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Novo decreto tira Fla-Flu do Mané Garrincha

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final do Candangão
Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Por Lucas Bolzan

Confirmado para o Mané Garrincha para o próximo dia 06 de fevereiro, às 16h, o clássico carioca entre Fla-Flu, válido pela quarta rodada do campeonato carioca, mudará de local. De acordo com as informações do jornalista Cahê Mota e confirmada pelo Distrito do Esporte, o novo decreto publicado pelo governador Ibaneis Rocha, que proíbe a presença da torcida em eventos esportivos no Distrito Federal, foi o grande motivo para a organização do jogo pensar em outro estádio para a disputa da partida.

A proibição de público no Mane Garrincha chamou atenção do investidor que bancaria a mudança, o que fez mudar sua decisão de querer manter o duelo na capital federal. A Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FFERJ) e a diretoria dos dois clubes, ainda debatem a situação para escolher um novo mando. De acordo com informações preliminares, o estádio Kleber Andrade, em Caricacica, no Espírito Santo, seria a principal opção.

Gama solta nota de repúdio contra violência no Mané. Brasiliense ainda não

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Foto: Victor Parrini/Distrito do Esporte

Por Bruno H. de Moura

O Gama soltou no começo da tarde dessa quinta-feira (27/01) uma nota de repúdio à briga entre as torcidas de Gama e Brasiliense ontem no estádio nacional Mané Garrincha, em meio a um clássico movimentado dentro de campo.

As imagens de pancaria entre IRA Jovem e Facção circulam Brasil à fora e já há movimentos da Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol do DF a respeito.

Na nota do Gama, o time diz que repudia atos de violência, lamento o ocorrido e que não compactua com as atitudes ontem vistas. O Brasiliense ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.

NOTA DE REPÚDIO

O Gama repudia todo e qualquer ato de violência. Lamentamos profundamente o confronto generalizado que resultou na paralisação temporária do jogo.
Ressaltamos que nós, SOCIEDADE ESPORTIVA DO GAMA, não compactuamos com essa ação.
O esporte não tem nada a ver com violência. Precisamos dar um basta nisso e vocês são fundamentais nessa luta!

Ainda sem vencer, Capital anuncia saída do técnico Vilson Tadei

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Foto: Divulgação/Capital

O Capital começou o Campeonato Candango BRB de 2022 com um desempenho abaixo do esperado. Com um empate e uma derrota nos dois primeiros jogos, a Coruja segue sem vencer e decidiu mexer no comando técnico em busca de uma reação. Mesmo com pouco tempo de trabalho, o time azul anunciou, na manhã desta quinta-feira (27/1), a saída do técnico Vilson Tadei.

Tricampeão consecutivo do Candangão em 2019, 2020 e 2021 dirigindo o Gama, nos dois primeiros anos, e o Brasiliense, Tadei chegou ao Capital com moral para substituir Rogério Mancini. O antigo dono do cargo deixou a função para realizar um curso de aperfeiçoamento oferecido para a Uefa. Ele tinha renovado em agosto e optou pela saída da Coruja em dezembro.

O comunicado da saída foi feito pela Coruja através das redes sociais oficiais do time. “O Capital agradece o empenho e a dedicação do professor Vilson Tadei e toda a sua comissão técnica. Desejamos sucesso ao treinador, que agregou muito a nossa equipe no período em que esteve conosco”, diz o texto, sem dar mais detalhes sobre a motivação para troca na função de técnico.

No mesmo comunicado, o Capital prometeu anunciar um substituto em breve. O time azul não tem muito tempo para vasculhar o mercado em busca de um substituto. A Coruja volta a atuar no Candangão BRB 2022 no próximo sábado (29/1) em um jogo importante para as pretensões da equipe no campeonato. Às 15h30, o clube recebe o Gama, no Estádio JK, no Paranoá, em busca da primeira vitória.

FFDF e BRB assinam contrato de naming rights do Campeonato Candango

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Foto: Divulgação/FFDF

O acordo entre a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) e o Banco de Brasília (BRB) para compra dos naming rights do Campeonato Candango de 2022 está oficialmente no papel. Na quarta-feira (26/1), em solenidade realizada no Estádio Nacional Mané Garrinha antes de a bola rolar no clássico Gama x Brasiliense, as partes assinaram o contrato para concretizar o acordo.

As negociações entre a FFDF e o BRB aceleraram nos últimos meses de 2021 e chegou a ficar travada por uma recomendação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) de 2007, que impedia o banco público de passar recursos via federação local. Com as boas práticas dos últimos anos, o entrave foi contornado e o acerto aconteceu dias antes do início do Candangão 2022.

Foto: Divulgação/FFDF

Além de Daniel Vasconcelos, presidente da FFDF, e Paulo Henrique Costa, líder do BRB, estiveram presentes no evento o deputado distrital Rafael Prudente (MDB/DF), nome importante na aproximação entre as partes, a deputada federal Celina Leão (PP/DF), o presidente do consórcio Arena BSB, Richard Dubois, e o secretário de governo, José Humberto Pires.

