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Voz do Quadradinho #8: Belmonte e as denúncias do Candangão 2021

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Redação do Distrito do Esporte

Está no ar a oitava edição do Voz do Quadradinho, podcast semanal do Distrito do Esporte. Nesta edição, os repórteres Olavo David Neto e Bruno Henrique de Moura, do DDE, recebem Luis Felípe Belmonte, empresário e presidente do Real Brasília. No papo, o debate abordou a ascensão do futebol feminino, a queda do futebol masculino do clube e as denúncias de manipulação de resultados no Campeonato Candango.

Belmonte revelou que no intervalo do jogo entre Real Brasília e Formosa, que sedimentou o rebaixamento do Leão do Planalto, recebeu uma ligação de um dirigente envolvido no Candangão e no esquema de manipulação. No contato, foi-lhe ofertado um resultado favorável na partida entre Luziânia e Santa Maria, que poderia selar a permanência do Real Brasília na primeira divisão em caso de resultado empate ou derrota dos goianos.

Além disso, o mandatário do Real Brasília afirmou que não tentará reverter o resultado de campo, defendeu o desempenho do goleiro Deola. “Espero que o Ministério Público e a polícia me deem uma resposta. Alguma coisa não natural aconteceu. Não choro o leite derramado. Eu respeito o resultado de campo e vou disputar a segunda divisão com toda a humildade. Não sou adepto de tapetão”, declarou.

Ouça o Voz do Quadradinho na íntegra

O programa

Esse e outros temas foram debatidos nos 30 minutos de entrevistas, disponíveis nas principais plataformas de podcast. Apresentado pelo jornalista Olavo David, o programa semanal recebe tanto colaboradores do DDE quanto personalidades e profissionais de outras unidades federativas, todos relacionados ao esporte nacional e distrital.

Com proposta leve, o Voz do Quadradinho surge para suprir uma lacuna de produção sonora na nova fase que vive o Distrito do Esporte, com entrada em outras plataformas de comunicação. Novos episódios serão lançados a cada quarta-feira, sempre com temas de relevante interesse ao esporte candango, com maior enfoque ao futebol.

O Podcast também é transmitido pela rádio Utopia FM, 98,1, de Planaltina-DF, às quartas-feiras, após a exibição da Voz do Brasil. O projeto é uma parceria entre o portal e a produtora Colóquio, especializada em materiais de áudio. Cabe lembrar ao leitor/ouvinte que comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, e serão lidos na gravação do próximo episódio.

No apagar das luzes, Luziânia vence Unaí e se classifica no Candangão

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Reprodução/Instagram Luziânia

Por Danilo Queiroz

De forma heroica e no apagar das luzes, o Luziânia conquistou um lugar no quadrangular semifinal do Campeonato Candango. Na tarde desta terça-feira (20/4), o time goiano foi até Minas Gerais para enfrentar o Unaí ciente de que só a vitória garantiria sobrevida no torneio local. O time goiano alcançou o objetivo com um gol solitários aos 45 minutos do segundo tempo. O 1 x 0, porém, era exatamente o que o time precisava.

No primeiro tempo, as duas equipes tiveram boas oportunidades de abrir o placar, mas o que se viu foi um jogo marcado pelo equilíbrio e poucas chances concretas de gol. Precisando desesperadamente balançar a rede, o Luziânia seguiu ocupando o campo de ataque. No abafa, o time goiano conseguiu marcar em uma das últimas emoções da partida e garantiu a vaga.

Zero permanece no placar

Em vantagem na classificação, o Unaí começou o jogo ocupando o campo de ataque. Com dois minutos de jogo, cobrança de escanteio encontrou Hiwry. O desvio assustou o goleiro Matheus Lorenzo. O Luziânia respondeu na sequência. Titico recebeu na entrada da grande área e finalizou com força. O atacante, porém, errou a direção do chute e mandou pelo lado esquerdo da meta de Lucão.

O camisa 1 do time mineiro voltou a ser acionado aos 14 minutos em novo embate com Titico. O atacante viu espaço e arriscou da intermediária. Ligado, Lucão defendeu em dois tempos. Nos minutos seguintes, o equilíbrio tomou conta da partida e impediu chances concretas. Ferrugem chegou a ter uma, mas chutou sem muita força nas mãos do arqueiro do Unaí.

Gol no apagar das luzes

Na etapa final, a primeira chance foi mineira, mas Matheus Lorenzo antecipou finalização de Carlinhos. Com 22, Ferrugem cruzou caiu nos pés de Kelvin, que mandou por cima. Mais incisivo no jogo, o Luziânia parecia estar mais perto de abrir o placar. Com a vitória parcial do Gama, o time goiano precisava marcar ao menos uma vez para voltar a se posicionar entre os quatro melhores do torneio local.

No abafa, o Igrejinha alcançou o objetivo. Aos 45 minutos, Kelvin cruzou bola pela direita e encontrou Ferrugem. De letra, ele tirou o goleiro do Unaí da jogada e abriu o placar. Desesperado com a queda, o Unaí foi da forma que pôde para o ataque e teve uma chance de empatar já nos acréscimos desperdiçada. Com a vitória, os goianos avançaram na primeira posição do grupo C.

