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Estreia frustrante: Sobradinho perde para o Tanabi na Copinha 2026

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Copinha 2026 - Tanabi x Sobradinho
Foto: Rapha Marques

A estreia do Distrito Federal na Copinha 2026 terminou com derrota. O Sobradinho entrou em campo na tarde deste sábado (3/1), no estádio Alberto Victolo, mas encontrou dificuldades diante do Tanabi e perdeu por 1 a 0, na abertura do Grupo 3. O gol da equipe paulista foi marcado por Kaique Dias. Agora, o Leão da Serra volta a campo contra o Goiás, na próxima terça-feira (6), e encerra a primeira fase diante do América-RN, na sexta (9).

Antes da bola rolar, as más condições do gramado já chamavam a atenção. Com a partida em andamento, erros de passe e dificuldades no domínio da bola, provocados pelas irregularidades do campo, ditaram o ritmo do confronto, que teve um primeiro tempo de poucas chances claras. Na volta da segunda etapa, o Tanabi mostrou mais ímpeto ofensivo e abriu o placar: após rebote do goleiro, Kaique Dias finalizou com firmeza e marcou o único gol da partida.

Erros de passe e nenhuma chance clara no primeiro tempo

Donos da casa, o Tanabi manteve a posse de bola nos primeiros cinco minutos, mas encontrava dificuldade para furar o sistema defensivo alvinegro. Do outro lado, o Sobradinho apostava em bolas lançadas, também sem efetividade. Afetados pelo gramado irregular, os clubes erravam muitos passes. Aos 11’, o Tanabi teve uma chance em cobrança de falta próxima à área, mas desperdiçou boa oportunidade. Seis minutos depois, Wambaster cruzou na área, a bola foi em direção à baliza, e Kaiky conseguiu evitar o primeiro gol alvinegro.

Aos 27’, em cobrança de escanteio, Lorran desviou, e a bola passou rente à trave de Kaiky. Dois minutos depois, Kauã Nicolas chutou de fora da área, e Luiz Felipe defendeu com tranquilidade. Aos 33’, o Sobradinho trocou passes, e Pierry arriscou de fora, mas pegou fraco na bola. Seis minutos depois, enorme chance perdida: Pierry achou Brayan livre na área, mas o centroavante pisou na bola. Ainda nos minutos finais, o Leão da Serra tentou criar lances de perigo, mas errava o último passe, e o primeiro tempo terminou sem grandes chances.

Tanabi aproveita oportunidade e vence o Sobradinho

Melhor no início da segunda etapa, o Tanabi quase abriu o placar em duas oportunidades aos dez minutos. Matheus Dias recebeu lançamento, invadiu a área, finalizou e acertou a trave de Luiz Felipe. No rebote, o camisa nove chutou forte, e o goleiro do Sobradinho fez grande defesa. Aos 19’, Izaque levou vantagem sobre o marcador, cruzou rasteiro, Luiz Felipe desviou para o meio da área, e Kaique Dias, livre, finalizou de primeira para abrir o placar.

Com 26’, Izaque recuperou a bola e rolou para Davy, que ajeitou para Hytallo na entrada da área, mas o camisa oito isolou a finalização. Aos 39’, Hytallo voltou a aparecer, arriscou de fora da área, e a bola passou por cima do gol. No minuto seguinte, o Sobradinho trocou bons passes, mas errou o cruzamento e desperdiçou mais uma oportunidade. Com 44’, Gustavo recebeu pelo lado direito do ataque, tentou surpreender o goleiro e finalizou, mas Kaiky, atento, defendeu em dois tempos.

Já aos 45’, o Leão da Serra teve sua melhor chance: Bruno Nunes arriscou de longa distância, a defesa falhou, e a bola sobrou para Henrique Pessanha que, livre na área, dominou e isolou. No minuto 50, Hytallo ganhou da marcação de Yuri Gabriel, finalizou na saída do goleiro, e Luiz Felipe defendeu. No rebote, o meia bateu no contrapé do arqueiro alvinegro, e a bola tirou tinta da trave.

Dois minutos depois, em cobrança de escanteio, Nelson ajeitou de cabeça, João Alfredo finalizou de primeira, e Luiz Felipe salvou o Sobradinho de sofrer o segundo gol. Após dez minutos de acréscimos, o árbitro apitou o fim da partida, decretando a derrota do Sobradinho na estreia da Copinha 2026.

O que vem por aí na Copinha 2026

Após a derrota para o Tanabi, o Sobradinho busca recuperação na Copinha 2026 na próxima terça-feira (6/1), às 15h, contra o Goiás, em partida com transmissão do YouTube Paulistão. Já o Tanabi volta a campo no mesmo dia, às 13h, para enfrentar o América-RN. O Leão da Serra encerra sua participação na primeira fase em 9 de janeiro, às 13h, diante do América-RN.

