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Um ano após luta contra Islam Makachev, Moicano enfrenta Ortega no UFC 326

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Moicano
Finalização de Islam Makachev sobre Renato Moicano no UFC 311 - foto: Louis Grasse/PxImages

Um ano após o UFC 311, evento marcado por reviravoltas no card principal, Renato Moicano volta ao octógono mais famoso do mundo. O lutador natural do Distrito Federal está escalado para enfrentar o americano Brian Ortega no evento de número 326 da organização. O combate está designado para a porção principal da noite de lutas, que acontecerá na T-Mobile Arena, em Las Vegas.

No início do calendário de 2025, o lutador candango foi a principal peça nos bastidores da primeira grande realização da organização no ano. Na ocasião, o atleta estava escalado para enfrentar o veterano Beneil Dariush no card principal do UFC 311. No entanto, após lesão nas costas do armênio Arman Tsarukyan, que seria o desafiante ao título dos leves no evento, Moicano foi alçado à luta principal para disputar o cinturão até 70 kg.

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Apesar da história digna de conto de fadas, o roteiro de Renato Moicano não teve final feliz. Dentro do octógono, o atleta candango foi facilmente superado pelo russo Islam Makhachev, então campeão da categoria dos leves. No confronto, Islam finalizou Moicano ainda no primeiro round com um triângulo de mão.

Nesse período, Moicano apareceu no octógono apenas uma vez. No UFC 317, o combate diante do iraniano Beneil Dariush, previamente designado para o evento de número 311, finalmente saiu do papel. Contudo, o lutador candango sofreu nova derrota; desta vez, o revés ocorreu por decisão unânime dos juízes.

Moicano
Renato Moicano e Beneil Dariush duelam no UFC 317 – Foto: Reprodução/UFC

De certa forma, Brian Ortega, adversário de Renato Moicano no próximo dia sete de março, enfrenta situação semelhante dentro do UFC. Oriundo da categoria até 66 kg, o lutador americano possui um retrospecto recente de duas derrotas consecutivas. O confronto surge como uma oportunidade para ambos, que não têm a permanência na organização garantida em caso de três derrotas seguidas.

Candangão mantém média de gols em rodada de estreia dos últimos três anos

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Foto: Patricy Albuquerque/Staff Images Woman/CBF
Por Paulo Martins

 

Os meses e dias que antecedem o Candangão são recheados de expectativas para quem acompanha o futebol no Distrito Federal. Mas nos últimos anos, o cartão de entrada da competição tem entregado as mesmas emoções de cara, não sendo diferente em 2026: na rodada de abertura, no último fim de semana, a média de gols foi idêntica às estreias da competição em 2024 e 2025.

Nos três casos foram um total de 12 gols em cinco jogos, representando uma média de 2,5 gols por partida. Esta regularidade é puxada, historicamente, por somente uma goleada na rodada: nesta edição a vitória por 4 a 0 do Brasiliense sobre o Brasília, no ano passado (2025) nos 4 a 1 do Capital em cima do Ceilandense e antes com os 5 a 1 do Jacaré sobre o próprio Dragão.

O que diferencia a edição 2026 das demais é a ausência de jogos em 0 a 0 na rodada de abertura. No formato de dez clubes em uma primeira fase única, aplicado desde 2022, a discrepância é pequena na média goleadora: 2,6 por jogo na primeira rodada de 2022 e 2,8 em 2023.

Mais times, mais gols

No recorte anterior, doze times disputavam o título e as rodadas iniciais tinham partidas com placares mais elásticos, algumas delas que não mais voltaram à primeira divisão. É marcante a ausência dos times do Entorno, sem qualquer representante desde o fim da edição que rebaixou Luziânia e Unaí, que também faziam parte da elevada média de gols durante todo o torneio.

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Os placares recheados na estreia estiveram de moda sobretudo entre 2017 e 2021, pois os dois times dos confrontos marcavam no jogo. Foram os casos do 3 a 2 do Sobradinho sobre o Brasília em 2017, o 5 a 2 do Gama no Taguatinga em 2020 e o 4 a 3 do Unaí contra o Formosa em 2021.

