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Inspirado em período vitorioso, Taguatinga apresenta uniforme para 2023

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Taguatinga
Arte: Editoria de Arte/Distrito do Esporte

O Taguatinga divulgou, nesta segunda-feira (12/12), o uniforme que a equipe usará na próxima temporada. Inspirado no modelo usado no tricampeonato em 1991, 1992 e 1993, o uniforme contém listras diagonais em tons azuis e brancos. O clube informou, através das suas redes sociais oficiais, que as vendas iniciarão em breve, sem divulgar o valor. Além da camisa, a equipe prometeu um site novo, elenco e parceiro.

Quarto maior campeão do Distrito Federal com cinco títulos, o Taguatinga resolveu recorrer ao seu período vitorioso para definir o uniforme que usará em 2023. Com inspiração no modelo usado em seu tricampeonato (90, 91 e 92), o uniforme tem listras diagonais com dois tons de azul e o branco. A manga segue o modelo, mas com o branco predominante até próximo da gola. As barras da manga, cintura e gola são revestidas com azul-escuro e o escudo do Taguatinga ao lado esquerdo de quem a veste.

No post dedicado ao anúncio da camisa, o Taguatinga disse que o uniforme foi “inspirado no tricampeonato de 1991, 1992 e 1993, o TEC buscou inspirações nos últimos títulos e inspirou no manto de 1992 para motivação de todos os atletas, membros da comissão e torcedores deste tão sonhado projeto”, diz a legenda. A equipe ainda informou aos seus adeptos que as vendas iniciarão em breve, mas não divulgou o valor do uniforme.

Mais novidades em breve

Há seis dias, o Taguatinga utilizou a rede social para dar um spoiler (revelação antecipada de informações sobre um conteúdo) do seu novo uniforme. O clube ainda aproveitou para anunciar que um novo site, novo elenco e um novo parceiro seriam anunciados. A equipe ainda não anunciou quando se reapresentará para a pré-temporada. O pentacampeão da capital federal estreia no Candangão em 28 de janeiro de 2023, fora de casa, contra o Gama.

Equipe feminina do Brasília Vôlei sofre assalto em restaurante no DF

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Brasília Vôlei
Foto: Reprodução

As jogadoras do Brasília Vôlei foram assaltadas nesta segunda-feira (12/12) em um restaurante próximo ao Sesi, em Taguatinga. Durante cerca de 30 segundos, dois homens invadiram o local, anunciaram o assalto e levaram os pertences de algumas atletas e de funcionários que estavam no local. A equipe de vôlei emitiu nota oficial e repudiou todos os tipos de violência.

Durante o horário de almoço, dez atletas do Brasília Vôlei estavam presentes em um restaurante em Taguatinga, próximo ao local de treinamento do clube. Dois homens armados invadiram o local e anunciaram o assalto. Durante cerca de 30 segundos, os assaltantes recolheram celulares e outros pertences dos clientes. Apesar do susto, nenhuma das atletas sofreram agressões físicas. Toda a ação foi registrada por uma câmera de segurança que estava no local.

Brasília Vôlei repudia violência

A equipe feminina de vôlei emitiu uma nota oficial e repudiou a violência sofrida pelas atletas. Veja o texto na íntegra:

O Brasília Vôlei vem a público esclarecer que na data de 12/12/2022 atletas da equipe feminina foram surpreendidas durante o momento do almoço em um restaurante da cidade de Taguatinga-DF por dois homens armados que promoveram assalto subtraindo aparelhos celulares e outros pertences das pessoas que estavam presente no local.

O Brasília informa ainda que as atletas não sofreram agressão física e que apesar das perdas materiais estão todas bem. Assim, ressaltamos o compromisso de solidariedade a todas as atletas que passaram pelo ocorrido e nos colocamos a disposição. Por oportuno, o Brasília Vôlei esclarece que repudia qualquer tipo e forma de violência que coloque em cheque a integridade das pessoas.