Unaí 0

Lucão (Vitor Lube); Ézio, Felipe (Guilherme), Zé Leandro e Gelsinho (China); Hiago 🟨, Gabriel 🟨, Thiaguinho e Hiwry; Romário 🟨 (Diego Clementino) e Rafinha (Carlinhos)
Técnico: Roberto Gaúcho

Luziânia 1

Matheus Lorenzo; João Pedro, Gustavo, Perivaldo e Weverton 🟨; Dadinho (Matheus Rocha), Robinho, Jonathan (Kelvin) e Wilson Jr. (Alexandre) (Gabriel); Titico 🟨 e Romário (Ferrugem ⚽)
Técnico: Ricardo Antônio

Gama joga bem, vence o Taguatinga e se classifica no Candangão

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Foto: Gabriel Teles/S.E. Gama

Por Lucas Espíndola

Tudo definido no Grupo C do Campeonato Candango! Na tarde desta terça-feira (20), Taguatinga e Gama entraram em campo brigando por uma vaga na terceira fase do Candangão. Mesmo jogando fora de casa, o alviverde jogou melhor e aproveitou as chances criadas, e acabou vencendo por um a zero. Com este resultado, o Gama chegou aos quatro pontos e conquistou a classificação para a próxima fase do campeonato, por conta dos gols marcados. Já o Taguatinga, que fez uma boa primeira parte de campeonato, acabou eliminado.

Os primeiros 45 minutos de duelo no estádio Serejão foram bem corridos, com boas chances para as duas equipes. Após a parada para hidratação o Taguatinga voltou melhor mas não soube aproveitar as oportunidades, com isso, rolou a máxima: quem não faz, leva. Ueslei aproveitou o rebote do arqueiro Lucas Diniz e abriu o placar para o alviverde. No segundo tempo o Taguatinga teve um jogador expulso, que acabou prejudicando a equipe. A Águia não conseguiu criar boas chances e exagerava nas bolas alçadas dentro da área, não balançando a rede adversária.

Gama abre o placar no final do primeiro tempo

Como era o esperado, o confronto começou corrido. Com menos de um minuto de partida, 19 segundos para ser exato, o Taguatinga deu seu primeiro chute ao gol. Após a defesa do Gama afastar mal, a bola sobrou nos pés de Evanilson, que soltou um balaço para o gol, a pelota acabou desviando na marcação e saiu pela linha de fundo. Aos três minutos o alviverde respondeu. O lateral Fernando carregou a redonda fora da área e resolveu arriscar de longe, a bola acabou passando por cima da meta de Lucas Diniz.

Mesmo jogando fora de casa, o Gama buscava bastante o ataque, já que só a vitória interessava ao Periquito. Aos 10′, João Gabriel cobrou falta e mandou a bola dentro da área, Marcão subiu e cabeceou de forma venenosa para o gol, a redonda explodiu na trave direita de Lucas Diniz. Aos 14′, Ueslei limpou a marcação e finalizou para a meta adversária, mas o arqueiro do Taguatinga encaixou com tranquilidade. Apesar do jogo corrido, depois dos primeiros 15 minutos de jogo não tiveram chances claras de gol.

Foto: Divulgação/Taguatinga Esporte Clube

A Águia voltou com mais vontade depois da parada para hidratação e começou a pressionar o alviverde. Aos 31′, quase o time da casa abriu o placar. Após lateral cobrado em direção à área, a bola sobrou para Everton, o camisa 23 girou e chutou para o gol, a bola desviou na marcação e foi para fora. Alguns minutos depois o Gama respondeu, com Marcão cabeceando depois de escanteio cobrado, mas a pelota saiu por cima da meta adversária. Já que o Taguatinga não aproveitou as chegadas ao ataque, a equipe visitante aproveitou.

Aos 40′, Caíque ganhou da marcação e bateu para o gol na altura da marca do pênalti, a bola explodiu em Lucas Diniz e, na sobra, Ueslei só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes, um a zero. A entrada de Everton no ataque do Taguatinga foi muito boa, a equipe criou diversas chances, mas pecava no último toque antes da finalização. Aos 50′, o árbitro Maguielson Lima deu números finais ao primeiro tempo de jogo.

Alviverde segura o resultado

Logo no início da segunda etapa o Gama perdeu a oportunidade de marcar o segundo tento na partida. O centroavante Caíque recebeu belo lançamento, matou no peito, limpou um marcador e o goleiro, mas na hora de finalizar, Lucas Diniz se recuperou e conseguiu tirar a pelota dos pés do atacante alviverde. Aos 10′, quem quase marcou foi o Taguatinga. Evanilson cobrou escanteio fechado, Matheus espalmou por cima da meta, quase um gol olímpico no Serejão.