A nova era do Candangão é marcada não só por mais equilíbrio nos confrontos, mas por times mais receosos e com estratégias (sobretudo no ataque) que moldam, ano a ano, o ritmo da história do campeonato.

Confira a média de gol por jogo da primeira rodada nas últimas dez edições do Candangão:

2026 – 2,5
2025 – 2,5
2024 – 2,5
2023 – 2,8
2022 – 2,6
2021 – 3,3
2020 – 2,8
2019 – 2,5
2018 – 3,2
2017 – 1,8

Brasília Vôlei perde confronto direto para o Tijuca e se aproxima da degola

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Brasília Vôlei
Foto: Brasília Vôlei/@guerreirofotografia

Na noite da última terça-feira (13/1), Brasília Vôlei e Tijuca se enfrentaram em confronto direto na parte baixa da tabela da Superliga Feminina 25/26. O embate, realizado no Sesi Taguatinga, foi válido pela segunda rodada do returno da liga. Dentro de quadra, as visitantes brilharam diante da torcida rival. Em noite inspirada da ponteira Paula Mohr, eleita melhor jogadora da partida com 22 pontos anotados, o time do Rio de Janeiro venceu por 3 sets a 1, com parciais de 25-15, 25-18, 23-25 e 27-25.

Brasília Vôlei
Foto: Brasília Vôlei/@guerreirofotografia

Com a derrota no famigerado “jogo de seis pontos”, o Brasília Vôlei se reaproxima da zona de rebaixamento da Superliga. A equipe demonstrou grande evolução na reta final do primeiro turno da competição, com três vitórias em quatro partidas disputadas no mês de dezembro. Neste recorte, o clube brasiliense bateu Sorocaba, Mackenzie e Barueri em sequência. Com os triunfos, o time da capital federal parecia ter virado a página e se colocado de vez na briga pelo G-8.

Todavia, os bons resultados não seguiram após a virada do ano. No novo calendário, a equipe do Distrito Federal perdeu as duas partidas disputadas. Na liga, já são três reveses em sequência, com apenas um set vencido em dez disputados. Agora, a distância para a zona de rebaixamento é de apenas dois pontos. Ou seja, as brasilienses podem voltar à degola já na próxima rodada.

O jogo

Logo no início do confronto, o Brasília abriu vantagem no marcador. Comandado pela ponteira Karen, o time da casa abriu quatro pontos de diferença no placar. Entretanto, o jogo rapidamente mudou de mãos. O Tijuca passou a comandar o ritmo do duelo e, com o avanço do set, abriu ampla vantagem no Sesi Taguatinga. Com ênfase no coletivo, as cariocas não tomaram conhecimento da equipe mandante e atropelaram na primeira parcial: 25-15 e 1 a 0 na contagem dos sets.

Brasília Vôlei
Foto: Brasília Vôlei/@guerreirofotografia

Insatisfeito com a apresentação da equipe, o treinador Spencer Lee promoveu mudanças na formação que voltou para a segunda parcial. De certa forma, as alterações surtiram efeito. Apesar de o Tijuca ainda liderar o placar, o Brasília pressionou as cariocas e não permitiu que a equipe visitante abrisse vantagem no set. Todavia, na reta final da parcial, o clube local arrefeceu e cedeu às cariocas a possibilidade de fechar o set. Dessa maneira, a equipe do Rio de Janeiro fechou em 25-18 e avançou para 2 a 0 na partida.

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Entretanto, o Brasília apresentou postura completamente diferente no terceiro set. A equipe mandante entrou mais concentrada e, pela primeira vez desde o início do confronto, largou na frente do marcador. O clube local se aproveitou dos erros de saque e da dificuldade na recepção do Tijuca e chegou a abrir oito pontos de vantagem, para a euforia da torcida, que inflamou o Sesi Taguatinga. Apesar de nova queda de desempenho na reta final, quando a equipe desperdiçou quatro set points em sequência, o Brasília fechou a parcial após erro de saque de Paula: 25-23 e 2 a 1 no placar.

