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Cerrado Basquete confirma contratação do ala/armador Patrick Vieira

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Foto: Luiz Pires/LNB

Confirmado na disputa da Liga Ouro na temporada 2019, o Cerrado Basquete confirmou na tarde desta quarta-feira (05/12) seu primeiro reforço para a competição. Através de suas redes sociais, o Verdão anunicou o acerto com o ala/armador Patrick Vieira, de 25 anos de idade, também conhecido como “Carioca”. O atleta estava no Mogi das Cruzes/Helbor.

Com a camisa do seu último clube, o novo reforço do Cerrado se sagrou vice-campeão da Liga das Américas e do Novo Basquete Brasil. Além da passagem pelo time paulista, o jogador defendeu ainda as cores do Bauru Basket, Caxias do Sul, Minas Tênis Clube e Sport Recife/PE, clube que atuou durante a edição de 2014 da Liga Ouro.

Mesmo com o time pernambucano não conseguindo avançar para as semifinais do torneio, Carioca se destacou com atuações bastante consistentes. Com isso, o novo ala/armador do Cerrado Basquete foi escolhido como o melhor jogador do torneio naquela edição, integrando ainda o “time dos sonhos” da competição de acesso do calendário brasileiro.

Em 2017, vestindo a camisa do Caxias do Sul, Patrick chegou a se destacar em algumas partidas. Em uma delas, contra o Paulistano, o ala/armador foi o cestinha do duelo, anotando 22 pontos e obtendo 24 de eficiência, com o aproveitamento de 68,8% dos pontos do jogo. Ele também já atuou em partidas contra times da NBA, caso do Washington Wizards e do New York Knicks.

Em conversa com a assessoria de imprensa do Cerrado Basquete, o jogador demonstrou felicidade por fechar com o time. “Quando conversei com a diretoria, a proposta feita foi muito boa e comprei a ideia. Escolhi vir para cá para poder ficar próximo da família e quem quer estar sempre jogando vai atrás dos seus sonhos. Além do mais, quero ajudar no projeto e subir”, frisou.

 “O time tem uma estrutura onde você pode mostrar seu jogo. Tudo isso agregou na minha escolha. Essa será a oportunidade de passar a minha experiência a quem estiver junto no elenco”, continuou Carioca, que também elogiou os métodos de trabalho do treinador Ronaldo Pacheco. “Já o enfrentei e sei que ele dá moral e confiança para que o atleta possa desenvolver o jogo”, ressaltou.

Brasília Vôlei supera o Pinheiros e vence segundo jogo seguido na Superliga

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Foto: Ana Flávia Dalla/Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz e João Marcelo

O Brasília Vôlei engatou a segunda marcha na Superliga Feminina de Vôlei na noite desta terça-feira (04/12). Em plena recuperação no torneio nacional, as brasilienses passeaream no Ginásio do Sesi, em Taguatinga, e impuseram grande ritmo para superar com bastante tranquilidade o time do Pinheiros por 3 sets a 0, com parciais de 25 a 20, 25 a 23 e 25 a 16.

Mostrando força, o Brasília Vôlei fez um primeiro set com bastante segurança frente às adversárias paulistas. Com Renatatinha comandando as ações, as brasilienses conseguiram abrir confortável vantagem logo nas primeiras ações da parcial. O time do Distrito Federal manteve a margem variando entre quatro e cinco pontos até fechar o set em 25 a 20.

Mais ligadas no início da segunda parcial, as jogadoras do Pinheiros começaram ditando o ritmo da parcial, mas com as brasilienses coladas no placar durante todo o tempo, com a diferença permanecendo em apenas um ponto. Após tomar à frente, o Brasília Vôlei abriu boa vantagem, mas com erros bobos as paulistas encostaram. Mesmo assim, as candangas fecharam o set em 25 x 23.

Na terceira e última parcial do jogo, as meninas brasilienses novamente começaram com grande força, abrindo logo de cara seis pontos de diferença no marcador. O Pinheiros até tentou esboçar uma reação e complicar o jogo da equipe do Distrito Federal, mas com tranquilidade e com o set sob controle, o Brasília Vôlei apenas segurou as paulistas e fechou o set em 25 x 16 e o jogo em 3 x 0.