“A gente sabe as dificuldades do nosso futebol e da necessidade, também, dos clubes se organizarem. Então, só agradecemos o voto de confiança do governador Ibaneis Rocha e ao BRB pelo apoio. Nunca teve uma premiação no valor que o banco está oferecendo junto a federação”, ressaltou Vasconcelos, em referência ao aporte que pode somar até R$ 2,8 milhões até o fim do Candangão.

Foto: Divulgação/FFDF

“Será uma caminhada para que a gente, de fato, alcance resultados cada vez maiores no futebol brasiliense, que já tem uma torcida grande. Precisa, sim, avançar no sentido de ter mais crescimento, mais público, mais exposição. O BRB se sente orgulhoso de estar aqui, como uma instituição financeira pública ser um veículo de transformação e profissionalização, aumento de exposição e realização de sonhos”, acrescentou Paulo Henrique.

O aporte compreende R$ 80 mil na primeira fase como patrocínio para os times habilitados. Na segunda fase, como premiação, o valor será de R$ 130 mil. O Candangão destinará, ainda, valores especiais para os primeiros colocados. O campeão leva R$ 500 mil, o vice R$ 250 mil, o terceiro R$ 150 mil e o quarto R$ 100 mil. Pela organização do campeonato, a FFDF embolsa R$ 500 mil.

Briga no Mané: atuação da PMDF em confusão na arquibancada é questionada

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Foto: Victor Parrini/Distrito do Esporte

Por Bruno H. de Moura, Danilo Queiroz e Lucas Bolzan

A confusão nas arquibancadas da Arena BRB Mané Garrincha deixou uma mancha no clássico verde-amarelo 70. Após dois anos sem o grito das torcidas, o Gama venceu o Brasiliense, por 3 a 2, na noite desta quarta-feira (26/1). Porém, o que mais chamou a atenção na partida foi a lamentável briga envolvendo as torcidas organizadas das duas equipes. Alguns presentes no estádio reclamaram, ainda, do despreparo da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) no momento de conter a confusão.

A batalha nas arquibancadas foi marcada por dois momentos distintos. Primeiro, no intervalo do clássico, pequenos grupos de torcedores começaram a se estranhar em meio às provocações. E, depois, aos 36 minutos do segundo tempo, quando o pior aconteceu e a pancadaria começou. A falta de um plano de segurança eficiente para o jogo foi um dos vetores para que o pior acontecesse. Duas torcidas rivais em um mesmo setor, misturados com idosos, crianças, imprensa e pessoas que só foram para curtir um jogo de futebol.

Cápsulas de bala de borracha presentes dentro do campo. Foto: Bruno H. de Moura/Distrito do Esporte

Presentes no local da partida apontaram diversos problemas no plano. A separação entre as torcidas, por exemplo, não funcionou a ponto de as duas torcidas conseguirem driblar as contenções para se encontrarem em locais opostos. Em conversas informais no gramado, membros da PMDF reconheceram alguns erros na divisão. Os militares também demoraram bastante para iniciar o trabalho de contenção no pior momento da briga, no segundo tempo de partida. Alocada na arquibancada, parte da imprensa ficou em meio ao fogo cruzado.

A quantidade de policiais presentes no jogo também chamou a atenção. Torcedores e membros da crônica esportiva notaram a presença de poucos militares em um confronto marcado por confusões em tempos passados. Na noite de quarta-feira (26/1), o Mané Garrincha recebeu pouco mais de 2,3 mil pagantes. Em nota enviada ao Distrito do Esporte, a PMDF disse não ter efetuado nenhuma prisão. No momento de conter a briga, a corporação utilizou balas de borracha e bombas de efeito moral.

“Tudo corria tranquilamente, quando houve um princípio de tumulto entre as duas torcidas. O Batalhão de Choque da Polícia Militar do Distrito Federal precisou agir rapidamente para que a situação não evoluísse e garantisse a integridade física dos torcedores. As duas torcidas foram retiradas do estádio e escoltadas separadamente pela PMDF. A torcida do Brasiliense foi escoltada para a Ceilândia e a do Gama foi acompanhada até a Estação Rodoviária de Brasília. O jogo prosseguiu com segurança e não houve detidos”, diz o texto.

Após tirar as duas torcidas do Mané Garrincha, a PMDF, em um primeiro momento, apontou a falta de condições para a retomada do clássico verde-amarelo. O Gama defendia a mesma decisão. O Brasiliense, por sua vez, queria que a bola voltasse a rolar. Minutos depois, a corporação reviu a postura e, em reunião com clubes, arbitragem e outros envolvidos na organização do jogo no centro do gramado, aceitou a continuidade da partida.