Presidente da Conmebol não confirma final da Sul-Americana no DF em 2023

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Conmebol - Estádio Nacional Mané Garrincha
Foto: Paula Reis/Flamengo

A Arena BRB Mané Garrincha foi escolhida pela Conmebol para sediar a final da Copa Sul-Americana em 2022, mas às vésperas da decisão, o local foi substituído pelo estádio Mario Kempes, em Córdoba, na Argentina. A troca ocorreu devido à realização do primeiro turno das eleições presenciais no Brasil. Assim, a capital federal ficou esperançosa de ser o palco da finalíssima do próximo ano, mas o presidente da entidade sul-americana informou ao blog Drible de Corpo, do Correio Braziliense, que o Distrito Federal precisará apresentar uma nova candidatura para sediar a decisão de 2023.

Escolhido como o palco da decisão da Sul-Americana em maio de 2021, o Mané Garrincha sediaria a final da competição em outubro de 2022. À época, a arena desbancou outros estádios brasileiros como o Beira-Rio (Rio Grande do Sul), Castelão (Ceará), Arena Pernambuco (Pernambuco) e Arena Fonte Nova (Bahia). Ainda disputaram os estádios argentinos Libertadores de América e La Bombonera. A Arena BRB Mané Garrincha recebera duas partidas antes da escolha: um jogo entre Santos e San Lorenzo pela Libertadores e o duelo pelo título da Recopa Sul-Americana entre Palmeiras e Defensa y Justicia.

Em junho de 2022, quatro meses antes da decisão da Copa Sul-Americana, a Conmebol anunciou a mudança. A substituição ocorreu devido às eleições presidenciais brasileiras, um dia depois da decisão. Em nota, a entidade sul-americana destacou que o pedido foi feito pela própria CBF. “A resolução unânime foi adotada em consulta com os membros do Conselho, diante da impossibilidade de realizar o jogo em Brasília, como estava previsto, pelo fato de que as eleições gerais do Brasil serão realizadas no dia 2 de outubro. A alteração foi solicitada pela Confederação Brasileira de Futebol”, diz o trecho.

No mesmo comunicado em que definiu pela saída da Arena BRB Mané Garrincha, a Conmebol anunciou o estádio Mario Kempes, em Córdoba, na Argentina, como o palco da decisão da Copa Sul-Americana. Em 1º de outubro deste ano, o local recebeu Independiente del Valle e São Paulo. A equipe equatoriana venceu por 2 a 0, gols de Lautaro Díaz e Lorenzo Favarelli, e levantou o seu segundo troféu da história pela competição continental.

Edição de 2023 indefinida

A substituição por questões políticas não fará com que a Arena BRB Mané Garrincha herde automaticamente a final da próxima temporada. O presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, respondeu ao questionamento do jornalista Marcos Paulo Lima, do blog Drible de Corpo, do Correio Braziliense, sobre o palco brasiliense sediar a decisão de 2023. O mandatário ressaltou que  “Depende da cidade. Eles precisam apresentar novamente uma proposta via Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a gente vai avaliar”, disse o mandatário.

Procurado pela equipe de reportagem do Distrito do Esporte em novembro deste ano, o presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), Daniel Vasconcellos, disse que a Conmebol ainda não havia comunicado sobre o palco da decisão de 2023. Daniel foi questionado pela equipe do DDE se a capital federal apresentará uma nova candidatura após fala do mandatário da entidade sul-americana, mas até a publicação desta matéria, nenhuma resposta foi dada.

Com Wilton Pereira, arbitragem brasileira bate recorde em Copas do Mundo

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Arbitragem brasileira. Wilton Pereira Sampaio
Foto: Cesar Greco/Palmeiras

O brasileiro Wilton Pereira Sampaio está em alta nesta edição da Copa do Mundo, no Catar. O árbitro já apitou três partidas, sendo elas Senegal x Holanda, Polônia x Arábia Saudita, Holanda x Estados Unidos e a decisão entre França x Inglaterra, que acontecerá neste sábado (10), às 16h, horário de Brasília. Com esses números e as partidas entre Inglaterra x Irã e Marrocos x Canadá, comandadas pelo também brasileiro Raphael Claus, a arbitragem brasileira bateu o recorde em participações de Copas do Mundo com seis jogos contabilizados.

