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Gama dá “jeitinho” e Wendel Lopes assume presidência do clube

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Foto: Reprodução/Instagram

Por Bruno H. de Moura

Em maio de 2021 o Distrito do Esporte anunciou que Wendel Lopes, eleito em 2020 como 2º Vice-presidente da Sociedade Esportiva do Gama abria mão do seu cargo no conselho executivo do clube.

À época, Wendel justificava sua saída por conta de “toda a irresponsabilidade financeira cometida em 2020 que levou o Gama ao maior endividamento de sua história. Saio com a sensação de dever cumprido, mas também com o sentimento de que ainda tinha muito a ser feito”. O DDE noticiou, à época, o desligamento do VP do time.

Porém, na manhã de hoje, a página oficial do Gama no instagram soltou nota informando que Wendel assumiu a presidência do clube, mesmo tendo comunicado, há 11 meses, seu desligamento do cargo de vice-presidente.

Na sequência, uma portaria, assinada apenas pelo presidente do Conselho Deliberativo, Miguel Peres, que deveria ter assumido a gestão do clube até a convocação de novas eleições, informa que o Conselho homologava a renúncia de Weber Magalhães e Arilson Machado, e um afastamento de Wendel.

Segundo a portaria, o clube converteu a renúncia de Wendel em afastamento por tempo indeterminado, ainda que ele tenha no ofício 017/2021 de 25 de maio de 2021 informado sua renúncia ao cargo. Ou seja, na prática, o time anula a renúncia, empossa Wendel e não convocará, por enquanto, eleição para o cargo máximo do time.

O documento de hoje ainda diz que o conselho deliberativo “isenta o 2º Vice-presidente da Sociedade Esportiva do Gama dos atos praticados pela Diretoria Executiva durante o período de afastamento e licenciamento, nos termos da legislação vigente e do Estatuto”.

Por fim, monocraticamente, Miguel Peres interrompe a licença de Wendel e lhe impossa como novo presidente do Gama, além de convocar assembleia para preencher os cargos de 1º e 2º Vice-presidentes.

Brasiliense divulga o valor dos ingressos para a primeira partida da final

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Ceilândia Brasiliense
Foto: Alan Rones

A grande final do Campeonato Candango BRB está se aproximando. O campeão será definido após dois jogos, que serão realizados nos próximos sábados, dias 2 e 9 de abril. Os dois jogos serão realizados no Estádio Maria de Lourdes Abadia, o Abadião. O primeiro confronto terá como mandante o Brasiliense. A diretoria do Jacaré divulgou nas redes sociais os valores dos ingressos para a finalíssima.

O preço cobrado para os torcedores do Brasiliense e Ceilândia será de apenas R$ 5,00 (cinco reais). O valor é o mesmo que o Jacaré cobrou nas partidas do quadrangular semifinal do Candangão BRB. A única vez que aconteceu da diretoria amarela cobrar uma quantia menor, foi na estreia do clube na competição local, diante do Paranoá, no Abadião. As entradas serão vendidas nas bilheterias do estádio no dia do jogo.

Vale ressaltar que apenas a torcida do Brasiliense poderá comparecer na tarde deste sábado no primeiro jogo da final. Ficou decidido que ambas as partidas terão torcida única, com a do Jacaré na final do dia 2 e a do Ceilândia na decisão do dia 9. A decisão foi tomada pela Polícia Militar do Distrito Federal.

O que vem por aí

Brasiliense e Ceilândia entram em campo amanhã, sábado (2/4), para o primeiro jogo da final do Candangão BRB. Esta será a quarta vez na história que as duas equipes se enfrentarão na decisão e a segunda vez consecutiva. O duelo entre Jacaré e Gato Preto está marcado para às 16 horas, no Estádio Maria de Lourdes Abadia. Vale lembrar que o campeão e vice ganharão R$ 750.000,00 (setecentos e cinquenta mil) ao todo.

