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Uhlsport Match Pro: conheça a bola oficial do Candangão 2026

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Candangão
Foto: Divulgação/uhlsport

O Candangão 2026 já tem a protagonista silenciosa: a bola. Mantendo a parceria de 2025, o torneio utilizará a Uhlsport Match Pro em todas as partidas da próxima edição do campeonato. Com selo Fifa Quality Pro e design exclusivo com o escudo da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), a peça promete entregar padrão internacional de jogo nos duelos da competição local.

De acordo com a fabricante, a bola foi desenvolvida para competições de alto rendimento e combina precisão, durabilidade e controle aprimorado, características que a colocam entre as principais peças profissionais do mercado. O lançamento integra uma ação conjunta entre as federações de Distrito Federal, Goiás e Pernambuco. As três adotarão o modelo nos campeonatos regionais de 2026.

“A Uhlsport segue comprometida em elevar o nível técnico do futebol brasileiro, oferecendo produtos de excelência reconhecidos mundialmente. A Match Pro entrega um desempenho superior, com alta durabilidade e tecnologia de ponta para clubes e atletas”, destacou César Filho, diretor de Produtos do grupo First Sports, distribuidor oficial da marca no Brasil.

Foto: Divulgação/uhlsport

O design da bola é predominantemente branco, com grafismos em preto e verde-limão, e textura microgranulada para melhorar a aerodinâmica e a aderência ao toque. Os painéis são colados a quente, reduzindo a absorção de água e garantindo maior estabilidade, um diferencial especialmente útil em partidas sob o clima quente e seco do Distrito Federal.

Candangão 2026

A competição começará em 10 de janeiro e tem final marcada para 21 de março, no Estádio Nacional Mané Garrincha. Dez equipes disputarão o título: Gama, Capital, Brasiliense, Ceilândia, Sobradinho, Real Brasília, Samambaia, Brasília, Aruc e Paranoá. O formato de disputa será mantido, com turno único, semifinais em duas partidas e final em 90 minutos. Duas equipes rebaixadas ao fim da primeira fase.

Ficha da bola

Modelo: Match Pro
Certificação: Fifa Quality Pro
Fabricante: Uhlsport
Distribuidor no Brasil: First Sports
Tecnologia: Painéis colados a quente, superfície microgranulada e resistência à água
Design: Branco com grafismos em preto e verde-limão

Duelo de seis pontos! Brasília e Sorocaba se enfrentam pela Superliga

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Brasília Vôlei
Foto: Rogério Bertoldo Guerreiro/Brasília Vôlei

Confronto direto entre integrantes da zona da degola. Em embate válido pela oitava rodada da Superliga Feminina 2025, Brasília Vôlei e Sorocaba se enfrentam em duelo importante para as duas agremiações. Com uma vitória simples no confronto, ambas as equipes podem não só deixar a parte mais baixa da tabela, mas também se aproximar dos oito melhores da liga. A partida está marcada para a noite desta segunda-feira (1/12), com início previsto para as 21h no Sesi Taguatinga.

Após ficar a apenas um ponto da classificação aos playoffs na última temporada, o Brasília Vôlei apresenta uma campanha decepcionante até o momento. Com modestos três pontos na competição, a equipe soma apenas uma vitória nas primeiras sete partidas da liga; triunfo diante do Tijuca, primeiro clube fora da zona de rebaixamento, que acumula quatro tentos.

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Pela óptica do Sorocaba, a equipe tem a oportunidade de respirar fora da zona de rebaixamento pela primeira vez nesta edição da Superliga. O clube paulistano ainda não conquistou uma vitória no campeonato; tem dois pontos na tabela, frutos de derrotas no tie-break. Na última rodada, o time caiu justamente diante do Tijuca, clube que pode ceder a posição fora da degola ao fim desta rodada.

Além de definir o lanterna da competição e afirmar os integrantes do Z-2, o confronto entre brasilienses e sorocabanas também encerra o triangular à parte entre os três últimos colocados da tabela da Superliga. Na última rodada, o Tijuca, décimo colocado, superou o Sorocaba por 3 sets a 2 dentro de casa. Todavia, a equipe carioca já perdeu para o Brasília em duelo válido pela segunda partida do torneio.