Os próximos compromissos do Brasília Vôlei na Superliga Feminina de Vôlei serão contra São Caetano, novamente em casa, às 20h, e Sesi Vôlei Bauru no Ginásio Panela de Pressão em Bauru-SP, em 11 de dezembro às 20h.

Ceilândia fecha com primeiros nomes e já tem data de reapresentação para o Candangão

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Inicio da preparação do alvinegro para o torneio local está marcada para 18 de dezembro
Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte
Por Danilo Queiroz
Discreto nas primeiras semanas de janela de transferências, o Ceilândia enfim começa a dar os primeiros passos no planejamento para o Campeonato Candango. Após definir os alvos, o alvinegro fechou com os três primeiros reforços para 2019: o zagueiro Felipe Marcelino, o lateral-esquerdo Sami Dimas e o atacante Wilker Ferrary irão compor o elenco do técnico Jairo de Almeida.
Com passagens por Sobradinho e Paranoá, Wilker já é bastante conhecido no futebol do Distrito Federal. O jogador de 20 anos, que vestiu a camisa do Atlético-PR nas categorias de base, chega para ser uma das esperança de gols do alvinegro na temproada. Segundo o jogador, a oferta para vestir a camisa do Gato Preto foi feita pelo presidente Ari de Almeida.
“Foi uma proposta que eu não esperava, pois não sabia do interesse do clube no meu futebol. O presidente do Ceilândia me procurou para fazer uma oferta. Aceitei porque vejo o clube como um dos maiores do Distrito Federal, um time de ponta, e acho que vai ser uma grande oportunidade para mim”, comentou o atacante.
Para a zaga, o Gato Preto fechou com o zagueiro Felipe Marcelino. O jogador de 28 anos disputou o último Candangão com a camisa do Gama. Além do alviverde, o defensou também já vestiu as camisas de Volta Redonha (RJ), Capivariano (SP) e Grêmio Mauaense (SP). No sub-20, o jogador chegou a atuar no Corinthians.

O defensor chega com a missão de ser o xerife da equipe do técnico Jairo de Almeida. “As expectativas são as melhores possíveis. Estou muito empolgado para chegar no clube e mostrar o meu valor. O Ceilândia sempre montou elencos para ser campeão e eu tenho certeza que na temporada de 2019 não vai ser diferente”, frisou Felipe Marcelino.

Outro que disputou a última edição do torneio local com a camisa do alviverde e que tambem já está acertado com o Gato Preto para 2019 é o lateral-esquerdo Sami Dimas. Além do Gama, o jogador de 26 anos acumula passagem pelo Santa Maria no futebol local. Fora do Distrito Federal, ele jogou por Americano (RJ), CFZ (RJ), Guarani de Juazeiro (BA), Flamengo (PI), São José (RS), entre outros.
Wiker, Sami e Felipe Marcelino são os primeiros reforços do alvinegro
Foto: Reprodução do Instagram

Alvinegro marca data para início da pré-temporada

Com os primeiros nomes do elenco encaminhados, o Ceilândia também definiu a data de apresentação dos jogadores. Segundo o técnico Jairo de Almeida, o  início preparação do clube visando a próxima temporada foi marcada para 18 de dezembro, uma terça-feira. Todos os trabalhos dos comandados do treinador serão realizados no CT Cidade do Gato, em Brazlândia.
Portanto, o elenco alvinegro terá pouco mais de 38 dias de treinos antes da estreia no Campeonato Candango de 2019. O primeiro jogo do Ceilândia na competição local será diante do Real, em 27 de janeiro, no estádio Abadião. Três dias depois, em 30 de janeiro, o Gato Preto vai até o estádio Mané Garrincha para medir forças com o Capital.

