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De volta ao Serejão, Brasiliense tropeça contra o Atlético de Alagoinhas

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Foto: Myke Sena/Metrópoles

Depois de mais de seis meses longe, o Brasiliense voltou a atuar como mandante no estádio Serejão na tarde deste domingo (4/10) contra o Atlético de Alagoinhas-BA em jogo válido pela quarta rodada da fase de grupos da Série D do Campeonato Brasileiro. O retorno, porém, não foi como esperado. Novamente desperdiçando chances, o Jacaré acabou tropeçando ao ficar no empate por 1 a 1.

No primeiro tempo, o Brasiliense criou as melhores oportunidades, mas acabou não conseguindo empurrar a bola para às redes. Nos 45 minutos finais, os visitantes saíram na frente de pênalti e o Jacaré buscou o empate, mas não teve forças para virar. Com o ponto somado, o time amarelo chegou a cinco e caiu para a quinta posição no grupo A6, fora da zona de classificação para a segunda fase da Série D.

Jacaré cria, mas não coloca a bola na rede

Bem movimentado, o primeiro tempo reservou chance para os dois lados. Já no primeiro minuto de jogo, Jean recebeu cruzamento, mas cabeceou para fora. O Jacaré respondeu já no lance seguinte, quando Luquinhas tabelou com Marcos Aurélio e passou para Jefferson Maranhão chutar por cima do gol. Aos 9′, foi a vez do lateral Diogo finalizar firme, mas parar na defesa do goleiro Fábio Lima.

Mais consistente, o Brasiliense promoveu uma blitz. Aos 15′, Luquinhas recebeu na área, mas chutou em cima de Fábio Lima. Dois minutos depois, Diogo aproveitou vacilo do goleiro do Carcará na saída de bola e mandou por cobertura para Mailson tirar em cima da linha. Aos 18′, o goleiro errou de novo e a redonda caiu nos pés de Badhuga. De novo a defesa do Atlético salvou na hora h.

Com 19′, os visitantes tentaram com Jean, mas sem perigo. Com o jogo mais cadenciado, o Jacaré chegou novamente aos 35′ com Marcos Aurélio arriscando de longe. No lance seguinte, Esquerdinha cruzou, Fábio Lima espalmou para o meio da área e Keynan bateu travado com a defesa. Aos 47′, o Brasiliense pediu um pênalti em jogada que Marcos Aurélio invadiu a área e recebeu leve toque da marcação, mas a arbitragem mandou seguir.

Atlético sai na frente e Brasiliense empata

Na segunda etapa, o Atlético-BA voltou um pouco mais solto. Aos 6′, Felipinho bateu falta no meio do gol e Fernando Henrique pegou. No minuto seguinte, Vitinho cruzou e a bola pegou na mão de Bruno Lima. Pênalti bem cobrado por Robert, que abriu o placar para os visitantes. Em desvantagem, o Jacaré voltou a se lançar ao ataque. Aos 15′, Romário chutou de longe, mas para fora do gol.

Minutos depois, o empate. Fernando Henrique lançou para Romarinho partir em velocidade, invadir a área e bater firme para deixar tudo igual: 1 a 1. Aos 27′, Vitinho foi ao ataque pelos visitantes, mas bateu por cima. No minuto seguinte, Romarinho passou pela marcação e chutou rasteiro para Fábio Lima pegar. Aos 30′, o Atlético-BA voltou a finalizar com Russo e Fernando Henrique pegou sem dificuldades.

Aos 39′, em falta de longe, Neto Baiano soltou a bomba e novamente o goleiro do Carcará estava lá para defender. Aos 42′, Romarinho recebeu na área, girou bem, mas finalizou para fora. Já nos acréscimos, o Jacaré perdeu outras boas chances. Primeiro, Neto Baiano tentou novamente em falta. Depois, Badhuga cabeceou, mas com desvio da defesa. Não teve jeito, era mais um tropeço: Brasiliense 1 a 1 Atlético de Alagoinhas.

Brasiliense 1
Fernando Henrique; Diogo, Badhuga, Keynan (Renatinho) e Esquerdinha (Fernandinho); Bruno Lima, W. Balotelli e Marcos Aurélio (Romário); Luquinhas (Neto Baiano), Mariano (Romarinho) e Jefferson Maranhão. Técnico: Edson Souza

Atlético de Alagoinhas-BA 1
Fábio Lima; Edson (Iran), Mailson, Emerson e Felipinho; Leandro Sobral (Dionisio), Dedeco e Vitinho (Miller); Russo Reninha), Jean e Robert (Naian). Técnico: Agnaldo Liz

Luigi Vendramini precisa de pouco mais de um minuto para derrotar Jessin Ayari

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Foto: Getty Images

Por João Marcelo

Foram dois anos e 11 dias longe do octógono do Ultimate Fighting Championship (UFC). Desde 22 de setembro de 2018 – dia também de sua estreia na organização – que Luigi Vendramini estava inapto para os combates. O atleta brasiliense de 24 anos sofrera duas graves lesões no joelho, a segunda uma semana após se recuperar da primeira. Mesmo contundido, a confiança da recuperação e a vontade de lutar falaram mais alto. E um sábado, 3 de outubro, marcou seu retorno.

