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Confusão: gol que concorreu ao Prêmio Dimba teve autor errado na súmula

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gol súmula
Foto: Jonas Pereira/Distrito do Esporte

Dono do belíssimo gol pelo Ceilandense contra o Grêmio Valparaíso pela segunda divisão do Campeonato Candango, Wallace Santos se orgulhou de ser participado do Prêmio Dimba 2022. Porém, oficialmente, o jogador “quase” perdeu a pintura. Devido a um erro na súmula do jogo, a autoria do golaço foi dada ao seu companheiro de clube, Gabriel. O fato curioso hoje é lembrado com gargalhadas pelos personagens deste jogo, mas causou desconforto para Wallace à época.

Em 31 de julho de 2022, rodada inaugural da Segundinha, Greval e Ceilandense se enfrentaram. Aos 28 minutos do segundo tempo, Misael avançou pela direita e cruzou na ponta esquerda da área. Bem colocado, Wallace Santos acertou um lindo voleio, anotando o segundo gol do Ceilandense na partida. Este tento colocou o atleta como um dos concorrentes ao Prêmio Dimba 2022. Porém, em uma das conferências da equipe do Distrito do Esporte, notou-se outro nome como autor do gol: Gabriel de Jesus Luis.

A reportagem entrou em contato com Wallace Santos, dono do gol, que elucidou a situação. “A culpa foi dos diretores do Ceilandense que deram a súmula errada para a arbitragem”, explicou. O equívoco aconteceu nas numerações de Wallace e Gabriel. “Joguei com a 7 e na súmula constava com a 16, que era a do Gabriel. Na súmula estava eu com a 16 e o Gabriel com 7”, revelou. Com as inversões nos números, o segundo gol foi creditado para Gabriel e não para o Wallace.

A confusão deixou Wallace chateado. “Fiz cinco gols, mas contou somente quatro. Estava disputando a artilharia”, reclamou. O jogador comentou que solicitou junto a diretoria para entrar em contato com a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), mas isso não aconteceu. “Os diretores ficaram de resolver isso, mas até hoje nada”, afirmou. O atacante confidenciou que o fato foi uma novidade. “Desse jeito foi a primeira vez, espero que tenha sido a última”, contou aos risos.

Após todo o ocorrido, Wallace e Gabriel brincaram com a situação. “Quando conversamos, foi só risada”, narrou Wallace. Gabriel lamentou o fato. “Foi uma loucura. O Wallace fez um golaço e colocaram para mim. Foi uma pena”, disse. O volante contou como descobriu o erro. “Eu descobri quando escutei o pessoal falando ‘que belo gol do Gabriel’, não entendi nada. Ainda brinquei e disse a ele que já que deram o gol para mim, o gol é meu”, riu. Porém, deixou claro o autor do tento. “Importante é que todo mundo sabe que o gol foi do Wallace”.

Coluna Visão de Jogo #15: Um treinador estrangeiro, por que não?

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Coluna Visão de Jogo
Por Luiz Henrique Borges

Finalizada a Copa do Mundo, o primeiro desafio da CBF para o próximo ciclo, que será meio ano mais curto, é escolher o novo treinador da Seleção Brasileira. Meses antes do Mundial, Tite já havia anunciado a sua saída, independente do resultado. Na expectativa de conquistar o hexacampeonato, o treinador brasileiro acreditou que o mercado europeu se abriria para ele, como se deu com Carlos Alberto Parreira em 94, quando foi comandar o Valencia e com Luiz Felipe Scolari em 2003, que se tornou o técnico da Seleção Portuguesa. Após a eliminação para a Croácia, a imprensa divulgou que o estafe de Tite trabalha com cinco ofertas, de três seleções e dois clubes da Europa, mas não há pistas dos interessados. Certamente, o treinador gaúcho saiu do Mundial bem menor do que entrou, o que me faz pensar se há efetivamente o interesse divulgado, ou não seria apenas uma estratégia dele e de seus assessores de tentar recuperar algo do prestígio perdido. Se há o interesse, resta uma outra pergunta: os supostos pretendentes figuram na primeira prateleira do futebol mundial?