Brasiliense e Ceilândia farão quarta final de Candangão na história

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Foto: Editoria de Arte/Distrito do Esporte

A grande final do Campeonato Candango BRB está decidida desde o fim da quarta rodada do quadrangular semifinal. Brasiliense e Ceilândia farão a segunda decisão seguida e a quarta na história do Candangão. A competição local será decidida em duas partidas, nos dois sábados subsequentes, 2 e 9 de abril. Vale lembrar que neste ano, o grande vencedor do torneio ganhará R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), e o vice R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil).

A primeira decisão entre Jacaré e Gato Preto foi realizada em 2010, com a equipe alvinegra levando a melhor. O jogo de ida foi realizado no Estádio Maria de Lourdes Abadia, onde o Ceilândia venceu por 3 a 1, com gols de Allan Dellon e Dimba. Com a mão na taça, o time preto e branco segurou o Brasiliense no Serejão, e com um empate em 2 a 2 garantiu o primeiro título da história da equipe ceilandense. A cancha em Taguatinga contou com mais de 11.000 torcedores.

Em 2017, Brasiliense e Ceilândia disputaram novamente a decisão do Candangão. Anteriormente, o Jacaré passou pelo Real e Sobradinho, enquanto o Gato Preto eliminou Luziânia e Paracatu. As duas partidas da final foram realizadas no Mané Garrincha. Na ida, o confronto terminou empatado em 2 a 2. Na semana seguinte, em um jogo emocionante, o time amarelo venceu por 3 a 2, chegando ao seu nono título e se consolidando como segundo maior campeão do Distrito Federal.

Ainda fresca na memória dos acompanhantes do futebol local, a última final entre as duas equipes foi realizada no ano passado (2021). Após passarem pelas duas primeiras fases, os times deixaram para trás Gama e Luziânia no quadrangular semifinal. A final foi realizada em jogo único e, com gol de Keynan, o Brasiliense venceu mais uma vez o Ceilândia em uma final, levantando o 10º caneco distrital em sua história.

Confrontos em finais

2010 – Ceilândia campeão

Ceilândia 3×1 Brasiliense
Abadião
Público: 2.046

Brasiliense 2×2 Ceilândia
Serejão
Público: 11.326

2017 – Brasiliense campeão

Ceilândia 2×2 Brasiliense
Mané Garrincha
Público: 3.296

Brasiliense 3×2 Ceilândia
Mané Garrincha
Público: 6.395

2021 – Brasiliense campeão

Brasiliense 1×0 Ceilândia
Mané Garrincha
Sem público

Arena BRB Mané Garrincha recebe jogo entre Peladas da Vila e Sobradinho

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Imagem: divulgação

A Arena BRB Mané Garrincha será palco do clássico dos milhões, mas não aquele entre Flamengo e Vasco já conhecido dos amantes do futebol. Agora, o destaque vai para o confronto entre o Peladas da Vila e Sobradinho, times femininos do futebol candango.

A oportunidade após um convite da Link Sports, que vai promover o jogo. A partida está marcada para o dia 16 de abril, mas ainda não tem um horário definido.

Peladas da Vila

O Peladas da Vila Futebol Clube foi criado há 7 anos, em 2015, apenas como diversão. Segundo a presidente, Fabiola Cambraia, o objetivo não era se tornar um time de competição, mas em 2021 isso mudou. O Peladas se tornou uma equipe profissional no ano passado e, atualmente, o maior objetivo é chegar ao Candangão Feminino, maior competição local do futebol da categoria.

Ainda falta apoio e incentivo, mas Fabiola afirma que alguns deputados têm ajudado no projeto: “Apoio ao futebol feminino nunca é igual ao masculino, mas estamos recebendo ajuda de alguns deputados que nos apoia”, diz.

O recém time profissional do futebol feminino é o campeão da primeira edição do Gamcup, realizada em janeiro deste ano. O Peladas da Vila venceu nos pênaltis o Uninter por 5 a 4. Além dessas equipes, Gama e Soberanas também participaram do campeonato

Oportunidade no Mané Garrincha

O jogo contra o Sobradinho Esporte Clube vai servir para olheiros e empresários observarem as jogadoras das equipes. A novidade é vista com bons olhos por Fabiola que acredita ser uma grande oportunidade para o Peladas da Vila.