Brasília Vôlei
Foto: Brasília Vôlei/@guerreirofotografia

No quarto período, a melhor versão das duas equipes apareceu. Motivadas para definir o confronto, as visitantes pularam à frente do placar, mas não conseguiram abrir vantagem. Durante toda a parcial, nenhuma das equipes abriu mais de dois pontos de diferença. Essa tônica se manteve até o fim do set. Com o ginásio inflamado, o marcador foi prorrogado além dos 25 pontos. Com novo brilho de Paula Mohr, o Tijuca fechou o duelo em 27-25 e 3 sets a 1, assegurando apenas a segunda vitória da equipe carioca na Superliga.

Canaã se classifica à terceira fase da Copinha; Real Brasília é eliminado

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Canaã e Real Brasília Copinha
Fotos: Reprodução/Canaã | Giovani Leonel/Real Brasília

Um avançou, outro caiu. A segunda fase da Copinha 2026 teve destinos opostos para as equipes do Distrito Federal. Na última segunda-feira (12/1), o Real Brasília foi derrotado por 2 a 0 pela Ferroviária e deu adeus à competição. Já na tarde desta terça-feira (13/1), quem sorriu foi o Canaã. O Vento Forte do Cerrado venceu o Figueirense por 1 a 0, com gol de Ruan, garantiu vaga na terceira fase e agora terá o Red Bull Bragantino pela frente.

A Copinha chegou ao fim para o Real Brasília na última segunda-feira (12/1). A equipe comandada por Kaká acabou superada por 2 a 0 pela Ferroviária, em duelo válido pela segunda fase da competição. João abriu o placar nos minutos finais do primeiro tempo, e Filipi confirmou a vitória paulista aos 39 da etapa final. Com o resultado, o auri anil se despediu do torneio de base com uma campanha de uma vitória, um empate e duas derrotas.

Com sentimento oposto, o Canaã deixou o campo sorridente na tarde desta terça-feira (13/1). O Vento Forte do Cerrado enfrentou o Figueirense no estádio Thelmo de Almeida, em Cosmópolis, pela segunda fase da Copinha, e venceu por 1 a 0. Aos 31 minutos do primeiro tempo, Vitinho passou por dois marcadores e cruzou na área. Em disputa com o zagueiro adversário, Ruan desviou e mandou a bola para o fundo das redes. O resultado garantiu o Canaã na terceira fase da competição.

O que vem por aí na Copinha

Agora único representante do Distrito Federal, o Canaã enfrentará o Red Bull Bragantino pela terceira fase da Copinha. O confronto ocorrerá na próxima quinta-feira (15/1), em horário e local ainda a ser divulgado pela Federação Paulista de Futebol (FPF). Caso avance, o Vento Forte do Cerrado enfrentará o vencedor da partida entre Operário-PR x São Paulo ou Portuguesa-SP.

Real Brasília é superado pela Ferroviária e se despede da Copa São Paulo

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Ferroviária x Real Brasília
Ferroviária classificado para a terceira fase da Copinha Foto: Guilherme Moro / Ferroviária SAF

Em Araraquara, cidade-sede do Grupo 15 da Copa São Paulo de Futebol Júnior, Real Brasília e Ferroviária se enfrentaram na tarde da última segunda-feira, em confronto válido pela segunda fase da competição. Dentro de campo, a Locomotiva dominou as ações e garantiu a classificação para a fase seguinte do mata-mata do torneio. Com gols de João Victor, na etapa inicial, e Filipe, na etapa complementar, o time paulista assegurou a vitória por 2 a 0 diante da equipe do Distrito Federal.

Com a derrota, o Real Brasília se junta a Brasiliense e Sobradinho, outras agremiações do Distrito Federal que participaram da competição, mas acabaram eliminadas. Pela perspectiva da Ferroviária, a equipe avança sem sustos para a terceira fase da Copinha, quando enfrentará o Santos. O confronto entre Crias da Locomotiva e Meninos da Vila ocorrerá na próxima quinta-feira, às 15h, em Araraquara.

O jogo

Apesar do início equilibrado, a Ferroviária administrava a posse de bola. Com maior controle da partida, a equipe paulista criou as chances mais perigosas, mas não converteu as oportunidades em gols. A melhor jogada do Real Brasília na etapa inicial ocorreu aos 14 minutos, quando, em uma escapada, o atacante Gil finalizou para fora, pela rede lateral.