Tanabi-SP 1
Kaiky; João Alfredo, Alisson (Filipe) e Nelson; Ramon, Arthur e Pedro Henrique (Hytallo); Kauã Nicolas e Davy (Alexandre); Izaque (Luiz) e Matheus Dias (Kaique Dias ⚽).
Técnico: Jeferson Gaúcho

Sobradinho 0
Luiz Felipe; Gustavo, Juan Monteiro, Bruno Nobre e Bruno Nunes; João Carvalho 🟨 (Daniel Vieira), Lorran 🟨 (Eduardo Vinicius) e Wambaster (Henrique Pessanha); Pierry (Yuri Gabriel), Brayan (João Marins 🟨) e Kauã (Gustavo Dias).
Técnico: Vinicius La Porta

Copinha 2026: confira datas e horários dos jogos das equipes do DF

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Foto da Copinha 2026
Foto: Federação Paulista de Futebol

A Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026 começa nesta sexta-feira (2/1) com quatro clubes do Distrito Federal entre as 128 equipes participantes. Brasiliense, Canaã, Real Brasília e Sobradinho representam a capital federal na competição. O Leão da Serra abre a jornada candanga no sábado (3), e os representantes brasilienses entram em campo diariamente até 11 de janeiro, data que marca o encerramento da fase classificatória da Copinha para os times do DF. As partidas terão exibição em plataformas de TV e streaming.

A primeira equipe a estrear será o Sobradinho, no sábado (3), às 13h, contra o Tanabi-SP. O segundo compromisso do Leão da Serra acontece diante do Goiás, em 6 de janeiro, às 15h15. O alvinegro encerra a participação no Grupo 3 contra o América-RN, em 9 de janeiro, às 13h. Representante candango no Grupo 16, o Real Brasília inicia a caminhada contra o Santos-SP no domingo (4), às 19h30. Três dias depois, em 7 de janeiro, às 17h15, o Leão do Planalto enfrenta o São Carlense-SP. O campeão do Candanguinho 2025 fecha a fase classificatória contra o União Cacoalense-RO, em 10 de janeiro, às 8h45.

O Canaã estreia no Grupo 18 contra o Comercial de Tietê-SP no domingo (4), às 13h. Na sequência, encara o Criciúma-SC em 7 de janeiro, às 15h15. A última rodada reserva o duelo entre XV de Piracicaba-SP e Canaã, em 10 de janeiro, às 13h. Último representante do DF a estrear, o Brasiliense entra em campo na segunda-feira (5), às 19h15, diante do Sfera-SP. Na quinta-feira (8), o Jacaré enfrenta o Fluminense-RJ, às 16h30. O encerramento do Grupo 25 será contra o Água Santa-SP, em 11 de janeiro, às 8h45.

Jogos da Copinha com transmissão

A partida de estreia do Real Brasília contra o Santos terá transmissão da Cazé TV. Já o segundo confronto do Brasiliense, diante do Fluminense, poderá ser acompanhado pela Record News e pela XSports. Os demais jogos dos clubes do Distrito Federal contarão com cobertura ao vivo no YouTube do Paulistão, plataforma que exibirá todas as partidas da Copinha.

Partidas das equipes do Distrito Federal

Grupo 3 – sede Tanabi

3 de janeiro (sábado) – Tanabi-SP x SOBRADINHO – 13h – YouTube Paulistão
6 de janeiro (terça-feira) – SOBRADINHO x Goiás-GO – 15h15 – YouTube Paulistão
9 de janeiro (sexta-feira) – América-RN x SOBRADINHO – 13h – YouTube Paulistão

Grupo 16 – sede São Carlos

4 de janeiro (domingo) – Santos-SP x REAL BRASÍLIA – 19h30 – YouTube CazéTV
7 de janeiro (quarta-feira) – São Carlense-SP x REAL BRASÍLIA – 17h15 – YouTube Paulistão
10 de janeiro (sábado) – REAL BRASÍLIA x União Cacoalense-RO – 8h45 – YouTube Paulistão

Grupo 18 – sede Tietê

4 de janeiro (domingo) – Comercial de Tietê-SP x CANAÃ – 13h – YouTube Paulistão
7 de janeiro (quarta-feira) – CANAÃ x Criciúma-SC – 15h15 – YouTube Paulistão
10 de janeiro (sábado) – XV de Piracicaba-SP x CANAÃ – 13h – YouTube Paulistão

Grupo 25 – sede Santa de Parnaíba

5 de janeiro (segunda-feira) – Sfera-SP x BRASILIENSE – 19h15 – YouTube Paulistão
8 de janeiro (quinta-feira) – BRASILIENSE x Fluminense-RJ – 16h30 – Record News e XSports
11 de janeiro (domingo) – Água Santa-SP x BRASILIENSE – 8h45 – YouTube Paulistão

Supercopa em Brasília: relembre as três edições do torneio na capital

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Supercopa
Foto: Pedro Martins/CBF

Brasília voltou a ocupar posição central no cenário do futebol nacional ao ser confirmada como sede da Supercopa do Brasil de 2026. Porém, a passagem de Flamengo e Corinthians pelo Estádio Nacional Mané Garrincha, em 1º de fevereiro, não será a primeira vez do torneio na capital federal. Desde a retomada da disputa entre o campeão do Campeonato Brasileiro e o da Copa do Brasil, a cidade virou referência na organização.

