Início Site Página 30

CBF confirma horário da decisão da Supercopa do Brasil em Brasília

0
Supercopa
Foto: Marcos Júnior/CBF

A CBF oficializou, neste domingo (11/1), o horário da Supercopa Rei 2026 entre Flamengo e Corinthians. A partida será realizada às 16h de 1º de fevereiro, na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília, e colocará frente a frente campeão do Campeonato Brasileiro e o vencedor da Copa do Brasil de 2025 em duelo com placa de peso na abertura da temporada nacional.

A escolha por Brasília foi divulgada pela entidade no último dia de dezembro. A confirmação do horário completou protocolo e solidificou a logística do confronto, atraindo expectativa de presença massiva nas arquibancadas do estádio da capital federal. O Mané Garrincha volta a receber evento de relevância após calendário anterior com menor quantidade de partidas nacionais.

A história recente da Supercopa Rei sustenta narrativa rica desde a retomada do torneio em 2020. No período, o Flamengo acumulou três conquistas e volta a campo com chance de ampliar a vantagem sobre concorrentes diretos. A jornada rubro-negra inclui títulos em 2020, 2021 e 2025, além de aparições consecutivas em palcos distintos e participação constante nas competições de topo do país.

O Corinthians assume posição de desafiante com viés de tradição. O clube paulista conquistou a Copa do Brasil no ano passado e, agora, entra no gramado com ambição de segurar o troféu inédito na atual era do torneio. O Timão já ergueu taça de Supercopa original em 1991, quando formato ainda engatinhava, e retorna em busca do bicampeonato histórico para a galeria do Parque São Jorge.

O torneio criou novo ciclo dentro do calendário nacional ao reunir dois campeões da temporada anterior em partida única. Palmeiras, Atlético-MG e São Paulo integraram a lista de vencedores após retomada, enriquecendo disputas e elevando o produto em campo. A edição de 2026 tem ingredientes de elenco estrelado, rivalidade histórica e ambiente de arquibancada tradicional para firmar Brasília como ponto de encontro do futebol do país.

A CBF ainda divulgará a abertura da venda de ingressos para a Supercopa Rei, mas já existe definição sobre a divisão dos setores no Estádio Mané Garrincha. A torcida do Flamengo ocupará as arquibancadas Norte e Leste, enquanto os corintianos ficarão concentrados nas cadeiras Sul e Oeste.

Brasília abre as portas com potencial para movimentar torcedores de regiões distintas. A cidade se transforma em praça neutra capaz de misturar cores e vozes e entregar experiência simbólica para rubro-negros e corintianos. Com a pré-temporada afunilando e a janela de transferências em curso, o duelo promete medir força, ajustar rota e iluminar projeções de dois gigantes rumo ao ano competitivo que se aproxima.

Com casa cheia, Gama vence Real Brasília em jogo de insistência

0

Casa cheia, festa e uma vitória magra, mas responsável por impulsionar o início da trajetória do Gama na defesa do título do Campeonato Candango BRB. Na noite deste sábado (10/1), o alviverde deu start na temporada 2026 com muita festa da torcida no Estádio Bezerrão e um confronto pegado contra o Real Brasília. Na base da insistência, o Periquito rompeu o sistema defensivo do rival, ganhou por 1 a 0, com gol de Felipe Clemente, e somou os primeiros três pontos no ano.

A moldura da noite contou história paralela ao placar. Quase dez mil torcedores lotaram o Bezerrão, montaram mosaico no setor destinado à organizada e empurraram o Periquito com cânticos incessantes. A vibração das arquibancadas ajudou o time em campo a estabelecer presença ofensiva desde apito inicial e ampliou a sensação de urgência em cada ação, sempre com entradas fortes e velocidade pelos corredores.

