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Entrevista Jobson: desejo de empréstimo para findar a ansiedade e foco visando volta ao futebol

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Foto: Reprodução/Instagram

Por Danilo Queiroz e João Marcelo

No olhar de Jobson, a alegria por finalmente estar liberado para jogar futebol e a esperança para mostrar que ainda pode ser tudo aquilo que se espera dele desde que surgiu no cenário nacional em 2007 com a camisa do Brasiliense. Em liberdade condicional após enfrentar problemas com a Justiça, o jogador de 30 anos dá os primeiros passos para retomar a carreira profissional após cumprir suspensão de três anos imposta pela Federação Saudita de Futebol e acatada pela Fifa, que estendeu a pena a nível mundial e o afastou dos gramados.

A libertação das duas maiores dores de cabeça recentes chegaram com diferença de poucos dias. Em 1º de abril, o gancho causado após o atacante se recusar a realizar um exame antidoping na Arábia Saudita chegou ao fim. Vinte e sete dias depois, após uma decisão do juiz Ricardo Gagliardi, da comarca de Colméia, no Pará, o jogador deixou a prisão. Livre das duas situações que o impediam de entrar em campo, Jobson acertou com o Brasiliense para tentar o recomeço no clube que o revelou. “Aqui foi onde tudo começou. Sou paraense, mas tenho Brasília como minha segunda casa”, enfatizou.

Jobson participou de amistoso organizado pelo atacante Batata e conversou com a reportagem do Distrito do Esporte
Foto: Ana Flávia Dalla/Distrito do Esporte

O atacante foi apresentado pelo Jacaré em 10 de julho e assinou um contrato de três temporadas. Ao receber a camisa sete das mãos da diretora de futebol Luiza Estevão, Jobson prometeu mudanças em busca de uma volta por cima. “Oportunidade de recomeçar a carreira. Eu saí daqui campeão e peço o apoio da torcida, pois vou ajudar muito o Brasiliense”, afirmou. A promessa vem sendo cumprida com dedicação. Diariamente, o atacante realiza uma carga de treinamentos que inclui atividades físicas em dois períodos no CT do clube amarelo. Constantemente, o jogador posta fotos e vídeos dos exercícios em suas redes sociais.

Na tarde do último sábado (14/07), o atacante deu uma trégua na intensa rotina de treinos para participar do amistoso beneficente realizado pelo atacante Wilkerson Batata no Clube da Assefe, no Setor de Clubes Sul. Foi lá que Jobson conversou por alguns minutos com a reportagem do Distrito do Esporte e falou, com exclusividade, sobre as expectativas para a volta ao futebol. “Estou treinando forte e fui liberado pelo clube para fazer essa solidariedade para o garoto Guilherme”, explicou.

A partida festiva foi levada a sério por Jobson. “Joguei como se fosse treino”
Foto: João Marcelo/Distrito do Esporte

Mostrando foco, Jobson destacou que considerou a partida como parte da preparação para o retorno. “Eu joguei como se fosse treino. Querendo ou não, eu estava indo para cima para voltar bem. Senti a perna um pouco pesada, mas estou me preparando. Seja ano que vem no Brasiliense ou em algum outro clube que eu for”, garantiu, ressaltando a esperança de entrar novamente nos gramados ainda na atual temporada. A Segunda Divisão do Campeonato Candango, que começa em agosto, e de outros estaduais é colocada pelo jogador como foco para o futuro. “Tenho essa expectativa de ser emprestado. As inscrições para as outras competições só acabam em 15 de agosto. Temos algumas conversas sobre isso”, adiantou.

Em meio às expectativas, o jogador enfrentou a ansiedade. Dificuldades causadas por sua prisão fizeram com que a espera para voltar a atuar se estendesse um pouco mais do que o esperado. Acertado com o Brasiliense desde maio, ele conseguiu liberação para vir a Brasília apenas neste mês, mais de 70 dias após sua soltura no Pará. “Foi uma ansiedade muito grande. Eu estava louco para trabalhar e estava vendo meus ex-companheiros de clubes onde joguei atuando e eu parado. Isso para mim foi muito duro, mas eu superei com meus familiares e com mudanças na vida”, garantiu.

As mudanças de postura ressaltadas pelo jogador já estão sendo colocadas em prática. Com a carreira marcada por algumas indisciplinas, Jobson vem se dedicando apenas aos treinos no Brasiliense e destacou que voltou com a cabeça mais madura e com vontade de se concentrar apenas no esporte. “Tomei uma posição de ficar firme e forte. Acabou o jogo do Wilkerson e eu vou para casa descansar, coisa que antigamente eu não fazia. Pode ter certeza que nos meus 30 anos vai ser uma das grandes provações da minha vida”, prometeu.

