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É campeão! Defensa y Justicia vence nos pênaltis e leva a taça da Recopa

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Foto: Divulgação/Defensa y Justicia

Por Lucas Espíndola

Na noite desta quarta-feira (14/04), após receber as partidas da Supercopa do Brasil e Libertadores da América, a bola da vez foi a Recopa Sul-americana no estádio Mané Garrincha. Palmeiras e Defensa y Justicia entraram em campo para o segundo jogo da finalíssima da competição. Com a vitória do time argentino no tempo normal e empate na prorrogação, o duelo foi para as penalidades. Com Luiz Adriano e Weverton perdendo suas penalidades, a equipe verde e amarela levou a taça da Recopa Sul-americana.

O primeiro tempo foi repleto de emoções, com diversas chances para as duas equipes. Melhor no início de partida, o Palmeiras saiu na frente com gol de Raphael Veiga, de pênalti. O Defensa y Justicia chegou ao empate quando o relógio marcava 30 minutos, gol de Braian Romero. No segundo tempo, o Palmeiras teve Matías Viña expulso, após o lateral chutar o jogador adversário.Nos acréscimos da segunda etapa, Benítez soltou um petardo de longe, virando o jogo para os argentinos. Com isso, a partida foi para a prorrogação.

Grandes emoções e jogo pegado

O começo da partida já mostrava como seriam os 90 minutos da grande final da Recopa. Com o Defensa y Justicia precisando do resultado, a equipe argentina tentava infiltrar na defesa alviverde, deixando diversos espaços para o contra-ataque.  Além disso, a partida era brigada, com diversas faltas e chegadas fortes das duas equipes. Aos 8′, Danilo fez belo lançamento para Wesley, o atacante driblou o goleiro e bateu para o gol, a zaga tirou em cima da linha, mas o bandeirinha assinalou impedimento.

Em uma dessas chegadas, o time argentino levou perigo à meta alviverde. Aos 15′, Benítez arriscou de fora da área, Weverton bateu roupa e no rebote a redonda sobrou para Pizzini, o meia chegou batendo de primeira e mandando a bola para a linha de fundo. Aos 18′, o Palmeiras teve um pênalti marcado a seu favor. Rony recebeu na entrada da grande área, carregou a pelota para dentro e foi derrubado por Meza dentro da área, o juiz mandou seguir mas depois o VAR chamou e a penalidade foi assinalada.

Foto: Staff Images/CONMEBOL

O meia Raphael Veiga foi para a cobrança e com a perna direita tirou de Unsain, que não teve chances de fazer a defesa, 1 a 0. Aos 30′, o Defensa y Justicia empatou a partida. Pizzini recebeu por trás de Gómez e cruzou rasteiro para Braian Romero, o atacante chegou enchendo o pé e mandou um balaço para o fundo das redes, 1 a 1. Antes do empate argentino, era nítido a queda de ritmo do Palmeiras no duelo. Aos 36′, quase os argentinos viraram o placar no Mané Garrincha.

O atacante Braian Romero chutou de dentro da área, Weverton fez bela defesa e no rebote Benítez fuzilou para a meta alviverde, novamente o paredão palmeirense espalmou para fora. Depois de tomar alguns sustos o Palmeiras voltou a atacar, tentando de toda maneira abaixar o ritmo do Defensa y Justicia. O árbitro Leodan González encerrou a primeira etapa aos 47 minutos.

Viña expulso e gol de Benítez no final

A primeira chance da segunda etapa foi do Palmeiras. Após erro na saída de bola da defesa argentina, a redonda sobrou para Rony que invadiu a área e bateu de perna direita para o gol, o arqueiro Unsain defendeu sem dificuldade. Dois minutos depois o Defensa y Justicia respondeu. O meia Pizzini arriscou de fora da área mas a pelota acabou passando por cima da meta de Weverton. Aos 6′, após receber belo passe de Pizzini, Braian Romero tentou driblar o goleiro alviverde, mas Weverton fechou o ângulo e praticou a defesa.

Aos 11′, Benítez tentou fazer um gol olímpico e cobrou escanteio bem forte para a meta alviverde, Weverton espalmou para a linha de fundo, gerando um novo canto para o Defensa. Quatro minutos depois, Rony teve a chance de marcar o segundo do Verdão. Patrick de Paula deu passe na medida para o camisa número sete, o atacante ajeitou o corpo e encheu o pé para o gol, Unsain fez boa defesa. Aos 22′, o juiz Leodan consultou o VAR  e expulsou Viña, após agressão do lateral do Palmeiras.

Foto: Staff Images/CONMEBOL

O técnico Beccacece resolveu deixar o time argentino mais ofensivo em busca do segundo tento na partida. Tirou o volante amarelado Loaiza e colocou o atacante Hachen. Porém, aos 33′ quem quase marcou foi o Palmeiras. Patrick de Paula dominou na intermediária e rolou para Gabriel Veron, o jovem atacante invadiu a área e chutou forte para o gol, mas o goleiro espalmou.  O jogo era duro, o Defensa tentava infiltrar na defesa palmeirense, mas pecava no último toque antes da finalização. O time argentino começou a fazer lançamentos para área, a fim de marcar o segundo.

Aos 41′, Benítez arriscou da intermediária, a bola passou rente à trave direita de Weverton. A pressão foi tanta que uma hora a bola entrou. Aos 48′, Benítez arriscou da intermediária, Weverton voou nela e desviou nele antes de entrar no gol, 2 a 1 para o Defensa. Três minutos mais tarde, o juiz deu números finais à segunda etapa. Com o resultado positivo para os argentinos, o duelo foi para a prorrogação.