Logo em seguida o Gama respondeu. Mirray tocou para Caíque, o centroavante ajeitou o corpo e mandou um petardo para o gol, a bola acabou raspando o travessão de Lucas Diniz. Aos 14′, foi a vez da Águia assustar. Evanilson cruzou, a redonda sobrou para Itagol que finalizou para a meta de Matheus, mas João Gabriel colocou a perna na frente, mandando pela linha de fundo. Quando o relógio marcava 25 minutos, Vandinho foi expulso, após dar um carrinho em Gaminha.

Foto: Gabriel Teles/S.E. Gama

O Taguatinga tentava chegar ao gol de empate, mas mal conseguia criar uma chance clara para empatar a partida, o Gama estava mais próximo do segundo tento do que a Águia do primeiro. Aos 43′, Gaminha tocou para Ueslei, o camisa número sete finalizou de dentro da área, a redonda acabou passando rente à trave direita de Lucas Diniz. O árbitro Maguielson Lima encerrou a partida aos 51 minutos de jogo.

O que vem por aí?

Com a classificação para a próxima fase, o Gama volta a campo já no próximo final de semana. Porém, ainda não tem um adversário definido, já que ainda teremos que aguardar o outro classificado do Grupo D, que será conhecido nesta quarta-feira (21/04). Eliminado do Candangão,  Taguatinga agora não terá mais jogos oficiais em 2021, tendo que aguardar o próximo Campeonato Candango.

Taguatinga 0
Escalação: Lucas Diniz; Denilson, Luan (Daniel Guerreiro), Daniel Felipe e Evanilson; Jefão, Hugo🟨 e Matheus Rogério (Zé Henrique); Vitinho🟨 (Everton), Itagol (Lucas Victor) e Vandinho🟨🟥.
Técnico: Junior Araujo

Gama 1
Escalação: Matheus; Fernando, Igor, Marcão e João Gabriel. Filipe Werley (Kasado), Lira🟨 (João Vitor) e Mirray🟨 (Gaminha); Ueslei⚽, Daniel Alagoano (Gustavo) e Caíque🟨 (Igor Paim).
Técnico: Victor Santana

Seleção da Rodada #2 (segunda fase) – Campeonato Candango 2021

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Após o término de cada rodada do Campeonato Candango 2021, o Distrito do Esporte apresentará a Seleção da Rodada, um esquadrão eleito pelos jornalistas do portal e convidados, que tiveram a missão de indicar os melhores de cada posição na rodada. A escolha dos jogadores que integram o esquadrão de cada um dos certames do torneio local é baseada unicamente no desempenho das atletas e times durante as partidas da competição.

Para ficar ainda melhor, os leitores do Distrito do Esporte também podem interagir e participar na escolha do Craque da Rodada. Ao fim desta matéria, uma enquete estará disponível para que você possa escolher seu atleta preferida. O vencedor da votação pública será divulgado na matéria da Seleção da Rodada subsequente e nas redes sociais do site. Vale lembrar que cada usuário só poderá votar uma vez e é preciso estar conectado à conta Google.

Nas partidas da segunda rodada da segunda fase do Candangão, Taguatinga, Ceilândia, Capital, Luziânia, Unaí e Brasiliense emplacaram jogadores na Seleção da Rodada. Desta forma, o time ficou formado com Diego (Ceilândia); Diogo (Brasiliense), Daniel Felipe (Taguatinga), Lucas Frank (Ceilândia) e Goduxo (Luziânia); Gabriel (Unaí), Cabralzinho (Capital) e Peninha (Brasiliense); Luquinhas (Brasiliense), Romário (Unaí) e Zé Love (Brasiliense). Vilson Tadei (Brasiliense) foi escolhido como o melhor técnico.

Vote no Craque da Rodada #2 (segunda fase)

Rivalidade revivida: 27 anos depois, Gama e Taguatinga fazem jogo decisivo

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Arte: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por Jéssika Lineker

Rivais históricos nos anos 1990, Taguatinga e Gama voltam a disputar um jogo com caráter de decisão nesta terça-feira (20/4) após 27 anos. Juntos no grupo C do Campeonato Candango, a Águia e o Periquito se enfrentam, às 15h30, no estádio Serejão. A conquista dos três pontos é de extrema importância para as duas equipes. Quem vencer, dá um passo importante para chegar ao quadrangular semifinal do torneio local.

Se tratando de decisão os clubes se conhecem bem. Os dois disputaram o título Candango por duas vezes. Em 1990, o Gama levou a taça para casa e, três anos depois, foi a vez do TEC, conquistando seu tricampeonato local em 1993. No ano de 90, a artilharia ficou por conta de Evandro, com oito gols. E em 93, o artilheiro foi o atacante Gil, com 19 gols, que no ano seguinte foi jogar pelo Taguatinga.

O título de 1993 ficou marcado pela baixa resposta do público no jogo de volta, que não atingiu as expectativas da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), onde se esperava 15 mil pessoas no estádio, e apenas 2.337 estiveram presentes. E também por reclamações por parte da torcida gamense em relação ao regulamento, que realizou uma campanha melhor no geral, mas ficou com o vice.