Wilton pertence à Federação de Árbitros do estado de Goiás e despertou a atenção da comissão de arbitragem da FIFA. Desde a estreia na fase de grupos entre Senegal e Holanda, o goiano recebe elogios pela postura e atuação nas partidas. Com ele, são sete árbitros brasileiros dentre os 129 na lista de convocados nesta edição do torneio.

Além de Wilton outros brasileiros representaram a arbitragem no Catar, como Raphael Claus que apitou a partida entre Inglaterra x Irã, Canadá x Marrocos e atuou como quarto árbitro nas oitavas em jogo que a Espanha foi eliminada pela seleção marroquina, porém este último não é contabilizado no recorde brasileiro. Os assistentes Bruno Pires, Danilo Manis, Bruno Boschila, Rodrigo Figueiredo e Neuza Back também estão na lista e, com isso, o Brasil lidera ao lado da Argentina o país com mais representantes na competição. Desde a Copa do Mundo de 1950 o Brasil não contava com mais de um árbitro principal na competição.

Momento histórico da arbitragem feminina

Outro acontecimento que entrou para a história da arbitragem foi que, pela primeira vez em uma Copa do Mundo masculina, uma partida foi comandada por mulheres. O confronto entre Costa Rica x Alemanha teve como árbitra principal a francesa Stéphanie Frappart e as assistentes Karen Diaz Medina e Neuza Back, que foi a única árbitra brasileira na lista de convocadas da Copa.

Brasileira Neuza Back foi assistente no jogo entre Alemanha x Costa Rica
Foto: Kin Saito/CBF

O VAR também contou com a presença feminina da árbitra assistente Kathryn Nesbitt, que atingiu outra marca histórica para a arbitragem feminina ao ser a primeira mulher a atuar em um jogo de oitavas de final de uma Copa do Mundo masculina.

De olho na final

Com a eliminação da Seleção Brasileira da competição, a final pode ter comando brasileiro no apito. O nome mais cotado para a missão é o de Wilton Pereira Sampaio, Raphael Claus tem menos chance de ser o escolhido entre os dois.

Na história, apenas dois brasileiros tiveram a chance de apitar uma final de Copa do Mundo. Arnaldo Cezar Coelho comandou a partida entre Itália e Alemanha, jogo em que sacramentou a vitória italiana em 1982, e Romualdo Arppi Filho na Copa seguinte, em 1986, partida em que a Argentina foi bicampeã em cima da Alemanha.

Coluna Visão de Jogo #11: Os dois momentos em uma crônica

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Coluna Visão de Jogo
Por Luiz Henrique Borges

A Copa do Mundo modificou o momento da minha escrita. Geralmente, acompanho ao longo da semana os principais acontecimentos no “mundo da bola” e na quinta-feira, com uma ideia já formulada, elaboro a crônica que será publicada no sábado. O Mundial do Catar atrapalhou e atrapalha toda a programação. No momento em que estas palavras aparecem na tela do computador, estamos a menos de 2 duas horas do confronto contra a Croácia pelas quartas de finais e que pode, após oito anos, nos colocar mais uma vez entre as quatro principais seleções do Mundial e, principalmente, manter vivo desejo de levantar a taça pela sexta vez.

No momento, ainda não sei como a crônica será finalizada. O tom, mais alegre ou triste, dependerá se o Brasil vencerá ou não a seleção europeia. Entendo que a nossa equipe é melhor que a croata e, por isso, tem maiores possibilidades de avançar na competição, mas lembrando o folclórico ex-presidente do Corinthians, Vicente Matheus, “o jogo só acaba quando termina”. Apesar da redundância da construção frasal, há verdades importantes que precisam ser ressaltadas em seu enunciado. No futebol, mais que em outros esportes, a zebra, o resultado inesperado, se faz muito mais presente, desta forma, não podemos, em hipótese alguma, contar com a vitória antecipadamente, não comemore antes da hora. A Seleção Brasileira é melhor, mas terá que confirmar em campo o seu favoritismo.