Concessionária responsável pela gestão do Mané Garrincha, a Arena BSB repudiu a briga. “A Arena BSB lamenta profundamente o comportamento de uma minoria que ocasionou cenas deploráveis de violência no Estádio Nacional, na noite desta quarta-feira, 26, durante o jogo entre Gama e Brasiliense. A Arena BSB informa que vai acelerar a implantação do sistema de reconhecimento facial para, em convênio com as autoridades da Segurança Pública, coibir a violência no estádio e banir os responsáveis.”

Clássico da vergonha: torcidas mancham vitória do Gama sobre o Brasiliense

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Foto: Gabriel Telles

Por Rayssa Loreen

O clássico 70 entre Gama e Brasiliense tinha tudo para ser um bom jogo. No primeiro tempo, os jogadores se movimentaram bem em campo e o Gama conseguiu abrir vantagem por 2 a 1 no placar, com gols de Iacovelli e Milla. A partida continuou agitada na segunda etapa, mas, aos 36 minutos, com a vitória do alviverde encaminhada, precisou ser interrompida pela devido a briga generalizada entre as torcidas organizadas. Na volta da paralisação, mais dois gols aconteceram e o alviverde conquistou a vitória por 3 a 2.

A confusão ocorreu em dois momentos. A do intervalo atrasou a volta para o segundo tempo em cinco minutos. Na etapa final, o confronto fez com que torcedores que não estavam envolvidos na pancadaria generalizada corressem ao gramado em busca de proteção. Após quase 1h, a bola voltou a rolar sem nenhum clima. O clássico 70 entre Gama e Brasiliense, mais uma vez, entra para a história por causa dos problemas nas arquibancadas.

Foto: Reprodução/TV Distrital

O jogo

A primeira etapa da partida começou movimentada na Arena BRB Mané Garrincha. Os times entraram em campo com sangue nos olhos para tirar o 0 a 0 do placar. Os 45 minutos foram truncados, com muitas faltas marcadas e sem muitas finalizações, mas as equipes conseguiram pressionar e buscar o ataque. Com menos de 10 minutos, o Gama abriu o placar com gol de Iacovelli e saiu na frente, mas pouco tempo depois, em resposta, Marcão fez o gol do empate para o Jacaré. Nos últimos minutos, Milla marcou o segundo e o alviverde foi para a próxima etapa com vantagem.

O Gama entrou em campo com a vantagem no placar, porém tomou pressão do Brasiliense que quase mudou o resultado em lances perigosos. Menos truncado que o primeiro período, o segundo tempo também foi agitado, com muitas faltas e nenhum gol. Entretanto, quase para acabar, o jogo foi paralisado devido a briga das torcidas organizadas na arquibancada. O jogo teria sido encerrado, mas a polícia e a arbitragem decidiram retomar a partida a partir dos 37 minutos.

Foto: Gabriel Telles

Gama aproveita as chances

O clássico número 70 da história entre Gama e Brasiliense começou quente e com gol para os dois lados. Com quatro minutos de jogo, Welton foi derrubado na área. Na cobrança do pênalti, Iacovelli deslocou Sucuri e marcou. O lance deixou o jogo ainda mais agitado e, pouco tempo depois, o Brasiliense também balançou as redes. Marcão, camisa 9, marcou de cabeça e empatou a partida. O bom início, porém, foi brecado por uma sequência de faltas que truncou o duelo.

As duas equipes continuaram buscando o ataque, mas as bolas acabavam saindo para cobrança de lateral ou escanteio. Aos 15, o Gama conseguiu aproveitar uma sobra de bola e tentar o gol, mas Sucuri fez uma boa defesa e o Jacaré conseguiu o contra-ataque, que não resultou em nada. Três minutos depois, mais uma falta marcada para o Brasiliense, mas a bola chutada por Bernardo foi direto nas mãos do goleiro Mosquete. Ao longo da partida, o time amarelo conseguiu pressionar o adversário, mas sem finalizar.

O Gama também tentou chegar ao ataque trabalhando pelo meio de campo, mas a defesa do time de Taguatinga conseguiu afastar todas as bolas. Aos 27, Bernardo buscou o gol, mas a defesa tirou. Dois minutos depois, o alviverde foi atrás do segundo gol com uma jogada do Saturnino, mas Sucuri fez mais uma defesa e impediu o rival de pular na frente. Com 36, outra falta para o Jacaré. Zotti arriscou de longe, mas a bola saiu desviada.

Pouco tempo depois, o Gama conseguiu reagir e virar o jogo. Milla aproveitou o espaço na defesa do Brasiliense e chutou direto no gol para marcar o segundo da equipe alviverde. Com 41, os gamenses quase anotaram o terceiro no Mané Garrincha. Cirne passou pelos jogadores do Brasiliense e buscou Milla na entrada da área, mas a defesa rival conseguiu tirar a bola. Apesar de ter começado movimentado, o primeiro tempo terminou sem muitas chances perigosas de gol para as duas equipes. O Brasiliense foi para a segunda etapa precisando fazer alterações nas laterais e no meio de campo, que foi onde o Gama achou espaço para atacar. O Periquito foi para o segundo tempo com a vantagem de 2 a 1 no placar.