Nascar divulga calendário de 2026 com corrida em Brasília em novembro

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Nascar
Foto: Luciano Santos e Clayton Medeiros/SiGCom

A temporada 2026 da Nascar Brasil Series marca o início de uma nova era para o automobilismo nacional e Brasília será um dos grandes símbolos desse recomeço. A capital federal, que reabre oficialmente o Autódromo Internacional de Brasília neste fim de semana com a Stock Car, voltará a receber provas de alto nível e já tem presença garantida como sede da grande final do campeonato, em 29 de novembro de 2026.

O calendário divulgado pela organização prevê nove etapas e 21 corridas, com destaque para a introdução de circuitos em anel externo, novidade com a promessa de trazer ainda mais velocidade e emoção ao público. Brasília, Curvelo, Cuiabá e Goiânia receberão etapas nesse formato, aproximando o estilo da categoria ao dos tradicionais ovais norte-americanos.

Além disso, a próxima temporada contará com o inédito sistema de playoffs, responsável por definir o campeão em formato eliminatório, elevando o nível competitivo e o suspense nas últimas corridas. O representante da Nascar Brasil, Thiago Marques, destacou a importância do novo modelo e das praças incluídas.

“A próxima temporada será ainda mais intensa, com corridas em ovais e o novo formato de playoffs, que promete tornar a disputa pelo título mais emocionante do que nunca. Será um ano repleto de velocidade, desafios e grandes momentos, incluindo as novas praças”, destacou o dirigente.

A abertura da temporada está marcada para 15 de março, em local ainda a ser confirmado, enquanto a tradicional etapa de Interlagos, em São Paulo, ocorrerá em 31 de maio, reforçando o elo histórico da categoria com o circuito que a recebeu desde a fundação. Outras novidades incluem Chapecó, estreante como sede, e Cuiabá, com o primeiro evento da categoria no Centro-Oeste.

O novo carro oficial da categoria, o RiSE26, também será protagonista em 2026, prometendo desempenho aprimorado e mais equilíbrio entre as montadoras Chevrolet e Ford. A Nascar Brasil mantém ainda o apoio institucional de Petrobras, Pirelli, Frum, Karter e outros parceiros técnicos.

Com a decisão confirmada para Brasília, a cidade consolida a volta ao circuito nacional de automobilismo. Após mais de uma década de espera e uma ampla reforma, o autódromo da capital retorna ao calendário das grandes competições, reforçando o papel histórico como um dos principais palcos da velocidade no país.

Calendário da Nascar

1ª Etapa: 15 de março – A confirmar
2ª Etapa: 3 de maio – Chapecó (SC)
3ª Etapa: 31 de maio – Interlagos (SP)
4ª Etapa: 28 de junho – Velocitta (SP)
5ª Etapa: 2 de agosto – Cuiabá (MT)
6ª Etapa: 23 de agosto – Goiânia (GO)
7ª Etapa: 20 de setembro – Curvelo (MG)
8ª Etapa: 30 de outubro – Cascavel (PR)
9ª Etapa: 29 de novembro – Brasília (DF)

Nelsinho Piquet vence Stock Car em Brasília e emociona o pai no pódio

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Stock Car
Foto: Lucas Bolzan

A penúltima etapa da BRB Stock Car Pro Series entregou uma cena que o automobilismo brasileiro esperava há mais de uma década. Correndo diante da família e da torcida da casa, Nelson Piquet Jr. venceu o GP BRB no Autódromo Internacional de Brasília neste domingo (30/11) e recebeu o troféu das mãos do pai, o tricampeão mundial de Fórmula 1, Nelson Piquet. A vitória coroou um fim de semana de domínio absoluto e devolveu à capital federal a imagem que o autódromo sempre mereceu: a de palco de grandes histórias.

Pole position e dono de um ritmo avassalador, Nelsinho sustentou a liderança desde as primeiras voltas e manteve o controle mesmo após a entrada do safety-car, a 20 minutos do fim. O piloto da Scuderia Bandeiras confirmou o triunfo com performance impecável e emoção evidente ao cruzar a linha de chegada. “Do jeito que a semana foi, com homenagem, carro especial e minha família aqui, essa vitória é uma das mais marcantes da minha carreira”, disse Piquet Jr. “Pareceu uma corrida de cinco horas. Estava me cobrando muito e deu tudo certo. Obrigado a Brasília e aos brasilienses por esse autódromo lotado.”