Caso não consiga um clube para jogar ainda nesta temporada, o retorno de Jobson será adiado por mais alguns meses. Em fevereiro de 2019, o Brasiliense disputará o Campeonato Candango, primeira competição da temporada que ainda terá a Copa Verde, Copa do Brasil e Série D do Campeonato Brasileiro. O tempo, porém, não é mais um problema para o atacante. “Tenho muito tempo ainda para jogar. Agora é se cuidar, pois um atleta precisa disso. Vou me cuidar bastante para jogar até os 40”, encerrou demonstrando bastante esperança na retomada de sua carreira como profissional da bola.

Atacante Batata recebe grandes nomes do futebol em prol de seu filho Guilherme

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Foto: João Marcelo/Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz e João Marcelo

O sábado (14/07) foi de bastante solidariedade no futebol do Distrito Federal. Durante a tarde, o atacante Wilkerson Batata, ex-Botafogo-DF, Brasília e Ceilândia, levou à campo diversos nomes conhecidos do esporte local, como Lúcio, Jóbson, Baiano, Mário Fernandes, Rafinha e Héverton em um jogo beneficente que visava a arrecadação de fundos para o Guilherme, filho do atacante que esta travando uma luta contra a leucemia. A partida promoveu rifas de camisas do Palmeiras, Santos, Gama, Brasiliense, Ceilândia e Confiança.

Diversos amigos do jogador compareceram ao Clube da Assefe, no Setor de Clubes Sul, para prestigiar Batata. Antes de qualquer coisa, o atacante fez questão de relembrar o grande nome da festa: seu filho Guilherme, de três anos. “Eu quero agradecer a Deus por esse dia e a estrela de hoje, que foi meu filho. Também quero fazer agradecimentos ao Rodolfo que tomou a iniciativa e a todos que compareceram”, disse o jogador.

Batata demonstrou bastante felicidade com o resultado do amistoso. “A estrela de hoje foi meu filho”
Foto: João Marcelo/Distrito do Esporte

Batata também expressou gratidão aos atletas que reservaram a tarde de sábado para prestigiar o pequeno Gui. “Preciso agradecer as estrelas que vieram aqui. Em 2002 eu estava correndo atrás do Lúcio e hoje ele pode estar aqui jogando minha pelada. O Jóbson, Baiano, entre outros… são tantas pessoas que se eu fosse falar, demoraria um dia inteiro. Que Deus possa abençoar cada um”, ressaltou o atacante antes de comentar o inusitado gol contra de pênalti que marcou no amistoso. “Deram um jeito de eu deixar meu gol, mas o importante foi a confraternização”, finalizou aos risos.

Um dos convidados da festa, o pentacampeão do mundo Lúcio enalteceu o objetivo do evento. “Foi muito bom poder ajudar, brincamos, revemos os amigos, mas sabíamos que a causa era justa e viemos para apoiar”, disse o zagueiro que jogou a Série D do Campeonato Brasileiro pelo Brasiliense. Com o clima de descontração, o defensou aproveitou para testar suas habilidades no ataque do seu time. “Joguei lá na para brincar, descontrair e ficou bem interessante”, destacou o zagueiro-atacante, que ainda mandou força para o filho de Batata. “Se Deus quiser tudo dará certo e o Guilherme vai conseguir se recuperar”.

Récem-chegado a Brasilia, o atacante Jóbson, que assinou contrato por três temporadas com o Brasiliense, contou que amenizou a rotina de treinos em período integral que vem cumprindo no time amarelo para agraciar Batata. “É uma superação. A gente está torcendo para que o Guilherme fique bem o que pudermos ajudar em solidariedade vamos fazer. Eu tenho um filho da mesma idade, então, ficamos na torcida para dar tudo certo e vamos continuar na oração”, destacou Jóbson.

No fim dos dois tempos de 35 minutos, o placar da festividade ficou totalmente em segundo plano, tanto que nenhum dos convidados de Batata deve lembrar o resultado do marcador do amistoso. A vitória na tarde do sábado de Brasília foi totalmente de Guilherme, que ganhou o carinho de todos os presentes e o desejo de muita força para uma pronta recuperação.

