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Brasiliense acerta contratação de jogador ex-Caxias

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Brasiliense
Foto: Samara Miranda/Remo

Por Lucas Espíndola e Rayssa Loreen

De olho na próxima temporada, que será recheada de competições para o time amarelo, o Brasiliense continua firme no mercado da bola e segue atrás de reforços para 2023. Depois de renovar com Tobinha, emprestar diversos jogadores para outros clubes e anunciar a contratação de Kieza, o K9, o Jacaré tem atleta novo na área. O nome da vez é Renan Oliveira, que estava no Caxias, equipe do interior do Rio Grande do Sul.

O atleta de 32 anos atua como meia ofensivo e jogou a Série D do Campeonato Brasileiro e o Gauchão pelo clube Grená. Na temporada passada, o jogador defendeu as cores do Joinville e Remo. Em 2019/20, Renan Oliveira teve sua primeira e única experiência internacional. Pelo FK Suduva, equipe da Lituânia, o meia se destacou e teve uma passagem muito boa pela equipe. Foram 27 jogos e sete gols marcados.

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Renan Oliveira é formado nas categorias de base do Atlético-MG e também atuou pelo elenco profissional. Mesmo com pouca idade, ele foi um dos destaques do Galo. Depois que deixou a base, o atleta rodou o Brasil inteiro, jogando pelo Vitória, Coritiba, Goiás, Sport, América Mineiro, Avaí, Náutico, CRB e Botafogo-SP. Essa será a primeira vez que o jogador irá atuar em uma equipe do Distrito Federal.

O meia chega ao Brasiliense para disputar o Campeonato Candango 2023, Copa do Brasil, Copa Verde e a Série D do Campeonato Brasileiro. A competição local será a primeira que o jogador poderá mostrar seu futebol para a torcida. A estreia do Jacaré no campeonato local será contra o Ceilândia, dia 28 de janeiro, às 15h. Na segunda rodada, acontece o maior clássico do DF. O duelo contra o Gama está marcado para sábado (4/2).

Lateral que jogou a Série D é contratado pelo Santa Maria

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Santa Maria
Foto: Divulgação/Atibaia

Querendo fazer bonito no próximo Campeonato Candango, o Santa Maria segue bem atuante no mercado da bola. A Águia Grená segue divulgando em seus canais de comunicação os jogadores que farão parte do elenco. Depois de renovar os contratos com diversos atletas que atuaram na atual temporada pela equipe e contratar o destaque da Segundinha pelo Ceilandense, o Santinha anunciou o lateral-direito Paulinho.

O jogador de 26 anos é natural do Distrito Federal e estava no futebol paranaense. Em 2022, o atleta atuou pelo Maringá e Cianorte. No Leão, ele jogou a Série D do Campeonato Brasileiro, entrando em campo contra o São Bernardo, Santo André e Oeste. O clube do Sul do país foi o último que Paulinho passou antes de acertar com o Santa Maria. Será a primeira vez que o lateral atuará em solo candango.

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Mesmo sendo natural da capital do país, Paulinho é formado nas categorias de base do Figueirense, onde chegou a atuar com a equipe Sub-20 do Alvinegro catarinense. Depois, já no profissional, ele ganhou uma oportunidade no PSTC. O atleta ficou atuando em times do Sul e Sudeste, como Foz do Iguaçu, Votuporanguense, Rio Claro, Atibaia e Maringá, antes de jogar no Nordeste, quando defendeu o Treze.

O lateral-direito é o quarto contratado pelo Santa Maria na pré-temporada. Anteriormente, o clube acertou com Américo, Leandro Bulhões e Wallace dos Santos. Ainda oito jogadores tiveram o contrato renovado com a equipe. A estreia do Santa Maria no Campeonato Candango 2023 será em um sábado (28/1). Confirmado pela Federação de Futebol do Distrito Federal, o confronto diante do Paranoá será no Estádio Serra do Lago, no Entorno Sul do quadradinho.

