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Pensando Alto com Teló #6 – Copa “Ilusões” América

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Por Mateus Teófilo

O texto a seguir se trata de um artigo de opinião e, portanto, é de inteira responsabilidade de seu autor. As opiniões nele emitidas não estão relacionadas, necessariamente, ao ponto de vista do Distrito do Esporte.

Maurício “Shogun” Rua, Anderson “Spider” Silva, Quinton “Rampage” Jackson, Júnior Cigano dos Santos. No mundo das lutas, é quase uma tradição adicionar um apelido no meio do nome na hora de criar um pseudônimo. É como se o lutador tentasse, já pelo nome, se impor ao adversário, ameaçá-lo. No mundo do futebol não tem isso. Mas o Brasil tem, atualmente, um adversário que ameaça, apesar de não se impor tanto. Não, não é a Argentina. Também não é o Uruguai. E nem o Chile, Colômbia e nenhuma outra seleção. É o próprio torneio.

Se coubesse a mim escolher o apelido presente no pseudônimo desse oponente, não pensaria nem duas vezes antes de responder: ilusões. Copa “Ilusões” América. O adversário que o Brasil precisa nocautear se quiser reconquistar a confiança de sua torcida. Só que até agora, parece estar se deixando levar pela ginga do rival.

“O melhor jogo de Tite no comando da seleção”. “8 gols marcados e nenhum sofrido”. “Agora, sim, é o Brasil!”. Foram apenas algumas das frases que ouvi, tanto de torcedores quanto de comentaristas, sobre o desempenho do Brasil até aqui. Mas a pergunta é: estamos realmente com essa bola toda, ou só estamos aproveitando a enorme fragilidade dos adversários pra “chutar cachorro morto”?

Bolívia, Peru e Venezuela. A Bolívia foi simplesmente o saco de pancadas do grupo A. O Peru nunca teve expressão nenhuma no mundo do futebol, assim como a Venezuela. O Brasil passou fácil pelos dois primeiros, e ainda conseguiu o feito tropeçar contra o último. Vencer 2 de 3 jogos é ruim? Não mesmo. É bom? Longe disso. Pra quem pensa em Copa do Mundo, esse desempenho em Copa América é no máximo razoável. E é aí que entra o torneio como grande oponente, e as ilusões como grande imposição à seleção brasileira: é preciso manter os pés no chão.

No início de Tite no comando, estávamos nas eliminatórias. Enfrentando esses mesmos adversários. Show atrás de show. Passeio atrás de passeio. E de repente éramos, novamente, “o país do futebol”.

Até que veio a Copa do Mundo

E o que ela nos mostrou? Que no papel somos fortes. Contra os pequenos, somos gigantes. Mas, contras os grandes? Parece que não somos quem pensamos ser. Somos, numa comparação meio tosca, o PSG das seleções: acostumados com o fraco campeonato local, enchemos a bola. E na hora de entrar na competição que realmente vale, a bola murcha.

E agora o filme vai se repetindo. E aqui vamos nós, mais uma vez. “Agora sim, é o Brasil”. É, de fato, uma Copa “Ilusões” América. Saindo dela, cheio de falsa pompa, virão os amistosos “preparatórios”. Provavelmente contra Azerbaijão, Haiti, e outras “poderosas” seleções que têm tanta chance de ir para a Copa do Mundo quanto eu de ir pra lua. E então chegaremos em 2022.

E o filme se repetirá. E todos os problemas terão começado aqui, em nosso próprio território. Por termos acreditado que, passando por Peru, Bolívia e cia, tínhamos “voltado a ser Brasil”.

Por termos ido à lona, sem nem ao menos perceber, nocauteado pela Copa “Ilusões” América.