Pressão sem gol

O primeiro tempo desenhou panorama de imposição gamense, apesar de falhas técnicas surgindo no meio do caminho. Luan encontrou espaços pelo lado direito e construiu oportunidades promissoras ao lado de Felipe Clemente. A dupla acumulou finalizações e quase abriu placar aos 17 minutos, quando camisa 11 parou em defesa milagrosa de Léo Teles. Na sequência, interrupções por faltas, cartões e discussões deixaram jogo travado em bloco central. Mesmo assim, o alviverde seguiu comandando ritmo.

A reta final da etapa inicial reservou lampejos de perigo dos dois lados. Ramon bateu forte e levou susto ao goleiro visitante, enquanto Roberto, já nos acréscimos, arrematou com curva perigosa para defesa segura de Renan Rinaldi. A ida para o vestiário com 0 a 0 refletiu controle territorial do mandante, mas também eficiência defensiva do Real Brasília em momentos decisivos.

Foto: Filipe Fonseca/Gama

Clemente garante

O segundo tempo explodiu em intensidade já na saída. Felipe Clemente quase inaugurou o placar da noite com menos de vinte segundos no relógio. O cenário seguiu inflando arquibancadas até sequência eletrizante aos 10 minutos. Primeiro, chute do atacante explodiu na trave. Ramon acertou travessão no rebote e, na sobra, bicicleta do próprio camisa sete saiu por pouco. A insistência premiada veio logo depois, quando Lucas Piauí cruzou rasteiro e encontrou o dono da 11 livre para colocar bola no canto e destravar o duelo.

Com a vantagem construída, o Periquito seguiu empilhando investidas e exibiu confiança por todo lado. Michel acelerou pela direita, cruzou com precisão e viu Clemente testar bola perto da trave. Luan apareceu por dentro para finalizar rasteiro e exigiu mais uma defesa de Léo Teles, um dos destaques do jogo. O Real Brasília reagiu com tentativas isoladas e conservou posse no terço final. Porém, dificuldades apareceram para encaixar último passe.

A reta final deixou tensão no ar. A expulsão de Michel, aos 38 minutos, obrigou o Gama a reposicionar linhas e recuar alguns metros. Ainda assim, a melhor chance surgiu para o lado mandante, com Ramon invadindo área e parando novamente em defesa espetacular do goleiro visitante. A torcida segurou fôlego até apito final e celebrou triunfo combinando suor, atmosfera pulsante e assinatura de quem mira mais um título no Distrito Federal.

Gama 1
Renan Rinaldi; Michel 🟨🟥, Wellington Silva, Zulu 🟨 e Lucas Piauí (Gabriel Lima); Moisés 🟨, Russo e Renato Soares (David Lucas); Felipe Clemente ⚽ (Danilinho), Ramon e Luan (Henrique Almeida).
Técnico: Luís Carlos Carioca

Real Brasília 0
Léo Teles; Caio Mendes, Anderson 🟨, Victor Gabriel e Roberto Inagaki (Breno 🟨); PV 🟨 (Juan Azevedo), Paulo Vitor (Ian Coelho), Gustavo Henrique (Miguel Barros) e Davi Araújo; Johann 🟨 (Arthur Gabriel) e Juan Sousa 🟨.
Técnico: Raphael Miranda 🟨

Ceilândia reage no Abadião e arranca empate contra o Sobradinho

0
Ceilândia
Foto: Lucas Bolzan/FFDF

O empate entre Ceilândia e Sobradinho, no Estádio Abadião, entregou tarde de sol forte, disputa física pesada e bola dividida com frequência na abertura do Campeonato Candango BRB 2026. Na tarde deste sábado (10/1), o Gato Preto empurrou o rival desde início com posse alta e presença constante no campo ofensivo. Contudo, faltou precisão para transformar ritmo elevado em vantagem. O Leão da Serra suportou ambiente e encontrou rota para cravar o 1 a 1 no placar.

O clima do Distrito Federal foi um adversário implacável para Ceilândia e Sobradinho em grande parte da partida. O fator casa, no entanto, entregou mais momentos de domínio ao Gato Preto. Quem saiu na frente, no entanto, foi o Leão da Serra, com belo gol de falta de Pedrinho, ainda na primeira etapa. Cabralzinho marcou de cabeça nos 45 minutos finais e definiu a igualdade no duelo.