Foram três decisões marcantes. A edição de 2020 registrou o retorno da Supercopa ao calendário após longo período de ausência. O confronto ocorreu em 16 de fevereiro, com vitória do Flamengo por 3 a 0 diante do Athletico Paranaense. Os gols foram anotados por Bruno Henrique (duas vezes) e Gabriel Barbosa, garantindo o primeiro título rubro-negro na história da competição e abrindo uma nova fase do torneio nacional.

No ano seguinte, a decisão voltou a ser disputada em Brasília. Em 2021, Flamengo e Palmeiras protagonizaram duelo equilibrado no Mané Garrincha. O tempo regulamentar terminou empatado por 2 a 2, com gols de Gabriel Barbosa e Bruno Henrique para o time carioca, enquanto Raphael Veiga e Danilo marcaram para o clube paulista. A definição ocorreu nas penalidades, com brilho de Diego Alves, vitória rubro-negra por 6 a 5, consolidando o bicampeonato consecutivo.

A edição seguinte disputada na capital ocorreu em 2023, novamente com protagonismo de Palmeiras e Flamengo. Em jogo movimentado, o time paulista venceu por 4 a 3. Gabriel Barbosa abriu o placar, enquanto Raphael Veiga e Gabriel Menino comandaram a reação alviverde. O confronto teve alternância no marcador até o gol decisivo, marcado por Gabriel Menino, responsável por garantir o primeiro título do Palmeiras na história da competição.

Com três edições sediadas no Mané Garrincha, Brasília consolidou posição estratégica no calendário nacional, recebendo decisões de alto nível técnico e grande presença de público. A recorrência do estádio como palco da Supercopa reforça o protagonismo da capital federal como sede de eventos relevantes do futebol brasileiro. Nas próximas semanas, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deve confirmar os detalhes da venda de ingressos. O estádio será dividido meio a meio entre flamenguistas e corintianos.

Ano perdido: Taguatinga e Botafogo foram os únicos sem jogar em 2025

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Taguatinga
Foto: Alan Rones/Taguatinga

A temporada de 2025 do futebol do Distrito Federal chegou ao fim. Mas, para alguns, ela nem começou. Em meio a campeonatos disputados, categorias de base em atividade e títulos distribuídos ao longo do ano, Taguatinga e Botafogo foram os únicos clubes filiados à Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) sem participação em nenhuma das competições oficiais. A ausência de ambos contrasta com um cenário no qual a maioria das equipes manteve presença ativa e projetos esportivos em andamento.

A ausência dos dois clubes chama atenção não apenas pelo peso histórico, mas pelo contexto institucional. Ambos passaram o ano fora das competições oficiais, mesmo diante de um calendário responsável por ofertar 11 torneios ao longo da temporada. Embora o destino ao longo da temporada seja o mesmo, o Taguatinga e Botafogo viveram cenários distintos até confirmarem a ausência total nos gramados candangos.

No caso do TEC, houve expectativa pública de retorno à disputa da Segunda Divisão do Candangão, com movimentações iniciais e comunicação ativa nas redes sociais. No entanto, o projeto não avançou. Em julho, a Águia não enviou inscrição para competir na divisão de acesso, repetindo o cenário em todos os torneios de base. O posicionamento oficial de limitou a uma postagem com o aviso “Estamos fora da Segundinha esse ano”. Assim, o clube viveu um 2025 de ausência.

O Botafogo-DF, por sua vez, atravessou 2025 sem qualquer participação registrada, mantendo-se distante do calendário da FFDF. A equipe não fez qualquer posicionamento público para situar o torcedor. No ano passado, a dupla jogou a Segundinha do Campeonato Candango. Apoiado em uma parceria com o sub-20 do Brasiliense, o TEC caiu nas semifinais, enquanto o alvinegro foi lanterna. O Glorioso teve, ainda, campanhas modestas no Candanguinho e no Feminino.

O quadro chama atenção não apenas pelo peso histórico das camisas, mas pelo contexto institucional. Conforme o estatuto da FFDF, clubes ausentes de competições oficiais por dois anos consecutivos podem ser enquadrados em dispositivos de risco da própria filiação. Embora não haja, neste momento, qualquer sanção formal, a situação de inatividade acende um sinal de alerta sobre a sustentabilidade esportiva dessas agremiações e os planos, agora obrigatórios, para 2026.

