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Times do Brasília Vôlei iniciam preparação para jogar a Superliga 2021/2022

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Foto: Rogério Bertoldo Guerreiro/Brasília Vôlei

Confirmado na elite masculina e feminina da Superliga, o Brasília deu o pontapé inicial na preparação para disputar os torneios. Durante esta segunda-feira (16/8), os elencos dos dois naipes do time candango iniciaram os trabalhos de preparação para a temporada 2021/2021. Os trabalhos começaram no Ginásio do Sesi, em Taguatinga. O local é palco do mando de campo da agremiação verde.

O primeiro dia de trabalho ainda não teve bola no alto e serviu como acolhida para os grupos. Além das boas-vindas aos jogadores, a programação incluiu conversas sobre os objetivos e metas do Brasília Vôlei para a Superliga junto à comissão técnica e outros gestores da equipe. Além disso, os atletas fizeram treinos na arena, exames de sangue e testes de esforço físico.

O clube candango foi confirmado nas duas principais competições da modalidade no Brasil após cumprir as exigências da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). As duas edições são formadas por 12 equipes. Os homens do Brasília Vôlei estrearão em 23 de outubro. As mulheres entram em quadra seis dias depois. A entidade deve divulgar a tabela dos torneios nas próximas semanas.

Equipe feminina do Brasília Vôlei anuncia 15 jogadoras, metade é renovação

Ainda em montagem de seu elenco, o Brasília Vôlei Feminino vem anunciando desde abril deste ano os nomes que comporão seu time na Superliga A 21/22. Até o momento, sete jogadoras tiveram suas renovações confirmadas pela diretoria do clube brasiliense, são elas: as pontas Isabela Paquiardi e Neneca (também atua como oposta), as opostas Sara Dias e Ariane Tolentino, a líbero Vitória Andrade e as centrais Aline Cristina, Edna Elisa e Geovana Vitória.

Se sete jogadoras tiveram seus contratos renovados, o mesmo número foi o de contratadas. Cinco delas vieram de São Paulo, a ponteira Natália Monteiro e as levantadoras Ana Cristina e Thay Oliveira oriundas do Pinheiros e duas do São Caetano: a central Lia Mariano e a levantadora Maynara Rossi. Ainda chegaram a líbero Ju Paes do Blumenau e a já conhecida central Mimi Sosa, que retorna ao Brasília Vôlei após passagem pelo San Lorenzo da Argentina. O time será comandado por Rogério Portela.

Brasília Vôlei Masculino renova com base vice-campeã e traz jogadores de fora do Brasil

A equipe masculina anunciou a mesma quantidade feminina, 15 no total. Dentre esses jogadores, nove continuaram na equipe que conquistou o acesso à elite e o vice-campeonato da Superliga B na temporada passada. Os líberos Matheus Santos e Thiago Gomes continuam na equipe, assim como os centrais Bruno Rubbo, Diego Dutra e Alesson Santiago, os levantadores Carlos Henrique e Paulo Lamounier, e os ponteiros Lucaian Fernandes e Cristiano Oliveira.

Os outros seis jogadores que vestirão a camisa do Brasília Vôlei disputou, em sua maioria, competições fora do Brasil. O ponteiro Thiago Marques é a única exceção, vindo do Juiz de Fora Vôlei (MG). Do Catar, dois ponteiros: Robson Rodrigues, que estava no Al Khor Club e fará sua segunda passagem pelo time da capital federal, e Wellington Bolzani, agora ex-jogador do Al Gharafa.

Além deles, dois opostos foram contratados. Renato Adornelas, após anos atuando fora do Brasil, volta à sua cidade natal. O experiente jogador estava na Argentina e seus últimos clubes foram o River Plate e Ateneo Voley, ambos argentinos. Dario de Queiroz voltará a vestir a camisa do Brasília Vôlei na atual temporada. O atleta estava no time universitário Vancouver Island University, do Canadá. Outro nome anunciado foi o de Adrian Goide, levantador cubano que estava no Haliliye Belediye Spor, equipe turca. O comando está nas mãos de Marcelo Thiessen.

Candangão Feminino: Ceilândia explica ausência no torneio em 2021

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Foto: Reprodução/Ceilândia Feminino

Uma das equipes mais tradicionais no futebol feminino no Distrito Federal, o Ceilândia não participará do Campeonato Candango da categoria na temporada 2021. Nesta segunda-feira (16/8), dia em que foram confirmados detalhes como data de estreia e regulamento da competição, a diretoria do Gato Preto publicou nota oficial explicando os motivos para a ausência após seis anos seguidos na disputa.

No comunicado, o alvinegro explica que não conseguiu garantir a participação no prazo estipulado pela federação local. Segundo o clube, isso aconteceu “devido à mudança de metodologia de confirmação das equipes”. “O Ceilândia acabou não confirmando a sua participação no prazo estipulado pela FFDF, mesmo que em outros momentos a confirmação se dava apenas no dia do arbitral final”, diz o texto.

Assinado pela diretoria alvinegra, o comunicado reclama, ainda, do que denominou como “falta de bom senso da FFDF a uma equipe que sempre esteve somando nas competições locais”. O chegou a iniciar a montagem do elenco para mais uma participação no Candangão. O grupo teria acertado com algumas jogadores em atividade por outras equipes e seria comandado pelo técnico Celio Lino e o coordenador Sidney Resende.