Sobradinho na frente

Aos 17 minutos, a primeira grande chegada saiu dos pés de Cabralzinho pela esquerda. O atacante carregou marcação, encontrou Patrickão na área e viu finalização sólida ser salva por intervenção decisiva de Michael Henrique com o pé esquerdo. O calor abafado em Ceilândia desgastava atletas e prejudicava a aceleração final em transições, enquanto o gramado pesado dificultava a construção limpa. O Sobradinho aumentou cadência de passes, porém, sem infiltrações francas.

O Leão da Serra encontrou ouro em cobrança de falta aos 40 minutos. Pedrinho ajeitou com cuidado na ponta direita, tomou distância e acertou curva perfeita por cima da barreira. A bola morreu no ângulo e deixou o goleiro Edmar Sucuri plantado. O gol premiou coragem de equipe visitante na reta final de uma etapa na qual alternâncias foram raras. O Ceilândia até balançou redes logo depois com Patrickão em lance plástico com chapéu e conclusão de canhota, somente para o bandeira congelar a reação com impedimento.

Gato empata na raça

A volta do intervalo trouxe resposta imediata de time da casa. Com calor atenuado e campo mais leve, o Ceilândia organizou a posse e chegou ao empate logo aos dois minutos. Danilo Bala recebeu na direita, cruzou com precisão e Cabralzinho se antecipou entre os zagueiros para cabecear firme, deslocando Michael Henrique e recolocando o Gato Preto no jogo.

O ritmo seguiu truncado no meio. Porém, os espaços surgiram com desgaste físico. O Sobradinho assumiu posse mais longa e criou oportunidade importante com Wilker batendo de direita no meio da área para defesa firme de Edmar Sucuri. Bernardo e China tentaram carregar linha ofensiva visitante, mas o paredão do mandante sustentou igualdade. O Ceilândia respondeu com escapadas rápidas e ameaças esporádicas em velocidade por corredores laterais.

A reta final guardou drama. Primeiro, Pedro Foguete finalizou à queima-roupa após sobra dentro da área em cobrança de escanteio, somente para o goleiro salvar com reflexo providencial. Nos acréscimos, Edson Reis apareceu pela primeira vez com a bola e cabeceou no pé da trave após falta levantada para dentro da área, arrancando suspiros da torcida e selando placar de 1 a 1 em duelo típico de estreia: pesado, competitivo e decidido por momentos esparsos.

Ceilândia 1
Edmar Sucuri; Paulinho, Badhuga, H. Alagoano e Romário; Henrique Vigia, Marcelinho (Marquinhos) e Bosco (Edson Reis); Danilo Bala (Pedro Foguete), Patrickão (Vinícius Tanque) e Cabralzinho ⚽ (Pará).
Técnico: Adelson de Almeida

Sobradinho 1
Michael Henrique; Douglas Rato, Medeiros, Felipe Kauan e China; Aldo 🟨, Geovane (Bernardo) e Pedrinho ⚽ (Lucas Paranhos); Thiago André (Rodriguinho), Mirandinha (Wilker 🟨) e Pipico (Jadson 🟨).
Técnico: Daniel Franco

Brasiliense goleia o Brasília e estreia com autoridade no Candangão

2
Brasiliense
Foto: Lucas Rodrigues/Brasiliense

A estreia do Brasiliense no Campeonato Candango BRB 2026 teve cara de afirmação pesada em Taguatinga. Dentro do Serejão, o Jacaré acelerou diante do Brasília, encontrou rota para gol com construção paciente e terminou tarde deste sábado (10/1) com vitória por 4 a 0 construída com autoridade, energia elevada no segundo tempo e presença constante no campo rival. A abertura da temporada sugeriu elenco com ambição de protagonismo no Distrito Federal.