Se os nossos atletas entrarem focados e determinados como fizeram, particularmente, no primeiro tempo contra a Coreia do Sul, deveremos vencer o jogo. Foi um espetáculo de dribles, tabelas envolventes e chutes certeiros. Na etapa final, com a classificação já assegurada, apesar do Brasil ter criado jogadas de perigo, os atletas reduziram visivelmente o ritmo, talvez, inclusive, com medo de uma nova contusão, afinal nas três primeiras partidas, durante a fase de grupos, nós perdemos jogadores em todos os jogos, totalizando cinco baixas, duas delas, Gabriel Jesus e Alex Telles, para todo o Mundial.

A questão das contusões é um tópico interessante e que deverá pautar diversas discussões no futuro próximo. A Copa do Catar é disputada no meio da temporada europeia, ou seja, na teoria, os atletas estão em sua plenitude física. Então, por que tantas contusões? Não tenho formação na área, mas elaboro minhas hipóteses. A temporada no velho continente, de onde vem a maior parte dos jogadores, foi comprimida em virtude do Mundial e ainda há o rescaldo da pandemia que também afetou e apertou os calendários. Em outras palavras, os atletas realizaram um número maior de jogos em um prazo de tempo mais curto, o que pode incidir em um número maior de contusões.

Outro ponto, o futebol se tornou um esporte muito mais físico e na medida em que os jogadores estão melhores preparados, as disputas de bola, os choques, as divididas, são mais duras e os riscos de contusões mais elevados. Finalmente, como a Copa do Mundo se torna o foco do futebol e, ao contrário das temporadas normais, em que diversos campeonatos dividem nossa atenção, nosso olhar se concentra no Mundial. Durante a temporada, diversos jogadores se contundem e ficam dias, semanas e até meses se recuperando. Se a lesão não for muito grave, o atleta provavelmente voltará a atuar antes que o campeonato termine. Na Copa do Mundo, competição de tiro curtíssimo, não há tal possibilidade. Como não dividimos as nossas atenções com outros campeonatos e o tempo de recuperação é muito estreito, as contusões dos jogadores possuem um impacto muito maior.

Após a boa vitória contra a Coreia, mais um europeu, o irlandês Roy Kenae, ex-jogador de muita virilidade e pouca habilidade, criticou as danças nas comemorações dos gols realizadas pelos jogadores brasileiros e, no último jogo, também por nosso treinador que, desajeitadamente, realizou a “dança do pombo” ao lado de Richarlison. Concordo com o treinador português, Luís Castro, atualmente no Botafogo, que achou a fala de Kenae deselegante, desnecessária e proferida por alguém que desconhece a cultura brasileira.

Alguns europeus, provavelmente de “cintura dura”, como é Kenae, mais notabilizado por suas entradas violentas, passaram a criticar a forma, particularmente as danças, com que diversos jogadores brasileiros comemoram seus gols. O argumento sempre utilizado por tais presunçosos é que a dança desrespeita o adversário.

Os discursos de respeito estão sepultando boa parte da alegria e do inusitado no futebol. Daqui a pouco, o drible mais simples e comum será taxado com deboche e valerá um cartão amarelo e em caso de reincidência o jogador será expulso de campo. Tais falas, curiosamente, não costumam ser construídas por jogadores e ex-jogadores que se notabilizaram pela habilidade e técnica, mas normalmente são proferidas pelos esforçados cabeças de bagre.

Caro Keane e demais frustrados com a arte do futebol, a dança feita por Tite e seus jogadores demonstraram apenas o bom ambiente existente na Seleção Brasileira. Podemos, no máximo, afirmar que o treinador brasileiro desrespeitou os bons dançarinos com seus passos desengonçados. Entendo que a maior desconsideração que o Brasil teve contra a Coreia do Sul não foram as comemorações, mas a redução do ritmo de jogo na etapa final. Na goleada sofrida para a Alemanha, em 2014, eu sofri, claro, em cada um dos sete gols, mas nada foi mais duro e humilhante do que o desinteresse, quase com compaixão e piedade, com que os alemães atuaram na segunda etapa. Eles deveriam ter feito 10, 12 ou 15 gols, teria sido menos desrespeitoso. A vontade de vencer, o interesse pela partida, as jogadas de efeito, os gols, não desrespeitam ninguém, mas talvez elas tragam lembranças e memórias que aqueles que foram pouco habilidosos gostariam de esquecer.

