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Vice-campeão da Segundinha, Márcio Fernandes vai para o Anápolis-GO

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Foto: Bruno Batista/Brasília F.C.

Peça importante na caminhada do retorno do Brasília para a elite do Campeonato Candango após quatro anos, o goleiro Márcio Fernandes não irá jogar pelo Colorado na próxima temporada. E por nenhum outro time do Distrito Federal. Neste fim de semana, o arqueiro, titular na campanha do Avião na Segunda Divisão local, chegou a um acerto para defender o Anápolis-GO em 2022.

O acerto do goleiro com o Galo, na verdade, é um retorno. No início da temporada de 2021, antes de se destacar com a camisa do Brasília na Segundinha, Márcio Fernandes havia defendido justamente o time do estado vizinho na campanha da equipe no Campeonato Goiano. A partir de janeiro, o goleiro disputará novamente a elite do torneio estadual, além da Série D do Campeonato Brasileiro.

Márcio Fernandes, inclusive, já fez planos na nova equipe. “A expectativa muito boa. O foco é total para que possamos fazer uma grande temporada, para que seja um ano 2022 de muito sucesso e que possamos alcançar os objetivos traçados e trazer muitas alegrias para os torcedores do Galo e para a cidade de Anápolis”, comentou o goleiro de 32 anos em contato com a reportagem do Distrito do Esporte neste domingo (12/12).

Bastante conhecido no cenário local, o arqueiro tem passagens por diversos outros clubes do futebol candango. Além do Brasília, Márcio Fernandes também defendeu as cores de times como Luziânia, Gama, Formosa, Santa Maria, Botafogo-DF, Sobradinho, Real Brasília e Grêmio Brazlândia. Mesmo com a rodagem no Distrito Federal, a continuidade da carreira, por enquanto, será mesmo fora do quadradinho.

Prêmio Dimba 2021: vote e escolha o gol mais bonito da temporada do DF

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O Prêmio Dimba 2021 começou! A quarta edição da votação promovida pelo Distrito do Esporte para escolher o gol mais bonito da temporada profissional do Distrito Federal começa neste domingo (12/12) e vai até às 12h do próximo sábado (18/12). Durante sete dias a vir, os torcedores e aficionados do futebol candango poderão escolher o autor do mais belo tento do ano. Assim como em 2020, 13 jogadores de diferentes clubes locais estão concorrendo à honraria.

A premiação engloba gols marcados durante a temporada de 2021 (janeiro a dezembro) em todas as competições profissionais com participação de clubes locais. Com isso, os finalistas foram selecionados entre os tentos marcados durante as partidas do Campeonato Candango (primeira e segunda divisão masculina e elite feminina), Copa do Brasil, Copa Verde, Série D do Campeonato Brasileiro e as Séries A1 e A2 do Brasileirão disputado pelas mulheres.

Os 13 finalistas foram selecionados por um juri composto por jornalistas do DDE e convidados. A escolha considerou, essencialmente e em primeiro lugar, a questão estética dos gols. Em 2021, os concorrentes são, em ordem no vídeo, Petra (Real Brasília), Isabela (Cresspom), Ferrugem (Brasiliense), Camila Pini (Real Brasília), Zé Love (Brasiliense), Dani Silva (Real Brasília), Sassá (Real Brasília), Romarinho (Brasiliense), Vandinho (Taguatinga), Tarta (Real Brasília), F. Goiano (Ceilândia), Goduxo (Luziânia) e Raphael Augusto (Brasília).

 

Regras do Prêmio Dimba

O Prêmio Dimba 2021 terá uma mudança importante no formato de disputa. Ao contrário dos três anos anteriores, o processo de votação para escolher o gol mais bonito da temporada profissional do Distrito Federal terá somente uma fase. Nela, os 13 concorrentes disputam o troféu em voto aberto durante sete dias (de 12 a 18 de dezembro). O anúncio do grande vencedor será feito pelo Distrito do Esporte através do site e das redes sociais em 19 de dezembro.

Como é de praxe nas votações públicas realizadas pelo DDE, cada torcedor poderá participar apenas uma vez da escolha do vencedor. Para não influenciar no processo de escolha, ficou definido ainda que as parciais não serão divulgadas enquanto a enquete estiver aberta para registro de votos. Para garantir a transparência da ação, todos os registros do Prêmio Dimba serão revelados aos torcedores no dia seguinte ao anúncio do grande vencedor da honraria.