Também em longo período inativo, desde outubro de 2018, seu adversário, o alemão Jessin Ayari, subiu com o mesmo sentimento de Luigi Vendramini. Porém, logo no início do combate, Luigi Vendramini mostrou a que veio no UFC. Com chutes e socos precisos, o atleta do Distrito Federal marcou território. Foram precisos apenas 72 segundos para decretar sua primeira vitória na organização, nona (cinco por nocaute e quatro por finalização) em dez confrontos em seu cartel no MMA.

Controle do combate do início ao fim de “The Italian Stallion”

Ao iniciar do confronto, Luigi Vendramini não perdeu tempo e com menos de dez segundos aplicou um chute forte na perna de Ayari. O adversário tentou revidar, mas sem sucesso no golpe. Poucos segundos depois, Jessin tentou aplicar um chute no alto, mas Vendramini, atento, defendeu. Ainda no primeiro minuto, os atletas estudavam uma maneira de atacar o outro de forma eficaz e finalizar o combate com a mão levantada para o alto. O brasileiro percebeu brechas e atacou.

E quando o cronômetro marcava três minutos e 59 segundos para o fim do primeiro round, Luigi Vendramini começou o seu massacre contra Jessin Ayari. Foram diversos socos e chutes no meio do octógono e Ayari, tentando fugir dos golpes, correu para a grade. Porém, Vendramini o acompanhou com mais ataques, que duraram cerca de oito segundos até Jessin cair no solo. No chão, Luigi ainda aplicou mais cinco socos até o árbitro finalizar o combate e decretar Vendramini vencedor com apenas um minuto e 12 segundos de luta.

Sábado de passeio! Gama joga bem e goleia a Caldense na Série D

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Foto: Divulgação/Caldense

Por Danilo Queiroz

O Gama segue imparável na Série D do Campeonato Brasileiro. Na tarde deste sábado (3/10), o alviverde voltou a campo no estádio Bezerrão para receber a Caldense, em jogo válido pela quarta rodada do grupo A6. Soberano em campo, o time gamense atraiu os mineiros para sua armadilha, aproveitou as oportunidades e goleou por 5 a 0, chegando aos 12 pontos e garantindo por mais uma rodada a liderança da chave.

Bastante disputado, o primeiro tempo trouxe movimentação e boas chances para as duas equipes. Mais consistente, o Gama aproveitou uma delas com Vitor Xavier para sair em vantagem. No segundo tempo, o alviverde não tomou conhecimento dos mineiros descarregou um caminhão de gols. Com domínio absoluto, os candangos ampliaram com Nunes, Gustavo Rambo, Wallace e Emerson.

Caldense oferece resistência, mas Gama sai na frente

Com o forte calor de Brasília, as duas equipes começaram o jogo com passes mais cadenciados. Aos 4′, os mineiros tentaram em cobrança de falta que parou em Calaça. O Gama tentou uma blitz nos minutos seguintes, mas parou na barreira defensiva da Caldense. Aos 12′, Esquerdinha recebeu na entrada da área, mas, desequilibrado, mandou para fora. Dois minutos da tarde, foi a vez de Filipi Sousa mandar por cima da meta.

Aos 17′, Henrique Caivano aproveitou vacilo de Esquerdinha, roubou a bola e mandou para fora. Apostando na fuga nas pontas do campo, o alviverde criou sua melhor chance. Nunes cruzou na área e Esquerdinha bateu para João Paulo fazer uma grande defesa. Aos 27′, o alviverde foi efetivo. Nunes dividiu com o camisa 1 da Caldense e a bola sobrou limpar para Everton. Sem ser fominha, ele mandou no meio da área para Vitor Xavier abrir o placar.

Animado, o Gama quase ampliou. Após bate e rebate na área, Rambo chutou e, mesmo com desvio, a bola passou perto. Aos 34′, Nunes arriscou rasteiro e João Paulo encaixou. Com 38’m Lucas Silva cruzou e a bola foi em direção ao gol. Calaça salvou. Na sequência, os times pecavam nas definições, com as defesas se destacando. Assim, o relógio marcou 48′ e a primeira etapa terminou com vantagem do alviverde candango.