Em preparação para o Candangão, Brasiliense agenda jogos-treino para dezembro

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Adversários serão o Brasília e as equipes sub-20 de Vila Nova, Legião e Goias
Foto: Lucas Bolzan/Ascom Brasiliense F. C.
Após duas semanas de intensa preparação diária, o Brasiliense agendou os primeiros jogos-treino com o intuito de aprimorar o entrosamento dos atletas comandados pelo técnico Adelson de Almeida. Nos próximos dias, o clube amarelo enfrentará quatro adversários: o Brasília e as equipes sub-20 de Vila Nova (GO), Legião e Goiás.
Todas as partidas serão realizadas no centro de treinamento do Jacaré, localizado no Setor de Clubes Sul. A primeira partida amistosa do clube será diante do rival candango, em 08 de dezembro, às 10h. Seis dias depois, em 14 de dezembro, será a vez do Brasiliense receber a equipe sub-20 do Colorado Goiano, às 16h30.
A sequência das partidas de preparação para o Candangão seguirá em 19 de dezembro, quando o sub-20 do Leão do Rock visitam o clube amarelo às 16h30. O fim dos jogos-treino será em 22 de dezembro, quando os atletas do Jacaré medirão forças contra os jogadores do sub-20 do Esmeraldino, que subiu recentemente para a Série A do Brasileirão.
Com calendário cheio em 2019, a temporada do Brasiliense começará oficialmente em 26 de janeiro, quando o clube amarelo entra em campo para estrear no Campeonato Candango diante do Santa Maria. Além do principal torneio local, o Jacaré terá pela frente a Copa do Brasil, Copa Verde e a Série D do Campeonato Brasileiro.

Amistosos preparativos do Brasiliense

08/12 – 10h – Brasiliense x Brasília – CT do Jacaré
14/12 – 16h30 – Brasiliense x Vila Nova (sub-20) – CT do Jacaré
19/12 – 16h30 – Brasiliense x Legião (sub-20) – CT do Jacaré
22/12 – 10h – Brasiliense x Goiás (sub-20) – CT do Jacaré

Dois anos antes de ser vinculado ao Brasiliense, Adriano Imperador negociou com o Gama

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Empresa parceira do alviverde chegou a fazer proposta de R$ 4 milhões anuais ao Imperador
Foto: Reprodução da Internet
O mercado da bola do Distrito Federal ficou bastante movimentado durante o último domingo, quando um site carioca apontou um possível interesse do Brasiliense no futebol do atacante Adriano Imperador. Nesta segunda-feira (03/12), o clube amarelo jogou água fria na hipótese e tratou de desmentir qualquer tipo de negociação para contar com o futebol do jogador. Entretanto, dois anos atrás era o Gama quem fazia investida no futebol do centro-avante.
O atual rumo da chegada do Imperador ao Jacaré foi formulado com características parecidas da investida gamense. Em janeiro de 2016, o clube alviverde chegou a elaborar um projeto para contar com Adriano durante a disputa do Campeonato Candango daquela temporada. Na época, uma empresa investidora da Suíça estava dando aporte financeiro para que fosse possível trazer o atacante para o Ninho do Periquito.
O alviverde chegou a utilizar seu site oficial e as contas em redes sociais para divulgar uma nota confirmando uma proposta por Adriano de R$ 4 milhões por temporada. O então presidente do Gama, Antônio Alves do Nascimento, chegou a comentar o interesse no futebol do Imperador, mas jogou a responsabilidade da concretização do negócio para a parceira suíça, dizendo que era ela quem estava à frente da negociação com o intuito de lucrar com vendas de camisas do jogador.
Além da vantajosa oferta financeira, outro trunfo gamense utilizado na época para seduzir o atacante foi técnico italiano Amedeo Mangone, que estava no Gama no momento da negociação. O treinador já conhecia o Imperador do tempo em que o centroavante jogou pelo Calcio. Assim como hoje, o centro-avante não disputava uma partida oficial desde abril de 2014, quando deixou o Atlético Paranaense.

“Interesse” do Brasiliense foi levantado por site carioca

No último domingo (02/12), o site Esportes 24 Horas causou um alvoroço na mídia nacional ao divulgar uma entrevista com o empresário Luis Nunes, a quem creditaram como consultor esportivo do Brasiliense, dizendo que o clube amarelo havia iniciado negociações para contar com o futebol de Adriano Imperador. Vários sites esportivos nacionais, como a ESPN, também bancaram a informação veiculada pelo portal carioca.
Ao site, o empresário afirmou que Adriano era o sonho de consumo para vestir a camisa 10 amarela. “Há um interesse nele, sim, mas tudo está sendo tratado com muita cautela pelo Brasiliense. O clube desenvolveu um projeto para ter o Adriano como a grande estrela do time na próxima temporada”, teria dito Nunes em contato com os jornalistas cariocas. Com base na afirmação, o clube amarelo se movimentou para abafar os rumores sobre a contratação do Imperador.
Nesta segunda-feira (03/12), o Jacaré tratou de desmentir qualquer tipo de interesse no atacante através de seu site oficial. “Todas as informações divulgadas na matéria são inverídicas, não há nenhuma negociação com o Adriano e o atleta não está no planejamento da equipe para a temporada 2019”, frisou o Brasiliense. O gerente de futebol Jean Cláudio também negou de forma categórica, dizendo que sequer conhece o susposto empresário.