Toda minha inspiração para escrever a crônica que você lê neste momento terminou no momento em que conseguimos a proeza de tomar o gol de empate de uma seleção, a Croácia, que não possui a mínima força ofensiva. O Brasil fez um primeiro tempo fraco, não “mordeu” os croatas e parecia uma equipe que, certa da vitória, se poupava para a desejada semifinal. Isto é desrespeito! E ele pune.

Na prorrogação Neymar fez um golaço. Era para ser o gol da vitória. Nos últimos quinze minutos faltou ao Brasil a malícia de uma equipe que quer ser campeã. Fred, ao invés de cavar a falta no ataque, resolveu levantar e disputar a bola que resultou no início da jogada do gol adversário. Desestabilizado emocionalmente após o empate, o Brasil foi superado por uma equipe acostumada a avançar nas penalidades. A Copa do Mundo costuma punir quem joga abaixo do seu potencial e foi o que ocorreu com a Seleção Brasileira. Do otimismo inicial da crônica, restou o amargo da eliminação e, de cabeça quente, percebi que não seria o melhor momento para recomeçar o trabalho. Vai sobrar xingamento para muita gente!

Brasiliense quebra recorde mundial de jogos assistidos em uma Copa

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Recorde Mundial
Foto: Arquivo Pessoal/Victor Hartmann

A seleção brasileira deu adeus à Copa do Mundo do Catar nesta sexta-feira (9/12) após derrota nas penalidades máximas para a Croácia. Apesar da tristeza pela eliminação do Brasil, o brasiliense Victor Hartmann tem o que comemorar. O profissional do mercado financeiro esteve presente, até o momento, em todos os confrontos do Mundial e busca chegar a 64 partidas assistidas. Com as suas inúmeras participações, Victor superou Thulani Ngcobo e quebrou o recorde mundial de jogos assistidos em uma única edição de Copa.

Victor iniciou sua história com Mundiais em 2010, quando decidiu assistir à edição na África do Sul. Em 2014, no Brasil, Hartmann presenciou mais jogos. Quatro anos, o brasiliense viajou até à Rússia. Neste ano, no Catar, em sua quarta Copa, Victor definiu um novo objetivo: comparecer em todos os confrontos. O brasiliense falou sobre as suas participações. “Sempre foi meu sonho acompanhar uma copa, além de ser louco por futebol, eu sou apaixonado por culturas, e essa competição traz experiências de todos os cantos da Terra”, disse.

Foto: Arquivo Pessoal/Victor Hartmann

Até o momento, Victor presenciou todas as 58 partidas realizadas no Catar e espera aumentar para 64, número máximo de jogos, até o final da competição. Para chegar a este número, Hartmann assistia o primeiro tempo dos confrontos e ia para outro estádio acompanhar mais alguns minutos das demais partidas. Somados com os comparecimentos nas três edições anteriores, o brasiliense chegará a uma centena de embates. “Estou perto de realizar mais um sonho, atingir a marca de cem jogos assistidos de Copas do Mundo”, falou.

Quebra de recorde mundial

O brasiliense fez história ao comparecer em tantos jogos. Victor assistiu a 42 confrontos do início ao fim e assim, bateu o recorde mundial que pertencia ao sul-africano Thulani Ngcobo desde 2010. À época, Thulani presenciou 31 partidas integralmente e mais sete de forma parcial. O recorde considerado pelo Guinness World Records são os jogos assistidos do apito inicial até o final. Portanto, Hartmann já testemunhou 11 partidas a mais que Ngcobo e o número deverá aumentar para 17 com os confrontos restante no Mundial.

