Início Site Página 5

Brasília Vôlei conquista o CBI Sub-19 no RN com virada na final

0
Brasília Vôlei
Foto: Divulgação/Brasília Vôlei

O grito de campeão ecoou alto após uma campanha consistente e uma final marcada por superação. Nesta semana, o Brasília Vôlei confirmou o título do Campeonato Brasileiro Interclubes Sub-19 Acesso B, em Parnamirim, no Rio Grande do Norte. A vitória por 3 a 2 sobre o Iape, do Maranhão, coroou um percurso de regularidade e força mental, com reação decisiva no momento mais crítico da decisão.

A trajetória candanga apresentou domínio desde a fase inicial, com triunfos seguros e desempenho coletivo equilibrado. Organizada pela Confederação Brasileira de Clubes (CBC), a competição reuniu 61 equipes de diversas regiões do país em acessos distintos. Dentro desse cenário amplo, o Brasília Vôlei destacou-se como a melhor campanha do Distrito Federal e também da região Centro-Oeste. O Minas Brasília Tênis Clube e o Iate Clube também representaram a capital federal e terminaram em 12º e 14º, respectivamente.

Após duas vitórias diretas por 3 a 0 e 2 a 0 contra Camv Sports e Salvador Vôlei, respectivamente, e uma derrota para o Iape na primeira fase, o time manteve ritmo elevado nas fases seguintes. Os resultados por 3 a 1 diante do Desportivo, nas quartas de final, e do Bento Vôlei, na semifinal, reforçaram a consistência da equipe, com ataque eficiente e sistema defensivo bem ajustado, elementos fundamentais para a sequência invicta até a decisão.

Na grande final de terça-feira (28/4), o início apresentou dificuldade, com o adversário maranhense abrindo vantagem. A resposta candanga veio com entrega intensa, ajustes táticos e controle emocional. A virada construída ponto a ponto levou o confronto ao tie-break, cenário no qual o Brasília Vôlei demonstrou maturidade para fechar em 3 a 2 e garantir o troféu nacional.

No feminino, o desempenho também chamou atenção. O time candango encerrou a participação com o quinto lugar entre 16 equipes no CBI Sub-19 da modalidade, somando cinco vitórias e apenas uma derrota. O resultado posiciona o clube como o melhor do Distrito Federal e entre os três principais da região Centro-Oeste, reforçando a força do projeto em ambas as categorias.

 

View this post on Instagram

 

A post shared by Brasília Vôlei (@brasiliavolei)

Campanha do título

Primeira fase
Brasília Vôlei 3 x 0 Camv Sports (GO) – Parciais: 25/16, 25/15 e 25/15
Brasília Vôlei 2 x 0 Salvador Vôlei (BA) – Parciais: 25/16 e 25/12
Iape (MA) 2 x 0 Brasília Vôlei – Parciais: 25/22 e 25/20

Quartas de final
Brasília Vôlei 3 x 1 Desportivo (RN) – Parciais: 25/21, 19/25, 25/22 e 25/22

Semifinal
Brasília Vôlei 3 x 1 Bento Vôlei (RS) – Parciais: 13/25, 25/17, 27/25 e 25/18

Final
Brasília Vôlei 3 x 2 Iape (MA) – Parciais: 22/25, 17/25, 25/22, 25/23 e 15/12

Brasília recebe elite mundial do vôlei de praia em etapa do Circuito

0
vôlei de praia
Foto: Patricy Albuquerque/Divulgação/CBV

O Distrito Federal volta ao centro do esporte internacional com a chegada do Circuito Mundial de Vôlei de Praia. A partir de quarta-feira (29/4), a arena montada no Parque da Cidade transforma Brasília em palco da etapa Elite da temporada, reunindo algumas das principais duplas do planeta até domingo (3/5), em programação com entrada gratuita (clique aqui para retirar os ingressos) e expectativa de arquibancadas cheias.

A presença brasileira reforça o peso da etapa na capital federal. Ao todo, 14 duplas representam o país no circuito de vôlei de praia, com destaque para Duda Lisboa e Ana Patrícia Ramos, campeãs olímpicas e protagonistas recentes do circuito, inclusive nas passagens pela cidade. A dupla chega embalada após título no Circuito Brasileiro e busca a terceira medalha consecutiva em Brasília, após ouro em 2024 e bronze em 2025.

“Brasília tem um clima parecido com Uberlândia (MG), onde moramos. Então, nossa adaptação é muito rápida. E a torcida daqui traz um ambiente muito gostoso para jogarmos. Vamos tentar buscar essa terceira medalha consecutiva. É muito bom ter duplas brasileiras no pódio em etapas no nosso país. Estou já pressionada (risos)”, afirmou Duda, em entrevista concedida ao site da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

Tradição na capital

A etapa brasiliense se consolida como uma das mais tradicionais do calendário recente do circuito mundial. A disputa de 2026 será a terceira competição internacional da modalidade realizada no país, após as passagens por João Pessoa (PB) e Saquarema (RJ), reforçando o protagonismo brasileiro no cenário global do vôlei de praia. Na última semana, o cenário do Parque da Cidade foi testado com a realização de uma etapa do Circuito Nacional de Vôlei de Praia.