Quem já levou o Prêmio Dimba

Em 2018, ano que marcou a primeira edição da homenagem aos atletas que atuam no futebol candango, o volante Paulinho, do Capital, venceu com um golaço de fora da área marcado no Estádio Bezerrão. Em 2019, quem levou o Prêmio para casa foi o atacante Gazito, do Brasília, com uma bela bicicleta da entrada da área convertida no Estádio Nacional Mané Garrincha. Em 2020, Caio Carioca, do Formosa, garantiu a conquista com um gol de longa distância no Estádio Diogão.

O homenageado

Durante o processo de criação do prêmio de gol mais bonito da temporada, o Distrito do Esporte priorizou um nome com importância no cenário local para batizar o troféu. De forma unânime, o atacante Dimba ganhou a honraria. O jogador atuou por Ceilândia, Gama, Brasiliense, Sobradinho, Brasília e Legião, se sagrando campeão local quatro vezes. Segundo levantamento realizado pelo DDE com base no material de pesquisa do livro Almanaque do Futebol Brasiliense, Dimba marcou 90 gols no torneio.

Domínio verde: Cerrado se impõe e vence Brasília no confronto local do NBB

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Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

O clássico candango do Novo Basquete Brasil (NBB) segue com apenas uma cor. No terceiro confronto entre as equipes na história do torneio nacional, o primeiro na temporada 2021/2022, o Cerrado se sobressaiu na Arena BRB Nilson Nelson. Com defesa bem postada e um ótimo aproveitamento ofensivo, o time verde venceu o Brasília por 82 a 72 e conquistou a quinta vitória no ano. Com dificuldades de engrenar, a equipe azul segue com somente dois triunfos na atual edição.

O Cerrado começou a partida com um apagão e saiu atrás no primeiro quarto de um Brasília melhor. Porém, quando se encontrou em quadra, o time verde foi bem melhor do que o adversário local. A impressionante soberania no segundo e no terceiro períodos no Nilson Nelson foi essencial para fazer os visitantes abrirem boa frente no marcador. No fim, o time azul tentou esboçar uma reação e fez a vantagem cair, mas não o suficiente para ter um destino melhor no jogo.

Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Cerrado cresce no segundo quarto

A forte chuva na capital federal causou um curto-circuito no Brasília e um apagão no Cerrado nos primeiros minutos do período inicial. Enquanto o primeiro conseguiu encaixar uma sequência de cestas, o segundo esbarrou em dificuldades e demorou para converter a primeira bola. Em um ritmo mais equilibrado, o time azul manteve um bom aproveitamento e a vantagem no placar. A equipe verde demorou para se encontrar ofensivamente e terminou o quarto perdendo por 18 a 13.

O cenário se inverteu na segunda parcial. A cravada de Rhuan na primeira bola da segunda parcial animou o Cerrado, que encostou, e fez o Brasília, em marcha lenta, parar o jogo. Os visitantes tomaram a frente com um sonoro 13 a 0 na metade inicial do quarto e os mandantes voltaram a pontuar somente em um lance livre. Ligado na defesa e envolvente no ataque, o time alviverde enfileirou boas jogadas bonitos e, com um 27 a 12 na parcial, foi para os vestiários vencendo por 40 a 30.

Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Azul tenta, mas domínio segue verde

Após as conversas no intervalo, o Brasília voltou com uma intensidade maior do que a vista anteriormente. O Cerrado, entretanto, manteve o bom nível em quadra. O desempenho da equipe verde foi suficiente para frear qualquer tentativa dos adversários. Aproveitando os erros dos rivais, os visitantes não só mantiveram a vantagem construída nos períodos anteriores como aumentou a frente. A homogeneidade significou conforto para os dez minutos finais com uma 70 a 49.

O último período esquentou o jogo. O Brasília partiu para o tradicional tudo ou nada em busca de uma recuperação e saiu pontuando mais, em seu melhor momento no jogo. Observando as ações, o Cerrado viu a vantagem cair para oito com um minuto para o fim. Seguro, o time verde conseguiu acertar os ataques no momento certo, voltou a pontuar e manteve a frente no marcador para vencer o terceiro clássico candango da história do Novo Basquete Brasil (NBB)

Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Oito campos sintéticos estão em construção ao redor do Distrito Federal

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Foto: Divulgação

Por Agência Brasília

A bola vai correr solta pelos quatro cantos do Distrito Federal. Isso porque há uma “febre” de campos sintéticos na cidade com a construção de pelo menos oito em Brazlândia, Ceilândia, Cruzeiro, Gama, Planaltina, Recanto das Emas, Sobradinho II e Taguatinga. O valor do investimento é de R$ 4 milhões, recurso vindo parte da própria Secretaria de Esporte e Lazer (SEL/DF) e também por emendas parlamentares dos deputados distritais Rafael Prudente, Reginaldo Sardinha, Eduardo Pedrosa e Iolando.