“Mesmo com várias dificuldades, estávamos trabalhando na formação e planejamento de nossa equipe, em diversas rodas de reuniões definindo nossos planejamento”, diz o Ceilândia, que chegou a negociar patrocínios para o time feminino. “Sobre a liderança de Moacir Júnior, estavam acontecendo diversas reuniões com o empresariado local no intuito de estruturarmos o trabalho”, segue o comunicado.

“O Ceilândia Esporte Clube vem a público se desculpar com atletas, membros da comissão técnica, diretores, torcedores e a imprensa local pela ausência na competição 2021”, encerra o texto. Uma das forças locais da modalidade, o alvinegro teria a chance de brigar por uma vaga na Série A3 do Campeonato Brasileiro. Com Real Brasília, Cresspom e Minas Brasília em divisões superiores, a vaga ficará entre Estrelinha, Aruc/Fúrias e Legião.

Mudança no regulamento

Os detalhes do Campeonato Candango Feminino foram definidos em reunião do Conselho Arbitral do torneio na manhã desta segunda-feira (16/8). Ao contrário dos últimos anos, a disputa será no formato de pontos corridos com jogos de ida e volta. Os dois melhores se classificam para a final em partida única. O primeiro colocado jogará pelo empate. O pontapé inicial será 25 de setembro. A final única acontece em 4 de dezembro.

Candangão Feminino – 1ª rodada
25 de setembro
Legião x Cresspom
Minas Brasília x Estrelinha
Real Brasília x Aruc/Fúrias

Veja, na íntegra, a nota do Ceilândia

O Ceilândia Esporte Clube, vem através da presente nota esclarecer os motivos que levaram a nossa equipe feminina a não participar do Campeonato Brasiliense Feminino 2021:

1- Já é de conhecimento da comunidade esportiva local que o Ceilândia nos últimos seis anos esteve presente em todas as competições organizadas pela FFDF;

2- A equipe Feminina do Ceilândia esteve entre as finalistas em diversas competições no Distrito Federal;

3- Mesmo com várias dificuldades estávamos trabalhando na formação e planejamento de nossa equipe;

4- Já estávamos com a comissão técnica montada, onde teríamos Celio Lino como treinador e nosso coordenador o Senhor Sidney Resende (Cid);

5- Estávamos em diversas rodas de reuniões definindo nossos planejamento;

6- Sobre a liderança de Moacir Júnior estava acontecendo diversas reuniões com o empresariado local no intuito de estruturarmos o trabalho,

7- Parte das atletas que iriam compor nosso elenco já estavam em atividades, disputando diversas outras competições;

8- Já havíamos realizados diversas conversas e contatos com atletas locais e de outros estados para comporem o elenco 2021,

9- Contudo, devido à mudança de metodologia de confirmação das equipes, o Ceilândia acabou não confirmando a sua participação no prazo estipulado pela FFDF, mesmo que em outros momentos a confirmação se dava apenas no dia do arbitral final, devido a esse fato, o Ceilândia com sua equipe feminina ficará de fora do certame 2021, mesmo tendo ocorrido falta de bom senso por parte da FFDF a uma equipe que sempre esteve somando nas competições locais;

10- Contudo o Ceilândia Esporte Clube vem a público se desculpar com atletas, membros da comissões tecnicas, diretores, torcedores e a imprensa local pela ausência na competição 2021.

Diretoria Ceilândia Esporte Clube

FFDF confirma data de início e novo regulamento do Candangão Feminino

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Foto: Gustavo Pontes/Real Brasília

O Campeonato Candango Feminino terá novidades na temporada de 2021. Na manhã desta segunda-feira (16/8), a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) e os seis clubes com participação confirmada na competição local se reuniram de forma virtual para definir detalhes do torneio. Com mudança importante no formato de disputa, a entidade trouxe as informações em nota oficial publicada nas redes sociais.

Ao contrário dos últimos anos, o Conselho Arbitral da competição definiu a disputa no formato de pontos corridos em dois turnos, ou seja, com jogos de ida e volta. Os dois melhores times dessa fase se classificam para a final em partida única. O primeiro colocado geral levará a vantagem de jogar pelo empate. O pontapé inicial ficou marcado para 25 de setembro. A final única acontece em 4 de dezembro.

O torneio dará uma vaga na recém-criada Série A3 do Campeonato Brasileiro. O lugar na competição nacional organizada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) será destinada ao melhor colocado entre as equipes que não estiverem em outras divisões da competição. Na temporada 2022, Real Brasília e Cresspom irão jogar a Série A1, enquanto o Minas Brasília disputa a Série A2.

Em relação à última edição, o Candangão Feminino 2021 terá baixas e estreias importantes. Tradicionalmente envolvidas na disputa, as equipes do Gama, Ceilândia e Paranoá não confirmaram participação. Por outro lado, elas foram substituídas por Legião, Estrelinha e Aruc/Fúrias. Todas retornam ao torneio e irão disputar a vaga do Distrito Federal na terceira divisão nacional.