“Decidimos ser time de competição tem apenas 6 meses, então conseguir uma porta dessa como jogar no Mané Garrincha foi inesquecível e fruto de um trabalho mesmo recente com muito esforço e dedicação de todo elenco.”

Além disso, a dirigente também acredita que a partida pode abrir portas para o Peladas da Vila.

Gabriel Bonfim, novo campeão da LFA, fala sobre a conquista do cinturão

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Arquivo pessoal

Março ainda não acabou, mas já foi marcante na vida de Gabriel “Marretinha” Bonfim. O atleta brasiliense conquistou o cinturão do peso meio-médio do Legacy Fighting Alliance (LFA) no último dia 12, sobre o compatriota Eduardo “Matrix” Garvon, no evento número 126 da organização. Esta foi a 12ª vitória em 12 combates, mas com um sabor especial para Marretinha. Com o resultado positivo, o atleta aguarda um  convite do Ultimate Fighting Championship (UFC).

A vitória frente a Eduardo Garvon foi fulminante. Gabriel fez um passeio em cima do adversário e com  apenas um minuto e 19 segundos, o atleta do Distrito Federal se tornou o novo campeão do LFA. Em entrevista à equipe de reportagem do Distrito do Esporte, Marretinha confessou que não esperava o fim do combate tão precoce. “Eu me preparei para lutar os cinco  rounds, mas estava concentrado que se surgisse uma oportunidade de finalizar a luta antes eu não iria desperdiçar”, falou Bonfim.

Arquivo pessoal

O novo campeão contou sobre a conquista do cinturão. “Minha sensação é de dever cumprido. Conquistei um título de um evento internacional”, disse o empolgado Gabriel. O peso meio-médio contou com um excelente camp. Foram quase dois meses árduos, mas que valeram a pena, segundo o campeão. “Treinei muito na Cerrado, nosso time tem muito cara bom: Vicente Luque, André Fischer, Marreta, Djorden, João Marcelo, todos esses me ajudaram demais na preparação e no jogo do meu adversário”, frisou.

Além de Gabriel, a família Bonfim viu outro membro lutar no evento. Ismael, irmão mais velho, venceu Andrey “Mineiro” Augusto por decisão unânime, antes de Marretinha subir no octógono. Lutar no mesmo dia que o irmão não foi um problema para Gabriel, que soube manter a concentração, mas não deixou de dar espiar o desempenho de Marreta. “Eu fiquei tranquilo na luta do meu irmão. A gente aqueceu junto e quando ele foi lutar eu fiquei aquecendo e vendo pelo celular”, lembrou.

Ansiedade pelo convite do UFC

O novo campeão do LFA espera assinar com o UFC, mas já avisou que não irá se opor em defender o título ou lutar em algum evento se for chamado. No mundo do MMA é comum atletas optarem por não lutar quando há chances claras de assinar com o UFC por receio de uma derrota ou ter alguma lesão. Para o brasiliense, se surgir a oportunidade ele vai fazer o que mais gosta. “Creio que vou assinar com o UFC, mas se for preciso fazer mais uma luta, vou lutar”, afirmou.

A ansiedade em fechar contrato com o maior evento de artes marciais do mundo é grande e o peso meio-médio não esconde a vontade em realizar o sonho. “Quero que o UFC me ligue o quanto antes para fechar com eles. Sei da minha qualidade e estou pronto”, finalizou Gabriel Bonfim.

BOMBA! Weber Magalhães e Arilson Machado renunciam à presidência do Gama

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Foto: Assessoria de Comunicação/Gama

Por Bruno H. de Moura e Lucas Bolzan

Weber Magalhães e Arilson Machado não mais presidirão a Sociedade Esportiva do Gama. Os atuais presidente e 1º vice-presidente do clube encaminharam requerimento de renúncia ao comando do alviverde nesta quinta-feira (31/3). A informação foi confirmada por fontes junto ao Gama pela reportagem. Nos próximos minutos, a página oficial do time no Instagram soltará uma nota oficial.