Botafogo/DF aposta em Danilo Fiuza para ressurgir no cenário local

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Por Danilo Queiroz

Seis temporadas. Esse é o tempo que o Botafogo/DF está afastado da elite do futebol do Distrito Federal. Após chegar a elite como sensação do esporte local em 2010 e disputar quatro edições do Campeonato Candango, o alvinegro acabou sendo rebaixado em 2013 e agora espera ressurgir no cenário esportivo local. Para isso, o Fogão decidiu apostar em um técnico com bastante bagagem e Danilo Fiuza será o responsável por dirigir o clube na disputa da Segunda Divisão.

Em contato com a reportagem do Distrito do Esporte, o clube começou a detalhar o planejamento e confirmou o nome do treinador, que atualmente está dirigindo o elenco alvinegro no Campeonato Candango de Juniores, para encabeçar a comissão técnica na disputa da Segundinha. A expectativa é que Fiuza também aproveite alguns nomes do elenco de juniores para integrar a equipe profissional. Na divisão de acesso, cada time pode ter cinco atletas das categorias de base.

Em relação aos demais jogadores que irão vestir a camisa alvinegra na Segunda Divisão, o Botafogo/DF preferiu ser enigmático. A única garantia passada pelo clube é que reforços já estão sendo viabilizados. Alguns deles, ainda de acordo com informações fornecidas pela assessoria de imprensa do Fogão, podem vir de fora do país. “Existem negociações com nomes do futebol nacional e até internacional, mas estamos trabalhando em off”, limitou-se a dizer em comunicado oficial.

Estreia na Segundinha será em 24 de agosto

Mesmo sem ainda ter divulgado uma data de apresentação do elenco, o Botafogo/DF já está contando os dias para a Segunda Divisão. Na divisão de acesso, o alvinegro tem o primeiro compromisso marcado para 24 de agosto. O adversário na estreia em busca do acesso será o Cruzeiro. Em 2019, o torneio será disputado em sistema de pontos corridos, com todos os participantes se enfrentando. Ao fim do torneio, os dois melhores times garantem as vagas no Candangão 2020.

Acertado com PC Alencar, Brasília busca últimos nomes para a Segundinha

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Por Danilo Queiroz

Terceiro maior campeão da história do Campeonato Candango com oito títulos conquistados, o Brasília aposta na força e tradição de sua vitoriosa camisa para se reencontrar com seus dias gloriosos. Agonizando na Segunda Divisão local desde 2018, o Colorado vê na atual temporada a grande chance de dar fim ao calvário e retornar à elite do futebol do Distrito Federal. Para concretizar o desejo, o Avião já está planejando sua participação no torneio de acesso.

Inclusive, o Colorado já se lançou no mercado em busca de jogadores que absorvam a identidade vencedora do clube. Até o momento, 90% do elenco já está acertado. “Agora estamos em busca de jogadores-chave que sejam decisivos para nos recolocar na primeira divisão do Candangão”, afirmou o Brasília através de sua assessoria de imprensa. A intenção dos dirigentes é anunciar todo o elenco no decorrer do próximo mês. Até lá, a ordem é manter em sigilo os que já foram contratados.

Porém, os nomes da comissão técnica que irá conduzir a missão de recolocar o Brasília na primeira divisão local não são mais segredo. Acertado com treinador Paulo César Alencar, que começou a temporada de 2019 no comando do Bolamense no Candangão, o Colorado definiu que buscará apenas mais um nome para completar o seu staff. Os outros nomes já contratados para a Segundinha são o roupeiro Bakana e o preparador de goleiros Souza.

Pré-temporada será depois do Candanguinho

Focado na participação no Campeonato Candango de Juniores, onde ainda briga para garantir uma vaga na segunda fase, o Brasília decidiu iniciar os trabalhos dos jogadores profissionais apenas após o fim da participação do clube no torneio de base. Porém, o Colorado tratou de estabelecer um “deadline” e a definição da data de início da pré-temporada dos atletas que irão disputar a Segunda Divisão deve acontecer até 10 de julho. O último compromisso na etapa de grupos do Candanguinho é em 14 de julho.