São espaços com o tamanho convencional de 23m x 43m que, além das traves, claro, contam com cercamento ao redor do campo e iluminação especial. “Estamos acompanhando de perto todas essas importantes intervenções que estão sendo realizadas por todo do DF com o propósito de oferecer mais opções esportivas à comunidade”, salienta a secretária de Esporte e Lazer do DF, Giselle Ferreira.

As obras já começaram em todos os oito espaços e estão em etapas diferentes de execução. A primeira etapa dos serviços, mais complexa e de grande porte, envolve a limpeza do terreno, execução e nivelamento da base da área do campo, compactação e concretagem do piso, além da construção do sistema de drenagem. Em média, quatro homens trabalham diariamente nos locais. O valor para a realização dessa primeira etapa é de quase R$ 2 milhões, cerca de R$ 150 mil para cada local.

Obras em andamento

A segunda fase da implantação dos campos sintéticos envolve a aplicação do próprio tapete e construção de uma arquibancada com capacidade para 30 pessoas. Em Taguatinga Norte (QNL 21/23), por exemplo, as obras estão em fase final, com a colocação de drenos de escoamento de águas. Em Ceilândia (QNP 13) e Cruzeiro (Velho) está sendo feita a terraplanagem dos terrenos.

Foto: Divulgação

No Recanto das Emas (Q 605), Gama (Q 13, Setor Sul), Planaltina (Estância Mestre D’Armas), Sobradinho II (Vila Rabelo) já foram executados os trabalhos de topografia e demarcação do terreno onde o campo será montado. No Riacho Fundo II, onde os serviços tiveram início há três semanas, a brita já foi colocada e, em breve, haverá a concretagem do piso.

A segunda fase da implantação dos campos sintéticos envolve a aplicação do próprio tapete e construção de uma arquibancada com capacidade para 30 pessoas. “Nossa cidade não tem nenhum equipamento de esporte grande, é um espaço que vai atender a todos os moradores da 4ª etapa do Riacho Fundo II, o que dá, mais ou menos, 40 famílias, cerca de 120 mil pessoas”, comenta Isaias Carvalho da Silva, coordenador de Obras e Licenciamento da Administração do Riacho Fundo II.

Se a chuva não atrapalhar, o campo sintético de Riacho Fundo II deve ser concluído antes mesmo do Natal. Nas outras cidades, até pelo cronograma do início das obras, vai demorar um pouco mais. Para a administradora do Riacho Fundo II, Ana Maria da Silva, a chegada de uma área de lazer e esporte na cidade representa qualidade de vida. “Fico muito feliz, mais uma grande conquista para nossa cidade. Esse novo espaço esportivo vai agregar ainda mais para os jovens e proporcionar a todas as idades o estímulo às atividades esportivas”, diz.

A secretária de Esporte e Lazer reforça a importância das novas quadras em benefício de seus milhares de frequentadores. “Estamos acompanhando de perto todas essas importantes intervenções que estão sendo realizadas por todo do DF com o propósito de oferecer mais opções esportivas à comunidade”, diz.

Com ingressos a R$ 22, Brasília e Cerrado jogam clássico no Nilson Nelson

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Ginásio Nilson Nelson vai receber a Copa das Nações de Futsal
Foto: Renato Alves/ Agência Brasília

O primeiro clássico candango da temporada 2021/2022 do Novo Basquete Brasil (NBB) entre Brasília e Cerrado será disputado neste sábado (11/12), às 20h, com o status de jogo chave para os dois representantes do Distrito Federal no torneio nacional. Vindo de derrotas nos últimos compromissos, os adversários apostam no jogo local para tentar, enfim, dar uma guinada na tabela de classificação.