Sem título candango há quatro temporadas, o Brasiliense aposta forte na disputa da temporada 2026 e deu mostras disso em boa parte do jogo. O Brasília teve bons momentos apenas no primeiro tempo da partida. No entanto, conforme o Jacaré encontrava o caminho das redes, a diferença técnica entre as duas equipes ficava cada vez mais acentuada. Melhor para os mandantes, que venceram e ampliaram a confiança.

Pênalti abre a conta

O Brasília, porém, criou primeiro aos três minutos. Tinga recebeu inversão e finalizou por cima. Logo depois, escanteio curto virou sobra limpa para Eliandro carimbar de primeira, porém, Kayser voou para espalmar e manter redes intactas. Aos sete, Luan Brasília rolou para trás na entrada da área e Iago bateu mascado por baixo: novo milagre do camisa 1 do Jacaré.

A partir dos 11 minutos, o Brasiliense empilhou lances fortes com Daniel Vançan acionando Tarta e Jackson pelo lado direito. O trio trocou passes de primeira, culminando em finalizações que tiraram tinta da trave em duas jogadas seguidas. A pressão rendeu prêmio aos 18 minutos, quando bola desviada no braço de defensor originou pênalti. Wallace Pernambucano bateu com precisão e abriu contagem. O anfitrião ainda teve chance clara com Tarta aos 25 e outra finalização frontal aos 44. Porém, Heitor segurou o estrago antes do intervalo, enquanto Igor desperdiçou cabeçada livre na pequena área para o Brasília.

Goleada consolidada

A segunda etapa manteve protagonismo mandante desde primeiro toque na bola. Júlio Vitor puxou jogada pela esquerda, cruzou rasteiro e encontrou desvio de Wallace Pernambucano para defesa acrobática de Heitor. O respiro do rival durou pouco. Tarta cobrou escanteio aos quatro minutos, a marcação parou no lance e Jackson completou na segunda trave para cravar o 2 a 0.

O Brasília tentava reorganizar transições, porém, não alcançou mesma intensidade do bloco inicial. O Jacaré aproveitou cada corredor livre e cravou 3 a 0 aos 12 minutos. Daniel Vançan chegou ao fundo e rolou nas costas da zaga para Júlio Vitor soltar o pé, sem chance para Heitor. O jogo desandou de vez para visitantes, que passaram a defender território enquanto buscavam brechas esporádicas.

O quarto gol consolidou goleada aos 31. Apodi arrancou pela direita, recebeu contato dentro da área e caiu após disputa. Anderson Magrão carregou bola para marca da cal e deslocou goleiro com categoria. A partir daí, o Brasiliense administrou posse, distribuiu passes de lado e ditou ritmo calmo até apito final, confirmando resultado sólido por 4 a 0 em estreia com cara de aviso para o restante da competição.

Brasiliense 4
Matheus Kayser; Netinho, Carmino, Marcos Júnior e Alan Costa; Daniel Vançan, Jackson ⚽ (Apodi), Wallace Pernambucano ⚽ (Jean Pyerre) e Geovani (Elyeser); Caio (Júlio Vitor ⚽) e Wallace Freitas ⚽ (Anderson Magrão ⚽).
Técnico: Luiz Carlos Winck

Brasília 0
Heitor; Luan Brasília, Júnior Goiano (Derick), Henrique Gigante e Ximenes (Guilherme Bazílio); Léo Carvalho, Igor Alves (Nathan), Eliandro (Victor Lima), Milla e Iago (Nuno); Tinga.
Técnico: Paulo Helber

Com um a menos, Aruc vence o Paranoá na volta ao Candangão

0
Aruc
Foto: Diller Abreu/FFDF

A reestreia da Aruc na primeira divisão do Campeonato Candango BRB 2026 teve um desfecho praticamente irretocável. Na tarde deste sábado (10/1), o Time do Samba visitou o Paranoá, no Estádio JK, e superou adversidades para triunfar. Mesmo com um jogador a menos durante quase todo o segundo tempo, o Gavião esbanjou compactação defensiva e contou com gol de Pom Pom, ainda na etapa inicial, para largar na elite local com três pontos.