“A etapa de Brasília já virou tradição no calendário do Circuito Mundial. É muito bom poder vir jogar aqui, receber o carinho do público apaixonado pelo vôlei de praia. Fico grata de termos mais uma oportunidade de virmos jogar aqui. A gente tenta sempre dar o nosso melhor, conquistar um lugar no pódio e, agora, estamos, como costumo brincar, reconstruindo nosso time. Estamos nessa caminhada para nosso crescimento. E para isso a etapa de Brasília é fundamental. Contamos muito com a energia da torcida”, comentou Ana Patrícia.

Formato e favoritos

A disputa do vôlei de praia internacional em Brasília começa com o qualifying, reunindo 16 duplas por gênero em confrontos eliminatórios. As oito melhores avançam para o torneio principal, composto por 24 parcerias. Na fase de grupos, as equipes são divididas em seis chaves com quatro duplas cada, avançando às oitavas os dois primeiros colocados de cada grupo, além dos melhores terceiros.

Entre os brasileiros já garantidos na fase principal estão nomes como Carol Solberg e Rebecca, Thâmela e Vic, Talita e Taiana, além de André e Renato no masculino. Outras duplas entram em ação no qualifying em busca de vaga na chave principal, ampliando a presença nacional na etapa. A programação decisiva acontece no domingo (3/5), com semifinais pela manhã e disputas por medalha à tarde. As finais terão transmissão do sportv 2, enquanto toda a competição poderá ser acompanhada pela plataforma VBTV.

Agenda do vôlei de praia

Quarta-feira (29/4)
9h às 19h — Qualifying e início da fase de grupos

Quinta-feira (30/4)
9h às 21h — Fase de grupos

Sexta-feira (1º/5)
9h às 21h — Fase de grupos e repescagem

Sábado (2/5)
10h às 20h — Oitavas de final e quartas de final

Domingo (3/5)
9h às 13h — Semifinais
15h às 19h — Finais e disputa pelo 3º lugar

Ingressos: Sympla

Belgrano da Argentina será primeiro time estrangeiro da Supercopa Capital

0
Foto: Reprodução/Instagram (@clubatleticobelgrano)

Por Paulo Martins

O crescimento da Supercopa Capital Sub-17 alcançou nesta terça-feira (28/4) mais um patamar marcante. O perfil oficial do certame anunciou o primeiro participante internacional da história, em sua quarta edição: o Belgrano de Córdoba, argentino, um dos maiores clubes do interior do país hermano, de reconhecido trabalho na base e integrante da primeira divisão profissional argentina.

Desta forma, “El Pirata” se faz o quinto convidado da competição, junto de Atlético-MG, Novorizontino, Sampaio (RR), Novo Hamburgo (RS). Em dezembro, perfilará como um dos 32 integrantes nos gramados do Distrito Federal. O presidente do Capital, clube anfitrião e idealizador da competição, Godofredo Gonçalves, disse que a participação gringa era previsível: “A participação de uma equipe estrangeria era eminente. Desde o ano passado, clubes de diversos países já mantinham contato conosco. Confirmar um participante argentino é motivo de muito orgulho, pois mostra o crescimento da Supercopa não somente em nível nacional”.

O Belgrano é uma das mais antigas e tradicionais equipes da Argentina. Rival de Talleres (quem revelou o campeão de Copa do Mundo José Luís Cuciuffo, além de conhecidos como Pablo Ledesma, Rodrigo Garro e Julio Buffarini) e Instituto (casa inicial de campeões mundiais como Mario Alberto Kempes e Paulo Dybala, além de outros conhecidos como Ramón Wanchope Ábila) teve como sua grande glória histórica ao ser o time que venceu o River Plate no confronto de promoção/rebaixamento do Campeonato Argentino da temporada 2010-2011, enviando à segunda divisão um dos maiores clubes do planeta.

Clique e leia mais:

Um dos celeiros do interior argentino

Para também fazer justiça ao Pirata Cordobês frente às revelações de rivais anteriormente citadas, relembramos algumas figuras reveladas pelo clube do bairro de Alberdi. O maior expoente até o momento é o zagueiro Cristian “El Cuti” Romero, homenageado nesta segunda-feira (27/4) pelas redes sociais oficiais do clube (foto) pelo seu aniversário de 28 anos. Romero, assim como Dybala, fez parte da equipe que venceu a Copa do Mundo de 2022, no Catar. Hoje, o defensor está no Tottenham inglês, em campanha de luta contra o rebaixamento na Premier League.

O atual plantel do Belgrano conta com um jogador de passagem recente no futebol brasileiro que foi formado nas chamadas “inferiores”: o atacante Emiliano Rigoni, que teve duas passagens no São Paulo (em 2021 e 2025), prejudicadas por lesões em série. Quem, sim, segue no Brasil é o ponta Bruno Zapelli, um dos destaques do Athletico-PR desde sua chegada ao Furacão, em 2023.

