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Após quatro anos, clássico candango volta a acontecer neste domingo (13/02)

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Foto: Editoria de Arte/DDE

Por Lucas Espíndola e Rayssa Loreen

O Campeonato Candango BRB 2022 será especial para os amantes do clássico local. Após alguns anos sem se enfrentarem pela competição, Brasília e Gama voltam a se encontrar no próximo domingo (13/02), pela sétima rodada da competição, no estádio Defelê. O grande jogo mexe com diversos torcedores que consideram, historicamente, o maior clássico do Distrito Federal. O Brasília lidera o histórico do confronto: são 104 jogos com 35 vitórias do Colorado, 31 do alviverde e 38 empates.

O último duelo entre os rivais foi pelo campeonato de 2017, ano em que o Brasília foi rebaixado para a Segundinha junto do Taguatinga. A partida ficou 1 a 0 para o Periquito. De lá para cá, o Colorado foi tentando se reerguer e voltar ao primeiro escalão do futebol local, conseguindo retornar na temporada anterior. Enquanto isso, o Gama conquistou alguns títulos na capital federal e representou o quadradinho em algumas competições nacionais, como na Copa Verde em 2020, quando foi vice-campeão.

No cenário atual, o Brasília está melhor colocado que o Gama, que vive um momento conturbado. O Colorado está no G4 e, se a primeira fase terminasse hoje, estaria classificado para o quadrangular semifinal do Candangão. Enquanto isso, o alviverde está na oitava colocação do certame, separado por apenas um ponto do Santa Maria, primeiro time da zona de rebaixamento. Com seis pontos, a equipe tem apenas três rodadas para tentar fugir da Segundinha. Até o momento, o Gama soma três empates, duas derrotas e apenas uma vitória.

Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

O que os torcedores podem esperar?

Após um bom jogo diante do Paranoá no Mané Garrincha pela sexta rodada, o Brasília entra mais forte no clássico diante do Gama. Caso o treinador Luís Carlos mantenha algumas modificações realizadas diante da Cobra Sucuri, o Colorado terá um bom poderio ofensivo e também defensivo diante do alviverde. No duelo anterior, a equipe vermelha foi a campo na formação 4-3-3 com um meio-campo bem encaixado e um ataque veloz pelas pontas.

Se o desenho tático for mantido, Titico jogará pela esquerda, onde foi muito bem anteriormente, enquanto Lucas Victor ou Ian Carlos irá atacar pela outra ponta e, no meio, Leandro Aguiar. Outra forma do Colorado surpreender o alviverde é com Íkaro, lateral-esquerdo mais ofensivo, que não tem medo de partir para cima e consegue se desvencilhar da marcação de forma rápida. O atleta também se entrega muito bem na defesa.

O Brasília possui uma meia cancha bem encaixada com o trio Dadinho, Johnson e Willian. Essa parte da equipe titular deve ser mantida, tendo em vista as atuações dos atletas em todo o Campeonato Candango. Outra posição que não deve ser alterada é a de goleiro. Luan Carlos atuou muito bem diante do Paranoá, evitando algumas oportunidades de gol da equipe adversária. Muito seguro, o camisa número um passa uma tranquilidade para os torcedores.

Foto: Lucas Bolzan/Distrito do Esporte

O Gama vive uma crise dentro e fora das quatro linhas. Na última quinta-feira (10/02), a equipe enfrentou o Santa Maria e empatou por 2 a 2 no estádio Serra do Lago, em Luziânia (GO). Nessa partida, o Gama foi pressionado e tomou gol logo nos minutos iniciais. O time ficou recuado durante todo o primeiro tempo e só conseguiu reagir no segundo, quando conseguiu empatar a partida.

Porém, fora dos gramados a situação também está difícil. À véspera do clássico, alguns jogadores ameaçaram não entrar em campo afirmando que a situação no clube não está fácil. A informação foi divulgada com exclusividade no Distrito do Esporte. A reportagem também apurou que os atletas não recebem pagamento desde dezembro e que eles se negaram a treinar na sexta-feira (11/02) e poucos treinaram neste sábado (12/02), pondo em xeque a participação no confronto frente ao Brasília.

Saiba Mais
Ou tudo, ou nada: jogadores dão ultimato à diretoria gamense
Jogadores do Gama fazem greve em véspera de jogo contra o Brasília

Torcedores Colorados confiantes

A reportagem do Distrito do Esporte ouviu torcedores do Brasília e Gama sobre o clássico da próxima rodada. Pelo lado Colorado, André Custódio falou sobre o jogo e a rivalidade. “Espero que tenha jogo (risos)”, brincou primeiramente. “Minha expectativa é pegar o Gama e aproveitar a fase ruim e arrancar os três pontos em cima deles, minha expectativa é sempre a vitória. Em relação ao Gama, que é a maior rivalidade do clube e a maior do DF historicamente falando, é sempre vencê-los e acabar empurrando eles para uma situação mais difícil”, complementou.