Dia do Rock: relembre a camisa que o Brasiliense utilizava em homenagem ao estilo

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Há oito anos, o Jacaré lançava um uniforme inusitado para homenagear o gênero musical
Foto: Divulgação/Brasiliense
O dia 13 de julho é conhecido mundial como dia do Rock. Mas, para os torcedores do Brasiliense, a data também é marcada por uma homenagem do clube amarelo ao ritmo. Há oito anos, o Jacaré resolveu embarcar na temática e entrou em campo com uma camisa estilizada para homenagear um dos estilo de música com mais fãs em todos os cantos do Brasil e do mundo. 
Conhecido por seu tradicional uniforme amarelo, o time de Taguatinga abandonou suas cores principais e investiu em uma camisa com tons variados de azul e diversos símbolos não tradicionais ao futebol, mas que remetem bastante ao gênero musical homenageado, como caveiras. Para indentificá-la com o Brasiliense, a diretoria decidiu manter a cruz que aparecia no uniforme número um da equipe, com o escudo na altura do peito.
A ideia partiu de dentro do clube. Fã de Metallica, Black Sabbath, AC/DC, Sex Pistols, Ramones, The Distillers e Misfi, a funcionária Aline Silva trabalhava na área de comunicação do clube amarelo. A ideia rapidamente ganhou admiradores dentro do clube, que resolveram tirar o projeto do papel e dar vida ao novo uniforme do Brasiliense, que ganhou uma versão preta tempos depois.
Segundo a idealizadora, a camisa visava fazer com que Brasília, cidade reconhecida por diversas bandas de renome nacional, como Legião Urbana, Plebe Rude e Capital Inicial, se sentisse representada pelo clube de Taguatinga. Como o Jacaré não tinha um setor de marketing, coube ao próprio departamento de comunicação tirar a ideia do papel.
O meia Iranildo revelou que os jogadores se “assustaram” ao encontrar os uniformes no vestiário
Foto: Reprodução da Internet
O novo uniforme causou uma impressão no mínimo inusitada dos jogadores que estavam na equipe. No dia do lançamento, o meia e ídolo do Jacaré Iranildo comparou a camisa a um “abadá” e disse que os jogadores ficaram um pouco “assustados” com o que haviam encontrado nos vestiários do estádio Serejão. O primeiro gol do inusitado uniforme foi marcado pelo atacante Aloísio Chulapa diante do América-MG.
O sucesso do uniforme foi tanto que o clube, que não costumava vender seus uniformes oficiais, passou a comercializar o uniforme. Muitos fãs de rock curtiram a camisa, fizeram encomendas de todo Brasil, tanto que o clube de Taguatinga enfrentou dificuldades para lidar com a demanda de pedidos no site oficial. Até hoje é possível encontrar os inusitados uniformes à venda em diversos sites na internet.
Longe dos gramados até 2019, o time não teve a oportunidade de utilizar seu icônico uniforme nesta sexta-feira 13, mas a história das camisas do rock do Brasiliense estarão vivas para serem contadas para as próximas gerações de torcedores do clube amarelo.

Ingressos para Vasco e Corinthians no Mané Garrincha já estão à venda

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Cruzmaltino e Timão jogam em Brasília em 29/07 pela 16ª rodada do Brasileirão. Ingressos variam de R$ 50 a R$ 200
Foto: Reprodução da Internet
Os torcedores de Vasco e Corinthians no Distrito Federal têm um compromisso marcado com seus clubes do coração em 29 de julho. Neste dia, às 11h, cariocas e paulistas entram em campo pela 16ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. E os ingressos para o clássico nacional já estão à venda pela internet e nos pontos físicos.
A organização do duelo disponibilizou 70 mil ingressos para cruzmaltinos e corinthianos. Os preços das entradas foram fixados entre R$ 50,00 e R$ 200,00. Ficou definido ainda que todos os torcedores terão direito à meia-entrada. Para isso, basta realizar a doação de 1kg de alimentos não-perecíveis. Doadores de sangue e estudantes com carteirinha também garantem o benefício.
Os ingressos já estão à venda pela internet através do site Meu Bilhete, com cobrança de taxa de administração. Os torcedores que forem adquirir entradas para o jogo no Mané Garrincha terão ainda cinco pontos de vendas físicos, onde não será cobrada nenhum valor extra. A Loja do Vascão (308 Sul, Grandes Torcidas (308 Sul) e Globo Esporte (Taguatinga Shopping e Taguatinga Centro) foram os locais escolhidos.
Serviço – Vasco  x Corinthians – Estádio Mané Garrincha
Quando: 29 de julho, domingo, às 11h
Onde: Estádio Nacional Mané Garrincha
Ingressos
SETOR INFERIOR: R$ 140,00 (inteira) / R$ 70,00 (meia)
SETOR SUPERIOR: R$ 100,00 (inteira) / R$ 50,00 (meia)
SETOR VIP HOSPITALITY: R$ 120,00 (inteira) / R$ 60,00 (meia)
CAMAROTE (avulso): R$ 200,00 (inteira) / R$ 100,00 (meia)
CAMAROTE EXCLUSIVO PARA EMPRESAS ou GRUPOS FECHADOS: somente pelo telefone (61) 98402 4994 (tratar com o Christiano)
Venda online: www.meubilhete.com
Pontos Físicos
Grandes Torcidas – 308 Sul – Telefone: (61) 3242-1265
Globo Esporte – Taguatinga Shopping – Telefone: (61) 3352-0909
Globo Esporte – Taguatinga Centro – Telefone: (61) 3351-0909
Loja do Vascão – 308 Sul – Telefone: (61) 3242-9686

