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Real Brasília Futsal participa da campanha “Futsal Faz Bem”

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Foto: Divulgação/Real Brasília Futsal

Por Lucas Espíndola

Em meio à pandemia do coronavírus, vemos várias formas de solidariedade estão partindo de clubes e atletas importantes no esporte, seja ela por meio de doações de dinheiro ou arrecadação de alimentos e produtos não perecíveis. E essa onda de ajuda e apoio chegou até a Liga Nacional de Futsal (LNF), envolvendo todos os times que disputam o campeonato.

A campanha Futsal Faz Bem foi idealizada por dois jogadores que atuam em times do sul do país: Café, do Campo Mourão Futsal-PR, e Keké, do Assoeva Futsal-RS. O objetivo desta ação, é arrecadar donativos para as pessoas mais afetadas pela crise provocada pela pandemia e a paralisação dos serviços essenciais. Todos os capitães da edição 2020 da LNF foram convidados a contribuir.

O ‘Dia D’ da mobilização nacional vai ocorrer no próximo sábado, 23 de maio, nas cidades dos respectivos times da competição nacional. O Real Brasília Futsal irá receber as doações no estádio Ciro Machado do Espírito Santo, o Defelê, na VilClube de futsal da capital federal se mobiliza para ajudar famílias na quarentenaa Planalto. O horário de recebimento dos donativos será de 9 horas até às 16 horas.

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O auferimento das doações será através do sistema Drive Thru, sendo recebido pelos próprios atletas do time candango. Os jogadores estarão de luvas e máscaras, seguindo a orientação dos órgãos de saúde. Poderão ser doados cestas básicas, alimentos não perecíveis, itens de limpeza básica, agasalhos, roupas e materiais esportivos.

Mas a data principal não impede o interessado em ajudar de fazer a doação com antecedência. Se o interessado não puder deixar os donativos no sábado, é só mandar uma mensagem no direct do Instagram do Real Brasília Futsal, que o time buscará a doação na sua casa, assim que for possível.

Campanha Futsal Faz Bem
Data: 23/05 – Sábado
Horário: 9h às 16h
Local: Estádio do Defelê

Futebol brasileiro pode voltar no final de junho, afirma CBF

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Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Por Agência Brasil

O futebol brasileiro começou a ensaiar uma retomada que, dependendo da curva de casos do novo coronavírus (Covid-19), poderia ocorrer no fim de junho, disse na última terça (19/05) à agência de notícias Reuters o secretário-geral da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Walter Feldman.

Feldman afirmou que o Campeonato Brasileiro pode ter todos os jogos com portões fechados e ser concluído apenas no começo do 2021. Segundo ele, a volta do Campeonato Alemão, no último fim de semana, deu uma esperança ao futebol mundial e mostrou uma perspectiva animadora.

“Parar foi necessário e voltar é possível. Esse é o grande aprendizado com o retorno do alemão […]. A Alemanha é uma ótima sinalização”, declarou à Reuters.

O Campeonato Alemão foi a primeira das grandes ligas do mundo a retomar suas atividades, mas com uma série de protocolos e restrições, como jogos com portões fechados, medidas de distanciamento social e testes de atletas e profissionais envolvidos.

O protocolo final de saúde da CBF, que será recomendado aos clubes, está em fase de conclusão, mas incluirá, segundo Feldman, medidas como testes permanentes para a Covid-19, distanciamento social, medidas de higiene, transporte em veículos particulares de atletas e jogos com portões fechados.

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“Podemos ter sim apenas jogos com portões fechados […]. Em países a epidemia vai e volta, tem novas ondas. Aglomerações mesmo só com vacina e controle absoluto”, declarou Feldman.

Caso não houvesse a pandemia, o Campeonato Brasileiro deveria ter começado este mês. Agora, a perspectiva é que o futebol nacional seja retomado entre o fim de junho e o início de julho. “Maio é o período mais dramático da doença e vamos ver as portas que vão se abrir em junho […]. O aprofundamento da crise, agora, significa que logo em seguida deve vir o abrandamento”, declarou.

Na última terça, dirigentes de clubes de futebol, incluindo os presidentes do Flamengo e do Vasco, se reuniram em Brasília com o presidente Jair Bolsonaro para conversar sobre a situação do futebol brasileiro. Bolsonaro posou para fotos, uma delas com a camisa do Flamengo.

O futebol brasileiro está parado desde março, quando campeonatos locais e nacionais (como a Copa do Brasil) foram interrompidos por causa das medidas de restrição provocadas pela pandemia.