André aproveitou para elogiar a escalação do jogo passado e cutucar os rivais. “Seria uma grande satisfação tornar a vencê-los após tanto tempo e principalmente causando mais problema para eles. Eu espero um bom jogo, com o time titular sendo praticamente o mesmo contra o Paranoá, quero que as figuras que entraram se mantenham. Eu só voltaria com o Tairone, que pra mim é um xerife ali na zaga e é isso. Vitória e vitória, e afundar os caras na crise, para nós seria muito mais que três pontos conquistados, seria lavar a alma”, finalizou.

Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Outro adepto do Brasília ouvido pela reportagem, Luiz Antônio comentou sobre o clássico. “Meu pai deixou bem claro que o Gama era nosso maior rival. Eu cresci indo para o estádio sabendo disso. É o clássico do DF mais antigo ainda em atividade, nosso histórico contra o Gama já foi melhor, hoje deu uma piorada, mas temos condições de voltar”. Colorado desde pequeno, o torcedor analisou a temporada atual e contou sobre sua expectativa.

“Em relação à temporada atual, temos um time irregular, mas que já demonstrou o seu valor. Já vencemos o primeiro clássico do ano diante do Brasiliense, uma vitória maiúscula. O Gama não tá numa fase muito boa, cheio de problemas, com falta de dinheiro e estrutura, então eu estou animado e acho que domingo faremos um ótimo jogo. É a chance do Brasília mostrar a que veio. Se vencermos o Gama, colocamos eles em uma situação complicada para a permanência deles na primeira divisão e praticamente assina o nosso passaporte para a próxima fase do campeonato. Eu já estou ansioso, super animado!”, concluiu.

Adeptos gamenses também comentam sobre o clássico

A situação do Gama não é das melhores. Assim, a torcida não sabe o que esperar do time no clássico contra o Brasília. A torcedora Giulianny Costa, de 20 anos, falou que está nervosa já que o Brasília começou a reagir e está forte no campeonato, enquanto o Gama precisa acordar. “Por mais que as expectativas estejam baixas, nós acreditamos até o último minuto que essa fase ruim vai passar”, garantiu a gamense. Ela acredita, ainda, que o time vai sair desse cenário e voltar à elite do futebol.

Por outro lado, o companheiro de arquibancada, Michael Rangel, está com as expectativas altas para a partida contra o Colorado. “O que esperamos quando falamos de Gama x Brasília é um jogo pegado, com muita rivalidade em campo e vontade de vencer”, diz o torcedor.

O torcedor alviverde espera uma vitória do Gama no clássico e reforça dizendo que seria importante para o time sair “dessa situação, desse vexame de um possível rebaixamento”. Além disso, Michael também lembra do histórico entre as equipes, favorável ao Brasília: “temos que ganhar porque nosso retrospecto contra eles não é bom”, falou.

Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Campeonato Candango BRB 2022

7ª rodada*

Gama x Brasília
Domingo – 13/02 – 15h30 – Estádio Defelê

*O confronto entre as equipes será com portões fechados devido ao decreto do Governo do Distrito Federal.

Luiz Estevão vai comentar arbitragem em clássico com o Ceilândia

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reprodução instagram do Brasiliense

Por Bruno H. de Moura

Luiz Estevão de Oliveira Neto será o analista de arbitragem no clássico entre Brasiliense e Ceilândia neste domingo (13/02) às 16h no estádio Abadião, na Ceilândia. O Presidente do Jacaré estará na transmissão da partida.

O Brasiliense publicou em suas redes sociais um flyer com a equipe de transmissão do jogo pela Rádio e TV Brasiliense. A narração será de Esdra Alves, os comentários de Ramon Villar, as imagens de Eduardo Beralto e os comentários de arbitragem por Luiz Estevão.

Luiz Estevão decidiu comentar arbitragem no jogo por estar sendo citado várias vezes nas súmulas dos jogos do Brasiliense pela arbitragem por reclamação. O entendimento seria de que já que a arbitragem relata as palavras de Estevão sobre a arbitragem, que seria mais justo comentá-las oficialmente.

A transmissão entra no ar 30 minutos antes da bola rolar e pode ser acompanhada pelo youtube do time: https://www.youtube.com/watch?v=ktEwHsAz8vs

Empate amargo: Paranoá pode sair do G4 e Luziânia segue na zona da degola

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Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Por João Marcelo Pepi

A sétima e antepenúltima rodada da fase de classificação iniciou neste sábado (12/02) com o confronto entre Paranoá e Luziânia no estádio Defelê, na Vila Planalto. Na última colocação e precisando pontuar para tentar se livrar do rebaixamento. Já o Paranoá, terceiro colocado, buscava a vice-liderança e a manutenção no G4. O duelo de extremos no Campeonato Candango BRB terminou tudo igual, 1 a 1 com gols de Pelézinho para o Luziânia e Michel Platini pelo lado do Paranoá.