Bem, os caminhos que o Tite seguirá não fazem parte do meu rol de dúvidas. Da minha parte, no momento, eu tenho duas grandes curiosidades, a primeira, relacionada às mudanças políticas gerais e no local em que trabalho: quem será o novo ou a nova presidente do Iphan e a segunda questão, quem dirigirá a Seleção Brasileira.

Distinto de diversas outras escolhas para um dos mais espinhosos cargos existentes no Brasil, não há atualmente em nosso futebol um nome unânime para ser escolhido para dirigir a seleção. No início dos anos 80 e depois em 86, o nome de Telê Santana era indiscutível. Em 1994, se o nome de Parreira não era unânime, ele era um treinador renomado e muito respeitado. Na Copa de 98, Zagallo, além de tricampeão mundial, ele havia sido o coordenador técnico da seleção tetracampeã, ou seja, ele foi um nome de continuidade. Após 1998, novos nomes unânimes apareceram: Wanderley Luxemburgo, seguido por Felipão. Ninguém discutiu os retornos de Parreira e Felipão para os ciclos de 2006 e 2014 respectivamente. Tite, em 2016, alçou ao comando da Seleção Brasileira de forma incontroversa.

Não faço parte daqueles que acreditam que todos os treinadores brasileiros estão defasados taticamente em relação ao futebol europeu. Há treinadores estudiosos, que buscam se aperfeiçoar e entendem que é preciso superar o hiato entre o trabalho em campo e o conhecimento acadêmico. Mas, não vejo atualmente um nome que carregue a unanimidade dos torcedores brasileiros.

O falastrão treinador do Grêmio, Renato Gaúcho, criticou a possibilidade do Brasil ser comandado por um estrangeiro. Os argumentos por ele utilizados são frágeis e corporativistas. O primeiro argumento é que somos o país com mais títulos mundiais. É verdade, vencemos cinco Copas do Mundo, contudo perdemos outras dezessete. Outro contra-argumento é que a Holanda, que nunca venceu um Mundial, já produziu grandes treinadores que revolucionaram o futebol mundial, no entanto, pela ótica de Renato Gaúcho, a Real Associação Neerlandesa de Futebol, a CBF deles, deveria buscar um técnico entre os países campeões do mundo, afinal é apenas neste seleto universo que existiria vida inteligente para comandar uma seleção.

A metralhadora falante continuou: “A gente costuma falar com todo respeito, tem grandes treinadores lá fora também, mas é muito fácil você ter um time de R$ 1 bilhão. Põe um treinador brasileiro para treinar um time de R$ 1 bilhão lá fora, vamos ver”. O treinador do Grêmio ainda não aprendeu que o peixe morre pela boca.

Quando foi cobrado, em 2020, em relação à qualidade do futebol apresentado pelo Grêmio, ele afirmou: “Futebol bonito vocês têm que cobrar do Atlético Mineiro e do Flamengo. Essas duas equipes têm a obrigação de apresentar futebol bonito, pelo que gastaram. Se um dia a diretoria do Grêmio, o presidente do Grêmio falarem assim: ‘Olha, Renato, você tem R$ 200 milhões para contatar’. Aí pode me cobrar futebol bonito. Enquanto isso não acontecer, vai ter partidas com altos e baixos”. No ano seguinte, ele dirigiu o “clube de R$ 200 milhões”. Após um bom início no Flamengo, a qualidade técnica apresentada pela equipe despencou e Renato não conquistou nenhum título. Lógico que os investimentos são importantes para formar um time vitorioso, mas eles não são a única variável que precisa ser levada em conta e o fracasso de Renato Gaúcho é prova disso.