Grandes clubes do Brasil já iniciaram atividades nos últimos dias, após um período de treinos remotos. “O ensaio da perspectiva de treinamento é um ensaio para a volta [do futebol]”, afirmou Feldman.

“Dependendo da curva da doença aqui no país […], mais um mês ou um mês e meio após o pico. Maio abre portas, junho abre outras adicionais e não duvido que em junho, com a volta dos treinos, protocolo sustentado e possibilidade de flexibilização das autoridades de saúde, o futebol possa voltar com restrições”, afirmou.

Normalmente, o Campeonato Brasileiro termina no começo de dezembro, mas, diante do atraso provocado pela pandemia, a competição usará datas perto do Natal e do Ano Novo e pode até só ser concluído em 2021, afirmou. “É possível que tenhamos futebol nas datas próximas do Natal e do Ano Novo”.

Times do DF colocam atletas na lista de artilheiros do Brasil em 2020

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz

Já fazem mais de 60 dias que a pandemia do novo coronavírus fez a bola parar de rolar nos campeonatos disputados no Brasil. E a paralisação repentina das competições acabou interrompendo também a boa fase de diversos jogadores que estavam de bem com às redes ao redor do país. Porém, os primeiros jogos disputados na temporada foram tempo suficiente para a artilharia geral brasileira tomar forma.

Como vem se tornando praxe nos últimos anos, o Campeonato Candango está sendo responsável por elevar o destaque dos atacantes. Em 2018, Paulo Renê figurou entre os principais goleadores do país nos primeiros meses atuando pelo Paracatu. Em 2019, quem largou bem foi o gamense Jefferson Maranhão. Já em 2020, o torneio do Distrito Federal conseguiu colocar três jogadores nas principais posições da lista.

Dois estão entre os dez primeiros: com oito gols marcados, Gilvan, do Real Brasília, e Nunes, do Gama, figuram na oitava e nona posição da artilharia, atrás apenas de Tiago Orobó, que fez 14 gols pelo América-RN, Gabriel Barbosa (Flamengo) e Paulo Sérgio (ABC-RN), que têm 11 tentos cada, Edu (Brusque-SC), que já colocou 10 bolas na rede, Maxwell (Cuiabá-MT), Nenê (Fluminense) e Ted Love (4 de Julho-PI), que já fizeram nove gols.

Assim como os dois principais goleadores do futebol candango na temporada de 2020, Pecel, do Castanhal-PA, também já fez oito gols disputando o Campeonato Paraense e fecha a lista dos dez primeiros nomes que mais marcaram no Brasil. Na sequência, outros seis atletas vêm colocados no retrovisor com sete gols marcados nas competições disputadas em 2020. Um deles é Zé Love, do Brasiliense.

No Candangão 2020, o posto de artilheiro isolado está ocupado por Gilvan, que marcou todos os seis oito gols no ano no torneio local, com direito a dois hat-tricks logo nas primeiras rodadas da competição. Excluindo o tento anotado pelo Gama na Copa do Brasil, Nunes vem em segundo com sete, empatado ainda com Zé Love que fez todos os seus gols com a camisa amarela no torneio regional.

Lista dos 20 maiores artilheiros de 2020

1º – Tiago Orobó (América-RN) – 14 gols
2º – Gabriel Barbosa (Flamengo) – 11 gols
3º – Paulo Sérgio (Cascavel-PR e ABC-RN) – 11 gols
4º – Edu (Brusque-SC) – 10 gols
5º – Nenê (Fluminense) – 9 gols
6º – Maxwell (Cuiabá-MT) – 9 gols
7º – Ted Love (4 de Julho-PI) – 9 gols
8º – Gilvan (Real Brasília) – 8 gols
9º – Nunes (Gama) – 8 gols
10º – Pecel (Castanhal-PA) – 8 gols
– Na sequência, seis nomes, incluindo Zé Love (Brasiliense), surgem com sete gols.

Presida “joga y joga”: Atlética Presidência vence Clássico dos Solidários

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Foto: Divulgação

Por Lucas Espíndola

Em uma ação promovida para arrecadar doações, as atléticas Presidência, de administração, e a Hermética, do curso de comunicação da Universidade de Brasília (Unb), fizeram o segundo Clássico dos Solidários na Capital Federal, que foi encerrado na tarde da última sexta-feira (15). Quem se deu melhor foram os Centauros, que venceram o rival por larga vantagem no placar: 17 a 4.

A cada R$ 100,00 em ingressos adquiridos para determinado setor onde estava destinada cada torcida, a atlética correspondente marcaria um gol. Com isso, a Presidência de Administração conseguiu marcar 17 gols, arrecadando uma quantia de cerca de R$ 1.700,00. Já a Hermética conseguiu arrecadar pouco mais de R$ 400,00, e fez quatro gols no clássico.

