Após o término de cada rodada da Segunda Divisão do Campeonato Candango de 2018, o Distrito do Esporte apresenta a Seleção da Rodada, eleita pelo perfil Craques do Candangão. A escolha dos jogadores que integram o esquadrão da competição de acesso do Distrito Federal sempre é baseada no desempenho dos atletas durante os jogos da rodada.
Seleção da Semifinal #1 – Craques do Candangão
Giro da Segundinha: Taguatinga e Capital abrem vantagem nas semifinais; veja possibilidades
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| Águia e Coruja abrem vantagem frente a Legião e Planaltina e colocam um pé na primeira divisão do futebol local Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte |
Taguatinga abre grande vantagem frente ao Legião
Elas também são craques: conheça Nataleigh, a brasiliense que sonha ser profissional
Por Craques do Candangão
O futebol brasiliense precisa tratar sobre um assunto importante, que afeta muitas meninas de todas as classes sociais, etnias e credos do nosso país: a desigualdade de gênero dentro do futebol. Nesta semana, o Craques do Candangão conheceu a história de Nataleigh Underhill, jovem de apenas 16 anos que sonha em ser uma jogadora de futebol profissional e quer driblar o preconceito e a desigualdade existente contra mulheres que atuam no esporte mais famoso do mundo.
O futebol é um esporte praticado tanto por homens quanto por mulheres. Apesar de, em sua maioria, ser praticado por pessoas do sexo masculino, as mulheres têm mostrado bastante interesse na modalidade. Este é o caso de Nataleigh, que decidiu enfrentar os obstáculos desde muito pequena, aos cinco anos de idade, quando começou a brincar com amigos no condomínio “Me identifiquei com o futebol desde cedo. Eu amava jogar e nessa mesma época, onde comecei a gostar do esporte, já entrei no time da minha escola, na American School of Brasilia”, relembrou.
Com o passar dos anos, Naty frequentou algumas escolinhas de futebol até entrar na Escola de Futebol Team Brazucas, no Real Society. Essa escolinha tem em sua grande maioria homens praticando o esporte. Naty é a única participante do sexo feminino e não enxerga problemas que a façam desistir dos seus sonhos. “Eu diria que estou acostumada, pois sempre joguei só com meninos. Acredito que me identifiquei muito com o futebol devido à força física que tenho, que é algo positivo para mim, só que ao mesmo tempo é um pouco perigoso”, explicou.
Sua visão também expressa as mesmas indignações de diversas mulheres que estão inseridas dentro do futebol, a questão da desigualdade e o preconceito contra o sexo feminino. “Isso é fato. Infelizmente, nosso futebol não tem tanta audiência quanto o masculino e com isso o salário passa a ser menor. Isso atrapalha demais e acaba fazendo com que muitas meninas desistam do sonho de serem jogadoras”, observou.

É notório que o Brasil é um dos países mais preconceituosos quando o assunto é futebol, diferente de países europeus e dos Estados Unidos, que têm muito incentivo e respeito. Tanto que as seleções femininas e a Liga Feminina são altamente desenvolvidas nesses países, o que incentiva mais ainda a prática do esporte. Naty acredita que o espaço das garotas pode crescer no Brasil. “Felizmente sinto que o futebol feminino está se desenvolvendo mais no Brasil. Espero um dia termos a visibilidade que os homens têm”, afirmou.
Desejo de se profissionalizar e inspiração em Marta
O futebol feminino brasileiro conta com a maior vencedora do prêmio de Bola de Ouro da Fifa. A alagoana Marta, que é inspiração da maioria das nossas meninas, assim como é o caso de Nataliegh “A Marta é uma das minhas grandes inspirações, pela sua história de vida e pelo o que ela teve que passar para conseguir chegar onde se encontra, sendo cinco vezes melhor jogadora do mundo”, alegou.
Para o futuro, Naty pretende chegar aos profissionais e esperar fazer o Brasil enxergar a valorização do futebol feminino, tendo como base as grandes escolas do exterior. “Gostaria de fazer parte de algum clube brasileiro. Sonho também em atuar na Europa e nos EUA. O ruim é que aqui nós ainda não temos a mesma valorização como lá fora. É algo que eu gostaria muito de mudar e fazer as pessoas daqui verem isso”, disse, esperançosa.
O futebol feminino do Distrito Federal vem crescendo ano após ano, indo na contramão do masculino, que há anos encontra-se estagnado. O Minas/Icesp é o atual campeão candango e da Série A-2 do Campeonato Brasileiro, com vaga garantida na elite em 2019. Também vale ressaltar o trabalho de Ceilândia, Cresspom e Gama na busca de inserir as meninas no futebol candango.
Em Brasília, também temos a diretora de futebol Luiza Estevão, que aos 20 anos de idade comandou o Brasiliense no título Candango de 2017 e vem fazendo ótimos trabalhos frente à equipe, quebrando barreiras enormes em prol do gênero feminino dentro do futebol. Naty vê o esporte feminino em Brasília ainda sem muitas opções, principalmente quando o assunto é categorias de base. “Não encontramos variedade de times. Diria que é um tanto apagado, eu só conheço o Minas, no qual já tentei entrar no Sub-17”, lembrou.
O caminho está sendo traçado, porém, há muito trabalho para que possamos chegar próximo às grandes potências do futebol feminino mundial. Nataliegh, apesar de nova, tem uma visão séria do assunto, por já ter acompanhado de perto escolas inglesas. Possuindo dupla nacionalidade, a jogadora terá a opção de escolher se representará a seleção brasileira ou a inglesa.