Prorrogação tem pênalti perdido e muita confusão

A prorrogação começou com o Defensa y Justicia em cima do Palmeiras. Com menos de dois minutos, Isnaldo cruzou pelo lado esquerdo e Weverton quase aceitou. Aos 5′, Leodan marcou pênalti para o Palmeiras. Após a penalidade máxima ser assinalada, houve uma confusão entre jogadores e comissões técnicas das duas equipes entraram em confronto. Braian Romero foi expulso. Na cobrança, Gomez bateu no canto esquerdo mas Unsain pulou nela e defendeu. O segundo tempo não foi dos melhores, os times não atacavam e pareciam que estavam apenas esperando as penalidades chegarem.

 

Foto: Staff Images/CONMEBOL

O que vem por aí?

As atenções do Defensa y Justicia agora se voltam para o Campeonato Argentino. No próximo domingo (18/04), o clube verde e amarelo visitará o Independiente no estádio Libertadores de América, às 21 horas. Já o Palmeiras terá o clássico contra o São Paulo na sexta-feira  (16/04), às 22 horas, no Morumbi. O confronto é válido pelo Campeonato Paulista, que foi retomado nesta semana.

Definição na Libertadores

Antes do jogo entre Palmeiras e Defensa y Justicia começar, a bola rolava em Porto Alegre no confronto entre Grêmio e Independiente Del Valle, válido pela terceira fase da Copa Libertadores da América. Mesmo jogando em casa, o tricolor gaúcho foi derrotado pelos equatorianos dentro da Arena e com isso, entrou no Grupo A, que conta com Palmeiras, Defensa y Justicia e Universitario, do Peru. A fase de grupos da competição sul-americana começará na próxima terça-feira (20/04).

Palmeiras 1 (2)

Escalação: Weverton; Marcos Rocha🟨 (Luiz Adriano), Luan, Gustavo Gómez e Viña 🟥; Danilo, Patrick de Paula🟨 (Felipe Melo) e Raphael Veiga⚽ (Gabriel Menino); Breno Lopes (Mayke), Wesley 🟨(Gabriel Veron (Alan)) e Rony 🟨.
Técnico: Abel Ferreira

Defensa y Justicia 2 (4)
Escalação: Unsain; Matías Rodríguez (Brítez), Frías 🟨, Meza e Benítez ⚽🟨 (Néstor); Loaiza 🟨(Hachen), Enzo Fernandez, Pizzini (Merentiel) e Rotondi (Isnaldo); Braian Romero ⚽🟥 e Walter Bou (Escalante).
Técnico: Sebástian Beccacece 🟨

Pênaltis
Palmeiras: Gabriel Menino⚽, Luiz Adriano❌, Gómez⚽, Rony⚽, Weverton❌.
Defensa y Justicia: Fríaz⚽, Merentiel⚽, Isnaldo⚽, Enzo Fernández⚽.

Giro da Rodada: grupo C do Candangão começa com duas igualdades

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Foto: Gabriel Teles/Ascom Gama

A bola rolou para a segunda fase do Campeonato Candango. Na tarde desta quarta-feira (14/4), dois jogos abriram a disputa por duas vagas no quadrangular semifinal do torneio local destinada ao grupo C. Todos terminaram em igualdades. No Abadião, Gama e Luziânia ficaram no 1 x 1. No Serejão, Taguatinga e Unaí não conseguiram tirar o zero do marcador. Os times somaram um ponto cada.

Nos critérios de desempate, o alviverde e o time goiano saltaram à frente na busca por sobrevida no torneio local, enquanto o TEC e o Verdão da Serra ficaram com as posições fora do G-2. A briga pelas vagas terá continuidade no fim de semana, novamente com as partidas sendo disputadas simultaneamente. No sábado (17/4), às 15h30, o Gama recebe o Unaí, no Abadião, e o Luziânia pega o Taguatinga, no Serra do Lago.

Gama 1 x 1 Luziânia

Gama e Luziânia empataram, mas fizeram uma partida bastante animada e com boas chances para os dois lados. Partindo para cima, o alviverde incomodou os visitantes. Com 4, Matheus Lorenzo foi obrigado a fazer boa defesa. Quatro minutos depois, Daniel Alagoano cortou a marcação e chutou no canto esquerdo da rede. Antes dos 20, o Periquito perdeu três chances promissoras com o atacante Caíque.

O Luziânia evoluiu e sofreu menos, mas o Gama perdeu grande chance aos 28, quando Ueslei ajeitou e Lila perdeu na pequena área. Aos 39, o alviverde foi punido. Titico recebeu lançamento e bateu com calma para igualar. Modificadas, as duas equipes mantiveram um equilíbrio na etapa final. Na melhor oportunidade dos primeiros minutos, Klebinho não conseguiu finalizar para o gol.

Após isso, as ações ofensivas caíram bruscamente. Na reta final, o Luziânia passou perto da virada em cruzamento de escanteio. O Gama criou duas jogadas com Igor: na primeiro, cobrou falta para fora. Na segunda, a finalização parou em Matheus Lorenzo. Depois dos 45, foi a vez do atacante Alexandre ter oportunidades em sequência. Porém, Matheus se destacou nos dois lances e segurou o 1 x 1 no placar.

Taguatinga 0 x 0 Unaí

No Serejão, o empate também foi soberano, mas o nível de jogo foi bem mais sonolento por parte das equipes. A primeira chance foi animada. Aos 3, Thiaguinho driblou o goleiro do TEC, mas viu a bola ser tirada quase em cima da linha. A primeira finalização da Águia no jogo aconteceu aos 15, quando Matheus Rogério mandou para fora. Melhor defensivamente, o time azul não conseguiu chegar de forma ostensiva.

Na etapa final, Lucão, enfim, trabalhou. Vandinho recebeu de Luan e bateu da entrada da área, mas parou no goleiro. Truncada, a partida careceu de emoções nos minutos seguintes. Na reta final, cada time teve uma chance. De cabeça, Jeffão desperdiçou cobrança de escanteio pelo Taguatinga. Aos 44, Lucas Diniz não segurou falta de Hiwry. José Leandro chutou a sobra sem força e a defesa tirou.