Na partida decisiva, o alviverde ganhou no tempo por 1 x 0, repetindo o resultado aplicado pelo time azul no jogo de ida. Mesmo assim, o título foi para o Taguatinga, que venceu por 2×0 na prorrogação. Apesar das reclamações, inclusive por parte da imprensa, o então presidente do Gama Wagner Marques admitiu que todos concordaram com o formato, e portanto, não havia o que reclamar.

27 anos depois…

Para o jogo de hoje a situação é diferente. As equipes não fizeram grandes atuações e, portanto, será um dia decisivo para ambos. O Taguatinga, que empatou com o Luziânia em 0x0 no último sábado (17/4), precisa vencer a partida, garantindo assim sua classificação para a próxima fase. Por outro lado, o Gama além de ganhar o jogo, dependerá do resultado entre Unaí x Luziânia, que estará acontecendo no mesmo horário. O alviverde perdeu por 1×0 para os mineiros.

Se alcançar o objetivo de avançar, o TEC voltará a figurar entre os quatro melhores do torneio local após 22 anos. A última vez foi em 1998. Para o Gama, vale a sobrevida na busca por mais um tricampeonato local, o segundo da história. Em campo, estarão presentes 18 títulos do Candangão, sendo cinco do Taguatinga e 13 do Gama. Dominantes nos anos 1990, os times ganharam, juntos, nove dos dez títulos em disputa.

Taguatinga x Gama
20/04/2021
15h30
Estádio Elmo Serejo Farias (Serejão)

Títulos candangos
Taguatinga (5)
1981
1989
1991
1992
1993

Gama (13)
1979
1990
1994
1995
1997
1998
1999
2000
2001
2003
2015
2019
2020

Nobre luta: faixa-preta de jiu-jitsu diagnosticado com câncer cria projeto

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Foto: Arquivo Pessoal/Gilvan Rodrigues

Por Michael Nunes

A vida de todo lutador é voltada a superar dores e desafios. Com o faixa preta de jiu-jitsu, Gilvan Rodrigues, não foi diferente. Em março de 2021, o atleta de 43 anos foi diagnosticado com câncer (linfomas na garganta e virilha), certamente o maior oponente a ser superado no caminho de Gilvan.

O baque foi grande. As dores na garganta por mais de 30 dias preocuparam o faixa preta. O atleta, então, resolveu ir ao médico. No primeiro momento, foi detectado apenas uma pequena inflamação nas amígdalas.

Porém, a notícia ruim veio e o tumor foi confirmado após Gilvan realizar uma tomografia. O lutador conta que ficou preocupado no primeiro diagnóstico, pois ele tem um histórico familiar sobre a doença. ” Fiquei com um pé atrás, minha família já tem histórico. Graças a Deus não fiz a cirurgia das amígdalas. Se faço, o tumor iria espalhar”, resume.

Projeto

O faixa preta iniciou o “treinamento” para a maior luta de sua vida: as sessões de quimioterapia. Antes de saber do diagnóstico do tumor, Gilvan, que tem uma academia em Samambaia, estava prestes de lançar a sua marca de linha esportiva em artes marciais: a ROUND.

Foto: Arquivo Pessoal/Gilvan Rodrigues

Foi nesse momento que veio um start para o lutador. Ele decidiu ajudar o próximo que esteja enfrentando a mesma luta. “Eu decidi mudar o foco da marca e ajudar as pessoas que estejam passando por essa barra. Vou doar 20% de todo o lucro das camisas em instituições de tratamento contra o câncer”, explica.

O projeto da ROUND pretende ajudar e orientar as pessoas que sofrem com o câncer a lidar com a doença, além de levar mais informações para diagnóstico precoce, visando promover o rápido início ao tratamento. Gilvan acredita nisso. “Além de ajudar as instituições, a página da ROUND no Instagram tem como papel orientar e ajudar as pessoas a superaram essa guerra”, continua o faixa-preta.

Com o lema “Você luta, eu luto! Qual será o seu próximo Round?”, o faixa-preta irá continuar lutando na árdua batalha em busca da cura não só dele, mas de inúmeras pessoas que são assoladas pelo câncer.

Como participar da campanha

Os produtos estão disponíveis na página @lojaround no Instagram. Para retirada, é possível combinar em Samambaia ou na Rodoviária do Plano Piloto.

Pontos de venda

  • Plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto – Mobile Celular – Loja 11
  • Academia de luta Gilvan Rodrigues – Samambaia Norte – QN 408 Conjunto D lote 2 – Contato: (61) 8215-4121/3522-5191

Oitava vitória seguida faz Brasiliense bater recorde do século no Candangão

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Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Por Danilo Queiroz

O Brasiliense começou o Campeonato Candango avassaladoramente. Na primeira fase, o Jacaré ganhou os seis jogos possíveis e se classificou para a etapa seguinte com rodadas de antecedência. Na etapa posterior, o time amarelo continuou com o pé no acelerador, ganhou mais duas partidas seguidas e garantiu classificação para a semifinal de forma antecipada. A soma de oito triunfos na edição 2021 do torneio local fez a equipe bater um recorde do certame neste século.