Candangão Feminino – 1ª rodada
25 de setembro
Legião x Cresspom
Minas Brasília x Estrelinha
Real Brasília x Aruc/Fúrias

Treinador Vilson Tadei é demitido do Brasiliense

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Foto: Jessika Lineker/Distrito do Esporte

Por Bruno H. de Moura

Campeão Candango e campeão da Copa Verde no Brasiliense, Vilson Tadei não resistiu a mais um desempenho ruim do Jacaré na Série D do Campeonato Brasileiro. A derrota por 3 a 2, em casa, para o União Rondonópolis custou mais que três pontos e a vice-liderança no grupo A5. A diretoria viu como solução sacar Tadei do comando técnico, já que o desempenho da equipe – e os resultados – não agradavam.

O treinador confirmou ao Distrito do Esporte seu desligamento do time. O repórter Romer Borges, da rádio DF 10, foi o primeiro a publicar a informação.

Com mudanças táticas pouco compreensíveis – e que para uns independiam de Tadei -, como usar Zotti de lateral com Goduxo no banco, e colocar Ferrugem de titular sem qualquer ritmo de jogo, Tadei acumulou a quarta derrota na competição. O aproveitamento de mais de 80% na primeira fase do ano passado, ainda sob a batuta de Edson Souza, não chega nem perto dos 51,5% em 2021.

Pior, o time corre sérios riscos de uma humilhante desclassificação na fase inicial do torneio. O vice-líder Nova Mutum fora de casa, o fraco Porto Velho em casa e o Goianésia fora são as três partidas que restam. Nove essenciais pontos. Na manhã desta segunda-feira (16/8), o Jacaré soltou nota confirmando a troca no comando técnico. “Junto com Tadei, deixam o clube o auxiliar técnico, Maycon Tadei, o preparador físico, Cléber Augusto, e o preparador de goleiros, Márcio Defendi.

“No Jacaré desde dezembro de 2020, Vilson Tadei comandou a equipe em 42 jogos. Foram 30 vitórias, quatro empates e oito derrotas. Durante esse período, a comissão de Tadei conquistou o título inédito da Copa Verde derrotando o Remo nos pênaltis dentro do Mangueirão e levantou a taça do Candangão de forma invicta, quebrando o recorde de vitórias seguidas e fazendo a melhor campanha da história da competição”, seguiu o clube.

Por fim, a cúpula diretiva do time amarelo deixou um agradecimento para a antiga comissão técnica. “O Brasiliense Futebol Clube agradece ao treinador e toda a sua comissão pelos títulos e marcas históricas conquistadas pelo Jacaré.” O time amarelo afirmou, ainda, que está se movimentando no mercado. “A diretoria do clube já está no mercado e anunciará o novo comandante durante a semana”, prometeu.

Contratação pomposa em 2020

Tadei foi contratado no seu ápice, na liderança do então excelente time do Gama, desmontado pela ausência recorrente de pagamento de salários. Tadei era um dos pilares daquela equipe e o Brasiliense, que passava por problemas no vestiário com Edson Souza, viu a oportunidade de melhorar o nível técnico do seu banco de reservas. O treinador, porém, não conseguir fazer o time avançar na Série D de 2020.

Nos meses seguintes, o projeto rendeu bons frutos. Com campanha esplendorosa na Copa Verde, o Jacaré surpreendeu e destronou Atlético-GO, Vila Nova-GO, Remo e sagrou-se campeão da competição. Na Copa do Brasil, o time amarelo não foi páreo para o Grêmio, resultado mais que esperado, e no Candangão só tomou sustos na final diante do bom Ceilândia.

Os problemas do Jacaré começaram logo nas primeiras rodadas da Série D. O empate com o Goianésia na primeira rodada e a derrota para o União Rondonópolis na quarta mostravam que a campanha não seria tão moleza quanto previsto. A derrota, inclusive, iniciou uma série de três resultados ruins, com o empate sequencial no clássico candango e a derrota para a Aparecidense em casa.

O plano sempre foi subir, agora, sob riscos reais de falhar na missão, o Brasiliense demite o treinador. Ainda não se sabe quem será o novo comandante, nem se a tradicional interferência dos donos no time continua, ou continuará. Algumas alterações poucos explicáveis, e costumeiras em tempos idos, ligaram o sinal de alerta do torcedor do Jacaré.

Títulos e recordes: Vilson Tadei encerra era de hegemonia no futebol do DF

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Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte e Arquivo Pessoal

A passagem de Vilson Tadei pelo Brasiliense chegou ao fim nesta segunda-feira (16/8). Após dois títulos pelo clube amarelo, o treinador de 67 anos não resistiu à campanha instável na Série D do Campeonato Brasileiro e acabou demitido após oito meses. A saída do Jacaré também encerra uma era de hegemonia construída pelo técnico no futebol do Distrito Federal nas últimas temporadas. Por aqui, ele também dirigiu ao Gama.

Anunciado pelo alviverde em 5 de novembro de 2018, Tadei colocou seu nome na história dos dois maiores clubes da capital federal. Segundo levantamento do Distrito do Esporte, nos dois anos e nove meses empregado no futebol candango, o treinador esteve à beira do campo por 90 vezes: 48 vezes pelo Gama e outras 42 pelo Brasiliense. No período, acumulou um impressionante aproveitamento de 78,8% dos pontos em disputa.