Na Arena BRB Nilson Nelson, o Brasília Basquete contará com o apoio de sua torcida pela terceira vez seguida. Porém, nas outras duas, o time não conseguiu se sobressair e acabou derrotado para Flamengo e Minas. Com dificuldades de engatar vitórias em sequência, o time azul está atolado na última colocação do NBB 21/22. O clássico, portanto, é essencial para a arrancada não atrasar ainda mais.

”Não faltou vontade e entrega de todos que puderam estar em quadra. Claro que queriamos vencer, mas, infelizmente, não conseguimos. Não podemos abaixar a cabeça agora. Vamos descansar e acertar detalhes para entrar o mais concentrado possível no sábado. Vamos dar a nossa vida para buscar essa vitória, ainda mais com o apoio da nossa torcida”, prospectou o armador Gabrielzinho.

Foto: Matheus Maranhão/@mmaranhaofoto

Em situação melhor, o Cerrado é o décimo colocado e já ganhou quatro partidas. Apesar do início mais favorável, o time verde enfrenta uma oscilação que o impede de fincar raízes na primeira parte da classificação do torneio nacional. Após perder em casa para o Minas, o clássico contra o Brasília pode significar o início de uma série de resultados positivos para sonhar com um G-8.

Prevendo uma partida “difícil e muito tensa”, o assistente técnico Gabriel Millian espera que o Cerrado decida o clássico na base do gás. “O técnico Régis Marreli chegou faz pouco tempo no Brasília, mas já teve a oportunidade de colocar algumas táticas dele e acelerar o jogo do time. Vamos aproveitar esse tempo maior sem partidas para impor nosso ritmo. A meta é fazer com que eles sintam o jogo para termos uma facilidade maior”, explicou.

Foto: Divulgação/Cerrado Basquete

Ingressos

As entradas para o primeiro clássico candango da temporada do NBB 2021/2022 seguem à venda através da internet. Mandante do jogo, o Brasília está comercializado os ingressos para o jogo diante do Cerrado através do site eventim.com.br. A Central de Ingressos do Brasília Shopping e a bilheteria montada no estacionamento da Arena BRB Nilson Nelson também estão comercializando os bilhetes.

Visando contar com presença massiva dos brasilienses na Arena BRB Nilson Nelson no último jogo do time em casa em 2021, a diretoria do Brasília criou, nesta sexta-feira (10/12), um valor promocional para o clássico de sábado (11/12) contra o Cerrado. Os torcedores interessados em acompanhar o duelo entre os times do Distrito Federal pagará R$ 22,00 no ingresso para as cadeiras inferiores.

Belmonte avalia ano do Real Brasília e projeta crescimento para 2022

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Presidente do Real Brasília Luís Felipe Belmonte ao lado dos troféus conquistados em 2021 - Foto: Victor Parrini/Distrito do Esporte

O sonho de ser referência no cenário esportivo do Distrito Federal ainda é o principal plano do Real Brasília. Encabeçado pelo empresário Luís Felipe Belmonte, o clube fundado em 1996 nasceu como Dom Pedro, porém, foi sob o novo nome que a equipe vivenciou a realidade, não somente do futebol candango, mas também do Brasil. O Distrito do Esporte conversou com o presidente do clube aurianil sobre o sucesso no futebol feminino e nas categorias de base, e perspectivas para as competições masculinas após o rebaixamento em 2021.

Hegemônico entre as mulheres, o Real Brasília é o atual tricampeão consecutivo do Campeonato Candango e um dos representantes da capital federal na Série A1 do Campeonato Brasileiro, ao lado do Cresspom. As Leoas do Planalto jogarão, ainda, a recém-criada Supercopa do Brasil e poderão encarar potências como Corinthians, Cruzeiro, Esmac, Flamengo, Grêmio, Internacional e Palmeiras.

O mandatário do Real Brasília explicou alguns pontos que justificam o crescimento do clube no cenário local e nacional. “As meninas são muito leais e reconhecem o que oferecemos. Recebemos uma visita de um dirigente do Flamengo, que observou nossa estrutura e confessou que poucos times contam com o que temos por aqui”, ressaltou.

Os frutos da gestão Belmonte no Real Brasília também vêm sendo colhidos nas categorias de base entre os homens. Somente na temporada 2021, o clube aurianil faturou os campeonatos candangos sub-15, sub-17 e sub-20. Esse último garantiu o Leão na edição 2022 da Copa São Paulo de Futebol Júnior, a popular Copinha.