Retomadas

No âmbito da retomada, surgem dois clubes vítimas recentes de quadrilhas de manipulação de resultados. Rebaixados como consequências de esquemas em 2021 e 2024, Formosa e Santa Maria viveram temporada de participação apenas em competições de base. O Tsunami do Cerrado participou do Sub-17, enquanto o Santinha jogou o Sub-20. Trata-se de uma saída para evitar punições estatutárias, enquanto os clubes tentam se reorganizar para voltarem a figurar no cenário do futebol profissional do Distrito Federal.

O retrato final da temporada expõe um futebol distrital dividido entre quem conseguiu se adaptar às exigências administrativas e esportivas do cenário atual e quem ficou pelo caminho. Além dos resultados conquistados em campo, 2025 deixa um recado importante: no Distrito Federal, permanecer ativo já é uma conquista e a ausência um alerta que não pode ser ignorado.

Real Brasília surpreende e anuncia encerramento do futebol feminino

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Real Brasília x Cresspom - Candangão Feminino
Foto: @juliocsphoto/Real Brasília

O último dia do ano trouxe uma notícia impactante no futebol feminino do Distrito Federal. Na noite desta quarta-feira (31/12), o Real Brasília comunicou a interrupção das atividades no departamento para a temporada de 2026. Surpreendente, a decisão encerra um ciclo iniciado em 2019, marcado por crescimento esportivo, conquistas nacionais e presença constante na elite da modalidade no país.

A entrada do clube no futebol feminino ocorreu a partir de um projeto estruturado para suprir a ausência de equipes na modalidade. Ainda no primeiro ano, o time conquistou o título do Campeonato Candango e iniciou uma trajetória de ascensão, culminando na participação contínua na Série A1 do Campeonato Brasileiro, alcançada em 2020 e mantida por cinco temporadas consecutivas.

Ao longo do período, o Real Brasília enfrentou desafios operacionais e financeiros. Nos últimos anos, o time feminino enfrentou uma série de problemas de atrasos salariais. O clube ainda tem dívidas com várias atletas antigas e do elenco atual. O fator, incusive, teve peso preponderante na decisão de interromper de vez o funcionamento do deparmanto e abandonar a vaga na Série A1 do Brasileirão Feminino.

Na nota, o aurianil deu várias explicações, citando os impactos da pandemia e entraves administrativos. De acordo com o clube, à época, foi possível manter compromissos trabalhistas e esportivos em dia. A diretoria também destacou episódios de desgaste institucional e dificuldades externas enfrentadas durante o processo, fatores contribuintes no encerramento do projeto feminino neste momento.

Mesmo com o direito esportivo garantido para disputar a elite nacional em 2026 mais uma vez, a ausência de patrocínio máster viável inviabilizou a continuidade das atividades. A decisão ocorre às vésperas de um importante novo ciclo do futebol feminino brasileiro. O Brasil sede da próxima Copa do Mundo, ampliando o impacto simbólico da saída do clube candango da competição.

Leia a nota na íntegra

O Real Brasília, em 2019, foi procurado por atletas que não possuíam clube para disputar o Campeonato Feminino. Após estudos internos, o clube aceitou estruturar a modalidade, formando uma equipe que se sagrou campeã do Distrito Federal já em seu primeiro ano de competição, feito que se repetiu por seis temporadas consecutivas.

Essa decisão foi tomada em prestígio ao futebol feminino, mesmo não havendo, à época, obrigação regulamentar para a manutenção da modalidade, uma vez que o clube não disputava competições nacionais no futebol masculino.

Assim, já em 2020, o Real Brasília disputou o Campeonato Brasileiro Feminino Série A2 e obteve êxito na classificação para a Série A1 (Primeira Divisão do Campeonato Nacional Feminino), na qual se manteve por cinco temporadas consecutivas, inclusive garantindo o direito esportivo de participação na Série A1 em 2026.

Ao longo dessa caminhada, o clube enfrentou inúmeros desafios e barreiras, entre eles episódios de difamação injusta que lhe causou severos prejuízos, o período da pandemia de COVID-19, no qual todos os contratos e salários foram mantidos rigorosamente em dia, e, mais recentemente, uma apenação aplicada sem que tivesse sido assegurado o elementar direito de defesa. Tais situações estão sendo enfrentadas com as medidas administrativas e judiciais cabíveis.

No entanto, apesar de inúmeras diligências realizadas na busca pela manutenção da modalidade, o clube se encontra diante de impasse insuperável, pois não obtivemos a continuidade do patrocínio master, o que torna inviável a participação do Real Brasília no Campeonato Brasileiro Feminino Série A1 na temporada de 2026.