Após golear o Santa Maria por 4 a 0, no estádio Serra do Lago, o Brasiliense ultrapassou a marca estabelecida do Gama na competição do ano passado e se tornou a equipe com o maior número de rodadas seguidas com 100% de aproveitamento desde o ano 2000. No Candangão 2020, o alviverde conquistou os três pontos disponíveis em sete rodadas consecutivas. No oitavo jogo, porém, quebrou a sequência perfeita ao empatar com o Capital, por 2 a 2.

A campanha do Jacaré até o momento acumula ótimos índices. O ataque é o mais letal do torneio local com 23 gols marcados. A defesa é a segunda menos vazada do Candangão 2021, com cinco gols sofridos. Quatro vezes vazados em oito jogos, o Capital detém a melhor marca. Na classificação geral, o Brasiliense também não vê ninguém a sua frente. As oito vitórias somaram 24 pontos distribuídos em duas fases. Segundo no quesito, a Coruja conquistou 20 até o momento.

Marca recorde

Mesmo com a classificação garantida, o Brasiliense tem no horizonte a possibilidade de bater o melhor início da história pós-profissionalização definitiva do Campeonato Candango. As oito vitórias conquistadas até o momento são a segunda melhor marca no quesito desde 1976, quando o torneio local deixou de ter caráter amador. A maior sequência pertence ao Brasília. Na temporada 1977, o Colorado ficou com 100% de aproveitamento nas 12 primeiras partidas disputadas. O clube terminou com a taça da competição.

Naquela edição, o Brasília atuou em 13 partidas. Com seis times participantes, o Candangão tinha a fórmula de disputa em dois turnos, com os quatro melhores avançando para a fase final. Em ordem, o Colorado venceu Taguatinga e Canarinho, três vezes cada, Bandeirante, Gama, Grêmio Brasiliense, duas vezes cada, mas perdeu a chance de ser campeão com 100% de aproveitamento ao tropeçar na última rodada e empatar com o Bandeirante, por 1 x 1.

O time que chegou mais perto do índice história foi justamente o Gama de 2020, equipe que o Brasiliense 2021 acabou de superar. Para alcançar o Brasília, o Jacaré teria que triunfar nas próximas cinco partidas: na última rodada da segunda fase do Candangão, contra o Capital, no Serejão, e as três primeiras do quadrangular semifinal do torneio local. Já classificado para a etapa, o time amarelo conhecerá a sequência de jogos que terá pela frente na próxima quarta-feira (21/4).

Sequência de vitórias seguidas com 100% de aproveitamento (era profissional do Candangão)*

2021 – Brasiliense – 13 vitórias seguidas
2020 – Gama – 7 vitórias seguidas
2019 – Gama – 4 vitórias seguidas
2018 – Sobradinho – 2 vitórias
2017 – Gama – 3 vitórias
2016 – Luziânia – 6 vitórias
2015 – Luziânia, Gama, Ceilândia e Formosa – 1 vitória cada
2014 – Luziânia – 5 vitórias
2013 – Ceilândia – 3 vitórias
2012 – Ceilandense, Botafogo-DF, Capital, Luziânia, Brasiliense e Ceilândia – 1 vitória cada
2011 – Brasiliense e Botafogo-DF – 1 vitória cada
2010 – Ceilandense – 2 vitórias
2009 – Brasiliense – 3 vitórias
2008 – Brasiliense – 3 vitórias
2007 – Unaí e Ceilândia – 3 vitórias cada
2006 – Brasiliense – 4 vitórias
2005 – Brasiliense – 4 vitórias
2004 – Ceilândia – 2 vitórias
2003 – CFZ e Gama – 4 vitórias
2002 – CFZ, Bandeirante e Ceilândia – 1 vitória cada
2001 – Bandeirante – 3 vitórias
2000 – Guará – 4 vitórias
1999 – Gama – 3 vitórias
1998 – Gama – 5 vitórias
1997 – Brasília – 2 vitórias
1996 – Gama e Planaltina – 5 vitórias
1995 – Gama – 4 vitórias
1994 – Sobradinho – 4 vitórias
1993 – Ceilândia – 3 vitórias
1992 – Guará – 2 vitórias
1991 – Taguatinga – 2 vitórias
1990 – Brasília, Gama e Planaltina – 1 vitória cada
1989 – Tiradentes – 3 vitórias
1988 – Tiradentes – 3 vitórias
1987 – Ceilândia – 5 vitórias
1986 – Sobradinho – 3 vitórias
1985 – Taguatinga – 4 vitórias
1984 – Taguatinga – 2 vitórias
1983 – Taguatinga – 2 vitórias
1982 – Tiradentes (GO) e Taguatinga – 1 vitória cada
1981 – Brasília – 2 vitórias
1980 – Brasília – 2 vitórias
1979 – Guará, Brasília e Sobradinho – 1 vitória cada
1978 – Brasília – 2 vitórias
1977 – Brasília – 12 vitórias
1976 – Ceub – 4 vitórias
*Levantamento feito pela reportagem do Distrito do Esporte com dados do livro Almanaque do Futebol Brasiliense

