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Entenda porque as finais do Candangão serão disputadas no Mané Garrincha

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Atletico Mineiro e Itabirito
Foto: Divulgação/Portal da Copa

Por Danilo Queiroz

O Campeonato Candango de 2019 chegou ao seu ápice. Nos próximos dois sábados (13 e 20 de abril), Gama e Brasiliense irão se enfrentar no Estádio Nacional Mané Garrincha, às 16h, para definir com quem ficará o título de campeão do Distrito Federal na temporada. Nas redes sociais, torcedores, principalmente os gamenses, passaram a questionar o motivo de as duas decisões serem disputadas na arena da Copa do Mundo de 2014.

Alguns alviverdes, inclusive, tentaram criar uma campanha para levar uma das partidas decisivas para o estádio Bezerrão, onde o Gama costuma atuar nas partidas em que é mandante. Para esclarecer a situação, o Distrito do Esporte explica os motivos que fazem com que as finais do principal campeonato de clubes do futebol candango sejam disputadas no Mané Garrincha.

Antes de mais nada, é preciso esclarecer que os mandos de campo das finais não são dos clubes e sim da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF). No dia das partidas, obviamente, haverá um time indicado como mandante, mas isso serve apenas para critérios técnicos, não tendo influência nenhuma na organização das partidas, que ficará a cargo exclusivamente da mandatária do futebol local.

Clubes concordaram antes do torneio

A decisão de deixar as responsabilidades do mando de campo das finais nas mãos da FFDF virou praxe nos últimos anos e foi referendada no arbitral do Candangão. A citação, inclusive, está inserida no parágrafo 5 do capítulo II do Regulamento Específico da 44ª edição profissional do torneio local. Os termos receberam o aceite de todos os doze clubes participantes em reunião realizada em 5 de novembro de 2018.

Em 2013, quando o Mané Garrincha teve as obras de reforma concluídas, o segundo jogo  da final entre Brasiliense e Brasília inaugurou o palco da Copa de 2014, com a primeira partida sendo disputada no Serejão. De 2014 em diante, todas as decisões foram sediadas no maior estádio do Distrito Federal. Desde então, Brasiliense (duas vezes), Luziânia, Gama e Sobradinho comemoraram conquistas no local.

Públicos são superiores nas partidas de volta

Desde que as duas partidas da decisão do Candangão passaram a ser disputadas no Mané Garrincha, os públicos registrados revelam maior interesse nas partidas que definem de que lado fica a taça de campeão. Com exceção de 2013, que teve apenas o segundo jogo disputado no local, e 2014, que não há registros do segundo jogo, todas as edições seguintes tiveram um aumento considerável nos confrontos de volta.

O maior público registrado foi em uma partida que envolvia o Gama. Em 2015, o alviverde levou 24.046 pagantes na partida que decretou a conquista do título local diante do Brasília. A final que atraiu menos torcedores foi no primeiro jogo de 2016, quando Luziânia e Ceilândia venderam apenas 2.784 ingressos. Em partidas de volta, o menor público foi em 2018, quando 5.016 pessoas viram o Sobradinho ser tricampeão frente ao Brasiliense.

Como fica a renda?

A decisão de mandar as partidas finais do Campeonato Candango no Estádio Nacional Mané Garrincha também tem seu viés econômico. Já que o mando dos confrontos é da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), todos os gastos financeiros também ficam a cargo da mandatária. Com isso, as rendas das partidas são utilizadas prioritariamente para arcar com os custos das partidas.

Caso tenha superávit na renda das duas finais, ele será dividido entre as partes envolvidas na decisão do Candangão, que no caso da atual temporada também envolvem os finalistas Brasiliense e Gama. Há ainda a expectativa de que os jogos decisivos envolvendo o maior clássico do futebol candango quebre todos os recordes de bilheteria relacionado às finais no Mané Garrincha.

TV também tem influência

Detentora dos diretos de transmissão de todo o Campeonato Candango, a TV Globo também tem influência na decisão de os dois jogos acontecerem no Estádio Nacional Mané Garrincha. A escolha da arena da Copa do Mundo atende principalmente critérios técnicos que visam facilitar os trabalhos da emissora, que costumava, em anos anteriores, promover e transmitir a final do torneio local em sua grade local.