Tadei pelo Gama
– 48 jogos;
– 37 vitórias;
– Oito empates;
– Três derrotas;
Títulos: Campeonato Candango 2019 e 2020.

Tadei pelo Brasiliense
– 42 jogos;
– 30 vitórias;
– Quatro empates;
– Oito derrotas;
Títulos: Campeonato Candango 2021 e Copa Verde.

Foto: Lucas Bolzan/Distrito do Esporte

Para se ter ideia do desempenho de Vilson à frente dos clubes candangos, ele foi conhecer a primeira derrota somente na segunda temporada pelo Gama. Após 33 jogos no alviverde acumulando vitórias ou empates, ele perdeu na partida de ida da final do Campeonato Candango de 2020 para o Brasiliense. O retrospecto faz o treinador interromper a passagem com quatro títulos no currículo: dois por cada clube.

No Candangão, ele ficou no lugar mais alto do pódio nas últimas três edições. Na primeira delas, conquistou o título de forma invicta pelo Gama em 2019. No ano seguinte, chegou ao bicampeonato pelo Periquito. Na atual temporada, voltou a repetir o feito de ganhar a taça sem derrotas, desta vez dirigindo o Brasiliense. Nas 50 partidas disputadas no torneio local, ele acumula o impressionante desempenho de 91,3% de aproveitamento.

Com isso, Vilson Tadei acumulou recordes no principal torneio de clubes no Distrito Federal. A sequência vitoriosa fez dele o treinador com maior número de títulos do Candangão e, consequentemente, o único tricampeão seguido. No Gama, em 2020, terminou a competição com a maior média de gols da história profissional: 3,35. Pelo Brasiliense, emplacou a marca de mais vitória consecutivas: 13.

Foto: André Gomes/Brasiliense

Recordes de Tadei no futebol candango
– Maior campeão (três títulos)
– Único com três títulos seguidos
– Maior média de gols: 3,35 (Gama)
– Maior sequência de vitórias: 13 (Brasiliense)
– Aproveitamento de 91,3%

A passagem de Tadei pelo Jacaré também rendeu ao clube um título inédito: a Copa Verde. A conquista do torneio interestadual veio em fevereiro com vitória na final diante do Remo. Na passagem pelo Distrito Federal, o treinador não conquistou somente a maior obsessão dos clubes candangos: o acesso na Série D do Campeonato Candango. No Gama, saiu antes do fim da campanha. Pelo Jacaré, foi eliminado em 2020 e demitido em 2021.

Gama empata com o Nova Mutum fora de casa e fica longe do G-4 da Série D

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Foto: Reprodução/Eleven Sports

Nova Mutum e Gama até insistiram, mas a vontade não foi suficiente para decretar um vencedor no estádio Valdir Duílio. Sob forte calor e um gramado sem as melhores condições, as duas equipes se enfrentaram pela 11ª rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, encontraram muitas dificuldades e, com gols marcados no início da partida, acabaram empatando por 1 a 1. O resultado acabou sendo ruim para o alviverde, que perdeu as chances de G-4. O time de Mato Grosso pulou para a segunda colocação geral.

A partida começou movimentada no estádio Valdir Doilho. Com menos de dez minutos, o placar apontava um gol para cada lado. O Gama marcou primeiro e sofreu o empate logo em seguida. Sob forte calor, as equipes tentaram, mas não conseguiram produzir mais. Nos 45 minutos finais, o jogo seguiu com as duas equipes correndo bastante atrás de oportunidades de marcar. Porém, as oportunidades foram escassas, embora o Nova Mutum tenha colocado uma bola na trave.

Início quente com gols

No início do jogo, os donos da casa ficaram com a bola e tiveram a primeira grande chance do jogo. Aos três, o Nova Mutum perdeu uma grande chance. Após cruzamento da direita, Abner escorou mal e mandou para fora. Três minutos depois, o Gama respondeu em jogada semelhante, mas não desperdiçou. Mailson deu uma meia-lua na marcação e fez cruzamento na medida para Vitor Xavier completar para o gol. A vantagem, porém, durou pouco tempo. Com nove, Matheus aproveitou camisa de escanteio para igualar.

Com o passar do tempo, o alviverde conseguiu ocupar o campo de ataque, mas enfrentava dificuldades para ser letal. Faltoso, o jogo dava oportunidades para os times alçarem bolas na área rival. Aos 17, o Nova Mutum teve grandes duas chances em sequência. Primeiro, Victor Hugo fez boa defensa em cabeçada. Em seguida, Wendel, bem posicionado, salvou duas finalizações quase em cima da linha. O susto fez o Gama buscar controlar a bola. O calor de cerca de 36º, porém, era um adversário extra para as duas equipes.

Mesmo assim, o jogo estava corrido. Os times se revezavam no ataque, mas não finalizavam com perigo. Na reta final, o Nova Mutum teve oportunidades para sair com a vantagem na etapa inicial. Primeiro, com 39 jogados, a zaga do alviverde cortou errado uma cobrança de lateral na área. A bola caiu nos pés de Rafinha, que chutou para defesa de Victor Hugo. Aos 42, foi a vez de Matheus arriscar da entrada da área, mas ele isolou a bola e não modificou o placar.