Foto: Gabriel Telles

Segundo tempo

Os jogadores continuaram agitados na segunda etapa do clássico. Aos 3 minutos, Mosquete fez uma boa defesa depois de um chute forte de Kesley. Em seguida, Welton chutou para o Milla que foi impedido por Sucuri de prosseguir com a jogada. O camisa 11 não desistiu e, aos 8 minutos, arriscou mais uma vez e a bola saiu por cima do gol.
Zotti conseguiu se movimentar no meio de campo, lançou a bola para o companheiro de time, mas Sucuri espalmou. Depois, a equipe chegou mais uma vez e conseguiu balançar as redes, porém o juiz anulou o gol por conta da posição de impedimento de Marcão.

Alguns minutos depois, uma chance clara de gol para o Jacaré. Peu conseguiu dominar e tentou marcar, mas a bola atravessou a área, passou de raspão perto do gol e saiu pela linha de fundo. Com 22, Radamés chegou na cara do gol, mas Mosquete segurou.
Em contra-ataque do Gama, Lucas Vaz entregou para o camisa 9, Iacovelli, que caiu na entrada da área e o juiz apitou falta perigosa para o alviverde. Na cobrança de Espeto, a bola foi desviada e saiu para escanteio. Com pouco mais de 30 minutos, o Jacaré foi mais uma vez tentar o gol, a bola foi desviada e parou direto nos pés de Peu, que estava longe. O jogador arriscou o gol, mas sem sucesso.

Faltando pouco para o jogo acabar e com o placar a favor do Gama, uma confusão entre as torcidas organizadas atrapalhou o andamento da partida e a Polícia Militar paralisou o jogo. Na tentativa de controlar a situação, a corporação usou gás de pimenta, tirou os jogadores de campo e impediu a saída das pessoas por um momento. Além disso, alguns torcedores, inclusive crianças, foram tentar segurança no campo da Arena. O desentendimento tinha começado antes do intervalo, porém não resultou em nada maior.

Vitória do alviverde

Depois de toda a confusão, os jogadores entraram em campo para encerrar a partida sem a presença do público, que foi retirado pela polícia. Com 40 minutos, Tiago Luis tentou finalizar, mas foi impedido pela defesa do Gama que afastou a bola. Dois minutos depois, Peu recebeu a bola e arriscou o chute, porém a defesa do adversário tirou a bola. Em seguida, Tiago Luis apareceu mais uma vez e foi para a cobrança de mais uma falta sem sucesso.

Para efetivar a vitória, Espeto contra-atacou, aproveitou a bagunça na zaga do Brasiliense e o goleiro desatento e chutou direto no gol. Foi o terceiro do alviverde na partida. E mesmo perdendo, o Brasiliense continuou pressionando e conseguiu um pênalti aos 47 minutos. Na cobrança, o camisa 6, Peu, que foi certeiro e confiante e diminuiu a diferença no placar. Quase o empate dois minutos depois. Tiago Luis tentou de longe um chute forte e a bola passou de raspão na trave.

Com emoção até o último segundo, o Gama venceu por 3 a 2 o clássico 70 e encerrou o jejum contra o Brasiliense, chegando aos seus três primeiros pontos na competição. Já o Brasiliense, continua com os mesmos três, em dois jogos disputados.

Times já entram em campo no próximo final de semana

Embalado por esta vitória, o alviverde candango entra em campo no próximo sábado (29), contra o Capital, no estádio JK, na cidade do Paranoá. A partida será às 15h30. Já o Brasiliense enfrenta o Santa Maria, no domingo (30), às 15h30, no estádio Abadião.

Gama 3
Mosquete; Alex S., Ferrugem, Rodolfo M. e Saturnino; Borges, Vítor Cruz 🟨, Welton (Lucas Vaz) e Filipe Cirne (Espeto ⚽); Milla (Iago Silva) ⚽ e Iacovelli (Edson) ⚽. Técnico: Jonilson Veloso

Brasiliense 2
Edmar Sucuri; Andrezinho 🟨, Badhuga, Liel (Railon) e Peu 🟨; Radamés, Zotti (Aloisio), Bernardo (Kesley) e Ferrugem (Tiago Luis); Luquinhas (Matheus Silva) e Marcão ⚽. Técnico: Reinaldo Gueldini

Supercopa do Brasil é confirmada para Brasília

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Estádio Nacional Mané Garrincha
Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Por Lucas Bolzan

Martelo batido. A final da Supercopa do Brasil, entre Flamengo e Atlético-MG, no dia 20 de fevereiro, às 11h, será na Arena BRB Mané Garrincha. A confirmação veio do presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), Daniel Vasconcelos, e Richard Dubois, presidente da Arena BRB, na tarde desta quarta-feira (26), durante a assinatura do naming rights do BRB, em um evento realizado na véspera do clássico entre Gama x Brasiliense, realizado na Arena.

