, a equipe do técnico Aílton Ferraz visita o Gipão no próximo sábado (09/06) com a vantagem do empate para se classificar. Qualquer resultado a favor do Sergipe por um gol de diferença leva o jogo para as penalidades máximas. O time alvi-rubro só se classifica de forma direta se vencer o Brasiliense por dois ou mais gols de diferença.
Levando em consideração as estatísticas da atual temporada, o rival do Jacaré tem mais um motivo para se preocupar. Em 27 jogos disputados em 2018, o Brasiliense ainda não saiu de campo derrotado por dois ou mais gols. 
Nas seis vezes que saiu de campo derrotado, o clube de Taguatinga foi superado por apenas um gol. Os adversários que conseguiram arrancar os três pontos do Jacaré foram Real, Luziânia, Ceilândia e Sobradinho, pelo Campeonato Candango, Atlético Itapemirim, pela Copa Verde, e Iporá, pela Série D.
O Brasiliense também costuma dar trabalho quando atua como visitante. Em 12 jogos atuando longe de seus domínios, o Jacaré deixou de balançar as redes em apenas três oportunidades. As primeiras ocorreram no Candangão, nas derrotas para Ceilândia e Luziânia por 1×0. O empate em 0x0 frente ao Corumbaense, já pelo Brasileirão, foi o outro confronto da estatística.
Rival não costuma vencer por placares largos
A estatística também se mostra favorável ao Brasiliense quando são analisados os jogos do Sergipe como mandante na atual temporada. Em 2018, o Gipão entrou em campo na Arena Batistão em 12 oportunidades e conseguiu aplicar dois ou mais gols em apenas duas oportunidades, diante do Boca Junior/AL (3×0) e Amadense (4×1), ambos pelo Campeonato Alagoano.
Para efeito de comparação, o clube sergipano venceu por um placar elástico mais vezes como visitante do que como mandante. Nos 11 jogos disputados pelo time longe de Alagos, foram três vitórias com os números necessários para se classificar no próximo sábado: 3×0 diante do Frei Paulistano e Boca Júnior no estadual e 4×2 no clássico diante do Asa já pela Série D. 
O jogo que decide o classificado para as oitavas de final da Série D do Brasileirão acontece no próximo sábado (09/06), às 16h, na Arena Batistão. Quem avançar do confronto entre Brasiliense e Sergipe enfretará Itabaiana ou Campinense. No primeiro jogo, o time paraibano venceu fora de casa por 1×0 e tem a mesma vantagem do Jacaré na decisão da vaga.

Seleção Brasileira com excelente desempenho na Liga das Nações

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Seleção Masculina teve excelente aproveitamento na Liga das Nações
Foto: Gazeta Esportiva
Por Simone Monteiro

Teve início no dia 25 de maio a Liga das Nações, anteriormente Liga Mundial de Vôlei. O torneio continua com a mesma configuração, mudando apenas a sua nomenclatura. O campeonato terminará em 8 de julho e a cidade francesa Lille receberá a grande final.

Comemoração da seleção virou rotina
Foto: Confederação Brasileira de Vôlei

Na primeira etapa, realizada na Sérvia, o Brasil venceu os anfitriões e a Alemanha por 3×0. O revés ficou na partida contra a Itália, onde a seleção brasileira perdeu de 3×2.

Já na segunda etapa, dessa vez em Goiânia, com excelentes desempenhos dos centrais Isac e Eder, a seleção derrotou o frágil time sul-coreano por 3×0. No sábado (02), a equipe de Renan enfrentou a equipe japonesa. Com um início desconcentrado, chegou a empatar o set por 24×24, mas ganharam a partida com sufoco.

O time brasileiro venceu o segundo set com diversos bloqueios por 25 a 19. No terceiro e último set, a partida foi interrompida por uma queda de energia que durou 25 minutos. De volta ao jogo, a seleção brasileira levou a melhor mesmo com rallys e grandes defesas. Fechou o set em 25 a 20.