Outros atletas revelados pelo time de Córdoba com convocações à seleção nacional e de passagem pelo  Brasil fizeram sucesso com títulos no Futebol Clube do Porto lusitano. O primeiro deles foi o volante Mario Bolatti, que venceu a Primeira Liga e a Taça da Portugal pelos Dragões, o que lhe rendeu a ida ao Mundial da África do Sul em 2010, chamado pelo técnico Diego Maradona. Após isto, foi campeão gaúcho e da Recopa Sul-Americana pelo Internacional, tendo passagem mais infeliz pelo Botafogo, sendo parte do segundo rebaixamento do time carioca à Série B.

O segundo do filtro segue em atividade: é o lateral-direito Renzo Saravia. Antes de ser campeão da Taça de Portugal pelo quadro portista, venceu o Campeonato Argentino pelo Racing, junto do técnico Eduardo Coudet, que o levou ao Inter, tendo passagem de destaque apesar de não ter sido campeão, bem como no Botafogo. Foi tricampeão mineiro sem grande estrelismo no Atlético. Hoje, Saravia está no Valencia espanhol.

A equipe celeste tem nas vitrines de sua base quatro títulos nacionais. Também saíram campeões da Copa Bicentenário, do Torneio Internacional Valesanito e de outros torneios regionais.

Herança da Copinha

Uma clara referência de crescimento da Supercopa Capital dentro do cenário de uma competição jovem é a Copa São Paulo de Futebol Júnior. A famosa Copinha também contou, em várias edições, com diferentes clubes internacionais entre os participantes, isto entre 1980 (12ª edição) e 2017. O primeiro foi o mexicano Providencia e entre os argentinos apenas os grandes Vélez Sársfield (1981 e 1982) e Boca Juniors (1993) participaram. No meio-tempo citado, também participaram alemães, uruguaios, paraguaios, japoneses, chineses, sauditas e haitianos.

A edição de 2026 será a quarta da Supercopa Capital. Na primeira, em 2023, o Goiás saiu campeão entre oito clubes. Em 2024, o vencedor entre 16 times foi o Athletico-PR. No ano passado, com o mesmo quantitativo prometido para este ano, 32 integrantes, o Fortaleza do técnico Fred Guedes (ex-centroavante de clubes como Fluminense, Cruzeiro e Atlético-MG) levou a melhor.

Brasília Basquete perde para Caxias, vê série aberta e decisão volta ao DF

0
Brasília Basquete
Foto: Thais Sousa/CXSB

Quando o roteiro parecia pronto para o desfecho, o jogo virou capítulo extra. O Brasília Basquete entrou em quadra na noite desta segunda-feira (27/4) com a classificação nas mãos, mas encontrou resistência, alma e um adversário disposto a adiar o fim. No Ginásio do Sesi, em Caxias do Sul, a equipe candanga acabou superada por 66 a 63 pelo Caxias do Sul Basquete e viu a série de oitavas de final do Novo Basquete Brasil (NBB) ganhar sobrevida. Com o duelo em 2 a 1, os brasilienses terão duas oportunidades de avançar às quartas de final no Ginásio Nilson Nelson.

O jogo 4 da eliminatória entre Brasília Basquete e Caxias do Sul está marcado para quinta-feira (30/4), no Ginásio Nilson Nelson, com horário ainda a ser definido pela Liga Nacional de Basquete (LNB). Uma vitória garante classificação aos candangos, enquanto os gaúchos precisam do resultado positivo no Distrito Federal para forçarem a quinta e última partida, também prevista para o Nilson Nelson. Na série, a franquia local tenta quebrar uma escrita de quase 10 temporadas. A última participação nas quartas de final do NBB ocorreu na edição 2016/2017, quando a equipe ainda atuava sob a nomenclatura Lobos Brasília.

Jogo equilibrado

O início dava sinais de controle visitante. Com boa execução ofensiva e transições rápidas, o Brasília Basquete abriu 8 a 0 e tentou impor o ritmo desde os primeiros movimentos. Mas a resposta veio carregada de personalidade. Shamell assumiu o jogo, chamou a responsabilidade e conduziu a reação gaúcha, equilibrando as ações ainda no primeiro quarto, fechado em 20 a 20, em um duelo que já nascia tenso. O segundo período mergulhou em um cenário de ataques duros e posses longas. A bola demorava a cair, os espaços eram raros e cada ponto parecia custar mais do que o normal. Nesse ambiente de baixa fluidez, o Brasília encontrou leve vantagem nos detalhes e foi para o intervalo vencendo por 31 a 28, sustentado por uma defesa consistente e melhor aproveitamento nas poucas oportunidades criadas.