Há uma assembleia do Conselho Deliberativo agendada para a próxima terça-feira (5/4) para debater as contas de 2021 da então diretoria deliberativa do time. A pauta inicial era aprovação ou rejeição da prestação de contas do Gama, mas, agora, com a saída da dupla, o ponto principal será: quem passa a conduzir o time?

Weber Magalhães foi eleito presidente do clube em 2016. Em 22 de novembro de 2020, Weber, ao lado de Arilson Machado, de 1º Vice, e Wendel Lopes, de 2º Vice, foram votados para mais quatro anos de gestão. Wendel já havia renunciado ao cargo de 2º Vice em maio de 2021 por discordâncias com Weber e Arilson.

Agora, por conta das dificuldades financeiras após os títulos de 2019 e 2020, bem como a pressão da torcida e dos conselheiros, além do confuso negócio com a SAF-Gama, a dupla anunciará na manhã desta quinta-feira seu desligamento da presidência do time.

Weber: “saio de cabeça em pé”

Logo após o início da circulação da notícia da renúncia, o Distrito do Esporte conversou com Weber Magalhães, agora ex-presidente do Gama. “Em vez de ter sete, oito mil pessoas no estádio, tivemos de pagar para jogar. Eu fiquei abalado financeiramente, não sou empresário, sou funcionário público. Tivemos de pegar ajuda de um, de outro, para salvar o Gama. Desde 2018, estamos com dificuldades financeiras. De janeiro de 2020 em diante, o Gama não parou. Copa Verde, Copa do Brasil, Candangão, Série D. A gente perdeu, no mínimo, de R$ 3 a 4 milhões sem torcida”, disse.

Foto: Alan Rones

O dirigente seguiu desabafando pela situação encontrada no clube. “Chega uma hora que todo mundo acha que é fácil. Mas é difícil. O Arilson ficava oito horas por dia no CT. Não é fácil não. Na hora que a gente foi bicampeão, poucos aplaudem. Mas quando fica mal, todos criticam”, complementou. Ele ainda de explicou com qual sentimento deixa o clube dois anos antes do fim do seu mandato como presidente.

“Saio de cabeça em pé, sabendo que, depois de 19 anos, fomos vice-campeões, retomamos a base. Mas a pandemia dificultou a gente. Até para arrumar patrocínio estava difícil. Agora que tem oito meses para respirar. O campeonato é só ano que vem. Você para agora, assume, corre atrás de um patrocínio. Nós pegamos uma em cima da outra sem parar. As competições que o gama teve. Copa do Brasil, sub-17, sub-20. De lá para cá não paramos mais”, acrescentou.

Arilson: “pressão da torcida e interna”

Também em contato com o DDE, Arilson justificou a decisão. “Desgaste psicológico, emocional, imagem, falta de recursos. Tudo isso contribuiu. Uma hora, a gente tem de dar um basta nisso. Você faz das tripas coração para isso acontecer. A gente não tem mais condições de ficar à frente do clube. Muita pressão da torcida, interna dos conselheiros”, explicou o ex-dirigente alviverde.

“É hora de vir uma nova gestão. Ter momentos de glória, conquista. A nossa fase, minha e do Weber, já passou. Outros dirigentes que possam comandar o time. Seguimos como conselheiros, grandes beneméritos”, prosseguiu Arilson, indicando quando o futuro do clube alviverde deve ser definido. “Eleição daqui 30 dias, como rege o estatuto”, completou.

Gama publica carta de renúncia de Weber Magalhães e Arilson Machado

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Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

A era de Weber Magalhães como presidente do Gama e de Arilson Machado como 1º vice-presidente do clube alviverde está oficialmente encerrada. Conforme adiantado pelo Distrito do Esporte, o Periquito utilizou as redes sociais para publicar uma extensa carta de renúncia dos agora ex-dirigentes. O texto foi assinado pelo dois ex-cartolas, que já haviam conversado com o DDE sobre as decisões para saírem dos cargos.