Seleção da Rodada #6 – Campeonato Candango 2021

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Após o término de cada rodada do Campeonato Candango 2021, o Distrito do Esporte apresentará a Seleção da Rodada, um esquadrão eleito pelos jornalistas do portal e convidados, que tiveram a missão de indicar os melhores de cada posição na rodada. A escolha dos jogadores que integram o esquadrão de cada um dos certames do torneio local é baseada unicamente no desempenho das atletas e times durante as partidas da competição.

Para ficar ainda melhor, os leitores do Distrito do Esporte também podem interagir e participar na escolha do Craque da Rodada. Ao fim desta matéria, uma enquete estará disponível para que você possa escolher seu atleta preferida. O vencedor da votação pública será divulgado na matéria da Seleção da Rodada subsequente e nas redes sociais do site. Vale lembrar que cada usuário só poderá votar uma vez e é preciso estar conectado à conta Google.

Nas partidas da sexta rodada do Candangão, Taguatinga, Gama, Capital, Ceilândia, Luziânia e Brasiliense emplacaram jogadores na Seleção da Rodada. Desta forma, o time ficou formado com Edmar Sucuri (Brasiliense); Denis (Ceilândia), Kasado (Gama), Perivaldo (Luziânia) e Victor Sousa (Capital); Klécio (Ceilândia), Felipe Goiano (Ceilândia) e Peninha (Brasiliense); João Victor (Ceilândia), Romarinho (Capital) e Bruno Nunes (Brasiliense). Adelson de Almeida (Ceilândia) foi escolhido como o melhor técnico.

Vote no Craque da Rodada #6

Santos sai na frente, cede empate, mas está classificado na Libertadores

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Foto: Reprodução/Santos F.C.

Por Victor Parrini

Em noite de definição no Mané Garrincha, Santos e San Lorenzo-ARG se enfrentaram pelo segundo e decisivo jogo da terceira fase da Libertadores da América. Na partida de ida, na Argentina, o Peixe levou a melhor ao vencer por 3×1, com gols de Lucas Braga, Marinho e o jovem de Samambaia, Lucas Ângelo. Ângelo se tornou o jogador mais jovem a marcar gol em Libertadores, aos 16 anos anos 3 meses e 16 dias.

A exemplo da partida de ida no Nuevo Gasómetro, o Santos tomou as primeiras iniciativas do jogo, até que aos 21 minutos, com um belo gol de Marcos Leonardo, conseguiu abrir o placar em Brasília. No decorrer do primeiro tempo, o San Lorenzo buscou pressionar, teve chances de empatar, mas sem êxito. Na etapa final, o Alvinegro Praiano começou bem, ampliou a vantagem com Pará, mas viu Di Santo e Ángel Romero deixarem tudo igual para os argentinos. Contudo, o empate garantiu a equipe paulista na fase seguinte da Libertadores.

Superioridade Alvinegra

Como é de praxe em embates entre brasileiros e argentinos, as divididas e disputas pela bola são duras. Assim, a primeira ação no jogo foi uma entrada forte de Peruzzi em Felipe Jonatan, que rendeu o cartão amarelo para o defensor da equipe do San Lorenzo. Com a vantagem no placar, o Santos iniciou a partida com tranquilidade, trocando passes e buscando chegar ao campo de ataque da equipe argentina. Aos cinco minutos, Soteldo cruzou, Madson subiu mais que todo mundo e cabeceou para fora. A resposta do San Lorenzo veio logo na sequência, também bola cruzada na área, mas o goleiro João Paulo afastou o perigo.

Avançando sua linha de marcação e pressionando a equipe santista, aos 16 minutos, em finalização de Oscar Romero, de fora da área, o San Lorenzo teve sua primeira grande chance no jogo. O camisa 10 do El Ciclon tentou o chute colocado, porém, a bola saiu pela linha de fundo. Na sequência, o Alvinegro Praiano quase abriu o placar com Marinho, que quase marcou um gol olímpico no Mané Garrincha. Com uma equipe bem postada dentro de campo e trocando bons passes, Pirani deu bom passe para Felipe Jonatan, que lançou para Marcos Leonardo, que foi até a linha de fundo, invadiu a área e, mesmo sem ângulo, chutou para o gol, marcando um golaço para abrir o placar em Brasília.

Foto: Reprodução/Santos F.C.

Passados 33 minutos de jogo, o San Lorenzo tentava diminuir o prejuízo, quando Oscar Romero aproveita a sobra do escanteio e, de fora da área, arrisca o chute e isola a bola. Dois minutos depois, novamente em cobrança de escanteio, Angel Romero colocou na área, Donatti antecipou a zaga alvinegra, e cabeceou para fora. Na reta final da primeira etapa, Marcos Leonardo encontrou Soteldo pelo lado esquerdo, o camisa 10 avançou, invadiu a área e finalizou forte, mas Devecchi fez ótima defesa e mandou para escanteio. Um minuto depois, Marinho recebeu na entrada da área, chegou chutando forte e mandou a bola para muito longe da meta argentina.

Aproveitando os minutos finais para abafar o Santos em seu campo defensivo, aos 45’, o San Lorenzo teve a sua melhor chance de gol em toda a primeira etapa. Após boa troca de passes, Ramírez adentrou a grande área do Peixe e chutou rasteiro no canto direito defendido do João Paulo, mas o arqueiro santista impediu o gol.

Foto: Staff Images/CONMEBOL

Peixe mantém o ritmo e garante a classificação

Precisando buscar o resultado, o San Lorenzo começou o segundo pressionando a equipe paulista. No primeiro minuto de jogo, Oscar Romero recebeu a bola na entrada da área santista e chutou cruzado, mas o paraguaio não contava com a ótima defesa de João Paulo. Na sequência, a equipe argentina aproveitou o escanteio e colocou a bola na área do Peixe, a zaga afastou mal, a bola sobrou Fernandéz, que não aproveitou e chutou forte para fora.  Aos sete minutos, em jogada de velocidade, Marinho avança livre em direção a área da equipe argentina, até que Rojas chegou forte e derrubou o atacante alvinegro, recebendo o cartão vermelho. Na cobrança de falta próxima a grande área adversária, Soteldo tentou o chute colocado, mas a bola foi para fora.