Estreia na Segundinha será em 24 de agosto

Caso o planejamento se confirme, o Brasília terá cerca de 45 dias para se preparar em busca de um lugar no Candangão 2020. Na Segundinha, o Colorado tem o primeiro compromisso marcado para 24 de agosto, dia da estreia da competição. O adversário na estreia da divisão de acesso será o Planaltina. Em 2019, o torneio será disputado em sistema de pontos corridos, com todos os participantes se enfrentando. Os dois melhores ao fim do torneio garantem as vagas na primeira divisão local.

Brasiliense manterá treinos até a estreia na Copa Verde; Reinaldo deixa o clube

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Por Danilo Queiroz e João Marcelo

Após ser surpreendido e eliminado da Série D do Campeonato Brasileiro diante do Vitória/ES dentro de casa, o Brasiliense aposta no trabalho para juntar os cacos da queda e recomeçar visando a disputa da Copa Verde, a última competição do calendário amarelo na temporada 2019. Depois de um dia de folga, o elenco amarelo retomou os trabalhos em seu CT nesta quarta-feira (26/6) visando a estreia no torneio regional, onde voltará a medir forças com o algoz capixaba.

Com a eliminação precoce, o clima de tristeza pautou o retorno do elenco aos trabalhos. Nas primeiras atividades da semana, os jogadores do Jacaré realizaram trabalhos físicos sob a orientação do preparador físico Adriano. Como o clube não terá jogos pelos próximos 30 dias, a diretoria amarela definiu que o grupo do técnico Ricardo Antônio realizará treinos diários em dois períodos. Após a readequação física, o comandante focará nos trabalhos táticos, já focando no primeiro encontro com o Vitória/ES.

Para tentar manter os atletas com o ritmo de competição necessário para a Copa Verde, o Brasiliense planeja realizar alguns jogos-treino em seu CT. A prática, inclusive, se tornou praxe da equipe nas vezes em que contou com semana cheia para trabalhar. Nas ocasiões, o clube amarelo optou por enfrentar times do Distrito Federal que estão sem calendário. Desta vez, a intenção do Jacaré é enfrentar elencos mais gabaritados e a diretoria está fazendo contato com times da Região Centro-Oeste.

Atacante Reinaldo deixa o clube

Após adiar a aposentadoria e disputar mais um Campeonato Candango e a Série D com o Brasiliense, o atacante Reinaldo acertou a rescisão de seu contrato com o clube amarelo após a eliminação na competição nacional. Em três anos no Serejão, o experiente jogador de 40 anos de idade vestiu a camisa do Jacaré em 50 oportunidades, marcou 18 gols e conquistou um título do torneio local. A saída de um dos atletas mais experientes do elenco pode ser apenas a primeira de outras antes da Copa Verde.

Copa Verde 2019

Garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil, a Copa Verde terá bola rolando após a disputa da Copa América. A estreia do Brasiliense na competição regional será diante do Vitória/ES e está prevista para acontecer em 24 ou 25 de julho no Espírito Santo. O jogo de volta será no Serejão em 31 de julho ou 1º de agosto. As datas e o horário serão definidos pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nos próximos dias. Quem avançar terá pela frente o Goiás-GO.

Empates e goleada marcam sexta rodada do Candanguinho 2019

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Arte: João Marcelo/Distrito do Esporte

Por João Marcelo

O Campeonato Candango de Juniores está chegando a sua reta final. Seis dos nove jogos de cada equipe já foram realizados e têm equipes próximas ao mata-mata. Clubes disputando a cada rodada uma vaga no G4 e outros sem quaisquer chances de classificação. Ainda há times que não perderam, outros que não venceram e equipes com defesas quase intransponíveis.