Respeita as minas: Minas Icesp conquista título da Série A-2

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Foto: João Marcelo/Distrito do Esporte

Por João Marcelo

A tarde desta quinta-feira (12/07) foi de extrema felicidade em Ceilândia, mais precisamente no estádio Maria Abadia, o Abadião. O cenário era propício: estádio lotado, muito barulho que vinham das arquibancadas e a confiança nas alturas. Não era para menos, afinal, as “minas” do Minas ICESP estavam na final da Série A2 do Campeonato Brasileiro e com o acesso garantido! O adversário na decisão era o Vitória-BA, que carregava o status de único invicto da competição. Emoções, sustos e um final de encher o coração de todo brasiliense de orgulho.

As “minas” levantam a taça de campeã da Série A2 do Campeonato Brasileiro
Reprodução: Instagram Distrito do Esporte

A partida começou aberta, com chances para os dois lados. O Vitória perdeu uma oportunidade clara de gol, causando apreensão na torcida brasiliense que fazia uma bela festa. As chances começar a aparecer do lado brasiliense com Bia e Vitória, mas não o suficiente para abrir o placar. Os times foram para o vestiário com o resultado de 0 a 0, o que levaria à penalidades.

A volta trazia um resumo do primeiro tempo, porém, com a equipe brasiliense mais incisiva e as leoas recuadas. A pressão não surtiu efeito e fez com que a equipe baiana crescesse em campo, levando perigo à meta de Kris. Em um lance, Rochelline recebeu uma boa bola, cortou para dentro da área, chutou e a bola desviou na zaga do Minas ICESP, quando o placar parecia finalmente ser aberto, Kris faz uma incrível defesa e tira a bola com a ponta da luva, milagre no Abadião. Fim do tempo regulamentar e penalidades.

Com as penalidades veio o maior momento de apreensão da partida, o clima era de nervosismo no lotado Abadião. As três penalidades iniciais de ambas equipes foram concluídas, na quarta cobrança do Minas, Vitória perdeu. Bárbara do Vitória-BA também desperdiçou, Minas concluiu sua quinta e última cobrança, e deixou o título nas luvas de Kris. A goleira do Minas ICESP não decepcionou e defendeu o pênalti, deixando o estádio em êxtase e o Distrito Federal com um título nacional em 2018.

Baixe o pôster das campeãs da Série A2

Kris era só emoção no término da partida e concedeu algumas palavras para o Distrito do Esporte. “O título foi a cereja do bolo, o acesso era nosso objetivo e essa vitória de hoje veio para coroar todo o trabalho que vínhamos fazendo”, disse a heroína das penalidades. A goleira ainda lembrou que o título pode trazer benefícios para o futebol feminino do Distrito Federal. “Espero que os olhos se voltem para Brasília, nós temos muito talento e todas as atletas são daqui. Que os patrocinadores nos ajudem a manter as atletas dentro de casa para que possamos fazer uma boa competição na série A1 ano que vem”, finalizou Kris.

Kris pegou o pênalti decisivo e deixou a taça no Distrito Federal.
Foto: Carlos Teixeira/Agência EB

Para Victória, a partida com um final feliz vale como visibilidade. “Essa vitória representa muito para o futebol de Brasília, outros lugares vão olhar para a gente para ver esse trabalho que estamos fazendo, tudo aqui é muito sério e muito digno”, falou a camisa 10 do Minas ICESP. A meia ainda falou sobre o tão importante título. “O título mostra que todo o trabalho foi bem feito, o nosso planejamento era estar aqui hoje e conseguimos isso. Só não olha para a gente quem não quer!”, disse a feliz campeã.