Com nove minutos passados, após cobrança de escanteio , Felipe Jonatan recebeu de fora da área, arriscou a finalização, que rebateu na defesa argentina e saiu pela linha de fundo. Dois minutos depois, Soteldo recebeu passe, avançou com tranquilidade, viu a ultrapassagem de Pará, que bateu cruzado no canto esquerdo de Devecchi, ampliando para 2×0 a vantagem santista. O San Lorenzo não demorou para responder. Aos 13’, após cruzamento vindo de escanteio, o centroavante Franco di Santo subiu mais do que toda a zaga do Peixe, e cabeceou firme para o fundo das redes, diminuindo a desvantagem no jogo.

Foto: Reprodução/Santos F.C.

Apesar de ter sofrido o gol, o Santos continuou a controlar a maioria das ações do jogo. Assim, aos 20 minutos, Marcos Leandro dominou e ajeitou para Felipe Jonatan, que arriscou mais um chute de fora da área, obrigando o goleiro Devecchi a se esticar e mandar para escanteio. Aos 32’, após boa troca de passes entre os irmãos Romero, Angel avançou e finalizou no canto da meta defendida por João Paulo, marcando o segundo da equipe argentina e deixando tudo igual em Brasília.

Na reta final, aos 38 minutos, após mais uma cobrança de escanteio, Oscar Romero ganhou da marcação santista, cabeceando no canto da meta alvinegra, mas João Paulo fez mais uma ótima defesa, espalmando para fora. Aos 43′, novamente o San Lorenzo chegou novamente com Oscar Romero, que chutou forte de fora da área, mas o arqueiro santista fez mais uma ótima defesa. Nos últimos momentos do jogo, a equipe argentina tentou pressionar, mas parava no setor defensivo do Peixe, que garantiu a manutenção do placar em 2×2.

Foto: Reprodução/Santos F.C.

O que vem por aí

Com o empate em 2×2, o Santos assegurou sua classificação à fase de grupos da Libertadores. Na sequência da competição continental, o Peixe vai encarar Barcelona de Guayaquil-EQU, The Strongest-BOL e Boca Juniors-ARG. O próximo compromisso da equipe comandada por Ariel Holan será no próximo domingo (18/4), às 20h, pelo Paulistão, quando recebe a Inter de Limeira, na Vila Belmiro.

SANTOS – 2
João Paulo 🟨 ; Felipe Jonatan, Luan Peres 🟨 , Kaiky e Pará ⚽ ; Alison 🟨 e Madson; Pirani (Jean Mota), Marcos Leonardo ⚽ 🟨 (Kaio Jorge), Soteldo (Copete) e Marinho 🟨 (Lucas Braga). Técnico: Ariel Holan

SAN LORENZO – 2
Devecchi; Peruzzi 🟨 , Donatti, Gattoni e Rojas 🟥; Rodriguez 🟨 (Jalil Elias), Ramirez e Oscar Romero; Ángel Romero ⚽, Nicolás Fernández (Melano) e Franco di Santo ⚽ 🟨(Troyansky). Técnico: Diego Dabove.

Pautado na inclusão, Minas Brasília lança uniforme para a temporada 2021

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Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

Por Danilo Queiroz*

O Minas Brasília está de roupa nova para a temporada 2021. Preparando-se para disputar a Série A1 do Campeonato Brasileiro pelo terceiro ano consecutivo, o time verde e azul renovou o enxoval de uniformes oficiais. Fabricadas pela Tolledo Sports, as peças foram apresentadas oficialmente nesta segunda-feira (12/4). O tema adotado nas confecções foi inclusão.

O ensaio contou com o cenário de pontos turísticos de Brasília. Para apresentar os novos uniformes, o clube candango escolheu representantes de minorias sociais. “Inclusão social é oferecer oportunidades iguais. O Minas Brasília, como time feminino, que entende muito bem o que é sofrer com a falta de igualdade continuará lutando por essa pauta”. Disse a presidente Nayeri Albuquerque.

A camisa oficial número 1 terá o tradicional verde com detalhes azuis. A peça possui gola com detalhe contrastante, além de manga em jacquard e tecido nas costas diferenciado, que auxilia na respirabilidade da camisa e proporciona melhor caimento no corpo, facilitado também por leve recorte lateral. Tanto a manga quanto a gola da camisa possuem detalhes especiais para o torcedor das Minas.

Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

O uniforme reserva deste ano terá a cor azul como predominante, com uma faixa diagonal verde na frente. A camisa possui características similares as do modelo principal, com punho da manga em mesmo tecido contrastante. Os detalhes e todo o desenvolvimento da camisa buscam reforçar a história e respeitar a tradição do clube, sem abrir de mão de novidades no design.

Sobre a Tolledo Sports

Rodrigo Toledo, à época ainda estudante do curso de Medicina na Pontifícia Universidade Católica de Goiás, assumiu o Centro Acadêmico do curso e com o objetivo claro de gerar receita para o seu C.A. começou a vender uniformes para o curso, obteve tanto êxito que acabou expandindo a venda para os demais cursos de sua faculdade.

Após romper as barreiras e começar a vender uniformes para outros cursos, atléticas, centros acadêmicos, faculdades, empresas, times amadores e profissionais, nascia então, ainda em 2012, a Tolledo Sports. Hoje a empresa é uma das principais fornecedoras de materiais esportivos do centro-oeste.

Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

Estreia do Minas na Série A1

Um dos representantes do futebol do Distrito Federal na Série A1 do Campeonato Brasileiro – o Real Brasília é outro time candango na competição nacional -, o Minas Brasília tem estreia marcada no torneio para o próximo domingo (18/4). Às 15h, o time verde e azul visita o Flamengo, no estádio da Gávea, pela primeira rodada. A primeira partida em casa acontece em 21 de abril, às 15h, contra o São José.

*Com informações da assessoria de imprensa do Minas Brasília

Libertadores no DF: relembre vitórias de Gama e Brasiliense sobre campeões

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Victor Parrini

O Estádio Nacional Mané Garrincha e Brasília receberão mais um confronto de extrema importância, desta vez, pela Libertadores América. A partida pela principal competição do continente acontece nesta terça-feira (13/4), às 21h30, com o embate decisivo entre Santos e San Lorenzo, da Argentina, valendo vaga na fase de grupos da mais relevante competição das Américas. Com isso, valorizando o cenário local, o Distrito do Esporte relembra quando dois grandes do futebol candango estiveram frente a frente com atuais campeões da Libertadores da época.

Em 1999, quando disputava a elite do Campeonato Brasileiro, o Gama foi até São Paulo visitar outro Verdão, o Palmeiras. Na ocasião, a equipe paulista tinha recém-conquistado a Copa Libertadores da América, ao superar, nos pênaltis, o Deportivo Cali, da Colômbia. Naquela temporada, o Palestra contava com um elenco recheado de estrelas, como Marcos, Paulo Nunes, Alex e outros. No entanto, apesar do elenco, investimento e visibilidade muito superioridades à do Alviverde Candango, a equipe do Distrito do Federal não tomou conhecimento do adversário e venceu pelo placar de 2×0. Destaque para o atacante Romualdo, que fez ótima partida, anotando um gol e uma assistência para o companheiro Sorato.

Em 2005, foi a vez do Brasiliense encarar um grande campeão de Libertadores, na ocasião, o tricampeão São Paulo, que havia superado o Athletico-PR por 4×0 na grande final da competição continental. Jacaré e tricolor paulista se encontraram no Morumbi, em confronto válido pela 34ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. À exemplo do Gama, diante do Palmeiras em 99, o esquadrão amarelo seria o azarão frente ao tricolor. Em seu elenco, a equipe da capital paulista contava com grandes, como Lugano, Cicinho, Rogério Ceni, Danilo e outros nomes. E assim que a bola rolou, os donos da casa até fizeram jus ao favoritismo, abrindo o placar com Cicinho, logo aos quatro minutos de jogo. A equipe do DF buscou a reação no segundo, igualando o placar aos 23 segundos da etapa final, com gol de Igor Castro. Um pouco mais tarde, aos 24’, o Brasiliense chegou ao gol da vitória, novamente com Igor, que garantiu o triunfo do Jacaré sobre o então atual campeão da Libertadores.

A bola rola para Santos e San Lorenzo-ARG a partir das 21h30, no estádio Mané Garrincha. As duas últimas vezes que o Peixe esteve em Brasília foi quando enfrentou o Flamengo, em 26 de maio de 2013, na partida que marcou a despedida de Neymar do futebol Brasileiro, e em 2016, quando foi até o estádio Bezerrão para enfrentar o Gama, em confronto pela terceira fase da Copa do Brasil 2016.

Sala de Imprensa #14 – A Ilusão foi REAL

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Foto: Gustavo Pontes/Real Brasília

O texto se trata de um artigo de opinião e, portanto, é de inteira responsabilidade de seu autor. As opiniões nele emitidas não estão relacionadas, necessariamente, ao ponto de vista do Distrito do Esporte.

Por Pedro Breganholi*

Quando o Real Brasília surgiu, em 2017, ainda com o nome de Real Futebol Clube, os amantes do futebol candango se animaram. Afinal de contas, surgia ali um projeto promissor, com muitas promessas e em um momento difícil para o esporte local e ninguém imaginaria que em 2021 esse clube acabaria rebaixado.

Lá em 2017, enquanto o Gama se afundava em dívidas cada vez maiores, o Brasiliense, até então principal expoente do DF, vivia o pior momento de sua história, estando sem divisão nacional. A chegada do Real era um alento e uma esperança por dias melhores.

E o começo foi, de fato, animador. Com uma boa estrutura de trabalho para os funcionários, salários em dia e projetos de marketing, o clube foi caindo no gosto dos candangos, ainda que discretamente. Se por um lado, o Real ainda tinha pouquíssimos torcedores fiéis, por outro, era respeito por todos os que acompanhavam o futebol candango. Não existia ódio ao Real. Existia uma torcida geral para que o projeto desse certo. O clube tinha até um departamento de comunicação organizado, algo que ainda é luxo para a maioria dos clubes do Distrito Federal.

Os anos se passaram e o encanto continuou. Testemunhamos o clube colocando alguns projetos ambiciosos em funcionamento, como o time feminino (hoje na Primeira Divisão do Brasil), a categoria de base que chegou a passar de fase na Copa São Paulo em 2019, time de futsal e o estádio do Defelê, na Vila Planalto. As empresas do dono do Real Brasília passaram a apoiar alguns dos veículos de imprensa locais, algo que ninguém nunca fez.

Tudo isso, no entanto, foi cortina de fumaça para o que realmente acontecia no Real Brasília.

FRACASSO EM CAMPO

Se o time feminino prosperou, não se pode dizer o mesmo do time masculino. Apesar de ter ido sempre para o mata-mata nos campeonatos que disputou no DF, o Real Brasília nunca conseguiu dar o passo adiante. Azar? Alguns diriam que sim, já que o clube cruzou com equipes poderosas e acabou ficando pelo caminho. Mas o regulamento facilitava para os que acabassem no topo da classificação, algo que o Real nunca conseguiu.