Dividindo a liderança desde o início, Gama e Real poderiam garantir a vaga já nesta rodada. Capital, Legião e Botafogo pontuavam sete pontos, oito atrás dos líderes. O Bolamense não desgarrava e se mantinha perto do sonhado G4 com seis pontos, na sexta posição. ARUC e Paranoá somavam quatro pontos, mas a equipe do Cruzeiro ganhava no saldo de gols, -4 contra -7. Para fechar o Grupo A, Santa Maria e Planaltina dividiam as duas últimas posições com dois pontos cada.

O embolado Grupo B se apresentava com três times dividindo a liderança: Paracatu, Formosa e Taguatinga. A diferença entre eles era pelo saldo de gols, 11, 9 e 7, respectivamente. O CFZ fechava o G4 com nove pontos, mas tinha a equipe de Luziânia na cola, com oito pontos. Na sexta e sétima posições, Brasília e Brazlândia somavam seis pontos cada. O Cruzeiro, com quatro pontos, ocupava a oitava colocação. Samambaense era o nono e na lanterna, Ceilandense sem nenhum ponto conquistado.

Quer empate? Temos muitos no Grupo A

Cinco jogos e quatro empates, esse foi o panorama do Grupo A no fim de semana. Os três primeiros foram no sábado (22/06), ambos às 15:30. No estádio JK, o Legião recebeu o Planaltina e ficou no 1 a 1. O resultado tirou o Galo da lanterna e manteve a quarta colocação do Time do Rock. Bolamense e ARUC não balançaram as redes no Campo da Edilândia. A onça continuou em sexto lugar e o time do samba caiu para o sétimo. E o vice-líder Real também ficou no 0 a 0 com o Botafogo e as equipes mantiveram suas posições, Leão do Planalto em segundo, Glorioso do Cerrado em quinto.

Pela manhã do domingo (23/06), o líder Gama entrou podendo já garantir a sua classificação à próxima fase. Porém, o empate em 2 a 2 com o Capital não foi o suficiente. A equipe gamense manteve a primeira posição e a Coruja continuou na terceira, com oito pontos. E o único vencedor do grupo na rodada foi o Paranoá. A Cobra Sucuri saiu do estádio JK com três pontos ao derrotar o Santa Maria por 2 a 1 e passou a ocupar a sétima posição, agora com um ponto a menos do que o G4.

Próxima rodada

  • Planaltina (9º) x Botafogo (5º)
  • Gama (1º) x Real (2º)
  • ARUC (8º) x Capital (3º)
  • Santa Maria (10º) x Bolamense (6º)
  • Legião (4º) x Paranoá (7º)
Arte: João Marcelo/Distrito do Esporte

Brazlândia impiedoso e Formosa de volta à liderança

A bola começou a rolar pelo Grupo B no sábado (22/06) às 10:30 com a partida entre Taguatinga e Brasília. As redes não foram balançadas no CT do Taguatinga e o Colorado perdeu uma posição, ocupando agora a sétima. E um pouco mais tarde, às 15:30, o Formosa recebeu o Paracatu no estádio Diogão e venceu por 3 a 0. O resultado levou a equipe goiana à liderança e tirou a própria equipe mineira da primeira posição. A Águia do Noroeste caiu três posições e fecha o G4.

O novo vice-líder do grupo é o CFZ. Isso graças à vitória sobre o Luziânia por 2 a 1 no Campo do Girassol no sábado (22/06). A derrota da Igrejinha fez o time perder uma posição e cair para o sexto lugar. E o Cruzeiro voltou a vencer – desde a primeira rodada não acontecia – na competição. Apesar do placar de 3 a 1 sobre o Samambaense, as posições dos clubes não mudaram. E para fechar o grupo, o Brazlândia aplicou uma impiedosa goleada sobre o Ceilandense, 9 a 0. Foi a maior diferença de placar até o momento.