Os profissionais que atuam durante a partida, inclusive, em grande parte são deslocados de outros estados. O comentarista e ex-jogador Junior esteve em 2015. Para este ano, porém, ainda não há certeza de transmissão ao vivo em TV aberta. Com isso, assim como na última temporada, as finais do Candangão devem ser oferecidas ao público através do globoesporte.com.

Público das finais no Mané Garrincha
2013 – Brasiliense x Brasília
Jogo 2: cerca de 20 mil (apenas a segunda partida foi disputada no Mané Garrincha
2014 – Luziânia x Brasília
Jogo 1: cerca de 10 mil – Jogo 2: sem registro
2015 – Gama x Brasília
Jogo 1: 8.396 pagantes – Jogo 2: 24.046 pagantes
2016 – Luziânia x Ceilândia
Jogo 1: 2.784 pagantes – Jogo 2: 7.969 pagantes
2017 – Brasiliense x Ceilândia
Jogo 1: 3.296 pagantes – Jogo 2: 6.395 pagantes
2018 – Brasiliense x Sobradinho
Jogo 1: 3.309 pagantes – Jogo 2: 5.016 pagantes

Árbitro relata “briga generalizada e ofensas” em súmula de Brasiliense e Paracatu

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Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

Por Danilo Queiroz

As cenas lamentáveis que marcaram a classificação do Brasiliense diante do Paracatu no estádio Abadião, em Ceilândia, podem trazer prejuízo para o time amarelo. Escalado para apitar a partida, Vanderlei Soares escreveu na súmula oficial do jogo um extenso relato dos problemas ocorridos durante o jogo. Além da fatídica invasão de torcedores em campo, o juiz citou nominalmente dirigentes e jogadores dos dois clubes.

A confusão envolvendo a invasão de campo de torcedores do Brasiliense depois do apito final foi o principal ponto citado. Segundo palavras do juiz do jogo, “após o término da partida, houve uma confusão generalizada em campo. Na briga haviam jogadores de ambas as equipes e torcedores do Brasiliense. A PM teve que fazer uso de força e munições de efeito moral para dispersar jogadores e torcedores

Além da confusão, Vanderlei Soares citou diversos problemas de condutas envolvendo dirigentes do Paracatu. Segundo o árbitro, o “sr. conhecido popularmente como Major Elias, representante do time mineiro”, o ofendeu moralmente ao dizer “vai lá continuar a roubalheira que você começou”. Dirigente da Águia, Alisson Guirra também foi citado. “Você é muito safado. Pode me relatar pois não acontece nada”, teria dito o cartola.

Súmula confirma expulsões

Além de citar as confusões durante o jogo e após o apito final, o árbitro Vanderlei Soares também confirmou que aplicou quatro cartões vermelhos para jogadores de Brasiliense e Paracatu. Durante os noventa minutos de bola rolando, Acerola, do time mineiro, foi expulso por receber dois cartões amarelos por falta. Já Lúcio, do Jacaré, recebeu uma advertência por falta e outra por tirar o uniforme na comemoração do gol derradeiro.

Além disso, Radamés, do Brasiliense, e Cecel, do Paracatu, foram expulsos de forma direta após trocarem socos e pontapés na briga generalizada que sucedeu a partida. Vanderlei cita ainda ter presenciado um jogador do time mineiro agredindo um dos torcedores que entrou em campo com uma voadora. Porém, o atleta da Águia usava um colete por cima da camisa e isso impediu sua identificação.

Mais que uma final: com classificação, Gama alcança objetivo de ter calendário em 2020

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Foto: Fértil Comunicação/Gama

Por Danilo Queiroz

Em novembro, o Gama reapresentou o elenco que iria representar o time no Campeonato Candango, único torneio do alviverde na temporada. Desde aquela época, foram estabelecidas duas missões: chegar ao 12º título local e ir, ao menos, até a final para garantir calendário cheio para a temporada 2020. Este último foi alcançado no último domingo (7/4) após a vitória e classificação sobre o Real.

Durante a temporada, o discurso entre jogadores e comissão técnica ficou estava bastante alinhado. Institucionalmente, o alviverde também tratava os duelos diante do Leão do Planalto como suas finais particulares. Ainda durante o mês de fevereiro e frente às rodadas iniciais do Candangão, o volante Tarta, um dos destaques da vitoriosa campanha alviverde, foi o primeiro jogador a expor o desejo.