Com o duelo truncado, a Ferroviária criou mais oportunidades, mas não conseguiu finalizá-las. A tônica do confronto mudou aos 41 minutos. Após uma rebatida da zaga do Real Brasília, a bola sobrou para João Victor, que arriscou de longa distância e contou com um desvio na trajetória para vencer o goleiro Lucas Vinícius, que não conseguiu se recuperar a tempo de evitar o gol adversário: 1 a 0 para a Locomotiva no fim da primeira etapa.

Ferroviária x Real Brasília
João Victor comemora gol diante do Real Brasília
Foto: Guilherme Moro / Ferroviária SAF

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O equilíbrio permaneceu na etapa complementar. Atrás no placar e com a necessidade de buscar o resultado, o Real Brasília se lançou ao ataque. A equipe do Distrito Federal passou a atuar no campo de defesa adversário com os dez jogadores de linha, enquanto a Ferroviária apostava em transições rápidas para definir o confronto.

Apesar da pressão do Real Brasília, a estratégia da Ferroviária surtiu efeito. Aos 38 minutos da segunda etapa, Rafa arrancou do campo de defesa e avançou até a grande área da equipe candanga. O atacante encontrou Filipe livre diante do goleiro, que apenas finalizou no canto esquerdo para sacramentar a classificação da Locomotiva: 2 a 0 e vaga assegurada na terceira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Brasília Basquete domina e derrota Caxias no Nilson Nelson por 77 a 65

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Brasília
Foto: @Lsmarkesfotos

Em estado de graça no Novo Basquete Brasil (NBB), o Brasília Basquete venceu o Caxias do Sul Basquete, por 77 a 65, nesta segunda-feira (12/1), no Ginásio Nilson Nelson, em partida controlada desde início. O Alienígena abriu vantagem já no primeiro quarto, sustentou domínio por mais da metade do duelo e construiu triunfo a partir de ataque equilibrado e defesa consistente.

A partida carregou panorama animado após resultados recentes da franquia candanga no Novo Basquete Brasil (NBB). O time da casa entrou em quadra com determinação clara de acelerar transições, envolver pivôs e trabalhar arremessos curtos e longos dentro de rotação profunda. O Caxias apostou em finalizações rápidas, tiro exterior e uso de Shamell para se manter vivo. Porém, encontrou bloqueios sucessivos dentro do garrafão e dificuldades na criação de assistências.

A noite no Ginásio Nilson Nelson ainda registrou recorde de público da temporada no NBB. Um total de 6.112 torcedores empurrou o Brasília do primeiro ao último minuto, criando ambiente de vibração constante e ajudando o time a sustentar energia dentro de quadra. A presença maciça fortaleceu atmosfera de casa cheia, comprovou engajamento crescente da torcida brasiliense e consolidou o Nilson Nelson como um dos palcos mais barulhentos da competição.

O primeiro quarto entregou a fase mais instável do Brasília na noite. O time candango perdeu 15 a 7 no primeiro quarto, mas reduziu a vantagem para um ponto antes do intervalo: 27 a 26. A volta ao terceiro quarto resultou em controle do Alienígena, apesar de Caxias tentar reação com ritmo mais agressivo. A produção ofensiva cresceu com espaçamento de quadra e aproveitamento de arremessos de dois e três pontos.

Humberto atacou rebotes e Shamell converteu tiros decisivos. Porém, o Brasília tratou de responder imediatamente, anotando expressivos 34 a 22 no período e mostrando disciplina tática. O último quarto confirmou vitória candanga. O Caxias tentou reduzir a margem, mas perdeu a parcial por diferença mínima.

Corvalan liderou tabela de pontos com 21, enquanto Buiú contribuiu com 15 e Crescenzi somou 11. Crescenzi conduziu distribuição da bola com oito assistências, acompanhado por Buiú e Von Haydin, ambos registrando cinco, permitindo rotação fluida e pontuação diversificada. Fabriczio e Augusto lideraram as assistências do visitante com três, acompanhado por Humberto e Miguel, com duas cada.