Próxima rodada

  • Brasília (7º) x Luziânia (6º)
  • Paracatu (4º) x CFZ (2º)
  • Cruzeiro (8º) x Formosa (1º)
  • Ceilandense (10º) x Samambaense (9º)
  • Taguatinga (3º) x Brazlândia (5º)
Arte: João Marcelo/Distrito do Esporte

 

Brasília será a casa da seleção na Liga das Nações de Vôlei até 2022

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Foto: Silvio Ávila/FIVB

Por Danilo Queiroz

Na última semana, a Liga das Nações de Vôlei embalou o cenário esportivo do Distrito Federal. Em três dias, o Ginásio Nilson Nelson recebeu seis jogos da primeira rodada da competição internacional e deixou um gostinho de quero mais nos torcedores que prestigiaram o torneio ao vivo na capital federal. Na sexta-feira (24/5), os amantes da modalidade receberam uma excelente notícia ao saberem que o torneio voltará a Brasília pelo menos nos próximos três anos.

Com o sucesso da passagem do torneio em terras candangas, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e o Governo do Distrito Federal (GDF) firmaram um acordo para que Brasília ganhasse o status de casa das seleções brasileiras feminina e masculina nas temporadas 2020, 2021 e 2022 da Liga das Nações. A viabilização evento será feita pelo Executivo local. Em contrapartida, a CBV proverá um trabalho de iniciação no voleibol em escolas e nos 14 centros olímpicos da capital federal. A ideia é deixar um legado esportivo no DF.

Participaram da reunião que sacramentou a decisão o Diretor Executivo da CBV, Radamés Lattari, o Superintendente de Competições de Quadra da CBV, Renato D’Avila, o Vice-Governador do Distrito Federal, Paco Britto (Avante), o Secretário de Esportes do GDF, Leandro Cruz e o deputado distrital Rodrigo Delmasso (PRB). Ao fim do encontro, Lattari celebrou a parceria com o governo e destacou as possibilidades que serão criadas com a Liga das Nações tendo uma sede fixa.

Segundo o executivo da mandatária do voleibol nacional, a ideia é transformar Brasília na capital esportiva da modalidade. “Só temos a agradecer ao GDF e ao deputado Rodrigo Delmasso que contribuíram de forma decisiva para a assinatura deste convênio que fará de Brasília a capital do voleibol. Com isso já podemos nos planejar, pensar as estratégias de ações das futuras edições desta competição”, ressaltou. Assim como em 2019, o Ginásio Nilson Nelson receberá todos os jogos da competição internacional.

Um dos grandes trunfos para o fechamento da parceria foi a massiva presença do público brasiliense. Nos três dias de evento, a seleção brasileira feminina de vôlei foi prestigiada por 19.809 torcedores. “A participação do público nestes três dias de Liga das Nações foi fundamental para contagiar a todos. Osecretário de Esportes do GDF, Leandro Cruz, está fazendo de tudo para que Brasília seja uma capital esportiva do nosso país”, concluiu Radamés.

Seleção masculina chega em Brasília em junho

Após a realização da categoria feminina, a Liga das Nações retornará a Brasília em junho com a participação da seleção masculina. A passagem dos comandados do técnico Bernardinho pela capital federal acontecerá em 28, 29 e 30 do próximo mês. Na etapa, o Brasil terá como adversários as seleções do Canadá, da França e da Itália. Todos os jogos serão válidos pela quinta semana da competição internacional e irão acontecer no Ginásio Nilson Nelson.

Após rumores, Avaí nega interesse de jogar com o Flamengo no Bezerrão

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Foto: Reprodução da Internet

Por Danilo Queiroz

Durante o último fim de semana, uma notícia de que o Flamengo voltaria a jogar em breve ao Distrito Federal animou os rubro-negros de Brasília. Durante a transmissão da Copa Internacional de Futebol Legends, um canal de televisão noticiou que o Avaí estaria negociando para trazer o jogo diante do time carioca pela Série A do Campeonato Brasileiro para a capital federal. Segundo os jornalistas da emissora, a partida aconteceria no estádio Bezerrão, no Gama, que está recebendo o torneio de futebol master.