Revelações do Guanabara City bombam equipes do DF

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Foto: Divulgação Guanabara City

Por Bruno H. de Moura

Lucas, Giovani, Felipe Goiano e João Vitor. Wester e Fabrício. Os quatro primeiros estão no Ceilândia. Os dois últimos estão no Capital. O que todos tem em comum? São atletas do novíssimo Guanabara City, equipe de Goiânia que tem como treinador, e revelador de atletas, Heli Carlos, ex-técnico e histórico jogador do Formosa Esporte.

Os seis jogadores tem passe do time fundado por dois empresários goianos e estão sendo preparados para a competição que mais interessa ao clube de vermelho e azul: a Terceira Divisão do Goianão 2021.

Wester e Fabrício são zagueiro e lateral direito, respectivamente, muito utilizados pelo treinador Rogério Mancini, do Capital. Wester, inclusive, vem sendo titular da coruja nas últimas partidas e jogou contra o Ceilândia no confronto de 2-2 do último domingo (18/4).

Já Lucas, ou Lucão, é zagueiro, João Vitor atacante, Felipe Goiano meia esquerda e Giovani volante. Todos estão no Ceilândia. Na última partida, contra o Capital, Lucão e Giovani foram titulares de Adelson de Almeida.

Divulgação Capital

Intercâmbio benéfico para times do DF e para o Guanabara City

A parceira funciona para os dois lados. O Guanabara City testa e dar visibilidade, numa competição de primeira divisão, a jogadores que não apenas podem ser emprestados, mas vendidos para outras equipes e dar mídia ao seu plantel. Já Ceilândia e Capital agregam peças que fazem diferença na competição. Os dois times tiveram bom início de campeonato e agora disputam ponto a ponto, entre si, a classificação à terceira-fase do Candangão 2021.

Segundo Heli Carlos, os seis atletas foram indicados pelo treinador para equipes do DF. Heli Carlos comandou por dois anos seguidos o Formosa Esporte e levou a equipe até as semifinais de 2020. Nesse ano o treinador, e torcedor declarado do Tsunami do Cerrado, tentou fechar uma parceria entre o Guanabara City e o Formosa, mas a atual diretoria comandada por Marcelo Ribeiro não aceitou nem a parceria formal, nem deu bola para as indicações de Heli que hoje fazem diferença em Capital e Ceilândia.

Quem é o Guanabara City?

Capitaneado pelos empresários Cid Sá e Flávio Ribeiro, o time estreará na terceira divisão do campeonato de Goiás com um projeto audacioso. A ideia dos donos é, em pouco tempo, estar na elite do futebol nacional. Será um clube formador que usará dos torneios que disputar no profissional como vitrine para as joias que lapidar.

Cid Sá e Flávio Ribeiro representam alguns jogadores que já atuam no futebol Europeu. Entre eles Carlos Vinicius, que até 15 dias atrás era atleta do Benfica e foi vendido para o Tottenham por 36 milhões de libras, algo em torno de 261 milhões de reais. Heli, que por muito tempo atuou com categorias de base, tem a missão de transpor esses jogadores do juvenil para o profissional.

 

Real Brasília empata com o Cruzeiro em sua estreia na elite do Brasileirão

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Foto: Igor Sales/ Cruzeiro

Por Bruno H. de Moura

Estreante na elite do futebol feminino brasileiro, o Real Brasília quase bateu o Cruzeiro, no SESC Venda Nova, na capital mineira. O time do Distrito Federal, que subiu à primeira divisão do Brasileirão de Futebol Feminino no ano passado, encarou bem seu primeiro desafio e sai com um ponto, importantíssimos, num torneio de 16 times que rebaixa quatro equipes.

Na primeira etapa o jogo foi do Real Brasília, que com bom desempenho defensivo, impedindo ataques do Cruzeiro, e atuação muito boa do meio criativo, a equipe do DF saiu à frente em belíssimo gol de Marcela Guedes.

Porém, o Real Brasília sucumbiu ao cansaço e as modificações do Cruzeiro nos 45 minutos finais, tomando o empate e sofrendo sufoco em toda a etapa. Extremamente faltosa, a equipe do DF ainda foi beneficiada com a complacência da arbitragem em duas jogadas após os 45 finais do segundo tempo em cima da atacante celeste Pâmela, pois nenhum de dois pênaltis reclamados em favor das cabulosas foi marcado.

 

1º Tempo: Real Brasília é melhor e sai na frente

Na primeira etapa, começo de jogo parelho, mas favorável ao time do DF. A trinca criativa do DF formada por Sassá, Camila Pini e Rafa Soares dominava o meio de campo e colocava o Real Brasília em vantagem no controle de bola e nas infiltrações pelos lados. A falta de chutes a gol que atrapalhava a abertura do placar.