Capital apresenta elenco e começa preparação para 2023

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Capital
Foto: Gustavo Roquete/Capital CF

Depois de uma enxurrada de contratações visando o Campeonato Candango 2023, o Capital apresentou seu elenco e comissão técnica na manhã desta segunda-feira (26/12). Muito incisivo no mercado da bola, o Coruja fez algumas renovações de jovens atletas e bastante contratações. Entre os jogadores estava o experiente goleiro Felipe, que veio emprestado do Paraná e atuará pela primeira vez no Candangão.

O contato inicial com o plantel foi no turno matutino, onde houve uma reunião com a diretoria do Capital. Durante a tarde, os jogadores irão iniciar os trabalhos de preparação para a principal competição do Distrito Federal, que começa no fim de janeiro. Antes do certame, o time azul e branco irá realizar quatro amistosos contra times do quadradinho e uma equipe goiana. Todas as partidas preparatórias serão realizadas no Estádio JK, casa do Capital.

Ao todo, o Coruja conta com um elenco de 27 atletas que tentarão conquistar pela primeira vez o Campeonato Candango para o Capital. O plantel conta com alguns bons jogadores da base da equipe, como o zagueiro Juan Pablo, que promete brigar por uma vaga na defesa titular. A lista com os atletas ainda conta com profissionais que já vestiram a camisa do time e foram destaques, como Léo Rodrigues (goleiro) e David Souza (atacante).

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Capital
Foto: Gustavo Roquete/Capital CF

Mais um jogador com bastante relevância, Felipe, goleiro experiente de 38 anos, falou sobre a chegada ao clube. “É uma honra vestir essa camisa e poder colaborar com os objetivos do clube. Certamente, vamos levar muitas alegrias para essa torcida. podem contar com isso”, concluiu. O arqueiro possui passagens por grandes clubes do Brasil e possui experiência internacional, quando atuou pelo Braga de Portugal.

Na apresentação do elenco, o presidente Godofredo contou que não descarta novas contratações para a próxima temporada caso haja necessidade. “Não descartamos completamente a vinda de mais uma ou outra peça, caso haja necessidade no decorrer da preparação”, falou sucintamente. O mandatário do Capital busca conquistar seu primeiro título do Candangão, fazendo um bom investimento no elenco.

Outro profissional que comentou sobre a preparação e o foco do Capital foi o técnico Rogério Mancini, que retornou ao Coruja. O treinador falou sobre os amistosos que serão realizados no Estádio JK. “São desafios importantes por dois motivos: primeiramente, para dar ritmo de jogo aos atletas. Em segundo lugar, para avaliarmos o que podemos melhorar para chegarmos bem afinados no Candangão”, concluiu.

Confira o elenco completo do Capital

Goleiros: Felipe, Léo Rodrigues e Luan;

Laterais: Emerson, Toninho Paraíba, Otávio e Gabriel Arantes;

Zagueiros: Juan Pablo, Campestrini, Ítallo, Luan Bueno e Kadu;

Meio Campistas: Igor Villela, Fagner, Marllon, Serginho Paulista, Marconi e Derli;

Atacantes: Leozynho, Deivid Anacleto, David Souza, Wisman, Manoel, Claudinho, Roger Gaúcho, Gabriel Damasceno e Felipe Alves.

Santa Maria acerta com destaque da Segundinha

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Wallace dos Santos, reforço do Santa Maria, com a camisa do Ceilandense - foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

O Santa Maria continua atrás de reforços para a temporada 2023. Considerado um dos campeonatos que devem ser mais parelhos dos últimos anos, o Candangão 2023 será um desafio para todos os 10 participantes, o que aumenta a necessidade de os times trazerem bons reforços para seus plantéis.

Pensando nisso, o Santa Maria vem fechando diversos contratos de olho na permanência e, quem sabe, uma segunda fase do Candangão 2023. O novo atleta da equipe é Wallace dos Santos, atacante que se destacou pelo Ceilandense na Segunda Divisão de 2022.