“O grupo está bastante unido e o motivo principal de todos os jogadores e comissão é um só: dar calendário ao Gama. Estou feliz por estar marcando gols importantes, mas ainda não está do jeito que eu quero e só vai estar bom mesmo, quando eu, junto ao grupo, conseguirmos dar um calendário para esse time”, afirmou o camisa oito, um dos pilares do técnico Vilson Tadei.

Nunes também destacou a importância do objetivo para o elenco gamense. Na época, o atacante estava começando a engatar sua fase artilheira. Atualmente, o camisa nove é o artilheiro do elenco alviverde ao lado de Jefferson Maranhão e Tarta com cinco gols. “Isso me ajudou a administrar a pressão pelo gol, a vontade de mostrar que eu farei de tudo para alcançar o meu objetivo no Gama, que é dar calendário ao clube”.

Presente na última vez que o alviverde chegou ao cenário nacional, o volante Tiago Gaúcho enalteceu a diretoria alviverde no processo. “Hoje a diretoria está presente, tudo está em dia, estamos juntos lutando todos os dias. Vivemos um bom momento e estamos bastante unidos. É um grupo muito bom, gente competente e boa de se trabalhar unidas no objetivo de dar calendário ao Gama”, frisou o camisa cinco.

O que espera o Gama em 2020

O primeiro passo do sonho da retomada no cenário nacional foi dado com a classificação para a grande final do Campeonato Candango. Agora, o alviverde terá pela frente diversos torneios em âmbito nacional para se reafirmar, já que os finalistas do torneio local garantem vaga na Série D do Campeonato Brasileiro, na Copa do Brasil e na Copa Verde – caso o torneio seja disputado ano que vem.

O Gama não participa da quarta divisão nacional desde 2015, quando foi campeão do Candangão pela última vez, mas acabou sendo eliminado ainda na primeira fase. Com o título, o alviverde se credenciou a disputar a Copa do Brasil de 2016, onde fez uma boa campanha e acabou se despedindo diante do Santos na terceira fase. No mesmo ano, chegou à final da Copa Verde, mas perdeu o título para o Paysandu.

Gama vence Real pelo placar mínimo e disputará título do Candangão contra Brasiliense

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Foto: Fértil Comunicação/Gama

Por João Marcelo e Lucas Espíndola

Depois de vencer a primeira partida por 2 a 1, fora de casa, o Gama recebeu o Real em seu estádio, o Bezerrão. A partida não valia só a ida à final, o tão sonhado calendário no segundo semestre também estava em jogo. Para os gamenses, bastava apenas um empate ou uma derrota por um gol de diferença para prosseguir. Do lado visitante, uma vitória por dois gols de diferença era a única chance de continuar na competição.

No fim, melhor para os mandantes. A equipe comandada por Vilson Tadei continua invicta na competição, com um impressionante retrospecto de 15 jogos, 13 vitórias e 2 empates. Os dois próximos compromissos serão contra o seu maior rival, Brasiliense. As duas equipes disputarão o título do Candangão 2019 e já garantiram vaga na Série D, Copa do Brasil e Copa Verde do ano que vem.

PRIMEIRO TEMPO COM EMOÇÃO NO FIM

Aproveitando a boa presença de sua torcida, o Gama chegou primeiro ao ataque com o artilheiro Nunes. O centroavante gamense tentou um calcanhar, mas a bola saiu fraca e Léo Rodrigues defendeu sem dificuldades. Logo após foi a vez do Real mostrar perigo com Kaio Nunes, o atacante chegou à área após uma indecisão da defesa do Gama e chutou por cima.

O Real, precisando do resultado, chegou com perigo em uma boa falta cobrada por Filipe Cirne, obrigando Rodrigo Calaça a fazer excelente defesa. Andrei Alba, também em bola parada, tirou tinta da trave do arqueiro gamense. Quando o Real era melhor na partida, o Gama jogou um balde de água fria com o gol de Tarta, acertando de primeira o canto do goleiro Léo. A situação do Leão do Planalto ficou mais complicada quando Cirne foi expulso e a equipe de Paulo Pereira foi em desvantagem no placar e nos jogadores.