Do primeiro elenco do Real Brasília, em 2017, até o de 2021, rebaixado, se viu pouca ou quase nenhuma evolução. O nível dos jogadores contratados não subiu e o trabalho do departamento de futebol se limitou, basicamente, a contratar destaques das outras equipes do DF e entorno. O que dava certo nos vizinhos, o Real contratava. Foi assim com Serginho, ex-Paracatu, Roberto Pitio, ex-Gama, Danilo Itaporanga, também ex-Paracatu e tantos outros.

As contratações de nomes de peso, como as que o Brasiliense faz, nunca vieram. Os jogadores de destaque nacional, aqueles que vem para mudar o clube de patamar, também nunca vieram, e o Real estacionou. O projeto de tornar o clube conhecido no cenário nacional sequer passou perto de ser realizado, já que o time nunca se classificou para a Série D.

Dessa forma, o Real se viu estacionado dentro de campo, sem conseguir dar o próximo passo

ENTROU NA DANÇA

Mas mesmo que em campo as coisas não evoluíssem, o Real Brasília ainda era a oposição fora dele. A vontade de fazer diferente e ajudar o esporte pode ser notada com o apoio à eventos, veículos de imprensa, ao futebol feminino e até mesmo a reforma do estádio Defelê, tornando o Real o único clube do DF a ter um estádio privado.

O tombo, no entanto, veio quando o Real deixou de pensar num todo e agiu como os outros clubes. Se tornou soberbo e foi um dos cabeças para criar o regulamento que o rebaixou com apenas seis jogos oficiais. Que baita tiro no pé.

O começo ruim do Real em 2021 foi surpreendente, mas o clube jamais cairia em um campeonato “normal”. Aliás, já estava somando pontos e subindo na tabela, mas, novamente, vitima do próprio orgulho. Os clubes grandes, que apoiaram tal regulamento, acharam que jamais cairiam no combalido futebol candango… Pois é. E o Gama, maior campeão do DF, por pouco não foi junto.

REAL RESPIRA

O futebol feminino é um respiro ao Real Brasília, que ainda tem tempo de repensar tudo que o que fez, voltar para a elite e fazer melhor. Mas é preciso mais; o feijão com arroz, feito até aqui, não vai levar o clube longe. Caso os proprietários não estejam felizes em gastar dinheiro sem ir para lugar nenhum (e não devem estar), mudanças precisam ser feitas.

Novos profissionais na comissão técnica, na diretoria e principalmente dentro de campo podem fazer o clube, enfim, se tornar o que promete desde sua fundação.

*Pedro Breganholi, jornalista por paixão e vocação, acompanhando o futebol do DF desde 2010.

Bicampeão! Em jogo eletrizante, Flamengo vence Supercopa sobre o Palmeiras

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Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Por Danilo Queiroz

A Supercopa do Brasil é, mais uma vez, rubro-negra. Na manhã deste domingo (11/4), o Flamengo, campeão do Campeonato Brasileiro, conquistou o bicampeonato da competição de abertura da temporada do futebol em uma partida eletrizante diante do Palmeiras, detentor da Copa do Brasil, no Estádio Nacional Mané Garrincha. Durante os 90 minutos, as equipes alternaram boas oportunidades e empataram por 2 x 2. Na definição por pênaltis, os cariocas confirmaram a taça com uma vitória por 6 x 5.

O jogo teve diversas alternâncias de comando. Nos primeiros minutos, o Palmeiras aproveitou bobeira da zaga do Flamengo para saltar na frente do marcador. O domínio rubro-negro foi se estabelecendo aos poucos e gerou a virada ainda no primeiro tempo. Nos 45 minutos finais, o alviverde voltou mais incisivo e empate. O Fla teve boas chances, mas a disputa foi mesmo para as cobranças de pênaltis. Sob a batuta de Diego Alves, os cariocas superaram os alviverdes em Brasília.

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Melhor, Fla vira

O jogo começou quente. Na marcação sob pressão, o Palmeiras forçou Diego Alves a dar um chutão para frente no primeiro minuto de jogo. Felipe Melo escorou para Raphael Veiga. O meia deu um drible lindo em Willian Arão e bateu com categoria para inaugurar o placar. Aos 17, Rony chutou cruzado, mas parou no arqueiro do Fla. O rubro-negro respondeu somente aos 20 minutos. Em boa trama, Arrascaeta saiu livre na grande área, mas chutou por cima do gol de Weverton. O lance despertou os cariocas.

Com 22, Filipe Luís tabelou com Arrascaeta. O lateral invadiu a área, passou como quis por Luan e acertou a trave. No rebote, Gabigol igualou. Aos 28, Diego Ribas salvou o Fla em lance impressionante. Breno Lopes saiu livre e driblou Diego Alves. Com o gol livre, finalizou, mas viu o camisa 10 se posicionar perfeitamente para tirar o lance praticamente em cima da linha. No minuto seguinte, Veiga chutou forte e o arqueiro rubro-negro apareceu bem para salvar.

Nos minutos finais, mais emoção. Aos 43, Raphael Veiga cobrou falta com categoria e Diego Alves saltou para pegar. O Flamengo respondeu no lance seguinte. Gabriel achou Bruno Henrique na área. No chute, Weverton abafou e salvou. Na chegada seguinte, o rubro-negro virou. Arrascaeta recebeu pela ponta esquerda, penteou a bola até o espaço central e chutou no primeiro espaço que viu. O goleiro palmeirense ficou parado e apenas assistiu a bola morrer no fundo da rede.

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Alviverde iguala decisão

A intensidade se manteve no segundo tempo. No primeiro minuto, Wesley mandou para fora. O Flamengo respondeu na sequência em trama de Gabriel e Everton Ribeiro. Aos 16 e aos 18, duas boas chances do alviverde. De cabeça, Gustavo Gómez e Gabriel Verón escoraram escanteio. A bola, porém, não entrou em nenhuma das oportunidades. Aos 29, os paulistas empataram. Rony saiu livre e foi puxado por Rodrigo Caio na grande área. Na cobrança do pênalti, Raphael Veiga empatou.