Brasiliense desmente interesse na contratação do atacante Adriano Imperador

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Em nota oficial, o Jacaré afirmou não ter começado nenhuma negociação para ter o Imperador no elenco
Foto: Divulgação/Conmebol
Por Danilo Queiroz
Após diversos rumores sobre a contratação de Adriano Imperador pelo Brasiliense explodirem em diversos veículos de mídia do Brasil, o clube amarelo tratou de desmentir qualquer negociação com o jogador para a próxima temporada. No último domingo, o site Esporte 24 Horas havia divulgado que o Jacaré já havia iniciado negociações com o atacante para 2019.
O time de Taguatinga utilizou seu site oficial para afirmar que não iniciou qualquer negociação com o atacante de 36 anos. “Todas as informações divulgadas na matéria são inverídicas, não há nenhuma negociação com o Adriano e o atleta não está no planejamento da equipe para a temporada 2019”, frisou o Brasiliense.
O gerente de futebol do clube, Jean Cláudio, também foi categórico ao desmentir interesse em ter o jogador no elenco de 2019. Afirmando não conhecer o empresário que deu entrevista ao portal carioca aproximando o Imperador do Jacaré, o dirigente ressaltou que não houve nenhum tipo de negociação para a contratação.
Segundo publicação do último domingo do site carioca, o empresário Luiz Nunes, foi até o Rio de Janeiro para apresentar a proposta amarela ao consagrado jogador, que acumulou passagens por Flamengo, Internazionale de Milão, Roma, Corinthians, São Paulo e outros na carreira. O último jogo do atacante foi pelo Atlético-PR em 2014.
“Há um interesse nele, sim, mas tudo está sendo tratado com muita cautela pelo Brasiliense. O clube desenvolveu um projeto para ter o Adriano como a grande estrela do time na próxima temporada”, teria dito Nunes em contato com os jornalistas cariocas. Com base na afirmação, o Jacaré se movimentou para abafar os rumores sobre a contratação do Imperador.
A apuração do jornalista Wilson Pimentel apontava ainda que o Imperador ficou de dar uma resposta aos dirigentes do Brasiliense na primeira semana de janeiro de 2019, mas ressaltou que teria propostas do futebol dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes e que teria o interesse em voltar a atuar em alto nível.
Com a informação desmentida, o Brasiliense continua sua preparação visando a estreia no Campeonato Candango contra o Santa Maria, em 26 de janeiro, no estádio Mané Garrincha. Os comandados do técnico Adelson de Almeida treinam há pouco mais de duas semanas. Além do Candangão, o Jacaré terá Copa do Brasil, Copa Verde e Série D no calendário 2019.