O Brasília Basquete fechou a noite com 25 assistências, 39 rebotes e eficiência coletiva de 105, números superiores ao rival em praticamente todos os indicadores. A defesa somou nove rebotes ofensivos e 30 defensivos somente até metade da noite, cortando segundas chances do rival.

O Brasília Basquete volta à quadra na sequência do NBB na sexta-feira (16/1), às 19h30, quando visita o Osasco com moral elevada e performance construída em atuação coletiva. O Caxias retorna ao Rio Grande do Sul com necessidade de ajuste defensivo e maior volume de criação ofensiva dentro da rotação. O próximo jogo do time gaúcho será na segunda-feira (19/1), às 19h30, diante do Bauru.

FFDF desmembra partidas da segunda rodada do Candangão 2026

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Candangão
Foto: Diller Abreu/FFDF

Tão logo acabou a primeira rodada, a Federação de Futebol do Distrito Federal (FFDF) desmembrou os duelos da próxima jornada do Campeonato Candango BRB 2026. Nesta segunda-feira (12/1), a entidade local organizou a sequência da competição com matinê, rodada dupla no Estádio Defelê, na Vila Planalto, e quatro jogos marcados para o sábado (17/1).

A segunda rodada chega cercada por expectativa após estreia movimentada da competição. Às 10h de sábado (17/1), a Aruc entra em campo, no Rorizão, embalada pelo triunfo por 1 a 0 sobre o Paranoá, dentro da casa do adversário. O Capital tenta pontuar depois de abrir vantagem e permitir reação do Samambaia no empate por 2 a 2. O encontro no Rorizão apresenta panorama direto entre realidades opostas no fim de semana anterior.

O Estádio Defelê concentra atenções com dois confrontos consecutivos no sábado (17/1). O Sobradinho encara o Paranoá, às 10h, após empate por 1 a 1 com o Ceilândia, em jogo no qual o Leão da Serra liderou por longos minutos, mas não levou os três pontos. O Cobra Sucuri tenta recuperação imediata após derrota diante da Aruc. A partida carrega peso por estar no primeiro bloco de horários e por reunir elencos em ajustes iniciais.

Na sequência, o Real Brasília encara autêntico teste contra o Brasiliense, às 15h. O Leão do Planalto iniciou a jornada com derrota amarga por 1 a 0 diante do Gama, apesar de atuação competitiva no Bezerrão. Do outro lado, o Jacaré foi avassalador nos 4 a 0 construídos sobre o Brasília e chega com ataque afinado e moral elevada, amparado por transições rápidas e precisão em conclusão. A tarde promete ritmo elevado e energia de partida grande.

O Defelê fecha a agenda do dia com o Brasília diante do Gama, às 16h. O colorado precisa dar resposta diante da torcida após revés pesado para o Brasiliense, enquanto o Periquito vive embalo após vencer o Real Brasília e quer manter aproveitamento perfeito contra rival tradicional do DF. A partida será transmitida ao vivo pela Record Brasília.

A agenda se encerra no domingo (18/1), com o Samambaia cruzando com o Ceilândia, no Rorizão, às 15h30. O Cachorro Salsicha estreia em casa após reação diante do Capital e entra em campo com confiança renovada. O Gato Preto somou o primeiro ponto na competição após empatar com o Sobradinho e tenta seguir competitivo fora do Abadião, dentro de um campeonato em aceleração técnica e emocional logo nas primeiras voltas.

2ª rodada

Sábado (17/1)
10h Aruc x Capital – Rorizão
10h Sobradinho x Paranoá – Defelê
15h Real Brasília x Brasiliense – Defelê
16h Brasília x Gama – Bezerrão (Transmissão da Record)

Domingo (18/1)
15h30 Samambaia x Ceilândia – Rorizão

Brasília Vôlei recebe o Tijuca em duelo decisivo para a tabela da Superliga

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Brasília Vôlei
Foto: Brasília Vôlei/@guerreirofotografia

Em duelo crucial para afastar o fantasma do rebaixamento na Superliga, o Brasília Vôlei recebe o Tijuca na noite desta terça-feira (13/1). Apesar de ocupar a décima colocação na classificação do campeonato, o clube do Distrito Federal mantém vantagem sólida de cinco pontos em relação ao time carioca, primeira equipe dentro da zona da degola. Em caso de triunfo no Sesi Taguatinga, a diferença para a parte mais baixa da tabela chegará a oito pontos.