O valor total arrecadado passou de R$ 2.100,00 e, ao contrário da ação realizada por Brasiliense e Gama, as duas atléticas não ficarão com uma quantia do valor levantando, sendo tudo destinado a duas instituições de caridade do Distrito Federal. A primeira ação do Clássico dos Solidários no Distrito Federal foi entre o Jacaré e o Periquito no final de abril e terminou com vitória amarela.

Na ação, os dois clubes que disputam a primeira divisão do Campeonato Candango conseguiram arrecadar pouco mais de R$ 1.350,00, valor inferior ao angariado pelas duas atléticas da Universidade de Brasília (UnB). Apesar dos valores levantados, a vitória foi da solidariedade nestes dois confrontos, trazendo um pouco da rivalidade na vida real para o mundo virtual e ajudando quem realmente precisa durante a pandemia de coronavírus.

Blitz solidária: diretoria do Minas Brasília faz ação contra o coronavírus

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Foto: Divulgação Minas Brasília

Da assessoria de imprensa 

No último sábado (16/5), por conta do Decreto n° 40.648, do governador Ibaneis Rocha, que obriga o uso de máscara no Distrito Federal, o Minas Brasília, no sistema drive-thru, realizou a entrega do equipamento de proteção para os moradores de Ceilândia-DF, cidade mais populosa do Distrito Federal, com mais de 500 mil habitantes.

Com o apoio da LJL e do BRB, a diretoria das “Minas” entregou, próximo à caixa d’água da Ceilândia, um dos principais pontos da região, a entrega de mais de 200 máscaras e folders informativos com dicas de prevenção Covid-19. A ação teve o objetivo difundir o conhecimento a respeito do covid-19.

Mas não para por aí. No próximo sábado (23/5), a ação será repetida na cidade do Gama, em frente ao estádio Bezerrão, onde a equipe passou a mandar seus jogos a partir do ano corrente. As entregas iniciam-se às 14 horas.

Brutal e impiedoso: Vicente Luque e seus feitos impressionantes no UFC

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Foto: Reprodução/UFC

Por João Marcelo

Prestes a completar cinco anos desde sua estreia no UFC, Vicente Luque vem conquistando cada vez mais espaço no maior evento de lutas do mundo. Atual número 13 do ranking dos meio-médios, o atleta da Cerrado MMA coleciona vitórias e a maior parte por nocaute. O estilo agressivo é determinante para suas glórias e o credencia a ser o maior nome do esporte representando o Distrito Federal. E das vezes que sua mão foi levantada, duas ficaram marcadas como um verdadeiro massacre.

As imagens ao final desta matéria são fortes! 

Daqui a pouco menos de dois meses, precisamente em 12/7, Luque fará meia década de UFC. Durante esse tempo, o brasiliense de coração subiu 14 vezes ao octógono. Apenas três vezes não saiu vencedor (contra Michael Graves em sua estreia, contra Leon Edwards em 2017 por decisão unânime e contra Stephen Thompson em novembro do ano passado também por decisão unânime). Porém, o alto número de vitórias, 11, é dividida entre decisão (uma), finalizações (três) e nocautes (sete).

Dentre os nocautes, dois chamaram a atenção pelo resultado final. O primeiro, contra Mike Perry, em agosto passado, deixou o nariz de seu oponente em um verdadeiro “S”. O americano chegou a parabenizar Luque pela luta e brincou ao citar que não precisava ter amassado seu rosto. O segundo “massacre facial” ocorreu em sua última luta contra o também americano Niko Price. Dessa vez, a parte afetada foi um pouco abaixo dos olhos, sendo necessário pontos no rosto de seu adversário.

Rosto avariado e respeito entre atletas

Ao término da sangrenta luta – que recebeu o prêmio de luta da noite -, Perry parabenizou Luque pelo seu desempenho. “Luta da noite! É preciso de dois (para ganhar o prêmio). Obrigado pelo bônus, mas não precisava ter amassado tanto a minha cara. Sou amaldiçoado com esse queixo, deveria ter mantido a guarda alta que nem você. Nocaute ou não, fato é que um golpe significativo pode resolver as coisas. Quando estiver curado, vamos treinar para que você possa vencer esses wrestlers. Parabéns Vicente Luque!”, escreveu.