Mesmo reconhecendo a importância da modalidade e às vésperas da realização do Campeonato Mundial de Futebol Feminino no Brasil, somos forçados, pelas circunstâncias, a tomar essa difícil, porém responsável, decisão.

Registramos nossos mais sinceros agradecimentos a todas as atletas, profissionais, comissões técnicas e colaboradores que contribuíram para essas relevantes conquistas, incluindo a permanência por seis temporadas na Primeira Divisão do futebol feminino nacional, reconhecendo a competência e a excelência do trabalho desenvolvido por esses profissionais, que deixaram marcada a presença do Real Brasília no cenário do futebol feminino local e nacional.

Que tenhamos todos um ano de 2026 pródigo de bênçãos e conquistas.

Cordialmente,

Real Brasília Futebol Clube

CBF confirma Supercopa entre Flamengo e Corinthians em Brasília

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Palmeiras Flamengo ingressos - Supercopa
Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou nesta quarta-feira (31/12) a realização da Supercopa do Brasil de 2026 no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília. O confronto reunirá Flamengo, campeão brasileiro, e Corinthians, vencedor da Copa do Brasil, em 1º de fevereiro, um domingo, marcando a abertura oficial da nova temporada do futebol nacional.

A escolha da capital federal foi definida após análise de calendário e diálogo com federações e clubes envolvidos. O estádio receberá as duas torcidas em divisão igualitária, repetindo o modelo adotado em edições recentes e reforçando o caráter nacional da decisão. A expectativa é de casa cheia para o duelo entre duas das maiores torcidas do país. Manaus era outra cidade citada como possível destino.

A Supercopa do Brasil voltou ao calendário em 2020 e, desde então, consolidou-se como um dos principais eventos de abertura da temporada. O torneio reúne os campeões do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil do ano anterior, colocando frente a frente os protagonistas do futebol nacional. Desde a retomada, já levantaram a taça Flamengo (2020, 2021 e 2025), Atlético-MG (2022), Palmeiras (2023) e São Paulo (2024).

A escolha de Brasília para receber o torneio pela quarta vez reforça a posição da cidade como palco frequente de grandes decisões do futebol brasileiro. Com estrutura consolidada, capacidade elevada e histórico de grandes públicos, o Mané Garrincha volta a abrigar um confronto de peso, agora entre rubro-negros e alvinegros, em um duelo com promessa de mobilizar torcedores de todo o país.

A expectativa da CBF é transformar a partida em um evento nacional, reunindo espetáculo esportivo, forte presença de público e ampla visibilidade. A Supercopa de 2026 marca, assim, o primeiro grande capítulo da temporada e coloca novamente a capital federal no centro do futebol brasileiro. A entidade deve divulgar detalhes da venda de ingressos nas próximas semanas.

Um ano de bola cheia: DF fecha 2025 com 11 torneios e futebol em ebulição

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2025

A temporada 2025 do futebol candango foi, acima de tudo, um retrato de intensidade. Com 11 competições oficiais organizadas pela Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF), o calendário exigiu planejamento, elenco e estrutura. E, ao fim de um ano cheio, os números mostram quem soube transformar calendário em protagonismo e quem, mesmo sem títulos, manteve presença e regularidade em um cenário cada vez mais competitivo.

Entre campeões, finalistas e participantes assíduos, o futebol candango viveu um ano de contrastes: domínio absoluto em algumas frentes, equilíbrio em outras e uma clara separação entre clubes estruturados e projetos em formação. Poucos clubes, porém, conseguiram transformar participação em supremacia. Gama e Minas Brasília foram os grandes nomes da temporada 2025.

O Gama encerra o ano como o clube mais vencedor do futebol masculino do Distrito Federal. Levantou o Candangão, conquistou o Sub-15 e o Sub-13, além de figurar entre os protagonistas em outras categorias. Um desempenho responsável por reafirmar a força do alviverde em todas as frentes e consolidar o trabalho de base como pilar do projeto de calendário cheio para a temporada 2026.

No futebol feminino, o domínio foi absoluto do Minas Brasília. O clube conquistou todos os títulos em disputa e garantiu as taças do Candangão Feminino, Sub-17 e Sub-15. Ao romper o antigo domínio do Real Brasília (o aurianil vinha de seis títulos na elite local), o time verde e azul confirmou o projeto de recuperação construído nos últimos anos, com elencos competitivos e planejamento contínuo.

Outros campeões também deixaram uma marca no 2025 do futebol do Distrito Federal. Campeã da Segundinha, a Aruc voltou a sorrir no cenário profissional depois de mais de duas décadas. Vencedor da Copa Brasília, o Canaã ganhou o primeiro título na capital federal. O Penharol, campeão do Sub-17, reafirmou o trabalho de formação. Detentor da taça do Sub-11, o Luziânia apareceu novamente no pódio, enquanto o Real Brasília manteve a força na categoria masculina Sub-20.

Quem mais jogou?