Wallace tem apenas 26 anos, mas é experiente em nosso futebol. Ele começou sua carreira em 2014 pelo sub-19 do Gama e se manteve no time em 2015. No ano de 2016 jogou no sub-20 do Fast Clube marcando 1 gol em 2 jogos.

Em 2017 foi contratado pelo Brasília Futebol Clube, mas não chegou a jogar. Em 2018 e 2019 esteve no Ceilândia atuando em 17 jogos, ao todo, mas marcando apenas 1 gol em 2019.

O atleta voltou a atuar por times do DF em 2022 e teve uma boa média. Fez 1 gol a cada 2 jogos, anotando 4 tentos em 8 partidas.

O Santa Maria estreia diante do Paranoá, no Estádio Serra do Lago, no dia 28/01/2023, às 15:30. Na segunda rodada vai visitar o Samambaia no Rorizão no domingo, dia 05/02/2023.

Wallace concorre ao Prêmio Dimba 2022

Wallace é um dos concorrentes ao Prêmio Dimba 2022. Ele fez um belo gol diante do Grêmio Valparaíso pela primeira fase da Segunda Divisão de 2022 e é um dos 12 selecionados que disputa o prêmio que já virou tradição no futebol candango.

Para ver o gol de Wallace e dos demais concorrentes basta acessar esse link, ver os vídeos, e escolher seu predileto. A votação vai até 31 de dezembro e vale o prestigiado troféu Dimba de mais belo gol da temporada candanga em 2022.

 

Wallace dos Santos, novo reforço do Santa Maria, com a camisa do Ceilandense – foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Veja o que se sabe sobre o elenco do Samambaia para o Candangão 2023

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Editoria de Arte/Distrito do Esporte

O Samambaia será uma das novidades do Campeonato Candango de 2023. Em um intenso sobe e desce de divisão nas últimas temporadas, o time tem como missão para o próximo ano se firmar de uma vez por todas na elite do Distrito Federal. Para isso, a equipe, reformulada em 2022, vai trabalhando aos poucos no planejamento de montagem do elenco e da comissão técnica.

Oficialmente, o Cachorro Salsicha tem 17 contratações. O canal de confirmação utilizado pelo clube é o perfil no Instagram, onde sete nomes foram revelados. O primeiro foi o lateral-direito Rodrigo Ramos, de 27 anos. O jogador atuou pelo Coritiba e acumula passagem pela Seleção Brasileira sub-20. Depois, o Samambaia trouxe o atacante Giovany, 22, formado nas divisões de base da Juventus-SP e do Corinthians.

O terceiro reforço oficializado veio da proximidade com o Brasiliense: trata-se do lateral-esquerdo Romarinho, de 28 anos. O jogador tem passagem por outros clubes do DF, como o Capital. No ataque, o Samambaia trouxe o jovem Michael, 20. O atleta atuou por equipes como Legião e Brasil de Farroupilha, onde se destacou na Copinha Gaúcha, antes de chegar ao novo clube.

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O setor ofensivo do Samambaia para o Candangão também recebeu o atacante Caju, de 22 anos. No mantra de reforçar a equipe com nomes de baixa idade, o time investiu na contratação do meia Dandan, 19, ex-Grêmio Valparaíso. Com passagem pelo Criciúma, o lateral-direito Daniel Mendonça foi a última contratação oficializada pelo Cachorro Salsicha para o próximo torneio local.

Os outros nomes não surgiram nas redes sociais do clube, mas também estão confirmados graças à parceria do Samambaia com o Brasiliense. Dez chegam por empréstimo: o goleiro Matheus Brandão, os zagueiros Badhuga e Preto Costa; o volante Wallace, os meias Filipinho e Cabralzinho, e os atacantes Joãozinho, Romarinho e Matheus Barboza. Com o fim do acordo com o Jacaré, o zagueiro Timm retorna ao Cachorro Salsicha.