Na volta do intervalo, o jogo ganhou outra cara. O Caxias acelerou, encaixou uma sequência de 12 a 0 e virou o placar com autoridade, novamente com Shamell como protagonista. O Brasília demorou a reagir, mas respondeu na mesma moeda, explorando rebotes ofensivos e segundas chances, com Brunão decisivo nesse momento. A parcial terminou empatada no agregado, levando o duelo para os 10 minutos finais em igualdade: 48 a 48. O último quarto trouxe o peso dos playoffs. Cada posse ganhou valor, cada erro virou ameaça. Foi nesse cenário que Augusto apareceu com protagonismo, empilhando pontos e assumindo o papel de liderança no momento decisivo. O Brasília teve dificuldades ofensivas, não encontrou respostas consistentes e viu o adversário construir a vitória em um jogo de margem mínima.

Análise candanga

Crescenzi foi o principal nome candango, com 15 pontos, quatro rebotes e quatro assistências, mas a produção ofensiva coletiva abaixo do habitual pesou no resultado. Do outro lado, Shamell comandou com 19 pontos e manteve viva não só a série, mas também o espírito competitivo de um time que se recusou a encerrar a caminhada. “Todos os três jogos foram difíceis, foram… Podemos falar até que foi jogo feio, porque é amarrado, mas o time inteiro, mas especialmente o Shamell e o Augusto, tiveram muito mérito, eles mataram umas bolas muito difíceis e não tivemos muita resposta, sofremos muito no ataque. A história continua. O quarto jogo, eu imagino, será igual lá em Brasília, será amarrado, duro como está sendo essa série”, analisou.

VMB 11 aposta em rivalidades e reencontros para agitar a capoeira no DF

0
Anderson Sem Coluna e Lucas Furacão no VMB
Foto: Felipe Xavier/VMB

O Distrito Federal volta a ser palco de um dos eventos mais intensos da capoeira. Entre os dias 5 e 9 de maio, o Volta ao Mundo Bambas (VMB) chega à 11ª edição com um card marcado por rivalidades, polêmicas recentes e clima de revanche. A Arena Hall, na Colônia Agrícola Vicente Pires, recebe novamente o evento, com o card principal programado para o dia 9. Além das lutas, a programação inclui palestras voltadas à saúde e bem-estar, exibições e aulas para crianças, ampliando o alcance do evento para além da competição. Os ingressos serão gratuitos e poderão ser retirados pela plataforma Sympla.

A principal expectativa gira em torno do reencontro entre Anderson Sem Coluna e Lucas Furacão. No último duelo, no VMB 9, em junho de 2025, Furacão saiu com a vitória, mas o resultado acabou anulado após revisão técnica. O novo confronto surge como resposta dentro da roda. Outro duelo com ânimos acirrados será entre Glaucio Flash e Wandré Caputino. No encontro anterior, em outubro de 2024, a luta foi interrompida após lesão de Caputino. Ao ver a condição do adversário, Flash comemorou, o que acirrou ainda mais a rivalidade. Agora, os dois voltam a se enfrentar em um cenário de pressão, principalmente para Flash, que vem de desclassificação no VMB 9.

Anderson Sem Coluna e Lucas Furacão no VMB
Foto: Felipe Xavier/VMB

Quem também retorna ao jogo são Gigante e Guerreiro. Após empate na última edição, o novo confronto aparece como tira-teima. A expectativa é de uma luta mais intensa, com os dois atletas tentando transformar repercussão em afirmação dentro do evento. O card ainda traz disputa de cinturão no peso leve feminino, com Julyana Kitana e Janaely Gata. Na categoria juvenil, dois duelos chamam a atenção: invicto, Kauê Caldeira encara Watally Cenoura, enquanto Arthur Voador enfrenta Eliabe 360 em um combate de perfil técnico e dinâmico.

O VMB 11 distribui sua programação ao longo de cinco dias em Brasília. A abertura, na terça-feira (5), será voltada a ações sociais, com aulas e exibições para crianças, além da roda com mestres locais. Na quarta (6), o evento aposta em palestras e conteúdos técnicos, enquanto quinta (7) e sexta (8) marcam o início das seletivas, credenciamento e pesagens, além da coletiva de imprensa. O sábado (9) concentra as decisões: card preliminar no fim da tarde e, à noite, os duelos principais que fecham o evento. Durante todos os dias, os ingressos serão gratuitos e poderão ser retirados pela plataforma Sympla.

Dirigentes destacam o impacto do VMB

Para o diretor técnico Aritana Silva, o VMB ganha com a valorização dos combates. “A gente está falando de um evento com lutas equilibradas, histórias abertas e atletas que sabem o que representam. É um card construído com critério, que valoriza o desempenho e a entrega dentro da roda”, afirma. Para o diretor-executivo Saverio Scarpati, o impacto financeiro é parte essencial. A edição deve distribuir cerca de R$ 60 mil em premiações e movimentar mais de R$ 125 mil em serviços. “Não é só sobre o espetáculo. É sobre colocar recurso dentro da capoeira e gerar oportunidade. Esse movimento já é realidade”, destaca.