Com torcida e reforços presentes, Gama apresenta elenco para o Candangão

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Os alviverdes compareceram em bom número para conhecer os novos nomes do elenco
Foto: Divulgação/Gama
A chuvosa tarde desta segunda-feira (03/12) também trouxe uma enxurrada de novidades no Gama para a disputa do Campeonato Candango de 2019. Em evento realizado no CT Ninho do Periquito, o alviverde apresentou o elenco e a comissão técnica que irão representar o clube na disputa do torneio local da próxima temporada. Mesmo com o mau tempo, a torcida gamense compareceu em bom número para conhecer os jogadores.
Ao todo, 26 jogadores foram confirmados pelo Gama. Além dos nomes que já haviam sido anunciados, os maiores destaques do plantel alviverde foram as confirmações das chegadas do atacante Nunes, que disputou as últimas temporadas com a camisa do rival Brasiliense, e do lateral-esquerdo Mário Henrique, que também já vestiu as cores do Jacaré, Ceilândia e Brazlândia, onde jogou a Segunda Divisão.
Em entrevista, o novo camisa nove alviverde disse acreditar ter feito a escolha certa ao fechar com o clube. “O projeto do Gama mexeu comigo. Eu comentei com alguns amigos que só voltaria a Brasília para jogar aqui. Tive outras propostas, mas vim para cá pela grandeza e história do clube. Tem ainda a pressão, que motiva o jogador a melhorar sempre. Isso mexeu comigo e fez com que eu acertasse rápido”, pontuou Nunes.
Após realizar um bom Candangão com a camisa do Gama em 2018, o meio-campo Tarta retorna ao clube. Durante o segundo semestre, ele atuou na URT, de Minas Gerais, que contará ainda, conforme adiantado pelo Distrito do Esporte em novembro, com o retorno do volante Tiago Gaúcho, que ostenta o status de ídolo da torcida gamense. Ex-Botafogo, o zagueiro Emerson é mais um atleta de destaque à disposição do clube.
Tiago ressaltou a grandeza do alviverde e ressaltou a importância de recolocar o Gama na final do torneio local. “É muito gratificante o carinho e o respeito que o torcedor gamense tem por mim. Isso é recíproco. Sempre que o Gama me chama é uma honra e não se pode recusar. Estou voltando muito feliz. Vamos fazer um grande trabalho para colocar o clube na final do Candangão e dar um calendário para o time em 2019”, frisou.
Depois do término do evento, os atletas alviverde já foram para o gramado do CT, onde realizaram os primeiros trabalhos sobre o comando da comissão técnica, encabeçada pelo treinador Vilson Taddei. A estreia do Gama no Campeonato Candango de 2019 será em 27 de janeiro, às 16h30 no estádio Bezerrão diante do Bolamense. Na rodada seguinte, o clube vai até Paracatu em 30 de janeiro para enfrentar os donos da casa no estádio Frei Norberto.

Elenco do Gama para o Candangão


Goleiros: Rodrigo Calaça (Anapolina), Bismarck (Capital) e Marcos (base);
Zagueiros: Emerson (Joinville), Gustavo (Madureira), Samuel (Linense) e Lúcio (Capital);
Laterais: Alex Santos (remanescente), Felipe Tavares (Anapolina), Mário Henrique (Brazlândia) e Cleidson (Oeste);
Volantes: Lucas Dias (Sobradinho), Filipe Werley (Morrinhos), Wagner Balotelli (Morrinhos) e Tiago Gaúcho (Pelotas);
Meio-campos: Norton (XV de Piracicaba), Tarta (URT), Gilsinho (Confiança), Wisman (Capital), Lucas Tavares (base) e Wanderson (Carcassone/França);
Atacantes: Betinho (Gama), Nunes (Brasiliense), Jeferson Viana (Linense), Vitor Xavier (Aparecidense) e Mateus (base).
Comissão técnica:
Técnico: Vilson Taddei
Auxiliar técnico: Mayco Taddei
Preparador físico: Cleber Augusto
Auxiliar prep. físico: Jean Carlos
Preparador de goleiros: Márcio Defende
Analista de desempenho: Phillipi Coutinho
Fisioterapeuta: Paulo Henrique
Massoterapeuta: Alessandro
Auxiliar de massoterapeuta: Gilvan “Azul”
Mordomo: Neto e Feitosa
Gerente de futebol: Paulo Araújo

Goleiro “por acaso”, Márcio Fernandes ressalta carinho por Luziânia e Gama

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Foto: Arquivo Pessoal

Por Danilo Queiroz

Nos últimos anos, Márcio Fernandes se colocou como um dos principais goleiros do futebol local. O status foi alcançado devido a atuações bastante seguras do arqueiro, principalmente no último Campeonato Candango, quando foi escolhido o melhor da posição vestindo a camisa do Luziânia, clube que voltará a defender em 2019. Porém, por muito pouco o nome que se destaca debaixo das traves não acabou indo atuar em uma posição totalmente diferente nos gramados.

Nos primórdios dos anos 2000, o pequeno Márcio Fernandes da Silva Nogueira começava a dar seus passos inicias na caminhada rumo ao sonho de se profissionalizar no futebol. Na época, os primeiros chutes eram disparados em uma escolinha de futebol de Santa Maria, cidade onde residia. No campo, ele tentava se descobrir jogando como lateral e volante até que, de uma maneira inusitada, o jogador conheceu as luvas, que viriam a se tornar suas maiores companheiras no futebol.