Segundo tempo zerado

Cientes da necessidade de vencer, os times voltaram em ritmo forte. Porém, ao contrário do primeiro tempo, as chances nos minutos iniciais não surgiram em profusão. A primeiro foi do Gama. Aos nove, após cobrança de escanteio, Toninho desviou para fora. Pegada, a partida perdeu alguns minutos por paralisações para atendimento médico e para a arbitragem repreender dirigentes do Nova Mutum nas arquibancadas. Com isso, as boas oportunidades de gol praticamente desapareceram do jogo.

Aos 19, o Mutum assustou. Após cruzamento, Matheus cabeceou torto mesmo sem marcação. Na sequência, o Gama teve três escanteios para responder, mas não aproveitou. Com 26, os donos da casa invadiram a área, mas Wallace, ligado, cortou. Precisando do resultado para não respirar por aparelhos na Série D, o alviverde demonstrava vontade, mas tinha dificuldades de incomodar o goleiro Gabriel Oliveira. Por outro lado, os mato-grossenses também não ameaçavam.

O Gama seguia acumulando chances em escanteios, mas não conseguia concluir nenhum deles rumo ao gol. Aos 38, o Nova Mutum chegou ao ataque. Em conclusão de Abner, a bola passou por Victor Hugo e carimbou a trave. O alviverde voltou a ocupar o ataque na sequência, mas teve dificuldades para infiltrar a marcação. Apesar da vontade, os dois times não voltaram a ameaçar os goleiros e terminaram a partida somando um ponto a mais na classificação da Série D.

NOVA MUTUM 1
Gabriel Oliveira; Léo Campos, Taison, Mendonça e Gustavo Nogy (Jhonathan Mochi); Bruno Domingues, Jonathan Cabeça e Rafinha (Higor Rosa); Hugo (Diego), Abner 🟨 (Felipe Augusto) e Matheus ⚽. Técnico: William de Mattia

GAMA 1
Victor Hugo; Toninho, Wallace 🟨, Wendel 🟨 (Elenilson) e Romário; Josué (Flávio), Rafael Carrilho e Felipe Menezes; Germano, Vitor Xavier ⚽ e Mailson (Jeferson). Técnico: Marcelo Caranhato

Cresspom perde para Atlético-MG em jogo de ida da semifinal da A2 Feminino

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Reprodução: Instagram Atlético MG Feminino

Por Bruno H. de Moura

O resultado do jogo entre Cresspom e Atlético Mineiro pela fase de grupos da A2 do Brasileirão Feminino foi idêntico ao da partida deste domingo (15/8) válido pelas semifinais da competição. Como em 23/05/2021, o galo feminino soube utilizar sua superioridade técnica e bateu, fora de casa, o time candango.

Porém, dessa vez, o revés em casa pode custar muito às meninas do Cresspom. O mando de campo, no Abadião, era essencial para o time do DF encarar as invictas mineiras. Os únicos resultados não vitoriosos do galo foram na segunda-fase do torneio, em empate por 1-1 com as já eliminadas jogadoras do Iranduba, e na fase anterior no jogo de volta contra o América-MG, no clássico local.

Agora, o Cresspom terá uma semana de árduo trabalho para reverter o resultado desfavorável no território do Atlético-MG. Pelo lado bom, para as meninas, não há vantagem em gol fora de casa nessa fase da competição.

O jogo

Mais atento durante grande parte do jogo, o Atlético-MG começou melhor e logo aos 4′ Marques recebeu passe de Ilana, ajeitou e chutou na direção do gol. A bola quase entrou na meta do time candango. Já aos 9′ falta na entrada da área para o galo mineiro, na cobrança Flavinha bate muito bem, obrigando Alessandra a salvar a meta do Cresspom.

O controle do jogo era absoluto para o alvinegro mineiro. Aos 20 minutos, passe da Ilana para Marques que, do lado esquerdo, viu Iara bem posicionada na cara do gol. A lateral do Atlético não teve dúvidas, tocou para Iara empurrar pro fundo da rede. Cresspom 0-1 Atlético-MG.

Após a pausa para hidratação, o técnico do Crespom adiantou a marcação, fechou os espaços e cresceu no jogo. Mais bem distribuído em campo, o Cresspom igualou a posse de bola, mas não chegava com perigo à meta adversária. Aos 39′ falta para o Cresspom, dura sobre Moara. Na cobrança, mal batida, o Cresspom perdeu o controle de bola.

Até o final da primeira etapa mais nada de grande relevância foi produzido, a não ser um pedido de pênalti aos 42 pelo Cresspom, que pareceu nada ser. Na segunda etapa o jogo equilibrou, muito pelas mudanças promovidas taticamente, quanto no plantel em campo, pelo treinador Robson Marinho.

Aos 8” Neymar recebeu belo passe de Buga, mas ao invés de dominar, a atacante do Cresspom pegou de primeira na bola, chute que foi parar nas mãos de Amanda.