Brasília Vôlei
Foto: Brasília Vôlei/@guerreirofotografia

Todavia, pela ótica da equipe carioca, o confronto pode representar a luz no fim do túnel. Na briga contra a zona de rebaixamento desde o início da competição, o Tijuca vê no duelo diante do Brasília a oportunidade de encurtar a desvantagem para o primeiro clube fora da degola para apenas dois pontos. Além disso, o triunfo no confronto direto também colocaria as cariocas, ao menos temporariamente, a apenas uma vitória simples do G-8 da Superliga.

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No duelo contra o clube candango no primeiro turno, o Tijuca chegou a abrir dois sets a zero, com folga nos placares: 25-19 e 25-16 nas parciais. Entretanto, mesmo diante de tamanha desvantagem fora de casa, o Brasília reagiu no confronto e virou a partida para 3 sets a 2. A virada das visitantes contou com ótima atuação da ponteira Karen Beatriz, que anotou 18 pontos e foi eleita a melhor jogadora do embate.

Brasília Vôlei
Foto: Brasília Vôlei/@guerreirofotografia

O confronto do returno será disputado no Sesi Taguatinga, ginásio onde o Brasília Vôlei manda as partidas. O embate está marcado para esta terça-feira, e a bola sobe às 18h30. A partida contará com transmissão do SporTV 2 e do Voleibol TV, serviço de streaming exclusivo da modalidade.

Capital abre dois de frente, mas Samambaia busca empate no Estádio JK

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Capital
Foto: Diller Abreu/FFDF

Capital e Samambaia entregaram uma partida muito movimentada na estreia dos times no Campeonato Candango BRB 2026. Na tarde ensolarada de domingo (11/1) no Estádio JK, tricolor abriu vantagem de dois gols, mas o Cachorro Salsicha reagiu com energia notável e arrancou empate por 2 a 2. A torcida viu arrancada forte do Coruja, além de enorme poder de resposta do time samambaense em um duelo cheio de idas e vindas.

A partida levou dois times a campo em busca de afirmação nesta largada de competição. O Capital pisou no gramado disposto a controlar ações com posse constante e entradas em bloco pelo campo ofensivo. O Samambaia adotou postura mais direta, investindo em contra-ataques e explorando espaços deixados por avanços do mandante, desenho tático capaz de equilibrar momentos apesar da iniciativa tricolor.

Coruja na frente

O apito inicial revelou um Capital com iniciativa imediata, posse longa e paciência na construção. O time da casa cruzou meio-campo com repetidas trocas de passes e levou perigo a partir de movimentações pelas duas pontas. O Samambaia respondeu com transições velozes, incluindo bola parada criada logo aos dois minutos, lance finalizado por Luan Vitor e defendido por Renan. A partida seguiu aberta, com faltas sucessivas interrompendo ritmo e impondo interrupções ao mandante.

A rede balançou aos 38 minutos, fruto de chute longo de Rodriguinho. A bola exigiu defesa incompleta do goleiro visitante e sobrou para Deizinho completar e abrir placar. O gol consolidou domínio territorial do tricolor, apesar de tentativas esporádicas do Samambaia. Nos acréscimos, Vitor Xavier arriscou finalização perigosa da meia-lua, enquanto Deizinho respondeu com arremate travado por defesa firme, último momento quente antes do intervalo.

Foto: Diller Abreu/FFDF

Tempo de reação

A volta ao campo manteve dinamismo e o Capital ampliou vantagem logo no segundo minuto. Tobinha conduziu desde setor esquerdo, venceu marcadores e tocou para o gol, fazendo 2 a 0. O placar parecia encaminhado, porém, um lampejo recolocou o Cachorro Salsicha no roteiro. Aos nove minutos, Romário limpou defensores na entrada da área e bateu cruzado, reduzindo desvantagem e alterando controle emocional da partida. O Capital perdeu intensidade, e o visitante assumiu protagonismo.