A renúncia encerra uma era de quase seis anos no clube. Sob o comando de Weber, o Gama foi campeão do Campeonato Candango nas temporadas de 2019 e 2020. Porém, o clube também conviveu com uma série de problemas financeiros. No período da gestão, diversas dívidas salariais foram contraídas pelo alviverde, que neste ano adotou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) na tentativa de se reerguer.

“Toda história tem início, meio e fim e a nossa história na Sociedade Esportiva do Gama chegou ao fim depois de cinco anos e quatro meses. Foram dias, meses e anos de muita dedicação, trabalho e compromisso com o clube que tanto amamos. Infelizmente, não foi do jeito que sonhamos a nossa saída, imaginamos sair deixando o clube pelo menos na série C do Campeonato Brasileiro”, leia a íntegra no final do texto.

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Weber Magalhães e Arilson Machado renunciam à presidência do Gama

Ao DDE, o ex-presidente também detalhou o motivo da saída. “Saio de cabeça em pé, sabendo que, depois de 19 anos, fomos vice-campeões, retomamos a base. Mas a pandemia dificultou a gente. Até para arrumar patrocínio estava difícil. Agora que tem oito meses para respirar. O campeonato é só ano que vem. Você para agora, assume, corre atrás de um patrocínio. Nós pegamos uma em cima da outra sem parar. As competições que o gama teve. Copa do Brasil, sub-17, sub-20. De lá para cá não paramos mais”, disse.

Arilson também explicou a situação em entrevista ao portal. “Desgaste psicológico, emocional, imagem, falta de recursos. Tudo isso contribuiu. Uma hora, a gente tem de dar um basta nisso. Você faz das tripas coração para isso acontecer. A gente não tem mais condições de ficar à frente do clube. Muita pressão da torcida, interna dos conselheiros”, explicou o ex-dirigente alviverde”, disse o ex-dirigente alviverde.

Leia, na íntegra, a carta de renúncia

Toda história tem início, meio e fim e a nossa história na Sociedade Esportiva do Gama chegou ao fim depois de 05 anos e 4 meses. Foram dias, meses e anos de muita dedicação, trabalho e compromisso com o clube que tanto amamos. Infelizmente não foi do jeito que sonhamos a nossa saída, imaginamos sair deixando o clube pelo menos na série C do campeonato brasileiro.

Durante esses anos, criamos o portal da transparência que depois foi desativado por orientação jurídica, mudamos o estatuto do clube, onde nasceu a oportunidades de o torcedor participar ativamente da vida da SEG e por fim criamos a marca própria do time.

A falta de recursos durante esses anos foi muito desgastante, gerir um clube sem dinheiro é utopia, e para piorar, a pandemia nos deixou 2 anos sem receita da bilheteria, principalmente no ano em que o time foi bicampeão e na sequência fez uma excelente campanha na série D, tínhamos uma projeção de que o dinheiro da bilheteria daria para pagar os salários, entretanto, para honrar os compromissos, tivemos que fazer empréstimos e algumas empresas nos ajudaram patrocinando o clube.

Saímos de cabeça erguida e consciência muita tranquila, por que fizemos o melhor, principalmente no que diz respeito a PRESTAÇÃO DE CONTAS, transparência, honestidade e ética. Hoje quem fiscaliza as contas do clube são os torcedores que saíram das arquibancadas, prova o nosso compromisso com a transparência nos recursos que entram no clube, além do mais, o clube foi campeão invito em 2019, foi bicampeão em 2020 perdendo apenas 1 partida, fato histórico, pois a última vez que o GAMA foi bicampeão aconteceu em 2001, ou seja, depois de 19 anos conseguimos esse feito, ficamos ainda 34 jogos sem perder, o clube foi campeão nas categorias de base do Sub-15 e 17 (invicto) e campeão do Sub-19, perdendo apenas 1 partida.

Agradeçamos a Deus que nos protegeu e honrou durante o nosso mandato e a virgem Maria que intercedeu por nós neste desafio que não foi fácil. Tivemos nosso nome exposto nas redes sociais, com xingamentos, ofensas e calúnias, mas o que nos deixa tranquilo é a nossa consciência que não nos acusa de nada e as contas APROVADAS durante os 5 anos de gestão, provando uma vez mais que TRANSPARÊNCIA, HONESTIDADE E ÉTICA foi o nosso compromisso na SEG.