Na casa dos 15”, Ilana passou por cima da defesa do Cresspom, lançou na esquerda para Ilana finalizar com perigo. Na sequência foi a vez de Cinthia finalizar para fora do gol de Alessandra.

O Cresspom criava, mas na hora de concluir em gol pecava. Aos 27 Isabela levantou na área após cobrança de falta, mas ninguém desviou para o gol. Aos 37”, Jhenefer do meio da rua arriscou forte, obrigando Amanda fazer grande defesa. Na cobrança do escanteio, outra vez, jogada de perigo, mas a atacante do Cresspom desviou para fora do gol.

Na reta final o galo mudou seu time três vezes – todas para segurar o jogo – enquanto o Cresspom partia para cima atrás do gol de empate. Até os 49” a sina das meninas do DF permaneceu e o gol solitário da primeira etapa foi o único do jogo.

CRESSPOM 0

Alessandra; Aleh Rato, Camila Santos, Andyara, Buga (Tamires); Eliúde (Jhenefer), Tatá, Isa, Barbara; Moara (Katyelle), Novinha (Neymar)

Tec.: Robson Marinho

Atlético Mineiro 1

Amanda; Leila, Cotrim, Flávia Gil 🟨 , Ilana; Marta, Dayana, Aninha (Pissaia), Iara ⚽(Nadine), Marques (Soraya), Cinthia (Guedes)

Tec.:Hoffman Túlio

Arbitragem:
Árbitro Rafael Martins Diniz DF
Árbitro Assistente 1 Lucas Torquato Guerra DF
Árbitro Assistente 2 Renato Gomes Tolentino DF
Quarto Árbitro Christiano Gayo Nascimento DF
Analista de Campo Geufran Almeida de Oliveira DF

Dentro de casa, Brasiliense perde para União e cai para a terceira posição

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Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Por Lucas Espíndola

A tarde de sábado não foi muito boa para o Brasiliense. Buscando se manter na vice-liderança do grupo 5 e abrir alguns pontos de vantagem para os adversários, o Jacaré recebeu o União Rondonópolis no estádio Serejão, em Taguatinga. A equipe do Distrito Federal não foi párea para o Touro mato-grossense, que venceu pela segunda vez o time amarelo na Série D, desta vez por 3 a 2. Com o resultado, o Brasiliense caiu para a terceira colocação, podendo ainda ser ultrapassado pelo Nova Mutum, que joga amanhã.

A primeira etapa foi bem movimentada, as duas equipes chegaram com perigo ao gol adversário. Em seu primeiro ataque no jogo, o União Rondonópolis abriu o placar, com Pikachu. A partir dos 23 minutos o Brasiliense acordou e cresceu na partida, criando chances para empatar. Antes do intervalo, Zé Love desperdiçou uma cobrança de pênalti. O segundo tempo começou com tudo, com o Jacaré buscando o empate. A igualdade no placar veio aos sete minutos, com o zagueiro Gustavo. Mas o União aproveitou um apagão na equipe amarela e marcou mais duas vezes. Tobinha ainda marcou para o Jacaré.

Primeira etapa movimentada com gol e pênalti perdido

Jogando dentro de casa, o Brasiliense queria mostrar quem manda no pedaço, chegando ao ataque com menos de um minuto. Luquinhas tentou pelo lado esquerdo do campo ofensivo, porém esbarrou na marcação. Dois minutos depois a rede balançou no estádio Serejão. Mas quem achou que foram os donos da casa, se enganou. Após cruzamento vindo pelo lado esquerdo, Pikachu ganhou do defensor e arrematou de primeira para o fundo do gol, sem chances para Matheus Brandão, 1 a 0 União.

Depois do gol, o Brasiliense não conseguiu infiltrar na defesa adversária e viu a equipe mato-grossense assustar novamente. O União Rondonópolis voltou ao ataque aos 12 minutos, porém, viu a chance de balançar as redes sair pela linha de fundo. Aos 21′, a equipe vermelha aproveitou um contra-ataque após chegada do Brasiliense e voltou a finalizar de fora da área, Matheus Brandão defendeu em dois tempos. Após esse lance, os donos da casa acordaram e começaram a tomar conta do campo ofensivo.

Aos 23′, o Jacaré chegou com perigo. Após tabelar com Luquinhas, Peninha carregou a bola dentro da área e ficou sem opção para fazer a jogada. O camisa número 10 acabou tentando cruzar para a pequena área, mas a redonda foi em direção ao gol e quase encobriu o goleiro Neneca, a pelota passou raspando o travessão da meta adversária. Três minutos depois, Luquinhas tocou para Sandy, o volante chutou da meia lua e o arqueiro vermelho fez a defesa com tranquilidade.

Aos 35′, após parada para hidratação, Zotti cobrou falta a favor dos donos da casa, mas a bola acabou passando por cima do gol de Neneca. Três minutos depois, Sandy fez bela jogada, costurou a marcação e tocou para Alan Mineiro, de fora da área, o camisa número 15 bateu para o gol, mas o arqueiro adversário defendeu. Aos 40′, pênalti marcado para o Brasiliense. Na cobrança, Zé Love mandou a pelota na trave, desperdiçando a penalidade máxima. Aos 47′, novamente o camisa número 9 teve a chance de empatar, mas cabeceou para fora após cruzamento na área.Três minutos depois, o árbitro João Sobral encerrou o primeiro tempo.