A primeira etapa iniciou com muita velocidade, mas as muitas faltas não deixavam o jogo fluir. Seguindo essa toada, Paranoá e Luziânia não levaram perigo ao gol adversário. O segundo tempo contou com mais emoção. A Igrejinha abriu o placar com Pelézinho depois da lambança do zagueiro Willian. Porém, poucos minutos depois a Cobra Sucuri empatou de pênalti com Michel Platini. Com o resultado, o Paranoá segue na terceira posição, mas pode ser ultrapassado por Brasília e Brasiliense. O Luziânia fica mais próximo da Segundinha.

Jogo veloz, mas inofensivo

O Paranoá foi a primeira equipe a chegar ao gol adversário, aos oito minutos. Klécio cobrou falta de longe, mas Gabriel defendeu com tranquilidade. Três minutos depois, Daniel Guerreiro tabelou com Michel Platini, mas na hora da finalização pegou forte e a bola subiu. Próximos dos 30 minutos, Klécio fez ótimo cruzamento e Michel Platini cabeceou tirando tinta da trave direita de Gabriel. Dois minutos depois, Daniel Guerreiro limpou a marcação, bateu rasteiro e por pouco não abriu o placar.

Aos 39′, Vandinho achou Daniel Guerreiro pelo lado esquerdo de ataque. O centroavante do Paranoá recebeu, limpou o zagueiro e bateu cruzado em mais um lance perigoso da Cobra Sucuri. O jogo seguiu com muita velocidade, mas as defesas bem postadas não deixavam o perigo chegar nos seus arqueiros. Desse modo, o confronto seguiu até os 48′ quando o árbitro da partida sinalizou o fim da etapa inicial e as equipes desceram ao vestiário com o placar zerado no estádio Defelê.

Foto: Lucas Bolzan/Distrito do Esporte

Em intervalo de dez minutos foram dois gols

Incisivo na busca para abrir o placar, Vitinho recebeu passe e, livre dentro da área, furou, perdendo ótima oportunidade de gol. Aos 13′, Gustavo Melo cobrou falta de longe com muita força e viu a bola passar perto do gol de Matheus. No minuto seguinte, China rolou para o meio, Pelézinho fez bom corta luz e Felipe chutou para o gol, mas a bola desviou na defesa do Paranoá. Com 16′, Norton cobrou escanteio, Michel Platini subiu mais que todo mundo e cabeceou para o gol, mas Gabriel evitou o gol.

Três minutos depois, Pelézinho fez bagunça na lateral direita de ataque e rolou para Ferrugem. O meia limpou o zagueiro e bateu no meio do gol, facilitando a defesa de Matheus. Com 22′, Daniel Guerreiro recebeu passe, fez o pivô, bateu forte no meio e Gabriel defendeu em dois tempos. No minuto seguinte, Michel Platini achou Daniel Guerreiro, que avançou, chutou de direita e Gabriel defendeu novamente. No rebote, Daniel Guerreiro chutou de esquerda, mas isolou.

Com 26′, o Luziânia atacou pelo lado direito de ataque com Ronalty. O lateral cruzou, Ferrugem disputou com a zaga e na tentativa de chutar para frente, Willian acertou Pelézinho e a bola entrou no gol, abrindo o placar para o Luziânia. Pouco menos de dez minutos depois, o empate do Paranoá. Michel Platini cobrou pênalti com muita força e Gabriel não conseguiu defender, deixando tudo igual no Defelê. Aos 38′, Daniel Guerreiro avançou pela direita e chutou forte dando trabalho para Gabriel.

Luziânia agoniza e Paranoá segue na briga pelas semifinais

Quase rebaixado, o Luziânia precisa pontuar nas próximas rodadas para não jogar a Segundinha em 2023. Com apenas dois pontos conquistados, a equipe goiana segue na última colocação, quatro pontos atrás do Gama, primeira equipe fora da zona de rebaixamento.  Já o Paranoá chegou a 11 pontos e ocupa o terceiro lugar. Na próxima rodada, o time de Goiás enfrenta o Gama na quarta-feira (16/02) às 15:30 no estádio Serra do Lago. Uma hora depois a Cobra Sucuri enfrenta o Unaí no Urbano Adjuto, em Minas Gerais.

Paranoá 1
Matheus; Vitinho 🟨 (David 🟨), Gustavo, Willian 🟨, Vandinho; João, Klécio 🟨 (Maldonado), Norton (Fabinho), Regino; Daniel Guerreiro 🟨 e Michel Platini ⚽.
Técnico: Klésio Borges

Luziânia 1
Gabriel; Boi (Brendo), Gustavo Melo, Perivaldo, Ronalty; Felipe, Diogo (Ferrugem 🟨), Rodrigo Menezes (Adalto), Thompson (Robinho); Pelézinho ⚽ (Wesley) e China 🟨.
Técnico: Ricardo Antônio

Felipe Clemente comanda vitória do Capital sobre o Unaí pelo Candangão

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Foto: Gustavo Roquete/Capital C.F.

Por Lucas Espíndola

Em momentos distintos dentro do Campeonato Candango BRB, o Capital recebeu o Unaí no Estádio JK, localizado no Paranoá. Numa crescente muito boa dentro do certame, os donos da casa não deram chance ao adversário, vencendo por 3 a 1. Com este resultado, o time azul e branco se isola na segunda colocação, com 14 pontos conquistados. Já o Verdão Mineiro continua brigando para não cair para a Segundinha do Candangão.