O Samambaia encorpou pressão em sequência de investidas, com Romário puxando ações e finalizando com frequência, inclusive em chute forte aos 21 minutos que arrancou defesa espalmada. O momento decisivo surgiu após toque na mão dentro da área e revisão por vídeo. Com pênalti marcado, Vitor Xavier cobrou e empatou marcador, aos 25. O Capital ainda teve última grande oportunidade em cabeçada de Rangel por cima. Porém, os minutos finais trouxeram mais cautela do que aceleração, preservando empate e dividindo pontos.

Capital 2
Luan; Genilson (Lenon), Richardson, Éder e Lima 🟨 (Alisson); Renan, Deizinho ⚽ (Esdras) e Rodriguinho; Tobinha ⚽ (Lucas Rangel), Matheusinho (Cebolinha 🟨) e Jerry.
Técnico: Fábio Brostel

Samambaia 2
Murilo (José Lucas); Filipe Werley (Ian Carlos), Matheus Rodrigues, Iago e Luan Vitor; Talisca, Regino (Timbó) e Lila 🟨 (Nolasco); Diego Xavier 🟨, Vitor Xavier ⚽ e Dandan (Romário ⚽).
Técnico: Léo Roquete

Primeira fase da Copinha chega ao fim; dois candangos avançam e dois caem

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Real Brasília, Brasiliense, Canaã e Sobradinho na Copinha 2026
Fotos: Reprodução/Brasiliense | Giovani Leonel/Real Brasília | Reprodução/Canaã | @neneca_fotosesportivas

A primeira fase da Copinha 2026 chegou ao fim na manhã deste domingo (11/1) para o Distrito Federal. Quatro equipes representaram a capital nos três primeiros jogos do torneio de base. Canaã, líder do Grupo 18, e Real Brasília, segundo lugar do Grupo 16, avançaram à fase eliminatória da competição. Sobradinho, último colocado do Grupo 3, e Brasiliense, terceiro do Grupo 25, deram adeus ao torneio.

Com três derrotas, o Sobradinho teve o pior desempenho entre os candangos. Na estreia, o Leão da Serra perdeu por 1 a 0 para o Tanabi. No segundo confronto, foi derrotado por 2 a 1 pelo Goiás. Por fim, caiu por 3 a 2 diante do América-RN. O Brasiliense foi o outro representante do Distrito Federal eliminado. A única vitória do Jacaré foi na estreia, quando bateu o Sfera por 1 a 0. Depois, vieram duas derrotas: 1 a 0 para o Fluminense e, no último compromisso, na manhã deste domingo (11/1), 2 a 1 diante do Água Santa.

Primeira equipe do Distrito Federal a garantir classificação, o Real Brasília terminou a fase inicial como vice-líder do Grupo 16. O auri anil estreou com derrota por 3 a 0 para o Santos. No segundo jogo, empatou por 1 a 1 com o São Carlense, mandante da chave, com gol marcado por Gabryel Lopes. Na rodada final, o atual campeão do Candanguinho venceu o União Cacoalense por 3 a 0, com tentos de Kauã, Gil e Iarley. A liderança do grupo ficou com o Santos, que venceu todos os confrontos.

O Canaã conquistou a classificação à segunda fase na liderança do Grupo 18. O Vento Forte do Cerrado estreou com goleada por 4 a 2 sobre o Comercial Tietê, com gols de Rafinha, Thiago, Vitinho e Bahia. Na segunda rodada, sofreu uma dura derrota por 3 a 0 para o Criciúma. A recuperação veio no jogo seguinte, com vitória por 3 a 0 sobre o XV de Piracicaba. Rafinha, Ruan e Felipinho balançaram as redes. O Comercial Tietê terminou como segundo colocado da chave.

O que vem por aí na Copinha 2026

Primeira colocada do Grupo 15, com sete pontos, a Ferroviária será a adversária do Real Brasília na fase eliminatória. A partida será disputada na próxima segunda-feira (12/1), às 19h, no estádio Fonte Luminosa, em Araraquara. Já o Canaã terá pela frente o Figueirense, vice-líder do Grupo 17. O confronto será realizado na terça-feira (13/1), em horário ainda a ser definido pela organização do campeonato.