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Brasiliense empata, mas União aproveita apagão amarelo e amplia

No primeiro lance de ataque da segunda etapa, o Brasiliense mostrou que queria o gol de empate o mais rápido possível. Com 27 segundos no relógio, Alan Mineiro limpou a marcação, invadiu a área e finalizou cruzado para o gol, a bola saiu pela linha de fundo, assustando o goleiro Neneca. Aos 4′, o União Rondonópolis respondeu. Depois da cobrança de escanteio, Wellington subiu alto e cabeceou para a meta de Matheus Brandão, mas a redonda acabou saindo, tirando tinta da trave direita.

Aos 6′, o Jacaré conseguiu empatar a partida. Alan Mineiro cobrou falta para dentro da área, o arqueiro saiu mal do gol e a pelota ficou viva dentro da pequena área, o zagueiro Gustavo Henrique chegou dividindo com a marcação e mandou para o fundo das redes, 1 a 1. Aos 14′, Tobinha arriscou da entrada da grande área, mas Neneca fez a defesa com tranquilidade. Cinco minutos depois, o União marcou o segundo na partida e freou o ímpeto amarelo.

Em cobrança de falta, Adriano Peixinho mandou direto para o gol, encobrindo o goleiro Matheus Brandão, 2 a 1. A equipe mato-grossense aproveitou que o time do Brasiliense partiu para o ataque e marcou o terceiro aos 21 minutos. Wellington puxou o contra-ataque, tocou para Pikachu que, sozinho, invadiu a área e tocou na saída do arqueiro do Jacaré. Aos 31′, Luquinhas recebeu dentro da área, limpou o marcador e finalizou, a bola saiu pela linha de fundo.

Aos 35′, o Brasiliense diminuiu o placar. Depois de cruzamento para área, a redonda desviou na primeira trave e sobrou para Tobinha, que mandou para o gol, 3 a 2. Aos 43′, o Jacaré chegou ao gol de empate, mas o auxiliar número 1 marcou impedimento. A equipe amarela se lançou ao ataque, em busca do empate, mas esbarrou nas defesas do goleiro Neneca. Aos 50′, o árbitro encerrou a partida.

O que vem por aí

O Brasiliense volta a campo na 12ª rodada do Campeonato Brasileiro Série D. O time do Distrito Federal viajará até o norte do Mato Grosso para enfrentar o Nova Mutum. O duelo será no próximo domingo, dia 22 de agosto, às 16 horas, no estádio Valdir Doilho Wons. Já o União Rondonópolis voltará a capital federal para enfrentar o Gama. A partida será no sábado (21/08), às 15 horas, no estádio Ciro Machado, o Defelê.

BRASILIENSE 2

Escalação: M. Brandão; Coquinho (Didira) Badhuga, Gustavo Henrique ⚽ e Zotti; Ferrugem (Daniel Alagoano), Sandy e Peninha (Alan Mineiro); Maicon Assis (Tobinha ⚽🟨), Luquinhas 🟨 e Zé Love.
Técnico: Vilson Tadei

U. RONDONÓPOLIS. 3

Escalação: Neneca; Lucas, Odail Júnior, Wellington e Vinicius; Jesuelton, Ruan e Adriano Peixinho ⚽ (Roberto); Pikachu ⚽⚽ (Igor), Michel (Willian) e Tony 🟨 (Lucão).
Técnico: Odil Soares

CBF divulga tabela básica da Copa Verde com 24 times e início em outubro

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Copa Verde
Foto: Fernando Torres/CBF

Um dos maiores gargalos do calendário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a Copa Verde teve um andamento mais rápido na temporada 2021. Na noite de sexta-feira (13/8), a entidade máxima divulgou a tabela básica e o regulamento do torneio regional. Neste ano, o Distrito Federal será representado pelo Brasiliense, atual campeão da competição, e o Gama. Eles terão a companhia de outros 22 times.

A primeira fase da Copa Verde está agendada para ser disputada em 13 de outubro. A grande final do torneio interestadual deve acontecer em 1º de dezembro. Para a nova edição, a CBF optou por manter o formato de disputa. Ao todo, serão cinco etapas disputadas no sistema de mata-mata. As duas primeiras são em jogo único, enquanto as demais serão jogadas em ida e volta.

Datas previstas da Copa Verde

  • Primeira fase – jogo único (13 ou 14/10)
  • Oitavas de final – jogo único (20 ou 21/10)
  • Quartas de final – ida (27 ou 20/10) e volta (03 ou 04/11)
  • Semifinais – ida (10/11) e volta (17/11)
  • Final – ida (24/11) e volta (01/12)

A entidade máxima do futebol brasileiro estabeleceu que os 24 clubes participantes devem confirmar a participação na Copa Verde até 50 dias antes do início da competição. Em caso de desistência, o substituto será do mesmo estado. Além do Distrito Federal, participação do interestadual equipes do Acre, Amazonas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Foto: Fernando Torres/CBF

Classificados para a Copa Verde 2021

Acre: Galvez, Rio Branco e Atlético-AC;
Goiás: Atlético-GO, Goiás e Vila Nova;
Pará: Castanhal, Paysandu e Remo;
Mato Grosso: Cuiabá, Luverdense e Nova Mutum;
Amazonas: Manaus e Penarol;
Distrito Federal: Brasiliense e Gama;
Espírito Santo: Rio Branco e Rio Branco Venda Nova;
Mato Grosso do Sul: Aquidauanense e Águia Negra;
Amapá: Ypiranga;
Roraima: São Raimundo;
Rondônia: Real Ariquemes;
Tocantins: Palmas.