Se a ingênua hipótese construída por nosso principal personagem da crônica desta semana tivesse um fundo de verdade, a seleção campeã do mundo em 2022 seria a Inglaterra. Os seus atletas são avaliados em 1,49 bilhão de euros e o Brasil, mensurado em 1,45 bilhão de euros, teria realizado uma disputa acirradíssima com os inventores do futebol e teria sido vice-campeão. Na realidade, perdemos para a “pobre” Croácia, cotada em 478 milhões de euros.  Não vamos nos deter em todas as seleções, mas vale a pena perceber que a campeã, a Argentina, amargaria, pela lógica monetária, uma longínqua 8° posição, uma vez que seus jogadores alcançaram o “o parco” valor de 748 milhões de euros. O treinador gaúcho não entende ou finge não entender que clubes e seleções não podem ser tratados pela mesma métrica, especialmente no que tange aos valores monetários.

O argumento de que o Brasil é uma mãe na medida em que não exigimos a carteirinha de treinador para os estrangeiros e que o brasileiro não consegue trabalhar lá fora por não ter a qualificação acadêmica exigida é outra questão, no mínimo, discutível. Renato e diversos outros treinadores exerceram a atividade de técnicos de futebol durante anos exatamente porque o Brasil não exigia que eles tivessem o certificado para exercer a profissão, ou seja, eles se beneficiaram do nosso caráter “materno”.

Para gerir um grupo de estrelas como é a Seleção Brasileira, repleto de vaidades, eu entendo que um treinador reconhecido, cascudo, experiente e, em certa medida, maior que os próprios jogadores, não é necessariamente sinônimo de êxito, mas pode se tornar um diferencial para que a equipe apresente um bom futebol e lute pelos principais títulos. Não encontro, entre os treinadores brasileiros em atividade, alguém que cumpra com tais requisitos.

É engraçado encontrar um treinador que defendeu nas últimas eleições o candidato dito liberal, mas que atua em favor de reserva de mercado quando se trata do seu espaço de trabalho. O nome disso é hipocrisia.

América-MG x Cruzeiro: clássico mineiro fica próximo de Brasília

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América-MG Cruzeiro Brasília - Final do Candangão vai ser no Mané
Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

A agenda de jogos de times de outros estados no Estádio Nacional Mané Garrincha na recém-inaugurada temporada de 2023 está começando a ficar movimentada. Com a possibilidade de receber a Supercopa do Brasil no fim de janeiro, a principal arena de Brasília também tem negociações em andamento para abrigar uma partida do Campeonato Mineiro. Trata-se do clássico América-MG e Cruzeiro.

Mandante da partida, o América-MG tem conversas avançadas para trazer o duelo contra o Cruzeiro para o Distrito Federal. De acordo com informações da rádio Itatiaia, o Coelho aceitou a proposta feita por empresários brasilienses e estaria na fase de troca da documentação para oficializar o jogo em Brasília. O clássico está marcado para 4 de fevereiro, um sábado, às 16h.

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Gama perde para o Goiás e dá adeus à Copa São Paulo 2023
Ceilândia empata com o Catanduva e definição da vaga é postergada
Taguaparque vai abrigar primeiro campo de futebol americano do DF
Brasília recebe Ricardo Oliveira com comemoração no Aeroporto

A página A Voz Celeste também indicou a possibilidade de América-MG e Cruzeiro ser realizado em Brasília, assim como o jornal O Tempo. Conforme a assessoria de imprensa do Coelho, a negociação ainda está em andamento. Se for aprovada, a transferência dependerá da autorização da Federação Mineira de Futebol (FMF), que organiza o Campeonato Mineiro.

Com América-MG e Cruzeiro em Brasília, o Estádio Nacional Mané Garrincha repetirá a experiência de abrigar times de Minas Gerais. O clube celeste jogou na capital em três oportunidades, a última delas foi em 2021, no empate com a Chapecoense, por 1 a 1, em jogo válido pela Série B do Campeonato Brasileiro. O Atlético-MG também já atuou na capital federal. O Coelho teria a primeira partida em solo candango.