Felipe Fraga, da Eurofarma RC, consolidou a caminhada rumo ao bicampeonato. Após vencer a sprint no sábado, o tocantinense terminou a corrida principal em segundo lugar e saiu de Brasília com 129 pontos somados, maior pontuação do fim de semana e o Troféu Man of the Race. Com 856 pontos após os descartes, Fraga chega à Super Final BRB, em Interlagos, com vantagem de 114 sobre o companheiro de equipe Gaetano Di Mauro, o único que ainda tem chances matemáticas de título. A Eurofarma RC, por sua vez, já assegurou por antecipação o 13º campeonato entre as equipes.

Stock Car
Foto: Lucas Bolzan

O pódio brasiliense ainda teve brilho local com Lucas Foresti, terceiro colocado. O piloto da A.Mattheis Vogel comemorou o resultado entre lágrimas após perder a chance de subir no sábado. “Subir ao pódio aqui é maravilhoso. Essa torcida, essa energia, o apoio do BRB… é especial demais”, afirmou. Felipe Massa ficou em quarto, seguido por Julio Campos, Guilherme Salas, Ricardo Zonta e Felipe Baptista. Cacá Bueno foi o nono e Gaetano Di Mauro completou o top-10.

O domingo também ficou marcado por imagens simbólicas fora da pista. Antes da largada, o tricampeão Nelson Piquet pilotou um Mini Cooper no giro de apresentação, puxando o grid em ato de celebração ao retorno do circuito após 11 anos. No pódio, o mesmo “Nelsão” reapareceu para entregar o troféu de vencedor ao filho, em uma das cenas mais emocionantes da temporada: a consagração de um nome que carrega tradição, talento e o DNA do automobilismo brasileiro.

A Stock Car agora segue para a Super Final BRB, entre 12 e 14 de dezembro, em Interlagos. Felipe Fraga chega a São Paulo com o título nas mãos, Nelsinho Piquet com a alma lavada, e Brasília, enfim, de volta ao mapa das grandes corridas do país.

Corrida principal
1º – Nelson Piquet Jr. (Scuderia Bandeiras Sports/Mitsubishi Eclipse Cross), 26 voltas em 53min15s248
2º – Felipe Fraga (Eurofarma RC/Mitsubishi Eclipse Cross), a 2s050
3º – Lucas Foresti (A.Mattheis Vogel/Chevrolet Tracker), a 4s994
4º – Julio Campos (Crown Racing/Toyota Corolla Cross), a 7s429
5º – Guilherme Salas (Valda Cavaleiro Sports/Chevrolet Tracker), a 7s943
6º – Ricardo Zonta (RCM Motorsport/Mitsubishi Eclipse Cross), a 9s384
7º – Felipe Massa (TMG Racing/Chevrolet Tracker), a 9s409
8º – Felipe Baptista (CAR Racing KTF/Mitsubishi Eclipse Cross), a 9s510
9º – Cacá Bueno (Scuderia Chiarelli/Chevrolet Tracker), a 9s823
10º – Gaetano Di Mauro (Eurofarma RC/Mitsubishi Eclipse Cross), a 10s170

Classificação
1º Felipe Fraga, 856 pontos
2º Gaetano Di Mauro, 742
3º Nelson Piquet Jr., 666
4º Arthur Leist, 649
5º Guilherme Salas, 640
6º Gabriel Casagrande, 626
7º Enzo Elias, 608
8º Thiago Camilo, 604
9º Julio Campos, 552
10º Rafael Suzuki, 539

Felipe Barrichello conquista a Stock Light e garante vaga na Stock Car 2026

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Felipe Barrichello
Foto: Marcelo Machado de Melo/Vicar

A temporada 2025 da Stock Light terminou com um sobrenome histórico de volta ao topo. Felipe Barrichello Bartz, da SG28 Racing, confirmou neste domingo (30/11) o título da categoria de acesso ao terminar em terceiro lugar na corrida disputada no Autódromo Internacional de Brasília. A conquista coroou uma campanha de regularidade e crescimento, garantindo ao paulista de 20 anos o superprêmio que o coloca no grid da BRB Stock Car Pro Series em 2026.

O jovem piloto, sobrinho de Rubens Barrichello, selou a conquista na primeira prova do dia, vencida por Léo Reis, campeão entre os estreantes da temporada. Felipe encerrou o campeonato com três vitórias, 10 pódios, uma pole position e três voltas mais rápidas, um desempenho que o coloca entre os principais talentos revelados pela Stock Light nos últimos anos. O título simboliza também a continuidade da política de transição da Vicar. A organizadora garante apoio financeiro e técnico para os campeões da divisão de base avançarem à categoria principal.