Deixamos nossa gratidão aos atletas, membros da comissão técnica, funcionários e fornecedores, que mesmo devendo, nunca deixaram o clube na mão, por que sabem que mais cedo ou mais tarde os compromissos serão honrados.

Agradecemos também o apoio que recebemos de alguns torcedores que acompanharam a nossa angustia e sofrimento dessa situação que foi criada pela falta de recursos, onde gerou GREVE dos atletas, matérias nos jornais, internet e pressão de tudo quanto é lado.

Aos conselheiros que nos apoiaram, por que entendem que gerir um clube de futebol sem recursos não é nada fácil, nossa eterna GRATIDÃO.

Ao Miguel Peres que é o Presidente do Conselho Deliberativo e Wesclei Quirino que é o Presidente do Conselho Fiscal, foram companheiros em todos os momentos de dificuldade, deixamos nosso abraço e gratidão. Temos certeza que no quadro de conselheiros tem pessoas capacitadas e comprometidas para fazer um excelente trabalho à frente da SEG. Abraços!

Weber de Azevedo Magalhaes
Arilson Machado Pessoa
Presidente – SEG
1º Vice Presidente – SEG

Após sorteio, Brasil conhece seus adversários na Copa América de Basquete

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Foto: Confederação Brasileira de Basketball (CBB)

Na tarde desta terça-feira (29/3), finalmente o Brasil conheceu os adversários que irá enfrentar na Copa América de Basquete. O sorteio foi realizado pela Federação Internacional de Basquete (Fiba), direto de Miami, nos Estados Unidos, e contou com transmissão ao vivo pelo Youtube da entidade. A primeira fase do torneio será realizada entre os dias 2 e 11 de setembro, com partidas que acontecerão em Brasília e Recife.

A Seleção Brasileira ficou no Grupo A, juntamente com Uruguai, Colômbia e Canadá. O B é composto pelas Ilhas Virgens, Porto Rico, República Dominicana e Argentina. O último grupo é formado pelo México, Venezuela, Panamá e Estados Unidos. A competição sul-americana irá classificar as setes primeiras seleções, mais o Chile (anfitrião), para os Jogos Pan-Americanos 2023, que terá sede em Santiago, capital chilena.

Foto: Divulgação/FIBA

O técnico do Brasil e também que dirige o Flamengo, Gustavo falou sobre a AmeriCup. “Não existe jogo fácil em um torneio como a AmeriCup. É um campeonato de tiro curto, com jogos praticamente dia sim, dia não, e Colômbia e Uruguai nós enfrentamos nas eliminatórias, vencemos, mas vimos que é preciso entrar sempre alerta para que possamos ser competitivos. E o Canadá tem um basquete de qualidade mundial e será uma grande adversário”.

O formato de disputa será o seguinte: as duas melhores seleções de cada chave, juntamente com os dois melhores terceiros colocados, avançam para as quartas de final. Depois, os vencedores irão para a semifinal e logo após disputam a grande final. Todos os confrontos eliminatórios serão em confrontos únicos. A definição das sedes de cada grupo ainda serão divulgadas pela Federação Internacional de Basquete.

Em prévia da final, Brasiliense derrota o Ceilândia no Abadião

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Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Na última rodada do quadrangular semifinal do Campeonato Candango BRB 2022, Ceilândia e Brasiliense entraram em campo apenas para cumprir tabela. Já classificados para a decisão do torneio, ambos mandaram a campo times mistos. O Jacaré levou a melhor e venceu o Gato Preto por 1 a 0, com gol de Bruno Nunes, logo no início da partida. Agora, as atenções estarão voltadas para a disputa do título do Candangão, marcada para os próximos dois sábados (2 e 9/4).