No próximo Campeonato Candango, o Samambaia seguirá sob o comando do técnico Luís dos Reis. O treinador comandou a equipe na campanha do título da Segunda Divisão do torneio local em 2022 na final contra o Real Brasília, outra equipe que subiu. A estreia do Cachorro Salsicha na elite do Distrito Federal será em 29 de janeiro, às 10h, contra o Capital, no Estádio JK, localizado no Paranoá.

Elenco parcial do Samambaia
Goleiro: Matheus Brandão;
Laterais: Daniel Mendonça, Romarinho e Rodrigo Ramos
Zagueiros: Timm, Preto Costa e Badhuga;
Volante: Wallace;
Meio-campistas: Dandan, Filipinho e Cabralzinho;
Atacantes: Giovanny, Joãozinho, Romarinho, Caju, Michael e Matheus Barboza.

Gama envia lista para Copinha sem atletas vice-campeões do Candanguinho

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Gama Copinha
Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Por João Marcelo Pepi e Rayssa Loreen*

Depois do imbróglio entre SEG e SAF, os problemas no Gama parecem não ter terminado. Às vésperas da Copinha 2023, o Distrito do Esporte teve acesso à lista dos inscritos enviados à Federação Paulista de Futebol (FPF) e apenas três atletas do elenco vice-campeão do Candanguinho Sub-20 foram relacionados. O plantel restante é composto jogadores Sub-17. Em conversa com o DDE, pessoas próximas aos jogadores não inscritos relataram decepção dos atletas com o clube alviverde.

A maior competição de base do Brasil inicia em 2 de janeiro de 2023 e o Gama, um dos representes do Distrito Federal ao lado do Ceilândia, estreia no dia seguinte contra o Atlético Guaratinguetá-SP. O alviverde da capital federal enviou à FPF uma lista com 21 atletas, nove a menos que o limite, que representarão o alviverde candango no torneio. Destes, apenas Alex, Carlos e Diego Xavier estavam na final do Candanguinho Sub-20 contra o Ceilândia, que culminou com o vice-campeonato do clube.

Os 18 nomes restantes são atletas que disputaram o Candanguinho Sub-17, onde o alviverde candango conquistou o título contra o Real Brasília. A equipe de reportagem do DDE entrou em contato com a direção gamense, mas a cúpula não quis informar o motivo dos cortes. Aos atletas Sub-20 que não foram inscritos, o Gama prometeu uma conversa para esclarecer a situação. Porém, segundo pessoas próximas aos atletas, que solicitaram para não ser identificadas, a conversa prometida ainda não aconteceu.

Um dos jogadores que disputaram o Candanguinho Sub-20 (os nomes serão mantidos em sigilo) citou que o grupo ainda não sabe o que de fato aconteceu, mas que toda a situação começou ainda na época da SAF Gama. “Infelizmente, com essa briga toda entre eles (SAF e SEG), nós saímos muito prejudicados”, ressaltou o atleta. Outro companheiro de equipe lembrou que figuras importantes do elenco não poderão estar presentes com o Gama na Copinha. “Uma briga de duas entidades que quem sofreu o ano todo fomos só nós, os jogadores”, disse.

A decepção foi sentida pelos atletas. “Eu fiquei triste, não posso negar. Porém, Deus sabe de todas as coisas”, falou um deles. Sentimento parecido impactou outro jogador da base. “Foi um choque para todo mundo. Estávamos nos preparando desde outubro e por irresponsabilidade das partes (SEG e SAF) não vamos conseguir jogar um torneio que mudaria nossas vidas”, lamentou.

Atletas Sub-20 Gama
Foto: Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

Atrasos de salários, falta de empatia e descaso

Segundo apurou a equipe de reportagem do Distrito do Esporte, os jogadores que não viajarão a São Paulo tiveram empecilhos com seus contratos. Um dos atletas citou irresponsabilidade de um funcionário do clube. “Havia uma pessoa responsável por nossa inscrição e ela estava com o salário atrasado por parte da SAF. Outra pessoa da comissão fez o pagamento para renovar nossos contratos, mas mesmo assim, o responsável pela inscrição não fez sua parte”, falou.