Com transmissão confirmada por Com Brasil TV, o VMB amplia o alcance e fortalece sua presença na mídia. O avanço também aparece fora da arena. Em cinco meses, a organização acelerou a criação da Federação de Capoeira Competitiva (FCC), consolidando um modelo construído desde 2022. A iniciativa, liderada por Saverio Scarpati, já estruturou dez federações estaduais no Brasil e começa a ganhar espaço no exterior, com presença em países como Canadá, Peru, México e Angola.

Com bronca de arbitragem, Brasiliense e Gama empatam no Serejão

0
Brasiliense Gama
Foto: Diller Abreu/FFDF

Um clássico verde amarelo pegado, com dois tempos distintos e tensão até o apito final marcou a tarde desde domingo (26/4) no Serejão. Lutando por classificação na Série D do Campeonato Brasileiro, Brasiliense e Gama empataram por 1 a 1, pela quarta rodada da competição nacional, em duelo candango com domínio alternado, gol de estreante e erro da arbitra na etapa final. O alviverde deixou o gramado na bronca por um pênalti não marcado.

O jogo apresentou um Brasiliense mais agressivo no primeiro tempo, com controle das ações e criação das melhores chances. Marlone marcou logo aos 12 minutos de bola rolando e deu a vantagem parcial para o Jacaré. Na etapa final do clássico do Serejão, o Gama voltou com outra postura, equilibrou o confronto e encontrou o empate com Felipe Clemente, após falha defensiva do rival. Depois do jogo, o alviverde publicou nota contra a arbitragem de Daniel Alejandro Hidalgo Blanco.

O resultado manteve o alviverde invicto na temporada e na liderança do Grupo A3 da Série D do Brasileirão, enquanto o Jacaré caiu para a quarta colocação da chave com os demais resultados da rodada. Na sequência, o Gama encara o Atlético-GO pela Copa Verde na quarta-feira (29/4) e depois recebe o Luverdense no sábado (2/5). O Brasiliense volta a campo no domingo (3/5), contra a Aparecidense.

Domínio inicial do Jacaré

O início teve estudo, mas com intenção ofensiva dos dois lados. O Brasiliense levou perigo primeiro com Jackson, em finalização defendida com tranquilidade. Na sequência, o Gama respondeu com cabeceio de Lucas Piauí, sem direção ao gol. Aos 12 minutos, o placar foi aberto com protagonismo de um estreante. Netinho avançou pela direita e encontrou Marlone, que invadiu a área e finalizou cruzado, sem chances para Renan Rinaldi, colocando o Jacaré em vantagem.

O gol deu ainda mais confiança ao Brasiliense, que seguiu pressionando e quase ampliou. Jonathan Moc arriscou de fora da área, acertou a trave e, no rebote, Jackson finalizou, mas o goleiro conseguiu se recuperar para evitar o segundo. O Gama teve dificuldades para reagir e passou a mexer na equipe ainda na primeira etapa. Mesmo assim, o controle seguiu com o Brasiliense, que criou novas chances, principalmente em contra-ataques, mas não conseguiu ampliar antes do intervalo.

Reação e reclamação alviverde

O segundo tempo começou com postura diferente do Gama, mais agressivo e presente no ataque. Logo nos primeiros minutos, Felipe Clemente tentou de voleio e, depois, Willian Júnior invadiu a área e finalizou com perigo, indicando mudança no cenário do jogo. O empate veio pouco depois, aos 13 minutos, em lance decisivo. Após bola aparentemente controlada, o goleiro Matheus Kayser falhou e largou a bola para Felipe Clemente, que aproveitou a oportunidade e balançou as redes, igualando o placar no Serejão.

O confronto ficou mais equilibrado, com o Gama apostando em ligações diretas e o Brasiliense tentando manter a posse. As equipes alternaram momentos, mas com dificuldades na criação de chances claras na reta final. Em meio à disputa, um lance gerou reclamação do lado alviverde. Após cruzamento de Michel Henrique, a bola tocou no braço aberto de um defensor do Brasiliense dentro da área, mas a arbitragem mandou seguir, gerando protestos e nota oficial do Gama após a partida. Nos minutos finais, o jogo perdeu qualidade técnica e ganhou tensão. Com poucos lances perigosos e muitas interrupções, o empate se confirmou, refletindo o equilíbrio construído ao longo da partida.

BRASILIENSE 1
Matheus Kayser; Netinho (Renê Silva), Fábio Sanches, Victor Sallinas e Jonathan Moc; Hippolito (Gabryel Martins), Marcos Jr, Marlone ⚽ (Vitor Marinho) e Montanha (Tarta); Serginho (Jean Pyerre) e Jackson 🟨.
Técnico: Léo Roquete

GAMA 1
Renan Rinaldi; Michel Henrique, Zulu (Lucão), Darlan e Lucas Piauí; Moisés 🟨 (De Paula), Lúcio (Willian Júnior), David 🟨 (Gabriel Galhardo) e Renato; Ramon (Kennedy) e Felipe Clemente ⚽.
Técnico: Luís Carlos Souza

Brasília Basquete vence Caxias, faz 2 a 0 e se aproxima da classificação

0
Brasília Basquete
Foto: Thais Sousa/Caxias

Em noite de controle emocional e resposta nos momentos decisivos, o Brasília Basquete voltou a vencer o Caxias do Sul Basquete, agora fora de casa, e deu passo firme rumo à classificação para a sequência dos playoffs do Novo Basquete Brasil (NBB). Na noite deste sábado (25/4), no Ginásio do Sesi da cidade gaúcha, os candangos fizeram 78 a 70, abriram 2 a 0 na série melhor de cinco e colocaram pressão máxima sobre os adversários na sequência do confronto.