SEGUNDO TEMPO COM FINAL FELIZ PARA O GAMA

O segundo tempo começou e a tensão aumentou. O Real precisava fazer três gols para ir à final e conquistar as disputadas vagas para competições nacionais. Com o placar adverso, a equipe abriu espaço e viu o Gama chegar com perigo logo aos 4 minutos. Jefferson Maranhão limpou dois jogadores do Leão do Planalto, tocou para Nunes, que chutou e viu Léo fazer belíssima defesa.

Na metade do segundo tempo, Andrei Alba assustou Calaça duas vezes. A primeira em uma bela falta jogada para escanteio pelo arqueiro gamense. A segunda veio logo após no escanteio, o atleta do Real bateu fechado e por pouco não sai gol olímpico no Bezerrão. O time de Paulo Pereira ainda tentou, mas sem êxito. O Gama vence, chega à final e voltará a ter calendário em 2020.

GAMA 1 x 0 REAL – CANDANGÃO 2019 (JOGO 2 – SEMIFINAL)

Estádio Bezerrão, Gama (DF) – Público: 5.145  presentes – Renda: R$ 66.320,00

GAMA: Calaça; Felipe Tavares, Emerson, Gustavo, Mário Henrique; Wagner, Tarta, Gilsinho (Wanderson); Wisman (Felipe Werley), Jefferson Maranhão e Nunes (Betinho).

Técnico: Vilson Tadei

REAL: Leo Rodrigues; Caique, Hyago, Jailton, China; Andrei Alba, Robinho, Paulinho, Filipe Cirne; Kaio Nunes e Daniel.

Técnico: Paulo Pereira

Em jogo de cinco gols, Brasiliense vence Paracatu e está na final do Candangão

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Por Stefany Fernanda

O Brasiliense é o primeiro finalista do Campeonato Candango de 2019. Na tarde deste domingo (7/4), o Jacaré recebeu o Paracatu no estádio Abadião, em Ceilândia, precisando vencer para avançar à decisão. Em um jogo repleto de reviravoltas, o time amarelo se impôs sobre a Águia mineira nos acréscimos para carimbar o passaporte para a decisão do Candangão.

Com a vitória, o Brasiliense avançou para a sua terceira final seguida de Candangão e disputará o título do Campeonato Candango de 2019 e espera o fim do jogo entre Gama e Real para conhecer seu adversário na decisão. As duas partidas derradeiras do torneio local serão disputadas nos próximos sábados, 13 e 20/4, no Estádio Nacional Mané Garrincha. Não há vantagem para nenhum lado.

Primeiro tempo de movimentação

Em um primeiro tempo bastante acirrado, o Paracatu abriu o placar logo aos 4 minutos. Em uma jogada pela esquerda, Diego Nogueira finalizou e Sucuri pegou. No rebote, a bola caiu no pé Rychely: 1 a 0. Aos 10 minutos, o Jacaré ameaçou com Aldo finalizando de fora da área. Aos 32 minutos, após uma cobrança de escanteio, Aldo teve nova chance de cabeça, mas a bola passou raspando a trave.

No finzinho do primeiro temo, o Jacaré tomou a frente do placar. Aos 45 minutos, Lucio cruzou rasteiro nos pés de Romarinho, que empatou placar para o time amarelo. A virada do Brasiliense veio quatro minutos depois. Em cobrança de escanteio de Gleissinho, Badhuga subiu mais alto que toda a marcação do Paracatu e colocou os mandantes em vantagem e com um resultado que garantia a ida à final.

Segundo tempo tem drama até o fim

Mesmo à frente, o Brasiliense começou o segundo tempo pressionando. Logo aos 2 minutos, Maikon Leite quase ampliou o placar. Precisando de no mínimo um gol para ir à decisão, o Paracatu não se intimidou com a pressão e seguiu bem no jogo. Aos 16 minutos, Emerson chutou de fora da área, mas a bola foi por cima. Aos 20 minutos, a primeira chance real de gol dos mineiros foi defendida por Sucuri.

Aos 34, Lúcio balançou a rede, mas o juiz marcou impedimento. Aos 43, o Paracatu chegou pertíssimo do objetivo. Em cobrança de pênalti, o lateral-esquerdo Danilo Itaporanga deslocou o goleiro Edmar Sucuri e empatou o jogo. O resultado dava a vaga aos mineiros. Com isso, o Brasiliense foi para o abafa até que, aos 48, o zagueiro Lúcio fez o gol que colocou o Jacaré na decisão do torneio local.