Formado nas pistas da BRB Fórmula 4 Brasil, Barrichello Bartz chegou à Stock Light em 2023 e precisou de dois anos de adaptação antes de conquistar o título. Depois de duas temporadas regulares pela W2 Racing ProGP, o paulista trocou de equipe em 2025 e acertou com a SG28 Racing. A virada veio na etapa de Cascavel, em setembro, quando o piloto do carro #24 somou 80 dos 84 pontos possíveis e consolidou a liderança do campeonato.

O novo campeão não escondeu a emoção ao confirmar o título em Brasília. “Estou muito feliz. É um dia muito especial. Até tentei segurar as lágrimas, mas não consegui. Foi muita luta até aqui”, afirmou Felipe, ainda dentro do carro. “Coloquei Deus em primeiro lugar esse ano, e Ele realmente entregou. Agora é focar no que vem pela frente, porque conquistei a vaga na Stock Car e preciso provar que mereço estar lá.” Emocionado, o piloto também falou sobre a chance de dividir o grid com o tio Rubens a partir do ano que vem. “Vai ser incrível. Já estou contando os dias para acelerar ao lado dele.”

Além de Felipe Barrichello, a etapa de encerramento marcou também o brilho de Léo Reis. O piloto venceu as duas corridas do fim de semana e terminou o campeonato como vice-geral. O jovem da W2 Racing ProGP foi anunciado pela CAR Racing e correrá na Stock Car Pro Series em 2026, ao lado do irmão, Rafa Reis. No pódio da última prova do ano, disputada sob chuva, o brasiliense Gabriel Koenigkan completou o trio de destaque, encerrando a temporada com um pódio em casa e simbolizando o futuro promissor do automobilismo nacional.

O título de Felipe Barrichello Bartz é mais do que um troféu: representa a passagem de bastão entre gerações e a força de uma nova leva de talentos brasileiros. No asfalto de Brasília, o piloto transformou o peso de um sobrenome em combustível para acelerar o próprio nome rumo à elite do esporte a motor.

Classificação final

1º Felipe Barrichello Bartz, 343 pontos
2º Leo Reis, 314
3º Enzo Bedani, 297
4º Alfredinho Ibiapina, 252
5º Guto Rotta, 236
6º Rafael Martins, 232
7º Mathias de Valle, 193
8º Erik Schotten, 188
9º Bruna Tomaselli, 184
10º Ernani Kuhn, 182
11º Juninho Berlanda, 175
12º Gabriel Koenigkan, 168
13º Enzo Gianfratti, 150
14º João Bortoluzzi, 138
15º Akyu Myasava, 130
16º Luis Trombini, 129
17º Pedro Garcia, 125
18º Will Cesar, 99
19º Kaká Magno, 90
20º Vinícius Papareli, 76
21º Lucca Zucchini, 64
22º Witold Ramasauskas, 53
23º Junior Ribeiro/Raphael Teixeira, 23
24º Enzo Falquete, 9
25º Gustavo Teixeira , 5
26º Augusto Sangalli, 0
*pontuação extraoficial

Só vale taça! Confira todos os campeões do futebol candango em 2025

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Gama campeão Candangão
Foto: Filipe Fonseca/Gama

Oficialmente, chegou ao fim o calendário de competições da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) em 2025. Com o desfecho final da Copa Brasília na tarde do último sábado (30/11), o Canaã se tornou o último clube a levantar uma taça em solo candango na temporada. Ao todo, foram 11 campeonatos oficiais realizados pela entidade, com 7 campeões diferentes. O “campeão dos campeões” foi o Gama, vencedor do Campeonato Candango no futebol masculino profissional, Sub-13 e Sub-15. Além do clube alviverde, outras seis equipes também aumentaram a galeria de troféus.

Apesar de um começo de ano complicado, com problemas na equipe principal e sem um caminho claro para a sequência das competições, a Sociedade Esportiva do Gama terminou o ano do cinquentenário com mais três taças na conta. Em fevereiro, os gamenses se sagraram campeões do torneio de maior visibilidade no DF, o Campeonato Candango, depois de quatro anos sem levantar o troféu. Como a jóia da coroa, o Alviverde ainda conquistou o torneio local nas categorias Sub-13 e 15 do masculino.