A história do retorno movimentou arquibancadas e produziu clima de festa, apesar do calor castigando jogadores de ambos os lados. A Cobra Sucuri tentou imprimir ritmo mais intenso. Contudo, a Aruc sustentou leitura apurada de jogo e encaixou posicionamento sólido por dentro. O resultado prolongou narrativa de reconstrução da equipe do samba com energia renovada e presença de atletas jovens apostando em velocidade.

O panorama coletivo também deixou clara postura madura de um elenco sem vivência recente na primeira divisão. A Aruc encontrou equilíbrio entre pegada física, transição ofensiva e atenção permanente atrás. O Paranoá teve posse em momentos longos. Entretanto, apresentou dificuldade na tomada de decisão em última parte do campo, empilhando finalizações longas sem direção perigosa.

Contra-ataque fulminante

O primeiro tempo entregou dinâmica aberta, com chegadas constantes e defesa da Aruc sob teste. A melhor resposta veio em lance de contra-ataque relâmpago aos 38 minutos, após escanteio mal cobrado pelo Paranoá. Dharllyson arrancou pela direita, conduziu com liberdade e acionou Pom Pom na entrada da área. O atacante bateu cruzado no contra pé do goleiro Márcio Fernandes e colocou vantagem no placar.

Foto: Diller Abreu/FFDF

O período inicial ainda registrou oportunidades importantes. A Aruc teve um lance de gol contra anulado após impedimento marcado pelo bandeira e viu Juninho ter finalização salva em cima da linha por defensor da Cobra Sucuri. O Paranoá respondeu com João Vitor entrando na área e finalizando em cima de Marcus Vinycius em lance cristalino antes do intervalo.

Resiliência e vitória

A segunda etapa começou com susto imediato para donos da casa. Hugo arriscou de longe, carimbou a trave e quase ampliou conta para o Gavião antes dos dois minutos. Em seguida, Renan recebeu passe açucarado, ficou livre e chutou por cima em chance desperdiçada que poderia ter decidido destino do jogo mais cedo.

O roteiro ganhou contornos dramáticos com expulsão de Adam aos sete minutos após entrada dura em Renê. Na batida da falta, Marcus Vinycius se esticou para espalmar. Com vantagem numérica, o Paranoá empurrou a linha de meio-campo para frente e acumulou cruzamentos e chutes de fora. O Time do Samba manteve concentração alta, amarrou a posse, gastou relógio e garantiu celebração histórica na volta ao Candangão depois de 23 anos de ausência.

Paranoá 0
Márcio Fernandes; João Vitor, Enos, Alex 🟨, Bebeto (Matheus), Vitor (Leo Santos), Joãozinho (Renê), Gabriel Luna (Paulo), Lopeu (Pedro), David e João Marcelo 🟨.
Técnico: Klésio Borges

Aruc 1
Marcus Vinycius; Jefferson, Adam 🟥, Vitor, Sebastyan 🟨 (Gabriel Rodrigues), Hugo, Pom Pom ⚽, Juninho (Arthur Lima), Renan (Luan), Yuri Medeiros (Arthur Rodrigues 🟨) e Dharllyson.
Técnico: Dedé Rodrigues

Brasília Basquete vence Rio Claro fora e conquista 15º triunfo no NBB

0
Brasília Basquete
Foto: Filippo Ferrari

O Brasília Basquete entrou em quadra com energia elevada no Ginásio Felipe Karam, em Rio Claro, e saiu com uma vitória segura por 78 a 60 diante do adversário paulista, ampliando trajetória positiva dentro do Novo Basquete Brasil (NBB). Na sexta-feira (9/1), a franquia do Distrito Federal exibiu maturidade ao controlar emoções desde o início, acelerando transições quando necessário e administrando posse de bola durante o duelo marcado por equilíbrio inicial e domínio crescente da equipe visitante até final da partida.