O início da partida apresentou cenário adverso para o time do Distrito Federal. Empurrado pela torcida, o Caxias largou com intensidade alta e abriu 7 a 0 logo nos primeiros minutos, obrigando parada técnica precoce. A resposta veio na reorganização ofensiva e na presença de Von Haydin como referência, mas os donos da casa sustentaram o ritmo e fecharam o primeiro quarto à frente, em 23 a 20.

A mudança de postura apareceu no segundo período. O Brasília Basquete subiu o nível defensivo, pressionou linhas de passe e transformou recuperação em pontos rápidos. A sequência de 12 a 2 virou o controle do jogo, travou o ataque gaúcho e colocou os candangos em vantagem consistente. Mais sólido nos dois lados da quadra, o time visitante dominou a parcial por 26 a 14 e foi ao intervalo vencendo por 46 a 37.

O terceiro quarto elevou o contato físico e reduziu o ritmo ofensivo. As defesas passaram a ditar o jogo, com posses mais longas e dificuldade de criação. O equilíbrio marcou a parcial, mas um arremesso de três na reta final manteve o Caxias vivo na disputa. Ainda assim, o Brasília Basquete segurou a vantagem e entrou no período decisivo com 63 a 57 no placar.

O último quarto trouxe clima típico de playoffs, com tensão alta e margem mínima para erros. O Caxias encostou e chegou a ameaçar a virada, mas esbarrou na execução mais segura do Brasília nos momentos críticos. A equipe candanga controlou o relógio, tomou melhores decisões ofensivas e sustentou a vantagem até o apito final.

Destaque da partida, Von Haydin comandou o ataque com 22 pontos, além de seis rebotes e três roubos de bola. Brunão também teve papel decisivo com duplo-duplo de 15 pontos e 12 rebotes, enquanto Buiú (14) e Paulichi (12) reforçaram a produção coletiva. “Sabíamos que seria muito difícil jogar aqui, mas conseguimos manter o foco e executar bem os combinados pré-jogo. Agora é manter a concentração, porque ainda não tem nada definido. Precisamos entrar fortes de novo para tentar fechar a série já na segunda-feira”, afirmou Von Haydin.

Com o resultado, o Brasília Basquete fica a uma vitória da classificação. O terceiro jogo da série será na segunda-feira (27/4), às 19h30, novamente no Ginásio do Sesi, em Caxias do Sul. Se necessários, as duas outras partidas da série de melhor de cinco das oitavas de final do NBB estão marcados para o Ginásio Nilson Nelson, na capital federal, em datas a serem definidas pela Liga Nacional de Basquete (LNB).

Com segundo tempo eletrizante, Botafogo e Internacional empatam no Mané

0
Botafogo x inter
Foto: Internacional SC

Tudo igual na capital federal. Na noite deste sábado (25/4), Botafogo e internacional de enfrentaram dentro do Mané Garrincha em confronto válido pela 13ª rodada do Brasileirão 2026. Após um primeiro tempo morno, cariocas e gaúchos se lançaram ao ataque na segunda etapa, que resultou em 4 gols no período. O botafogo esteve a frente duas vezes, mas ceeu o empate me ambas. Ao apitar do árbitro, o marcador apontava 2 a 2. Os gols do alvinegro foram marcados por Danilo e Medina, enquanto Carbonero e Bernabei marcaram par o colorado.

Em meio a um forte entrave judicial sobre a SAF, o Glorioso volta à General Severiano para receber o Independiente Petrolero pela terceira rodada da Copa Sul-Americana. O confronto está marcado para a próxima terça-feira (28/4), às 19h. Já o Internacional, fora da disputa de qualquer competição continental devido ao desempenho no último Campeonato Brasileiro, só volta a campo no próximo final de semana. Na ocasião, o Colorado enfrenta o Fluminense no domingo (3/5), às 18h30.

Primeiro tempo

Empurrado pela presença majoritária de botafoguenses no Mané Garrincha, o alvinegro carioca dominou os primeiros minutos de confronto. Com muito mais posse de bola e imposição de ataques verticais, o Botafogo abusou das enfiadas de bola para Arthur Cabral e Júnior Santos. Todavia, o goleiro Anthoni fez um ótimo trabalho de leitura das jogadas e rechaçou as investidas rivais.