Confusão marca fim do jogo

Em comemoração ao gol, o jogador foi para a torcida, tirou a camisa, levou o seu segundo cartão no jogo e foi expulso. O apito final acabou sendo seguido de cenas lamentáveis. Com a classificação, diversos torcedores do Brasiliense invadiram o campo e partiram para cima dos jogadores do Paracatu. Para conter a confusão, a Polícia Militar fez uso de bombas de efeito moral.

BRASILIENSE 3

Edmar Sucuri; Alex Murici; Lucio; Badiuga; Radames (Erick Flores); Gleissinho; Maikon Leite; Aldo(Gabriel); Gilvan; Almir; Romarinho (Emerson)

Técnico: Ricardo Antônio

PARACATU 2

Gabriel; Henrique; Breno; Hicaro; Acerola (expulso); Danilo Itaporanga; Davi; David Manteiga; Leandro Aguiar; Rychely (Igor Pato); Diego Nogueira (Batata)

Técnico: Antonio Carlos Buião

Em jogo marcado pelo equilíbrio, Corinthians elimina Universo/Brasília do NBB

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Foto: Divulgação/Corinthians

Por João Marcelo

O Universo chegou à São Paulo com uma dura missão: vencer o Corinthians dentro de seu território, o Ginásio Wlamir Marques. As equipes paulista e brasiliense estavam empatadas em 1 a 1 na série, a primeira vencida pelo time da capital federal e a segunda pelo alvinegro. A decisão ficou para a cidade da garoa por conta da melhor campanha do clube do estado.

Com a vitória dos paulistas, o Univero/Brasília dá adeus à NBB e começa a planejar o futuro de sua equipe. Se a equipe brasiliense digere a derrota, a paulista vibra com a classificação. O Corinthians irá para as quartas enfrentar o Flamengo, que terminou a fase de classificação em segundo lugar, atrás apenas do Sesi/Franca. Como terminou melhor colocado, o Flamengo jogará a última, caso necessário, em casa.

Primeiro tempo equilibrado

O primeiro quarto foi extremamente equilibrado, assim como já era previsto. Os donos da casa, Corinthians, procurou arremessar mais, foram 22 entre 3 pontos, 2 pontos e lances livres. Destes, apenas 11 foram convertidos, totalizando 18 pontos em 41 possíveis. Do lado brasiliense, foram apenas 15 tentativas e 9 convertidas, fazendo 15 dos 29 pontos. Humberto (Corinthians) e Graterol (Universo) foram os que tiveram o melhor aproveitamento, 4 pontos em 4 possíveis.

No quarto seguinte, mais equilíbrio e um aproveitamento baixíssimo das equipes. Foram 12 pontos em 45 possíveis pelo lado brasiliense, um aproveitamento de apenas 26,7%. Mesmos números de Nezinho, apenas 4 pontos em 15. As mãos alvinegras também estavam descalibradas. Com isso, o jogo perdeu em nível técnico e foi para o intervalo com a mandante vencendo por 33 a 27.

Segundo tempo com emoção

No terceiro quarto, dois nomes foram destaques: Graterol (Universo) e Fuller (Corinthians). O armador corintiano distribuiu bem o jogo e pontuou, levantando a torcida presente no ginásio. O venezuelano da equipe brasiliense soube usar sua força característica e botou a sua equipe de volta à partida. Ele e seus companheiros venceram o primeiro quarto e diminuíram para três pontos a diferença, 44 para o Corinthians, 41 para Universo/Brasília.

O último quarto criou enorme expectativa em quem assistia a partida. Graterol, ele novamente, calibrou a mão e acertou 5 dos 6 arremessos que fez. Seus seis pontos levaram o Universo/Brasília a diminuir novamente em três pontos o placar, terminando o tempo regulamentar em 60 a 60, levando a partida para a prorrogação.

Prorrogação corintiana e desespero brasiliense

Se durante o jogo, o equilíbrio foi a palavra-chave, na prorrogação isso mudou completamente. Com Graham irreconhecível e Giovannoni inspirado, o Corinthians atropelou a equipe brasiliense. O ala/armador errou muitos ataques e viu seu rival deslanchar. O ala/pivô do timão chamou a responsabilidade e ditou o tom dos cinco minutos finais, decretando a vitória de sua equipe, 23 a 14 para os paulistas no quarto final.