Victória mostra feliz o troféu e a medalha de campeã da Série A2 do Campeonato Brasileiro.
Foto: João Marcelo/Distrito do Esporte

A campanha das “minas” foi incrível com oito vitórias, três empates e apenas uma derrota. As jogadoras balançaram 30 vezes as redes do adversário e sofreram 11 tentos, contando a fase preliminar. Que final feliz, que vitória gigante do Minas ICESP! A equipe do Distrito do Esporte deseja todo o sucesso para as “minas” e torce para que a equipe repita todo o trabalho bem feito nesse ano na Série A1 do Campeonato Brasileiro do ano que vem. Respeita as minas!

Veja os novos modelos de uniforme do Legião para a Segundinha e a Taça BH

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Os novos uniformes do Leão serão comercializados para os torcedores nos jogos do clube na Segundinha

Foto: Divulgação/Legião FC
O Legião se prepara para iniciar as duas últimas competições da temporada 2018 com novos uniformes. E os novos modelos do clube laranja apresentam diversas mudanças em comparação com as camisas da disputa do Candanguinho. As roupas novas do Leão serão utilizadas na Segunda Divisão do Campeonato Candango, com início marcado para agosto, e na Taça BH de futebol júnior, que será disputada em junho.
Na noite desta quarta-feira, o Distrito do Esporte teve acesso exclusivo aos modelos das camisas um e dois do Leão. Os novos mantos foram desenhados pela More2, que também será a responsável pela confecção dos novos uniformes. A empresa brasiliense assina ainda as camisas de outros clubes do Distrito Federal, como Brasiliense e Sobradinho.
O design do uniforme principal será predominantemente preto com duas listras verticais centrais em laranja. A camisa reserva seguirá o mesmo conceito, mas com o branco sendo utilizado como a cor principal. A gola dos novos modelos seguirá o estilo “gravatinha”. Os novos uniformes substituem o atual modelo, mesclado em preto e laranja, e que foi utilizado no Candanguinho, competição que o Leão ainda disputa – o clube é um dos semifinalistas.
Segundo a diretoria do Leão, existem planos de comercializar as camisas em dias de jogos do clube na Segundinha local. Porém, espera da torcida do Legião para ver os modelos em campo acabará já neste mês. A estreia dos novos uniformes está prevista para o primeiro jogo do clube na Taça BH, marcado para 17 de julho, contra América Mineiro.
Já elenco profissional do Legião estreia a nova camisa na primeira partida do clube em busca do acesso para o Candangão 2019. O jogo contra o SESP/Samambaense será o primeiro do modelo em solo brasiliense. A partida está marcada para 11 de agosto.

CBF confirma Vasco e Corinthians pelo Brasileirão para o Mané Garrincha

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Clássico Nacional volta a Brasília após cinco anos. Em 2013, jogo ficou marcado por briga generalizada
 Foto: Rafael Ribeiro/CBF
O Estádio Nacional Mané Garrincha já tem data e hora para voltar a receber uma partida válida pela Série A do Campeonato Brasileiro. Após receber o duelo entre Flamengo e Fluminense pela 7ª rodada da principal competição do futebol nacional em 07 de junho, a arena brasiliense será palco do jogo entre Vasco e Corinthians, pela 16ª rodada do Brasileirão. O jogo está marcado para 11h de 29 de julho, um domingo.
Nesta quarta-feira (11/07), a Diretoria de Competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou o local do duelo, que terá mando de campo do cruzmaltino. O clube carioca foi o solicitante da mudança para Brasília e tanto CBF quanto o Corinthians não se opuseram ao pedido. Inicialmente, a partida estava agendada para 28 de julho, às 19h e seria jogada em São Januário.
Está será a segunda vez que Vasco e Corinthians disputam o clássico nacional em Brasília desde a reinauguração do Mané Garrincha. O primeiro jogo entre as equipes no Distrito Federal aconteceu em 25 de agosto de 2013, quando o placar ficou em 1×1, gols de André, para os cariocas, e Guerrero, para os paulistas. O destaque negativo do confronto ficou para a briga generalizada entre as duas torcidas nas arquibancadas da arena da Copa do Mundo de 2014.
Em 2013, os torcedores tiveram lugares marcados nas arquibancadas como teste para o Mundial. Ao todo, 21.627 torcedores compareceram à partida entre as duas equipes. Na época, a renda do jogo ficou em R$ 2.070.800. Os bilhetes foram comercializados com valores entre R$ 80,00 e R$ 150,00, sendo estes preços de meia-entrada. A carga disponível era de 63 mil entradas.
Os preços e locais de venda de ingressos para o clássico nacional do dia 27 serão divulgadas nos próximos dias. No Fla x Flu de junho, mais de 60 mil torcedores compareceram ao Mané Garrincha. Na ocasião, os bilhetes foram vendidos com valores entre R$ 50 e R$ 70 (valores de meia-entrada). O clássico carioca marcou a volta da competição nacional para Brasília, que não recebia um jogo da Série A desde agosto de 2016.