Foto: Divulgação/Caldense

Gama amplia e garante resultado

Em desvantagem, a Caldense começou com outra postura, porém, quem ameaçou foi o Gama. Everton aproveitou cochilada da zaga mineira e passou para Vitor Xavier finalizar prensado na zaga. Com 4′, o camisa 20 teve nova chance e novamente não conseguiu chutar ao gol. Aos 7′, ela entrou. Vitor Xavier cruzou na medida para Nunes cabecear e estufar a rede mineira: 2 a 0. Solto em campo, o time candango quase fez outro.

Após cruzamento, a bola se ofereceu para Alba chutar forte, mas para fora. Aos 13′, mais uma bola na rede. Rambo subiu alto para aproveitar escanteio e ampliar: 3 a 0. Na sua primeira boa chegada, a Caldense desperdiçou quando Filipi Sousa bateu cruzado para fora. Com 23′, os mineiros arriscaram de longe para fácil defesa de Calaça. No minuto seguinte, Emerson cabeceou para João Paulo buscar no cantinho.

Mas o quarto veio logo. Alba cruzou falta na área e Wallace subiu com perfeição: 4 a 0. Tentando se manter viva, a Caldense ainda parou duas vezes em Calaça. Aos 35′, Nunes girou e bateu de canhota para João Paulo salvar. Ainda teve tempo do quinto: Alba cruzou nova bola na cabeça do capitão Emerson. Com o resultado garantido, o alviverde fez o tempo passar com a bola no pé para garantir o triunfo e mais três pontos na Série D.

Gama 5
Rodrigo Calaça; Everaldo, Gustavo Rambo, Emerson e Júlio Lima (Paulo Henrique); Wallace (Romário), Andrei Alba e Esquerdinha (Michel); Everton (David Souza), Vitor Xavier (Ueslei) e Nunes. Técnico: Mayco Tadei

Caldense 0
João Paulo; Filipi Sousa, Morais, Lucas Múfalo e Verrone; Guilherme Martins, Lucas Silva (Barbosa), Nathan e Henrique Caivano (Thiago Batista); Marco Damasceno e Igor Gomes. Técnico: Marcus Paulo Grippi

Gols: Vitor Xavier (1ºT – 27′), Nunes (2ºT – 7′), Gustavo Rambo (2ºT – 13′), Wallace (2ºT – 28′) e Emerson (2ºT – 44′)

Por gramado, Mané Garrincha perde jogo da Seleção para o Morumbi

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Ingressos de Bangu e Fluminense
Foto: Mateus Teófilo/Esp. Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz

O jogo entre Brasil e Venezuela, válida pela terceira rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo Catar 2022, não será mais no Estádio Nacional Mané Garrincha. Na quinta-feira (2/10), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou que decidiu transferir a partida de 13 de novembro para o Morumbi, em São Paulo. O motivo da mudança foi a entidade não ter considerado o gramado do palco candango apto para o jogo.

Segundo a CBF, a avaliação feita pela Comissão Nacional de Inspeção de Estádios (CNIE) deu nota 6,1 para o piso do Mané Garrincha. Na visão da entidade, as vistorias realizadas pela equipe técnica ao principal estádio do futebol candango indicaram ainda que, dentro dos cerca de 45 dias faltantes para o jogo, não haveria mudança significativa no cenário. Já o gramado do Morumbi alcançou 9,5.

A CBF justificou ainda que a modificação também foi motivada por “facilidade logística”. “A alteração da sede da partida obedeceu aos critérios de qualidade de gramado, prioridade da CBF na escolha dos estádios onde joga a Seleção Brasileira, e de melhores opções de logística, uma vez que a malha aérea encontra-se reduzida devido à pandemia e a capital de São Paulo recebe um maior número de voos nacionais e internacionais”, explicou.

Gramado do Mané Garrincha na final do Candangão 2020 | Foto: Mateus Teófilo/Esp. Distrito do Esporte

Curiosamente, durante a paralisação das competições de futebol provocada pela pandemia do novo coronavírus, o gramado do Estádio Nacional Mané Garrincha recebeu alguns cuidados. Em junho, a Arena BSB, empresa concessionária do palco esportivo, postou um vídeo dos trabalhos e foto do gramado, que recebeu seis jogos (quatro do Campeonato Candango e dois da Série D) após a retomada dos torneios esportivos.

Onze semanas antes da reprovação, a empresa explicou os trabalhos que foram feitos e afirmou que o estádio estava apto para jogos. “O Mané Garrincha está pronto para receber a retomada do futebol, seguindo os protocolos de segurança. Neste período de pandemia, fizemos o replantio do gramado, além de reformas e melhorias nas áreas de atendimento aos atletas e publico”, afirmou em nota.

Nesta semana, o Brasiliense também abriu mão de atuar no Mané Garrincha. Depois de atuar em cinco partidas seguidas como mandante no local, o Jacaré solicitou que a CBF alterasse o palco da partida contra o Atlético de Alagoinhas-BA, válida pela Série D do Brasileirão, para o estádio Serejão. Na ocasião, porém, o clube não justificou se o pedido tinha alguma ligação com o gramado do estádio.