O primeiro quarto apresentou vantagem mínima do lado paulista. Porém, o Brasília Basquete ajustou marcação imediatamente na sequência e virou panorama com ações rápidas no perímetro e no garrafão. O segundo período consolidou a virada e abriu diferença confortável após sucessão de rebotes defensivos, infiltrações eficientes e arremessos convertidos em momentos decisivos. Os dois períodos finais mantiveram padrão de intensidade, permitindo administração tranquila da vantagem acumulada sem oferecer brechas para reação de Rio Claro.

O armador Daniel Von Haydin liderou desempenho candango com precisão e visão de jogo ao somar 21 pontos além de distribuir seis assistências, completando noite de enorme controle dentro da quadra. A leitura limpa sustentou movimentação inteligente pelo setor ofensivo e ainda contribuiu com oito rebotes, consolidando impacto de um dos protagonistas da rota positiva construída pelo Brasília Basquete nesta edição do campeonato.

O ala-pivô Brunão assumiu papel decisivo dentro do garrafão e adicionou agressividade marcada por 19 pontos e 11 rebotes, registrando duplo-duplo e impulsionando volume no ataque. A presença física neutralizou tentativas adversárias e permitiu domínio territorial próximo à cesta. Cada bola contestada, cada disputa no ar, fortaleceu o avanço candango dentro de um segundo quarto avassalador, determinante para construção do placar definitivo com direito a vitória por acachapantes 29 a 6.

O sistema defensivo brasiliense funcionou do início ao fim com leitura rápida de espaços, movimentação constante e disciplina coletiva. O Rio Claro finalizou o confronto com índices baixos para os padrões do campeonato e dificuldade evidente para encontrar arremessos equilibrados durante o terceiro período. A defesa candanga forçou erros, protegendo a tabela, reduzindo turnovers e permitindo execução ofensiva com confiança durante última etapa da partida.

A vitória mantém o Brasília Basquete dentro de zona de destaque da classificação, sustentando projeção positiva para segunda metade da temporada e reforçando sensação de evolução contínua dentro do elenco. A franquia do Distrito Federal acumula resultados sólidos, alimenta confiança da torcida e consolida candidatura por vaga firme dentro da fase eliminatória, objetivo declarado durante início do ano.

BRB renova naming rights e patrocina Candangão pelo quinto ano seguido

0
Candangão
Foto: Divulgação

O Candangão entra em 2026 amparado por continuidade de recursos. Pelo quinto ano seguido, o Banco de Brasília (BRB) permanece como detentor dos naming rights do torneio distrital, consolidando relação estratégica com o esporte candango no início da nova temporada. A Série A será disputada entre este sábado (10/1) e 21 de março e reforça o elo financeiro para os clubes da capital federal.

O presidente do banco, Nelson Antônio de Souza, reforçou alinhamento entre instituição e cultura esportiva do DF ao destacar permanência no acordo. “Nosso objetivo é contribuir para um futebol cada vez mais forte, competitivo e próximo da população, valorizando os clubes, os atletas e a paixão do torcedor brasiliense”, destaca o mandatário da instituição financeira.

Com apoio financeiro mantido, o Candangão BRB alcança posição entre torneios regionais com premiações mais relevantes do país. Campeão e vice asseguram classificação para a Série D do Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil de 2027, enquanto terceiro colocado vai disputar a Copa Verde. A projeção cria incentivo adicional para atletas e dirigentes e fortalece uma rota esportiva sustentável na capital.

Apesar de destacar a força dos valores, a instituição financeira e a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) não informaram quanto o patrocínio de naming rights renderá nesta temporada. No ano passado, o campeão Gama levou a bolada de R$ 1,2 milhão. O vice (Capital), o terceiro (Ceilândia) e o quarto colocados (Brasiliense) também foram recompensados, com R$ 400 mil, R$ 250 mil e R$ 150 mil, respectivamente.

A parceria durante o Candangão de 2026 garante exposição da marca durante o torneio em troféu, placas de campo, backdrop de entrevistas e ativações digitais, mantendo presença constante ao longo da competição. Algumas equipes presentes na elite do Distrito Federal também conseguiram angariar recursos independentes com o BRB para utilizar ao longo da nova temporada do torneio local.