Nas disputas femininas, a estrela do Minas Brasília brilhou mais forte. Além de conquistar o Candangão pela primeira vez desde 2018 e quebrar uma seca de sete anos sem conquistar o título, o clube também dominou todos os torneios de base. Na decisão do profissional, ‘As Minas’ ainda desbancaram o maior rival, o Real Brasília, então heptacampeãs do torneio local. O destaque do ano ficou com a atacante Gaby, principal peça do plantel. Apenas no Campeonato Candango, a atleta marcou 15 gols. No juvenil, a equipe assegurou os títulos do sub-15 e 17.

Minas Brasília x Real Brasília - Candangão Feminino
Foto: Diller Abreu/FFDF

Na categoria mais nova do calendário oficial, o Luziânia assegurou o título mais dominante da temporada no Candanguinho Sub-11. O clube foi o primeiro colocado do Grupo B da competição, com 15 pontos oriundos de cinco vitórias e uma derrota – a única da equipe na competição. Na eliminatória, a equipe se sobressaiu em todos os confrontos e venceu os dois jogos de todas as etapas. Na final, diante do Sobradinho, o jovem plantel da Igrejinha aplicou um sonoro 4 a 0 para confirmar a campanha histórica.

Outra surpresa para a temporada foi ascensão do Penharol/BNT até o título do Campeonato Candango Sub-17. Com projeto focado em captar crianças e desenvolver atletas com capacidade para desempenhar em clubes maiores, a equipe contou com uma campanha sem sustos rumo à final do torneio. Na decisão, diante do Capital, os times não saíram do zero no tempo regulamentar. Na decisão por penalidades, o aurinegro converteu todas as cobranças e conquistou o troféu inédito da categoria.

Penharol
Foto: Cláudio Santos

Na reta final da temporada, pela primeira vez em 64 anos de história, a ARUC sagrou-se campeão de um torneio oficial — e conseguiu tal feito em grande estilo. O clube oriundo da cidade do Cruzeiro foi dominante do início ao fim na Segunda Divisão do Campeonato Candango e terminou o torneio de forma invicta. A Segundinha é o único torneio do Distrito Federal disputado em pontos corridos de forma unidimensional e, durante a campanha, a equipe alviceleste anotou 17 pontos, com cinco vitórias e dois empates em sete partidas.

A última competição a chegar ao desfecho foi a Copa Brasília Sub-20, decidida na noite do último sábado (29/11). No confronto que valia o título da competição, Canaã e Brasiliense duelaram no Estádio Abadião, em Ceilândia. O jogo marcou o encontro entre dois dos quatro representantes da capital federal na próxima edição da Copinha. Em campo, o empate sem gols permaneceu no tempo regulamentar. Na disputa por penalidades, o Vento Forte conquistou o título por 5 a 4. Desde a filiação do clube à Federação de Futebol do Distrito Federal, este é o primeiro título oficial da equipe em solo candango.

Canaã vence o Brasiliense nos pênaltis e conquista a Copa Brasília Sub-20

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Canaã
Foto: Divulgação/Canaã

O Canaã é o novo campeão da Copa Brasília Sub-20. Jogando no Estádio Abadião, em Ceilândia, na tarde deste sábado (29/11), a equipe venceu o Brasiliense por 5 a 4 nos pênaltis após empate sem gols no tempo regulamentar. O título é o primeiro do Vento Forte desde que o clube passou a ser filiado à Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) e dá fôlego ao time visando a Copa São Paulo de Futebol Júnior.

O confronto foi equilibrado e de poucas chances claras. O Brasiliense manteve mais posse de bola, enquanto o Canaã apostou em velocidade e intensidade pelos lados. As defesas prevaleceram sobre os ataques durante todo o jogo e o empate sem gols levou a decisão para as penalidades em um dia de forte calor no Estádio Abadião predestinada a brilho do goleiro Iury.

Nas cinco primeiras cobranças, Pedro Bahia, João Paulo, Gana e Anthony marcaram para o Canaã. Pelo Brasiliense, Arthur Rocha, Matheus, Matheus Felix e Raphael também converteram. Thiaguinho perdeu a primeira cobrança do Jacaré ao chutar no meio do gol. O goleiro Iury defendeu com as pernas. Thiago, do Canaã, isolou a tentativa dele, deixando tudo igual em 4 a 4.