Após a divulgação da possibilidade, rapidamente os torcedores do rubro-negro passaram a comentar o assunto nas redes sociais. Porém, em contato com a reportagem do Distrito do Esporte, o Avaí tratou de jogar um balde de água fria na animação dos flamenguistas de Brasília e negou que esteja interessado em trazer o jogo para a capital federal. No site da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o encontro está marcado para acontecer em 8 de setembro ainda sem local definido, mas será mantido em Santa Catarina.

“Os jogadores e a comissão técnica estão retornando nesta segunda-feira (24/6) aos trabalhos após período de folga. Não há nada sobre venda de mando de campo. Esta informação sobre a transferência do jogo para Brasília é inverídica”, enfatizou o Avaí através de sua assessoria de imprensa. Segundo uma outra fonte do Leão, é comum chegarem ofertas de empresários interessados em comprar os jogos diante dos clubes de maior torcida, mas que são sempre negados em respeito aos sócios da equipe catarinense.

Último jogo no estádio Bezerrão foi em 2017

Desde 2013, a presença do Flamengo no Distrito Federal virou rotina. Ao todo, o rubro-negro esteve perto de seus torcedores brasilienses em 26 oportunidades. A maioria delas (inclusive a última diante do CSA pelo Brasileirão) aconteceu no Estádio Nacional Mané Garrincha, que passou a ser uma “segunda casa” dos flamenguistas após a reinauguração para a Copa do Mundo de 2014. No Bezerrão, a última apresentação foi em 2017, quando os cariocas venceram o América-MG por 2 a 1 pela Primeira Liga.

Fim da linha: Brasiliense perde em casa e está eliminado da Série D

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Foto: Divulgação/Brasiliense

Pela sexta temporada seguida, o futebol do Distrito Federal falhou no principal objetivo do ano e ficou pelo caminho na Série D do Campeonato Brasileiro. Depois da eliminação do Sobradinho na fase de grupos, a missão de recolocar o futebol candango na Série C do futebol nacional ficou nas mãos do Brasiliense. Porém, após empatar em 0 a 0 na partida de ida, o Jacaré acabou perdendo para o Vitória por 2 a 1 em pleno estádio Serejão, em Taguatinga, e foi eliminado da competição.

Vivo no torneio nacional com o triunfo fora de casa, o time capixaba segue com o sonho de acesso e terá pela frente o Ituano, que eliminou a Caldense-MG e também seguiu em frente na Série D. Com mais um fracasso na história recente da Série D, a capital federal irá continuar no limbo nacional por mais uma temporada. Em 2020, Gama e Brasiliense terão a responsabilidade de, mais uma vez, tentar alcançar o acesso para a terceira divisão do futebol brasileiro.

Jacaré esbarra na defesa capixaba e toma gol

A palavra-chave do primeiro tempo foi movimentação. Já nos primeiros dez minutos de jogo, os dois clubes mostraram que estavam muito a fim de jogo. Aos 13 minutos, o Vitória deu um susto no Brasiliense. Em cobrança de escanteio de Watson, o lateral-direito Cássio subiu mais alto que toda a defesa amarela e inaugurou o placar no Serejão. Atrás no marcador, o Jacaré tentou criar uma blitz para cima do time capixaba. Porém, faltava efetividade aos donos da casa. Em vantagem, os visitantes também tentavam criar.

Aos 28 minutos, o Brasiliense teve o sentimento de alívio ceifado. Alex Murici cobrou escanteio e David Manteiga contou com a falha do goleiro Harisson para colocar na rede. Porém, a arbitragem flagrou a bola fazendo a curva por fora do campo e anulou o gol amarelo. Sem desanimar, o Jacaré continuou pressionando bastante o Vitória, que, mesmo atrás, chegou a colocar uma bola na trave com Watson em cobrança de falta de longe. Sólido defensivamente, os capixabas desceram aos vestiários em vantagem.