Neste domingo (3), os donos da casa enfrentaram os Estados Unidos da América. Foi uma partida muito nervosa e disputada. O Brasil perde os dois primeiros sets por 25/21 e 25/20. E em uma reação impressionante consegue empatar o jogo. O último e decisivo set foi de arrepiar, com diversos matchs points para as equipes. Melhor para a seleção brasileira que fechou o jogo em 20/18. O próximo jogo será em 8 de junho às 11h e o Brasil enfrentará a seleção da Rússia.

Samambaia goleia Capital por 5×1 e se mantém na liderança

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Com três gols, Lorran foi o destaque da goleada da Cobra-Cipó
Foto: Marco Antônio Tchefy

Por Mayara Alves

O jogo começou elétrico. Não há melhor definição para o início da partida entre Samambaia e Capital. A equipe visitante começou atacando e colocando pressão no time mandante. Porém, o que parecia ser um belo início para o Capital acabou se tornando um pesadelo com o passar do tempo de jogo. Samambaia cresceu na partida e derrotou por 5×1, com destaque para hat trick de Lorran. A cobra-cipó venceu sua segunda partida e continua na liderança do grupo B.

Jogo bem disputado no início.
Foto: Marco Antônio Tchefy

Aos três minutos de jogo, Lorran abre o placar para o Samambaia com uma bela cabeçada. Mas o Capital não se abalou com o gol sofrido. E aos cinco minutos em uma cobrança de falta de Guilherme, a bola bate na barreira e sobra para Vinícius balancear a rede. Após o empate, o Capital dominou o jogo no meio de campo e manteve a posse de bola, tentando uma falha do Samambaia para atacar.

Mesmo sofrendo pressão, a cobra-cipó reagiu e com dezenove minutos de jogo Lorran balança a rede novamente e abre vantagem sobre o Capital. Com o resultado adverso, a coruja do Guará foi ao ataque e deixou muitos espaços para o contra-ataque, o que causou riscos de levar o terceiro gol ainda no primeiro tempo. Apesar de chegadas com perigo de ambas equipes, o placar não mudou e terminou 2×1 para o Samambaia.

Já no segundo tempo, logo no primeiro minuto Hudson faz seu primeiro e o terceiro do Samambaia. Mesmo em desvantagem o Capital não se intimidou e continuou atacando em busca do empate. Mas aos vinte e três minutos de jogo Hudson cai dentro da área adversária, pênalti para a cobra-cipó. Lorran, ele de novo, cobra com perfeição e faz um hat-trick (três gols na mesma partida).
Após levar o quarto gol, a equipe do Capital se desesperou e jogou de forma desorganizada. E quando o cronômetro marcava trinta e um minutos de jogo, mais uma vez Hudson cai dentro da área, novamente pênalti. Dessa vez Lorran deixa a bola com Gilson, que bate deslocando o goleiro e fecha a goleada para o Samambaia. Mais três pontos para o líder e o Capital continua sem pontuar na competição.

Segunda vitória do Samambaia.
Foto: Marco Antônio Tchefy

Na próxima rodada do Candanguinho 2018, o Samambaia enfrentará o Ceilândia em local, dia e horário a serem definidos.  Já o Capital enfrenta o Cruzeiro-DF, com detalhes do jogo a serem confirmados.

FICHA TÉCNICA

SAMAMBAIA F.C. 5 X 1 CAPITAL C.F.
Local: Clube dos Rodoviários.
Arbitragem: Anderson Bassoto, Marconi Souza, Milton Alves, Pedro Alves.

SAMAMBAIA FUTEBOL CLUBE
Felipe, Edwards, Rafael, Lucas, Cristiano, Guilherme (Ricardo), Ramon (Pedrinho), Vinícius (Diego), Hudson, Gilson Balão e Lorran.
Técnico: Val Baiano
Gols: Lorran (3|1T, 19|1T e 23|2T), Hudson (1|2T) e Gilson (31|2T).
Cartões Amarelos: Cristiano, Guilherme, Felipe e Ramon.
Cartão Vermelho: não houve.