Ceilândia empata com o Catanduva e definição da vaga é postergada

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Ceilândia Catanduva
Foto: Fran Zanini/Divulgação/Ceilândia

O Ceilândia entrou em campo na Copa São Paulo de Futebol Júnior, nesta sexta-feira (6/1), com uma missão bastante clara: vencer o Catanduva para garantir a classificação de forma antecipada para o mata-mata da competição de base. Porém, o time candango não conseguiu tirar o zero do placar contra a equipe paulista. O ponto somado, porém, ainda deixa o Gato Preto em boas condições.

Isso porque a igualdade também prevaleceu no outro jogo do grupo 6. Com o 1 a 1 entre América-MG e Avaí, o Ceilândia segue dependendo apenas de si para conquistar a vaga na primeira etapa de mata-mata da Copinha. Um simples empate contra os potiguares, na segunda-feira (9/1), às 17h45, é suficiente para o Gato Preto garantir o objetivo da classificação.

No contexto do grupo, o time alvinegro do Distrito Federal conseguiria avançar até mesmo com uma derrota. O tropeço, entretanto, poderia ser no máximo por um gol de diferença. Assim, o Ceilândia não seria ultrapassado pelo América-RN e o resultado entre Catanduva e Avaí, na outra partida da chave, também não iria interferir e nem tiraria os candangos do G-2.

No primeiro tempo, o Ceilândia conseguiu ter alguns lances de perigo em direção ao gol do Catanduva. Porém, os primeiros 20 minutos no Estádio Sávio Salles acabaram sendo de pouquíssimas emoções concretas. Na melhor oportunidade do time alvinegro na partida, Lilla recebeu a bola cara a cara com o goleiro. Porém, o jogador se desequilibrou e perdeu até a chuteira.

Na etapa final, Rubinho assustou o Candantuva em chute forte. Com a pouca efetividade ofensiva, Léo Roquette passou a usar o banco de reservas para mudar o jogo. Aos 21 minutos, Lilla finalizou bom lance para fora. Na reta final da partida na cidade paulista, o Ceilândia ficou com um jogador a mais. Porém, o time confundiu velocidade com pressa e não foi efetivo.

Gama perde para o Goiás e dá adeus à Copa São Paulo 2023

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Gama Goiás
Foto: Bruno Motta/Goiás

A Copa São Paulo de Futebol Júnior está encerrada para o Gama. Na tarde desta sexta-feira (6/1), o alviverde do Distrito Federal entrou em campo para um jogo de extrema importância diante do Goiás. Porém, a jovem equipe do Periquito não conseguiu segurar o ímpeto do Esmeraldino e acabou derrotada por 3 a 0. O resultado acabou culminando na eliminação.

Como ainda não venceu na principal competição de base do país, o alviverde não consegue mais entrar na zona de classificação para o mata-mata, que hoje tem Goiás, com seis pontos, e Atlético Guaratinguetá, com quatro. Na última rodada, o Gama se despede do torneio diante do Grêmio Pague Menos. A partida está agendada para segunda-feira (9/1), às 13h.

Os gols que encaminharam a vitória do Goiás sobre o Gama foram marcados ainda no primeiro tempo da partida em Guaratinguetá-SP. Aos 12 minutos, Pedro Junqueira abriu o placar. O atacante esmeraldino aproveitou jogada ensaiada em cobrança de falta. Aos 37, Alan ampliou para a equipe goiana de cabeça e fez o alviverde candango ir para o intervalo em grande desvantagem.

No segundo tempo, o Gama tentou encontrar os meios para conseguir ao menos um empate e chegar na última rodada com remotas chances de classificação. Porém, o time do Goiás estava bem distribuído em campo e dificultou bastante o desafio. Já nos acréscimos do segundo tempo, veio o 3 a 0 quando Valber marcou mais um para os goianos e deu números finais ao jogo.