Nas alternadas, Felipinho colocou o Vento Forte em vantagem. Na sequência, Hugo teve a chance de empatar, mas Iury voltou a brilhar e defendeu novamente, garantindo o título do Canaã. O goleiro, herói da decisão, foi cercado pelos companheiros em uma comemoração que tomou conta do gramado do Abadião e ficará marcada na história do Vento Forte como primeira apoteose no Distrito Federal.

As duas equipes agora voltam o foco para a Copa São Paulo de Futebol Júnior, marcada para começar em 2 janeiro. O Vento Forte vai atuar na cidade de Tietê, com Criciúma-SC, XV de Piracicaba-SP e Comercial Tietê-SP. O Jacaré ficará em Santana de Parnaíba, ao lado de Fluminense-RJ, Água Santa-SP e Sfera-SP. Além de Canaã e Brasiliense, convidados, o Distrito Federal será representado pelo Real Brasília, campeão do Candangão Sub-20, e pelo Sobradinho, vice-campeão.

Brasiliense 0 (4)
Felipe; Raphael, Carmino, Israel e Hugo; Índio (Arthur), Matheus 🟨 e Thiaguinho; Pedro Ryan (Matheus Felix), Pipi (Felipe Brito 🟨) e João Torres 🟨.
Técnico: Isaque David Pereira

Canaã 0 (5)
Iury; Luisão (Mikael), Anthony, Thiago e Gana 🟨; Arthur 🟨 (Emerson), Adriel (João Paulo) e Thiago; Vitinho (Luís Felipe), Rafael Silva (Fábio Kauê) e Pedro Bahia.
Técnico: Jonathan Gabriel Barboza Vieira

Pênaltis
Brasiliense: Arthur Rocha ⚽ Matheus ⚽ Matheus Felix ⚽ Raphael ⚽ Thiaguinho ❌ Hugo ❌
Canaã: Pedro Bahia ⚽ João Paulo ⚽ Gana ⚽ Anthony ⚽ Thiago ❌ Felipinho ⚽

Brasília Vôlei estreia com vitória firme e mostra força na Superliga B

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Brasília Vôlei
Foto: Rogério Bertoldo Guerreiro/Brasília Vôlei

O Brasília Vôlei iniciou a Superliga B masculina mostrando que o elenco está pronto para brigar alto. Na estreia, diante do Fluminense, o time da capital venceu por 3 sets a 1, parciais de 25×15, 21×25, 27×25 e 25×18, no ginásio do Sesi, em Taguatinga, e deu o primeiro passo com autoridade. A equipe brasiliense mostrou volume de jogo, superação e, sobretudo, maturidade para reagir no momento no qual a partida mais exigiu.

O primeiro set foi uma demonstração de controle e eficiência. Sem deixar o adversário respirar, o Brasília Vôlei impôs ritmo intenso desde o saque e dominou todas as ações. O placar de 25 a 15 refletiu o que se viu em quadra: defesa sólida, bom aproveitamento nas viradas de bola e equilíbrio tático que fez o torcedor acreditar em uma vitória tranquila.

O Fluminense respondeu na segunda parcial e equilibrou as forças. Depois de um início parelho, os visitantes cresceram no bloqueio e aproveitaram uma sequência de erros brasilienses para abrir vantagem no meio do set. O time da casa até tentou reagir, mas acabou superado por 25 a 21. O tropeço, no entanto, teve efeito de alerta e o Brasília voltou mais concentrado.

No terceiro set, o jogo ganhou ares de drama e virada de roteiro. O Brasília chegou a abrir 13 a 7, mas o Fluminense reagiu e empatou por 16 pontos, ameaçando virar o duelo. No fim da parcial, os cariocas chegaram a ter um set point, mas o time do DF mostrou frieza: salvou a chance e virou para fechar em 27 a 25. Foi o ponto de virada emocional da partida e o grito da torcida ecoou como combustível para o desfecho.

Com moral elevada, o quarto set foi o retrato da confiança retomada. O Brasília abriu 15 a 8, controlou o placar e não deixou mais o Fluminense respirar. Com bom volume defensivo e transições rápidas, a equipe administrou a vantagem até o fim e fechou em 25 a 18, confirmando o primeiro triunfo na temporada e a sensação de que o grupo amadureceu em quadra.