Entre altos e baixos, a chance de recomeço: relembre a carreira de Jóbson, novo reforço do Brasiliense

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Em busca de recomeço na carreira, atacante Jobson voltará a vestir a camisa do Jacaré após dez anos
Fotos: Reproduções da Internet/Hugo Barreto/Metrópoles
“Oportunidade de recomeçar a carreira”. Com a emblemática frase, o atacante Jobson, de 30 anos, volta a escrever a história de sua carreira no futebol com a camisa do Brasiliense, clube pelo qual deu os primeiros chutes como profissional em 2007 e onde ficou até 2009. Porém, o camisa sete que deixou o Jacaré para tentar alçar voos mais altos no cenário nacional não é o mesmo que voltará a jogar pelo time amarelo em 2019. Em dez anos, muita coisa mudou na vida do jogador.
Na primeira passagem por Taguatinga, Jobson entrou em campo em 61 jogos. Ao todo, foram 22 gols marcados com a camisa amarela. “Aqui foi onde tudo começou. Sou paraense, mas tenho Brasília como minha segunda casa”, alegrou-se o atacante em seu retorno. O bom desempenho na primeira passagem pelo Jacaré chamou a atenção do Botafogo, para onde o atleta se transferiu em 2009. Mantendo as mesmas características que fizeram com que ele se destacasse em Brasília, rapidamente o jogador caiu nas graças da torcida alvinegra.
Porém, em 2010, a carreira de Jobson começou a ficar marcada por escândalos extra-campo. Em janeiro daquele ano, o atacante foi pego no doping em dois jogos do Campeonato Brasileiro e acabou suspenso por dois anos. Apesar do resultado apontar uma substância da cocaína, o jogador assumiu ser usuário de crack desde 2008, quando ainda defendia o Brasiliense. “Eu fumei crack, e não foi a primeira vez. Uso desde aquela época, mas nunca nunca caí no doping”, disse o atleta à época, então com 21 anos. O depoimento e outros fatores fizeram a pena ser atenuada para seis meses.
O jogador paraense voltou a vestir a camisa do Botafogo após o gancho, mas problemas de indisciplina minavam cada vez mais sua passagem pelo Rio de Janeiro. Jobson chegou a ser afastado algumas vezes do elenco alvinegro de onde acabou saindo no fim da temporada de 2010, quando foi emprestado para o Atlético-MG. Porém, a passagem por Minas Gerais não foi duradoura e ele voltou para General Severiano apenas três meses depois. No período, ele entrou em campo em dois jogos com a camisa do Galo Mineiro.
O Botafogo logo rechaçou o retorno do atacante, que acabou tentando um recomeço com a camisa do Bahia. Entretanto, mais casos de indisciplina, como atrasos aos treinos, acabaram fazendo com que o jogador fosse dispensado pelo clube baiano com apenas 15 jogos disputados. Para piorar o drama de Jobson, uma revisão de seu caso de doping fez com que o atleta ficasse suspenso por mais seis meses, pena que o manteve afastado do futebol até março de 2012.
Após o fim da punição, o atacante recebeu uma segunda chance com a camisa do Glorioso. Novamente não conseguiu se firmar e acabou tendo mais uma passagem relâmpago, dessa vez pelo Grêmio Barueri, de onde saiu depois de quatro jogos com outra polêmica, alegando que o clube “não tinha torcida”. “Não consegui me adaptar. Quero um clube com torcida. Sou da muvuca, do gueto. Não saio por caso de indisciplina, nem por atraso. Mas faltou a agitação da torcida para empolgar. Falei com o clube que eu não estava me sentindo bem e saí”, justificou na ocasião.