Taguaparque vai abrigar primeiro campo de futebol americano do DF

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futebol americano Taguaparque
Foto: Divulgação/Agência Brasília

Um dos grandes gargalos da expansão do futebol americano no Distrito Federal é a ausência de um campo exclusivo para a prática do esporte. Sem um local para chamar de seu, a modalidade perambula por estádios de futebol. Porém, o problema parece estar próximo de ser parcialmente resolvido, pois o Taguaparque, em Taguatinga, vai abrigar o primeiro espaço para a prática do esporte.

O projeto do futebol americano no Taguaparque é de autoria da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF). De acordo com a pasta, a idealização da proposta foi finalizada e terá um investimento de aproximadamente R$ 8,5 milhões, recursos originários da Caixa Econômica Federa. O banco público vai analizar todo o processo. Depois, será aberto o processo licitatório para viabilizar a construção.

O campo vai ocupar um espaço de 5 mil m². A arena de futebol americano no Taguaparque vai ter, ainda, uma arquibancada coberta para receber cerca de 300 torcedores. Serão construídos, ainda, dois vestiários para os atletas, dois para os árbitros, salas administrativas, banheiros comuns e para pessoas com necessidades especiais, além de sala de equipamentos.

Divulgação/SEL-DF

Conforme a Secretaria de Esporte, o campo de futebol americano terá um estacionamento com capacidade para receber 130 veículos, número considerado ideal para a realização de eventos da modalidade. O campo no Taguaparque também terá outra função. Além do gramado para a prática do esporte da bola oval, o complexo será rodeado por uma pista de atletismo de 400 m².

O secretário de Esporte e Lazer do DF, Júlio César Ribeiro, apontou os benefícios do projeto para o futebol americano. “Os times do Distrito Federal já jogam, inclusive, em campeonatos nacionais”, aponta. “Ter um campo próprio para a modalidade também é uma facilidade para trazermos eventos e torneios aqui para a nossa capital. Será excelente”, ressaltou o membro governamental.

Capital faz amistoso contra o Goiânia com portões abertos no Estádio JK

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Capital Goiânia
Foto: Divulgação/Capital

A torcida do Capital terá uma oportunidade de ouro de saber a quantas andam o planejamento do clube para a disputa do Campeonato Candango de 2023. Na tarde desta sexta-feira (6/1), o Coruja realiza uma amistoso com portões abertos no Estádio JK, no Paranoá. O adversário do confronto será o Goiânia, time da primeira divisão de Goiás. A bola rola para o jogo às 16h.

Na ocasião, o torcedor do time tricolor poderá ver os principais reforços da equipe em ação pela primeira vez. Um dos destaques do amistoso é o goleiro Felipe, ex-Corinthians e Flamengo. O arqueiro chegou ao clube candango no fim do ano passado como reforço de peso. A tendência é que todos os jogadores entrem em campo para adquirirem ritmo de jogo.

Com isso, o técnico Rogério Mancini deve utilizar uma formação do Capital em cada tempo do amistoso diante do Goiânia no JK. “Vamos aproveitar esse duelo para observar o máximo de jogadores possível e avaliar o comportamento de cada um dentro de campo”, destaca o treinador. Em 2023, o profissional emendará a segunda temporada consecutiva no comando do Coruja.

Outro reforço importante do Capital, o zagueiro Kadu, ex-Grêmio e Chapecoense, destacou a relevância do teste contra o Goiânia. “A gente está evoluindo a cada treinamento. Têm sido dias de trabalho muito produtivos. A preparação está em alto nível e vamos chegar à estreia no nosso melhor técnica e fisicamente”, garante o experiente jogador de 36 anos.

Além do amistoso contra o Goiânia, o Capital terá outros três jogos na preparação para o Campeonato Candango. Na próxima quarta-feira (11/1), o Coruja mede forças contra o Paranoá, às 15h30. Quatro dias depois, às 10h, o rival será a mineira Patrocinense. Em 15 de janeiro, às 15h30, o time tricolor encerra a preparação contra o Ceilândia. A estreia no torneio local será no dia 29 contra o Samambaia.