O jogo começou com pressão do Capital. Mostrando quem manda no JK, o Coruja buscou o primeiro gol desde os minutos iniciais. Felipe Clemente foi responsável por balançar as redes do adversário para o mandante. O atacante marcou duas vezes, abrindo uma ótima vantagem logo na primeira etapa. O dianteiro fez ainda o terceiro gol do Capital, no segundo tempo. O Unaí conseguiu diminuir com Paulo Rener, em cobrança de falta.

Foto: Gustavo Roquete/Capital C.F.

45 minutos de pressão do Capital

Jogando em casa, o Capital tratou de tomar a iniciativa. A primeira chance de gol foi do Coruja, com um minuto de jogo. Felipe Clemente fez uma jogada pela direita, invadiu a área e bateu cruzado para o gol, Edson fez a defesa. Em seguida, Gabriel arriscou de longe, o arqueiro do Unaí tentou encaixar, a bola escapou e quase entrou no gol, mas o goleirão conseguiu recuperar e evitar o primeiro tento da partida.

Após boas chegadas e pressão dos donos da casa, o Unaí teve uma primeira oportunidade aos 12 minutos, mas Filipinho mandou a cobrança de falta nas mãos de Léo Rodrigues. Em seguida o Capital abriu o placar. Judson disputou a pelota na entrada da área, a bola sobrou nos pés de Felipe Clemente, que fuzilou para a meta verde, sem chances para Edson, 1 a 0. Aos 15′, João de Deus arriscou de longe, a redonda passou por cima do travessão do gol adversário.

Todas as chegadas dos visitantes foram de chutes de fora da área. Aos 21′, novamente de longe, Vinicius bateu falta, a bola acabou passando pela linha de fundo. Após o jogo ter caído o ritmo, os donos da casa voltaram a balançar as redes aos 33′. Após boa jogada, Felipe Clemente tabelou, recebeu a bola alta dentro da área e, sem deixar cair no chão, o camisa número 11 meteu um bico para o fundo das redes, 2 a 0.

Aos 42′, Gabriel tomou um cartão amarelo após dura falta em cima do Rezende, chance para o Unaí diminuir a vantagem. João de Deus cobrou a falta, jogando a bola nas arquibancadas do Estádio JK. Três minutos depois, Micael arriscou da entrada da área, a pelota passou ao lado direito do gol de Léo Rodrigues. Aos 47′, Felipe Clemente recebeu sozinho na risca da pequena área, o atacante bateu de primeira e isolou. Aos 49′, o árbitro encerrou a primeira etapa.

Foto: Gustavo Roquete/Capital C.F.

Segundo tempo

Na volta dos vestiários, a primeira oportunidade de gol foi do Unaí. João de Deus arriscou da intermediária, Léo Rodrigues espalmou para fora. Quando o relógio marcava quatro minutos, após bola cruzada na área, a bola foi escorada para Grampola, o centroavante, sozinho, finalizou em cima do arqueiro Edson. Três minutos depois foi a vez de Romarinho, que arriscou pelo lado esquerdo do campo de ataque, mas a pelota ganhou altura e saiu pela linha de fundo.

Aos nove minutos, Felipe Clemente marcou um hat trick na partida. O atacante recebeu sozinho na esquerda e, com toda calma do mundo, finalizou tranquilo para o gol, sem chances para Edson, 3 a 0. Em seguida, Paulo Rener respondeu para o Unaí, mas a bola acabou balançando as redes pelo lado de fora. O técnico Édson Porto não pensava em recuar. Aos 23′, o comandante colocou mais dois atacantes, Pedrinho e David Souza.

Aos 30′, Paulo Rener diminuiu para os visitantes. O atacante cobrou falta, a bola desviou na barreira e enganou o goleiro Léo Rodrigues, 3 a 1. Aos 35′, Tavares cruzou pelo lado direito, David Souza pegou de primeira dentro da área, mas o atacante pegou mal e isolou a pelota. Aos 45′, Brendon, do Unaí, chutou de longa distância, a redonda passou por cima da meta de Léo Rodrigues. Aos 49′, o árbitro deu números finais a partida.

O que vem por aí

A próxima rodada será realizada durante a semana. Capital e Unaí voltam a campo na quarta-feira (16/02). O Coruja vai até o Estádio Abadião enfrentar o Ceilândia, às 16h00. Meia hora mais tarde, o Verdão Mineiro recebe no Urbano Adjuto a equipe do Paranoá, que briga na parte de cima da tabela.