“A gente sempre vem lutando, trabalhando para trazer eventos para cá. Falando com a CBF. Inclusive agora, antes de iniciarmos o evento, estávamos na tratativa para realizar o jogo da Supercopa e com muita luta, que o Richard sabe que não foi fácil, mas que o presidente Ednaldo deu um voto de confiança e que vamos realizar mais um ano da Supercopa aqui em Brasília, em 20 de fevereiro. Então é um momento bom, bom para nós, bom para o Flamengo, né, que é patrocinado pelo BRB, tem a parceira. Para o estádio também. Acho que todo mundo ganha”, ressaltou Daniel.

De forma tradicional, a Supercopa do Brasil é realizada entre o campeão brasileiro e o campeão da Copa do Brasil. Porém, no ano passado, como o Atlético-MG se consagrou campeão das duas competições, deu espaço para o Flamengo (vice-campeão brasileiro), disputar a competição.

Será a terceira final de Supercopa seguida realizada no Mané Garrincha. Nas duas últimas, o Flamengo se consagrou campeão. Uma diante do Athletico-PR e outra contra o Palmeiras.

Clássico Fla-Flu confirmado e outros sete jogos em negociação

Além dessa partida, outro duelo já está confirmado para a Arena. O clássico carioca, entre Flamengo x Fluminense, no próximo dia 06, às 16h, válido pela segunda rodada do Campeonato Carioca, será o primeiro confronto entre as duas equipes no ano. Ainda de acordo com Dubois, há a negociação de mais sete jogos de outros clubes do país, para os próximos meses.

Ceilândia não dá chance para o azar, vence o Santa Maria e se mantém 100%

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Foto: Alan Rones/Ceilândia E.C.

Por Maurício Carvalho

Em uma tarde ensolarada nesta quarta-feira (26/1), no estádio Serra do Lago, em Luziânia, Santa Maria e Ceilândia mediram forças. Em um jogo bem movimentado, principalmente no 1º tempo, e de muitos os gols, o Santinha saiu na frente logo no início, mas não resistiu e sofreu a virada ainda na primeira etapa e, no fim, o Gato Preto venceu por 3 a 2 e se manteve com 100% de aproveitamento.

Apesar do calor, as duas equipes quiseram propor o jogo e não abdicaram de atacar. Aos onze minutos Da Silva marcou um belíssimo gol e abriu o placar para o Santinha. Ainda no primeiro tempo o Gato Preto buscou a virada: primeiro de pênalti e depois de cabeça, ambos os gols com Romarinho. Na etapa final, em falha do Goleiro Julio Cesar, Romarinho aproveitou ampliou o placar, marcando seu terceiro gol no jogo. O Santa Maria até ensaiou uma reação, diminuiu de pênalti com Watthimen, mas não passou disso e sofreu o seu primeiro revés no campeonato.

Foto: Alan Rones/Ceilândia E.C.

Primeiro tempo movimentado no Serra do Lago

Os 10 primeiros minutos foram muito faltosos e o Ceilândia ensaiou uma marcação pressão no campo de defesa do Santa Maria. Porém, a equipe da casa conseguiu ganhar campo, na maior parte do tempo jogando pelo lado esquerdo, principalmente com Watthimen. Aos 11, ele carregou a bola pelo meio e rolou para o camisa sete Da Silva marcar um golaço de fora da área em um chute de raríssima felicidade, no ângulo do goleiro Léo. Com o resultado adverso, o time de Adelson de Almeida se viu obrigado a avançar suas linhas e, aos 22, assustou com um cruzamento de Cabralzinho para Romarinho que cabeceou fraco no meio do gol, facilitando a defesa do goleiro Julio Cesar.

Aos 24, em mais uma investida pela direita, Romarinho foi empurrado na área e o juiz Adriano Luiz Neri assinalou pênalti para o Ceilândia. O próprio Romarinho bateu e deixou tudo igual no Serra do Lago. Aos 27, o Santa Maria deu uma resposta com o seu camisa nove. Watthimen tabelou pelo meio, invadiu a área, porém, foi desarmado pela zaga alvinegra. Devido ao forte calor no estádio Serra do Lago, houve uma parada técnica para a hidratação dos jogadores. Um pouco depois dela, já aos 33, em mais uma boa jogada de Cabralzinho pela direita, Romário cabeceou para o chão, como manda o figurino, e obrigou o goleiro Julio César a fazer uma grande defesa.