JK Shopping recebe evento de tênis de mesa

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Foto: Ana Caroline Martins/Distrito do Esporte

Por Ana Caroline Martins

Hoje, 6 de abril, é comemorado o Dia Mundial do Tênis de Mesa. Em homenagem ao esporte, o JK Shopping, em Taguatinga, abriu suas portas para o 4º torneio de tênis de mesa ASMETT – Associação dos Mesatenistas de Taguatinga. E neste fim de semana, 6 e 7 de abril, você terá a oportunidade de acompanhar mais de perto essa modalidade que estará na próxima Olimpíada.

O evento contará com a participação do atleta Cazuo Matsumoto, o primeiro atleta latino americano a ganhar uma etapa do Circuito Mundial. Serão cerca de 80 mesatenistas em busca das melhores posições. Os 12 primeiros colocados serão desafiados por Cazuo Matsumoto. Entre os participantes que já estão inscritos, os destaques são: Murilo Rodrigues, Antônio Marcos e Abner Cortinhas, que são atualmente os três melhores no ranking da Federação de Tênis de Mesa do Distrito Federal (FTMDF).

A competição será dividida em quatro divisões . A primeira e segunda divisão ocorrerá neste sábado, 6/4, e a terceira e quarta no domingo. Haverá ainda uma quarta divisão para iniciantes que será aberta para a participação do público. Para participar a taxa é de R$30. As inscrições já estão abertas e poderão ser feitas pelo telefone (61) 99623-4103 e as vagas são limitadas. No domingo, caso existam vagas, a inscrição ocorrerá até 30 minutos antes das partidas.

E para quem já se garante na modalidade ou quer se arriscar e tentar pegar um saque, no domingo às 14h, haverá um momento de interação com o público. O atleta olímpico Cazuo Matsumoto irá desafiar e dar dicas para quem estiver passando pelo local do evento, com direito a brindes para quem conseguir devolver os saques na mesa. Para saber mais sobre o evento, clique aqui.

Brasiliense age rápido e fecha com Ricardo Antônio para a temporada

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Foto: Reprodução/YouTube

Por Danilo Queiroz

O cargo de treinador do Brasiliense já está ocupado. Após confirmar o pedido de demissão de Adelson de Almeida na manhã desta sexta-feira (5/4), o Jacaré agiu rápido e já confirmou o técnico Ricardo Antônio como substituto. Bicampeão candango com o Luziânia em 2014 e 2016, o treinador chega para tentar conquistar o 10º título do clube amarelo.

Comandando o Taguatinga desde a última temporada, Ricardo Antônio vem de momentos distintos. No ano passado, se consagrou ao levar o TEC de volta à primeira divisão do Campeonato Candango. Já em 2019, manteve a Águia na elite, mas não alcançou o objetivo de levar o clube ao mata-mata do torneio local.

Na temporada de 2017, Ricardo Antônio teve outra temporada bem-sucedida em âmbito local ao conquistar o vice-campeonato da Segunda Divisão do Distrito Federal comandando o Samambaia. Em 2018, porém, o treinador também teve uma passagem sem sucesso pelo Gama.

Ricardo Antônio chega com uma missão certa nas mãos. No próximo domingo (7/4), o treinador comandará o Brasiliense na segunda partida das semifinais do Candangão diante do Paracatu. No jogo de ida, o Jacaré acabou derrota por 1 a 0. Com isso, o único resultado que importa é a vitória, já que o empate dá a vaga na final aos mineiros.

Além da reta final do Campeonato Candango, o Brasiliense tem mais dois torneios nacionais previstos no calendário. Já no fim de abril, o time amarelo começa a atuar pela Série D do Campeonato Brasileiro, maior obsessão da temporada. No segundo semestre, o Jacaré tem prevista a disputa da Copa Verde.

Brasiliense confirma desligamento de Adelson do clube

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Por Danilo Queiroz e João Marcelo

O que era esperado aconteceu: Adelson de Almeida não é mais treinador do Brasiliense. O agora ex-comandante amarelo pediu para deixar o clube durante a quinta-feira (4/4) e teve o pedido atendido pela diretoria amarela, que acabou não fazendo esforço por sua permanência.