Capital 3
Escalação: Léo Rodrigues; Gabriel 🟨 (Tavares), Juan Pablo, Emerson e Romarinho; Wallace, Sandy e Charles (Pedrinho); Judson (Geovane), Clemente ⚽⚽⚽ (Roberto Pítio) e Grampola (David Souza).
Técnico: Édson Porto

Unaí 1
Escalação: Edson; Lucas Arinos, Vidal (Rezende), Vinicius e Pedrão (Madson); Gabriel 🟨, Akin (Gabriel Nascimento), Micael e Filipinho (Paulo Rener ⚽); Matheus Falero e João de Deus (Brendon).
Técnico: Emerson Matheus

Brasiliense e Gama fora do G4? Saiba há quantos anos isso não acontece

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Por Maurício Carvalho

Acostumados às glórias de outrora, os dois maiores campeões do Distrito Federal vivem um momento conturbado. O Gama atravessa uma grave crise política e financeira. Correndo sérios riscos de ser rebaixado da elite do futebol candango pela primeira vez em sua história, o elenco não recebe salário desde dezembro e entrou em greve nesta última semana. Já o Jacaré, atual campeão, apostou na manutenção do elenco da temporada anterior, e ainda não embalou. São três vitórias em seis jogos,  aproveitamento de apenas 50%. Devido ao desempenho e as constantes críticas da torcida, um novo treinador  foi contratado, com a missão de garantir uma vaga no quadrangular semifinal (no momento o Brasiliense é o 5° colocado).

Faltam apenas três rodadas para o fim da primeira fase, e o quadrangular semifinal do Candangão pode ficar sem ao menos um dos dois últimos representantes da capital federal na elite do futebol. Desde a primeira aparição do Jacaré na primeira divisão do Futebol de Brasília, em 2001, somente o segundo turno da edição de 2012 não contou com nenhum dos dois gigantes.

Taça Mané Garrincha

Em 2012, o Candangão foi divido em dois turnos: Taça JK e Taça Mané Garrincha. O Gama não conseguiu chegar às semis em nenhuma das etapas daquela edição. Já o esquadrão amarelo disputou a semifinal da Taça JK (1° turno) contra o Ceilândia, e foi eliminado com um empate (o regulamento prévia vantagem ao time com melhor campanha na fase de grupos). Pela Taça Mané Garrincha (2° turno), Ceilândia, Legião, Sobradinho e Capital avançaram, e disputaram a vaga para a final do segundo turno. Na decisão do campeonato, o Ceilândia bateu o Luziânia.

Recorde, e Taguatinga campeão

Antes da aparição do Brasiliense em competições oficiais, em 2001,  o Periquito esteve entre os quatro melhores em oito edições consecutivas (1993 à 2000). Em 1992, oito equipes disputaram o troféu, em dois turnos, com jogos de ida e volta. O Taguatinga derrotou o Tiradentes para ficar com o título do primeiro turno e não houve necessidade do quadrangular final, pois a águia também venceu o segundo turno, a vítima da vez foi o Brasília. Os quatro melhores times daquele ano foram Taguatinga, Brasília, Tiradentes e Guará. Destaque para Joãozinho, artilheiro do Taguatinga naquele ano, marcou 25 gols na campanha do título de 92, e se tornou o jogador com mais gols em uma única edição, recorde jamais quebrado.

Joãozinho / Almanaque do Futebol Brasiliense

 

Verde e Amarelo em apuros

O periquito empatou com o Santa Maria no Estádio Serra do Lago, e no momento tem apenas sete pontos, um a mais que o próprio Santa Maria, primeira equipe na zona de rebaixamento. Faltam três jogos para o alviverde encerrar sua participação no campeonato, e a atual pontuação dificulta uma classificação para a próxima fase. O Gama terá pela frente: Brasília em casa (jogo pode não acontecer, pois os jogadores ameaçam não ir a campo devido à atraso de salários), Luziânia fora e Unai em casa. As partidas contra os times do Entorno do DF serão confrontos diretos na luta contra o rebaixamento.

O Brasiliense tem a situação menos preocupante. Entretanto, um time com tamanho investimento, ficar sem calendário para a temporada seguinte altera todo o planejamento. O jacaré é o quinto colocado, e se encontra com um ponto a menos que Brasília e Paranoá. Mas a equipe dos Estevãos terá difíceis desafios pela frente.

Na próxima rodada o adversário será o líder Ceilândia, invicto e muito próximo da classificação antecipada para o quadrangular semifinal. Em caso de tropeço o Brasiliense não dependerá mais de suas próprias pernas para avançar de fase. Posteriormente, o jogo contra o Taguatinga, ainda ameaçado pelo rebaixamento e na última rodada confronto direto diante do Capital.

Brasília x Ceilândia se enfrentarão no Estádio Abadião, às 16hrs no domingo (13/02), com transmissão da TV Eleven. No mesmo dia, mas às 15:30hrs, o Gama encara o Brasília, no estádio Defelê.

Ou tudo, ou nada: jogadores dão ultimato à diretoria gamense

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Foto: Danilo Queiroz/Distrito do Esporte

Por João Marcelo Pepi e Lucas Bolzan

A situação administrativa do Gama SAF está se tornando pior a cada dia. Na última sexta-feira (11/02), os jogadores do clube não compareceram ao trein+amento e informaram à diretoria que não entrariam em campo no próximo domingo (13/02) no confronto frente ao Brasília. Neste sábado (12/02), o presidente Weber Magalhães entrou em contato com os atletas para tentar um acordo e o clube não sofrer WO na sexta rodada do Campeonato Candango BRB 2022.