Em um primeiro tempo sem cartões amarelos e poucas chances de gols, o Jacaré abriu o placar aos seis minutos. Com vários reservas em campo, as equipes sentiram dificuldade pela falta de entrosamento, mas fizeram um jogo bem disputado. Na etapa  final o jogo foi mais pegado. Dando um indício do que podem ser os dois jogos da decisão, os dois times demonstraram bastante vontade, mas sem muita criação.

Primeira etapa

Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Nos primeiros minutos de jogo, o Brasiliense criou uma boa trama pelo lado esquerdo. No entanto, o árbitro Felipe Barbosa apontou impedimento de Bernardo. Um minuto depois, o Jacaré não perdoou. Daniel Alagoano fez boa jogada pela direita e cruzou na cabeça de Bruno Nunes. A bola bateu na trave e foi para o fundo das redes.

Aos 22, o Gato Preto criou sua primeira grande oportunidade. Crystian cruzou e Mirandinha concluiu com estilo, mas a bola passou por cima da trave. Aos 30, houve um choque e Octávio, meio-campista do Ceilândia, precisou ser atendido fora do gramado. A arbitragem aproveitou o momento para autorizar a hidratação dos jogadores. Na volta da pausa, Gleissinho quase marcou um gol olímpico no Abadião, mas a zaga do Jacaré cortou.

Aos 39, o Ense ameaçou na bola parada. Keynan cabeceou e o defensor dos mandantes bloqueou o arremate, evitando o segundo gol da partida. Dois minutos depois, o próprio Keynan errou um passe na intermediária, proporcionando o contragolpe para o Ceilândia. O alvinegro, por sua vez, não conseguiu tirar proveito do lance. Aos 44, a equipe amarela chegou novamente ao ataque. Bernardo recebeu na área, contudo, finalizou longe do gol. No último lance da primeira etapa, o Gato alçou a bola na área e Keynan fez mais um corte providencial.

Aperitivo da decisão

Logo no início do segundo tempo, o Ceilândia deu o seu cartão de visitas. Dogão (proveniente do banco de reservas), cruzou na área e Fernando Gomes cabeceou no travessão. Atrás do empate, os donos da casa voltaram melhores do intervalo, mas ainda pecando no último passe.

Aos 22, Keynan subiu no 2º andar e exigiu uma linda defesa de Léo Unamuzaga. No rebote, o defensor acabou isolando a bola. O Gato Preto respondeu de imediato. Fernandinho deixou o marcador no chão. Entretanto, finalizou fraco, facilitando a defesa de Artur. Após um bom período monótono, Hyuri abriu espaço e China chutou rasteiro, com perigo, assustando o goleiro do Brasiliense.

Aos 39, Hériclis cobrou falta venenosa, que passou com perigo à esquerda do gol. O Gato até ameaçou em mais alguns lances, porém, sem sucesso. O Jacaré, no que lhe concerne, desperdiçou alguns contra-ataques e manteve a vitória por um a zero.

Agora é decisão

Depois de 15 jogos disputados, Ceilândia e Brasiliense farão a grande decisão do Candangão. A partida de ida acontecerá em 2 de abril, no próximo sábado, no estádio Abadião. O último e decisivo confronto, está marcado para o outro sábado (9/4), também no Abadião.

Ceilândia 0
Léo Unamuzaga; Douglas Rato, João Afonso, Fernando Gomes e Gleissinho (China); Werick🟨, Giovani Junio (Hériclis), Octávio (Fernandinho), Crystian (Dogão🟨) e Mirandinha (Hyuri); Romário. Técnico: Adelson de Almeida

Brasiliense 1
Artur; Dudu🟨, Keynan, Preto Costa e Erick Daltro; Railon (João Torres), Ferrugem (Coquinho) e Bernardo; Daniel Alagoano, Aloísio (Peninha) e Bruno Nunes⚽ (Matheus Silva), (Samuel). Técnico: Celso Teixeira

Capital encerra Candangão 2022 com vitória sobre o Gama no estádio JK

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Foto: Gustavo Roquete/Capital

Passada a frustração de não conseguir uma vaga na final do Campeonato Candango, o Capital terminou a participação na temporada 2022 da competição local com mais uma vitória. Na tarde desta quarta-feira (30/3), a Coruja recebeu o Gama, no estádio JK, e derrotou o adversário alviverde por 3 a 1. Na tabela, o time azul ficou na terceira posição geral, enquanto o Periquito terminou em quarto.