Além do troféu e das medalhas douradas, o time campeão da Copa Verde terá vaga assegurada na terceira fase da Copa do Brasil de 2022. Dono da taça na última edição, o Brasiliense usufruiu do atalho e ganhou uma premiação de R$ 1,7 milhão na competição nacional, mas acabou sendo eliminado pelo Grêmio. Além do Jacaré, o futebol candango tem mais um título do regional, conquistado pelo Brasília, em 2014.

Brasília Vôlei anuncia renovação dos técnicos e jogadores de suas equipes

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Fotos: Patricy Albuquerque e Nadine Oliver

Por João Marcelo

Visando a disputa da Superliga A na temporada 21/22, o Brasília Vôlei anunciou a renovação de contrato dos técnicos das equipes masculina e feminina, além de alguns nomes que farão parte dos elencos na disputa da elite do voleibol nacional. O campeonato tem início programado para o final do mês de outubro de 2021 e as finais nos meses de abril e maio de 2022, e contará com apenas um representante do Distrito Federal.

Pelo segundo ano consecutivo na elite e terceiro desde sua chegada, Rogério Portela comandará a equipe feminina do Brasília Vôlei. Chegando em 2019, Portela foi campeão da Superliga B e conquistou o acesso à primeira divisão do voleibol nacional. Na temporada anterior, sua equipe terminou na oitava colocação na fase de grupos e enfrentou o Itambé Minas nos playoffs, sendo eliminado pela equipe que terminaria como campeã da Superliga 2020/2021.

Desde 2019 no comando da equipe masculina do Brasília Vôlei, Marcelo Thiessen seguirá como treinador do time para a próxima temporada. O técnico tem a missão de manter o bom trabalho à frente do clube da capital federal, que resultou no acesso à elite do voleibol brasileiro após o vice-campeonato na Superliga B na temporada passada, 2020/2021. Sua equipe tem estreia programada para 23 de outubro deste ano. Os confrontos, horários e locais ainda não foram definidos.

Equipe feminina do Brasília Vôlei anuncia 14 jogadoras, metade é renovação

Ainda em montagem de seu elenco, o Brasília Vôlei Feminino vem anunciando desde abril deste ano os nomes que comporão seu time na Superliga A 21/22. Até o momento, sete jogadoras tiveram suas renovações confirmadas pela diretoria do clube brasiliense, são elas: as pontas Isabela Paquiardi e Neneca (também atua como oposta), a oposta Sara Dias, a líbero Vitória Andrade e as centrais Aline Cristina, Edna Elisa e Geovana Vitória.

Se sete jogadoras tiveram seus contratos renovados, o mesmo número foi o de contratadas. Cinco delas vieram de São Paulo, a ponteira Natália Monteiro e as levantadoras Ana Cristina e Thay Oliveira oriundas do Pinheiros e duas do São Caetano: a central Lia Mariano e a levantadora Maynara Rossi. Ainda chegaram a líbero Ju Paes do Blumenau e a já conhecida central Mimi Sosa, que retorna ao Brasília Vôlei após passagem pelo San Lorenzo da Argentina.

Brasília Vôlei Masculino renova com base vice-campeã e traz jogadores de fora do Brasil

Já a equipe masculina anunciou um jogador a mais que o feminina, 15 no total. Dentre esses jogadores, nove continuaram na equipe que conquistou o acesso à elite e o vice-campeonato da Superliga B na temporada passada. Os líberos Matheus Santos e Thiago Gomes continuam na equipe, assim como os centrais Bruno Rubbo, Diego Dutra e Alesson Santiago, os levantadores Carlos Henrique e Paulo Lamounier, e os ponteiros Lucaian Fernandes e Cristiano Oliveira.

Os outros seis jogadores que vestirão a camisa do Brasília Vôlei disputou, em sua maioria, competições fora do Brasil. O ponteiro Thiago Marques é a única exceção, vindo do Juiz de Fora Vôlei (MG). Do Catar, dois ponteiros: Robson Rodrigues, que estava no Al Khor Club e fará sua segunda passagem pelo time da capital federal, e Wellington Bolzani, agora ex-jogador do Al Gharafa.

Além deles, dois opostos foram contratados. Renato Adornelas, após anos atuando fora do Brasil, volta à sua cidade natal. O experiente jogador estava na Argentina e seus últimos clubes foram o River Plate e Ateneo Voley, ambos argentinos. Dario de Queiroz voltará a vestir a camisa do Brasília Vôlei na atual temporada. O atleta estava no time universitário Vancouver Island University, do Canadá. Outro nome anunciado foi o de Adrian Goide, levantador cubano que estava no Haliliye Belediye Spor, equipe turca.