Começou a temporada de 2013 no São Caetano, onde se destacou mais nas páginas policiais do que em campo. Pelo clube paulista, foram apenas onze partidas e dois gols. No currículo de polêmicas, incluiu acusações de desacato, quando foi detido após ser parado numa blitz e desrespeitar os policiais que o abordaram, e agressão, após ser preso acusado de agredir sua então esposa, Thayne Bárbara. Uma passagem pela Arábia Saudita no mesmo ano também não teve sucesso. Longe da família e dos amigos, Jobson suportou apenas 13 jogos e ficou morando em um hotel, pois o clube árabe mantinha seu passaporte preso após a quebra unilateral do contrato de trabalho.
Voltou para o Botafogo em novembro de 2014, entretanto, esteve longe de ser o xodó da torcida carioca, assim como foi na primeira passagem pela equipe em 2009. O ápice da má-fase voltou a assombrar Jobson em uma partida contra o Figueirense, quando foi chamado de “irresponsável” por Vágner Mancini, então técnico do clube carioca. “Não sou irresponsável, não me acho isso. Jogo lesionado para ajudar o Botafogo. Ninguém é burro e estou me curando. Irresponsável eu não sou, não”, rebatou o jogador no dia seguinte à confusão.
Em 2015, Jobson até começou a temporada marcando gols importantes, porém, novas indisciplinas encerraram de vez sua passagem pelo clube carioca. Porém, um problema proveniente de sua passagem pelo Al-Ittihad na Arábia Saudita passou a assombrar a carreira do atacante. Após se recusar a realizar um exame anti-doping pelo clube árabe, o jogador foi suspenso por quatro anos pelo Comitê Antidoping do país saudita, pena que tempos depois foi acatada pela Fifa em nível mundial. 
Longe dos gramados, o atleta continuou se envolvendo em problemas e acabou preso em 2016, acusado de estupro de quatro adolescentes, sendo duas de 13 anos e outras duas de 14 anos. Jobson ficou no Presídio de Marabá, a 400km de Conceição do Araguaia, sua cidade natal. Após pagar fiança, saiu do cárcere em setembro de 2016. Após se envolver em um acidente de trânsito que causou a morte de um homem, o atacante voltou a ser preso em junho de 2017, por descumprimento de medidas judiciais relativas a sua prisão anterior. Saiu da cadeia, mas por pouco tempo, voltando ao local em setembro.
A pena de quatro anos longe do esporte se findou em 1º de abril desta ano. Dias depois, Jobson foi libertado da prisão em regime condicional sob uma série de condições jurídicas. Em maio, acertou seu retorno ao Brasiliense, porém, uma demora na discussão sobre o uso de tornozeleira eletrônica impediu sua reapresentação ao clube, que tinha pela frente a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. Agora, o atacante espera superar tudo que passou para voltar a brilhar com a camisa amarela.
“Eu saí daqui campeão e peço o apoio da torcida, pois vou ajudar muito o Brasiliense”, garantiu. “Eu quero ouvir as críticas mesmo. São através delas que eu fico mais forte. Se pararem de falar de mim, é porque estou sendo esquecido. E eu não quero isso”. Em janeiro do próximo ano, quando começa oficialmente a temporada do clube, com a disputa do Campeonato Candango, Jobson poderá calar as críticas de dentro dos gramados, mostrando que superou o passado e reuniu forças para ser o jogador promissor que deixou o Jacaré dez aos atrás.

Recheada de tradição: Segundinha terá seis campeões do torneio em busca do acesso

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O Atlético Taguatinga, que disputará a Segundinha como Taguatinga Esporte Clube, foi campeão em 2015
Foto: Reprodução Site Oficial TEC/Esporte Candango

A divisão de acesso para o Campeonato Candango de 2019 será mais tradicional do que nunca. A partir de 11 de agosto, 11 equipes iniciam a luta por duas vagas na elite do futebol do Distrito Federal na próxima temporada. Destas, sete já alcançaram a glória de conquistar o título da Segundinha. Apenas Cruzeiro, Legião, SESP/Samambaense e Planaltina nunca alcançaram a taça da competição local.

Brasília e Brazlândia são as equipes mais “bem sucedidas” na segunda divisão do futebol candango. O Avião do Cerrado e o Garça são os maiores vencedores do campeonato de acesso com dois títulos cada. O Colorado conseguiu o acesso com taça em 2001 e 2008, enquanto o Tricolor da Chapadinha levantou o troféu em 2007 e 2011.
Ceilândense (2009), Capital (2005), CFZ (2010) e Taguatinga (2015, ainda como Atlético Taguatinga) são as outras equipes que chegam na disputa com uma estrela da segundinha no peito. 
O torneio de acesso contará ainda com duas equipes que já alcançaram a glória máxima do futebol local. O Brasília carrega o status de terceiro maior campeão do Candangão, com oito troféus. Em 2001, o CFZ também experimentou estar no topo do Distrito Federal.