Curiosamente, quando o Internacional começava a dominar as ações ofensivas, saiu a melhor oportunidade da primeira etapa, mas para o Botafogo. Em contra-ataque rápido pela ala direita, Mateo Ponte alçou a bola na área para o centroavante Arthur Cabral, que desviou para Júnior Santos, de frente para o gol. Entretanto, o camisa 7 do time carioca furou a bola e desperdiçou a oportunidade.

Após o susto, o Internacional voltou a apostar em contra-ataques pelas alas, onde Carbonero e Vitinho buscavam a linha de fundo para colocar a bola na área. No entanto, a estratégia colorada só veio a funcionar no último minuto do primeiro tempo. Na jogada, Carbonero carregou a bola até o limite do campo e cruzou para Alerrandro. O centroavante finalizou de letra para uma linda defesa de Neto; fim da etapa inicial sem gols no Mané Garrincha.

Clique e leia mais:

Segundo tempo

Logo na faixa dos quatro minutos da etapa complementar, o Botafogo fez o que não havia conseguido nos primeiros 45 minutos: finalizou a gol. Em jogada tramada com Danilo como maestro, o camisa 8 tabelou com Matheus Martins e finalizou mascado para a fácil defesa do goleiro colorado.
Entretanto, o recital do meia botafoguense no segundo tempo estava apenas no início. Na marca dos oito minutos de jogo, o camisa 8 recebeu na meia-lua, de costas para o gol. Livre de marcação, Danilo teve tempo e espaço para girar, ajeitar o corpo, limpar a jogada e bater de chapa no ângulo do gol defendido pelo Internacional; 1 a 0, com o Glorioso na frente.

Botafogo x inter
Foto; Botafogo F.R

Curiosamente, após abrir o placar, o Botafogo se lançou ao ataque para matar o confronto. Todavia, a ação foi executada de maneira descoordenada, o que resultou em buracos na defesa alvinegra. Dessa forma, apenas seis minutos após passar à frente, o Glorioso cedeu um contra-ataque com campo aberto para o Inter, que não desperdiçou. Alerrandro lançou Carbonero, que bateu firme para o gol e venceu o goleiro Neto; tudo igual mais uma vez.

E a porteira estava aberta no Mané Garrincha. Cinco minutos após o empate da equipe gaúcha, o Botafogo voltou a insistir em trama nas costas do lateral Bruno Gomes, tentativa que surtiu efeito. Após triangulação, o ponta Matheus Martins acertou o travessão. No entanto, Cristian Medina aproveitou o rebote para recolocar o Botafogo em vantagem; 2 a 1 para os cariocas.

E, mais uma vez, o clube do Rio de Janeiro não conseguiu segurar a vantagem no marcador. Na faixa dos 19 minutos, o Inter cobrou escanteio, que foi facilmente afastado pela zaga alvinegra. Na sobra, o lateral Bernabei bateu firme e contou com desvio para igualar o duelo mais uma vez e dar números finais à disputa: Botafogo 2, Internacional 2, em Brasília.

Botafogo x inter
Foto: Internacional SC

Botafogo – 2

Neto; Vitinho(Mateo Ponte), Barbosa, Ferraresi e Alex Telles; Edenilson(Montoro), Medina e Danilo; Matheus Martins(Joaquim Correa), Junior Santos(Kadir) e Arthur Cabral🟨(Allan).

Técnico – Franclim Carvalho

Internacional – 2

Anthoni; Bruno Gomes, Victor Gabriel🟨, Félix Torres🟨 e Bernabei; Villagra, Bruno Henrique(Allan Patrick) e Allex; Vitinho(Tabata), Carbonero⚽(Matheus Bahia) e Alerrandro(Borré).

Técnico – Paulo Pezzolano

Capital vence o Ceilândia no Abadião e se descola do rival na Série D

1
Capital
Foto: Diller Abreu/FFDF

Vitória com peso de clássico e roteiro decidido no detalhe final. Na tarde deste sábado (25/4), no Estádio Abadião, o Capital venceu o Ceilândia por 2 a 1, pela quarta rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, em um duelo candango equilibrado e resolvido com eficiência na reta final, premiando a leitura de jogo do time tricolor. Fora de casa, o Coruja foi incisivo diante do Gato Preto e conquistou uma vitória com bom grau de importância para seguir em busca de classificação. Ao alvinegro, resta a missão de se reinventar.

O confronto no Estádio Abadião teve momentos alternados de controle para os dois lados, com o Capital mais organizado no meio-campo e o Ceilândia apostando em intensidade e transições. A partida demorou a engrenar, mas ganhou ritmo com o passar do tempo, especialmente a partir do protagonismo de Matheusinho, responsável por ditar o jogo ofensivo da Coruja e marcar um golaço na partida.

A vitória manteve o Capital nas primeiras posições do Grupo A4 e reforçou a briga pela classificação ao mata-mata. O Ceilândia, por outro lado, seguiu na quarta colocação, mas sem conseguir abrir margem na zona de classificação. Na sequência, o tricolor encara o Operário-MS na quarta-feira (29/4), no JK, pela Copa Centro-Oeste, e depois visita o Mixto pela Série D, no sábado (2/5). O Gato Preto joga no domingo (3/5), fora de casa.