“O time da escolinha só tinha um goleiro para jogar nos treinamentos. Eu nem sabia como agarrar, mas falei para o treinador que eu iria para o gol. Nisso fui para debaixo das traves e gostei, permanecendo firme e forte”, relembrou o arqueiro, que depois se federou ao Gama em 2003. “Lá eu pude jogar com o Vaná, goleiro que está no Porto. Na época, ele era o quarto jogador da posição. Joguei também com o Sandro, que está na seleção, e com o Felipe Anderson”, contou.

Depois de passar pelas categorias de base de América-MG e Coritiba, Márcio se profissionalizou no Unaí em 2008, época em que o time ainda era integrante da elite do futebol local. Na sequência, o goleiro teve a oportunidade de evoluir em diversos clubes do Distrito Federal e de outros estados. “Tudo que enfrentei serviu de aprendizado. Sou grato pelo o que vivi no futebol. Todos os treinadores me ajudaram bastante e sei que ainda tenho muito a contribuir”, agradeceu.

Com passagens em vários times locais, Márcio descobriu o talento para o gol “por acaso”

Em 2018, o arqueiro foi nome importante na campanha que levou o Luziânia até a semifinal do torneio local. Nas quartas de final, o clube realizou o feito de eliminar o Gama em pleno Bezerrão. Na fase seguinte, acabou sendo superado pelo Brasiliense. “Avalio que foi um ano muito bom, de conquistas e realizações. Graças a Deus levamos o Luziânia ao terceiro lugar do Campeonato Candango, mesmo ficando uma pequena decepção, já que almejávamos o título”, relembrou.

Neste ano, Márcio Fernandes vestiu ainda a camisa do Brazlândia no futebol local. Apontado como um dos favoritos para alcançar a vaga na Segundinha, o Garça acabou eliminado na primeira fase do torneio, resultado que o goleiro credita na conta da diretoria da equipe. “O clube estava uma bagunça e nós esperávamos que lá fosse uma coisa melhor”, lamentou o atleta, que se transferiu logo em seguida para o Guaraí (TO), levando o clube para a segunda divisão do Tocantins.

Com reapresentação marcada no azulino para depois da participação no tocantinense, o goleiro prevê que o próximo torneio local será o mais disputado dos últimos anos. “O Candangão é muito competitivo. Não tem time bobo, mas o Luziânia vai entrar forte”, adiantou Márcio, que elogiou também a contratação do técnico Luiz Carlos Souza, com quem trabalhou em outro momento da carreira. “Ele é um grande treinador e tenho certeza que as coisas irão fluir”, continuou o arqueiro.

“Dou a vida pelo Luziânia”

A notícia da volta de Márcio Fernandes para o Luziânia foi motivo de comemoração para a torcida do time Azulino, já que o goleiro se destacou de maneira considerável no último Campeonato Candango. O sentimento de alegria por voltar à cidade goiana é recíproco e o arqueiro se diz feliz pela oportunidade de poder representar novamente as cores do clube na próxima temporada. Além de raça, o jogador promete comprometimento para alcançar os objetivos traçados pela equipe.

“Tenho uma identificação e um carinho muito grande pelo Luziânia e vai ser muito bom voltar. Estou doido para começar logo a pré-temporada para vestir a camisa do Azulão e tentar levar o time a mais uma final, indo depois para a Série D, Copa do Brasil e Copa Verde. Hoje a camisa do time é de peso. Vamos em busca do título com muita humildade e pés no chão”, prometeu, elogiando o projeto que foi montado pela equipe goiana, que buscará o tricampeonato local em 2019.

“Meu respeito por todos do clube e da cidade é muito grande. Eu dou a vida por eles para retribuir o carinho que têm por mim. Esse time está no meu coração”, contou Márcio Fernandes, que também elogiou os torcedores de outro clube que defendeu no Distrito Federal. “Tenho um carinho muito grande pela torcida do Gama. Essas duas torcidas ficaram marcadas, pois me apoiaram muito durante minha carreira e sempre foram extraordinárias comigo”, pontuou.

Além de Luziânia e Gama, Márcio vestiu as cores de Brasília, Bolamense, Brazlândia, Ceilândia, Formosa, Real, Ceilandense, Botafogo-DF e Sobradinho no Distrito Federal. Porém, o atleta fala do sonho de jogar em outra agremiação do futebol candango. “Tenho vontade de atuar no Brasiliense, um clube que tem calendário e está no cenário. Quem sabe um dia… mas também quero jogar uma Série A ou B. Trabalhamos para crescer na carreira e em todos os aspectos”, ressaltou.