Se títulos contam histórias, a quantidade de competições disputadas revela fôlego, organização e presença estrutural. Alguns clubes se destacaram por estar praticamente em todas as frentes do calendário: o Ceilândia disputou 10 competições (todas as possíveis, com exceção da Segundinha), passando por base, feminino e profissional; o Legião esteve em nove torneios, incluindo categorias voltadas para homens e para mulheres.

Capital, Samambaia e Gama marcaram presença constante em praticamente todo o calendário competitivo. Real Brasília e Luziânia combinaram base forte com presença no futebol adulto. Essa constância ajuda a explicar por que esses clubes seguem como referências dentro do futebol candango, independentemente de títulos pontuais.

Um ano de base forte

A base foi, mais uma vez, o coração do calendário do Distrito Federal. Categorias como Sub-11, Sub-13 e Sub-15 reuniram mais de 20 equipes em alguns torneios, revelando o quanto o futebol formativo segue pulsante. Clubes como Capital, Ceilândia, Gama, Sobradinho, Paranoá e Grêmio Valparaíso marcaram presença constante e sustentaram projetos de longo prazo.

Além disso, a diversidade de campeões mostra um cenário longe de ser concentrado: diferentes clubes levantaram troféus, reforçando o equilíbrio competitivo e a renovação contínua do futebol local.

O retrato final de 2025

A temporada 2025 deixa um recado claro: o futebol do Distrito Federal vive de pluralidade. Há gigantes consolidando força, projetos médios se reafirmando e clubes, mesmo sem títulos, mantendo o jogo vivo ao ocupar o calendário com seriedade. Além dos números, o ano revelou um ecossistema em movimento, onde quem planeja colhe e quem investe na base constrói futuro. Um retrato fiel de um futebol que, mesmo longe dos holofotes nacionais, segue produzindo histórias, talentos e identidade própria.

Desempenho dos clubes

Aruc
Sub-20 (15º lugar), Sub-11 (15º lugar), Segundinha (Campeão), Sub-15 (17º lugar) e Sub-13 (10º lugar)

Brasília
Segundinha (2º lugar)

Brasiliense
Sub-20 (3º lugar), Copa Brasília (2º lugar) e Candangão (4º lugar)

Brazlândia
Sub-17 (21º lugar), Sub-11 (6º lugar), Sub-15 (15º lugar) e Sub-13 (15º lugar)

Canaã
Sub-20 (6º lugar), Sub-17 (4º lugar), Sub-11 (13º lugar), Copa Brasília (Campeão) e Sub-13 (8º lugar)

Candango
Sub-20 (13º lugar), Sub-17 (14ª lugar) e Segundinha (8º lugar)

Capital
Sub-20 (5º lugar), Sub-17 (2º lugar), Sub-11 (4º lugar), Sub-15 (2º lugar), Copa Brasília (6º lugar), Sub-13 (20º lugar) e Candangão (2º lugar)

Ceilandense
Sub-20 (19º lugar), Sub-17 (22º lugar), Sub-11 (17º lugar), Sub-13 (6º lugar) e Candangão (9º lugar)

Ceilândia
Sub-20 (11º lugar), Sub-17 (19º lugar), Sub-11 (8º lugar), Sub-15 (6º lugar), Copa Brasília (8º lugar), Sub-13 (17º lugar), Candangão Feminino (4º lugar), Candangão (3º lugar), Sub-17 Feminino (2º lugar) e Sub-15 Feminino (2º lugar)

Cresspom
Sub-17 (17º lugar), Candangão Feminino (3º lugar), Sub-17 Feminino (5º lugar) e Sub-15 Feminino (5º lugar)

Cruzeiro
Sub-20 (16º lugar), Segundinha (4º lugar), Sub-15 (20º lugar), Candangão Feminino (5º lugar), Sub-17 Feminino (3º lugar) e Sub-15 Feminino (6º lugar)

Estrelinha
Sub-17 (11º lugar)

Formosa
Sub-17 (15º lugar)

Galáticos
Sub-17 (18º lugar) e Sub-15 (18º lugar)

Gama
Sub-20 (10º lugar), Sub-17 (5º lugar), Sub-11 (14º), Sub-15 (Campeão), Sub-13 (Campeão) e Candangão (Campeão)

Gama City
Sub-17 (6º lugar), Sub-11 (21º lugar), Sub-15 (10º lugar) e Sub-13 (21º lugar)

Grêmio Valparaíso
Sub-20 (7º lugar), Sub-17 (7º lugar), Sub-11 (11º lugar), Segundinha (6º lugar), Copa Brasília (7º lugar) e Sub-13 (11º lugar)

Guaraense
Sub-11 (18º lugar), Sub-15 (11º lugar) e Sub-13 (12º lugar)