Belmonte explicou o carinho com os atletas de base. “Identificamos que, hoje, existem mais de 40 jogadores nascidos no Distrito Federal em clubes de ponta do Brasil e do mundo. Nenhum deles passou por equipes daqui, exatamente porque não há tradição de formação”, ressaltou.

Confira outros trechos da entrevista com Luís Felipe Belmonte:

Primeiros passos do projeto da equipe feminina

“O futebol feminino do Real Brasília começou por acaso, quando o Gama desistiu de disputar uma competição e as atletas ficaram sem ter onde jogar. Fui convencido a tocar o projeto com as atletas e montamos uma equipe forte. Contratamos pessoalmente e fomos campeões no primeiro ano e mantemos o ritmo no segundo”.

Temporada de estreia na elite do futebol feminino brasileiro

“Esse ano, montamos uma equipe e não sabíamos muito bem o que era a Série A1 do Brasileirão, apesar de contarmos com atletas que disputaram o torneio anteriormente. Do ponto de vista estrutural e logística, não tínhamos experiência. Identificamos alguns problemas e corrigimos. Chegamos a estar em quinto lugar no campeonato, mas o desempenho caiu em virtude da falta de peças de reposição”.

Hegemonia das Leoas no quadradinho

“Ganhamos o Campeonato Candango Feminino três vezes consecutivas e queremos ganhar mais três seguidos. Ninguém quer perder. As meninas entram com muita disposição. Com a qualificação que estamos fazendo para o Brasileirão, é difícil os outros clubes acompanharem a estrutura que colocamos à disposição”.

Expectativa do Feminino para 2022

“Hoje, temos um elenco com mais de 30 jogadoras, podendo dizer que contamos com dois times praticamente do mesmo nível técnico. Temos peças de reposição e ainda trouxemos jogadoras de qualidade do extinto Avaí/Kindermann, que chegaram inicialmente para serem titulares. Isso qualifica o plantel. Montamos um time determinado a chegar entre os quatro primeiros no Brasileirão”.

A queda do Real no Candangão masculino

“A corrupção e a manipulação de resultados foram os grandes agravantes para a queda. O Ministério Público está investigando isso. No início do campeonato, pelo elenco montado, eramos considerados o único time capaz de bater o Brasiliense. Como explicar um goleiro pegar uma bola e jogar ela para dentro do gol? Isso é mais que erro. Eu não vou generalizar, pois não posso acusar ninguém. Prefiro cair com ética e moral, do que ficar dentro com negociação”.

Real Brasília na Copinha

“Participaremos da Copa São Paulo de Futebol Júnior pela terceira vez. Em todas, avançamos da fase de grupos, quando os olhares ficam mais atentos às equipes. Montamos uma pequena seleção do Distrito Federal e estamos confiantes. A turma tá voando, mas, ainda não temos parâmetro de competitividade com clubes de fora da capital. Queremos tornar o DF, que já é celeiro de jovens talentos, ainda mais reconhecido. Queremos ser referência e de qualidade. Nossas conquistas são resultados de um planejamento”.

Escolinhas de futebol

“Queremos expandir as escolinhas do Real Brasília para todo o Distrito Federal. Temos os pontos mapeados e vamos começar com uma estrutura na Vila Planalto. Há pedidos na Ceilândia e o interesse de alguns grupos do ramo em trabalhar sob a bandeira do Real”.

Parceria com o Flamengo

“O convênio com o Flamengo é a prova de que o trabalho vem sendo bem feito. Cuidamos da captação de jogadores no DF, Goiás e outros pontos do centro-oeste. Financeiramente, não há retorno imediato para o Real Brasília, a não ser quando encaminhamos jogadores para o rubro-negro. A parceria gera visibilidade e o reconhecimento de que realizamos um trabalho sério”.

Situação do Estádio Defelê

“Não houve obra no Estádio Defelê, apenas restauração. A praça era ponto de consumo e tráfico de drogas, além de prostituição. Simplesmente recuperamos o local e colocamos o estádio como um dos principais do DF. Na Copa América, muitas seleções que passaram por Brasília usaram as dependências do estádio”.

“Vamos fazer cabines de imprensa, mas vamos pedir a licença para executar a mudança. O Defelê também contará com iluminação para jogos à noite, o que é uma exigência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF)”.

Sob nova direção, Unaí anuncia primeiros reforços para o Candangão

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Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás E.C.