Paracatu acerta contratação do zagueiro Léo Torres para o Campeonato Candango

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Léo Torres jogou o último Campeonato Candango com a camisa do Paranoá
Foto: Instagram/Léo Torres
Por Danilo Queiroz
Um dos clubes mais adiantados no planejamento para o Campeonato Candango de 2019, o Paracatu continua trabalhando forte para reforçar o elenco que representará o clube no torneio local na próxima temporada. A bola da vez do plantel do técnico Joel Cornelli é o zagueiro Léo Torres, que disputou a Segunda Divisão de 2018 com a camisa do Brazlândia e também atuou por Paranoá e Sobradinho.
Em contato com a reportagem do Distrito do Esporte, o jogador contou que o acerto com o Paracatu foi sacramentado na manhã de domingo (02/12). Léo Torres destacou que o projeto apresentado por Alisson Guirra, diretor de futebol da Águia do Noroeste, foi primordial para a escolha de defender as cores do clube em 2019. “Tinha outras propostas de alguns clubes do Distrito Federal e de fora, mas o convite me agradou bastante”, ressaltou.
Léo Torres também elogiou o elenco que está sendo montado pelo clube mineiro para a disputa do próximo Campeonato Candango. “O time vem muito forte para chegar ao título. Espero que em 2019 nós possamos alcançar todos os nossos objetivos”, continuou o zagueiro. No último sábado (01/12), o Paracatu anunciou através de suas redes sociais a contratação de outros três jogadores: o zagueiro Pierre Veiga, o volante João Marcos e o lateral Douglas Henrique.
O zagueiro também demonstrou felicidade pela oportunidade de vestir a camisa da Águia Mineira no próximo ano. Além disso, Leó Torres também deixou um recado para a torcida do clube, prometendo bastante disposição durante a disputa do torneio local. “Quero sempre agradecer a Deus por todas as oportunidades que vem me dando. Posso dizer que vou dar o meu máximo com a camisa do Paracatu”, frisou o defensor.
A estreia do Paracatu no Campeonato Candango de 2019 será no confronto diante do Luziânia, em 26 de janeiro, no estádio Serra do Lago. Já seu primeiro jogo como mandante no estádio Frei Norberto será na rodada seguinte diante do Gama. A pré-temporada dos comandados do técnico Joel Cornelli está agendada para começar na próxima segunda-feira, 10 de janeiro. 

Dos antigos aos atuais: veja a evolução dos escudos dos times do Candangão

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz

Escudos históricos, recheados de conquista e com modificações. Ao longo do tempo, os times do Distrito Federal se acostumaram a fazer algumas mudanças em seus maiores símbolos. Seja para atualizar as características ou para modificar por completo seus designs, algumas sutis e outras alterações drásticas deram outra cara para a identidade visual das agremiações.

Dos doze clubes do Candangão, apenas um manteve o design do seu escudo intacto, enquanto outros fizeram apenas pequenas alterações, como na fonte utilizada para os elementos textuais. A maioria realizou grandes mudanças no decorrer de suas histórias, com modificação de cores, formatos e siglas até chegarem nos formatos que são utilizados atualmente.

Bolamense
Fundado em 2009, o Bolamense praticamente não modificou seu escudo em seus nove anos de história no futebol candango. Apesar disso, o clube afro-brasileiro tem como destaque em seu visual a excentricidade adotada e que lhe gerou certa relevância nacional, já que diversos veículos de mídia do país deram destaque aos detalhes exóticos do clube.

Brasiliense
Em 18 anos de história, o Jacaré se notabilizou por uma ascensão meteórica no futebol do Distrito Federal e em âmbito nacional. Nove títulos candangos, final de Copa do Brasil, conquista de Série B, com consequente participação na primeira divisão do futebol brasileiro. Entretanto, o clube também se acostumou a alterar seu escudo. As mudanças até o modelo atual foram várias.

Quando venceu a Segunda divisão do Campeonato Candango, por exemplo, a agremiação utilizada um modelo branco com a sigla B.F.C. e outros detalhes em verde. O mais parecido com o atual foi adotado na temporada seguinte. De lá para cá, diversas mudanças foram feitas até o formato que está estampado no uniforme amarelo.