Seguindo a mesma linha, Niko Price também parabenizou Vicente Luque pela grande luta e manteve o tom respeitoso, como é de praxe nas lutas. “Respeito sempre. Obrigado como sempre aos meus amigos, familiares e fãs que me apoiam, não importa o quê! Obrigado Vicente Luque por entrar no octógono comigo de novo! E obrigado ao UFC por me ligar para lutar durante esse período.”, postou Price em seu Instagram.

Veja como ficaram os rostos de Mike Perry (primeira foto) e Niko Price (segunda foto) após o combate com Vicente Luque.

Foto: Reprodução/Instagram Mike Perry
Foto: ESPN

Nova secretária de esportes é ré por corrupção no TJDFT

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Reprodução: instagram Celina Leão

Por Bruno H. de Moura

Celina Leão pode ser um nome novo para os aficionados pelo futebol do DF, mas é velha conhecida no meio político e na Justiça candanga. Deputada Federal de primeiro mandato, Leão passou 8 anos na Câmara Legislativa do DF e acumulou polêmicas e denúncias de corrupção.

Além de Celina Leão, os ex-deputados distritais Raimundo Ribeiro, Renato Andrade e Cristiano Araújo, além do atual deputado federal Júlio César foram denunciados pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. À época dos fatos Celina era presidente da CLDF.

Segundo a acusação, os políticos receberam propina para articular e aprovar emendas em favor de empresas da área da saúde e da construção civil que detinham contratos com o governo distrital.

Uma das principais responsável por desvendar os crimes, a ex-deputada Liliane Roriz, filha do ex-governador Joaquim Roriz, acusou os cinco deputados de negociarem uma “sobra orçamentária” de R$ 30 milhões que tiveram a destinação modificada para atender a um pedido de empresas em troca de suposto pagamento de propina.

Esses R$ 30 milhões, originalmente, seriam para pagar reformas em escolas e hospitais e postos de saúde, mas foram redirecionados pelos então deputados distritais para pagar dívidas do GDF com prestadoras de serviços em UTIs e que atuavam reformando escolas.

A 7ª Vara da Fazenda Pública já começou a colher os depoimentos no processo. Em março deste ano, Celina Leão foi a primeira acusada a ser ouvida. A atual secretária de esportes do GDF negou as acusações e disse que os diálogos de telefone mostrados por Liliane Roriz – que demonstrariam a negociação para liberação da verba às empresas – tratava-se de tratativas eleitorais, e não corruptivas.

Com Brasil no páreo, Fifa anunciará sede da Copa do Mundo Feminina em junho

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Foto: Divulgação/Fifa

Por Danilo Queiroz

A corrida para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2023 já tem data definida para acabar. Na tarde desta sexta-feira (15/5), a Fifa comunicou que vai anunciar em 25 de junho qual país que será escolhido para receber o evento. Com Brasília indicada como uma das possíveis cidades-sedes, o Brasil está concorrendo com a Colômbia, o Japão e a candidatura conjunta de Austrália e Nova Zelândia.

Devido à pandemia do novo coronavírus, que impede encontros que causem aglomerações de pessoas, o anúncio do país vencedor será feito em conferência on-line. Após analisarem as propostas por ordem alfabética, os conselheiros da Fifa farão uma votação aberta para selecionar o anfitrião do Mundial Feminino 2023. Entre os critérios de escolha, estão as visitas técnicas realizadas a cada concorrente em fevereiro.

A candidatura canarinho foi oficializada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em dezembro de 2019. Na ocasião, a entidade máxima enviou à Fifa sua proposta e indicou jogos em oito cidades: Manaus, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. De acordo com o documento, o Estádio Nacional Mané Garrincha receberia nove jogos, incluindo a abertura da competição.

O projeto brasileiro conta ainda com o mapeamento de mais de 60 centros de treinamento espalhados pelo país. No Distrito Federal, as seleções envolvidas no torneio teriam a opção de se preparar no CT do Brasiliense, no Bezerrão, no Abadião e no Centro de Capacitação
e Aperfeiçoamento Físico (Cecaf). Quatro hotéis localizados em Brasília também foram colocados à disposição.

Após enviar a candidatura para apreciação, o presidente da CBF, Rogério Caboclo, mostrou entusiasmo na proposta brasileira. “A Fifa já demonstrou que confia na nossa capacidade de realizar eventos deste porte. Sabemos que temos fortes concorrentes, mas acreditamos na possibilidade de termos mais um Mundial no Brasil”, ressaltou, lembrando a realização da Copa do Mundo em 2014 e da Copa do Mundo sub-17 em 2019 no país.