O jogador ainda informou descaso da atual gestão do Gama. “Foi muita incompetência, principalmente da SAF, mas faltou empatia da SEG”, falou decepcionado. As atitudes das gestões deixaram de fora os responsáveis pela conquista da vaga. “Conquistamos grandes coisas com pouca estrutura e apoio, mas agora não vamos poder estar presentes na Copinha que conquistamos a vaga. Uma tristeza sem fim para o time inteiro”, descreveu.

Mais um dos atletas procurados disse estar chateado com a situação. “O responsável por nos inscrever não fez seu trabalho por conta um de salário atrasado e destruiu nosso sonho”, relatou. A jovem promessa ainda descreveu a tentativa frustrada de inscrição por parte da diretoria alviverde. “Ainda tentaram nos inscrever, mas estava fora do prazo e perdemos nossa grande oportunidade”, concluiu.

O Distrito do Esporte procurou a direção gamense para esclarecer as acusações, mas a diretoria preferiu não comentar o caso.

Troca de treinador às vésperas do torneio

O comando técnico da equipe sofreu alteração na última semana. O técnico Fábio Frubal, à frente do clube por cerca de dez meses, anunciou o seu desligamento do clube na quarta-feira (21/12) e alegou que não havia mais clima para sua permanência na Copinha. No dia seguinte, o Gama anunciou Fábio Teixeira e informou que o treinador já acompanhava os treinamentos da equipe.

Confira a lista do Gama para a Copinha:

Adriel Alexsander Souza Oliveira
Arthur Brendon Schwaab Alves
Alex Danilo da Conceição Reses (remanescente Sub-20)
Arthur Dourado de Abreu
Bernardo Vieira Soares
Carlos Eduardo da Silva Oliveira (remanescente Sub-20)
Diego Xavier dos Santos Souza (remanescente Sub-20)
Douglas Rodolfo Sousa Rocha
Filipe Souza de Carvalho
Gabriel Fonseca Pimenta
Icaro Guilherme Vieira de Melo
Igor dos Santos Carmino
Isaac Anselmo de Oliveira
João Rafael Terencio de Vieira Sampaio
Kayro Mendes Silva
Mateus Ramos dos Santos
Pablo Felipe Vilar de Sousa
Samuel Silva Santos
Rafael de Oliveira Carvalho
Rafael Lourenço da Silva
Rickelmy Carvalho do Nascimento

Comissão técnica:

Fábio Teixeira (Treinador)
Hemilton Silva (auxiliar)
Welthon Ferreira Bezerra (Fisioterapeuta)
Mateus Ferreira da Silva (treinador de goleiros)
Francisco Almeida Ferreira (Roupeiro)

*Colaborou Bruno Henrique de Moura

Paranoá fecha com zagueiro Felipe Torres para a disputa do Candangão

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Paranoá Felipe Torres
Foto: Divulgação/Corinthians

A véspera de Natal reservou um presente para a torcida do Paranoá visando a disputa do Campeonato Candango de 2023. Em plena preparação para jogar a competição de elite do Distrito Federal pela segunda temporada seguida, a Cobra Sucuri fechou mais uma contratação para o elenco neste sábado (24/12). A novidade da vez é a chegada do zagueiro Felipe Torres, de 22 anos.

O jovem jogador chega para a primeira passagem pelo futebol do Distrito Federal embasado pela experiência adquirida em grandes clubes durante a formação como profissional. Antes de desembarcar no Paranoá, Felipe Torres defendeu as categorias de base de clubes como São Paulo, Corinthians e Santos. Fora de São Paulo, o zagueiro passou por Bahia e Monte Azul.

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A última equipe defendida pelo zagueiro na temporada de 2022 foi o XV de Jaú-SP. Agora, ele se prepara para jogar o Candangão pela Cobra Sucuri. “Minha expectativa é dar o meu melhor em tudo que estiver fazendo para ajudar o Paranoá. Estou disposto a ajudar a todos chegando com vontade de vencer, com espírito de vitorioso, passar essa energia boa para meus amigos e fazer boas amizades”, destacou ao Distrito do Esporte.