Brasília recebe Ricardo Oliveira com comemoração no Aeroporto

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Brasília Ricardo Oliveira
Ricardo Oliveira foi recebido pela torcida no Aeroporto JK quando foi contratado pelo clube em 2023. - Foto: Divulgação/Nyx Marketing

O maior reforço do Brasília para a disputa do Campeonato Candango de 2023 já está em solo do Distrito Federal. Na tarde desta quinta-feira (5/1), o atacante Ricardo Oliveira chegou à capital e foi recepcionado por torcedores do Colorado com bastante festa no Aeroporto Juscelino Kubitschek. O experiente jogador de 42 anos recebeu incentivo, falou pela primeira vez como contratação do Avião e avaliou a expectativa de jogar pela primeira vez na cidade.

O atacante que fez carreira com conquistas com as camisas de Santos, São Paulo, Milan, Seleção Brasileira e outros clubes foi oficializado pelo Brasília na noite de domingo (1º/1). Anunciada de forma surpreendente, a chegada de Ricardo Oliveira foi tratada pelo Colorado como a principal contratação da temporada 2023. O jogador terá como principal missão guiar o elenco do Avião mesclado com jogadores jovens e outros com experiência no futebol candango.

“As melhores expectativas possíveis. Foi com muita alegria que recebi o convite do presidente Flávio para vir, sabendo das dificuldades e dos desafios que me fazem crescer. Assim foi em toda a minha carreira. Venho para cá muito entusiasmado com o desafio e espero, realmente, poder entregar dentro de campo tudo o que esperam de mim. Claro que meus companheiros, comissão técnica para que o objetivo que foi traçado para essa temporada seja alcançado”, avaliou ao Distrito do Esporte.

Foto: Divulgação/Nyx Marketing

Os torcedores do Brasília chegaram cedo no Aeroporto Juscelino Kubitschek e aguardaram algumas horas pelo reforço. Inicialmente, o desembarque de Ricardo Oliveira no Distrito Federal estava previsto para pouco depois das 9h. Porém, atrasos nos voos fizeram o reforço chegar pouco depois das 13h. Atencioso, o atacante tirou fotos com os fãs do Colorado e conversou com dirigentes e políticos, como o Secretário de Esportes Júlio César Ribeiro.

No saguão do aeroporto, Ricardo Oliveira posou com a camisa do Brasília e fez registros lado do troféu do Campeonato Candango de 2023. Neste ano, inclusive, o objeto de desejo dos dez clubes participantes da elite do Distrito Federal receberá o nome de Rei Pelé, em homenagem ao maior jogador de todos os tempos, morto na última quinta-feira (29/12) em decorrência de falência múltipla de órgão, complicação fatal de um câncer de cólon. O Túnel de Taguatinga foi batizado da mesma forma.

Além de Ricardo Oliveira, o Brasília também recepcionou Alex Silva. “Nós entendemos o peso que a camisa do Brasília tem. Sabemos a responsabilidade dessa temporada. Faz um bom tempo que não somos campeão. Então, o planejamento desse ano foi para conquista. A montagem do elenco foi a cargo do Felipe Sitônio. Temos a total confiança em todos os jogadores que aqui estão. O Ricardo Oliveira é a cereja do bolo. Um atleta com uma experiência incrível. O objetivo sempre vai ser título”, garantiu.

Gama divulga elenco e acelera preparação para o Candangão 2023

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Gama elenco
Foto: Ascom/S.E. Gama

Maior campeão do futebol do Distrito Federal, o Gama está tomando forma para tentar ampliar o domínio na lista de títulos do Campeonato Candango. Na tarde desta quarta-feira (4/1), em evento realizado no Centro de Treinamentos do Ninho do Periquito, o alviverde apresentou os jogadores que irão vestir a camisa do clube na temporada de 2023.

O Gama iniciou a pré-temporada visando a disputa do Candangão com a presença de 20 jogadores. O grupo de 2023 terá várias caras novas. Porém, outros velhos conhecidos da torcida, como o zagueiro Emerson e o atacante Vitor Xavier, receberam a responsabilidade de liderar a equipe na tentativa de conquistar a 14ª taça do futebol do Distrito Federal.