Aos 35, Watthimen cobrou o escanteio fechadinho em direção ao gol. Entretanto, a zaga do Ceilândia afastou. O jogo parecia ter esfriado após a parada, porém, o final do 1º tempo guardava forte emoções. Aos 41, a zaga do Ceilândia cochilou, Fagner recebeu livre na área, mas o goleiro Léo cresceu na frente do atacante do Santinha e fez uma grande defesa cara a cara. E a máxima do futebol prevaleceu: quem não faz leva. Com 43, em mais uma subida ao ataque pela direita, Cabralzinho foi à linha de fundo e cruzou na cabeça de Romarinho, que subiu livre de marcação para marcar o segundo dele no jogo e virar a partida para o Gato Preto.

Foto: Alan Rones/Ceilândia E.C.

Jogo mais morno e Ceilândia garante o triunfo

Na etapa final, o Santa Maria voltou com substituições para tentar reverter o placar, mas foi o Ceilândia quem começou no ataque. Cabralzinho invadiu a área e chutou sem perigo ao gol do Santa Maria. Aos 4, Romarinho recebeu um bom passe na área, mas se enrolou na frente do goleiro Julio César que saiu bem do gol. A equipe mandante não conseguiu se impor ofensivamente e, aos 11, viu seu desafio aumentar. O lateral direito Crystian invadiu a área e finalizou com estilo, a bola foi no canto, mas fraquinha. O goleiro Julio Cesar não segurou e Romarinho aproveitou a falha. Com o 3 a 1 no placar, o Ceilândia passou a administrar mais o jogo, porém, sem abdicar do ataque. O Santa Maria tentava acelerar o jogo, principalmente pelas laterais do campo.

Com a vantagem no placar e o controle do jogo, pareceu que o Santa Maria não teria forças para reagir. Só que, aos 23, a defesa do Ceilândia colocou a mão na bola na área: pênalti para a Águia, Wattimen deslocou o goleiro e bateu no canto e diminuiu, Foi o terceiro gol do camisa 9, artilheiro do campeonato ao lado de Romarinho. Com o 3 a 2 no placar, o Santa Maria tentou acelerar a partida, tentando avançar pelas pontas, mas sem sucesso. O jogo passou a ser um pouco mais faltoso, teve algumas substituições e paralisações, ficando moroso.

O Santa Maria dependia praticamente de Watthimen para criar qualquer tipo de jogada. Aos 36, o Ceilândia novamente levou perigo no ataque, dessa vez com Mirandinha que entrou no 2º tempo e sofreu falta na entrada da área. Gabriel Henrique bateu na direção do gol, mas Julio Cesar bem colocado fez a defesa para o Santa Maria. Nos acréscimos, o Gato Preto manteve a posse de bola no campo de ataque e pouco foi ameaçado. Na base do abafa, Watthimen fez boa jogada pela ponta direita, invadiu a área e cruzou na área, mas para ninguém. Após mais um chuveirinho sem sucesso na área, o árbitro Adriano Luiz Neri apontou para o centro do campo e decretou o fim do jogo.

Clubes já visam a próxima rodada

Pela 3ª rodada da primeira fase do Campeonato Candango BRB 2022,o Santa Maria buscará a reabilitação fora de casa contra o Brasiliense, no sábado (29/01), às 15h30. Já no domingo (30/01), o Ceilândia tentará a terceira vitória seguida, em casa, diante do Brasília, no Estádio Abadião, também às 15h30.

Santa Maria 2
Julio Cesar; Eder (Bruno Andrade), Leandro Bahia, Dede🟨 (Gabriel Alves), Lucas Veríssimo (Fabrício) (Lucas Capixaba); Andrey, Lucas Veríssimo, Da Silva ⚽, Kessi (Douglas), Watthimen ⚽; Thiago Magno e Fagner 🟨. Técnico: Erivaldo Silva

Ceilândia 3
Leo Unamuzaga🟨; Crystian, Vidal, Gilson, Gleissinho (China); Gabriel Henrique 🟨, Giovani, Hyuri (Fernandinho), Cabralzinho (Werick), Romarinho⚽⚽⚽ (Mirandinha); Romário (Gabriel Pedra🟨). Técnico: Adelson de Almeida

Paranoá joga bem e supera Capital de virada no Diogão

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Foto: Gustavo Roquete/Capital C. F.

Por Lucas Bolzan

A tarde desta quarta-feira (26), foi movimentada em Formosa. Paranoá e Capital fizeram o ‘clássico’ de Paranoá, tendo em vista que a Coruja assumiu toda a administração do estádio JK, localizado na cidade do clube mandante. Sem o direito de jogar na cidade e no estádio, o Paranoá resolveu cruzar a fronteira e mandar a partida no estádio Diogão, no município goiano, com portões fechados.

Dentro de campo, mesmo saindo atrás do placar no início do jogo com gol marcado por Felipe Clemente, o Paranoá não tomou conhecimento, jogou com cabeça erguida e com gols de Daniel Guerreiro e Paulinho, viraram a partida, alcançando os três primeiros pontos no Candangão BRB 2022.