O novo zagueiro do elenco do Paranoá seguiu prometendo bastante disposição para ajudar o clube a alcançar os objetivos do planejamento de disputa do Campeonato Candango de 202. A estreia da equipe será em 28 de janeiro, contra o Santa Maria. “Estou muito feliz pela oportunidade de vestir esse manto maravilhoso. Estou disposto para qualquer coisa”, finalizou o reforço.

Ficha técnica
Nome completo: Felipe Alexandre Cruz Torres
Posição: zagueiro
Data de nascimento: 11 de janeiro de 2000
Idade: 22 anos

Prêmio Dimba 2022: escolha do gol mais bonito do ano começa na segunda

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Prêmio Dimba
Jéssika Lineker/Distrito do Esporte

A quinta edição do Prêmio Dimba está chegando! Repetindo a tradição consolidada nos últimos anos, o Distrito do Esporte promoverá a escolha do gol mais bonito da temporada 2022 do futebol candango. Já no esquenta da premiação, nossa equipe preparou um FAQ (abreviação, em inglês, para perguntas frequentes) com o objetivo de explicar aos leitores os principais pontos da disputa.

Assim como nos últimos anos, a escolha do gol campeão será feita em uma única etapa com votação popular. Em 2022, o processo está marcado para acontecer entre 26 e 31 de dezembro. O vencedor da enquete, que será disponibilizada no site do DDE durante o período em questão, será divulgada em 2 de janeiro. Tire suas dúvidas e se prepare para escolher o gol mais bonito da temporada.

Quem pode competir?
O Prêmio Dimba abrange todos os gols marcados entre janeiro e dezembro de 2022 em competições masculinas e femininas profissionais envolvendo times do Distrito Federal. Com isso, estão aptos gols marcados no Campeonato Candango masculino; feminino; Segunda Divisão local; Copa do Brasil, Copa Verde, Série D do Campeonato Brasileiro; Supercopa e as Séries A1 e A2 do Brasileirão Feminino.

Como são escolhidos os gols?
A escolha dos gols que vão compor a votação popular do Prêmio Dimba 2022 foi feita em duas etapas. No primeira, a equipe do Distrito do Esporte vê e revê todos os gols das competições citadas acima e separa os mais bonitos. Os gols lembrados pelos seguidores do DDE através do box de perguntas no Instagram, mesmo já vistos pela equipe, também foram considerados. Após esse processo, um juri técnico formado por jornalistas, convidados selecionaram os 13 finalistas.

Relembre os campeões do Prêmio Dimba
Zé Love, do Brasiliense, vence votação do Prêmio Dimba 2021
Prêmio Dimba 2020: Caio Carioca, do Formosa, é o autor do gol do ano
Gazito, do Brasília, vence o Prêmio Dimba 2019
Com golaço pelo Capital, Paulinho é o vencedor do Prêmio Dimba 2018

Quando e como será a escolha?
A votação final é o ápice do Prêmio Dimba e envolve os leitores do Distrito do Esporte. Os 13 gols escolhidos pelo juri técnico vão estar disponíveis em uma enquete amplamente divulgada no site e redes sociais do DDE. O vencedor será escolhido em uma etapa de votação. A enquete que irá escolher o vencedor do Prêmio Dimba 2022 ficará no ar entre 26 e 31 de dezembro.

Seguindo o padrão das votações realizadas no Distrito do Esporte, cada leitor poderá votar diariamente (IP ou navegador) no seu gol preferido. A exceção será o Super Dia. Em 29 de dezembro, os internautas terão 24h para voltar quantas vezes quiserem. A data será amplamente divulgada entre os participantes, no site e nas redes sociais do DDE. O grande campeão será anunciado pelas mesmas plataformas em 2 de janeiro.