Naty deixa claro que escolherá a que mais a valorizar. Entretanto, seu amor pelo verde e amarelo pode ser um fator determinante. O amor à pátria, que ultimamente vem crescendo com discursos nacionalistas no meio político, pode ser algo relevante na busca por igualdade social dentro do futebol, com a união de homens e mulheres, e a igualdade de raças, levando, consequentemente, ao respeito aos credos.
Resgatando a tradição, Taguatinga chega às semifinais e briga por retorno ao Candangão
| Cotando com nomes consagrados como Radamés, o TEC garantiu o primeiro lugar do grupo A da Segundinha Foto: Ascom/Capital C.F. |
Em junho, os torcedores do Distrito Federal receberam aquela que seria uma das notícias mais positivas da temporada. Depois de 19 ausente do cenário esportivo de Brasília, o Taguatinga Esporte Clube estava de volta às competições profissionais e disputaria a Segunda Divisão local. Com grande expectativa de voltar aos tempos áureos, quando conquistou cinco títulos do Campeonato Candango, o saudoso TEC montou um time para competir com força.
Ao todo, foram três vitórias e um empate nos quatro jogos disputados. Por ter realizado melhor campanha na primeira fase da competição, o TEC terá o direito de decidir a vaga no Candangão 2019 como mandante. O bom desempenho no grupo A da Segundinha local também garantiu ao clube azul e branco a vantagem de jogar por dois resultados iguais.
Visão do Distrito do Esporte
Apontar um ponto fraco no TEC é uma missão bastante ingrata, mas, quando analisado friamente, é possível observar que o time precisa lidar com os custos da experiência. Com média de idade mais alta, a Águia costuma perder o gás na segunda etapa dos jogos. Além disso, terá pela frente um adversário marcado por ter atletas jovens que aprontam bastante correria.
Preto Costa: após boa temporada no Brasiliense, o zagueiro chegou ao TEC para dar consistência defensiva ao clube e vem fazendo um excelente trabalho, mantendo o grande nível de atuação característico do defensor.
Vencer, vencer, vencer: pequena rubro-negra se apega ao clube para lutar pela vida
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| Isabela tem o amor pelo Flamengo como força para continuar lutando Foto: Acervo Pessoal/Família Isabela |
Por João Marcelo
Consequências dos problemas de saúde
Paixão pelo Flamengo
Corrida do Torto entra nos últimos dias de inscrição
Marcada para 30 de setembro, a primeira Corrida Granja do Toro está em seus últimos dias de inscrição. Com cadastro realizado apenas pela internet, os participantes podem se cadastrar até às 22h de 27 de setembro pelo site Central da Corrida. O evento, realizado de forma inédita na região, integra a programação de comemoração dos 60 anos da Granja do Torto.
Os valores de inscrição custam R$ 79,90. Pessoas com idade acima de 60 anos terão 50% de desconto. Todos os competidores da corrida irão receber kits com camisa, squeze e sacolinha. Estão previstas ainda premiações para as categorias masculino e feminino dos 9 km: serão R$ 400,00 para o primeiro colocado, R$ 300,00 para o segundo e R$ 200,00 para o terceiro.
Além dos 9 km, haverá uma opção de 4 km para os competidores. A largada dos dois trechos está programada para às 7h e a corrida terá duração de cerca de duas horas. A partida será no estacionamento do Parque de Exposições até o Frigorífico Frioalpha. Os competidores enfrentarão 2 km de estrada de chão, passando pela Chácara Oliveira, na marginal da DF-003, até chegar na entrada principal da Granja do Torto, retornando, na sequência, ao ponto inicial.
Com o mantra craque se faz em casa, Legião confirma força e chega às semis da Segundinha
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| Com 100% de elenco caseiro, o time do Rock vem colhendo os frutos trabalhados há dois anos na base Foto: Divulgação/Legião |
Visão do Distrito do Esporte
Universo/Caixa/Brasília revela uniforme e confirma estreia para o ginásio Nilson Nelson
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| Os novos uniformes da equipe brasiliense serão fabricados pela Overtime e terão monumentos de Brasília Foto: Divulgação/Universo |
Uniformes terão homenagens ao Distrito Federal
Esse será um dos uniformes que vamos usar durante essa temporada! ??
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O que vocês acharam, diz aí?
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Lembrando que nossa estréia será dia 15/10, contra o Flamengo, no Ginásio Nilson Nelson.
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VAMOS BRASÍLIA!.#UniversoCaixaBrasilia #Brasilia #NBB pic.twitter.com/LkprgrZQbg
— Rava (@PedrinhoRava) 11 de setembro de 2018
Universo/Brasília acerta patrocínio com a Caixa para o NBB
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| O banco estatal também é o patrocinador oficial do NBB. Estreia no uniforme do Universo será em 15 de outubro Foto: Divulgação/NBB |
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| Representantes da Caixa e do Universo comemoraram o acerto Foto: Divulgação/Universo |
Dono da melhor campanha, Planaltina sonha em voltar ao Candangão depois de 20 anos
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| Classificado em primeiro no Grupo B, o Planaltina disputará com o Capital uma vaga no Candangão 2019 Foto: Divulgação/Planaltina |
Por Danilo Queiroz
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