Sem objetividade, Brasiliense é castigado

Precisando marcar gols para seguir vivo na Série D, o Jacaré mexeu em dose dupla e voltou do intervalo com Peninha e Maikon Leite. Mesmo com a bola nos primeiros minutos do segundo tempo, o time candango encontrou dificuldades e ameaçava apenas em momentos esporádicos e sem muita objetividade. Com os contra-ataques à disposição, o Vitória também pecava na hora de aumentar a vantagem, mas se mantinha na frente e jogava o relógio contra os jogadores do Brasiliense.

Com o desespero batendo, o Jacaré continuou pecando nos detalhes e na hora de finalizar as jogadas em gol. O castigo veio aos 34, quando o Vitória deu o golpe fatal. Em contra-ataque mortal, Carlos Vitor saiu cara a cara com Edmar Sucuri e finalizou sem chances para o arqueiro amarelo. Aos 38, o Brasiliense ganhou sobrevida quando Lúcio aproveitou cruzamento de Murici e colocou a bola no gol. No desespero, até o goleiro Sucuri virou atacante, mas não adiantou e o Jacaré acabou eliminado.

BRASILIENSE 1

Edmar Sucuri; Alex Murici, Lúcio, Badhuga e China; Aldo, David Manteiga, Fabinho (Maikon Leite) e Tchô (Peninha); Romarinho e Michel Platini. Técnico: Ricardo Antônio

VITÓRIA/ES 2

Harisson; Cassio, Ferrugem, Léo Breno e Emerson; Nick (Lucas Barboza), Tiago, Watson (Gianlucas) e Carlos Vitor; Rafael Pernão e Jarles Baiano (Thainler). Técnico: Valdir Bigode

Ingressos para etapa da Liga das Nações Masculina em Brasília estão à venda

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Por Danilo Queiroz

O torcedor brasiliense terá uma nova oportunidade de acompanhar os astros do voleibol mundial de perto novamente. Desta vez, será a Liga das Nações de Voleibol Masculino que passará por Brasília entre 28 e 30 de junho. Os interessados em acompanhar os jogos do torneio internacional nas arquibancadas do Ginásio Nilson Nelson já podem comprar os ingressos. As entradas variam de R$ 25,00 a R$ 70,00. A comercialização está sendo feito pela internet e em pontos físicos.

As entradas para o setor superior do Nilson Nelson custam R$ 25,00 (meia-entrada e desconto para clientes dos cartões Ourocard Elo), R$ 37,50 (desconto para clientes dos cartões Ourocard) e R$ 50,00 (inteira). Para assistir os jogos nas cadeiras inferiores do ginásio, o torcedor precisará desembolsar R$ 35,00 (meia-entrada e desconto para cartões Ourocard Elo), R$ 52,50 (desconto para cartões Ourocard) e R$ 70,00 (inteira). Pelo site, é cobrada ainda uma taxa de conveniência de 20%.

Para quem optar em comprar as entradas presencialmente, existem duas opções de pontos físicos de vendas. A venda antecipada está sendo feita na Central de Ingressos do Brasília Shopping, localizada na SCN Quadra 5 e com funcionamento de 10h às 22h de segunda a sábado e de 13h às 19h nos domingos e feriados. Nos dias de jogos, a opção será a bilheteria do Ginásio Nilson Nelson, que atenderá o público de de 10h às 21h. Nos locais, não há cobrança de nenhuma taxa extra.

Todos os bilhetes à venda garantem ao torcedor da capital federal o direito de acompanhar diretamente das arquibancadas do Ginásio Nilson Nelson as duas partidas que serão disputadas em cada um dos três dias da etapa de Brasília da Liga das Nações Masculina. Com a passagem da competição pelo Distrito Federal, o brasiliense terá a oportunidade de apoiar os comandados do técnico Renan Dal Zotto diante de França, Canadá e Itália, exatamente nesta ordem.