A edição reúne 10 equipes: Brasiliense, Gama, Ceilândia, Capital, Real Brasília, Sobradinho, Samambaia, Paranoá, Aruc e Brasília. O regulamento prevê turno único com nove partidas para cada participante, semifinais em ida e volta e decisão em jogo único no Estádio Mané Garrincha, em 21 de março, fechando calendário local.

Inscrições para a Corrida de Reis começam na segunda-feira (12/1)

0
Corrida de Reis
Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília

Brasília está afiando as sapatilhas para abrir 2026 com fôlego de sobra: a Corrida de Reis prepara a maior edição, colocando 20 mil pessoas para cruzar o Eixo Monumental em janeiro. Com percursos de 6 km e 10 km, largada no Palácio do Buriti e chegada no Nilson Nelson, a prova volta a ocupar a paisagem símbolo da capital e promete transformar mais um amanhecer em vitrine para atletas, famílias e iniciantes que fazem do asfalto um ponto de encontro anual. As inscrições serão na próxima semana.

A abertura das inscrições será escalonada e feita exclusivamente pela plataforma Brasil Corrida. O primeiro lote, destinado às crianças, abre às 19h desta segunda-feira (12/1). Pessoas com deficiência garantem vaga no dia 14, também às 19h. Os adultos entram na disputa por inscrição em duas datas: 16 de janeiro (1º lote) e 19 de janeiro (2º lote). No total, serão 17 mil corredores adultos e 3 mil mirins.

A prova principal está marcada para 31 de janeiro. A largada será em frente ao Palácio do Buriti e a chegada no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson, com percursos de 6 km e 10 km. Após o fim das provas, um show está programado para o público e os atletas. Já a Corrida Mirim ocorre uma semana antes, em 24 de janeiro, no Parque da Cidade.

A entrega dos kits também será dividida por categorias. Os adultos retiram o material entre 27 e 30 de janeiro, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, das 9h às 19h. As crianças retiram os kits nos dias 20 e 21, no mesmo local.

O trajeto passa pelas vias N1 e S1, atravessando o Eixo Monumental e a Esplanada dos Ministérios. As interdições começam a partir das 14h e o bloqueio total do trânsito está previsto para as 16h do dia da prova. O governo informou que liberação das vias será progressiva conforme o pelotão avançar. O evento abre oficialmente o calendário esportivo de rua do DF em 2026 e deve mobilizar órgãos de segurança, monitoramento e trânsito. A Polícia Militar, o Detran e o DER atuarão em conjunto durante todo o percurso.

Além de ser uma corrida tradicional, a Corrida de Reis segue como porta de entrada para iniciantes no esporte e um dos encontros mais marcantes da capital. “Brasília tem corrida quase todo fim de semana, e a principal é a de Reis”, resumiu o brasiliense e medalhista olímpico Caio Bonfim. Ele já participou do evento em diferentes versões: correndo e marchando.

A Federação de Atletismo do Distrito Federal espera participantes de diversos estados e até atletas estrangeiros. “É uma prova que atrai talentos e mantém viva a cultura da corrida de rua em Brasília”, avaliou o presidente da entidade, Marcelo Pereira. A expectativa é de ruas cheias e ritmo acelerado já na disputa pelas vagas. Quem quiser participar, precisa ficar atento ao relógio e às datas de abertura do cadastro.

Datas das inscrições

Mirim: 12/1, às 19h – 3 mil vagas
PcD: 14/1, às 19h – 300 vagas
Adulto (1º lote): 16/1, às 19h – 8.500 vagas
Adulto (2º lote): 19/1, às 19h – 8.200 vagas

Aruc volta à elite do Candangão após 23 anos com foco na permanência

0
Aruc
Foto: Editoria de Arte/DDE

A Aruc está de volta ao convívio com principais forças do Distrito Federal. A longa ausência terminou após duas décadas fora da elite local. O Time do Samba, agora comandado por Dedé Rodrigues, renasce em ambiente renovado, com elenco maioritariamente construído a partir de destaques do Riacho City e alguns importantes remanescentes de 2025. A estratégia valorizou atletas habituados ao estilo físico da competição e relacionamento próximo com o treinador.