Em áudio obtido pela equipe do Distrito do Esporte, Weber disse que procurou os atletas e tentou resolver a situação, mas os próprios jogadores informaram o acordo com Leonardo Scheikman. “Nós fomos aos jogadores e propusemos que eles assinassem um documento informando que eles não estavam recebendo salário. Eles disseram que não precisavam, pois, haviam acertado com o Léo (Leonardo Scheikman) e ele ficou de pagar dia 10. No jogo contra o Capital, o Filipe Cirne confirmou que fizeram um acordo com o Léo e que dia 10 seriam pagos”, falou.

O presidente do Gama ainda complementou dizendo que não fez promessa alguma, mas não deixou faltar nada aos seus jogadores. “Eu não prometi nada a eles. Eu e Arilson (Machado, diretor financeiro) estamos dando suporte com tudo, concentração, ônibus, tudo. Não faltou nada para os caras. Mas eles fizeram o acordo com o Léo”.

Com a greve dos atletas, realizada na última sexta-feira (11/02), Weber pediu mais tempo para ser viável um acordo e os jogadores participarem do próximo compromisso do clube. “Ontem fiquei uma hora no telefone com eles (jogadores) e disse: eu não pedi nada a vocês, só estou pedindo hoje. Em vez de não entrar em campo amanhã, espera mais dois dias para a gente poder resolver aqui essa questão. Pois, vocês deixaram a gente em cima da hora para resolver, em uma sexta-feira”, reclamou.

O mandatário gamense ainda relembrou a procura por uma solução do problema e protestou contra a postura dos jogadores. “Naquela briga de não pagar salários, eu disse a eles que estava correndo atrás e me disseram que não precisava porque já tinham acordado com o Léo, e confiavam nele. Aí chega dia 10, o senhor Léo não paga e eles fazem greve. Ontem eu falei com eles “pô, vocês jogam quinta-feira e na sexta dizem que vão parar? Vocês fazem acordo com o Léo, ele não paga vocês e agora querem prejudicar o clube? Pô, não é justo”. Não querem treinar para chamar a atenção? Tudo bem, mas joguem domingo e me deem mais dois dias para resolver”, indagou.

Weber também comentou que procurou ajuda política. “Acabei de falar com o Eduardo Pedrosa (deputado distrital pelo PTC-DF) e ele está tentando falar com o Léo. Ele sabe de toda a história e está ajudando a gente demais. Ele queria saber o que o Léo tinha adiantado e eu respondi que nada. Eu acho que ele colocou um valor pequeno na conta e nós estamos correndo atrás”, revelou.

Além de Eduardo Pedrosa, o presidente disse ter uma reunião na manhã deste sábado (12/02) e que tentará uma nova ajuda. “Agora 11h eu tenho um encontro com um amigo meu e ele vai tentar ver se resolve alguma coisa também. Eles (jogadores) fizeram acordo para receber dia 10, não receberam e querem empurrar para cima da gente”, queixou-se.

Jogadores dão prazo para resolução de salários

Na manhã deste sábado (12/02), a reportagem do Distrito do Esporte esteve presente no CT Ninho do Periquito e apenas alguns jogadores se apresentaram para o treinamento. Os atletas presentes eram os que residem na proximidade do centro de treinamento. Segundo os atletas, o prazo para o acerto dos salários é até 12h do próximo domingo (13/02). Com isso, não haverá concentração para a partida frente ao Brasília, válida pela sexta rodada do Candangão BRB.

Caso a diretoria dê uma posição positiva para os atletas, eles entram em campo. Se não derem um retorno favorável, os jogadores não vão a campo e a equipe sofrerá WO. A diretoria gamense tenta convencer pelo menos 14 atletas a jogarem o próximo confronto e o clube alviverde não ser prejudicada.

Recém-chegado, Celso Teixeira fala em melhorar performance do Brasiliense

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Celso Teixeira
Foto: Luã Tomasson/Brasiliense F. C.

A quinta-feira (10/2) foi de novidade no comando técnico do Brasiliense. Após seis rodadas oscilando sob a batuta de Reinaldo Gueldini, o Jacaré não se encontrou no Campeonato Candango BRB 2022 e optou por mexer na direção do elenco profissional. Com isso, contratou o técnico Celso Teixeira, ex-ASA-AL, para liderar a equipe na tentativa de defender o título local conquistado em 2021. Com nove pontos, o clube amarelo está em quinto e fora da zona de classificação para o quadrangular semifinal.

Na passagem pelo time alagoano, Celso Teixeira vinha tendo bons resultados. Em 2022, ele liderava o clube na disputa da Copa Alagoas e no Campeonato Alagoano. No primeiro torneio, a equipe de Arapiraca venceu o CRB, na quarta-feira (9/2), por 3 a 0, no jogo que acabou sendo a despedida do treinador, e lidera o grupo A, com dez pontos. No Estadual, a campanha de duas vitórias em três partidas na primeira fase rendeu um segundo lugar na classificação geral, atrás somente do CSA, com nove pontos.