A edição de 2023 da Copa do Mundo de Futebol Feminino terá uma importante mudança. Devido ao sucesso dos últimos torneios, a Fifa aumentou o número de seleções participantes de 24 para 32 seleções, seguindo o mesmo modelo de disputa que é utilizado no Mundial masculino. A última edição na França foi a mais vista da história, quando cerca de 1,1 bilhão de espectadores acompanharam a cobertura no mundo inteiro.

FFDF tem lucro de R$ 587 mil em 2019. Passivo é de quase R$ 3,5 milhões

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Bruno H. de Moura

O Distrito do Esporte noticiou, em primeira mão, que a Federação de Futebol do Distrito Federal se reuniu no meio da pandemia do coronavírus para votar as contas do ano fiscal 2019 da entidade. Na ocasião, os cinco clubes presentes aprovaram as contas do ano passado da gestão de Daniel Vasconcelos à unanimidade.

Agora, a FFDF divulgou o balanço patrimonial do ano passado. Segundo os dados da entidade, a receita total bruta da federação em 2019 foi de R$ 2.868.996,15. Desse montante, R$ 2.506.375,80 foram gastos em despesas de operação. O maior custo da entidade foi com despesas administrativas, R$ 1.450.081,20, seguido pelas despesas financeiras R$ 492.449,75. Mais R$ 563.844,85 foram destinados a outros gastos.

Considerando o que entrou e o que foi gasto, o ano de 2019 terminou com um superávit bruto operacional de R$ 362.620,35 aos cofres da Federação de Futebol do Distrito Federal. Além disso, R$ 225.000,00 entraram na conta da entidade de outras provisões. Ao final, a FFDF teve um lucro de R$ 587.620,35 nos 12 meses de 2019.

Além disso, a FFDF hoje acumula um patrimônio de R$ 3.440.759,56. O valor considera o disponível no caixa e nas contas da entidade, dinheiro a receber, adiantamentos e ativos não circulantes, como 322.019,74 em depósitos judiciais, R$ 2.493.414,28 em imóveis e R$ 83.659,99 em veículos.

O demonstrativo do superávit e do balanço patrimonial é assinado pelo presidente da entidade, Daniel Vasconcelos, e pelo contador Francisco Moura e Silva.

Dívidas ultrapassam 3,4 milhões

Além dos valores arrecadados o balanço também descrimina as dívidas da federação. Segundo o documento, a entidade acumula R$ 3.440.759,56 em dívidas, sendo R$ 1.832.414,72 apenas em títulos a pagar no longo prazo.

O déficit acumulado pela entidade bateu R$ 2.391.550,18. Já a reserva de reavaliação da FFDF contém R$ 803.666,67, enquanto o patrimônio social no passivo apresenta R$ 1.344.706,41 nesta categoria.

A FFDF também possui um carga de demandas judiciais previdenciárias e trabalhistas que podem estourar a qualquer momento, prejudicando, ainda mais, as finanças da principal entidade desportiva do Distrito Federal.

 

Justiça Federal autoriza retomada de esportes em 45 dias; GDF pretende recorrer

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Foto: Manoel Gonçalves

Por Danilo Queiroz

Depois de 58 dias de paralisação provocada pela pandemia do coronavírus, o Campeonato Candango e as demais competições a serem realizados em território local ganharam o primeiro cenário de previsão de volta. Em nota técnica enviada ao Governo do Distrito Federal (DF) que autoriza a reabertura gradual do comércio, a Justiça Federal sugeriu o retorno dos eventos esportivos em 45 dias.

A proposta, feita em nota técnica da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) e que inclui a flexibilização de diversas outras atividades divididas em blocos a cada 15 dias, foi validada pela juíza Kátia Balbino de Carvalho, da 3ª Vara Federal Cívil do DF. O Com isso, todos os eventos esportivos sediados no Distrito Federal, incluindo o Candangão, poderiam retornar entre o final de julho e o início de agosto.

A liberação, porém, não foi bem recebido pelo governador Ibaneis Rocha. Em entrevista ao portal Metrópoles, o chefe do Executivo candango disse que não dá para prever se tudo estará bem daqui 45 dias e que pretender recorrer da decisão. “A juíza não tem competência técnica para tratar deste assunto. Da onde a magistrada tirou que estaremos seguros para voltar com todas as atividades em 45 dias?”, questionou.

A decisão diz que toda e qualquer abertura que venha a ser feita nos próximos dias precisa obedecer uma série de protocolos sanitários estabelecidos para cada serviço. O documento precisa detalhar itens como regras de distanciamento entre todos os presentes nos eventos e a disponibilização de equipamento de proteção individual para quem precisar. No caso do esporte, outras situações devem ser listadas.