CAPITAL CLUBE DE FUTEBOL
Renato Vinícius, Jean Ferreira (Pedro Herrera), Wesley Moreira, João Vitor (Juan Jesus), Pedro Cabeça, Roger Ryan, Vinicius Campos, Caio Paz (Yago Barata), Caio Cézar (João Sorriso), Guilherme Paiva e Lucão (Matheus Chaves).
Técnico: Hugo Almeida.
Gol: Vinícius Campos (5|1T)
Cartão amarelo: Wesley Moreira
Cartão vermelho: Guilherme Paiva

Brasiliense aproveita mando de campo e sai em vantagem na Série D do Brasileirão

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Com a vitória, o Brasiliense joga pelo empate para avançar às oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro

 Foto: Reprodução/Twitter – Daniel Borges

O Brasiliense aproveitou bem o mando de campo e abriu vantagem no confronto diante do Sergipe, válido pela segunda fase da Série D do Campeonato Brasileiro. Jogando no estádio Abadião, o Jacaré venceu os visitantes de virada pelo placar de 2×1. Os gols da equipe amarela foram marcados por Algo e Romarinho no segundo tempo. Já os visitantes marcaram ainda na etapa inicial com Willian Paulista.

Antes mesmo do placar do estádio ceilandense ser inaugurado, o time de Taguatinga sofreu uma baixa ao perder o atacante Reinaldo, que sentiu a posterior da coxa e precisou deixar o campo. Aos 24 minutos, o prejuízo do time amarelo quando o Sergipe abriu o placar com Willian Paulista. Depois de cruzamento, o atacante apareceu bem entre os zagueiros do Brasiliense e acertou uma bela cabeçada para abrir o placar para o Gipão. 
Após o gol, os visitantes apostaram nos contra-ataques e assustaram com Danilo Rios. O Jacaré também teve grande chance, mas Romarinho desperdiçou após receber bom passe do zagueiro Lúcio.
Porém, a sorte amarela mudou logo no início do segundo tempo. No primeiro minuto, Morais cobrou a falta para dentro da grande área e achou Aldo. O volante desviou de cabeça para decretar a igualdade no Abadião. O time de Taguatinga se animou e foi para cima em busca da virada e alcançou o segundo gol aos 19 minutos, quando Romarinho fez um golaço ao finalizar de longe para o fundo do gol. O goleiro Edmar Sucuri ainda foi exigido em boa cobrança de falta de Cláudio Baiano. 
O jogo de volta acontece no próximo sábado, às 16h, no estádio Batistão. Com o resultado, o Brasiliense joga por qualquer empate. O Sergipe precisa vencer por dois gols de diferença para avançar às oitavas de final. Se o time alvi-rubro vencer por um gol, o classificado será conhecido nos pênaltis. O adversário do Jacaré ou Gipão na próxima fase será o Itabaiana ou Campinense.
CAMPEONATO BRASILEIRO – SÉRIE D
SEGUNDA FASE – JOGO DE IDA
BRASILIENSE 
Edmar Sucuri; Gabriel, Preto Costa, Lúcio e Wellington Saci; Aldo, Peninha, Erick Flores (Radamés) e Morais (Felipe Cirne); Nunes e Reinaldo (Romarinho)
Técnico: Ailton Ferraz
SERGIPE
Jean; Augusto Potiguar, Cláudio Baiano, Heverton e Marinho Donizete; Brendon, Danilo Rios (Obina), Ramalho e Natan (Carlos Alexandre); Diogo e Willian Paulista
Técnico: Edmilson Silva