TV Brasil transmitirá Série D; Em novo horário, Gama vai ao ar no sábado

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Arte: Divulgação/TV Brasil

Por Danilo Queiroz

Os torcedores de Gama e Brasiliense ganharam uma nova opção para acompanhar os jogos de seus clubes na Série D do Campeonato Brasileiro. Mais nova opção de transmissão da quarta divisão do futebol nacional, a TV Brasil entrou em acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e começou às transmissões do torneio na última quarta-feira (30/9). Ao todo, 42 jogos serão veiculados.

A estreia dos times candangos na emissora gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) será já neste sábado (3/10), quando o canal leva ao ar o confronto entre Gama e Caldense, válido pela quarta rodada da fase de grupos da Série D, no estádio Bezerrão. A CBF, inclusive, antecipou a partida para às 16h. Antes, o confronto estava programado para ter bola rolando uma hora mais tarde.

A tendência é que outros jogos envolvendo Brasiliense e Gama sejam transmitidos ao longo da competição, já que a cada rodada da Série D de 2020 duas partidas irão ao ar em cada uma das rodadas previstas no torneio. Além do canal vinculado ao Governo Federal, os torcedores candangos também tem a opção de acompanhar as partidas através da plataforma de streaming MyCujoo.

Além da televisão aberta, as partidas também serão transmitidas por streaming no site da TV Brasil, pelas afiliadas que integram a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNPC) e pela TV Brasil no sinal fechado por assinatura. Também é possível assistir ao canal via internet, pelo site. Nas redes sociais, a emissora tem perfil no Facebook, no Twitter e no Instagram.

Dois anos depois de sua estreia, Luigi Vendramini voltará ao octógono do UFC

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Foto: Reprodução/UFC Collections.

Por João Marcelo

O próximo sábado, 3 de outubro, será o recomeço de um atleta do Distrito Federal. Já se passaram dois anos desde a última luta – e estreia no Ultimate Fighting Championship (UFC) – de Luigi Vendramini. O tempo de inatividade deu-se depois de duas graves lesões, que o impossibilitaram de treinar e consequentemente, subir ao octógono mais conhecido do mundo. E para este fim de semana, o alemão Jessin Ayari será o adversário do “The Italian Stallion”.

Em 22 de setembro de 2018, Luigi “The Italian Stallion” Vendramini subia ao octógono do UFC para enfrentar o compatriota Elizeu “Capoeira” Zaleski. A estreia no evento era na categoria de cima de Luigi, o peso-meio-médio (até 77kg), devido à lesão de Belal Muhammad, que seria o adversário de Capoeira. O convite da organização veio pouco menos de dez dias antes da luta e mesmo com curto tempo de preparação, Vendramini aceitou o desafio.

No combate, o primeiro round teve algumas reviravoltas e Luigi não venceu Capoeira por pouco. Ainda nos cinco minutos iniciais, Vendramini sentiu uma lesão em seu joelho, mas continuou o combate. Porém, no segundo round, veio a derrota após Capoeira aplicar voadora, socos e chutes, vencendo por nocaute. Foi o primeiro revés na carreira de Luigi, que tinha oito lutas em outras organizações e sendo todas antes do tempo estabelecido nos confrontos (quatro por nocaute e quatro por finalização).

A lesão – rompimento do ligamento do joelho – que sentiu ainda no primeiro round deixou “The Italian Stallion” cerca de sete meses afastados dos treinos. Após o período inativo, o atleta voltou aos treinamentos e pouco tempo depois, um novo rompimento no mesmo joelho. Após nova cirurgia, foram mais oito meses em inatividade. Somente em março deste ano que o atleta voltou aos treinamentos, visando o retorno ao UFC.

Adversário também não luta desde 2018

O retorno de Luigi Vendramini ao UFC ocorrerá neste sábado (03/10). O atleta brasiliense, que também tem cidadania italiana, abrirá o card preliminar do UFC na Ilha da Luta, em Abu Dhabi, contra Jessin Ayari. O “Abacus”, como é conhecido o alemão, também vem de um longo período de inatividade. Seu último confronto foi há quase dois anos, mais precisamente em 27 de outubro de 2018 contra o escocês Steven Ray. No confronto, Jessin saiu derrotado por decisão unânime.

Esse era o terceiro combate de Jessin Ayari no UFC. Antes da derrota para Steven Tay, o alemão havia sido derrotado por Darren Till, também por decisão unânime, em 28 de maio de 2017. A única vitória na organização foi frente ao inglês Jim Wallhead por decisão dividida em setembro de 2016. Levando em consideração o card do atleta em outras organizações, Jessin acumula 21 lutas, sendo 16 vitórias e cinco derrotas.