Aos 8′, falta cobrada na área por Camila Pini, no cruzamento desvio de cabeça e Mary Camilo, goleira do Cruzeiro, teve de ir no alto para segurar firme. Na casa dos 16′, a atacante do Cruzeiro Pâmela recebeu cruzamento de Eskerdinha e no desvio, de peixinho, colocou raspando na trave da goleira do Real Brasília.

Aos 22′, Camila Pini recebeu a bola pela intermediária, quase na entrada da grande área, e arriscou de longe. A bola foi pra linha de fundo do atacante do Real. Aos 26′ Vanessinha arriscou de longe, mas a goleira Flávia Guedes pegou pro estreante aurianil. Com 34′ de primeira etapa, falta besta de Marcela Guedes, Na cobrança, Eskerdinha cruzou dentro da área, mas a defesa das leoas afastou.

Aos 36′ o ataque do Real Brasília desencantou. Roubada de bola providencial de Sassá na área oposta, a volante viu Camila Pini que ajeitou, rolou para Marcela Guedes na direita dominar, abrir pra perna esquerda e chutar no canto do Cruzeiro que, com desvio de bola de sua zagueira, viu sua rede balançar. Cruzeiro 0-1 Real Brasília.

As cabulosas melhoraram após sofrer o gol e com o passar da primeira etapa igualaram o domínio da partida com as leoas. Mas a boa defesa do time candango conseguia impedir até mesmo chutes a gol na meta de Flávia Guedes. Aos 45′ escanteio para o Cruzeiro, na cobrança Mariana Santos levou pouco perigo à meta candanga.

Foto: Igor Sales/ Cruzeiro

2º Tempo: Controle absoluto do Cruzeiro

Se a primeira etapa foi do Real Brasília, o segundo tempo esteve sob o controle do Cruzeiro. A equipe celeste tinha o controle do jogo e ocupava toda a sua metade do campo e grande parte do setor adversário, colocando as leoas em apenas um terço do campo de jogo.

Aos 15” Vanessinha recebeu bom passe na entrada da área, fez o giro, mas na hora de finalizar chutou pela linha de fundo. Aos 17” nova boa oportunidade para o Cruzeiro. Em cobrança de falta, a bola sobrou para Duda finalizar da pequena área e mandar por cima do gol. Aos 20” outra bomba de Duda que passou pelo lado direito da goleira Flávia.

Só o Cruzeiro jogava. Só o Cruzeiro atacava. O treinador do Real Brasília fez duas mudanças nos primeiros 20 minutos do tempo final. Gadu para Thabatá e Camila Pini para Mayara. A intenção era suprimir o absoluto controle do jogo pelo time adversário.

A pressão cruzeirense foi recompensada. Aos 25” Capelinha passou para Vanessinha que viu Duda bem posicionada, ele rolou para Mariana Santos entrar na área e chutar uma bomba no canto esquerdo de Flávia Guedes que nada pôde fazer. Cruzeiro 1-1 Real Brasília.

Aos 31”, a primeira boa jogada do Real Brasília na segunda etapa. Vacilo na saída de bola do Cruzeiro, Thabatá recuperou a bola, em velocidade ganhou campo entrou dentro da área celeste, cruzou na entrada da meta para Rafa Soares que de primeira chutou no cantinho de Mary Camilo que fez grande defesa, mas a bola sobrou nos pés de Marcela que chutou alto, mas Mary Camilo, espetacular, jogou para escanteio por cima do gol.

As leoas não conseguiam reapresentar o bom primeiro tempo. As mudanças de Marcelo Frigério deram novo gás e organização tática ao Cruzeiro que impediam o jogo do Real Brasília. O time do DF fazia faltas em sequência. Aos 41”, nova falta para as cabulosas, mas Duda desperdiçou. Galdino mudou novamente. Marcela Guedes, autora do gol, foi para o banco para entrada de Pitty.

Aos 47”, linda trama pela esquerda do Cruzeiro com Mariana Santos, ela viu Pâmela e rolou a bola para a atacante, mas Dan Nunes na marcação jogou seu corpo nas costas da atacante adversária, que caiu sentindo fortes dores. A árbitra mandou o jogo seguir após atendimento prologando à Pâmela. Aos 50”, novamente, Pâmela recebeu bom passe, Isabela Melo na marcação derrubou a atacante, mas a arbitragem nada fez.

Aos 52” fim de jogo e empate na estreia das duas equipes.

O que vem por aí

Na próxima rodada o Real Brasília jogará em casa, no estádio Defelê na Vila Planalto contra o Botafogo, às 15:00 de 21/4/21, próxima quarta-feira. Já o Cruzeiro joga às 20h contra o Cruzeiro em Porto Alegre. Real Brasília e Cruzeiro estão na segunda posição, empatados com diversas outras equipes.