O bom desempenho na largada da temporada deixa Celso Teixeira animado em fazer um bom trabalho no Brasiliense. “A expectativa é a melhor possível. Principalmente, vindo para um time de camisa. Um time grande, com grandes jogadores e uma estrutura invejável, que eu não conhecia de perto. Muito feliz com isso. Agora, é melhorar a performance da equipe, para que ela atinja o objetivo de classificar e posteriormente disputar o quadrangular final”, prospectou em vídeo divulgado pelo clube.

O novo treinador amarelo deu o primeiro treino logo no dia de chegada. Além dos trabalhos em campo, ele conversou com o grupo do Brasiliense. O bate-papo visa suprir o pouco tempo até a possível estreia no Jacaré. Se for regularizado a tempo no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ele poderá dirigir o time da área técnica no domingo (13/2), às 16h, contra o Ceilândia. A partida diante do líder do Candangão 2022 é uma das três últimas do clube amarelo na primeira fase do torneio local. Na reta final, a equipe pega Taguatinga e Capital.

Pelo NBB, Cerrado Basquete perde para o União Corinthians em casa

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Foto: Campina/@galeranafoto

Por Lucas Espíndola

Em mais uma rodada do segundo turno do Novo Basquete Brasil (NBB), o Cerrado recebeu o União Corinthians. Ambas as equipes chegaram ao Ginásio da Asceb com resultados diferentes na última quarta. Enquanto os donos da casa venceram o Caxias, os visitantes haviam perdido para o Brasília Basquete. Com diversos erros durante toda a partida, o Cerrado não conseguiu impor seu jogo, saindo derrotado pelo placar de 73 a 55.

A primeira parte do confronto teve dois momentos distintos. No primeiro quarto, as equipes erraram bastante no ataque, deixando o placar super baixo ao término dos 10 minutos iniciais. Já no período seguinte, o duelo começou a ficar quente, com o placar empatado no intervalo. A volta dos vestiários foi muito importante para a equipe visitante, que de forma elétrica abriu uma boa vantagem no placar, se mantendo até o final do confronto.

Sono tomou conta nos 10 minutos iniciais

O confronto na noite desta sexta-feira (11/02) teve um início com muitos erros. A primeira bola convertida foi do União Corinthians, com Gillard. Depois da primeira conversão de pontos, os dois times erraram muitos ataques, principalmente os donos da casa. Com o relógio marcando cinco minutos, o número de pontos estava baixo: seis a três para o Cerrado.

O quarto foi se arrastando e os erros foram prosseguindo durante o passar do tempo. Restando três minutos para o fim do período, Serjão impediu a virada dos visitantes após dar um tocaço em Malachias. Faltando alguns segundos para o término, o União Corinthians passou na frente, com uma cesta de três convertida por Assmann. Thorton respondeu em seguida: nove a oito para os visitantes.

Foto: Campina/@galeranafoto

Segundo quarto equilibrado

Thorton deu as boas vindas ao segundo quarto com uma bola de três nos segundos iniciais. Logo em seguida Duda empatou para o time do Sul. O confronto estava mais acirrado que os 10 minutos iniciais. Faltando seis minutos para o intervalo, o placar marcava um empate, 17 a 17. Com cinco no relógio, Malachias tratou de botar o União Corinthians na frente, 19 a 17.

Pelo Cerrado, o melhor jogador era Thorton. O camisa número zero chamou a responsabilidade desde o primeiro quarto, anotando mais de 60% das cestas que o time verde convertia. Pouco menos de três minutos para o intervalo, Dawkins colocou os donos da casa na frente, 22 a 21. Com um final de quarto equilibrado, o marcador foi empatado para os vestiários: 25 a 25.

União Corinthians deslancha na volta do intervalo

Quem tomou conta do início do terceiro e penúltimo quarto foi o União Corinthians. A equipe marcou sete pontos consecutivos, abrindo 32 a 25 e obrigando o treinador do Cerrado a pedir tempo. O pedido não surtiu efeito, já que os donos da casa não conseguiram pontuar prontamente e viram os visitantes abrirem mais vantagem no placar. A primeira pontuação do Cerrado no período foi com Serjão, 35 a 27.

Com cinco minutos no relógio, o União Corinthians abriu a maior vantagem na partida até então. Após lances livres de Teichmann, os visitantes colocaram 11 de vantagem: 40 a 29. Com a continuidade da pressão do time do Sul até o fim do quarto, o placar se manteve favorável à eles: 53 a 37.

Foto: Campina/@galeranafoto

Visitantes se mantêm na frente do placar

O Cerrado teve a chance de diminuir o placar logo de cara, mas Thorton errou uma cesta de três. Logo em seguida foi marcada uma falta antidesportiva, onde a equipe converteu um lance. Só que o adversário não estava morto, e ainda contava com uma boa vantagem no marcador. O placar do quarto apontava os donos da casa melhores no último período, só que os erros dos 10 minutos iniciais voltaram à tona.