Card do UFC Ilha da Luta, em Abu Dhabi (EAU)

CARD PRINCIPAL 
Holly Holm x Irene Aldana (peso-galo)
Yorgan de Castro x Carlos Boi (peso-pesado)
Germaine de Randamie x Julianna Peña (peso-galo)
KB Bhullar x Tom Breese (peso-médio)
Dusko Todorovic x Dequan Townsend (peso-médio)

CARD PRELIMINAR 
Carlos Condit x Court McGee (peso-meio-médio)
Charles Jourdain x Joshua Culibao (peso-pena)
Kyler Phillips x Cameron Else (peso-galo)
Jordan Williams x Nassourdine Imavov (peso-médio)
Loma Lookboonmee x Jinh Yu Frey (peso-palha)
Casey Kenney x Heili Alateng (peso-galo)
Luigi Vendramini x Jessin Ayari (peso-leve)

Com um a mais, Brasiliense domina Bahia de Feira, mas só empata na Série D

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Marcelo Oliveira/Esp. Metrópoles

Por Lucas Espíndola

Na noite desta quinta-feira (1/10), o Brasiliense voltou a pontuar no Brasileirão Série D. Com um jogador a mais em boa parte do jogo, o time amarelo conquistou um ponto no empate contra o Bahia de Feira, que terminou 1 a 1. Com esse resultado, o Jacaré permanece na quarta colocação com quatro pontos. O time do Distrito Federal poderia até ter conquistado a terceira posição, porém a equipe do Atlético Alagoinhas venceu seu confronto diante do Palmas, em partida que aconteceu simultaneamente ao jogo do Brasiliense.

O primeiro tempo teve de tudo: confusão, expulsão, pênalti e gols. Logo na primeira metade dos 45 iniciais, Jefferson Bruno abriu o placar para o Bahia de Feira. Marcos Aurélio, após muita confusão, cobrou um pênalti a favor do Jacaré, e converteu. Já o segundo tempo não teve muitas emoções. Com algumas chegadas perigosas para os dois lados, Bahia de Feira e Brasiliense não marcaram na segunda etapa, terminando o jogo empatado.

Primeiro tempo muito movimentado na Bahia

Os minutos iniciais foram bem disputados, com as duas equipes trocando passes buscando o ataque, mas sem levar perigo à meta adversária. Aos 7′, aconteceu a primeira finalização da partida. Wagner Balotelli arriscou da intermediária, mas a bola acabou passando por cima do gol de Alan. Dois minutos depois, quem chegou com perigo foi o Bahia de Feira. Jarbas cobrou falta pelo lado esquerdo do campo, a pelota foi em direção ao gol de Fernando Henrique, que deu um tapinha para a linha de fundo.

Depois da primeira chance de perigo, o Bahia de Feira abriu o placar. Aos 15′, depois de rebote do goleiro Fernando Henrique, Jerfferson Bruno chegou batendo na bola dentro da área, o arqueiro do Jacaré não conseguiu fazer a defesa, 1 a 0 para o Tremendão. Aos 18′, quase o empate do Brasiliense. Após falha da defesa do time da casa, Luquinhas chutou para o gol, Alan acabou espalmando para o meio da área, na sobra, Mariano bateu fraco, e o goleiro do time baiano encaixou com tranquilidade.

Ulteriormente ao primeiro gol do time da casa, o Brasiliense partiu pra cima em busca do empate. Em um intervalo de cinco minutos, o Jacaré teve quatro chances de jogar a bola na área, duas através de escanteios e outras duas oportunidades após cobranças de falta na intermediária, causando um alvoroço na defesa baiana. Aos 30′, quase uma pintura em Feira de Santana. Marcos Aurélio bateu falta com classe, o goleiro Alan voou no ângulo, e espalmou a redonda para fora.

Aos 33′, uma grande confusão se instaurou no gramado da Arena Cajueiro. Depois de falta cobrada à favor do Brasiliense, Jefferson Bruno, que estava na barreira, tirou a bola com a mão. O árbitro, primeiramente, marcou falta fora da área. Após a marcação, o juiz Diego Fernandes consultou os dois bandeirinhas, além de conversar com o quarto árbitro. Posteriormente à consulta, o juiz expulsou o camisa número 10 do Bahia de Feira, e assinalou pênalti a favor do Brasiliense. A cobrança do pênalti aconteceu apenas cinco minutos depois e, Marcos Aurélio, que não tinha nada a ver com a confusão, bateu muito bem no meio do gol, 1 a 1.

Segunda etapa com algumas chegadas perigosas, mas sem gols

A primeira chance do segundo tempo foi do Bahia de Feira. Aos 2 minutos, Capone chutou de fora da área, a bola passou tirando tinta do travessão do gol de Fernando Henrique. O Brasiliense respondeu logo em seguida. Luquinhas invadiu a área e finalizou, a pelota bateu no marcador e sobrou para Jeferson Maranhão, o meia ofensivo chutou cruzado e foi novamente para o atacante Luquinhas, na hora da batida para o gol, Alan saiu da meta e evitou a virada da equipe amarela.