Tristeza com a seleção brasileira e palpite do título

Em conversa com a equipe do Distrito do Esporte, Victor falou sobre a derrota nos pênaltis para a Croácia. “Hoje foi bem difícil ver a eliminação do Brasil. Quando saiu o primeiro gol, pensamos que íamos levar, mas aí veio o empate em um contra-ataque na prorrogação”, disse. Hartmann revelou estar próximo das penalidades máximas. “Nos pênaltis foi doloroso, estávamos atrás do gol onde foi a disputa de pênaltis”.

Victor comentou a confiança que estava no sexto título da seleção brasileira. “Estava bem confiante no hexa, estava sentindo o grupo bem fechado, unido, uma energia boa e o time jogando bem, mas é vida que segue”. Hartmann ainda falou sobre a não cobrança de pênalti do camisa 10 do Brasil. “Eu não consigo entender o porquê do Neymar não ter batido o pênalti. Era para ter sido o primeiro, na Argentina foi assim: o Messi bateu primeiro”, criticou.

Com o Brasil eliminado, Victor apontou duas seleções que considera favoritas ao título da Copa do Mundo. “A Argentina vem muito forte, mas espero que a França ganhe. Acredito que esteja entre as duas, mas acho que a França conquista o bi consecutivo”, afirmou. Apesar do palpite, Hartmann abordou outras duas seleções que podem levantar o inédito troféu. “Ainda tem a Croácia que conseguiu eliminar o Brasil e Portugal vem forte”, lembrou.

Serviços públicos no DF terão horários alterados para Brasil e Croácia

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Serviços na Copa do Mundo
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Classificados para às quartas de finais da Copa do Mundo, o Brasil enfrenta a Croácia nesta sexta-feira (9/12) às 12h. Com o início da partida mais cedo que em outras rodadas, o Governo do Distrito Federal decretou ponto facultativo e assim, contará com alterações no funcionamento de seus serviços públicos. Veja quais os órgãos que cumprirão ponto facultativo e para os que irão abrir, seus respectivos horários.

O metrô funcionará das 5:30 até às 23:30, mas haverão alterações em determinados horários de picos antes do jogo. Entre 5:30 e 8:45 terão 24 trens em circulação e das 8:45 até às 11:30 serão até 22 disponibilizados para a população. Os ônibus operam com tabela de dia útil e contarão com reforço a partir das 10:30, uma hora e meia antes da bola rolar no confronto entre brasileiros e croatas.

Na saúde, os Caps I e II, AD II, Capsi, as Unidades Básicas de Saúde (UBS), as Farmácias de Alto Custo, ambulatórios e policlínicas estarão fechados. As Unidades de Pronto Atendimento (UPA), serviços de emergência e urgência, Caps III e os Caps AD III funcionarão normalmente. Os pontos de vacinações ficarão abertos das 8h às 11h, e nesta sexta-feira (9/12), haverá vacinação na Rodoviária do Plano Piloto, na Praça do Relógio, em Taguatinga, e na Feira Central de Ceilândia.

Outros serviços

Os atendimentos na Caesb, na Neoenergia, Cras, Creas, Procon, Conselho Tutelar e Na Hora estarão suspensos. Das 9:30 às 11:30, os restaurantes comunitários estarão abertos somente para o fornecimento de marmitas e não haverá refeição nos locais. O zoológico funciona normalmente das 8:30 às 17h, assim como a visitação ao Mirante da Torre de TV, das 9h às 18:45. Já o Jardim Botânico e o Planetário cumpriram o ponto facultativo.

Os bancos localizados no Distrito Federal estão com seus serviços alterados devido ao confronto das quartas do Mundial entre Brasil e Croácia. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os horários de funcionamento iniciarão às 9h e encerram às 11h no período da manhã. As agências e correspondentes bancários retornam após a partida, às 15:30, e ficam abertos até às 16:30.