O empate do Palmeiras deixou a partida truncada. O forte calor das 12h no Distrito Federal também contribuíram para a queda no número de chances concretas de gol. Os últimos minutos, porém, voltaram a ter bastante intensidade com pressão rubro-negra. Aos 40, Vitinho chutou com força. Weverton apareceu bem e salvou o alviverde ao espalmar. A bola ainda tocou na trave antes de voltar nas mãos do goleiro. O camisa 21 deu um beijo na redonda como quem agradecesse.

Aos 48, o flamengo teve a derradeira chance de decidir o título da Supercopa no tempo normal. Gabriel Barbosa fez boa jogada e saiu livre na área pela ponta direita. Ao invés de cruzar, o camisa 9 surpreendeu e mandou direto para o gol. Surpreso, Weverton teve tempo de voltar e puxar a bola em cima da linha. Os rubro-negros protestaram alegando que a redonda entrou. O VAR, entretanto, confirmou que a circunferência realmente não ultrapassou a marcação.

Diego Alves brilha

Nas cobranças de pênalti, o Palmeiras teve a mão na taça após acertar as três primeiras e ver os erros de Filipe Luís e Matheuzinho. A partir daí, Diego Alves começou a brilhar ao pegar o “match-point” chutado por Luan. Na sequência, Danilo acertou a trave. Nas alternadas, o camisa 1 do rubro-negro ainda pegou as cobranças de Gabriel Menino e Mayke. Coube a Rodrigo Caio converter a cobrança decisiva e garantir a conquista do Flamengo na capital federal.

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

FLAMENGO 2 (6)
Diego Alves; Isla 🟨 (Matheuzinho), Willian Arão 🟨, Rodrigo Caio 🟨 e Filipe Luís; Diego (João Gomes), Gerson (Pepê), Everton Ribeiro (Vitinho) e Arrascaeta ⚽; Bruno Henrique (Michael) e Gabriel Barbosa ⚽. Técnico: Rogério Ceni 🟨

PALMEIRAS 2 (5)
Weverton; Marcos Rocha (Mayke 🟨), Luan 🟨, Gustavo Gómez e Matías Viña; Felipe Melo 🟨 (Gabriel Menino), Zé Rafael (Danilo), Raphael Veiga ⚽⚽, Breno Lopes e Wesley 🟨 (Gabriel Veron); Rony (Gustavo Scarpa). Técnico: Abel Ferreira 🟨🟥

Pênaltis
Flamengo: Arrascaeta ⚽, Filipe Luís ❌, Matheuzinho ❌, Vitinho ⚽, Gabriel ⚽, João Gomes ⚽, Pepê ❌, Michael ⚽ e Rodrigo Caio ⚽
Palmeiras: Raphael Veiga ⚽, Gustavo Gómez ⚽, Gustavo Scarpa ⚽, Luan ❌, Danilo ❌, Viña ⚽, Gabriel Menino ❌, Gabriel Veron ⚽, Mayke ❌

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

FFDF divulga tabela da próxima fase. Gama joga quarta, Brasiliense quinta

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Arte: Eduardo Ronque/FFDF

Por Bruno H. de Moura e Danilo Queiroz

A Federação de Futebol do Distrito Federal foi rápida no gatilho. Não se passaram sequer duas horas do término da última rodada da primeira fase da competição e a entidade já tem os duelos, dias e confrontos da próxima fase da competição.

Pela divisão, os jogos do Grupo C (antigo grupo A) acontecerão na quarta-feira dia 14, no sábado dia 17 e na terça dia 20. Já os do Grupo D (antigo grupo B) na quinta dia 15, no domingo dia 18 e na quarta dia 21.

Na primeira rodada, O melhor time do Grupo A enfrenta o terceiro do mesmo grupo, no caso Taguatinga x Unaí, enquanto o Gama, segundo do grupo A, encara o Luziânia, último classificado do seu grupo. Já na outra chave, Brasiliense pega o terceiro melhor do grupo B, Ceilândia, enquanto os azulinos Capital e Santa Maria se enfrentam.

A FFDF esperar encerrar essa próxima etapa em uma semana, começando na quarta-feira dia 14 com o Grupo C e encerrando na quarta-feira dia 21 com o Grupo D.

Após, os dois times melhores de cada grupo se classificam para próxima fase, onde os quatro melhores da competição até então se enfrentam em jogos de ida e volta. Os dois melhores da terceira-fase disputam a final em jogo único.

1ª rodada

Taguatinga x Unaí (14/4) – Serejão
Gama x Luziânia (14/4) – A definir

Brasiliense x Ceilândia (15/4) – Serejão
Capital x Santa Maria (15/4) – Mané Garrincha

2ª rodada

Luziânia x Taguatinga (17/4) – Serra do Lago
Gama x Unaí (17/4) – A definir

Santa Maria x Brasiliense (18/4) – Rorizão
Capital x Ceilândia (18/4) – Mané Garrincha

3ª rodada

Taguatinga x Gama (20/4) – Serejão
Unaí x Luziânia (20/4) – Urbano Adjuto

Brasiliense x Capital (21/4) – Serejão
Ceilândia x Santa Maria (21/4) – Abadião

Real Brasília vence o caído Formosa, mas é rebaixado à segunda divisão

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Real Brasília e Formosa pelo Candangão 2021
Foto: Júlio César Silva/Real Brasília

Por Bruno H. de Moura

Não deu. O desempenho pífio antes da primeira pausa do campeonato custou não só a classificação à segunda fase do Candangão 2021, como a vaga na primeira divisão do ano que vem. Já o Formosa está rebaixado desde quarta-feira, caído na penúltima rodada com o pior desempenho da história do Tsunami do Cerrado.