Primeiro tempo movimentado

As duas equipes começaram a partida de forma movimentada. Logo aos três minutos, Daniel Guerreiro recebeu pela direita, e finalizou em diagonal, por cima do gol. Trabalhando bem a bola, o Capital começou a administrar a partida e uma jogada bem construída chegou ao primeiro gol da partida aos 10’. Julen Sandy uma excelente triangulação e entregou a bola para Clemente, que de fora da área mandou forte no canto de Matheus Damasceno, abrindo o placar no Diogão.

Após o gol, as duas equipes cadenciaram mais a partida. O Capital, tocando mais a bola, chamava o Paranoá para seu campo de defesa, dando à Cobra Sucuri duas oportunidades para chegar no empate, ambas com Michel Platini. A mais perigosa foi aos 27′, quando o atacante recebeu cruzamento pela direita e cabeceou por cima da meta adversária.

Essa insistência do Paranoá, acabou ocasionando no gol de empate aos 38’. Com a marcação bem adiantada, Michel Platini roubou a bola na intermediária e puxou mais um contra ataque perigoso. Dessa vez, o passe do atacante foi na medida para Daniel Guerreiro finalizar forte na saída de Léo e empatar a partida.

Os dez últimos finais do primeiro tempo foram bem mais equilibrados. Sem tanta reação, o Capital tentava criar jogadas ofensivas e não conseguia, assim como o Paranoá, que, com mais pressão, buscava a virada. Mas, o lance que quase ocasionou o terceiro gol da partida veio da Coruja, nos acréscimos da primeira etapa com Geovane, que tentou finalizar, mas o goleiro Matheus foi ágil e defendeu o chute nos pés do volante.

Domínio do Paranoá e virada na segunda etapa

Na volta para o segundo tempo, o Paranoá retornou a todo vapor. Continuando no mesmo ritmo da primeira etapa, a Sucuri tocava bem a bola e pouco deixava o Capital agir na partida. Pressionando pelas pontas, os mandantes conseguiam finalizações próximas ao gol do goleiro Léo, com perigo.

A pressão do Paranoá continuava. E aos 29’ quase o gol da virada aconteceu. Após um lançamento do campo de defesa, Norton ficou cara a cara com o goleiro, tentou o drible, mas na hora da finalização, perdeu a oportunidade do segundo gol.

Com o passar do tempo, o Capital se demonstrava cansado e desestabilizado em campo. Esses fatores deixavam o Paranoá a vontade e perdendo muitas oportunidades da virada. Para acalmar o fôlego adversário, a Coruja parava a partida e fazia substituições para mudar a postura dentro de campo.

Foto: Gustavo Roquete/Capital C. F.

Porém, esse fator não adiantou e o Paranoá conseguiu a virada. Em mais uma pressão e toca de passes na entrada da área, aos 40 minutos, Paulinho, que havia acabado de entrar no jogo, finalizou no ângulo de Léo Rodrigues, sacramentando a virada na partida.

Buscando se redimir do prejuízo, o Capital tentava reagir na reta final da partida. Mas, mesmo com sete minutos de acréscimo do árbitro Gildevan Lacerda no final do jogo, a Coruja não conseguiu reagir e quase tomou o terceiro gol, após mais um contra-ataque, que deixou Daniel Guerreiro na cara do gol, mas o centroavante não conseguiu aproveitar a oportunidade, assim dando apito final à partida, com a vitória do Paranoá.

Sucuri alcança os três primeiros pontos

A vitória de virada sobre o Capital proporcionou os três primeiros pontos do Paranoá no campeonato. A equipe terá como desafio na próxima rodada o Taguatinga, domingo (30), às 15h30, no Defelê. Já o Capital, com apenas um ponto em dois jogos disputados, tenta a recuperação na tabela diante do Gama, no sábado (29), às 15h30, no estádio JK.

PARANOÁ 2

Matheus Damasceno, Vitinho, Codada, Willian 🟨 e Vandinho; João, Clécio, Regino e Norton (Paulinho ⚽) 🟨; Platini e Daniel Guerreiro ⚽. Técnico: Klésio Borges.

CAPITAL 1

Léo Rodrigues, Gabriel 🟨, Wallace, Max 🟨 e Felipe Assis; Paulo Henrique (Romário), Geovane e Charles (Grampola); Felipe Clemente ⚽ (Pedro Henrique), Roberto Pítio (Judson) e Sandy. Técnico: Vilson Tadei

Unaí abre frente, mas Brasília corre atrás e empate reina no Defelê

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Foto: Júlio Cesar Silva/FFDF

Descolados na tabela do Campeonato Candango BRB 2022, Brasília e Unaí se encontraram na tarde desta quarta-feira (26/1), no Estádio Defelê, na Vila Planalto, com objetivos distintos. Na parte inferior da classificação, os mineiros viam no jogo a chance de se recuperar após a derrota da estreia diante de um Colorado que buscava o segundo triunfo seguido. Em partida com bons momentos para ambos os lados, os mineiros abriram dois de frente, mas o time vermelho correu atrás e decretou o empate, por 2 x 2.