A temporada 2022 ganhou as primeiros definições no Unaí. Após definir a formação da nova diretoria para os próximos anos, a diretoria do clube mineiro anunciou os primeiros reforços para a disputa do Campeonato Candango nesta quinta-feira (9/12). O goleiro Edson e o volante Madson estão confirmados no elenco do clube verde para a participação no torneio local.

Bastante experiente, Edson tem 36 anos e rodagem por diversos clubes do futebol nacional, entre eles o Atlético-MG. O arqueiro foi revelado pelo Galo e defendeu a equipe por algumas temporadas. Depois, passou por equipes como Atlético-GO, Goiás, Vila Nova, ABC e Patrocinense. Antes de fechar com o Unaí, o jogador defendeu as metas de Patrocinense e Bela Vista.

O novo arqueiro do time verde é, inclusive, natural de Unaí e jogará pela primeira vez na equipe da região. “É um prazer e uma satisfação muito grande poder representar o clube da cidade onde eu nasci. Muito feliz e motivado. Vamos todos juntos com mesmo foco que alcançaremos os objetivos”, escreveu Edson na publicação de anúncio da contratação publicada nas redes sociais.

Oriundo das categorias de base do Palmeiras, Madson tem 26 anos e também ostenta um currículo recheado de passagens por equipes do futebol brasileiro. Nas últimas temporadas, jogou por Vila Nova, Grêmio Anápolis, Goiânia, Jaraguá, Trindade e Bandeirante. Antes de ser contratado pelo Unaí para a disputa do Campeonato Candango de 2022, o volante estava vestindo as cores do Itumbiara.

Nova direção

Na quarta-feira (9/12), o Unaí anunciou a posse do novo corpo diretivo da agremiação. Agora, a equipe será presidida por Rodrigo Andrade. A vice-presidência ficará a cargo de Warley Fernandes. Claudinei Luiz será secretário, Cleuton Santos ficará responsável pelo financeiro do time, Orlando Domingos cuidará do jurídico e Rivanil Melo irá liderar o conselho fiscal do clube.

Ano cheio: Ceilândia agenda início dos treinamentos para a temporada 2022

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Foto: Alan Rones/Ceilândia E.C.

Após três temporadas disputando apenas o Campeonato Candango, o Ceilândia voltará a ter um ano repleto de competições em 2022. Para isso, o time alvinegro decidiu iniciar os trabalhos cedo para chegar pronto na próxima edição do torneio local, na Série D do Campeonato Brasileiro, na Copa do Brasil e na Copa Verde. O Gato Preto marcou a apresentação do elenco para a próxima terça-feira (14/12).

No dia em questão, o elenco que será comandado pelo técnico Adelson de Almeida será apresentado no Centro de Treinamentos do Gato Preto. A comissão técnica do Ceilândia trabalha no primeiro cronograma de trabalho dos novos jogadores. Nos primeiros dias de pré-temporada, a tendência é que o foco esteja voltando nas atividades para aprimorar o preparo físico dos jogadores alvinegros.

Até o momento, o Ceilândia confirmou oficialmente a contratação de cinco jogadores: os goleiros Maicon e Léo Unamuzaga, o zagueiro Pedro Medeiros, o volante Tarta e o atacante Romarinho são os reforços para o técnico Adelson de Almeida. Outros nomes que irão compor o elenco do alvinegro em 2022 serão apresentados pelo clube no evento de abertura dos trabalhos para o próximo ano.

Vice-campeão candango em 2021 e com garantia de calendário extenso na próxima temporada, o Ceilândia trabalha para chegar forte e fazer bonito nas competições nacionais em que estará envolvido. No Candangão 2022, a estreia na primeira rodada será contra o Gama, em local a ser confirmado, com mando do Gato Preto. O jogo deve acontecer em 22 ou 23 de janeiro.

Colecionando faixas pretas: Vivi Araújo se gradua em luta livre e muay thai

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Foto: Reprodução/Instagram

Por João Marcelo Pepi

Buscando seu espaço entre as números um do Ultimate Fighting Championship (UFC), a lutadora do peso-mosca (até 56,7 kg) Viviane Araújo, nascida em Ceilândia (DF), conquistou duas graduações à nível máximo em duas modalidades de luta diferentes. No mês de novembro recebeu a faixa preta em luta livre e em dezembro, o grau preto no muay thai. Com as duas aquisições, a representante da capital federal no maior evento de lutas do mundo ostenta agora três “faixas pretas”.