Capital
De volta à elite do futebol candango, a Coruja tem seus escudo marcado por duas fases. A primeira, quando ainda era a Sociedade Esportiva Maringá, time de futebol amador, e a segunda, quando se tornou o Capital Clube de Futebol. Com a alteração de nome, também veio uma mudança brusca no emblema, que teve ainda outra alteração após dois anos de fundação do clube.
Ceilândia
O Gato Preto do Distrito Federal não é marcado por fazer grandes alterações em sua simbologia e precisou apenas de uma modificação no seu escudo para chegar ao formato que está na camisa alvinegra até os dias atuais. Primeiro, a equipe utilizava apenas a tradicional caixa d’água com a grafia do time ao redor. No atual, foram inseridas apenas duas faixas pretas que deram o formato.
 
Formosa
Poucas alterações marcam a evolução da simbologia do Tsunami do Cerrado. O time alviverde ostenta o mesmo formato de escudo desde sua fundação de em 1978. As principais mudanças ocorreram na inserção de “paisagens” dentro da marca. A mudança da composição “futebol clube” para “esporte clube” é outro ponto visível.

Gama
Com 43 anos de história no futebol do Distrito Federal, o alviverde candango teve apenas três símbolos estampados em sua gloriosa camisa, que já conquistou 11 títulos do principal torneio local, sendo o maior detentor de taças, e uma Série B de Campeonato Brasileiro, que completa 20 anos em 20 de dezembro.

O primeiro item da simbologia gamense foi uma homenagem ao brasão do Distrito Federal. Em 1975, o Periquito utilizava o mesmo formato do emblema da capital, mas com  sigla S.E.G. em seu interior. A mudança para o formato utilizado até os dias atuais aconteceu em 1978, quando o arquiteto Alberto Farah criou um modelo que se diferenciasse de todos em Brasília.

Luziânia
O clube goiano foi o que teve as maiores modificações em sua logomarca. Ao longo da história, quatro modelos foram utilizados, com bruscas mudanças nas cores e formatos. Entre 1959 e 1995, por exemplo, o Azulino era alvinegro e tinha um símbolo que remetia ao do Santos. O atual foi adotado em 1995, quando o clube voltou a ter a alcunha ‘associação atlética’.
Paracatu
A evolução do escudo da Águia mineira acompanha as mudanças de sede que a agremiação teve ao longo dos seus 52 anos de história. Quando foi fundando com Unaí em 1966, o clube era alviverde e tinha um escudo no formato do utilizado pelo Santos. Enquanto esteve em Unaí, entre 2003 e 2008, a marca se assemelhava a um barco. O atual foi adotado em 2013 com a mudança para Paracatu.
Real
As modificações da simbologia do Leão do Planalto seguem a mesma lógica do Paracatu. Quando ainda se chamava Dom Pedro, o clube utilizou dois escudos diferentes entre 1996 e 2016. As cores também eram outras: o vermelho e branco. Em 2017, quando adotou a atual nomenclatura, o time realizou a alteração que culminou no formato atual.
Santa Maria
A Águia também teve algumas mudanças no seu símbolo durante seus 18 anos de história no futebol do Distrito Federal. O primeiro escudo, por exemplo, tinha como cores azul, branco e vermelho, em homenagem ao partido do então governador Joaquim Roriz, o Partido Progressista. As atuais cores foram adotadas em 2003, enquanto o formato foi incluso alguns anos depois.
Sobradinho
O atual campeão do Campeonato Candango teve quatro escudos em sua gloriosa história de 43 anos. O design redondo sempre foi parecido com o atual, com apenas as cores oscilando entre o alvinegro e a inserção de detalhes dourados. A maior mudança vigorou entre 1996 e 1997, quando o clube se chamou Botafogo Sobradinho e tinha um escudo no formato da matriz carioca.
Taguatinga
De volta às atividades de futebol profissional depois de 19 anos afastado, o Taguatinga Esporte Clube só teve dois escudos em todos os seus 54 anos de história. As mudanças, entretanto, não foram tão bruscas como em outras equipes. O princípio do escudo foi mantido, com apenas a águia, mascote da equipe, sendo inserido no modelo adotado após o retorno.