O início de jogo foi praticamente perfeito para o Unaí. Em menos de dez minutos, o time mineiro aproveitou duas situações ofensivas e abriu ótima vantagem no marcador. Com pouca inspiração, o Brasília conseguiu diminuir apenas na reta final do primeiro tempo. Nos últimos 45 minutos de jogo no Defelê, o time colorado conseguiu a igualdade ainda nas primeiras emoções com um gol contra do lateral Júlio. O lance, porém, foi a única bola na rede na etapa e ninguém saiu com a vitória.

Unaí faz gols rápidos

Nos primeiros minutos, Brasília e Unaí trocavam passes observando a postura rival. Aos cinco, porém, o panorama mudou quando os mineiros apertaram a saída de bola. Gabriel Almeida recuperou e deu passe com perfeição para Matheus Falero. O atacante olhou a posição do goleiro e bateu com categoria para abrir o placar. Com sete, os visitantes conseguiram um pênalti. Após cobrança rápida de escanteio, a bola bateu no braço da marcação e a arbitragem assinalou. Marcos Vinícius deslocou Roger Kath e ampliou.

Atordoado com os gols sofridos em sequência, o Colorado tinha a posse de bola, mas encontrava dificuldade para criar jogadas de perigo. Nos primeiros 20 minutos, o goleiro Edson não precisou fazer nenhuma intervenção. Quando apertava a marcação, o Unaí conseguia incomodar o Brasília. As bolas paradas do time maneiro também representaram perigo. O Avião chegou a ter uma sequência de escanteio, mas não aproveitou nenhum deles. Com 35, Adilson deu o primeiro chute de perigo pelo lado dos donos da casa.

Satisfeito com a vantagem, o Unaí se concentrava em marcar e reduzir os espaços. As bolas paradas em sequência, mesmo quando contrárias, ajudavam no objetivo dos mineiros e deixava o jogo morno. Sem espaço, o Colorado buscou lançamentos, mas todos foram sem direção. Nos acréscimos, o time verde teve uma baixa importante ao perder o Matheus Falero, machucado. Na sequência, o Brasília diminuiu. Em escanteio, Tairone cabeceou e Edson pegou à queima-roupa. No rebote, Matheus Johnson guardou.

Brasília iguala com gol contra

No segundo tempo, o Brasília voltou com o atacante Titico no lugar do lateral Adilson para ficar mais ofensivo. Porém, quem começou mais com a bola no pé foi o Unaí, que teve uma chance aos quatro. Gabriel Almeida cruzou e João de Deus chutou sem goleiro. Johnson se jogou na bola e salvou. Aos oito, o Colorado igualou em uma infelicidade mineira. Leandro Aguiar chegou pela esquerda e colocou na área. Júlio tentou cortar e empurrou contra o próprio patrimônio. Após o lance, o jogo ficou picado novamente.

Aos 18, o Brasília criou boa trama e ganhou falta na entrada da área, mas Leandro carimbou a barreira. com 21, o Unaí voltou ao ataque. Felipinho recebeu lançamento, mas o chute saiu sem força. Seis minutos depois, Titico recebeu no bico da grande área, limpou a jogada e finalizou com perigo, mas para fora. O Colorado seguiu em cima e Leandro parou em Edson após cabeçada. Assim como no primeiro tempo, o Avião mantinha a bola no pé e parecia mais perto da virada no Defelê. Os mineiros apostavam nos contra-ataques.

Aos 33, o zagueiro Vinícius fez um recuo arriscado de peito. Ligado, Kath agarrou. Com o passar do tempo, os times seguiam buscando espaços, mas sem muito sucesso. Depois dos 40, o Brasília parou duas vezes em Edson. Primeiro, Agrella tentou com a mão, o goleiro pegou e a arbitragem parou. Na segunda, Titico mandou forte e o arqueiro salvou de novo. Com o calor e o cansaço, nenhum dos times conseguiu voltar a ter bom momento no jogo e cada um levou apenas um ponto para casa.

BRASÍLIA 2
Roger Kath; Adilson (Titico), Tairone, Vinícius Machado e Matheus Rocha 🟨; Dadinho, Matheus Johnson ⚽ e Lucas P. 🟨 (João Agrella); Ian Carlos, Willian (Erick) e Leandro Aguiar. Técnico: Luís Carlos

UNAÍ 2
Edson; Lucas Arinos, Vidal 🟨, Vinícius e Júlio 🔴; Gabriel Almeida, Akin e Diogo Peixoto 🟨; João de Deus 🟨 (Kennedy) (Micael), Matheus Falero ⚽ (Oscar) (Felipinho) e Marcus Vinícius ⚽. Técnico: Guiba