A vitória, além dos três pontos, simboliza um recomeço seguro e promissor. Com elenco entrosado e postura competitiva, o Brasília Vôlei mostrou que está disposto a transformar o ginásio do SESI em fortaleza. O próximo desafio será fora de casa, na sexta-feira (5/12), contra o América/SSC, em Natal-RN, às 19h30. Já o Fluminense volta à quadra na quinta-feira (4/12), diante do Norde Vôlei, no Rio de Janeiro.

Felipe Fraga vence sprint caótica em Brasília e dispara na luta pelo bi

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Felipe Fraga
Foto: Marcelo Machado de Melo/BRB Stock Car

O sábado (29/11) no Autódromo Internacional de Brasília teve cheiro de gasolina, fumaça e redenção. A corrida sprint, mais curta e imprevisível do fim de semana, devolveu à capital federal a essência pura do automobilismo: velocidade, nervos à flor da pele e sorte dançando lado a lado com a estratégia. Depois de 30 minutos de ação interrompida por bandeiras amarelas e longos períodos de safety-car, Felipe Fraga, da Eurofarma RC, emergiu como vencedor e deu um passo firme rumo ao bicampeonato.

A prova iniciou sob clima de tensão, com a comunidade da Stock Car ainda repercutindo as boas notícias da recuperação de Bruno Baptista e João Paulo de Oliveira, liberados do hospital após o grave acidente de sexta-feira (28/11). Quando as luzes se apagaram, o que se viu foi uma sequência de incidentes que baralharam completamente o roteiro da corrida. Pilotos e engenheiros precisaram jogar com o relógio para cumprir o pit-stop obrigatório e escapar das armadilhas estratégicas criadas pelas neutralizações.

A bandeirada final parecia premiar Ricardo Zonta, Julio Campos e o pentacampeão Cacá Bueno, mas as punições por descumprimento do pit-stop mudaram o destino da sprint. A vitória caiu no colo, ou melhor, nas mãos frias, de Fraga, que havia cruzado em quarto. O toque de sorte o fez saltar da décima para a primeira posição, seguido por Arthur Leist (Crown Racing) e pelo dono da casa, Nelson Piquet Jr. (Scuderia Bandeiras Sports), que fechou o pódio sob aplausos de um público emocionado.

O triunfo, segundo de Fraga no ano, repetindo o feito da abertura em Interlagos, o levou a 842 pontos no campeonato, abrindo 120 de vantagem sobre o companheiro de equipe Gaetano Di Mauro, que abandonou prematuramente. O tocantinense também atingiu a marca de 22 vitórias na categoria, ultrapassando Xandy Negrão e consolidando-se entre os maiores vencedores da história da Stock Car. “O mesmo safety-car que me ferrou em Cuiabá hoje me devolveu a vitória”, resumiu, emocionado, dedicando o resultado ao filho Daniel.

Brasília assistiu, assim, a um espetáculo à altura da sua história. Entre bandeiras amarelas, pit-stops e lágrimas, o asfalto do autódromo reviveu o peso simbólico do esporte a motor. Se a corrida sprint serviu de prelúdio, a promessa para o domingo é de alta octanagem e emoção em dose dupla. Porque, no coração do Planalto, o ronco dos motores voltou a ser sinônimo de pertencimento.

Corrida sprint
1º – Felipe Fraga (Eurofarma RC/Mitsubishi Eclipse Cross), 13 voltas em 32min53s366
2º – Arthur Leist (Crown Racing/Toyota Corolla Cross), a 0s397
3º – Nelson Piquet Jr. (Scuderia Bandeiras Sports/Mitsubishi Eclipse Cross), a 0s782
4º – Daniel Serra (Blau Motorsport/Mitsubishi Eclipse Cross), a 1s470
5º – Denis Navarro (Full Time Cavaleiro/Toyota Corolla Cross), a 2s260
6º – Arthur Gama (Full Time Gazoo Racing/Toyota Corolla Cross), a 3s347
7º – Zezinho Muggiati (CAR Racing Sterling/Toyota Corolla Cross), a 3s841
8º – Lucas Kohl (Scuderia Chiarelli/Chevrolet Tracker), a 5s036
9º – Gabriel Casagrande (A.Mattheis Vogel/Chevrolet Tracker), a 6s745
10º – Felipe Baptista (CAR Racing KTF/Mitsubishi Eclipse Cross), a 7s249
11º – Allam Khodair (Blau Motorsport/Mitsubishi Eclipse Cross), a 9s173
12º – Vicente Orige (Scuderia Bandeiras Sports/Mitsubishi Eclipse Cross), a 10s813
13º – Gianluca Petecof (CAR Racing KTF/Mitsubishi Eclipse Cross), a 11s127
14º – Thiago Camilo (Ipiranga Racing/Toyota Corolla Cross), a 12s841