Briga pelo acesso


A competição, que será organizada pela Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), será disputada entre 11 de agosto e 29 de setembro. As equipes participantes do torneio dessa temporada têm sede no DF e em Goiás. O campeonato garante duas vagas para a primeira divisão de 2019 para o campeão e o vice. 
O campeonato será disputado em três etapas: fase classificatória, semifinais e final. Na primeira fase, as onze equipes serão divididas em dois grupos e jogarão entre si, dentro de cada grupo em um único turno, totalizando cinco rodadas. As duas equipes de cada chave com o maior número de pontos conquistados na primeira fase avançarão para as semifinais. A partir daí, os times se enfrentarão em mata-mata até a grande final.

Sonho mais próximo: Quatro clubes disputam duas vagas para a Copa SP de 2019

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Por João Marcelo

Oito equipes, quatro vagas. Era esse o panorama das quartas do Candanguinho 2018. A segunda fase do campeonato júnior do Distrito Federal prometia emoções e jogos bem equilibrados. Expectativa que se tornou realidade com jogos sendo decisivos por pênaltis perdidos, saldo de gols bem próximos e um jogo destoando do equilíbrio. No fim das oito partidas, quatro equipes ainda se mantém vivas no sonho de ir à São Paulo representar o DF na competição de maior visibilidade do país.

O Legião manteve o esperado e eliminou o Botafogo-DF, a equipe comandada por Marquinhos Carioca aplicou duas goleadas, 5 a 2 e 4 a 0. Vindo de uma primeira fase com um aproveitamento de 86,6%, o líder geral tinha a vantagem de jogar por dois resultados iguais. Mas não foi preciso jogar com o regulamento debaixo do braço e deixou qualquer suspeita de lado com duas vitórias fáceis. Resultados surpreendentes, pois o Botafogo-DF estava no mesmo grupo que o Legião e foi um jogo bem equilibrado. O Glorioso do Cerrado chegou a abrir o placar e tomou a virada, 2 a 1 para o Legião. Agora o Leão enfrenta o atual detentor do título, o Real.

A equipe com a segunda melhor foi o Formosa. Por conta do regulamento, o seu adversário foi o seu algoz na primeira fase, o Santa Maria. Nas quartas, primeiro jogo empate por zero a zero. Na partida de volta, uma vitória por 2 a 0 e classificação para a semi garantida. Resultado que poderia ter sido diferente, se não fossem os dois pênaltis perdidos pelo adversário, um em cada jogo. O Santa Maria, que havia sido a única equipe a vencer o Formosa, não conseguiu o mesmo êxito nas quartas e deu adeus à competição. O Formosa enfrentará o Ceilândia, confronto entre o segundo e terceiro melhores colocados na primeira fase.

Líder no grupo da morte, o Ceilândia chegou com muita moral para as quartas. Além da liderança no grupo, ficou como terceiro melhor colocado geral da competição. Com isso, foi definido que seu adversário nas quartas seria o Luziânia, que passou em segundo lugar no grupo C. Com uma defesa forte, que havia sofrido apenas um gol na primeira fase, era só o Ceilândia manter o poder defensivo que passaria de fase. Assim o fez, levando apenas um gol e fazendo cinco (dois no primeiro e três no segundo), despachou a equipe goiana e também se garantiu na semifinal do Candanguinho 2018. O Gato Preto tem como concorrente a uma vaga na Copa São Paulo de 2019 o Formosa.

Também componente do grupo da morte, O Real passou como segundo melhor segundo colocado da competição. O adversário foi o Paracatu, que tinha o melhor ataque da competição com 15 gols. Mas o Leão soube segurar bem o poderio ofensivo do rival com um setor defensivo seguro. A defesa era a segunda melhor do campeonato, junto com o Formosa e ambas só haviam levado dois gols. No jogo de ida começou tomando susto e vendo o placar parcial apontando um a zero para o Paracatu, mas soube manter a calma e virar. A partida de volta tomou o início da de ida com o time mineiro abrindo placar, mas o Real conseguiu o empate e a vaga para a semi. O atual campeão do Candanguinho disputa uma vaga na Copa SP contra o Legião.

Como definido em regulamento, os jogos da semifinal serão: Legião x Real e Formosa x Ceilândia, com Legião e Formosa fazendo os jogos de volta em casa. As partidas ocorrerão nos próximos dois fim de semana em dias, locais e horários a serem definidos pela Federação de Futebol do Distrito Federal. As duas equipes que passarem da semi, garantem as duas vagas na Copa São Paulo de Futebol Júnior que o Distrito Federal tem direito. E para você torcedor, que representará o DF na competição de futebol júnior do Brasil?