A fim de dar mais mobilidade para o ataque e pressionar mais ainda o time da casa, o técnico Edson Souza colocou Romário e Neto Baiano no início da segunda etapa, buscando a virada para o time do Distrito Federal. Aos 18′, o Brasiliense chegou outra vez com perigo ao gol adversário. Após cobrança de escanteio pelo lado direito, Badhuga subiu no segundo andar e cabeceou para o gol, o goleiro Alan fez a defesa tranquilamente.

Aos 22′, outra oportunidade para o time amarelo. Sandy, que entrou no segundo tempo, chutou de fora da área, a bola tinha endereço certo, porém, o arqueiro do Tremendão fez bela ponte e espalmou para linha de fundo, mais uma boa chance para o Brasiliense. Três minutos mais tarde, o Bahia de Feira mandou uma bola na trave, com Jaildo. Quase o time baiano marcou o segundo gol na partida. Mesmo com a sede de vitória das duas equipes, os 45 minutos finais foram menos movimentados do que a primeira etapa.

Aos 34′, Luquinhas recebeu dentro da área, o atacante ajeitou o corpo e bateu cruzado de pé direito para o gol, a bola saiu de mansinho rente a trave direita da meta do Bahia de Feira. Aos 40 minutos, Menezes cobrou falta da intermediária, o goleiro Fernando Henrique deu um tapa para linha de fundo. Quando o relógio marcou 50 minutos, o árbitro Diego Fernandes encerrou a partida em Feira de Santana.

O que vem por aí

Na próxima rodada, que será a quarta da competição nacional, o Brasiliense irá receber outro time da Bahia, dessa vez é o Atlético Alagoinhas. A partida acontecerá no domingo (4/10), às 15 horas, no estádio Serejão. O confronto marcará o retorno do Jacaré ao estádio localizado em Taguatinga, após longos sete meses longe de sua cancha.

Bahia de Feira 1
Escalação: Alan; Menezes, Paulo Paraíba, Jaildo; Jarbas, Jefferson, Cazumba, Capone, Ebinho (Léo Porto), Jeovane, Danilo (Judicael) e Jair.
Técnico: Arnaldo Lira

Brasiliense 1
Escalação: Fernando Henrique; Diogo (Esquerdinha), Badhuga, Keynan, Fernandinho; Bruno Lima, Balotelli (Sandy), Marcos Aurélio (Romário); Jeferson Maranhão (Renatinho), Luquinhas e Mariano (Neto Baiano).
Técnico: Edson Souza

Voando na Série D: Gama vence Villa Nova-MG e abre margem na liderança

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Foto: Divulgação/Villa Nova-MG

Por Danilo Queiroz

A noite de quarta-feira (30/9) trouxe mais uma vitória do Gama na Série D do Campeonato Brasileiro. Ainda invicto na competição nacional, o alviverde foi até o estádio Castor Cifuentes para medir forças com o Villa Nova-MG pela terceira rodada do grupo A6 e se deu bem. Com gol de Vitor Xavier no início do jogo, o time candango contou ainda com nova bola atuação de Calaça para voltar com os três pontos na mala.

No primeiro tempo, o Gama abriu o placar logo cedo com Vitor Xavier. Mais com a bola, o Villa Nova ficou mais tempo no ataque, mas esbarrou no bom posicionamento defensivo alviverde, que criou uma barreira e segurou os mineiros. Nos 45 minutos finais, o time mineiro se lançou ao ataque, mas acabou parando no camisa 1 gamense e vendo os visitantes conquistarem mais uma vitória no torneio.

Gol cedo e defesa consistente

Nos minutos iniciais, o mandante Villa ficou bom a bola e tentou o ataque, mas foi o Gama que aproveitou a primeira chance. Aos 5′, Nunes fez boa jogada pela ponta direito e passou para Vitor Xavier se jogar na bola e empurrar para o fundo da rede. A primeira finalização do time mineiro veio somente aos 9′, mas parou em Calaça. Embora ocupasse o campo de ataque, o ataque do Villa Nova não encontrava espaços na bem postada defesa alviverde.

Apesar da segurança defensiva, o Gama também não criava grandes tramas no ataque e voltou a finalizar somente aos 22′, quando Andrei Alba cobrou falta, mas na barreira. Aos 26′, Vitor Xavier fez grande jogada e tentou cruzar rasteiro, mas a bola parou em Deola. Aos 32′, o Villa quase marcou em um “acaso”. O time mineiro colocou bola parada na área e ela tomou o rumo do gol, mas Calaça estava esperto para cortar e mudar a direção.,

Conforme o tempo passava, o enredo se confirmava. Seguro defensivamente, o Gama seguia evitando as ações do Villa, que passou a tentar cruzamentos na bola na área, mas sem sucesso. Aos 42′, o alviverde balançou às redes novamente, mas a arbitragem pegou falta no goleiro Deola. No fim do primeiro tempo, o time mineiro desperdiçou duas boas chances pelo alto, todas na cabeça do zagueiro Wellington.