Dedé assumiu liderança técnica naturalmente. A chegada dele facilita entendimento do grupo, acelera ajustes e reduz ruídos no vestiário. O Time do Samba apostou em disciplina, repetição de movimentos e organização tática durante semanas de preparação. A comissão abraçou primeiro objetivo de temporada: permanência dentro da Série A do Candangão, passo essencial antes de ambições maiores. Entre os atletas que jogaram a primeira rodada da última Segundinha peça Onça Pintada, chegam o goleiro Marcos Vinycius e o atacante Dani Bocão, por exemplo.

A remodelagem do elenco buscou equilíbrio entre energia e vivência. A Aruc reduziu dependência de atletas emprestados de Brasiliense e Samambaia, movimento visto como avanço estrutural. Alguns atletas remanescentes da parceria formam a espinha dorsal do grupo. Neste caso, se destacam o lateral Hugo Mendes, o atacante Dharlysson e o meio-campista Yuri.

O time azul e branco pretende projetar identidade própria no regional, sustentada por jogadores contratados diretamente e, portanto, com vínculo emocional e técnico mais profundo. O Gavião destacou o amadurecimento gradual durante ensaios táticos e amistosos da pré-temporada. Os trabalhos começaram nos últimos dias de dezembro e seguiram até a véspera da reestreia na elite.

O clube usou redes sociais para mostrar apenas fragmentos do trabalho. Publicações recentes apresentaram tom de confiança e seriedade. Uma das mensagens sintetiza espírito adotado na virada de calendário: “Sol forte, gramado impecável e entrega constante. Cada passo feito carrega evolução. Encerramos ano com comprometimento. Trabalho representa começo de objetivos maiores. Seguimos firmes, focados e preparados. Dois mil e vinte seis já nos espera.” O discurso ressoa dentro do vestiário.

O Time do Samba encara retorno como reconstrução histórica. A luta central envolve escapar da zona de rebaixamento e pavimentar a permanência. A partir desse alicerce, o Gavião pretende mirar voos maiores e, pouco a pouco, restabelecer nome tradicional do Distrito Federal dentro de uma liga intensa e sem margem para desatenção.

Elenco da Aruc

Goleiros: Marcos Vinycius, Thaynan e Eduardo
Zagueiros: Adam Henrique, Lucena, Luan Berny, Juan e Kevin
Laterais: Hugo Mendes, Jefferson, Biro Biro, Yan, Danilo Titela e Davi Pit Bul
Meio-campistas: Yuri, Sebastyan, Gabriel Livinho, Juninho, Arthur Rodrigues, Arthur Lima, Neres, Athos Moreno e Enzo
Atacantes: Dharllyson, Pom Pom, Moreira, Kauã Luva, Rony, Stefan, Dani Bocão, Gleydson e Renan Berny
Técnico: Dedé Rodrigues

Agenda no Candangão

1ª Rodada
10 de janeiro
15h Paranoá x Aruc – JK

2ª Rodada
17 de janeiro
10h Aruc x Capital – Rorizão

3ª Rodada
21 de janeiro
Ceilândia x Aruc – Abadião

4ª Rodada
24 de janeiro
10h Sobradinho x Aruc – Defelê

5ª Rodada
31 de janeiro
16h Aruc x Brasília – Rorizão

6ª Rodada
7 de fevereiro
Brasiliense x Aruc – Serejão

7ª Rodada
11 de fevereiro
16h Aruc x Samambaia – Rorizão

8ª Rodada
21 de fevereiro
19h30 Gama x Aruc – Bezerrão

9ª Rodada
28 de fevereiro
16h Aruc x Real Brasília – Rorizão