De acordo com o planejamento montado pela diretoria do Periquito, outros atletas devem reforçar o elenco do Gama até a estreia no Campeonato Candango. Até lá, o grupo apresentado vai trabalhar sob o comando do técnico Vilson Tadei. O comandante, inclusive, chegou a comentar a expectativa com o novo trabalho no alviverde em entrevista ao Distrito do Esporte (clique para ler).

Foto: Rômulo Lopes/S.E. Gama

O Gama começou os trabalhos no início da semana, quando reuniu o elenco para a realização dos exames médicos. Os nomes aprovados assinaram contrato para representar o clube na temporada de 2023. Oficialmente, o único jogador oficializado nos últimos dias de 2022 havia sido o zagueiro Emerson. O ídolo foi repatriado em negociação da diretoria com o Capital.

Com a meta de garantir um calendário extenso em 2024,o Gama precisa, pelo menos, chegar na final do Campeonato Candango de 2023. O clube alviverde estreia no torneio local em 28 de janeiro, contra o Taguatinga. O Periquito tinha a expectativa de jogar no Estádio Bezerrão. Porém, o gramado do local deve ficar pronto apenas no segundo semestre. O clube avalia alternativas.

Veja o elenco parcial do Gama

Goleiro: Ravel
Laterais: Renan Brainer, Estevão e Júlio Lima
Zagueiros: Tiago Santana, Rafael Lima, Emerson e Kelvin
Volantes: Welton, Bruno Ribeiro e Serginho
Meio-campistas: Vargas, Gui Nascimento, Iaguinho e Diogo Ribeiro
Atacantes: Paolo, Gabriel Braga, Vitor Xavier, Lucas Duarte e Cristian

Técnico: Vilson Tadei
Auxiliar-técnico: Mayco Tadei
Preparador físico: Claudinei Dude
Preparador de goleiros: Osmair Santana
Fisiologista:Philippe Coutinho
Roupeiros: Neto e Adílio

Supercopa: Brasília faz proposta para receber Palmeiras e Flamengo

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Brasília Supercopa
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, ainda está na corrida para receber o primeiro grande jogo da temporada de 2023 do futebol brasileiro. Segundo publicação do blog Drible de Corpo, do jornal Correio Braziliense, um grupo de empresários da capital federal fez uma proposta para viabilizar a realização da Supercopa do Brasil, entre Palmeiras e Flamengo, na capital.

Nos últimos meses de 2022, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) alimentou o desejo de realizar a partida única entre os campeões da Série A do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil fora do país. Os locais possíveis seriam o Marrocos, onde o Flamengo disputará o Mundial de Clubes dias depois, ou o Catar, sede da última edição da Copa do Mundo.

Os locais, porém, perderam força. Um dos motivos foi a resistência alviverde de atuar fora do Brasil. Na visão dos paulistas, a decisão acabaria sendo favorável aos cariocas pela questão do calendário. Desta forma, a Supercopa voltou a ser ventilada em território brasileiro. A partida, considerada o pontapé inicial das temporadas nacionais, está marcada para 28 de janeiro.

Além do Mané Garrincha, em Brasília, o Estádio Castelão, em Fortaleza, é apontado como outro possível concorrente a receber a Supercopa do Brasil de 2023. A decisão da CBF deverá sair nas próximas semanas. A entidade máxima do futebol nacional espera contar com a participação de Palmeiras e Flamengo na escolha da sede da partida, valendo o primeiro troféu do ano.

Brasília, inclusive, tem uma grande expertise na organização da Supercopa do Brasil. A capital federal recebeu as edições de 2020 e 2021, ambas com títulos do Flamengo contra Athletico-PR e Palmeiras, respectivamente. No ano passado, a capital federal também estava cotada para receber o jogo do rubro-negro contra o Atlético-MG. Porém, sem a liberação de público no Mané, o duelo foi para Cuiabá.