Zagueiro ex-Central é o novo reforço do Capital

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Ítallo novo reforço do Capital
Foto: Divulgação/Campinense

O Capital não para! On fire no mercado da bola, o Coruja continua se movimentando em busca de reforços para a próxima temporada. Depois de anunciar o goleiro Léo Rodrigues, destaque da equipe azul e branca no Candangão 2022, o clube divulgou a contratação de mais um atleta para o plantel. Atleta que atua no sistema defensivo, Ítallo é mais um a vestir a camisa do Capital na temporada que vem.

Zagueiro experiente de 33 anos, Ítallo é natural de Maceió, Alagoas. Foi em seu próprio estado que o atleta começou a sua carreira. O defensor começou no CRB, onde permaneceu por quatro temporadas. No Central, ganhou mais tempo de jogo, atuando em diversas partidas e chegando a marcar dois gols. Ítallo saiu da região Nordeste pela primeira vez em 2014, quando jogou pelo Operário Ferroviário, do Paraná.

Logo em seguida o jogador voltou para o futebol nordestino, vestindo a camisa do Campinense na mesma temporada. A partir daí, o zagueiro começou a rodar pelo país inteiro, atuando pelo Maringá, Londrina, Remo, Treze, River-PI, Sport Lagoa Seca, Cascavel e Lagarto-SE. Antes de assinar com o Capital, Ítallo estava no Central, jogando o Campeonato Pernambucano da Segunda Divisão. Sua última partida foi no dia 27 de novembro, contra o Belo Jardim.

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Ítallo é a 23ª contratação do Capital no ano. Anteriormente, o clube anunciou Felipe (goleiro), Felipe Alves (centroavante), Gabriel Damasceno (atacante), Roger Gaúcho (atacante), Claudinho (atacante), Emerson (zagueiro), Derli (volante), Marconi (volante), Kadu (zagueiro), Manoel (centroavante), Wisman (meia), David Souza (atacante), Serginho (volante), Marlon (meia), Deivid (atacante), Gabriel A. (lateral), Fagner (volante), Luan Bueno (zagueiro), Otávio (lateral), Igor Villela (meia), goleiros Luan e Léo.

O Capital estreia no Campeonato Candango 2023 em casa. Marcado para começar no dia 28 de janeiro, um sábado, o Coruja receberá no Estádio JK o time do Samambaia. A equipe foi campeã da Segunda Divisão do Campeonato Candango, derrotando o Real Brasília na finalíssima. O segundo compromisso do clube azul e branco será fora de casa, diante do Taguatinga, marcado para uma semana depois.

Sul-Americano Sub-20 terá trio do DF atuando pela Seleção Brasileira

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Endrick convocado para Seleção Brasileira Sub-20
Foto: Fábio Menotti/Palmeiras

O Distrito Federal terá três atletas representando as cores verde e amarela em mais uma competição. Na manhã desta quinta-feira (8), Ângelo Gabriel, Endrick, Robert Renan e outros 19 atletas foram convocados pelo técnico Ramon Menezes para atuarem pela Seleção Brasileira no Sul-Americano Conmebol Sub-20, em 2023. A competição acontecerá entre os dias 19/01 e 12/02, na Colômbia.

Os três jovens estão atualmente em três clubes grandes do estado de São Paulo jogando como profissionais. Ângelo tem 17 anos e atua como atacante no Santos FC, enquanto Endrick (16) joga na mesma posição, mas no Palmeiras e Robert Renan (19) é zagueiro do Corinthians.

Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Todos eles têm em comum a expectativa gerada pelos times e pelas torcidas em um futuro promissor, já que clubes de fora do país vêm sondando e até oferecendo propostas para tirá-los de seus clubes atuais. Até o momento, nenhuma das propostas foi capaz de convencer os times a liberarem os atletas.

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A disputa do Sul-Americano Conmebol Sub-20 acontece nos dois primeiros meses de 2023 e os grupos serão sorteados em 21 de dezembro. A competição vai definir os quatro classificados para o Mundial Sub-20, também em 2023, que é disputado a cada dois anos. O torneio internacional tem data marcada para acontecer entre 20 de maio e 11 de junho, na Indonésia. A última participação da Seleção Brasileira foi em 2015, quando ficou com a vice-liderança após perder para a campeã Sérvia, na Nova Zelândia.