Mesmo com o Cerrado diminuindo a vantagem, os donos da casa não conseguiam encostar novamente no placar, deixando o União Corinthians com uma tranquilidade boa no marcador. Sendo assim, o time do Sul do país conseguiu sair vitorioso da partida, com o marcador em 73 a 55.

Destaques da partida

Pelo lado do Cerrado, Thorton foi o nome da partida. Aparecendo bastante e chamando a responsabilidade para si no ataque, o jogador foi o cestinha dos donos da casa no jogo. No União Corinthians, Gillard foi quem comandou a pontuação, ao lado de Malachias, que teve um ótimo aproveitamento nos arremessos enquanto esteve em quadra.

O que vem por aí

O Cerrado Basquete volta a quadra no próximo dia 18/02. O confronto será fora de casa, contra a equipe do Mogi. O duelo está marcado para às 20h. Já o União Corinthians joga no dia seguinte, só que com mando de quadra a favor. A partida é contra o Unifacisa.

Cerrado Basquete 55
União Corinthians 73

Seleção Água Mineral Orgânica da Rodada #6 – Campeonato Candango 2022

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Editoria de Arte/Distrito do Esporte

Após o término de cada rodada do Campeonato Candango 2022, o Distrito do Esporte apresenta a Seleção Água Mineral Orgânica da Rodada, um esquadrão eleito pelos jornalistas do portal e convidados, que tiveram a missão de indicar os melhores de cada posição na rodada. A escolha dos jogadores que integram o esquadrão de cada um dos certames do torneio local é baseada unicamente no desempenho das atletas e times durante as partidas da competição.

Para ficar ainda melhor, os leitores do Distrito do Esporte também podem interagir e participar na escolha do Craque da Rodada. Ao fim desta matéria, uma enquete estará disponível para você poder escolher seu atleta preferido e votar nele quantas vezes quiser. O vencedor da votação pública será divulgado na matéria da Seleção Água Mineral Orgânica da Rodada subsequente e nas redes sociais do site. Vale lembrar que para votar no Craque da Rodada, é preciso estar conectado à conta Google.

Nas partidas da sexta rodada do Candangão, Brasília, Capital, Ceilândia, Gama, Santa Maria e Unaí emplacaram jogadores na Seleção Água Mineral Orgânica da Rodada. Desta forma, o time ficou formado com Luan Carlos (Brasília); Gabriel (Capital), Fernandinho (Ceilândia), V. Machado (Brasília) e Íkaro (Brasília); Wallace (Capital), Judson (Capital) e Thiago Magno (Santa Maria); Matheus Falero (Unaí), Titico (Brasília) e Iacovelli (Gama). Édson Porto (Capital) foi escolhido como o melhor técnico.

Vote no Craque da Rodada

Craques das rodadas

#1 – Gabriel Henrique (Ceilândia) – 41% dos votos
#2 – Felipe Mosquete (Gama) – 89,9% dos votos
#3 – Gabriel (Luziânia) – 45,9% dos votos
#4 – Wallace (Capital) – 32,7% dos votos
#5 – Gustavo (Paranoá) – 69,7% do votos

 

Unaí trabalha forte para respirar com tranquilidade no Candangão

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Foto: Ana Castro/Unaí E. C.

Por Lucas Bolzan

Após conquistar a primeira e importante vitória no Candangão 2022 em cima do Brasiliense na última quarta-feira (09), o Unaí injetou no elenco muito ânimo e determinação para ficar de vez longe da zona de rebaixamento. O treinador Emerson Matheus, aproveitando esse pequeno intervalo de um jogo para o outro, visou corrigir alguns detalhes para seguir firme na competição.

“Treinamos hoje pela manhã e focamos no tático. Organizamos alguns detalhes de bola parada para elevar mais ainda a auto estima dos atletas. Eles (os jogadores) estão conscientes de tudo, estão cientes que esse jogo contra o Capital vai ser muito difícil, mas seguimos firmes e lutar até o final”, ressaltou com exclusividade ao Distrito do Esporte.

Foco na defesa

Com 33% de aproveitamento e apenas 6 pontos conquistados, o alviverde mineiro quer aproveitar as últimas partidas para consolidar sua permanência na elite do futebol do DF. E com essa meta, a equipe vem ao DF para o importante duelo contra o Capital, amanhã, às 15h30, no JK.

Equipe treinando no estádio Urbano Adjuto. Foto: Ana Castro/Unaí E. C.

Porém, um ponto que Emerson observou foi o vacilo da equipe no sistema defensivo, tendo em vista da última partida, onde, vencendo por 3 a 0, deixou o Brasiliense fazer dois gols na reta final da partida. Ele salientou isso com os atletas para não repetir nos confrontos seguintes.

“A bola parada tem que ser treinada no sistema defensivo. Muitos jogos estão sendo decididos assim. Dei muita atenção para essa situação e circunstância para que erros não aconteçam mais, principalmente em termos de posicionamentos e funções dos atletas”, completou.