Com isso, o Capital embolsou R$ 150 mil em premiação patrocinada pelo Banco de Brasília (BRB) e ficou na primeira posição de espera pela Série D do Campeonato Brasileiro. Se Ceilândia ou Brasiliense conseguirem o acesso, o time azul será o herdeiro do lugar reservado a um clube do Distrito Federal. Sem somar nenhum ponto na etapa decisiva, o Gama se despediu do torneio com R$ 100 mil no bolso.

Capital larga bem

Apenas cumprindo tabela na sexta rodada do quadrangular semifinal do Candangão BRB 2022, Capital e Gama entraram em campo com algumas modificações. Com o elenco mais inteiro, a Coruja logo impôs seu ritmo e abriu vantagem. Com três minutos no relógio, Wallace passou a bola para Leozynho cruzar na medida para Judson completar para as redes e tirar o zero do placar.

Aos nove, Wallacer cobrou escanteio na cabeça de Tavares. A bola carimbou a trave. No rebote, Grampola deu um voleio e aplicou a lei do ex com estilo. O Capital continuou em cima e quase ampliou, mas ninguém desviou o cruzamento de Leozynho. A partir dos 30, o Gama teve boas chances. Primeiro, Edilson tentou de longe, mas mandou para fora, sem muito perigo para o goleiro Marcelo.

Foto: Gustavo Roquete/Capital

O goleiro do Capital fez, ainda, boa defesa em tentativa de cavadinha. Aos 41, após cruzamento na área, Marcelo espalmou mal e a bola sobrou limpa para Batata. O atacante, porém, pegou mal nela e mandou por cima do gol. Nos minutos finais do primeiro tempo, o Gama tentou criar lances para tentar ir aos vestiários com uma desvantagem menor, mas não teve sucesso.

Gama reage, mas Coruja liquida

Os dois times voltaram ao segundo tempo modificados e o Capital quase ampliou em cruzamento rasteiro de Leozynho, mas sem complementação, aos três minutos. Nome mais perigo da Coruja, o camisa 11 passou por dois marcadores aos 14, mas chutou mascado e sem direção. Dois minutos depois, em jogada de velocidade, Palagi bateu roupa e Felipe Clemente ficou com o gol livre, mas não acertou o alvo.

Com 22, o Gama, enfim, foi fatal. Marcelo não encaixou cruzamento da esquerda e Iago, ligado, finalizou para o gol. Com 25, o Capital chegou outra vez. Roberto Pitio escorou cruzamento de Romarinho com inteligência para Clemente. Sem marcação, o camisa sete chutou firme para Palagi defender bem. Quatro minutos depois, a Coruja não desperdiçou e sacramentou a vitória.

Clemente roubou a bola e passou para Ricardo. O cruzamento veio rasteiro para Pitio dividir com a zaga gamense e marcar o terceiro do Capital no JK. Na reta final do jogo, o Gama teve uma boa chance perdida com um chute por cima do gol. Com 39, Iago foi expulso após receber o segundo cartão amarelo. Em jogada parecida com o terceiro gol, Clemente deu novo passe para Ricardo. Dessa vez, ele resolveu finalizar, mas parou em Palagi.

Capital 3
Marcelo; Felipe Tavares (Ricardo), Igor Candiota 🟨, Arthur 🟨 e Romarinho; Wallace, Geovane (Diogo Batista), Judson ⚽ (Roberto Pitio ⚽) e Wallacer (Pedrinho); Leozynho 🟨 e Rafael Grampola ⚽ (Felipe Clemente). Técnico: Edson Porto

Gama 1
Palagi; Tiaguinho, Caio, Léo Xavier (Welton) e Walmir; Zulu, Borges e Carlos Magno; Edilson (Iago ⚽), Batata (Espeto) e Milla (Mesquita). Técnico: Jonilson Veloso