Caso o Brasil chegue a final, Corinthians, Palmeiras e Santos ficarão sem seus atletas até a metade de fevereiro. Podem ficar novamente sem eles três meses depois, no Mundial, caso a convocação se repita.

Foto: Ivan Storti/Santos FC

Confira a lista dos convocados

GOLEIROS

Kaíque – Palmeiras
Kauá Santos – Flamengo
Mycael – Athletico

LATERAIS

Artur – América-MG
Kakik Bruno – Cruzeiro
Patryck – São Paulo

ZAGUEIROS

Beraldo – São Paulo
Douglas Mendes – Red Bull Bragantino
ROBERT RENAN – Corinthians
Weverton – Cruzeiro

MEIAS

Andery Santos – Vasco
Marlon Gomes – Vasco
Matheus França – Flamengo
Ronald – Grêmio
Victor Hugo – Flamengo

ATACANTES

ENDRICK – Palmeiras
Giovani – Palmeiras
Marcos Leonardo – Santos
Matheus Martins – Fluminense
Sávio – PSV
Vitor Roque – Athletico
ÂNGELO – SANTOS

Técnico: Ramon Menezes

Com dois planos, Brasília Basquete lança programa de sócio torcedor

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Brasília Basquete
Foto: Reprodução/Instagram Brasília Basquete

Nesta semana, o Brasília Basquete lançou novos planos de sócio torcedor para os adeptos do clube. Um dos representantes do Distrito Federal no Novo Basquete Brasil, divulgou o novo programa de ST em suas redes sociais. São dois planos para os adeptos da equipe que poderão ser adquiridos pelo aplicativo da equipe. Quem aderir ao projeto do maior campeão nacional da capital do país, terá diversos benefícios.

O sócio torcedor mais em conta é o Família do Sítio. Para os interessados em adquirir este plano, custa R$ 59,90 por mês. Segundo o Brasília Basquete, os 100 primeiros que adquirirem têm direito a kit com duas camisetas da Família do Sítio, Xícara e tour na fábrica de café. O adepto ainda participará de sorteios exclusivos de produtos nos intervalos dos jogos, três ingressos de cadeira, dois vouchers por jogos para sorteio e acesso à rede de benefícios.

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Já o outro plano de sócio torcedor é o Jade Vip, que custa R$ 159,90 por mês. Para os 30 primeiros que adquirirem o plano, terão direito a um kit com camisetas exclusivas, kit vip, diária no Jade Hotel e clínica exclusiva. Além disso, o adepto recebe dois ingressos de box de quadra, camisa oficial de jogo da temporada 2022/23, dois vouchers para participar de sorteios, acesso à rede de benefícios e clínica exclusiva com os atletas do time.

Nas redes sociais, o Brasília Basquete anuncia os planos de sócio torcedor enaltecendo a história do clube. “São três títulos nacionais e muita história! Brasília tem tradição e paixão pelo basquete. E para reviver e renovar esse amor, vem ser um UFANÁTICO. O BRB/Brasília Basquete está com novos planos de sócio torcedor e temos certeza que tem um perfeito para você. Vem de apoio e torcida, que na quadra a gente promete dar o show”.

– Plano Família do Sítio – 12x R$ 59,90
◉ Kit com duas camisetas Família do Sítio
◉ Xícara
◉ Tour na fábrica
◉ Sorteios exclusivos de produtos nos intervalos de jogos
◉ Três ingressos de cadeira
◉ Dois vouchers por jogos para sorteio
◉ Acesso à rede de benefícios

– Plano Jade Vip – 12x R$ 159,90
◉ Kit com camisetas exclusivas
◉ Kit vip
◉ Diária no Jade Hotel
◉ Clínica exclusiva com jogadores
◉ Dois ingressos de box de quadra
◉ Camisa oficial de jogo da temporada 2022/23
◉ Dois vouchers para participar de sorteios
◉ Acesso à rede de benefícios