Legião
Sub-20 (12º lugar), Sub-17 (10º lugar), Sub-11 (3º lugar), Sub-15 (9º lugar), Sub-13 (4º lugar), Candangão Feminino (6º lugar), Candangão (10º lugar), Sub-17 Feminino (4º lugar) e Sub-15 Feminino (3º lugar)

Luziânia
Sub-20 (17º lugar), Sub-11 (Campeão), Segundinha (5º lugar), Sub-15 (8º lugar), Copa Brasília (4º lugar), Sub-13 (3º lugar) e Candangão Feminino (7º lugar)

Maringá
Sub-17 (20º lugar), Sub-11 (10º lugar), Sub-15 (7º lugar) e Sub-13 (5º lugar)

Minas Brasília
Candangão Feminino (Campeão), Sub-17 Feminino (Campeão) e Sub-15 Feminino (Campeão)

Minas Tênis Clube
Sub-11 (7º lugar), Sub-15 (4º lugar) e Sub-13 (9º lugar)

Paranoá
Sub-20 (14º lugar), Sub-11 (9º lugar), Sub-15 (16º lugar), Sub-13 (16º lugar) e Candangão (5º lugar)

Penharol
Sub-17 (Campeão) e Sub-15 (5º lugar)

Planaltina
Sub-20 (9º lugar) e Segundinha (3º lugar)

Planaltina AC
Sub-17 (13º lugar), Sub-11 (12º lugar), Sub-15 (13º lugar) e Sub-13 (13º lugar)

Pró-Vida
Sub-11 (16º lugar) e Sub-13 (14º lugar)

Real Brasília
Sub-20 (Campeão), Sub-17 (3º lugar), Copa Brasília (3º lugar), Candangão Feminino (2º lugar) e Candangão (8º lugar)

Riacho City
Sub-20 (18º lugar), Sub-17 (23º lugar), Sub-11 (19º lugar), Segundinha (7º lugar), Sub-15 (19º lugar) e Sub-13 (18º lugar)

Samambaia
Sub-20 (8º lugar), Sub-17 (9º lugar), Sub-11 (5º lugar), Sub-15 (3º lugar), Copa Brasília (5º lugar), Sub-13 (7º lugar) e Candangão (7º lugar)

Santa Maria
Sub-20 (4º lugar)

Sesp Brasília
Sub-20 (20º lugar) e Sub-17 (16º lugar),

Shalke 12
Sub-15 Feminino (4º lugar)

Sobradinho
Sub-20 (2º lugar), Sub-17 (24º lugar), Sub-11 (2º lugar), Sub-15 (12º lugar), Sub-13 (2º lugar) e Candangão (6º lugar)

Unaí
Sub-11 (20º lugar) e Sub-13 (19º lugar)

União
Sub-17 (12º lugar) e Sub-15 (14º lugar)

Brasília vence o Bauru fora de casa e mantém embalo no NBB 2025/2026

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Brasília
Foto: Andrews Clayton/Bauru Basket

O CAIXA Brasília conquistou uma vitória expressiva fora de casa ao superar o Bauru Basket por 71 a 66, na noite desta segunda-feira (29/12), em partida válida pela sequência da temporada regular do Novo Basquete Brasil (NBB). O confronto, disputado no Ginásio Panela de Pressão, teve equilíbrio em boa parte do tempo, mas terminou com domínio brasiliense nos minutos decisivos.

O desempenho coletivo apareceu desde o início. Após vencer o primeiro quarto por 23 a 10, a equipe manteve controle emocional mesmo com a reação paulista no segundo período. A consistência defensiva voltou a ser determinante após o intervalo, especialmente no terceiro quarto, quando o Brasília retomou a liderança e construiu vantagem suficiente para administrar o placar até o fim.

O setor ofensivo apresentou bom aproveitamento nos arremessos de dois pontos, com 21 conversões em 40 tentativas, além de bom volume nas bolas de três, convertendo 11 arremessos. A equipe também levou vantagem nos rebotes, somando 37, contra 29 do adversário, fator determinante para controlar o ritmo da partida.

Individualmente, o destaque ficou com Corvalan, cestinha do time com 15 pontos, além de participação ativa na armação ofensiva. Brunão contribuiu com sete rebotes, enquanto Alex distribuiu cinco assistências, reforçando o jogo coletivo do grupo. O equilíbrio entre produção ofensiva e intensidade defensiva garantiu a construção do resultado fora de casa.

“Sabíamos que seria um jogo apertado. Bauru é uma equipe forte e vem crescendo no campeonato. Mas fomos muito bem defensivamente. Abrimos uma boa diferença, acabamos perdendo a vantagem, mas seguimos focados para levar a vitória para casa”, analisou Facundo Corvalan.

Com o triunfo, o Brasília consolida posição na parte superior da tabela e mantém o ritmo na briga pelas primeiras colocações. A equipe segue em evolução no campeonato, com desempenho consistente tanto dentro quanto fora de casa. O foco do time também se volta para a Copa Super 8, em janeiro.