Vendas pela internet

Através do site Tudus – Formas de pagamento: cartão de crédito com bandeiras Visa, Mastercard, Elo, Amex. Taxa de conveniência: 20%.

Vendas em pontos físicos

Central de Ingressos Brasília Shopping
Endereço: Setor Comercial Norte Quadra 05 Bloco A – Asa Norte, Brasília – DF, 70715-900 Piso G2 – Segunda a Sábado de 10h às 22h / Domingo e feriado de 13h às 19h – Formas de pagamento: dinheiro, cartão de débito e crédito. Bandeiras: Visa, Mastercard, Elo, Amex. Sem cobrança de taxa de conveniência.

Bilheteria do Ginásio Nilson Nelson (nos dias de jogos)
Endereço: Ginásio Nilson Nelson – SRPN – Brasília, DF, 70070-705 – Funcionamento: 10h as 21h – Formas de pagamento: dinheiro, cartão de débito e crédito. Bandeiras: Visa, Mastercard, Elo, Amex. Sem cobrança de taxa de conveniência.

Venda on-line: Tudus

Jogos da Liga das Nações em Brasília

28 de junho
17h: Itália x Canadá
20h: Brasil x França

29 de junho
17h: França x Itália
20h: Brasil x Canadá

30 de junho
16h: Canadá x França
19h: Brasil x Itália

Problemas financeiros impediram o Samambaia de jogar a Segundinha

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Foto: Michael Melo/Brasiliense FC

Por Danilo Queiroz e João Marcelo

A história do Samambaia no futebol candango é repleta de idas e vindas. Em diversos momentos, a Cobra Cipó precisou lidar com questões extra campo que acabaram minando o desempenho do clube em torneios que disputou e lhe renderam o apelido de “primo pobre” do futebol brasiliense. Em 2019, a sina de problemas financeiros voltou a assombrar a equipe e culminou com a necessidade de abdicar da vaga que teria na Segunda Divisão do Campeonato Candango

Na segunda-feira da última semana, a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) divulgou o formato da competição, o regulamento específico e os dez clubes que irão brigar pelas duas vagas na elite. Porém, um dos detalhes que mais chamou a atenção foi a ausência do Samambaia na próxima edição. Rebaixada após realizar péssima campanha na elite do Candangão de 2018 ao lado do Paranoá, a Cobra Cipó teria uma vaga garantida na disputa pelo acesso na atual temporada.

Procurada pela reportagem do Distrito do Esporte, a diretoria do clube confirmou que não estará na Segundinha de 2019 e comentou os motivos que levaram à desistência e ao afastamento das atividades profissionais durante esta temporada. Segundo Neimar Frota, presidente do Samambaia, o objetivo do período sabático no departamento de futebol da Cobra Cipó é para “organizar as contas do clube e pagar as dívidas” que foram feitas na montagem dos últimos elencos.

Erros do passado voltam ao clube

Fundado em 1993, o Samambaia já passou por diversos perrengues financeiros. O primeiro deles aconteceu em 1996, quando o clube amargou o primeiro rebaixamento de sua história. Outro caso icônico ocorreu no ano 2000, quando o clube não pagou os jogadores nos cinco meses em que se manteve em atividade. Em 2001, a Cobra Cipó voltou a colecionar dívidas astronômicas que impediram o crescimento do seu departamento de futebol. No mesmo ano, a equipe deu calote até na taxa de arbitragem

As dificuldades e as campanhas sem muito dentro de campo na tentativa de retornar à elite acabaram esvaziando ainda mais o caixa da equipe. Porém, em 2014, o Samambaia fez uma campanha de destaque e conseguiu a vaga para o Candangão ao conquistar o primeiro título de sua história de forma invicta. Entretanto, o clube desistiu de participar da elite de última hora e foi rebaixado automaticamente. O time voltou a se destacar em 2017, quando garantiu nova vaga na primeira divisão de 2018.