Villa se assanha, mas Gama segura a vitória

O Gama iniciou a segunda etapa com o mesmo ímpeto da primeira. Aos 2′, Deola foi obrigado a fazer duas grandes defesas em sequência nas finalizações de Vitor Xavier e Everton. O Villa tentou responder no ataque seguinte, mas o chute de Taysson foi para fora. Aos 9′, outra grande chance mineira. Juninho recebeu dentro do área e bateu com força. Calaça voou bem no canto esquerdo para evitar o gol.

Aos 13′, o camisa 1 do Gama apareceu novamente. João Lucas bateu falta a meia altura e o goleiro alviverde espalmou para o lado. Quando o relógio marcava 19′, o Villa chegou novamente, mas teve seu ataque impugnado por impedimento. Os mineiros voltaram a amerçar aos 29′ e de novo Calaça parou cabeçada para o gol. Mais atrás, o alviverde não conseguia encaixar seu contra-ataque.

Com o jogo mais frio, o Gama ficou alguns minutos sem sofrer sustos. Aos 38′, Ikaro cobrou falta na direção do gol e Deola tirou. Jogando com o relógio a seu favor e querendo manter a vantagem, o alviverde voltou a se fechar defensivamente em busca de uma bola fatal. Ela, porém, nem foi necessária. Fim de jogo: Gama 1 a 0 Villa Nova e alviverde 100% de aproveitamento na Série D do Brasileirão.

Villa Nova-MG 0 
Deola; Ramon (Jean Carlos), Wellington, Rodolfo e Charles Maceió (Eltinho); Augusto Recife (João Lucas), Wander João Paulo e Taysson Lalau; Lucas Grossi e Juninho (Alef). Técnico: Mancini

Gama 1
Rodrigo Calaça; Gabriel, Emerson, Gustavo e Júlio Lima; Wallace, Andrei Alba (Ikaro) e Norton (Romário); Everton, Vitor Xavier (Michel Platini) e Nunes. Técnico: Mayco Tadei

Minas Brasília perde mais uma, mas permanece fora da zona de rebaixamento

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Patricy Albuquerque/Minas Brasília

Por Lucas Espíndola

A tarde desta quarta-feira não foi boa para o Minas Brasília. Após goleada no último jogo, o time do DF recebeu no Bezerrão o líder da competição, o Corinthians. Na 12ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A1, a equipe verde e azul conheceu o seu sétimo revés, após perder por 4 a 1. Mesmo com esse resultado adverso, “As Minas” permanecem na 12ª posição, fora da zona de rebaixamento, já que o Iranduba perdeu para o São Paulo.

Na primeira etapa quem teve a primeira chance foi o time da casa, com Bruna Pelé. Mas logo após esse primeiro ataque do Minas Brasília, só deu Corinthians. Com dois gols de Crivelari e um de Vic Albuquerque, a equipe alvinegra fez 3 a 1 no primeiro tempo. No segundo tempo o alvinegro paulista continuou com o domínio da partida, e marcou mais um tento nos 45 minutos finais.

Chuva de gols no primeiro tempo

Como na maioria dos jogos que disputa, o Corinthians começou com a maior posse, tocando muito bem a pelota e tentando infiltrar na defesa das adversárias. Mesmo assim, quem teve a primeira chance de perigo foi a equipe mandante. Aos 4′, Bruna Pelé roubou a bola no meio de campo e foi levando até a entrada da área, a camisa número 17 bateu no canto direito da meta alvinegra, mas a arqueira Lelê fez bela defesa.

Aos 10′, pintou a oportunidade do Corinthians abrir o placar. Após receber belo passe dentro da área de Vic Albuquerque, Adriana, sozinha, chutou por cima do gol do Minas Brasília. No lance seguinte, novamente a camisa número 9 levou perigo ao gol de Thalya. Mais uma vez no interior da grande área, mas com três marcadoras ao seu redor, Adriana Leal pegou embaixo da bola, e a redonda subiu por cima do travessão.

Quando o relógio marcava 17 minutos, o placar foi inaugurado. Depois de uma bela jogada de Andressinha, cortando toda a marcação, Crivelari recebeu sozinha dentro da área, a atacante teve tempo de pensar e bater com calma no canto direito de Thalya; 1 a 0 para o Corinthians. Quatro minutos mais tarde, o time alvinegro ampliou o placar. Adriana Leal que estava do lado esquerdo dentro da área, rolou para Crivelari, a camisa número 19 teve que chutar duas vezes no gol para marcar; 2 a 0.