Quem é o homenageado?
Em 2018, durante o processo de criação do prêmio de gol mais bonito da temporada candanga, o Distrito do Esporte priorizou um nome com importância no cenário local para batizar o troféu. De forma unânime, o atacante Dimba ganhou a honraria. O jogador atuou por clubes como Ceilândia, Gama, Brasiliense, Sobradinho, Brasília e Legião, se sagrando campeão do Campeonato Candango quatro vezes.

Segundo levantamento realizado pelo DDE com base no material de pesquisa do livro Almanaque do Futebol Brasiliense, escrito pelo historiador José Ricardo Caldas, Dimba marcou 90 gols durante suas participações no Candangão.

Quem já ganhou o Prêmio Dimba?
O primeiro vencedor do Prêmio Dimba, em 2018, foi o volante Paulinho, do Capital. No ano seguinte, o atacante Gazito, do Brasília, ficou com o troféu oferecido pelo Distrito do Esporte. Em 2020, o volante Caio Carioca, do Formosa, se sagrou o terceiro vencedor da premiação. Na edição de 2021, o atacante Zé Love, do Brasiliense, levou a enquete popular da premiação.

Coluna Visão de Jogo #13: A língua é o castigo do corpo

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Coluna Visão de Jogo
Por Luiz Henrique Borges

No último domingo tivemos a oportunidade de assistir a final da Copa do Mundo, no meu entender, a mais emocionante das 22 edições. Tecnicamente, a Seleção Brasileira tricampeã apresentou um futebol superior na final de 1970, no entanto, os brasileiros venceram os italianos por 4×1 e, principalmente na etapa final, dominaram inteiramente o adversário, ou seja, a partida não apresentou as reviravoltas que a final entre Argentina e França nos proporcionou.

O treinador argentino, Lionel Scaloni, deu um nó em Didier Deschamps na primeira etapa. A entrada de Dí María surpreendeu o adversário. O atleta, que costuma jogar pela direita, atuou aberto pelo lado esquerdo do ataque argentino e, enquanto teve pernas para correr, desequilibrou o jogo. O atacante argentino, além da capacidade técnica e da disposição, possui estrela. Ele marcou gols na final dos Jogos Olímpicos de 2008, na decisão da Copa América de 2021 que acabou com o longo jejum argentino de títulos e, finalmente, marcou na decisão da Copa do Mundo do Catar. Além dos gols, outro ponto em comum é que a Argentina foi campeã nas três oportunidades.

No primeiro tempo da decisão, os nossos vizinhos realizaram um monólogo. Os franceses, como afirmou o seu treinador no intervalo do jogo, não pareciam jogar uma final de Copa do Mundo. Muito insatisfeito com a atuação de sua equipe, além da bronca dada no intervalo, o treinador francês não titubeou e substituiu, ainda na etapa inicial, Giroud e Dembelé, atacantes que não se encontraram em campo.

A bronca no intervalo e as trocas melhoraram a equipe francesa que voltou mais atenta e disposta para a etapa final. Ainda assim, a Argentina controlava a partida e não passava apuros nas investidas francesas. Esgotado fisicamente, a saída de Dí María reduziu o ímpeto ofensivo da equipe sul-americana que, com a vantagem construída, procurava administrar o resultado.

Os argentinos, supersticiosos, desde que se classificaram para a final evitaram cantar vitória antecipadamente e deveriam ter mantido tal postura até o apito final. Com o time vencendo por 2X0 e faltando 10 minutos para o final, os torcedores argentinos no estádio começaram a cantar “olé” a cada troca de passes. O castigo veio rápido, Otamendi falhou e cometeu pênalti em Thuram. Dois minutos depois, Mbappé, que já havia convertido o pênalti, empatou o confronto. O destino do jogo parecia ter virado de lado.

Atordoada, a Seleção Argentina não só conseguiu se manter de pé, como também voltou melhor que o seu adversário na prorrogação. No início do segundo tempo, logo aos 3 minutos, Messi fez o terceiro gol. O título parecia voltar para a Argentina após ter fugido de suas mãos nos últimos quinze minutos do tempo regulamentar. Tivemos o duplo ensinamento durante a Copa de que uma partida de futebol só é definida quando o juiz decreta o seu encerramento. Aprendemos na própria pele, contra a Croácia, e também via os hermanos.