Fortaleza encerra feminino e abre margem para Minas Brasília ir à Série A1

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Minas Brasília
Foto: Patricy Albuquerque/Minas Brasília

A desistência do Fortaleza do futebol feminino, anunciada nesta segunda-feira (29/12), abriu uma lacuna importante na Série A1 do Campeonato Brasileiro de 2026. O clube tricolor conquistou o acesso dentro de campo, mas comunicou oficialmente o encerramento do departamento, gerando, automaticamente, uma vaga em aberto na elite nacional. A indefinição reacendeu a esperança do Minas Brasília de voltar à primeira divisão. As candangas foram eliminadas justamente pelas Leoas nas quartas de final da Série A2.

A campanha do time candango terminou na fase responsável por definir os quatro acessos ao Brasileirão Feminino. Além do Fortaleza, também garantiram vaga na Série A1 o Santos, o Botafogo e o Atlético-MG. Com a desistência das Leoas do Pici, abriu-se a discussão sobre quem herdará o posto, pois os regulamentos da competição e o Regulamento Geral de Competições da CBF para 2025 não tratam de forma direta sobre esse tipo de situação.

A decisão caberá ao Departamento de Competições da CBF. A pasta deverá estabelecer o critério a ser adotado. Um dos caminhos possíveis é o uso do ranking nacional feminino, instrumento-base de resolução de situações semelhantes no passado. Em 2020, por exemplo, a entidade anunciou a decisão de recorrer à versão masculina do ranking para definir o substituto após a desistência do Vitória-PE da Série A2. O Atlético-GO herdou a posição.

Dentro do cenário do RNC Feminino, o Minas Brasília aparece como o clube melhor posicionado entre os eliminados nas quartas de final da Série A2. A equipe ocupa atualmente a 23ª colocação na lista anunciada em 4 de dezembro. O Vitória teve melhor campanha geral entre quem não subiram, mas aparece em 31º, atrás das candangas, e não participou da mesma chave decisiva do clube local. Isso pode pesar na análise técnica.

Há, ainda, outros times melhor ranqueados, como Avaí/Kindermann (16º) e São José (21º), mas ambos ficam fora da equação por critérios esportivos: as catarinenses não alcançaram o mata-mata da Série A2, enquanto o time paulista foi rebaixado para a Série A3. Esses fatores reduzem significativamente as possibilidades de aproveitamento dessas equipes.

Com a Série A1 prevista para começar em 16 de fevereiro e seguir até 10 de outubro, a definição precisa ocorrer nas próximas semanas. Procurado pela reportagem, o Minas Brasília informou aguardar um posicionamento oficial da CBF. Até o momento, a entidade máxima do futebol brasileiro não se manifestou publicamente sobre o tema.

Paranoá dá passo na preparação para o Candangão com vitória em amistoso

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Paranoá
Foto: Diller Abreu/Paranoá

O Paranoá deu o primeiro passo na caminhada rumo ao Campeonato Candango ao realizar um compromisso da pré-temporada neste sábado (27/12). Em atividade realizada diante do Estrela Vermelha, a equipe venceu por 5 a 0 e apresentou ao público parte do elenco montado para a disputa do torneio regional, marcando o início efetivo do processo de preparação.

A movimentação serviu como primeiro teste coletivo da temporada e evidenciou peças recém-integradas ao grupo. O atacante Renê, de 25 anos, foi o principal destaque do confronto ao marcar três vezes. Com passagens por Niteroiense, Desportiva Ferroviária, Real Noroeste, Rio Preto, Maringá e Cascavel, o jogador surge como uma das apostas ofensivas para a sequência do trabalho.

 

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Outro nome a balançar as redes foi o volante Bebeto (foto), de 28 anos, atleta com histórico por Santa Cruz de Natal, Porto Vitória, América-RN, GAS e ASA. O meia Lopeu, de 33 anos, é velho conhecido da torcida após passagem anterior pelo clube e também deixou a marca dele. O jogador soma experiências por Murici, Anapolina, Moto Club, Sampaio Corrêa-RJ, Inter de Limeira, Caiçara e Porto Velho.

A atividade permitiu à comissão técnica observar alternativas táticas, testar formações e acelerar a integração dos recém-chegados ao grupo principal. O foco do trabalho passa pela consolidação de um modelo competitivo, com atenção ao ritmo de jogo e ao entrosamento coletivo antes da estreia oficial contra a Aruc, em 10 de janeiro.

Com o início da pré-temporada, o Paranoá avança no planejamento visando o calendário regional, apostando na mescla entre experiência e renovação para sustentar desempenho consistente ao longo da competição. O clube deve divulgar oficialmente novos nomes do elenco para a temporada 2026 nas próximas semanas.