Com 7 pontos, seis conquistados na última semana contra times rebaixados no grupo B, o Real Brasília amargará seu primeiro rebaixamento nesta marca. O time, anteriormente Dom Pedro, jamais havia caído desde que subiu, já como Real, e vinha tendo excelentes resultados no Candangão, caindo nas semifinais.

A mudança de regulamento, que não admite vacilo num torneio de apenas 6 jogos na primeira fase – que define rebaixamento – custou muito ao Real Brasília, que do sonho de ganhar seu primeiro campeonato profissional masculino de Brasília terá de disputar com Formosa, Samambaia, Sobradinho, e outros a sofrida Segundinha de 2022. O Real Brasília só terá chances de disputar a elite em 2023, tal qual o Formosa.

Nos 45 minutos iniciais uma partida cansativa, com muito estudo e poucas chances de gol. Um entretenimento digno de prêmio framboesa. No tempo final, o Edson Souza acertou na entrada de Pedrinho, que fez 2 gols, e venceu um já cansado Formosa Esporte, que mais caia em campo que jogava e desperdiçava seus contra-ataques.

1º Tempo: Real Brasília domina a etapa inicial, mas não converte em gol

O início de partida foi modorrento. O Real Brasília, única equipe que ainda disputava algo na competição, tinha mias posse de bola e volume de jogo, mas sequer transformava seu controle da partida em chances reais de gol. O empate em nada resolvia a situação do aurianil.

Aos 19′, Pedrinho recebeu bom passe à esquerda, invadiu a área e nas costa de Ivan Lima chutou cruzado, vendo a bola passar pela meta de Rodrigo Calchi sem ninguém para empurrar para a meta. Nos 22′ de cronômetro Gleisinho enfiou bola para Junior Batata que não correu e deixou a bola nas mãos de Calchi.

O cronômetro passava, o Formosa se fechava, e o Real Brasília trabalhava, trabalhava e trabalhava a bola, mas não finalizava. Aos 33′ bela invasão dentro da área adversário de Gleisinho, que girou o corpo, se livrou da marcação e cruzou para Eliandro que cabeceou esquisito e deixaria a bola na medida para Junior Batata, mas o impedimento já estava assinalado.

Aos 41′ João de Deus teve falta para cobrar da esquerda, mas isolou a bola por cima do gol de Deola. Aos 42′ chute de longe de Regino passou pela meta de Calchi do lado direito. Foi o que mais se teve de perigo em fracos 45 minutos inciais.

2º Tempo: Pedrinho entra e muda o jogo, mas não é o suficiente

Já na volta do intervalo três mudanças promovidas pelo treinador Edson Souza.Gleisinho, bem na primeira etapa, deu lugar para Erik Gabriel, Gilvan foi pro lugar de Junnior Batata e Gabriel na posição de Felipe Marcellino.

Ao 1” minuto, Pedrinho de perna esquerda limpou bem da marcação, viu espaço no canto direito e abriu o placar. Formosa 0-1 Real Brasília.

Aos 6”, boa jogada de João Manoel pela esquerda que trabalhou com João Paulo que devolveu para João de Deus cruzar e na hora H a defesa do Real Brasília travar a chance do Formosa. O time aurianil, logo após esse ataque do Tsunami, controlou em absoluto a partida. Cruzamentos em sequência, enfiadas de bola dentro da área, passes na fogueira, mas finalização ineficiente.

Aos 18”, Erik Gabriel recebeu bom passe da direita, dominou, limpou, criou espaço e arriscou de longe, mas a bola foi pra fora da meta de Rodrigo Calchi. Aos 22” o Real Brasília furou de novo. Em jogada de velocidade, Gilvan viu Pedrinho na entrada da área, lançou pro atacante que de fora da área chutou certo no canto esquerdo de Calchi e colocou o segundo na meta. Formosa 0-2 Real Brasília.

Naquele momento o Real Brasília continua na primeira divisão. O placar alterava o saldo de gols do Leão do Planalto que saia de -4 para -3 e passava à frente do Luziânia, que empatava na tabela. Mas, minutos depois, o Luziânia passou à frente do Santa Maria e cortava toda a esperança do Real Brasília, que fazendo seu dever de casa ficava fora pelos resultados pretéritos.

Aos 31” falta para o Tsunami do Cerrado na entrada da área. Na cobrança, Erik Mamadeira mandou uma bomba com direção certa, mas a bola estourou na trave direita de Deola. Real Brasília ciscava, mas não evoluía. Aos 42”, cruzamento perigoso, mas Calchi segurou a bola. Nos 46”, bola levantada na boca da entrada da área, mas Erik Mamadeira deixou passar e desperdiçou.

O árbitro ainda deu 7 minutos de acréscimo, 2 a mais que em Samambaia, onde o Luziânia vencia o Santa Maria por 3-1. O Real Brasília não mais conseguiu fazer gols, e não adiantaria. Pelo desempenho no campeonato a equipe aurianil fez 7 pontos, mas seu adversário direto 9 pontos. O Real Brasília, com esse nome, disputará pela primeira vez a Segundinha do DF.

Julio Cesar / Real Brasília

Formosa: 0

Calchi; Bahia, Carlão, Xuxa, Ivan Lima; Janderson, João Manoel, Edu Amparo, Erik; João Paulo e João de Deus

Tec.: Rubio Alencar

Real Brasília: 2

Deola; Eliandro, Felipe Marcelino (Gabriel), Cristian Lucca, Kabrine; Regino, Gleissinho (Erik Gabriel), David Manteiga; Junnior Batata (Gilvan), Rychely (Dudu Itapajé) e Pedrinho ⚽⚽

Tec.: Edson Souza

Arbitragem:

Árbitro central Leandro Almeida Damas de Oliveira
Assistente 1 Lehi Sousa Silva
Assistente 2 Josieliton Silva Dos Santos
Quarto Árbitro Matheus de Moraes Silva