Em 2015, Vivi Araújo conquistou sua primeira faixa preta da carreira. A atleta graduou-se à nível máximo no jiu-jítsu, sua especialidade. Há pouco menos de um mês, mais precisamente em 18 de novembro, Vivi Araújo recebeu a segunda graduação em faixa preta, a de luta livre. Em um vídeo postado em sua conta oficial no Instagram de cerca de um minuto na academia onde treina, a Cerrado MMA, Vivi falou sobre a emoção e seu tempo lutando. “Eu estou muito emocionada. Peguei a faixa preta de luta livre. É muita história, muito chão”, expressou a lutadora peso-mosca.

A atleta ainda falou sobre o seu passado e como a nova graduação será importante para o seu futuro na carreira. “Eu vim do jiu-jítsu e pegar essa faixa preta de luta livre é muito importante para minha carreira, para o meu desenvolvimento e para minhas lutas de MMA futuras. Podem esperar uma Vivi ainda mais agressiva, ainda mais técnica nas próximas lutas. Muito obrigado à família Cerrado MMA, tamo junto!”, agradeceu a lutadora do peso-mosca.

E no último sábado (4/12), Vivi Araújo assegurou seu grau preto em muay thai. Em foto postada em sua conta oficial no Instagram, Vivi aparece ostentando seu prajied preto (faixa usada no braço esquerdo que caracteriza seu nível na modalidade) ao lado de Anderson Carvalho, treinador de muay thai, e de Daniel Barros, fundador da Cerrado MMA. Em poucas palavras, Vivi disse: “dedicação, amor, disciplina, foco. Uma longa jornada até aqui. Bem distante ainda do que fui programada a alcançar. Me sinto abençoada porque se tem tanta caminhada pela frente. Gratidão”, finalizou.

Preparação para primeira luta de 2022

Faltando pouco mais de um mês, Viviane Araújo terá seu primeiro combate pelo UFC em 2022. O embate contra a mexicana Alexa Grasso, que ocorrerá em 22 de janeiro no Honda Center, em Anaheim, California (Estados Unidos), será sua sétima luta na organização. O último, contra Katlyn Chookagian em maio deste ano, foi o seu segundo revés. O primeiro foi contra Jéssica Eye, em 2019. As duas derrotas foram por decisão unânime dos jurados presentes.

A estreia de Vivi ocorreu em maio de 2019 contra Talita Bernardo e a primeira vitória já veio com um belo nocaute no terceiro round. Dois meses depois, mais uma vitória, contra Alexis Davis por decisão unânime. Na única luta de 2020, a terceira vitória, sobre Montana De La Rosa por decisão unânime. O mesmo método de vitória ocorreu na primeira luta de 2021 contra Roxanne Modafferi. Com isso, Vivi chega à sétima luta na organização com um cartel de quatro vitórias e duas derrotas.

Flamengo bate Brasília novamente e invencibilidade alcança 7 jogos no NBB

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Rojas disputa bola. Foto: Jonas Morais / Distrito do Esporte

Por Bruno H. de Moura

A sina do Brasília Basquete no NBB 2021/2022 parece não ter fim. Na noite desta terça-feira (07/12) o time candango perdeu mais um clássico, por 60-69 pró Flamengo.

Sem Ricardo Fischer e Zach Graham o Brasília não conseguiu engatar sua segunda vitória consecutiva na competição. Não bastasse, agora tem oito derrotas no torneio e apenas duas vitórias. Está afundado na lanterna do NBB, pior que outras 16 equipes.

Positivamente destaque para os desempenhos de Arthur – nome do Brasília no jogo, cestinha e maior assistente da equipe -, Gemerson e João Pedro no ataque, e Ronald na defesa – reboteiro do Brasília.

Nas temporadas 2020/2021, 2019/2020, 2018/2019 o Brasília perdeu todos os seus confrontos para o Flamengo. Nunca venceu o mengão desde a retomada da franquia após pausa de um ano entre 2017/2018.

Foi na temporada 2016/2017, quando o Brasília ainda era Lobos, antiga franquia, que o time candango ganhou dos rubro-negros pela última vez. Em 01/04/2017 na Arena Amadeu Teixeira deu Flamengo 71-77 Brasília.