Aos 32′, após a parada para a hidratação, o Minas Brasília diminuiu o placar. Katrine cruzou na área, Lia desviou de cabeça para Gabi Arcanjo, a camisa número 20, também com o cocuruto, mandou para o gol, sem chances para a goleira Lelê. Aos 37′, o Corinthians chegou perto do terceiro gol. Adriana chutou de dentro da área, a pelota explodiu na trave de Thalya. Um minuto depois, veio o terceiro tento. Vic Albuquerque mandou para o gol após saída da arqueira do Minas; 3 a 1.

Domínio corintiano

O segundo tempo começou morno, com o jogo mais concentrado no meio de campo, sem perigo às goleiras. A primeira chance só foi acontecer aos 10 minutos. A meia Zanotti recebeu na intermediária e chutou de longe, a arqueira do Minas Brasília espalmou para a linha de fundo. Aos 20′, o time alvinegro reclamou de um pênalti não marcado em cima de Thamires, mas o árbitro Marcello Rudá mandou o jogo seguir.

Aos 26′, mais um susto do time do Corinthians. Após outro chute de longe, da intermediária, a bola explodiu no travessão de Thalya. Aos 30 minutos, o alvinegro marcou o quarto gol. Mais uma vez ela, Vic Albuquerque, recebeu de Gabi Nunes, e na altura da marca do pênalti chutou no canto direito da meta do Minas Brasília; 4 a 1. Dois minutos depois, Robinha cobrou falta para o Minas Brasília, a bola passou do lado da trave direita de Lelê.

Aos 40′, após cruzamento rasteiro dentro da pequena área, houve um bate e rebate em frente ao gol de Thalya, a bola sobrou pra Pardal, que mandou por cima da meta do Minas Brasília. O Corinthians continuou em cima, buscando o quinto gol na partida, mas sem sucesso. No momento que o relógio marcou 48 minutos, Marcello Rudá finalizou a partida no estádio Bezerrão.

O que vem por aí

Na próxima rodada, o Minas Brasília terá um confronto direto para garantir a permanência na Série A1. A partida será contra o Iranduba, do Amazonas. O confronto ocorrerá na próxima segunda-feira, dia 5, às 16 horas na Arena da Amazônia. Já o Corinthians enfrentará o São José, do interior de São Paulo. O encontro está marcado para domingo, às 15:30.

Minas Brasília 1
Escalação: Thalya; Lia, Jéssica, Natália (Juliana), Laine; Robinha, Gabi Arcanjo, Bárbara (Isa); Katrine, Pelé e Steff.
Técnico: Rodrigo Campos

Corinthians 4
Escalação: Lelê; Katiuscia, Erika, Pardal e Juliete; Grazi (Gabi Nunes), Andressinha (Ingryd), Victória Albuquerque, Zanotti (Thamires); Crivelari (Cacau) e Adriana (Gabi).
Técnico: Arthur Elias

De volta para casa: Brasiliense receberá Atlético-BA no Serejão

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Foto: Lucas Bolzan/Distrito do Esporte

Por Danilo Queiroz

No próximo domingo (4/10), o Brasiliense estará de volta para sua tradicional casa. Depois de adotar o Estádio Nacional Mané Garrincha como palco dos primeiros jogos após a retomada das competições, o Jacaré voltará a mandar uma partida no Estádio Serejão, em Taguatinga. O jogo em questão será contra o Atlético de Alagoinhas pela quarta rodada da fase de grupos da Série D do Campeonato Brasileiro.

A ida para o Serejão foi oficializada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no fim da ultima semana. Segundo a entidade máxima do futebol nacional, a mudança do palco de jogo foi feita para atender a uma solicitação feita pelo Brasiliense. Todos as demais partidas do Jacaré como mandante na Série D seguem agendados para o Mané Garrincha no momento, mas uma modificação não está descartada.

Com isso, o time amarelo estará de volta ao Serejão após quase sete meses. O último jogo do Brasiliense em Taguatinga foi em 7 de março, ainda antes da paralisação provocada pela pandemia do coronavírus, quando venceu o Capital por 3 a 1 pela 9ª rodada da primeira fase do Campeonato Candango. Na sequência, foram cinco jogos como mandante no Mané Garrincha pelo torneio local e pela Série D.

A inatividade do estádio, por outro lado, dura menos tempo. O Serejão foi utilizado pela última vez na partida de ida das quartas de final do Candangão em 12 de agosto, quando o Taguatinga, mandante do jogo, foi derrotado pelo Formosa por 1 a 0. Na ocasião, o gramado apresentava boas condições. Com a eliminação da Águia e a preferência do Jacaré pelo Mané Garrincha, o local acabou ficando sem jogos.