Rafa Martins vence e adia decisão da Stock Car Light para domingo

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Stock Car Light
Foto: Magnus Torquato/Vicar

A decisão do campeão da Stock Light ficou pendente para domingo (30/11). Em uma prova de grandes disputas e emoção do início ao fim neste sábado (29/11), Rafa Martins, da ArtCon Racing, venceu a primeira corrida da etapa final da temporada 2025, em um triunfo que o coloca como o primeiro vencedor desde a reinauguração do Autódromo Internacional de Brasília Nelson Piquet.

O paulista largou forte, duelou diretamente com Léo Reis (W2 Racing ProGP) e garantiu a vitória após 11 voltas intensas no traçado de 5.321 metros. Reis cruzou a linha de chegada em segundo, confirmando com duas provas de antecedência o título entre os “rookies” (pilotos estreantes da categoria). Felipe Barrichello Bartz (SG28 Racing), o ‘Pipe’, terminou logo atrás e assumiu a liderança geral do campeonato após a aplicação dos descartes, ficando agora mais próximo do sonhado título e da vaga na BRB Stock Car Pro Series 2026.

“Muito feliz! Segundo fim de semana com a equipe, segunda vitória. Ainda mais por ser em Brasília, nesse momento tão marcante. Um orgulho enorme para mim e para a ArtCon Racing”, comemorou Rafa Martins, que já havia vencido no Velocitta, em outubro.

A corrida também marcou uma virada na disputa do título. Enzo Bedani (W2 Racing ProGP), que chegou à etapa como líder, enfrentou problemas antes da largada e, mesmo com o esforço da equipe para recolocar o carro na pista, terminou apenas em 12º. O resultado foi decisivo para as contas do campeonato.

“É muito gratificante chegar à categoria e já mostrar trabalho. Fomos consistentes o ano inteiro e agora coroamos o título entre os rookies. Ano que vem na Stock Pro, quero seguir esse caminho de evolução”, destacou Léo Reis, que em 2026 formará dupla com o irmão, Rafa Reis, na CAR Racing.

“Só falta mais um dia. Estou muito feliz e focado. Amanhã vamos com tudo para esse título. Sonho muito em correr na Stock Car e espero que esse sonho se realize”, declarou Pipe Barrichello, com os olhos voltados para o domingo decisivo.

Entre os destaques da prova, Guto Rotta (Garra Racing Team) terminou em quarto e manteve viva a esperança de um pódio na temporada. O brasiliense Gabriel Koenigkan (W2 Racing ProGP), ídolo local, fechou em quinto, consolidando um fim de semana competitivo em casa. Já Erick Schotten, companheiro de equipe de Reis e Koenigkan, foi de último no grid a sexto, em uma das grandes recuperações do dia.

Corrida 1: resultado final

1º – Rafael Martins (ArtCon Racing), 11 voltas em 28min51s509
2º – Léo Reis (W2 Racing ProGP), a 2s315
3º – Felipe Barrichello Bartz (SG28 Racing), a 2s377
4º – Guto Rotta (Garra Racing Team), a 4s636
5º – Gabriel Koenigkan (W2 Racing ProGP), a 6s388
6º – Erick Schotten (W2 Racing ProGP), a 12s735
7º – Bruna Tomaselli (SG28 Racing), a 16s325
8º – Pedro Garcia (RTR Sport Team), a 16s441
9º – Luis Trombini (Garra Racing Team), a 26s622
10º – Vinícius Papareli (RTR Sport Team), a 1 volta
11º – Akyu Myasava (Garra Racing Team), a 1 volta
12º – Enzo Bedani (W2 Racing ProGP), a 2 voltas
13º – Pedro Caland (RTR Sport Team), a 2 voltas
14º – Alfredinho Ibiapina (W2 Racing ProGP), a 2 voltas

Classificação
1º Felipe Barrichello Bartz, 301 pontos
2º Enzo Bedani, 287
3º Leo Reis, 260
4º Alfredinho Ibiapina, 225
5º Guto Rotta, 222