Chega ao fim a primeira rodada do Candanguinho 2018

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Por João Marcelo

Foram precisos 13 dias para o fim da primeira rodada no Campeonato Brasiliense de Juniores. Viagem de clube participante ao exterior e problemas com os locais de jogo foram os motivos desse atraso. Com três grupos e seis times em cada, o Candanguinho começou com 18 gols em 9 partidas, tendo uma média de 2,00/gols por jogo. Dos grupos, se classificam os dois primeiros colocados, mais os dois melhores terceiros.
GRUPO A
A primeira partida desse grupo ocorreu entre Paracatu e Ceilandense. O jogo, no primeiro dia de competição, terminou melhor para o time mineiro. Aproveitando-se do fator casa, a Águia do Noroeste aplicou uma goleada de 3×0 no time de Ceilândia.
O segundo jogo ficou por conta de Botafogo x Planaltina. A partida, que até o último momento ocorreria no estádio Abadião, foi realizada no clube dos rodoviários. A equipe do técnico Pedro Granato, nome conhecido no futebol candango, venceu com gol de Reny e assistência de Thiago Pereira.
Completando o grupo e a primeira rodada da competição, o Legião goleou o Bolamense por 5×0 no Poliesportivo Luziânia. Com o resultado expressivo, a equipe do leão assume a ponta da tabela do grupo A. 
GRUPO B
O temido grupo da morte teve como destaque a equipe do Samambaia. Com dois gols de Lorran, destaque da partida, a Cobra-Cipó venceu o Gama fora de casa pelo placar de 2×1. O alviverde candango saiu na frente com Wesley, mas não segurou as investidas do adversário e tomou a virada.
No confronto entre os dois últimos finalistas da edição passada, Cruzeiro e Real ficaram no zero a zero. O empate, ruim para ambos, deixa os clubes na terceira e quarta colocação.
O último confronto do grupo aconteceu somente ontem, devido à viagem que a equipe do Ceilândia fez ao exterior para a disputa de um campeonato. O Gato Preto venceu o Capital por 1×0 e fica na segunda colocação, atrás do Samambaia. O alvinegro de Ceilândia perde em um critério de desempate: um gol marcado contra dois da Cobra-Cipó.
GRUPO C
O destaque do grupo é negativo. O Sobradinho não inscreveu seus jogadores a tempo e perdeu por W.O para o Formosa. Diante dessa situação, a equipe goiana fica com a vitória e ainda garante três gols de saldo.
Em outro confronto do grupo, o CFZ venceu o Brasília fora de casa. Com dois gols, um em cada tempo, o visitante mostra um bom futebol e se apresenta como um dos favoritos a passar para a próxima fase.
Já a partida entre Santa Maria e Luziânia ficou no 0x0. As equipes não conseguiram balançar as redes do CT Ninho do Periquito e conquistaram apenas um ponto cada. O time goiano ainda teve Lucas Silveira expulso e terminou o jogo com um a menos, desfalque para o próximo confronto.
Próximos jogos:
Sábado (02/06)
Sobradinho x Santa Maria (10:30) – CT do Jaguar
Ceilandense x Bolamense (15:30) – Luiz Alfredo
Luziânia x Brasília (15:30) – Serra do Lago
Samambaia x Capital (15:30) – Clube dos Rodoviários
Domingo (03/06)
Legião x Botafogo (10:30) – Campo da PADF BR 251
Ceilândia x Real (15:30) – Abadião
CFZ x Formosa (15:30) – Luiz Alfredo
Cruzeiro x Gama (15:30) – CT do Brasiliense
Planaltina x Paracatu (15:30) – Campo dos Bakanas