Cruzeiro: 1

Mary Camilo; Janaína🟨, Pires, Thamirys, Eskerdinha (Rebeca Prado); Mayara Vaz (Lucero), Capelinha, Duda 🟨, Vanessinha🟨, Mariana Santos⚽, Pâmela

Tec.: Marcelo Frigério

Real Brasília: 1

Flávia Guedes; Lana🟨, Isabela Melo, Petra, Dan Nunes; Sassá, Camila Pini (Mayara🟨), Rafa Soares 🟨; Gadu (Thabatá), Daniele Silva, Marcela Guedes ⚽🟨 (Pitty)

Tec.: Adilson Galdino

Arbitragem

Árbitra: Francielly Fernanda Lima de Castro (FMF)
Auxiliares: Glaucia Faria Paula (FMF) e Riane Clementino Neto (FMF)

Minas Brasília empata com o Flamengo fora de casa na estreia do Brasileirão

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Foto: Adriano Fontes/Minas Brasília

Por Danilo Queiroz

O Minas Brasília começou a Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino conquistando pontos longe do Distrito Federal. Na tarde deste domingo (18/4), o time verde a azul foi até o Rio de Janeiro para medir forças com o Flamengo, no estádio da Gávea. Em uma partida com as equipes alternando bons momentos, cada uma balançou as redes uma vez e decretaram o empate por 1 a 1 no marcador.

O Minas Brasília começou a partida tomando um grande susto. Porém, o time candango também foi ao ataque e chegou a colocar uma bola no travessão no fim do primeiro tempo. Os 45 minutos finais começaram movimentados. Cada time conseguiu marcar logo nas primeiras emoções pós-intervalo. Com o equilíbrio predominando, nenhuma das equipes se impôs e o empate.

Foto: Adriano Fontes/Minas Brasília

Fla perde gol feito

Mesmo fora de casa, o Minas Brasília iniciou o jogo com mais posse. A primeira chance, porém, foi rubro-negra. Aos 2, Jayanne recebeu lançamento em profundidade, chapelou a goleira Karen, mas bateu para fora e perdeu um gol incrível. Ligeiramente melhor, o Flamengo marcava presença no ataque, enquanto o time verde a azul esperava espaços para sair em velocidade.

Aos 12, Robinha até encontro Nenê, mas ela estava em posição de impedimento. Com 18, Flávia respondeu pelas cariocas e escapou pela esquerda, mas cruzou na mão da goleira. O equilíbrio das ações passou a predominar nos minutos seguintes. Flamengo e Minas Brasília tinham dificuldades de infiltrar com qualidade. Por volta dos 35, as candangas chegaram a circular a área rival, mas não criaram perigo.

Com 42, Rafa Barros resolveu arriscar de longe, mas Karen encaixou com tranquilidade. No minuto final do primeiro tempo, o Minas Brasília criou uma oportunidade mais concreta. Nenê se livrou das adversárias na entrada da área e bateu com categoria. A bola, porém, explodiu no travessão rubro-negro. Sem conseguir empurrar a bola para a rede, as duas equipes desceram para o intervalo zeradas.

Foto: Adriano Fontes/Minas Brasília

Times marcam em sequência

A escassez de gols, porém, foi interrompida logo nos primeiros minutos do segundo tempo. Com 2 minutos, Jayanne recebeu a bola, viu espaço para armar o chute e mandou uma bela finalização na rede para abrir o placar para o Flamengo. O Minas Brasília não se abateu e chegou ao empate pouco tempo depois. Aos 4, Nenê recebeu dentro da pequena área e colocou no fundo do gol para igualar.

Com 13 minutos, o Flamengo voltou a tentar, mas Karen encaixou chute de Jayanne. Com 20, sorriso bateu falta com categoria e a arqueira candanga novamente se destacou. Conforme as jogadores acusaram cansaço, os dois treinadores mexeram nos times, mas o ritmo acabou diminuindo. Sem sucesso nas tentativas de infiltração, as duas equipes demoraram para chegar ao gol adversário.

Aos 41, Sorriso tentou cruzar e Karen apareceu para cortar. O Minas Brasília respondeu no minuto seguinte. Jeh cruzou na área, Pelé recebeu e bateu firme e a bola explodiu na zaga adversária. Na última tentativa ofensiva do jogo, Lodi avançou pela esquerda, bateu cruzado, e a bola fica com a goleira candanga. Sem novas ações, o jogo acabou com cada time garantindo um ponto na estreia do Brasileirão.

Foto: Adriano Fontes/Minas Brasília

FLAMENGO 1
Kaká; Raquel (Samhia), Stella, Cida e Sorriso; Kaylane, Bruna Rosa (Renata) e Dedê; Jayanne ⚽, Rafa Barros (Andressinha) e Flávia. Técnico: Celso Silva

MINAS BRASÍLIA 1
Karen; Lay, Kaká, Dih e Jeh; Karla (Monse), Katielle e Robinha; Nenê ⚽, Stef 🟨 (Pelé) e Isa (Emanoela). Técnico: Antônio Carlos Bona