Faltando apenas 2 minutos para o fim da prorrogação, com a Argentina já recuada, Montiel cometeu um pênalti infantil ao se jogar na bola na tentativa de bloquear um chute do ataque francês. Frio e mortal, Mbappé marcou o hat-trick ou em espanhol triplete. Após o novo empate pensamos que as emoções viriam das penalidades. Erramos! Um novo protagonista surgiu ao lado de Mbappé e Messi. Já passados 2 minutos e 40 segundos dos acréscimos do segundo tempo da prorrogação, Kolo Muani recebeu um lançamento indecentemente livre. Ele chutou forte, rasteiro, convicto de que comemoraria em segundos o terceiro título mundial de seu país. Ele só não contava com o reflexo, a elasticidade e o pé salvador de Emiliano Martínez.

A Argentina ainda tentou um último ataque, sem sucesso. O juiz apitou o final do combate e a decisão se encaminhou para as penalidades. Como é gostoso assistir o derradeiro momento, aquele em que a tensão é praticamente palpável, quando o seu time ou seleção não está envolvido. Certamente, após a incrível defesa no chute de Muani, o confiante Emiliano Martínez já havia se transformado em uma parede sólida, compacta e intransponível aos olhares dos jogadores franceses. Se Mbappé ainda conseguiu encontrar uma brecha na muralha, o mesmo não aconteceu com Coman que viu seu chute ser defendido por Martínez. Era possível ver o terror nos olhos de Tchouaméni quanto ele se deparou com o gigante argentino. Ele acreditou que a sua única chance era arriscar o canto e o fez de tal forma que mandou a bola para fora. Messi e seus colegas não desperdiçaram as suas cobranças, desta vez não haveria reviravolta, e coube a Montiel a cobrança que garantiu o título.

O futebol jamais foi o espaço da justiça. Craques e seleções inesquecíveis como Puskás, Hungria 54, Cruyff, Holanda 74 e Zico, Brasil de 82, não ganharam o maior título do futebol mundial. Messi estava entrando para esse grupo. Apesar de sua genialidade, nas inevitáveis comparações, sempre haveria alguém que afirmaria que o craque argentino não havia ganho uma Copa do Mundo. A partir de domingo não tenho dúvida de afirmar que no panteão dos gênios, ao lado de Pelé, Garrincha, Maradona, estará o Messi.

O jactancioso Jorge Sampaoli, treinador da Argentina em 2018, após o seu ruidoso malogro na Copa do Rússia, afirmou que os sul-americanos nunca mais ganhariam um Mundial e, se houvesse uma exceção, seria o Brasil. Mbappé, atleta que certamente fará parte do panteão dos gênios do futebol, seguiu a linha de Sampaoli e afirmou em maio deste ano que “Na América do Sul o futebol não é tão avançado quanto na Europa. E é por isso que, quando você olha para as últimas Copas, sempre são os europeus que ganham”. Mbappé realizou uma análise superficial do futebol de seleções, talvez muito influenciado pelo que ele vivencia quando se trata dos clubes, um abismo crescente.

Ao tratarmos de seleções ocorre o oposto. Os grandes jogadores são todos cooptados e jogam segundo os moldes praticados pelo futebol do velho continente. Como bons colonizadores, os europeus evitaram os confrontos com os sul-americanos com a criação da Liga das Nações. Não adiantou e a razão é simples, em um mundo globalizado e com os jogadores se enfrentando semanalmente não há mistérios. O futebol também passa por um processo de homogeneização e o desafio de se manter na primeira prateleira é a capacidade de produzir novos talentos e isso não falta entre argentinos e brasileiros.

“A língua é o castigo do corpo”, alertava a avó de meu amigo José Henrique. Domingo ela chicoteou, sem dó nem piedade, Sampaoli e Mbappé. O futebol sul-americano merece mais respeito! Feliz Natal para todos.