A informação da saída do treinador foi confirmada pelo clube amarelo na manhã desta sexta-feira (5/4). Segundo o próprio Adelson de Almeida, ele decidiu que entregaria o cargo de treinador do Jacaré durante a manhã e a saída foi concretizada com o clube durante o dia. O clube, por sua vez, não realizou esforços para manter o profissional.

A segunda passagem de Adelson de Almeida pela Boca do Jacaré termina após uma polêmica. Após a derrota para o Paracatu no jogo de ida das semifinais, o treinador se desentendeu, através de redes sociais, com torcedores que o criticavam. Em entrevista ao Distrito do Esporte, ele se desculpou pela atitude.

Passagem registrou recorde

Ao todo, Adelson dirigiu o Brasiliense em 15 partidas, acumulando 10 vitórias, três empates e duas derrotas. No Candangão, deixa o clube em desvantagem nas semifinais. Na Copa do Brasil, acabou eliminado ao não sair do zero diante do CRB no estádio Serejão, em Taguatinga.

No comando de Adelson, o Jacaré conseguiu alcançar um recorde expressivo ao se tornar o time que ficou mais tempo sem ser vazado na história do Campeonato Candango. Ao todo, a defesa amarela ficou invicta por sete jogos. Na parte ofensiva, o time acumulou o segundo melhor ataque do torneio local.

Gama vence Real e coloca um pé nas finais do Campeonato Candango

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Foto: Fértil Comunicação/Gama

Por Danilo Queiroz

Um jogo digno das campanhas na primeira fase. Assim pode ser definido a partida de ida das semifinais do Campeonato Candango entre Real e Gama. O jogo foi disputado na noite de quinta-feira (4/4), no estádio Mané Garrincha. Jogando melhor em grande parte do jogo, o alviverde venceu por 2 a 1.

O triunfo aumentou a vantagem que o Gama possuía no confronto. Por ter feito melhor campanha que o aurianil na fase de classificação do torneio local, o alviverde joga por dois resultados iguais para chegar à final do Candangão. Portanto, pode perder por até um gol de diferença no segundo jogo, que será disputado domingo (7/4), às 17h, no Bezerrão.

Primeiro tempo mais lento

Apesar do bom jogo, o primeiro tempo acabou começando bastante truncado. Com os times se estudando, as boas oportunidades demoraram a acontecer. Wisman e Jefferson Maranhão tentaram, mais não estufaram às redes. No entanto, o objetivo gamense foi alcançado aos 18 minutos. Em cobrança de falta despretensiosa, Mário Henrique cobrou sem muita força e Léo Rodrigues aceitou: 1 a 0.

Mesmo atrás do placar, o Real tinha dificuldades para dominar o jogo devido à posse de bola gamense. Mesmo melhor no jogo, o Gama não conseguia concretizar as chances. Aos 40, veio o castigo: em cobrança de falta magistral, Andrei Alba colocou a bola no ângulo, sem nenhuma chance para Calaça, e empatou o jogo.

Segundo tempo com domínio verde

Na volta do intervalo, o Gama aumentou o ímpeto e começou a dominar a partida. O alviverde chegou a marcar com Wisman, mas a arbitragem marcou impedimento. Na sequência, o alviverde empilhou bons lances, mas Wisman e Gilsinho acabaram não aproveitando as oportunidades criadas.

Aos 27, a insistência do Gama foi recompensada: em cobrança de falta na área, o capitão Emerson subiu mais alto que toda a zaga do Real e desempatou para os visitantes. Mesmo na frente, o alviverde manteve o ímpeto e brecou qualquer chance do aurianil reagir. Fim de jogo: Real 1 x 2 Gama.

REAL 1 x 2 GAMA – CANDANGÃO 2019 (JOGO 1 – SEMIFINAL)

Estádio Mané Garrincha, Brasília (DF) – Público: 1.776 pagantes – Renda: R$ 26.300,00

REAL: Leo Rodrigues; Caique, Hyago, Jailton e China; Graxa, Andrei Alba, Robinho (Paulinho) e Felipe Cirne; Kaio Nunes e Murilo Magno (Daniel). Técnico: Paulo Pereira

GAMA: Calaça; Felipe Tavares, Emerson, Gustavo e Mário Henrique; Wagner, Tarta (Júlio César) e Gilsinho (Wanderson); Wisman, Jefferson Maranhão (Felipe Werley) e Nunes. Técnico: Vilson Tadei