Como estão os clubes que disputaram o Candangão, mas estão longe da elite

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Foto: Reprodução da Internet
A atual década (entre 2010 e 2018) do futebol do Distrito Federal já se colocou como a mais disputada da história, conforme o Distrito do Esporte mostrou há alguns dias. Nos últimos nove anos, vários clubes disputaram a primeira divisão do Campeonato Candango. Alguns deles, caíram e voltaram, já outros lutam para retornar seu lugar na elite do futebol local.
Equipes que se tornaram conhecidas na última década estão na lista, por exemplo, dos clubes que tentarão alcançar uma das duas vagas disponibilizadas na segunda divisão e que garantem o retorno para o seleto grupo de 12 times da elite do Distrito Federal: Botafogo-DF, Legião e Ceilandense são alguns dos times que estarão na luta pela volta por cima.
Porém, tem também o time que não sucumbiu aos transtornos de um rebaixamento e entrou na ingrata lista de equipes locais que se licenciaram do futebol devido aos insucessos dentro de campo: o Planaltina de Goiás, um dos clubes que estavam na disputa do Candangão de 2016 não resistiu à queda e atualmente não exerce atividades profissionais.
Com base no recente registro histórico, o Distrito do Esporte levantou a situação de cada uma das equipes que estiveram no Campeonato Candango nos últimos nove anos. Também elaboramos a classificação geral da década do futebol local, somando todos os pontos conquistados pelos clubes que passaram pela elite do Distrito Federal.
 

Como estão os times que passaram na elite nesta década?

Planaltina – A equipe de Planaltina de Goiás disputou seu último Campeonato Candango no ano de 2016, quando foi rebaixada após somar apenas quatro pontos na competição. Após a queda, o Pantera não voltou mais a campo e se licenciou das atividades relacionadas ao futebol.
Cruzeiro – Após conseguir o acesso para 2015, o Carcará do Cerrado conseguiu se manter na primeira divisão do Candangão até a temporada de 2016, porém, terminou na lanterna daquele ano com apenas dois pontos e voltou a segundona. Pela segunda vez consecutiva, tentará o retorno para a elite. Em 2017, falhou na tentativa de subir
Brazlândia – Depois de chegar na primeira divisão em 2012 com status de campeão da segundona do ano anterior, a Garça também conseguiu se manter na elite por duas temporadas. Com o rebaixamento em 2013, se afastou na temporada seguinte. Desde 2015 tenta retornar para o Candangão, batendo na trave em três chances. Neste ano, tentará a volta outra vez.
Atlético Taguatinga – Junto com o Brasília, o Jaguar do Distrito Federal acabou rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Candango em 2017. Na ocasião, o time ficou com a lanterna da tabela. Em 2018, o Taguá está garantido na disputa e tentará o retorno à elite do Distrito Federal.
Legião – Sensação local depois de sua fundação em 2006, o time que homenageia a banda Legião Urbana disputou o Candangão em três temporadas nesta década. Com a queda em 2014, tentou o retorno no ano seguinte, mas não obteve sucesso. Com isso, se afastou do futebol na temporada 2016. Voltou a tentar o retorno em 2017 e disputará a segundona outra vez nesta temporada.
Capital – O time foi outro que também ficou três anos na primeira divisão local e caiu junto com o Legião em 2014. O enredo com a história do time laranja se repete na sequência: tentou o retorno no ano seguinte, se licenciou em 2016 e não teve sucesso na tentativa de chegar à elite em 2017. Agora, tentará o acesso à primeirona mais uma vez em 2018.
Botafogo-DF – a equipe do Novo Gama também ficou na primeirona por três anos seguidos, chegando a dar trabalho para equipes maiores do futebol local. Com a queda em 2013, tentou nas temporadas seguintes o retorno para o Candangão, mas não obteve êxito. Em 2018, o alvinegro candango voltará a disputar a segunda divisão em busca de estar novamente na elite do Distrito Federal 
Ceilandense – dos que estão atualmente na segunda divisão, o Dragão é o que passou mais tempo na atual década na elite do Candangão: ao todo, foram seis temporadas na primeirona. Desde a queda, em 2015, o tricolor de Ceilândia tenta retomar sua vaga entre os melhores times locais. Nesta temporada, partirá para a terceira tentativa de acesso.