A moderna Arena BRB Nilson Nelson, reformada a custo não sabido, mas alto, com estilo de NBA, não conseguiu colocar para operar o cronômetro de 24s. O jogo começou com a locutora do ginásio informando quando faltavam 10s para acabar os 24s de cada time. E isso perdurou até o fim do jogo.

Arthur foi destaque do Brasília na partida.
Foto: Jonas Morais – Distrito do Esporte

1º Tempo: Brasília faz bom primeiro tempo, mas termina atrás no placar

No início do primeiro quarto o time da casa chegou a abrir 8-6 com um bom início de jogo de Pedro Rava e Ronald. O Flamengo tomou a dianteira com 4′ no tempo, mas o Brasília não deixava seu adversário abrir vantagem.

Batista com 11 pontos em um quarto desestabilizava em favor dos visitantes. Ele era responsável por mais da metade dos pontos do Flamengo. Já no Brasília Gemerson com 4 pontos era quem mais pontuava. Ao final, Brasília 15-19 Flamengo, vantagem de 4 pontos criada nos últimos segundo em arremessos de lance livre de falta que não existiu.

No segundo quarto o Brasília voltou bem modificado comparado à escalação inicial. Só Ronald e Basílio dos que iniciaram. E o início foi melhor para os donos da casa. O Brasília fez 7 a 2 com Ronald, Arthur e João Pedro até os 6’20 no cronômetro. Era a tomada da dianteira.

Mas pouco durou. O Flamengo rapidamente saiu da baixa contagem e novamente conduzido por Batista voltou à frente no quarto e no jogo. Até Rava, Rojas e Gemerson de 3 fazerem o Brasília empatar o jogo e virar no quarto. Mas bola de 3 de Olivinha encheu de água o chopp do Brasília.

O jogo ia para o intervalo com Brasília 30-33 Flamengo, parciais de 15-19 e 15-14.

Em geral, o Brasília apresentou um basquete melhor que aquele dos últimos jogos. Enfrentando um dos favoritos ao título, a equipe conseguiu manter, no primeiro tempo, pouca distância, chegando a passar à frente no placar em algumas situações.

2º Tempo: Brasília tem 3º quarto muito ruim e vê Flamengo abrir vantagem

O Flamengo começou abrindo 6 pontos em duas bolas de 3, uma de Yago e outra de Martinez. O Brasília fez dois pontos com Gemerson e Basílio. Mas não mais pontuava. Eram 5′ no relógio e o rubro-negro abria 14-4 no período, ao total Brasília 34-47 Flamengo no jogo.

O embate físico entre as equipes, dos quartos iniciais, não se repetia. A movimentação tática e velocidade do mengão eram outras. O Brasília, tecnicamente muito inferior, não era páreo. A entrada de Arthur foi o que melhorou a situação do time da casa. O ala fez 6 pontos em 2 minutos, assim como Rojas e Basílio. Mas a superioridade do Flamengo era incontestável. Ao final, Brasília 14-24 Flamengo no quarto, 44-57 no geral.

No último e derradeiro quarto Basílio de 3 colocou o Brasília na frente. Yago fez 2 na sequência e Arthur e Gemerson mais 2 posteriormente de cada. O Brasília tinha 7-2 no quarto, até Gustavo de Conti parar o jogo. A parada não só funcionou como o Flamengo retomou a dianteira no quarto.

O Brasília, após tempo técnico de Regis Marreli, trocava liderança do quarto com o Flamengo. João Pedro e Rojas anotavam, enquanto pelo Flamengo Faverani e Yago se destacavam.  Arthur e João Pedro, de 3, nas últimas bolas acertadas, garantiram a vitória do Brasília no quarto por 16-12.

Mas, no final do jogo, os 10 pontos de diferença do terceiro quarto determinaram o resultado. Deu mengão. Brasília 60-69 Flamengo.

Gabrielzinho se lamenta – Foto: Jonas Morais / Distrito do Esporte

Dados da partida:

Quartetos iniciais

Brasília: Ronald, Gemerson, Rava, Guilherme Basílio, Rojas

Flamengo: Yago, Mineiro, Batista, Olivinha, Dar Tucker

Números do jogo

Cestinhas: Batista 18 pts. (Flamengo) e Arthur 15. pts. (Brasília)

Reboteiros: Ronaldo 10 reb. (Brasília) e Mineiro 8 reb. (Flamengo)

Assistências: Yago 6 ass. (Flamengo) e Arthur 3 ass. (Brasília)