Gol de fora e resposta no fim

O início foi marcado por muita disputa e pouca fluidez, com as duas equipes encontrando dificuldades para controlar o ritmo. O Capital passou a crescer a partir da atuação de Matheusinho, que assumiu a organização das jogadas e começou a empurrar o time para o campo ofensivo. Aos 23 minutos, a superioridade se transformou em vantagem. Após contra-ataque puxado por Nescau, a bola chegou a Matheusinho, que finalizou de fora da área e acertou um belo chute para abrir o placar no Abadião.

Foto: Diller Abreu/FFDF

Em desvantagem, o Ceilândia tentou reagir e passou a se lançar mais ao ataque, mas encontrou dificuldades diante de uma defesa bem posicionada. O jogo parecia controlado pelo Capital até os instantes finais da primeira etapa. Aos 44 minutos, o Gato Preto encontrou o empate. Em contra-ataque rápido, Marquinhos superou a marcação e finalizou para igualar o placar, levando o confronto aberto para o intervalo.

Decisão no detalhe

Na volta do intervalo, o Ceilândia adotou postura mais agressiva e buscou a virada, com maior presença no campo ofensivo. Apesar do volume, o time teve dificuldades para transformar posse em chances claras, mantendo o jogo equilibrado. Com o passar do tempo, o confronto perdeu intensidade e ficou concentrado no meio-campo, com poucas ações ofensivas bem construídas. As equipes passaram a apostar mais nos contra-ataques como alternativa.

A melhor chance do Ceilândia veio em jogada clara dentro da área, quando Ian Carlos ficou cara a cara com o goleiro, mas não conseguiu finalizar com precisão, desperdiçando oportunidade importante. O castigo veio na reta final. Aos 40 minutos, após cruzamento preciso de Matheusinho, Lucas Oliveira apareceu bem na área e marcou o gol da vitória do Capital, recolocando a equipe em vantagem no momento decisivo. Nos minutos finais, o tricolor controlou a pressão, manteve a organização defensiva e confirmou a vitória no clássico candango, consolidando mais três pontos importantes na Série D.

CEILÂNDIA 1
Sucuri; Sávio, Franklin Joseph, Danrlei e Bosco 🟨 (Cabralzinho 🟨); Fabinho 🟨, Vermudt e Robert (Clayton); Cardoso (Ian Carlos), Davi Araújo (Patrickão) e Marquinhos ⚽.
Técnico: Adelson Almeida

CAPITAL 2
Luan; Genilson, Richardson, Lucas Oliveira ⚽ e Zé Mateus; Renan, Cesinha 🟨 (Carlos Torres), Jerry (Deysinho) e Nescau (Elton); Matheusinho ⚽ e Yann Rolim (Mira).
Técnico: Luizinho Vieira

Minas Brasília fará seletiva para categorias Sub-15 e Sub-17 em Taguatinga

0
Minas Brasília
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

O Minas Brasília abriu inscrições para uma seletiva voltada às categorias Sub-15 e Sub-17, em iniciativa direcionada à formação de novas atletas no futebol feminino do Distrito Federal. A atividade será realizada na próxima quinta-feira (23/4), a partir das 14h, no campo do Paradão, em Taguatinga, reunindo jovens interessadas em integrar o projeto de base do clube, reconhecido pela tradição e pela presença constante em competições nacionais.

A ação integra o planejamento do Minas Brasília para fortalecimento das categorias inferiores, com foco na captação de talentos e na ampliação do elenco para as próximas temporadas. Ao longo dos últimos anos, o clube consolidou papel relevante no desenvolvimento do futebol feminino candango, revelando atletas e mantendo participação frequente em torneios organizados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), cenário que reforça o peso da seletiva para quem busca espaço na modalidade.

As inscrições, voltadas para meninas nascidas entre 2009 e 2012, devem ser realizadas exclusivamente por meio de formulário digital disponibilizado pelo clube (clique aqui para acessar), etapa obrigatória para participação na avaliação. No dia da seletiva, será exigida a apresentação de documento de identificação, além do comparecimento com material completo de treino, incluindo chuteira, camisa, calção, caneleira e meião, seguindo as orientações da organização para padronização da atividade.

A comissão técnica realizará a observação das atletas com base em critérios técnicos e físicos, dentro da metodologia adotada pelo clube para formação de jogadoras. A seletiva representa uma oportunidade direta para jovens que buscam inserção no futebol feminino competitivo, com possibilidade de integração a uma estrutura consolidada no cenário do Distrito Federal e projeção em nível nacional.

A iniciativa reforça o compromisso do Minas Brasília com o desenvolvimento da modalidade e com a criação de caminhos para novas gerações de atletas. Em um contexto de crescimento do futebol feminino no país, ações desse tipo ampliam o acesso e fortalecem a base esportiva local, contribuindo para o surgimento de novos talentos na capital federal.